<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0870-8231</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Análise Psicológica]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Aná. Psicológica]]></abbrev-journal-title>
<issn>0870-8231</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[ISPA-Instituto Universitário]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0870-82312019000400004</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.14417/ap.1553</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Perfis de envolvimento relativo do pai e ajustamento social de crianças em jardim-de-infância]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Profiles of father's relative involvement and children’s socio-emocional adjustment during preschool]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Amaral]]></surname>
<given-names><![CDATA[Rita]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Monteiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[Lígia]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[Carolina]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Lisboa ]]></addr-line>
<country>Portugal</country>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa CIS-IUL ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Lisboa ]]></addr-line>
<country>Portugal</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2019</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2019</year>
</pub-date>
<volume>37</volume>
<numero>4</numero>
<fpage>463</fpage>
<lpage>477</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0870-82312019000400004&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0870-82312019000400004&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0870-82312019000400004&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[O presente estudo teve como objetivo identificar perfis de envolvimento relativo do pai, em diversas atividades relacionadas com o dia-a-dia da criança (cuidados e socialização), testando posteriormente se existiam diferenças, em função dos mesmos, para o ajustamento social das crianças. Participaram 283 famílias nucleares, com crianças em idade pré-escolar (139 rapazes). Foram identificados dois perfis: Perfil 1 - companheiros de brincadeira e Perfil 2 - cuidadores e companheiros de brincadeira. Os pais no Perfil 2 participavam significativamente mais em todas as atividades analisadas. Encontraram-se, ainda, diferenças em função das habilitações literárias de ambos os cuidadores (mais elevadas no Perfil 2) e das horas de trabalho dos pais (mais elevadas no Perfil 1). Para 94 destas crianças as educadoras descreveram o seu ajustamento social, tendo-se verificado que crianças cujos pais estão mais envolvidos nas atividades de cuidados e de socialização apresentavam valores mais baixos de retraimento social ansioso no grupo de pares. Os resultados sugerem a importância de se considerar quer a mãe, quer o pai, quando se desenham programas de promoção do bem-estar e ajustamento social das crianças.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The present study aimed to identify profiles of fathers on the basis of their Involvement in several activities (care and socialization) related to children’s daily life testing, subsequently, if there were differences in children’s social adjustment. Two-hundred and eighty-three nuclear families with preschool age children (139 boys) participated in the study. Two profiles were identified: Profile 1 - playmates; and Profile 2 - caregivers and playmates. The fathers in Profile 2 participated significantly more in all the analyzed activities. Differences were found between profiles regarding caregivers’ educational levels (higher in Profile 2), and fathers’ working hours (higher in Profile 1). For 94 of these children their social adjustment was described by the pre-school teachers. Children whose fathers were more involved in care and socialization activities (Profile 2) had lower scores of anxious social withdrawal behaviors in the peer group. The results support the need to consider both caregivers when planning programs to promote children’s well-being and adjustment.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Ajustamento social]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Pré-escolar]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Envolvimento relativo do pai]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Social adjustment]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Pre-school]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Relative father involvement]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p><b>Perfis de envolvimento relativo do pai e ajustamento social de crian&ccedil;as em jardim-de-inf&acirc;ncia</b></p>     <p><b>Profiles of father's relative involvement and children&rsquo;s socio-emocional adjustment during preschool</b></p>     <p><b>Rita Amaral<sup>1</sup>, L&iacute;gia Monteiro<sup>2</sup>, Carolina Santos<sup>2</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>ISCTE &ndash; Instituto Universit&aacute;rio de Lisboa, Lisboa, Portugal</p>     <p><sup>2</sup>ISCTE &ndash; Instituto Universit&aacute;rio de Lisboa, CIS-IUL, Lisboa, Portugal</p>     <p><a name="topc0"></a><a href="#c0">Correspondência</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O presente estudo teve como objetivo identificar perfis de envolvimento relativo do pai, em diversas atividades relacionadas com o dia-a-dia  da crian&ccedil;a (cuidados e socializa&ccedil;&atilde;o), testando posteriormente se existiam diferen&ccedil;as, em fun&ccedil;&atilde;o dos  mesmos, para o ajustamento social das crian&ccedil;as. Participaram 283 fam&iacute;lias nucleares, com crian&ccedil;as em idade  pr&eacute;-escolar (139 rapazes). Foram identificados dois perfis: Perfil 1 &ndash; companheiros de brincadeira e Perfil 2 &ndash; cuidadores e  companheiros de brincadeira. Os pais no Perfil 2 participavam significativamente mais em todas as atividades analisadas. Encontraram-se, ainda,  diferen&ccedil;as em fun&ccedil;&atilde;o das habilita&ccedil;&otilde;es liter&aacute;rias de ambos os cuidadores (mais elevadas no Perfil 2) e  das horas de trabalho dos pais (mais elevadas no Perfil 1). Para 94 destas crian&ccedil;as as educadoras descreveram o seu ajustamento social,  tendo-se verificado que crian&ccedil;as cujos pais est&atilde;o mais envolvidos nas atividades de cuidados e de socializa&ccedil;&atilde;o  apresentavam valores mais baixos de retraimento social ansioso no grupo de pares. Os resultados sugerem a import&acirc;ncia de se considerar quer  a m&atilde;e, quer o pai, quando se desenham programas de promo&ccedil;&atilde;o do bem-estar e ajustamento social das crian&ccedil;as.    <p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Palavras-chave</b>: Ajustamento social, Pr&eacute;-escolar, Envolvimento relativo do pai.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The present study aimed to identify profiles of fathers on the basis of their Involvement in several activities (care and socialization)  related to children&rsquo;s daily life testing, subsequently, if there were differences in children&rsquo;s social adjustment. Two-hundred and  eighty-three nuclear families with preschool age children (139 boys) participated in the study. Two profiles were identified: Profile 1 &ndash;  playmates; and Profile 2 &ndash; caregivers and playmates. The fathers in Profile 2 participated significantly more in all the analyzed  activities. Differences were found between profiles regarding caregivers&rsquo; educational levels (higher in Profile 2), and fathers&rsquo;  working hours (higher in Profile 1). For 94 of these children their social adjustment was described by the pre-school teachers. Children whose  fathers were more involved in care and socialization activities (Profile 2) had lower scores of anxious social withdrawal behaviors in the peer  group. The results support the need to consider both caregivers when planning programs to promote children&rsquo;s well-being and adjustment.</p>     <p><b>Key words</b>: Social adjustment, Pre-school, Relative father involvement.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, profundas transforma&ccedil;&otilde;es sociais, econ&oacute;micas e pol&iacute;ticas t&ecirc;m enquadrado a  reorganiza&ccedil;&atilde;o da estrutura e din&acirc;micas das fam&iacute;lias portuguesas. S&atilde;o exemplo disso a entrada massiva das  mulheres no mercado de trabalho, e as pol&iacute;ticas promotoras da igualdade de g&eacute;nero na fam&iacute;lia que contribu&iacute;ram para  uma maior participa&ccedil;&atilde;o do pai na vida familiar e educa&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as, desde os primeiros anos de vida (Wall  et al., 2016). Atualmente, a sociedade portuguesa caracteriza-se pelas fam&iacute;lias de duplo rendimento, em que ambos os pais trabalham a  tempo inteiro (89,5%), pelo que a educa&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as ocorre num contexto de equil&iacute;brio entre a vida familiar e  emprego (European Foundation for the Improvement of Living and Working Conditions [Eurofound], 2017). Considerando, ainda, que Portugal &eacute;  um dos pa&iacute;ses da Europa com uma das percentagens mais elevada de m&atilde;es, com filhos pequenos, no mercado de trabalho (European  Working Conditions Survey [EWCS] citado por Torres et al., 2018), os cuidados n&atilde;o maternos formais, desde os primeiros anos de vida,  tornaram-se uma necessidade para as fam&iacute;lias portuguesas. Consequentemente, observou-se um aumento na procura/oferta de creches e  jardins-de-inf&acirc;ncia, bem como da quantidade de crian&ccedil;as que frequenta este tipo de servi&ccedil;os (Wall et al., 2016).  Adicionalmente, cerca de 80% das crian&ccedil;as portuguesas passam mais de 30 horas semanais, em contexto pr&eacute;-escolar formal, o que  sugere que a maioria do seu tempo di&aacute;rio &eacute; passada no jardim-de-inf&acirc;ncia, no &acirc;mbito do grupo de pares (Janta, 2014).  Assim, a an&aacute;lise das compet&ecirc;ncias e/ou dificuldades das crian&ccedil;as, desde os primeiros anos de vida, tem a escola como um dos  ambientes privilegiados, e nesta, o grupo de pares e o contexto da brincadeira, podendo uma identifica&ccedil;&atilde;o precoce contribuir para a  preven&ccedil;&atilde;o de potenciais dificuldades e desajustamentos futuros.</p>     <p>Nos anos pr&eacute;-escolares a entrada no grupo de pares e o tornar-se socialmente competente s&atilde;o consideradas tarefas centrais do  desenvolvimento social da crian&ccedil;a (LaFreniere, 2010; Waters &amp; Sroufe, 1983). Com a expans&atilde;o dos contextos sociais, para  al&eacute;m da fam&iacute;lia, emergem novos desafios e oportunidades que potencializam o desenvolvimento e aquisi&ccedil;&atilde;o de  compet&ecirc;ncias cognitivas e socio-emocionais (Rose-Krasnor &amp; Denham, 2009; Waters &amp; Sroufe, 1983). Espera-se, assim, que as  rela&ccedil;&otilde;es com os pares se complexifiquem e que, gradualmente, as crian&ccedil;as se tornem socialmente mais competentes, sendo  capazes de iniciar e manter intera&ccedil;&otilde;es positivas, coordenadas e sustentadas com os outros de um modo consistente (Coplan &amp;  Arbeau, 2009).</p>     <p>A compet&ecirc;ncia social &eacute; definida como a capacidade do indiv&iacute;duo coordenar de modo flex&iacute;vel afetos, comportamentos e  cogni&ccedil;&otilde;es com vista a atingir os seus objetivos sociais, sem limitar (em excesso) as oportunidades dos pares para alcan&ccedil;arem  os seus pr&oacute;prios objetivos; e sem constranger trajet&oacute;rias desenvolvimentais que permitam a concretiza&ccedil;&atilde;o de objetivos  sociais futuros (Rose-Krasnor, 1997; Waters &amp; Sroufe, 1983). Uma crian&ccedil;a capaz de integrar estes aspetos, de modo eficaz, tende a ser  considerada socialmente competente e aceite no grupo de pares, beneficiando de v&aacute;rias oportunidades de aquisi&ccedil;&atilde;o e  desenvolvimento de compet&ecirc;ncias que contribuem para o seu ajustamento atual e futuro (Rubin, Coplan, &amp; Bowker, 2009). Modo geral, estas  crian&ccedil;as tendem a apresentar melhores resultados em diversos dom&iacute;nios, como por exemplo: maior capacidade de  regula&ccedil;&atilde;o emocional (e.g., Denham et al., 2003), n&iacute;veis mais elevados de auto-estima (e.g., Mota &amp; Matos, 2013),  rela&ccedil;&otilde;es de amizade de qualidade mais elevada (e.g., Blair et al., 2015), sucesso acad&eacute;mico na idade escolar (e.g., Chen,  Huang, Chang, Wang, &amp; Li, 2010), bem como n&iacute;veis de bem-estar pessoal, empregabilidade e sa&uacute;de mental mais elevados na idade  adulta (Jones, Greenberg, &amp; Crowley, 2015).</p>     <p>Contrariamente, ser&aacute; expect&aacute;vel que as crian&ccedil;as que apresentem dificuldades nas rela&ccedil;&otilde;es com os seus pares  possam n&atilde;o beneficiar das oportunidades e ganhos que destas adv&eacute;m (e.g., Rubin et al., 2009). A apresenta&ccedil;&atilde;o  consistente de dificuldades em iniciar e manter intera&ccedil;&otilde;es com os pares, quer devido a comportamentos agressivos (movimentos contra  os pares), quer de retraimento social (movimentos de afastamento dos pares), na inf&acirc;ncia acarreta maiores riscos de um desenvolvimento  psicossocial menos saud&aacute;vel (Nagin, Barker, Lacourse, &amp; Tremblay, 2008; Rubin &amp; Burgess, 2002).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Normativamente, ao longo dos anos pr&eacute;-escolares, os comportamentos agressivos tendem a diminuir resultado do desenvolvimento  lingu&iacute;stico, cognitivo e socio-emocional das crian&ccedil;as integrado, tamb&eacute;m, no esfor&ccedil;o de socializa&ccedil;&atilde;o  realizado pelos seus cuidadores (Tremblay, 2004), pelo que ser&aacute; expect&aacute;vel que as crian&ccedil;as mais velhas sejam, por norma,  classificadas como menos agressivas e mais socialmente competentes (Rubin et al., 2009). Diversos estudos (e.g., Cabrera, Fagan, Wight, &amp;  Schadler, 2011; Denham et al., 2003; Diener &amp; Kim, 2004), incluindo com amostras portuguesas, utilizando medidas de observa&ccedil;&atilde;o  e classifica&ccedil;&otilde;es das educadoras (e.g., Torres, Ver&iacute;ssimo, Monteiro, Ribeiro, &amp; Santos, 2014; Vaughn et al., 2009)  indicam que crian&ccedil;as mais velhas (quatro e cinco anos) s&atilde;o consideradas socialmente mais competentes e menos agressivas,  comparativamente com as de 3 anos. Assim, quando comportamentos agressivos se mant&ecirc;m como estrat&eacute;gia dominante nas  intera&ccedil;&otilde;es com os outros, durante os anos pr&eacute;-escolares, estas crian&ccedil;as iniciam trajet&oacute;rias que as colocam em  maior risco de dificuldades (concorrente e longitudinalmente), podendo contribuir inclusive para comportamentos antissociais e delinqu&ecirc;ncia  na adolesc&ecirc;ncia (Nagin et al., 2008).