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<journal-title><![CDATA[Análise Psicológica]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O formato das questões de resposta fechada: Implicações para a natureza, validade e fiabilidade das medidas]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The closed-ended questions formats: The nature, validity and reliability of their responses]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This paper aims to support researchers in the decisions about the use of closed answer questions in their questionnaires by critically reviewing the literature regarding the implications of such decisions for the nature, validity and reliability of the measure. This literature’s review provides arguments for the researcher to decide on how best to operationalize their variables through a closed response. Arguments presented support decision-making in the construction of response options to be provided to the respondent, and the type of scale to be used: graphical or non-graphical; categories or continuous assessment; with 3 or more points; with or without labels and in this case, with what kind of labels, etc. Other topics are illustrated to be considered for construction of a response scale analyzing the specific case in which “perceived frequencies” are measured.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>O formato das quest&otilde;es de resposta fechada: Implica&ccedil;&otilde;es para a natureza, validade e fiabilidade das  medidas</b></p>     <p><b>The closed-ended questions formats: The nature, validity and reliability of their responses</b></p>     <p><b>Teresa Garcia-Marques<sup>1</sup>, Rui B&aacute;rtolo-Ribeiro<sup>2</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>William James Research Center, ISPA &ndash; Instituto Universit&aacute;rio, Lisboa, Portugal</p>     <p><sup>2</sup>APPsyCI &ndash; Applied Psychology Research Center Capabilities &amp; Inclusion, ISPA &ndash; Instituto  Universit&aacute;rio, Lisboa, Portugal</p>     <p><a name="topc0"></a><a href="#c0">Correspond&ecirc;ncia</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Este artigo tem por objectivo apoiar os investigadores nas decis&otilde;es sobre o uso de quest&otilde;es de resposta fechada  nos seus question&aacute;rios fazendo uma revis&atilde;o cr&iacute;tica da literatura relativamente &agrave;s  implica&ccedil;&otilde;es dessas decis&otilde;es para a natureza, validade e fiabilidade da medida e das conclus&otilde;es que ela  suporte. Esta revis&atilde;o da literatura apoia a investigador no processo de decis&atilde;o sobre a melhor forma de  operacionalizar as suas vari&aacute;veis atrav&eacute;s de uma resposta fechada. S&atilde;o apresentados argumentos que sustentam  a tomada de decis&atilde;o na constru&ccedil;&atilde;o da lista de op&ccedil;&otilde;es de resposta a fornecer ao inquirido, e o  tipo de escala a utilizar: gr&aacute;ficas ou n&atilde;o gr&aacute;ficas; categorias ou de avalia&ccedil;&atilde;o  cont&iacute;nua; com 3 ou mais pontos; com ou sem r&oacute;tulos e neste caso, com que tipo de r&oacute;tulos, etc. Ilustramos  adicionalmente outros t&oacute;picos a ter em conta na constru&ccedil;&atilde;o de uma medida que usa como formato de resposta  fechado uma escala de avalia&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua analisando o caso espec&iacute;fico em que se mede  &ldquo;frequ&ecirc;ncias percebidas&rdquo;.    <p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Palavras-chave</b>: Escalas de avalia&ccedil;&atilde;o, Question&aacute;rios, Enviesamento.