</p>     <p>A agressividade &eacute; definida como um padr&atilde;o persistente de comportamentos disruptivos e agressivos direccionado aos outros,  estando, na sua maioria, associada a dificuldades de regula&ccedil;&atilde;o emocional e inibi&ccedil;&atilde;o de impulsos, no  pr&eacute;-escolar (e.g., Reebye, 2005; Rubin, Chen, &amp; Hymel, 1993). As crian&ccedil;as descritas como agressivas tendem a apresentar  dificuldades na compreens&atilde;o da perspetiva, sentimentos e inten&ccedil;&otilde;es dos outros (Laurent et al., 2018), atribuindo  intencionalidade hostil &agrave;s ac&ccedil;&otilde;es dos pares, em situa&ccedil;&otilde;es sociais amb&iacute;guas, o que conduz a respostas  agressivas (Rubin &amp; Burgess, 2002), e a menos comportamentos pr&oacute;-sociais (Laurent et al., 2018; Rubin et al., 1993). A literatura  reporta diferen&ccedil;as em fun&ccedil;&atilde;o do sexo da crian&ccedil;a, indicando brincadeiras mais f&iacute;sicas, de lutas e disruptivas  por parte dos rapazes, sendo por isso caracterizados como mais ativos e agressivos, comparativamente com as raparigas descritas como mais  comunicativas, pr&oacute;-sociais e cooperativas (Cillessen &amp; Bellmore, 2004). Estas tendem, assim, a ser vistas pelas educadoras como  socialmente mais competentes, e os rapazes como mais agressivos (Rubin et al., 2009), resultados tendencialmente replicados em amostras  portuguesas (Santos, Peceguina, Daniel, Shin, &amp; Vaughn, 2013; Torres et al., 2014).</p>     <p>Outro tipo de dificuldade social &eacute; o retraimento social ansioso que se caracteriza pela manifesta&ccedil;&atilde;o consistente de  baixos n&iacute;veis de intera&ccedil;&atilde;o e envolvimento da crian&ccedil;a na presen&ccedil;a de potenciais parceiros de brincadeira (i.e.,  pares), ao longo de diferentes contextos (e.g., Asendorpj, 1990; Coplan &amp; Rubin, 2010). Estas crian&ccedil;as apresentam dificuldades em  regular a ansiedade e o medo sentido, o que resulta frequentemente no evitamento ou retirada destas intera&ccedil;&otilde;es, mantendo-se  &agrave; margem do grupo (Rubin &amp; Barstead, 2018). Tendem, ainda, a minimizar e inibir as suas emo&ccedil;&otilde;es, utilizando  estrat&eacute;gias menos assertivas ao iniciar intera&ccedil;&otilde;es, sendo frequentemente ignoradas pelos pares (e.g., Santos et al., 2015).  As suas dificuldades tornam-nas mais dependentes dos adultos (e.g., Coplan &amp; Prakash, 2003), bem como parceiros de brincadeira pouco  atrativos aos olhos dos pares, encontrando-se em maior risco de rejei&ccedil;&atilde;o e vitimiza&ccedil;&atilde;o, em particular ap&oacute;s os  anos pr&eacute;-escolares (e.g., Rubin &amp; Barstead, 2018; Rubin et al., 2009). Estas crian&ccedil;as tendem a manifestar de modo consistente e  a longo prazo baixas compet&ecirc;ncias sociais e relacionais, auto-estima negativa, sentimentos de solid&atilde;o e inclusive depress&atilde;o  (e.g., Gazelle &amp; Rudolph, 2004; Markovic &amp; Bowker, 2017; Rubin et al., 2009). Contrariamente &agrave; agressividade s&atilde;o poucos os  resultados que referem diferen&ccedil;as em fun&ccedil;&atilde;o do sexo em termos da preval&ecirc;ncia destes comportamentos (e.g., Diener &amp;  Kim, 2004), no entanto, as consequ&ecirc;ncias parecem ser mais negativas para os rapazes, do que para as raparigas (Rubin et al., 2009; Santos  et al., 2015).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>O papel do pai no ajustamento social das crian&ccedil;as</i></p>     <p>Para al&eacute;m das caracter&iacute;sticas da crian&ccedil;a que podem contribuir para o seu sucesso ou dificuldades sociais, a  fam&iacute;lia como contexto natural e central de desenvolvimento nos primeiros anos de vida, deve ser considerada, em particular as  rela&ccedil;&otilde;es cuidadores-crian&ccedil;a. No &acirc;mbito das rela&ccedil;&otilde;es prim&aacute;rias a crian&ccedil;a cria expectativas  e padr&otilde;es iniciais sobre como se deve comportar, e como funcionam as rela&ccedil;&otilde;es sociais, adquirindo neste contexto  compet&ecirc;ncias de base para iniciar e manter intera&ccedil;&otilde;es positivas e rec&iacute;procas com outros parceiros, fora da  fam&iacute;lia (Bowlby, 1973; Lewis &amp; Lamb, 2003). Tradicionalmente a investiga&ccedil;&atilde;o tem-se centrado na figura materna, tida como  cuidadora prim&aacute;ria. No entanto, a emerg&ecirc;ncia social de um &ldquo;novo pai&rdquo; mais envolvido nos cuidados, sens&iacute;vel e  afetuoso, tem conduzindo a um crescente interesse e an&aacute;lise do seu papel no desenvolvimento da crian&ccedil;a (e.g., Lamb &amp; Lewis,  2010; Monteiro, Ver&iacute;ssimo, Santos, &amp; Vaughn, 2008; Pleck &amp; Masciadrelli, 2004).</p>     <p>Segundo Parke (1996), na an&aacute;lise do envolvimento do pai nas rotinas e viv&ecirc;ncias da crian&ccedil;a deve ser tida em  considera&ccedil;&atilde;o a sua variabilidade em termos de tempo, frequ&ecirc;ncia ou qualidade, bem como o tipo de atividades a realizar (e.g.,  cuidados, brincadeira, ou de ensino), diferenciando-se os contextos e tipos de intera&ccedil;&atilde;o (e.g., Pleck &amp; Masciadrelli, 2004).  Estudos com fam&iacute;lias nucleares portuguesas (crian&ccedil;as em idade pr&eacute;-escolar) indicam que a m&atilde;e continua a ser  maioritariamente respons&aacute;vel pelos cuidados e tarefas de gest&atilde;o e organiza&ccedil;&atilde;o das rotinas da crian&ccedil;a, enquanto  na brincadeira, lazer ou em atividades de car&aacute;cter mais l&uacute;dico os pais participam de modo igualit&aacute;rio (Afonso,  Ver&iacute;ssimo, Fernandes, Borges, &amp; Monteiro, 2011; Monteiro, Ver&iacute;ssimo, Santos, et al., 2008; Torres et al., 2014). Contudo,  noutras amostras verifica-se que, s&atilde;o as m&atilde;es que se encontram mais envolvidas nos cuidados e na brincadeira com os seus  beb&eacute;s (e.g., Fuertes, Faria, Beeghly, &amp; Lopes-dos-Santos, 2016). Tal sugere que, embora o pai participe nos cuidados &agrave;  crian&ccedil;a, e segundo alguns autores (Torres et al., 2018; Wall et al., 2016) esteja mais envolvido comparativamente com  gera&ccedil;&otilde;es anteriores, este tem, ainda, um papel de apoio ou secund&aacute;rio face &agrave; figura materna.</p>     <p>O dom&iacute;nio e o papel frequentemente associados ao pai &eacute; o de parceiro de brincadeira, contexto no qual fornece suporte emocional,  afetivo e de explora&ccedil;&atilde;o ao ambiente (f&iacute;sico e social) que rodeia a crian&ccedil;a (e.g., Grossmann et al., 2002). Na  brincadeira do &ldquo;pai&rdquo;, comparativamente com os cuidados, predominam as intera&ccedil;&otilde;es de natureza mais f&iacute;sica,  <i>rough-and-tumble</i>, desafiantes e de estimula&ccedil;&atilde;o (Cabrera, Tamis-LeMonda, Bradley, Hofferth, &amp; Lamb, 2000; Grossmann et  al., 2002; Lamb &amp; Lewis, 2010). A rela&ccedil;&atilde;o pai-crian&ccedil;a, para al&eacute;m da figura materna, parece contribuir para a  constru&ccedil;&atilde;o de compet&ecirc;ncias e estrat&eacute;gias que podem ser generalizadas e aplicadas a outras intera&ccedil;&otilde;es e  rela&ccedil;&otilde;es (atuais e futuras) fora da fam&iacute;lia (e.g., Mcmunn, Martin, Kelly, &amp; Sacker, 2017). Neste contexto as  crian&ccedil;as aprendem, n&atilde;o s&oacute; a explorar o ambiente, como a expressar e regular-se emocionalmente de modo adequado,  compet&ecirc;ncias estas essenciais para brincar de modo positivo com os pares (Leidy, Schofield, &amp; Parke, 2013). A brincadeira controlada  com e pela figura paterna, ensina-as a reconhecer os sinais, a respeitar os limites da zona de conforto do outro, e o que &eacute; considerado  comportamento f&iacute;sico aceit&aacute;vel (Flanders et al., 2010). Por outro lado, o comportamento estimulante e desafiante do pai encontra-se  associado a menores n&iacute;veis de ansiedade, timidez e inibi&ccedil;&atilde;o comportamental, sendo que a mesma associa&ccedil;&atilde;o  n&atilde;o surge para as m&atilde;es (M&ouml;ller, Nikoli, Majdand, &amp; B&ouml;gels, 2016).</p>     <p>Alguns estudos indicam que crian&ccedil;as cujos pais se encontram regularmente envolvidos no seu dia-a-dia, em particular nas atividades de  brincadeira e l&uacute;dicas, s&atilde;o mais competentes, soci&aacute;veis e dispon&iacute;veis para estabelecer intera&ccedil;&otilde;es com os  outros (Frascarolo, 2004; Macdonald &amp; Parke, 1984). Estes efeitos parecem ir al&eacute;m do contexto de brincadeira, sendo que pais mais  envolvidos nos cuidados &agrave;s crian&ccedil;as tendem a ter filhos que apresentam menor frequ&ecirc;ncia de problemas ao n&iacute;vel  comportamental (Flouri, Midouhas, &amp; Narayanan, 2016; Sarkadi, Kristiansson, Oberklaid, &amp; Bremberg, 2008). Contrariamente, um menor  envolvimento, juntamente com dificuldades dos pais em estabelecer limites em contexto de brincadeira, contribui para uma menor  regula&ccedil;&atilde;o emocional e maior agressividade nos anos pr&eacute;-escolares (Flanders et al., 2010; Flanders, Leo, Paquette, Pihl,  &amp; S&eacute;guin, 2009). Segundo Gaumon e Paquette (2013) pais que passavam menos tempo com as crian&ccedil;as, trabalhavam mais horas  semanais e utilizavam menos comportamentos desafiantes na intera&ccedil;&atilde;o, classificavam os seus filhos como tendencialmente mais  inibidos e ansiosos. Em amostras portuguesas, Afonso et al. (2011) verificaram que o envolvimento paterno nas atividades de brincadeira se  encontrava associado com valores mais elevados de compet&ecirc;ncia social reportada pelo pai, enquanto a participa&ccedil;&atilde;o em  atividades de ensino/disciplina e lazer no exterior se encontrava relacionada com a compet&ecirc;ncia social descrita pela educadora.</p>     <p>Modo geral, os estudos tendem a apontar que um maior investimento e envolvimento positivo do pai se encontra diretamente e indiretamente  relacionado com resultados positivos ao n&iacute;vel emocional, comportamental e social da crian&ccedil;a (Cabrera et al., 2000; Flanders et al.,  2009; Flouri et al., 2016). No entanto, existem ainda quest&otilde;es relativamente aos dom&iacute;nios espec&iacute;ficos em que a  participa&ccedil;&atilde;o do pai poder&aacute; ter maior impacto no bem-estar e ajustamento social da crian&ccedil;a. Alguns estudos salientam o  contexto de brincadeira (e.g., Flanders et al., 2009), e outros, as atividades recreativas de lazer e de ensino/disciplina (e.g., Kroll, Carson,  Redshaw, &amp; Quigley, 2016; Torres et al., 2014). Considerando que este &eacute; um per&iacute;odo de particular import&acirc;ncia para o  desenvolvimento das compet&ecirc;ncias sociais, torna-se relevante compreender de que modo a participa&ccedil;&atilde;o do pai relativa (&agrave;  m&atilde;e) em contextos espec&iacute;ficos ser&aacute; promotora do (des)ajustamento social da crian&ccedil;a. Neste sentido, o presente estudo  tem como primeiro objetivo identificar e caracterizar diferentes perfis de pais em fun&ccedil;&atilde;o do seu envolvimento relativo em  atividades de cuidados e socializa&ccedil;&atilde;o relacionadas com o dia-a-dia das crian&ccedil;as. De seguida, analisa-se se em  fun&ccedil;&atilde;o destes perfis existem diferen&ccedil;as no ajustamento social das crian&ccedil;as em contexto de  jardim-de-inf&acirc;ncia.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>M&eacute;todo</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Participantes</i></p>     <p>Participaram neste estudo 283 fam&iacute;lias nucleares portuguesas, com crian&ccedil;as a frequentar o jardim-de-inf&acirc;ncia. Os pais  tinham idades compreendidas entre os 21 e os 59 anos (<i>M</i>=37.65; <i>DP</i>=5.32), e as m&atilde;es entre os 22 e os 50 anos  (<i>M</i>=35.78; <i>DP</i>=4.64). As suas habilita&ccedil;&otilde;es liter&aacute;rias variavam entre o primeiro ciclo e o ensino superior (Pais:  <i>M</i><Sub>(anos)</Sub>=12.90; <i>DP</i>=3.51; M&atilde;es: <i>M</i><Sub>(anos)</Sub>=14.63, <i>DP</i>=3.39). 91% dos pais  (<i>M</i><Sub>(horas)</Sub>=40.89; <i>DP</i>=5.91) e 86% das m&atilde;es trabalhavam (<i>M</i><Sub>(horas)</Sub>=37.87; <i>DP</i>=6.15), estando  os restantes desempregados. As crian&ccedil;as tinham entre os 3 e os 6 anos (<i>M</i>=52.71 meses; <i>DP</i>=8.72), 139 eram rapazes. 178 eram  primog&eacute;nitos e 161 tinham irm&atilde;os.</p>     <p>O ajustamento social foi descrito pelas educadoras das salas frequentadas por 94 destas crian&ccedil;as, com idades entre os 3 e 5 anos  (<i>M</i>=49.75; <i>DP</i>=6.87), 49 eram rapazes. Destas crian&ccedil;as, 54 eram primog&eacute;nitos e 58 tinham irm&atilde;os. As 28  educadoras tinham idades compreendidas entre os 25 e 52 anos (<i>M</i>=38.99; <i>DP</i>=7.11), todas com forma&ccedil;&atilde;o  Universit&aacute;ria (35.1% licenciatura, 64.9% mestrado), variando os seus anos de servi&ccedil;o entre 1 e 26 anos (<i>M</i>=14.30;  <i>DP</i>=6.75). As salas encontravam-se organizadas em fun&ccedil;&atilde;o das idades das crian&ccedil;as. As fam&iacute;lias foram recrutadas  a partir das escolas frequentadas pelos filhos (Institui&ccedil;&otilde;es Particulares de Solidariedade Social e Escolas Particulares com fins  lucrativos) no distrito de Lisboa.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Procedimento/instrumentos</i></p>     <p>O presente estudo foi conduzido de acordo com os padr&otilde;es &eacute;ticos da <i>American Psychological Association</i> e aprovado pela  comiss&atilde;o de &eacute;tica do ISCTE-IUL. Faz parte de um projeto mais amplo sobre as implica&ccedil;&otilde;es do envolvimento do pai no  desenvolvimento socio-emocional da crian&ccedil;a. Todos os participantes foram informados dos objetivos principais do projeto, e assinaram um  consentimento informado antes de qualquer recolha de dados. As m&atilde;es preencheram o question&aacute;rio dos dados sociodemogr&aacute;ficos,  e ambas as figuras cuidadoras descreveram o envolvimento parental referente ao total da amostra. Cada educadora descreveu o ajustamento social,  em m&eacute;dia, de cerca de 3 crian&ccedil;as a frequentar a sua sala de aula. Os question&aacute;rios foram preenchidos no in&iacute;cio do  3&ordm; per&iacute;odo escolar.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Question&aacute;rio de dados sociodemogr&aacute;ficos</i>. Visa a recolha de informa&ccedil;&atilde;o relativo aos pais (e.g., idade,  habilita&ccedil;&otilde;es liter&aacute;rias, estado civil, trabalho e horas de trabalho), &agrave; crian&ccedil;a (e.g., idade, sexo) e &agrave;  fam&iacute;lia (e.g., rendimento).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Escala de Avalia&ccedil;&atilde;o do Comportamento e Compet&ecirc;ncia Social</i> (LaFreniere &amp; Dumas, 1996; vers&atilde;o Portuguesa  de Echeverr&iacute;a, Rocha, Leite, Teixeira, &amp; Cruz, 2016). &Eacute; originalmente constitu&iacute;da por 30 itens que remetem para  padr&otilde;es de regula&ccedil;&atilde;o emocional, dificuldades de ajustamento das crian&ccedil;as e rela&ccedil;&otilde;es com os pares. Na  adapta&ccedil;&atilde;o de Echeverr&iacute;a et al. (2016) a estrutura da escala manteve-se, tendo os itens sido reduzidos a 15. Estes  est&atilde;o organizados em tr&ecirc;s dimens&otilde;es: (1) compet&ecirc;ncia social (5 itens) (e.g., trabalha/brinca facilmente em grupo); (2)  agressividade (5 itens) (e.g., irrit&aacute;vel, fica furioso/a com facilidade), e (3) retraimento social ansioso (5 itens), (e.g., inibido/a ou  pouco &agrave; vontade no grupo). A educadora responde a cada item numa escala de 6 pontos que varia entre (1) Nunca e (6) Sempre. Os alfas de   <i>Cronbach</i> para as dimens&otilde;es da compet&ecirc;ncia social (.82), agressividade (.81) e retraimento social ansioso (.73) revelaram   valores de consist&ecirc;ncia interna aceit&aacute;veis.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Escala de Envolvimento Parental: Participa&ccedil;&atilde;o em atividades de cuidados e de socializa&ccedil;&atilde;o</i> (Monteiro,  Ver&iacute;ssimo, &amp; Pessoa e Costa, 2008). Analisa a percep&ccedil;&atilde;o que o pai (ou a m&atilde;e) tem acerca da sua  participa&ccedil;&atilde;o relativa face &agrave; m&atilde;e (pai), na organiza&ccedil;&atilde;o e realiza&ccedil;&atilde;o de diferentes  atividades relacionadas com a crian&ccedil;a, e que ocorrem no dia-a-dia das fam&iacute;lias. Os 26 itens est&atilde;o organizados em 5  dimens&otilde;es: (1) cuidados diretos (5 itens), relacionados com tarefas de cuidados &agrave; crian&ccedil;a, que implicam  intera&ccedil;&atilde;o direta; (2) cuidados indiretos (7 itens) que remetem para tarefas de organiza&ccedil;&atilde;o/planeamento das  necessidades e rotinas da crian&ccedil;a, n&atilde;o implicando necessariamente intera&ccedil;&atilde;o; (3) ensino/disciplina (5 itens) que  remete mais para aspetos instrumentais, nomeadamente, o ensino de compet&ecirc;ncias e o estabelecimento e cumprimento de regras; (4) brincadeira  (5 itens) relacionados com diversas atividades de brincadeira mais tranquila/mediada por objetos; e outras mais f&iacute;sicas; (5) lazer no  exterior (4 itens) remete para atividades realizadas com a crian&ccedil;a fora de casa. O envolvimento &eacute; avaliado numa perspetiva  relativa, ou seja, como &eacute; que as atividades s&atilde;o geridas ou partilhadas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; outra figura parental.  &Eacute; pedido ao pai/m&atilde;e que responda a cada item numa escala de 5 pontos: Sempre a m&atilde;e (1); Tanto a m&atilde;e como o pai (3);  Sempre o pai (5), pensando apenas na crian&ccedil;a alvo (que participa no estudo). Os valores mais elevados representam uma maior  participa&ccedil;&atilde;o do pai, relativa &agrave; m&atilde;e. Atrav&eacute;s dos coeficientes de correla&ccedil;&atilde;o intra-classe (ICC)  verificou-se que todas as dimens&otilde;es apresentam valores altos ou muito altos de concord&acirc;ncia entre pai e m&atilde;e (ICC&gt;.60).  Assim, foi calculado um valor comp&oacute;sito atrav&eacute;s da m&eacute;dia das respostas de m&atilde;e e pai utilizado nas an&aacute;lises  seguintes. Os alfas de <i>Cronbach</i> alcan&ccedil;aram valores aceit&aacute;veis nos cuidados diretos (.71), cuidados indiretos (.69),  ensino/disciplina (.67), brincadeira (.65) e lazer no exterior (.67).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Plano de an&aacute;lises</i></P>     <p>Come&ccedil;ou por se analisar a amostra no seu total, calculando-se as estat&iacute;sticas descritivas do ajustamento social das  crian&ccedil;as e do envolvimento relativo do pai, tendo-se de seguida analisado as associa&ccedil;&otilde;es entre estas vari&aacute;veis e a  informa&ccedil;&atilde;o sociodemogr&aacute;fica dos participantes, testado diferen&ccedil;as em fun&ccedil;&atilde;o do sexo da crian&ccedil;a e  por e.g., ser ou n&atilde;o primog&eacute;nito. Analisou-se, ainda, as associa&ccedil;&otilde;es entre as vari&aacute;veis do ajustamento social  e do envolvimento. De seguida, e com vista &agrave; identifica&ccedil;&atilde;o de perfis de pais, com base no envolvimento relativo nas  atividades analisadas, utilizou-se o m&eacute;todo de agrupamento n&atilde;o-hier&aacute;rquico (<i>k-means</i>) de modo a otimizar a  distribui&ccedil;&atilde;o dos participantes pelos perfis. As diferen&ccedil;as entre os perfis foram analisadas atrav&eacute;s da an&aacute;lise  multivariada de vari&acirc;ncia (MANOVA), e de an&aacute;lises univariadas de vari&acirc;ncia (ANOVAS). Foram, ainda, analisadas  diferen&ccedil;as entre os perfis em fun&ccedil;&atilde;o de vari&aacute;veis sociodemogr&aacute;ficas dos cuidadores. Por &uacute;ltimo,  recorrendo a MANOVA e ANOVAS foi analisado o ajustamento social das crian&ccedil;as em fun&ccedil;&atilde;o dos diferentes perfis de  envolvimento relativo do pai.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Resultados</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As tr&ecirc;s dimens&otilde;es utilizadas para analisar o ajustamento social da crian&ccedil;a (compet&ecirc;ncia social, agressividade e  retraimento social ansioso) foram medidas com base na perce&ccedil;&atilde;o das educadoras das salas, frequentadas pelas crian&ccedil;as, que  responderam a cada item numa escala de tipo Likert (entre 1 e 6), onde valores m&eacute;dios mais elevados representam a maior frequ&ecirc;ncia  de padr&otilde;es de comportamento associados a essa dimens&atilde;o. Para o envolvimento relativo do pai, os cuidadores responderam numa escala  em que o 1 indica que &eacute; sempre a m&atilde;e a realizar as atividades, o 3 que h&aacute; uma partilha igualit&aacute;ria entre cuidadores,  e o 5 que &eacute; sempre o pai. Os resultados indicam que, em m&eacute;dia, h&aacute; uma participa&ccedil;&atilde;o tendencialmente  igualit&aacute;ria nas atividades de socializa&ccedil;&atilde;o, e que nas atividades de cuidados &eacute; tendencialmente quase sempre a  m&atilde;e a realiz&aacute;-las. Os valores das medidas descritivas s&atilde;o apresentados no (<a href="#q1">Quadro 1</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="q1"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v37n4/37n4a04q1.jpg" width="575" height="246"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>De modo a testar a exist&ecirc;ncia de diferen&ccedil;as em fun&ccedil;&atilde;o do sexo da crian&ccedil;a realizaram-se ANOVAS para todas as  vari&aacute;veis do ajustamento social e do envolvimento relativo do pai. Foram encontradas diferen&ccedil;as significativas para a  dimens&atilde;o da compet&ecirc;ncia social [<i>F</i>(1,92)=9.97, <i>p</i>&lt;.01; <i>&eta;&sup2;</i>=0.10), onde as raparigas (<i>M</i>=4.36,  <i>DP</i>=1.01) apresentam valores superiores ao rapazes (<i>M</i>=3.64, <i>DP</i>=1.20); e para a agressividade [<i>F</i>(1,92)=6.49,  <i>p</i>=.01; <i>&eta;&sup2;</i>=0.07], em que os rapazes (<i>M</i>=2.38, <i>DP</i>=1.06) t&ecirc;m valores mais elevados do que as raparigas  (<i>M</i>=1.93, <i>DP</i>=.63). N&atilde;o foram encontradas diferen&ccedil;as significativas no retraimento social ansioso [<i>F</i>(1,92)=.03,  <i>p</i>=.86]. Para o envolvimento relativo do pai n&atilde;o foram encontradas diferen&ccedil;as em nenhuma das dimens&otilde;es: cuidados  diretos [<i>F</i>(1,281)=.82, <i>p</i>=.37]; cuidados indiretos [<i>F</i>(1,281)=1.21, <i>p</i>=.27]; ensino/disciplina [<i>F</i>(1,281)=2.05,  <i>p</i>=.15]; brincadeira [<i>F</i>(1,281)=.28, <i>p</i>=.60], e lazer no exterior [<i>F</i>(1,281)=9.97, <i>p</i>&lt;.01].</p>     <p>De seguida, com base nas correla&ccedil;&otilde;es de <i>Pearson</i>, analisaram-se as associa&ccedil;&otilde;es entre as vari&aacute;veis de  ajustamento social da crian&ccedil;a e os dados sociodemogr&aacute;ficos. Encontrou-se uma correla&ccedil;&atilde;o positiva e significativa  entre a compet&ecirc;ncia social e a idade da crian&ccedil;a [<i>r</i>(94)=.28, <i>p</i>=.01, <i>r<Sup>2</Sup></i>=.08], e negativa e  significativa com as horas de trabalho da m&atilde;e [<i>r</i>(90)=-.23, <i>p</i>=.03, <i>r<Sup>2</Sup></i>=.05]. Para as dimens&otilde;es do  envolvimento paterno as correla&ccedil;&otilde;es com os sociodemogr&aacute;ficos s&atilde;o apresentadas no <a href="#q2">Quadro 2</a>.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="q2"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v37n4/37n4a04q2.jpg" width="580" height="191"></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Por &uacute;ltimo, testaram-se as associa&ccedil;&otilde;es bi-variadas entre o envolvimento relativo do pai e o ajustamento social da  crian&ccedil;a. Apenas se obteve uma correla&ccedil;&atilde;o negativa e significativa entre o ensino/disciplina e a agressividade  [<i>r</i>(94)=-.25, <i>p</i>=.01, <i>r<Sup>2</Sup></i>=.06], ou seja, quando os pais est&atilde;o mais envolvidos neste dom&iacute;nio as  crian&ccedil;as apresentam valores mais baixos de agressividade, descritos pelas educadoras.</p>     <p>Com o objetivo de identificar perfis de envolvimento relativo do pai e otimizar a distribui&ccedil;&atilde;o dos participantes em cada cluster  realizou-se uma an&aacute;lise de agrupamento n&atilde;o-hier&aacute;rquico (<i>k-Means</i>). Foram identificados dois perfis de envolvimento com  base na participa&ccedil;&atilde;o do pai nas diferentes atividades j&aacute; identificadas: Perfil 1 &ndash; pais companheiros de brincadeira  (<i>n</i>=83); Perfil 2 &ndash; pais cuidadores e companheiros de brincadeira (<i>n</i>=200) (<a href="#f1">Figura 1</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v37n4/37n4a04f1.jpg" width="576" height="271"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>O eixo X representa os contextos do envolvimento relativo do pai, e o eixo Y as m&eacute;dias numa escala de 5 pontos. As linhas ilustram as  m&eacute;dias do envolvimento relativo em cada dom&iacute;nio.</p>     <p>Foi encontrado um efeito multivariado significativo entre os dois perfis de envolvimento relativo do pai e as atividades em que estes  participam [Pillai&rsquo;s Trace=.63, <i>F</i>(5,277)=94.86, <i>p</i>&lt;.001, <i>&eta;<Sup>2</Sup><Sub>p</Sub></i>=.63]. An&aacute;lises  univariadas indicam a exist&ecirc;ncia de diferen&ccedil;as significativas entre os perfis de envolvimento para as cinco atividades, com os pais  no Perfil 2 (cuidadores e companheiros de brincadeira) a apresentarem valores significativamente superiores aos pais no Perfil 1 em todas as  atividades de socializa&ccedil;&atilde;o, e em particular nas de cuidados (<a href="#q3">Quadro 3</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="q3"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v37n4/37n4a04q3.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Com vista a melhor caracterizar os perfis de pais testou-se se estes se diferenciavam em fun&ccedil;&atilde;o das suas  habilita&ccedil;&otilde;es liter&aacute;rias e do trabalho (n&uacute;mero de horas). Existem diferen&ccedil;as significativas para as  habilita&ccedil;&otilde;es liter&aacute;rias da m&atilde;e [<i>F</i>(1,279)=3.92, <i>p</i>&lt;.05; <i>&eta;&sup2;</i>=.01], com o Perfil 2 a  apresentar valores mais elevados (<i>M</i>=14.89, <i>DP</i>=3.32), comparativamente com o Perfil 1 (<i>M</i>=14.01, <i>DP</i>=3.51); e para as  habilita&ccedil;&otilde;es dos pais [<i>F</i>(1,278)=13.93, <i>p</i>&lt;.001; <i>&eta;&sup2;</i>=.05], com o Perfil 2 (<i>M</i>=13.38,  <i>DP</i>=3.39) a apresentar valores mais elevados, comparativamente com o Perfil 1 (<i>M</i>=11.69, <i>DP</i>=3.53). Adicionalmente, foram  encontradas diferen&ccedil;as em fun&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de horas de trabalho do pai [<i>F</i>(1,251)=4.26, <i>p</i>=.04;  <i>&eta;&sup2;</i>=.02], em que os pais do Perfil 1 (<i>M</i>=42.16, <i>DP</i>=6.80) trabalham, em m&eacute;dia, mais horas do que os pais do  Perfil 2 (<i>M</i>=40.44, <i>DP</i>=5.50). N&atilde;o se encontraram diferen&ccedil;as significativas em fun&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de  horas de trabalho das m&atilde;es [<i>F</i>(1,243)=.04, <i>p</i>=.84].