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>This paper aims to support researchers in the decisions about the use of closed answer questions in their questionnaires by  critically reviewing the literature regarding the implications of such decisions for the nature, validity and reliability of the  measure. This literature&rsquo;s review provides arguments for the researcher to decide on how best to operationalize their  variables through a closed response. Arguments presented support decision-making in the construction of response options to be  provided to the respondent, and the type of scale to be used: graphical or non-graphical; categories or continuous assessment;  with 3 or more points; with or without labels and in this case, with what kind of labels, etc. Other topics are illustrated to be  considered for construction of a response scale analyzing the specific case in which &ldquo;perceived frequencies&rdquo; are  measured.</p>     <p><b>Key words</b>: Assessment scales, Questionnaires, Bias.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&Eacute;-nos j&aacute; muito familiar o responder a um question&aacute;rio situando a nossa resposta entre dois polos de um  cont&iacute;nuo. Por exemplo, a uma quest&atilde;o sobre o grau de interesse que o t&iacute;tulo deste artigo lhe suscitou poderia  pedir-lhe uma resposta situada numa escala que vai desde 1 &ndash; <i>Nada interessante</i> a 7 &ndash; <i>Muito interessante</i>,  fazendo um c&iacute;rculo em torno do n&uacute;mero, uma cruz no quadrado, ou um <i>click</i> no c&iacute;rculo correspondente ao  n&uacute;mero que melhor representasse a resposta. N&atilde;o nos espantar&iacute;amos, por&eacute;m se associado ao  n&uacute;mero, ao quadrado ou ao c&iacute;rculo que representasse o centro do cont&iacute;nuo (e.g., 1 a 7) surgisse o  r&oacute;tulo <i>Nem interessante, Nem desinteressante</i>. Na realidade poder&iacute;amos at&eacute; encontrar esse tipo de  r&oacute;tulos em todos os pontos do cont&iacute;nuo. Por&eacute;m alguns de n&oacute;s poderemos considerar mais f&aacute;cil  informar sobre o grau de interesse suscitado pelo t&iacute;tulo do artigo atrav&eacute;s da manifesta&ccedil;&atilde;o de acordo  com uma afirma&ccedil;&atilde;o do tipo <i>&ldquo;Acho o assunto abordado muito interessante&rdquo;</i>, seleccionando uma  resposta numa escala ancorada em 1 &ndash; <i>Discordo totalmente</i> a 7 &ndash; <i>Concordo  totalmente</i><sup><a href="#1">1</a></sup><a name="top1"></a>.</p>     <p>Quem constr&oacute;i um question&aacute;rio tem de decidir sobre o formato deste tipo de quest&atilde;o (quest&atilde;o de  resposta fechada, ver abaixo) e para tal dever&aacute; ter em conta os objectivos do inqu&eacute;rito as vari&aacute;veis que  pretende medir e garantir de que vai construir uma boa medida (representativa, &uacute;nica, v&aacute;lida e fi&aacute;vel) dessas  vari&aacute;veis e n&atilde;o seleccionar um ou outro tipo de formato de resposta por quest&otilde;es est&eacute;ticas e de  facilidade de concretiza&ccedil;&atilde;o. A preocupa&ccedil;&atilde;o est&eacute;tica adv&eacute;m da necessidade que os  investigadores sentem de envolver os inquiridos nas suas respostas, embora possa haver consequ&ecirc;ncias associadas a estas  op&ccedil;&otilde;es.</p>     <p>Neste artigo chamamos a aten&ccedil;&atilde;o do investigador para as consequ&ecirc;ncias das suas decis&otilde;es, com base no  que nos &eacute; sugerido pela investiga&ccedil;&atilde;o sobre inqu&eacute;ritos.</p>     <p>Comecemos por esclarecer o conceito de &ldquo;medida&rdquo;, quest&otilde;es sobre a sua validade e fiabilidade e sobre como a  sua natureza se relaciona com a an&aacute;lise estat&iacute;stica. Apresentamos de seguida os principais tipos de respostas  fechada (na sua vers&atilde;o normal e vers&atilde;o gr&aacute;fica), referindo as propriedades das medidas que geram.