</p>     <p>Por &uacute;ltimo, foram analisadas as diferen&ccedil;as no ajustamento social das crian&ccedil;as em fun&ccedil;&atilde;o dos diferentes  perfis de envolvimento relativo do pai, controlando o sexo da crian&ccedil;a. Embora n&atilde;o se tenha encontrado um efeito multivariado  [Pillai&rsquo;s Trace=.07, <i>F</i>(3,87)=2.21, <i>p</i>=.09, <i>&eta;<Sup>2</Sup><Sub>p</Sub></i>=.07], existe um efeito univariado para a  dimens&atilde;o do retraimento social ansioso [<i>F</i>(1,93)=4.53, <i>p</i>=.04, <i>&eta;<Sup>2</Sup><Sub>p</Sub></i>=.05]. Crian&ccedil;as  cujos pais est&atilde;o mais envolvidos em atividades de cuidados e de socializa&ccedil;&atilde;o apresentam n&iacute;veis mais baixos de  retraimento social ansioso, do que crian&ccedil;as cujos pais est&atilde;o essencialmente envolvidos nas atividades de socializa&ccedil;&atilde;o  (<a href="#q4">Quadro 4</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="q4"></a></p>     <p><img src="/img/revistas/aps/v37n4/37n4a04q4.jpg" width="580" height="215"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Discuss&atilde;o</b></p>     <p>A participa&ccedil;&atilde;o do pai na vida familiar, e em particular nos cuidados &agrave; crian&ccedil;a, tem vindo a tornar-se um  t&oacute;pico de interesse n&atilde;o s&oacute; na &aacute;rea das ci&ecirc;ncias sociais, mas tamb&eacute;m ao n&iacute;vel societal e dos  decisores pol&iacute;ticos. A crescente integra&ccedil;&atilde;o das mulheres no mercado de trabalho e uma aproxima&ccedil;&atilde;o dos  pap&eacute;is de g&eacute;nero, com a vis&atilde;o de um pai mais tradicional a dar (progressivamente) lugar a um pai mais cuidador e ativamente  envolvido, desde os primeiros anos de vida da crian&ccedil;a (Wall et al., 2016), conduziu a um crescente interesse sobre o seu impacto no  ajustamento e bem-estar dos filhos (e.g., Lamb &amp; Lewis, 2010). No entanto, diversas quest&otilde;es permanecem em aberto, por e.g., sobre o  tipo de contextos e atividades que poder&atilde;o ser mais relevantes, e se estas divergem em fun&ccedil;&atilde;o do <i>outcome</i> estudado na  crian&ccedil;a, em particular, nos anos pr&eacute;-escolares onde os pais parecem assumir um papel como parceiros de intera&ccedil;&atilde;o mais  saliente (e.g., Lafreniere, 2010). Durante estes anos, a maioria das crian&ccedil;as passa uma parte significativa do seu tempo di&aacute;rio em  cuidados n&atilde;o maternos/paternos, pelo que a an&aacute;lise precoce de compet&ecirc;ncias e/ou dificuldades sociais no contexto do grupo de  pares (jardim-de-inf&acirc;ncia) poder&aacute; permitir uma interven&ccedil;&atilde;o atempada e adequada, prevenindo dificuldades futuras.</p>     <p>O presente estudo teve, assim, como objetivo identificar e caracterizar perfis de pais (em fam&iacute;lias nucleares) com base no seu  envolvimento relativo em atividades de cuidados e de socializa&ccedil;&atilde;o relacionadas com as rotinas di&aacute;rias da crian&ccedil;a e  fam&iacute;lia. Visou-se, posteriormente, analisar se o ajustamento social das crian&ccedil;as, descrito pelas educadoras, variava em  fun&ccedil;&atilde;o destes perfis. Foi poss&iacute;vel identificar dois perfis de pais: o primeiro denominado de companheiro de brincadeira  &ndash; caracterizado por pais que est&atilde;o pouco envolvidos nos cuidados e que, tendencialmente, partilham as atividades de  socializa&ccedil;&atilde;o, em particular as de brincadeira. O segundo denominado de cuidadores e companheiros de brincadeira &ndash; s&atilde;o  pais que est&atilde;o envolvidos em ambos os dom&iacute;nios, partilhando as atividades de socializa&ccedil;&atilde;o e tenden cialmente as  atividades de cuidados. Comparativamente, estes dois perfis apresentam diferen&ccedil;as em todas as dimens&otilde;es analisadas, com os pais no  Perfil 2 a estarem mais envolvidos nas cinco atividades analisadas, inclusivamente na brincadeira.</p>     <p>Os resultados sugerem a diversidade dos tipos e n&iacute;veis de participa&ccedil;&atilde;o e envolvimento dos pais nas rotinas do dia-a-dia  da crian&ccedil;a/fam&iacute;lia, sendo indicadores desta progressiva mudan&ccedil;a nos pap&eacute;is do pai (e.g., Wall et al., 2016), no  sentido de uma participa&ccedil;&atilde;o mais ativa, que vai al&eacute;m das dimens&otilde;es do provedor, disciplinador ou de &ldquo;parceiro  de brincadeira&rdquo;. Refor&ccedil;am, ainda, a ideia de que o envolvimento do pai &eacute; multidimensional, pelo que h&aacute; que considerar  os diversos contextos e rotinas, de modo a melhor compreender o impacto do seu envolvimento nas din&acirc;micas familiares e no desenvolvimento  da crian&ccedil;a (e.g., Parke,1996; Pleck &amp; Masciadrelli, 2004).</p>     <p>Verificou-se, ainda, que o Perfil 2 (pais cuidadores e companheiros de brincadeira) se carac teriza por cuidadores com  habilita&ccedil;&otilde;es liter&aacute;rias mais elevadas comparativamente com o Perfil 1. Estes resultados tendem a ir ao encontro de outros  estudos com amostras portuguesas (e.g., Monteiro et al., 2010; Monteiro, Fernandes, Torres, &amp; Santos, 2017; Torres et al., 2014). Sugere-se  que pais com habilita&ccedil;&otilde;es mais elevadas n&atilde;o s&oacute; t&ecirc;m uma vis&atilde;o mais igualit&aacute;ria sobre os  pap&eacute;is de g&eacute;nero (Wall et al., 2016), como procuram obter maior conhecimento sobre seu impacto no desenvolvimento dos filhos,  envolvendo-se mais em todos os aspectos da sua vida, comparativamente com pais com habilita&ccedil;&otilde;es mais baixas (e.g., Tamis-Lemonda,  Shannon, Cabrera, &amp; Lamb, 2004). Por outro lado, m&atilde;es com habilita&ccedil;&otilde;es liter&aacute;rias mais elevadas tendem a investir  mais na sua carreira profissional, podendo desejar e incentivar um maior envolvimento do pai, em particular, nas atividades de gest&atilde;o e  organiza&ccedil;&atilde;o de cuidados (e.g., Monteiro, Ver&iacute;ssimo, Castro, &amp; Oliveira, 2006).</p>     <p>Relativamente ao trabalho (horas de trabalho), os pais no Perfil 1 (companheiros de brincadeira) trabalham em m&eacute;dia mais horas,  comparativamente com os pais no Perfil 2, n&atilde;o se verificando, contudo, diferen&ccedil;as significativas em fun&ccedil;&atilde;o das horas  de trabalho das m&atilde;es. Uma carga laboral mais elevada poder&aacute; ser um desafio para um maior envolvimento do pai, em particular durante  a semana e em atividades que impliquem rotinas e horas mais regulares para serem realizadas (e.g., dar banho, refei&ccedil;&otilde;es, deitar),  limitando as oportunidades de intera&ccedil;&atilde;o (e.g., Monteiro et al., 2017; Yeung, Sandberg, Davis-Kean, &amp; Hofferth, 2001).</p>     <p>Finalmente, testou-se a exist&ecirc;ncia de diferen&ccedil;as no ajustamento social das crian&ccedil;as, descrito pelas educadoras das salas,  em fun&ccedil;&atilde;o dos perfis de envolvimento relativo do pai. Verificou-se que crian&ccedil;as cujos pais est&atilde;o mais envolvidos  &ndash; cuidadores e companheiros de brincadeira &ndash; (Perfil 2) apresentam valores mais baixos de retraimento social ansioso,  comparativamente com as crian&ccedil;as de pais no Perfil 1 &ndash; companheiros de brincadeira. Esta dificuldade social caracteriza-se por  comportamentos de retirada social, com baixos n&iacute;veis de intera&ccedil;&atilde;o e envolvimento da crian&ccedil;a aquando na  presen&ccedil;a de potenciais parceiros de brincadeira, estando associadas a sentimentos de ansiedade e medo sentidos em situa&ccedil;&otilde;es  sociais (Asendorpj, 1990; Coplan &amp; Rubin, 2010; Rubin &amp; Barstead, 2018). Tal sugere que, pais mais envolvidos em diversas atividades e  rotinas do dia-a-dia da crian&ccedil;a t&ecirc;m filhos que apresentam menores dificuldades ao n&iacute;vel social e comportamental (e.g., Flouri  et al., 2016; Frascarolo, 2004; Sarkadi et al., 2008). Em amostras portuguesas, Afonso et al. (2011), reportaram associa&ccedil;&otilde;es  positivas e significativas entre o envolvimento na brincadeira e valores mais elevados de compet&ecirc;ncia social reportada pelo pai, enquanto a  participa&ccedil;&atilde;o em atividades de ensino/disciplina e lazer se encontravam associadas &agrave; compet&ecirc;ncia social descrita pela  educadora.</p>     <p>Em estudos futuros, h&aacute; que analisar n&atilde;o s&oacute; a participa&ccedil;&atilde;o nos diferentes tipos de  atividades/dom&iacute;nios, mas tamb&eacute;m a qualidade dos comportamentos parentais (pai e m&atilde;e) de modo a melhor compreender o impacto  do papel do pai, e as suas especificidades, no desenvolvimento da crian&ccedil;a (Lamb, 2010; Leidy et al., 2013; Parke, 1996; Pleck, 2010).  M&ouml;ller et al. (2016) reportaram associa&ccedil;&otilde;es entre o comportamento desafiante e caracter&iacute;stico do pai no contexto de  brincadeira e menores n&iacute;veis de ansiedade, timidez e inibi&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as. Dever-se-&aacute;, ainda, procurar  diversificar as caracter&iacute;sticas sociodemogr&aacute;ficas das fam&iacute;lias, nomeadamente, ao n&iacute;vel da sua tipologia (e.g.,  monoparentais, divorciados), e do seu estatuto socioecon&oacute;mico. Embora a inclus&atilde;o de medidas de observa&ccedil;&atilde;o, e.g., ao  n&iacute;vel dos comportamentos dos cuidadores seja aconselh&aacute;vel, saliente-se que este estudo utilizou fontes independentes de  informa&ccedil;&atilde;o para as diferentes vari&aacute;veis. Quer m&atilde;es, quer pais reportaram de modo independente o envolvimento relativo  permitindo, dado os valores da ICC, criar uma medida comp&oacute;sita utilizada nas an&aacute;lises, e as educadoras das salas reportaram o  ajustamento social das crian&ccedil;as.</p>     <p>Os resultados obtidos, neste estudo, s&atilde;o um contributo para a caracteriza&ccedil;&atilde;o do papel do pai e do seu impacto no  ajustamento social da crian&ccedil;a, sustentando a import&acirc;ncia da inclus&atilde;o ativa e participativa dos pais (para al&eacute;m das  m&atilde;es) aquando do delineamento de programas parentais e de promo&ccedil;&atilde;o do bem-estar da crian&ccedil;a (Cabrera et al., 2011;  Flouri et al., 2016; Gaumon &amp; Paquette, 2013).</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     <!-- ref --><p>Afonso, A., Ver&iacute;ssimo, M., Fernandes, M., Borges, P., &amp; Monteiro, L. (2011). Associa&ccedil;&otilde;es entre o envolvimento paterno  e a compet&ecirc;ncia social das crian&ccedil;as em contexto pr&eacute;-escolar. <i>Psicologia, Educa&ccedil;&atilde;o e Cultura, XV</i>,  43-66.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053032&pid=S0870-8231201900040000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Asendorpj, J. B. (1990). Beyond social withdrawal: Shyness, unsociability, and peer avoidance. <i>Human Development, 33</i>, 250-259.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053034&pid=S0870-8231201900040000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Blair, B. L., Perry, N. B., Brien, M. O., Calkins, S. D., Keane, S. P., &amp; Shanahan, L. (2015). Identifying developmental cascades among  differentiated dimensions of social competence and emotion regulation. <i>Developmental Psychology, 51</i>, 1062.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053036&pid=S0870-8231201900040000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bowlby, J. (1973). <i>Attachment and loss. Volume II: Separation, anxiety and anger</i>. London: The Hogarth Press and the Institute of  Psycho-Analysis.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053038&pid=S0870-8231201900040000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Cabrera, N. J., Fagan, J., Wight, V., &amp; Schadler, C. (2011). Influence of mother, father, and child risk on parenting and children&rsquo;s  cognitive and social behaviors. <i>Child Development, 82</i>, 1985-2005. Retrieved from  <a href="http://doi.org/10.1111/j.1467-8624.2011.01667.x" target="_blank">http://doi.org/10.1111/j.1467-8624.2011.01667.x</a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Cabrera, N. J., Tamis-LeMonda, C. S., Bradley, R. H., Hofferth, S., &amp; Lamb, M. E. (2000). Fatherhood in the twenty-first century. <i>Child  Development, 71</i>, 127-136. Retrieved from <a href="http://doi.org/10.1111/1467-8624.00126"  target="_blank">http://doi.org/10.1111/1467-8624.00126</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053041&pid=S0870-8231201900040000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Chen, X., Huang, X., Chang, L., Wang, L., &amp; Li, D. (2010). Aggression, social competence, and academic achievement in Chinese children: A  5-year longitudinal study. <i>Development and Psychopathology, 22</i>, 583-592.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053042&pid=S0870-8231201900040000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cillessen, A. H., &amp; Bellmore, A. D. (2004). Social skills and interpersonal perception in early and middle childhood. In T. Gaussen (Ed.),  <i>Blackwell handbook of childhood social development</i> (pp. 355-374). Oxford, UK: Blackwell Publishing.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053044&pid=S0870-8231201900040000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Coplan, R. J., &amp; Arbeau, K. A. (2009). Peer interactions and play in early childhood. In K. H. Rubin, W. M. Bukowski, &amp; B. Laursen  (Eds.), <i>Handbook of peer interactions, relationships, and groups</i> (pp. 143-161). New York, NY: The Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053046&pid=S0870-8231201900040000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Coplan, R. J., &amp; Prakash, K. (2003). Spending time with teacher: Characteristics of preschoolers who frequently elicit <i>versus</i>  initiate interactions with teachers. <i>Early Childhood Research Quarterly, 18</i>, 143-158.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053048&pid=S0870-8231201900040000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Coplan, R. J., &amp; Rubin, K. H. (2010). Social withdrawal and shyness in childhood: History, theories, definitions and assessments.  In K. H. Rubin &amp; R. J. Coplan (Eds.), <i>The development of shyness and social withdrawal</i> (pp. 3-20). New York, NY: Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053050&pid=S0870-8231201900040000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Denham, S. A., Blair, K. A., DeMulder, E., Levitas, J., Sawyer, K., Auerbach-Major, S., &amp; Queenan, P. (2003). Preschool emotional  competence: Pathway to social competence?. <i>Child Development, 74</i>, 238-256.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053052&pid=S0870-8231201900040000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Diener, M. L., &amp; Kim, D. Y. (2004). Maternal and child predictors of preschool children&rsquo;s social competence. <i>Journal of Applied  Developmental Psychology, 25</i>, 3-24. Retrieved from <a href="http://doi.org/10.1016/j.appdev.2003.11.006"  target="_blank">http://doi.org/10.1016/j.appdev.2003.11.006</a></p>     <!-- ref --><p>Echeverr&iacute;a, A. V., Rocha, T., Leite, J. C., Teixeira, P., &amp; Cruz, O. (2016). Portuguese validation of the Social Competence and  Behavior Evaluation Scale (SCBE-30). <i>Psicologia: Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica, 29</i>. Retrieved from  <a href="http://doi.org/10.1186/s41155-016-0014-z" target="_blank">http://doi.org/10.1186/s41155-016-0014-z</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053055&pid=S0870-8231201900040000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>European Foundation for the Improvement of Living and Working Conditions. (2017). <i>Sixth European Working Conditions Survey &ndash; Overview  report</i> (2017 update). Luxembourg: Publications Office of the European Union.</p>     <!-- ref --><p>Flanders, J. L., Leo, V., Paquette, D., Pihl, R. O., &amp; S&eacute;guin, J. R. (2009). Rough-and-tumble play and the regulation of  aggression: An observational study of father-child play dyads. <i>Aggressive Behavior: Official Journal of the International Society for Research  on Aggression, 35</i>, 285-295.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053057&pid=S0870-8231201900040000400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Flanders, J. L., Simard, M., Paquette, D., Parent, S., Vitaro, F., Pihl, R. O., &amp; S&eacute;guin, J. R. (2010). Rough-and-tumble play and  the development of physical aggression and emotion regulation: A five-year follow-up study. <i>Journal of Family Violence, 25</i>, 357-367.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053059&pid=S0870-8231201900040000400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Flouri, E., Midouhas, E., &amp; Narayanan, M. K. (2016). The relationship between father involvement and child problem behaviour in intact  families: A 7-year cross-lagged study. <i>Journal of Abnormal Child Psychology, 44</i>, 1011-1021.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053061&pid=S0870-8231201900040000400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Frascarolo, F. (2004). Paternal involvement in child caregiving and infant sociability. <i>Infant Mental Health Journal: Official Publication  of The World Association for Infant Mental Health, 25</i>, 509-521.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053063&pid=S0870-8231201900040000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fuertes, M., Faria, A., Beeghly, M., &amp; Lopes-dos-Santos, P. (2016). The effects of parental sensitivity and involvement in caregiving on  mother-infant and father-infant attachment in a Portuguese sample. <i>Journal of Family Psychology, 30</i>, 147.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053065&pid=S0870-8231201900040000400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gaumon, S., &amp; Paquette, D. (2013). The father-child activation relationship and internalising disorders at preschool age. <i>Early Child  Development and Care, 183</i>, 447-463.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053067&pid=S0870-8231201900040000400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gazelle, H., &amp; Rudolph, K. D. (2004). Moving toward and away from the world: Social approach and avoidance trajectories in anxious  solitary youth. <i>Child Development, 75</i>, 829-849.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053069&pid=S0870-8231201900040000400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Grossmann, K., Grossmann, K. E., Fremmer-Bombik, E., Kindler, H., Scheuerer-Englisch, H., &amp; Zimmermann, P. (2002). The uniqueness of the  child-father attachment relationship: Fathers&rsquo; sensitive and challenging play as a pivotal variable in a 16-year longitudinal study.  <i>Social Development, 11</i>, 301-337. Retrieved from <a href="http://doi.org/10.1111/1467-9507.00202"  target="_blank">http://doi.org/10.1111/1467-9507.00202</a></p>     <!-- ref --><p>Janta, B. (2014). <i>Caring for children in Europe: How childcare, parental leave and flexible working arrangements interact in  Europe</i>. Retrieved from <a href="https://www.rand.org/pubs/research_reports/RR554.html"  target="_blank">https://www.rand.org/pubs/research_reports/RR554.html</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053072&pid=S0870-8231201900040000400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Jones, D. E., Greenberg, M., &amp; Crowley, M. (2015). Early social-emotional functioning and public health: The relationship between  kindergarten social competence and future wellness. <i>American Journal of Public Health, 105</i>, 2283-2290. Retrieved from  <a href="http://doi.org/10.2105/AJPH.2015.302630" target="_blank">http://doi.org/10.2105/AJPH.2015.302630</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053073&pid=S0870-8231201900040000400025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Kroll, M. E., Carson, C., Redshaw, M., &amp; Quigley, M. A. (2016). Early father involvement and subsequent child behaviour at ages 3, 5 and 7  years: Prospective analysis of the UK millennium cohort study. <i>Plos One, 11</i>, e0162339.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053074&pid=S0870-8231201900040000400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>LaFreniere, P. J. (2010). <i>Adaptive origins</i>. New York: Taylor &amp; Francis Group, LLC.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053076&pid=S0870-8231201900040000400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>LaFreniere, P. J., &amp; Dumas, J. E. (1996). Social competence and behavior evaluation in children ages 3 to 6 years: The short form  (SCBE-30). <i>Psychological Assessment, 8</i>, 369-377. Retrieved from <a href="http://dx.doi.org/10.1037/1040-3590.8.4.369"  target="_blank">http://dx.doi.org/10.1037/1040-3590.8.4.369</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053078&pid=S0870-8231201900040000400028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Lamb, M. E. (2010). How do fathers in&#64258;uence children&rsquo;s development? Let me count the ways. In M. E. Lamb (Eds.), <i>The role of  the father in child development</i> (pp. 1-26). Hoboken, NJ: John Wiley &amp; Sons Inc.</p>     <!-- ref --><p>Lamb, M. E., &amp; Lewis, C. (2010). The development and significance of father-child relationships in two-parent families. In M. E. Lamb  (Ed.), <i>The role of the father in child development</i> (pp. 94-153). Hoboken, NJ: John Wiley &amp; Sons Inc.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053080&pid=S0870-8231201900040000400030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Laurent, G., Hecht, H. K., Ensink, K., Borelli, J. L., Hecht, H. K., &amp; Borelli, J. L. (2018). Emotional understanding, aggression, and  social functioning among preschoolers. <i>American Journal of Orthopsychiatry</i>. Retrieved from  <a href="http://dx.doi.org/10.1037/ort0000377" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1037/ort0000377</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053082&pid=S0870-8231201900040000400031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Leidy, M. S., Schofield, T. J., &amp; Parke, R. D. (2013). Fathers&rsquo; contributions to children&rsquo;s social development. In N. J.  Cabrera &amp; C. S. Tamis-LeMonda (Eds.), <i>Handbook of father involvement: Multidisciplinary perspectives</i> (pp. 151-167). New York, NY:  Routledge/Taylor &amp; Francis Group.</p>     <p>Lewis, C. N., &amp; Lamb, M. E. (2003). Fathers&rsquo; influences on children&rsquo;s development. The evidence from two-parent families.  <i>European Journal of Psychology of Education, 18</i>, 211-228. Retrieved from <a href="http://doi.org/10.1007/BF03173485"  target="_blank">http://doi.org/10.1007/BF03173485</a></p>     <!-- ref --><p>MacDonald, K., &amp; Parke, R. D. (1984). Bridging the gap: Parent-child play interaction and peer interactive competence. <i>Child  Development, 55</i>, 1265-1277.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053085&pid=S0870-8231201900040000400034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Markovic, A., &amp; Bowker, J. C. (2017). Friends also matter: Examining friendship adjustment indices as moderators of anxious-withdrawal and  trajectories of change in psychological maladjustment. <i>Developmental Psychology, 53</i>, 1462-1473.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053087&pid=S0870-8231201900040000400035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>McMunn, A., Martin, P., Kelly, Y., &amp; Sacker, A. (2017). Fathers&rsquo; involvement: Correlates and consequences for child socioemotional  behavior in the United Kingdom. <i>Journal of Family Issues, 38</i>, 1109-1131.</p>     <!-- ref --><p>M&ouml;ller, E. L., Nikoli&#263;, M., Majdand&#382;i&#263;, M., &amp; B&ouml;gels, S. M. (2016). Associations between maternal and paternal  parenting behaviors, anxiety and its precursors in early childhood: A meta-analysis. <i>Clinical Psychology Review, 45</i>, 17-33.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053090&pid=S0870-8231201900040000400037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Monteiro, L., Fernandes, M., Torres, N., &amp; Santos, C. (2017). Father&rsquo;s involvement and parenting styles in Portuguese families: The  role of education and working hours. <i>An&aacute;lise Psicol&oacute;gica, XXXV</i>, 513-528. Retrieved from  <a href="http://doi.org/10.14417/ap.1451" target="_blank">http://doi.org/10.14417/ap.1451</a></p>     <!-- ref --><p>Monteiro, L., Ver&iacute;ssimo, M., Castro, R., &amp; Oliveira, C. (2006). Partilha da responsabilidade parental. Realidade ou expectativa?.  <i>Psychologica, 42</i>, 213-229.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053093&pid=S0870-8231201900040000400039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Monteiro, L., Ver&iacute;ssimo, M., &amp; Pessoa e Costa, I. (2008). <i>Escala de envolvimento parental: Actividades de cuidados e de  socializa&ccedil;&atilde;o</i> (unpublished manual). Lisboa: ISPA &ndash; Instituto Universit&aacute;rio.</p>     <!-- ref --><p>Monteiro, L., Ver&iacute;ssimo, M., Santos, A. J., &amp; Vaughn, B. E. (2008). Envolvimento paterno e organiza&ccedil;&atilde;o dos  comportamentos de base segura das crian&ccedil;as em fam&iacute;lias portuguesas. <i>An&aacute;lise Psicol&oacute;gica, XXVI</i>, 395-409.  Dispon&iacute;vel em <a href="http://doi.org/10.14417/ap.502" target="_blank">http://doi.org/10.14417/ap.502</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053096&pid=S0870-8231201900040000400041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Monteiro, L., Ver&iacute;ssimo, M., Vaughn, B., Santos, A., Torres, N., &amp; Fernandes, M. (2010). The organization of children&rsquo;s  secure base behaviour in two-parent Portuguese families and father&rsquo;s participation in childrelated activities. <i>European Journal of  Developmental Psychology, 7</i>, 545-560. Retrieved from <a href="http://doi.org/10.1080/17405620902823855"  target="_blank">http://doi.org/10.1080/17405620902823855</a></p>     <!-- ref --><p>Mota, C. P., &amp; Matos, P. M. (2013). Peer attachment, coping, and self-esteem in institutionalized adolescents: The mediating role of  social skills. <i>European Journal of Psychology of Education, 28</i>, 87-100.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053098&pid=S0870-8231201900040000400043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Nagin, D. S., Barker, T., Lacourse, E., &amp; Tremblay, R. E. (2008). The interrelationship of temporally distinct risk markers and the  transition from childhood physical aggression to adolescent violent delinquency. In P. Cohen (Ed.), <i>Multivariate applications series: Applied  data analytic techniques for turning points research</i> (pp. 17-36). New York, NY: Routledge/Taylor &amp; Francis Group.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053100&pid=S0870-8231201900040000400044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Parke, R. D. (1996). <i>Fatherhood (33)</i>. Cambridge &amp; London: Harvard University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053102&pid=S0870-8231201900040000400045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pleck, J. H. (2010). Paternal involvement. In M. E. Lamb (Ed.), <i>The role of the father in child development</i> (pp. 58-93). Hoboken, NJ:  John Wiley &amp; Sons Inc.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053104&pid=S0870-8231201900040000400046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pleck, J. H., &amp; Masciadrelli, B. P. (2004). Paternal involvement by U.S. residential fathers: Levels, sources, and consequences. In  M. E. Lamb (Ed.), <i>The role of the father in child development</i> (pp. 222-271). Hoboken, NJ: John Wiley &amp; Sons Inc.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053106&pid=S0870-8231201900040000400047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Reebye, P. (2005). Aggression during early years &ndash; Infancy and preschool. <i>The Canadian Child and Adolescenct Psychiatry Review,  14</i>, 16-20.</p>     <!-- ref --><p>Rose-Krasnor, L. (1997). The nature of social competence: A theoretical review. <i>Social Development, 6</i>, 111-135.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053109&pid=S0870-8231201900040000400049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Rose-Krasnor, L., &amp; Denham, S. (2009). Social-emotional competence in early childhood. In K. H. Rubin, W. M. Bukowski, &amp; B. Laursen  (Eds.), <i>Handbook of peer interactions, relationships, and groups</i> (pp. 162-179). New York, NY, US: The Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053111&pid=S0870-8231201900040000400050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rubin, K. H., &amp; Barstead, M. (2018). Social withdrawal and solitude. In M. Bornstein, M. E. Arterberry, K. L. Fingerman, &amp; J. E.  