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>Medida e suas propriedades</b></p>     <p>A medi&ccedil;&atilde;o de uma vari&aacute;vel define o processo de atribui&ccedil;&atilde;o de um valor (e.g., um  n&uacute;mero) cuja varia&ccedil;&atilde;o estabelece uma rela&ccedil;&atilde;o directa com a pr&oacute;pria vari&aacute;vel.  Idealmente (princ&iacute;pio de <i>representa&ccedil;&atilde;o</i>) procura-se estabelecer uma rela&ccedil;&atilde;o &ldquo;ponto  por ponto&rdquo; entre a vari&aacute;vel e os n&uacute;meros, para que as rela&ccedil;&otilde;es entre os n&uacute;meros reflictam  as rela&ccedil;&otilde;es entre as inst&acirc;ncias medidas dessa vari&aacute;vel; e que essa rela&ccedil;&atilde;o n&atilde;o  seja perdida, mantendo-se &uacute;nica, sob qualquer transforma&ccedil;&atilde;o realizada sobre esses n&uacute;meros  (princ&iacute;pio da <i>unicidade</i>) (ver Hand, 1996, para outras concep&ccedil;&otilde;es de &ldquo;medida&rdquo;; Michell,  1986). O processo de atribui&ccedil;&atilde;o destes n&uacute;meros dever&aacute; garantir que a rela&ccedil;&atilde;o qualitativa  entre vari&aacute;veis possa ser verificada na rela&ccedil;&atilde;o que se estabelece entre os n&uacute;meros e assuma as  propriedades do sistema num&eacute;rico (Townsend &amp; Ashby, 1984).</p>     <p>As duas caracter&iacute;sticas fundamentais de uma medida s&atilde;o a sua <i>validade</i> e a sua <i>fiabilidade</i>. Uma  medida &eacute; tanto mais v&aacute;lida quanto maior a certeza de que ela &eacute; uma representa&ccedil;&atilde;o do atributo em  causa e apenas desse. Por outro lado, uma medida &eacute; tanto mais fi&aacute;vel quanto maior confian&ccedil;a houver de que o  n&uacute;mero obtido num dado momento ser&aacute; replicado noutras medi&ccedil;&otilde;es do mesmo atributo se se mantiverem as  mesmas condi&ccedil;&otilde;es. Os investigadores em psicometria desenvolveram v&aacute;rias formas de aceder a estas duas  caracter&iacute;sticas da medida, nomeando-as de diferentes &ldquo;validades&rdquo; (e.g., validade de conte&uacute;do, de  constructo, relativa ao crit&eacute;rio) e diferentes &ldquo;fiabili dades&rdquo; (e.g., consist&ecirc;ncia interna, estabilidade  temporal) com recurso a diversos &iacute;ndices estat&iacute;sticos para nos informar dessas propriedades. A maioria das  abordagens psicom&eacute;tricas operacionalizam uma medida atrav&eacute;s de &ldquo;escalas de m&uacute;ltiplos itens&rdquo;  (essencialmente as escalas constru&iacute;das segundo a metodologia proposta por Likert), qualquer quest&atilde;o fechada deve ser  caracterizada na sua validade e fiabilidade. Tomemos, por exemplo, a simples quest&atilde;o sobre o g&eacute;nero do inquirido. Um  investigador ao dar como op&ccedil;&otilde;es de resposta &ldquo;Feminino&rdquo; e &ldquo;Masculino&rdquo;, pretendendo conhecer o  g&eacute;nero de nascen&ccedil;a do inquirido, pode confrontar-se com a falta de validade da medida, por algumas das respostas  obtidas reflectirem o &ldquo;g&eacute;nero psicol&oacute;gico&rdquo;, em vez do pretendido &ldquo;g&eacute;nero de  nascen&ccedil;a&rdquo; do inquirido.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>O uso de quest&otilde;es de resposta fechada</b></p>     <p>Ao se colocar mais de uma quest&atilde;o a uma pessoa, realizamos um inqu&eacute;rito que se for apresentado oralmente &eacute;  designado por <i>entrevista</i> e por escrito &eacute; designado de <i>question&aacute;rio</i>. A estrutura das quest&otilde;es de  um question&aacute;rio tende a ser mais r&iacute;gida do que na entrevista, dado que se define <i>a priori</i> a ordem das  quest&otilde;es, a dimens&atilde;o e o tipo de respostas. Quando se limita o tipo de resposta a dar pelo inquirido, referimos a  quest&atilde;o como de resposta &ldquo;fechada&rdquo;. Contrariamente &agrave;s quest&otilde;es de resposta aberta que permitem ao  inquirido responder com as suas pr&oacute;prias palavras, nas quest&otilde;es de resposta fechada o inquirido selecciona a  op&ccedil;&atilde;o (de entre as apresentadas), que melhor representa a sua opini&atilde;o.