Lansford (Eds.), <i>The SAGE encyclopedia of lifespan human development</i> (pp. 2101-2103). Thousand Oaks, CA: Sage. Retrieved from  <a href="http://doi.org/10.4135/9781506307633.n780" target="_blank">http://doi.org/10.4135/9781506307633.n780</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053113&pid=S0870-8231201900040000400051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Rubin, K. H., &amp; Burgess, K. (2002). Parents of aggressive and withdrawn children. In M. Bornstein (Ed.), <i>Handbook of parenting</i>  (pp. 383-418). Mahwah, NJ: Lawrence Erlbaum Associates Publishers.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053114&pid=S0870-8231201900040000400052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rubin, K. H., Chen, X., &amp; Hymel, S. (1993). Socioemotional characteristics of withdrawn and aggressive children. <i>Merrill-Palmer  Quarterly, 39</i>, 518-534.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053116&pid=S0870-8231201900040000400053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rubin, K. H., Coplan, R. J., &amp; Bowker, J. C. (2009). Social withdrawal in childhood. <i>Annual Review of Psychology, 60</i>, 141-171.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053118&pid=S0870-8231201900040000400054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Santos, A. J., Monteiro, L., Sousa, T., Fernandes, C., Torres, N., &amp; Vaughn, B. (2015). O reduzido envolvimento social:  Implica&ccedil;&otilde;es para o ajustamento psicossocial de crian&ccedil;as em contexto pr&eacute;-escolar. <i>Psicologia: Reflex&atilde;o e  Cr&iacute;tica, 28</i>, 186-193. Dispon&iacute;vel em <a href="http://doi.org/10.1590/1678-7153.201528120"  target="_blank">http://doi.org/10.1590/1678-7153.201528120</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053120&pid=S0870-8231201900040000400055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Santos, A. J., Peceguina, I., Daniel, J. R., Shin, N., &amp; Vaughn, B. E. (2013). Social competence in preschool children: Replication of  results and clarification of a hierarchical measurement model. <i>Social Development, 22</i>, 163-179. Retrieved from  <a href="http://doi.org/10.1111/sode.12007" target="_blank">http://doi.org/10.1111/sode.12007</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053121&pid=S0870-8231201900040000400056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Sarkadi, A., Kristiansson, R., Oberklaid, F., &amp; Bremberg, S. (2008). Fathers&rsquo; involvement and children&rsquo;s developmental  outcomes: A systematic review of longitudinal studies. <i>Acta Paediatrica, 97</i>, 153-158.</p>     <!-- ref --><p>Tamis-LeMonda, C. S., Shannon, J. D., Cabrera, N. J., &amp; Lamb, M. E. (2004). Fathers and mothers at play with their 2- and 3-year-olds:  Contributions to language and cognitive development. <i>Child Development, 75</i>, 1806-1820.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053123&pid=S0870-8231201900040000400058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Torres, A., Campos Pinto, P., Costa, D., Coelho, B., Maciel, D., Reigadinha, T., &amp; Theodoro, E. (2018). <i>Igualdade de g&eacute;nero ao  longo da vida. Portugal no contexto europeu</i>. Lisboa: Funda&ccedil;&atilde;o Francisco Manuel dos Santos.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053125&pid=S0870-8231201900040000400059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Torres, N., Ver&iacute;ssimo, M., Monteiro, L., Ribeiro, O., &amp; Santos, A. J. (2014). Domains of father involvement, social competence and  problem behavior in preschool children. <i>Journal of Family Studies, 20</i>, 188. Retrieved from  <a href="http://doi.org/10.1080/13229400.2014.11082006" target="_blank">http://doi.org/10.1080/13229400.2014.11082006</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053127&pid=S0870-8231201900040000400060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Tremblay, R. E. (2004). Decade of behavior distinguished lecture: Development of physical aggression during infancy. <i>Infant Mental Health  Journal: Official Publication of The World Association for Infant Mental Health, 25</i>, 399-407.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053128&pid=S0870-8231201900040000400061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Vaughn, B. E., Shin, N., Kim, M., Coppola, G., Krzysik, L., Santos, A. J., &amp; Elphick, E. (2009). Hierarchical models of social competence  in preschool children: A multisite, multinational study. <i>Child Development, 80</i>, 1775-1796.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053130&pid=S0870-8231201900040000400062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Wall, K., Cunha, V., Atalaia, S., Rodrigues, L., Correia, R., Correia, S. V., &amp; Rosa, R. (2016). <i>Livro branco: Homens e igualdade de  g&eacute;nero em Portugal</i>. Lisboa: Instituto de Ci&ecirc;ncias Sociais/Comiss&atilde;o para a Igualdade no Trabalho e no Emprego,  Universidade de Lisboa. Dispon&iacute;vel em <a href="http://hdl.handle.net/10451/26649" target="_blank">http://hdl.handle.net/10451/26649</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053132&pid=S0870-8231201900040000400063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Waters, E., &amp; Sroufe, A. (1983). Social competence as a developmental construct. <i>Developmental Review, 3</i>, 79-97.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=053133&pid=S0870-8231201900040000400064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Yeung, W. J., Sandberg, J. F., Davis-Kean, P. E., &amp; Hofferth, S. L. (2001). Children&rsquo;s time with fathers in intact families.  <i>Journal of Marriage and Family, 63</i>, 136-154.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><a name="c0" id="c0"></a><a href="#topc0">CORRESPONDÊNCIA</a></b></p>     <p>A correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo dever&aacute; ser enviada para: L&iacute;gia Monteiro, ISCTE &ndash; Instituto  Universit&aacute;rio de Lisboa, CIS-IUL, Avenida das For&ccedil;as Armadas (Ala Aut&oacute;noma, gabinete 101), 1649-026 Lisboa, Portugal. E-mail:  <a href="mailto:ligia.monteiro@iscte-iul.pt">ligia.monteiro@iscte-iul.pt</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Este trabalho teve o apoio da Funda&ccedil;&atilde;o para a Ci&ecirc;ncia e Tecnologia (FCT) em Portugal, enquadrado no financiamento PEST  (UID/PSI/03125/2013).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Os autores gostariam de agradecer a colabora&ccedil;&atilde;o das escolas atrav&eacute;s das quais as fam&iacute;lias foram recrutadas, e  a todos os pais, m&atilde;es e educadoras que participaram e tornaram poss&iacute;vel este estudo.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Submiss&atilde;o: 13/03/2018 Aceita&ccedil;&atilde;o: 21/06/2019</p>      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Afonso]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Veríssimo]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fernandes]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Borges]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Monteiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Associações entre o envolvimento paterno e a competência social das crianças em contexto pré-escolar]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia]]></source>
<year>2011</year>
<volume>Educação e Cultura</volume>
<page-range>XV, 43-66</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Asendorpj]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Beyond social withdrawal: Shyness, unsociability, and peer avoidance]]></article-title>
<source><![CDATA[Human Development]]></source>
<year>1990</year>
<volume>33</volume>
<page-range>250-259</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Blair]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Perry]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Brien]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. O.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Calkins]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Keane]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Shanahan]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Identifying developmental cascades among differentiated dimensions of social competence and emotion regulation]]></article-title>
<source><![CDATA[Developmental Psychology]]></source>
<year>2015</year>
<volume>51</volume>
<page-range>1062</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bowlby]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Attachment and loss. Volume II: Separation, anxiety and anger]]></source>
<year>1973</year>
<publisher-loc><![CDATA[London ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[The Hogarth Press and the Institute of Psycho-Analysis]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cabrera]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fagan]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wight]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Schadler]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Influence of mother, father, and child risk on parenting and children’s cognitive and social behaviors]]></article-title>
<source><![CDATA[Child Development]]></source>
<year>2011</year>
<volume>82</volume>
<page-range>1985-2005</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cabrera]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tamis-LeMonda]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bradley]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hofferth]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lamb]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Fatherhood in the twenty-first century]]></article-title>
<source><![CDATA[Child Development]]></source>
<year>2000</year>
<volume>71</volume>
<page-range>127-136</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Chen]]></surname>
<given-names><![CDATA[X.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Huang]]></surname>
<given-names><![CDATA[X.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chang]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wang]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Li]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Aggression, social competence, and academic achievement in Chinese children: A 5-year longitudinal study]]></article-title>
<source><![CDATA[Development and Psychopathology]]></source>
<year>2010</year>
<volume>22</volume>
<page-range>583-592</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cillessen]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bellmore]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Social skills and interpersonal perception in early and middle childhood]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Gaussen]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Blackwell handbook of childhood social development]]></source>
<year>2004</year>
<page-range>355-374</page-range><publisher-loc><![CDATA[Oxford ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Blackwell Publishing]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Coplan]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Arbeau]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Peer interactions and play in early childhood]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Rubin]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bukowski]]></surname>
<given-names><![CDATA[W. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Laursen]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Handbook of peer interactions, relationships, and groups]]></source>
<year>2009</year>
<page-range>143-161</page-range><publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[The Guilford Press]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Coplan]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Prakash]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Spending time with teacher: Characteristics of preschoolers who frequently elicit versus initiate interactions with teachers]]></article-title>
<source><![CDATA[Early Childhood Research Quarterly]]></source>
<year>2003</year>
<volume>18</volume>
<page-range>143-158</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Coplan]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rubin]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Social withdrawal and shyness in childhood: History, theories, definitions and assessments]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Rubin]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Coplan]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[The development of shyness and social withdrawal]]></source>
<year>2010</year>
<page-range>3-20</page-range><publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Guilford Press]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Denham]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Blair]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[DeMulder]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Levitas]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sawyer]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Auerbach-Major]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Queenan]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Preschool emotional competence: Pathway to social competence?]]></article-title>
<source><![CDATA[Child Development]]></source>
<year>2003</year>
<volume>74</volume>
<page-range>238-256</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Diener]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kim]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. Y.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Maternal and child predictors of preschool children’s social competence]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Applied Developmental Psychology]]></source>
<year>2004</year>
<volume>25</volume>
<page-range>3-24</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Echeverría]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rocha]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Leite]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Teixeira]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cruz]]></surname>
<given-names><![CDATA[O.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Portuguese validation of the Social Competence and Behavior Evaluation Scale (SCBE-30)]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia: Reflexão e Crítica]]></source>
<year>2016</year>
<volume>29</volume>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="book">
<collab>European Foundation for the Improvement of Living and Working Conditions.</collab>
<source><![CDATA[Sixth European Working Conditions Survey - Overview report]]></source>
<year>2017</year>
<publisher-loc><![CDATA[Luxembourg ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Publications Office of the European Union]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Flanders]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Leo]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Paquette]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pihl]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. O.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Séguin]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Rough-and-tumble play and the regulation of aggression: An observational study of father-child play dyads]]></article-title>
<source><![CDATA[Aggressive Behavior: Official Journal of the International Society for Research on Aggression]]></source>
<year>2009</year>
<volume>35</volume>
<page-range>285-295</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Flanders]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Simard]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Paquette]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Parent]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vitaro]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pihl]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. O.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Séguin]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Rough-and-tumble play and the development of physical aggression and emotion regulation: A five-year follow-up study]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Family Violence]]></source>
<year>2010</year>
<volume>25</volume>
<page-range>357-367</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Flouri]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Midouhas]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Narayanan]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The relationship between father involvement and child problem behaviour in intact families: A 7-year cross-lagged study]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Abnormal Child Psychology]]></source>
<year>2016</year>
<volume>44</volume>
<page-range>1011-1021</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Frascarolo]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Paternal involvement in child caregiving and infant sociability]]></article-title>
<source><![CDATA[Infant Mental Health Journal: Official Publication of The World Association for Infant Mental Health]]></source>
<year>2004</year>
<volume>25</volume>
<page-range>509-521</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fuertes]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Faria]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Beeghly]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lopes-dos-Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The effects of parental sensitivity and involvement in caregiving on mother-infant and father-infant attachment in a Portuguese sample]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Family Psychology]]></source>
<year>2016</year>
<volume>30</volume>
<page-range>147</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gaumon]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Paquette]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The father-child activation relationship and internalising disorders at preschool age]]></article-title>
<source><![CDATA[Early Child Development and Care]]></source>
<year>2013</year>
<volume>183</volume>
<page-range>447-463</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gazelle]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rudolph]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Moving toward and away from the world: Social approach and avoidance trajectories in anxious solitary youth]]></article-title>
<source><![CDATA[Child Development]]></source>
<year>2004</year>
<volume>75</volume>
<page-range>829-849</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Grossmann]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Grossmann]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fremmer-Bombik]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kindler]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Scheuerer-Englisch]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zimmermann]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The uniqueness of the child-father attachment relationship: Fathers’ sensitive and challenging play as a pivotal variable in a 16-year longitudinal study]]></article-title>
<source><![CDATA[Social Development]]></source>
<year>2002</year>
<volume>11</volume>
<page-range>301-337</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Janta]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Caring for children in Europe: How childcare, parental leave and flexible working arrangements interact in Europe]]></source>
<year>2014</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Jones]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Greenberg]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Crowley]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Early social-emotional functioning and public health: The relationship between kindergarten social competence and future wellness]]></article-title>
<source><![CDATA[American Journal of Public Health]]></source>
<year>2015</year>
<volume>105</volume>
<page-range>2283-2290</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kroll]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Carson]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Redshaw]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Quigley]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Early father involvement and subsequent child behaviour at ages 3, 5 and 7 years: Prospective analysis of the UK millennium cohort study]]></article-title>
<source><![CDATA[Plos One]]></source>
<year>2016</year>
<volume>11</volume>
<page-range>e0162339</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[LaFreniere]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Adaptive origins]]></source>
<year>2010</year>
<publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Taylor & Francis Group, LLC]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[LaFreniere]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dumas]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Social competence and behavior evaluation in children ages 3 to 6 years: The short form (SCBE-30)]]></article-title>
<source><![CDATA[Psychological Assessment]]></source>
<year>1996</year>
<volume>8</volume>
<page-range>369-377</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lamb]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[How do fathers in&#64258;uence children’s development? Let me count the ways]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Lamb]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[The role of the father in child development]]></source>
<year>2010</year>
<page-range>1-26</page-range><publisher-loc><![CDATA[Hoboken ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[John Wiley & Sons Inc.]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lamb]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lewis]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The development and significance of father-child relationships in two-parent families]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Lamb]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[The role of the father in child development]]></source>
<year>2010</year>
<page-range>94-153</page-range><publisher-loc><![CDATA[Hoboken ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[John Wiley & Sons Inc.]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Laurent]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hecht]]></surname>
<given-names><![CDATA[H. K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ensink]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Borelli]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hecht]]></surname>
<given-names><![CDATA[H. K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Borelli]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Emotional understanding, aggression, and social functioning among preschoolers]]></article-title>
<source><![CDATA[American Journal of Orthopsychiatry]]></source>
<year>2018</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B32">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Leidy]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Schofield]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Parke]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Fathers’ contributions to children’s social development]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Cabrera]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tamis-LeMonda]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Handbook of father involvement: Multidisciplinary perspectives]]></source>
<year>2013</year>
<page-range>151-167</page-range><publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Routledge/Taylor & Francis Group]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B33">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lewis]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lamb]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Fathers’ influences on children’s development]]></article-title>
<source><![CDATA[The evidence from two-parent families. European Journal of Psychology of Education]]></source>
<year>2003</year>
<volume>18</volume>
<page-range>211-228</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B34">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MacDonald]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Parke]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Bridging the gap: Parent-child play interaction and peer interactive competence]]></article-title>
<source><![CDATA[Child Development]]></source>
<year>1984</year>
<volume>55</volume>
<page-range>1265-1277</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B35">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Markovic]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bowker]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Friends also matter: Examining friendship adjustment indices as moderators of anxious-withdrawal and trajectories of change in psychological maladjustment]]></article-title>
<source><![CDATA[Developmental Psychology]]></source>
<year>2017</year>
<volume>53</volume>
<page-range>1462-1473</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B36">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[McMunn]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Martin]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kelly]]></surname>
<given-names><![CDATA[Y.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sacker]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Fathers’ involvement: Correlates and consequences for child socioemotional behavior in the United Kingdom]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Family Issues]]></source>
<year>2017</year>
<volume>38</volume>
<page-range>1109-1131</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B37">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Möller]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nikoli&#263;]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Majdandži&#263;]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bögels]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Associations between maternal and paternal parenting behaviors, anxiety and its precursors in early childhood: A meta-analysis]]></article-title>
<source><![CDATA[Clinical Psychology Review]]></source>
<year>2016</year>
<volume>45</volume>
<page-range>17-33</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B38">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Monteiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fernandes]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Torres]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Father’s involvement and parenting styles in Portuguese families: The role of education and working hours]]></article-title>
<source><![CDATA[Análise Psicológica]]></source>
<year>2017</year>
<volume>XXXV</volume>
<page-range>513-528</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B39">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Monteiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Veríssimo]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Castro]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Oliveira]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Partilha da responsabilidade parental]]></article-title>
<source><![CDATA[Realidade ou expectativa?. Psychologica]]></source>
<year>2006</year>
<volume>42</volume>
<page-range>213-229</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B40">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Monteiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Veríssimo]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pessoa e Costa]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Escala de envolvimento parental: Actividades de cuidados e de socialização]]></source>
<year>2008</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[ISPA - Instituto Universitário]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B41">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Monteiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Veríssimo]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vaughn]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Envolvimento paterno e organização dos comportamentos de base segura das crianças em famílias portuguesas]]></article-title>
<source><![CDATA[Análise Psicológica]]></source>
<year>2008</year>
<volume>XXVI</volume>