</p>     <p>As respostas abertas t&ecirc;m maior relev&acirc;ncia em investiga&ccedil;&atilde;o qualitativa (e.g., <i>grounded theory</i>)  e explorat&oacute;ria. Na realidade, quando <i>a priori</i> h&aacute; pouco conhecimento sobre o constructo em estudo deve-se  aceder ao maior n&uacute;mero poss&iacute;vel de unidades informativas numa s&oacute; resposta (a ser sujeita a uma an&aacute;lise  de conte&uacute;do). Essas unidades informativas definem as vari&aacute;veis que ser&atilde;o analisadas. Futuramente  poder-se-&aacute; construir uma medida dessas vari&aacute;veis que podem assumir uma natureza complexa de m&uacute;ltiplos itens  (e.g., escalas de Likert, diferenciais sem&acirc;nticos) ou serem definidas em simples quest&otilde;es de resposta fechada. Quando  na investiga&ccedil;&atilde;o j&aacute; se sabe <i>a priori</i> que unidade(s) informativa(s) sustentam as vari&aacute;veis a  medir, a op&ccedil;&atilde;o por colocar uma quest&atilde;o (ou mais) de resposta fechada pode ser vantajosa. Um aspecto ligado  &agrave; validade desta medida (como salientamos ao longo deste artigo), &eacute; que &eacute; agora o pr&oacute;prio inquirido  quem classifica o conte&uacute;do das suas respostas, facilitando a tarefa, tanto do inquirido como do investigador.</p>     <p>Uma quest&atilde;o de resposta fechada &eacute; (ou contribui para) a operacionaliza&ccedil;&atilde;o da vari&aacute;vel em  estudo, definindo as caracter&iacute;sticas dessa medida e por tal as conclus&otilde;es a serem retiradas. Tomemos, como exemplo,  um estudo sobre &ldquo;h&aacute;bitos de leitura&rdquo;, que nos questiona sobre a frequ&ecirc;ncia com que lemos romances,  policiais, revistas, jornais etc. Apesar da quest&atilde;o informar sobre os h&aacute;bitos de leitura, ela n&atilde;o permite  concluir, por exemplo, sobre quanto lemos no nosso dia-a-dia. Para esse objectivo a medida deveria focar todas as fontes de  leitura, desde os menus dos restaurantes &agrave;s legendas dos filmes e internet. Tamb&eacute;m n&atilde;o informa sobre a  import&acirc;ncia dada &agrave; leitura, dado que a frequ&ecirc;ncia de leitura, n&atilde;o traduz obrigatoriamente a  import&acirc;ncia. Em fun&ccedil;&atilde;o do objectivo do estudo, define-se a vari&aacute;vel em estudo. A sua  operacionaliza&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s de uma quest&atilde;o de resposta fechada deve procurar ser &uacute;nica (focada  apenas num atributo), exaustiva e ter validade facial (quest&atilde;o adequada ao atributo medido). Ap&oacute;s definir a  quest&atilde;o h&aacute; que determinar o tipo de resposta pretendido. Uma resposta por selec&ccedil;&atilde;o de uma  op&ccedil;&atilde;o de entre uma lista, ou posicionar a op&ccedil;&atilde;o de resposta numa ordem ou num cont&iacute;nuo.  Analisamos de seguida cada um destes tipos de resposta fechada, seus formatos e referimos os problemas que levantam &agrave;  validade das conclus&otilde;es que delas retiramos. A literatura n&atilde;o &eacute; nem sistem&aacute;tica nem exaustiva nesta  an&aacute;lise, mas sempre que poss&iacute;vel fornecemos dados que demonstram a implica&ccedil;&atilde;o de uma dimens&atilde;o  do formato de resposta para a validade e fiabilidade da medida e das conclus&otilde;es que estas sustentam.