<page-range>395-409</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B42">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Monteiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Veríssimo]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vaughn]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Torres]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fernandes]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The organization of children’s secure base behaviour in two-parent Portuguese families and father’s participation in childrelated activities]]></article-title>
<source><![CDATA[European Journal of Developmental Psychology]]></source>
<year>2010</year>
<volume>7</volume>
<page-range>545-560</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B43">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mota]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Matos]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Peer attachment, coping, and self-esteem in institutionalized adolescents: The mediating role of social skills]]></article-title>
<source><![CDATA[European Journal of Psychology of Education]]></source>
<year>2013</year>
<volume>28</volume>
<page-range>87-100</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B44">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Nagin]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Barker]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lacourse]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tremblay]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The interrelationship of temporally distinct risk markers and the transition from childhood physical aggression to adolescent violent delinquency]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Cohen]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Multivariate applications series: Applied data analytic techniques for turning points research]]></source>
<year>2008</year>
<page-range>17-36</page-range><publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Routledge/Taylor & Francis Group]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B45">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Parke]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Fatherhood (33)]]></source>
<year>1996</year>
<publisher-loc><![CDATA[Cambridge & London ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Harvard University Press]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B46">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pleck]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Paternal involvement]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Lamb]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[The role of the father in child development]]></source>
<year>2010</year>
<page-range>58-93</page-range><publisher-loc><![CDATA[Hoboken ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[John Wiley & Sons Inc.]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B47">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pleck]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Masciadrelli]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Paternal involvement by U.S. residential fathers: Levels, sources, and consequences]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Lamb]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[The role of the father in child development]]></source>
<year>2004</year>
<page-range>222-271</page-range><publisher-loc><![CDATA[Hoboken ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[John Wiley & Sons Inc.]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B48">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Reebye]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Aggression during early years - Infancy and preschool]]></article-title>
<source><![CDATA[The Canadian Child and Adolescenct Psychiatry Review]]></source>
<year>2005</year>
<volume>14</volume>
<page-range>16-20</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B49">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rose-Krasnor]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The nature of social competence: A theoretical review]]></article-title>
<source><![CDATA[Social Development]]></source>
<year>1997</year>
<volume>6</volume>
<page-range>111-135</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B50">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rose-Krasnor]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Denham]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Social-emotional competence in early childhood]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Rubin]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bukowski]]></surname>
<given-names><![CDATA[W. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Laursen]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Handbook of peer interactions, relationships, and groups]]></source>
<year>2009</year>
<page-range>162-179</page-range><publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[The Guilford Press]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B51">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rubin]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Barstead]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Social withdrawal and solitude]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Bornstein]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Arterberry]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fingerman]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lansford]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[The SAGE encyclopedia of lifespan human development]]></source>
<year>2018</year>
<page-range>2101-2103</page-range><publisher-loc><![CDATA[Thousand Oaks ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Sage]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B52">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rubin]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Burgess]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Parents of aggressive and withdrawn children]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Bornstein]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Handbook of parenting]]></source>
<year>2002</year>
<page-range>383-418</page-range><publisher-loc><![CDATA[Mahwah ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Lawrence Erlbaum Associates Publishers]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B53">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rubin]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chen]]></surname>
<given-names><![CDATA[X.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hymel]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Socioemotional characteristics of withdrawn and aggressive children]]></article-title>
<source><![CDATA[Merrill-Palmer Quarterly]]></source>
<year>1993</year>
<volume>39</volume>
<page-range>518-534</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B54">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rubin]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Coplan]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bowker]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Social withdrawal in childhood]]></article-title>
<source><![CDATA[Annual Review of Psychology]]></source>
<year>2009</year>
<volume>60</volume>
<page-range>141-171</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B55">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Monteiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sousa]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fernandes]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Torres]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vaughn]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O reduzido envolvimento social: Implicações para o ajustamento psicossocial de crianças em contexto pré-escolar]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia: Reflexão e Crítica]]></source>
<year>2015</year>
<volume>28</volume>
<page-range>186-193</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B56">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Peceguina]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Daniel]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Shin]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vaughn]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Social competence in preschool children: Replication of results and clarification of a hierarchical measurement model]]></article-title>
<source><![CDATA[Social Development]]></source>
<year>2013</year>
<volume>22</volume>
<page-range>163-179</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B57">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sarkadi]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kristiansson]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Oberklaid]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bremberg]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Fathers’ involvement and children’s developmental outcomes: A systematic review of longitudinal studies]]></article-title>
<source><![CDATA[Acta Paediatrica]]></source>
<year>2008</year>
<volume>97</volume>
<page-range>153-158</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B58">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Tamis-LeMonda]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Shannon]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cabrera]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lamb]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Fathers and mothers at play with their 2- and 3-year-olds: Contributions to language and cognitive development]]></article-title>
<source><![CDATA[Child Development]]></source>
<year>2004</year>
<volume>75</volume>
<page-range>1806-1820</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B59">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Torres]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Campos Pinto]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Costa]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Coelho]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Maciel]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Reigadinha]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Theodoro]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Igualdade de género ao longo da vida. Portugal no contexto europeu]]></source>
<year>2018</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Fundação Francisco Manuel dos Santos]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B60">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Torres]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Veríssimo]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Monteiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ribeiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[O.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Domains of father involvement, social competence and problem behavior in preschool children]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Family Studies]]></source>
<year>2014</year>
<volume>20</volume>
<page-range>188</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B61">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Tremblay]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Decade of behavior distinguished lecture: Development of physical aggression during infancy]]></article-title>
<source><![CDATA[Infant Mental Health Journal: Official Publication of The World Association for Infant Mental Health]]></source>
<year>2004</year>
<volume>25</volume>
<page-range>399-407</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B62">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Vaughn]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Shin]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kim]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Coppola]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Krzysik]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Elphick]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Hierarchical models of social competence in preschool children: A multisite, multinational study]]></article-title>
<source><![CDATA[Child Development]]></source>
<year>2009</year>
<volume>80</volume>
<page-range>1775-1796</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B63">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wall]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cunha]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Atalaia]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rodrigues]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Correia]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Correia]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rosa]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Livro branco: Homens e igualdade de género em Portugal]]></source>
<year>2016</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lisboa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Instituto de Ciências Sociais/Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego, Universidade de Lisboa]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B64">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Waters]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sroufe]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Social competence as a developmental construct]]></article-title>
<source><![CDATA[Developmental Review]]></source>
<year>1983</year>
<volume>3</volume>
<page-range>79-97</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B65">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Yeung]]></surname>
<given-names><![CDATA[W. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sandberg]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Davis-Kean]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hofferth]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Children’s time with fathers in intact families]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Marriage and Family]]></source>
<year>2001</year>
<volume>63</volume>
<page-range>136-154</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