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Resposta por selec&ccedil;&atilde;o de entre uma lista de alternativas</i></p>     <p>Uma lista de op&ccedil;&otilde;es de resposta deve ser exaustiva e ter as regras bem definidas a que deve estar sujeita a  selec&ccedil;&atilde;o: se apenas uma ou se mais op&ccedil;&otilde;es devem ser seleccionadas e/ou se estas devem ser ordenadas. A  selec&ccedil;&atilde;o de uma op&ccedil;&atilde;o entre v&aacute;rias define a medida como tendo uma natureza <i>nominal</i>. Este  &eacute; tipicamente o caso da operacionaliza&ccedil;&atilde;o de vari&aacute;veis como o g&eacute;nero, o estado civil, a  defini&ccedil;&atilde;o da posi&ccedil;&atilde;o que ocupa numa empresa, ou do tipo de emo&ccedil;&atilde;o que melhor representa  o que sente num dado momento. Nestas apresenta-se como op&ccedil;&otilde;es de resposta, ser homem <i>versus</i> mulher; casado,  solteiro, vi&uacute;vo ou divorciado; chefia ou subordinado; e tristeza, alegria, raiva etc. Quando &eacute; poss&iacute;vel  seleccionar mais de uma op&ccedil;&atilde;o, cada uma das op&ccedil;&otilde;es listadas define-se como uma vari&aacute;vel  dicot&oacute;mica; foi <i>versus</i> n&atilde;o foi seleccionada (valor 1 ou 0). Assim, se no estudo sobre h&aacute;bitos de  leitura seleccion&aacute;ssemos o romance e n&atilde;o o jornal inform&aacute;vamos o investigador que lemos o primeiro e  n&atilde;o o segundo. Contudo, se a regra de resposta inclu&iacute;sse a ordena&ccedil;&atilde;o das diferentes  op&ccedil;&otilde;es, perceber&iacute;amos, por exemplo que o inquirido l&ecirc; mais romances do que policiais. Neste caso, o  valor atribu&iacute;do a cada vari&aacute;vel &eacute; ordinal. Importante e limitativo das op&ccedil;&otilde;es de  an&aacute;lise, a informa&ccedil;&atilde;o fornecida &eacute; totalmente dependente da lista das op&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o  sendo as medidas independentes (e.g., <i>No menu fornecido eu coloquei o prato de peixe em segundo lugar, mas apenas porque me  ofereceram a possibilidade de comer lagosta</i>).</p>     <p>V&aacute;rios estudos demonstram que tanto a lista de op&ccedil;&otilde;es, como a ordem da sua apresenta&ccedil;&atilde;o,  condicionam as respostas dos inquiridos comprometendo a validade das conclus&otilde;es dos estudos (ver Schwarz &amp; Hippler,  1990). Assim, a import&acirc;ncia da exaustividade para a validade de conte&uacute;do, dado que mesmo adicionando como alternativa  de resposta a categoria &ldquo;Outras&rdquo;, o inquirido tende a utilizar apenas as respostas disponibilizadas e a procurar entre  elas a op&ccedil;&atilde;o que melhor se adapta ao seu caso (Lindzey &amp; Guest, 1951; Schuman &amp; Scott, 1987). A  op&ccedil;&atilde;o de resposta &ldquo;Outras&rdquo;, como oportunidade de designa&ccedil;&atilde;o, tem maior relevo em  pr&eacute;-testes, onde se pode explicitamente pedir aos inquiridos para completar a lista de op&ccedil;&otilde;es oferecidas, e  assim inclui-las numa lista mais exaustiva no estudo.</p>     <p>O efeito da ordem em que as op&ccedil;&otilde;es de resposta s&atilde;o apresentadas &eacute; usualmente um efeito de primazia  (os primeiros itens t&ecirc;m maior probabilidade de serem seleccionados por receberem maior aten&ccedil;&atilde;o, ver Schwarz  &amp; Hippler, 1990). Para anular ou isolar (se necess&aacute;rio) o efeito, a ordem deve ser aleat&oacute;ria ou  contrabalan&ccedil;ada (com custos no n&uacute;mero de participantes e na an&aacute;lise estat&iacute;stica).</p>     <p>A lista de op&ccedil;&otilde;es de resposta cria um contexto com uma influ&ecirc;ncia directa nas escolhas dos respondentes. O  exemplo mais t&iacute;pico deste tipo de efeitos &eacute; o efeito de &ldquo;contraste&rdquo;. Os estudos de Noelle-Neumann (1970)  ilustram este efeito. Eles inquiriram sobre que itens de uma lista seriam &ldquo;tipicamente alem&atilde;es&rdquo;. Os inquiridos  consideraram como menos t&iacute;picos o &ldquo;macarr&atilde;o&rdquo; e as &ldquo;batatas&rdquo;, quando estes foram precedidos  da op&ccedil;&atilde;o &ldquo;arroz&rdquo; (um alimento muito usado pelos alem&atilde;es). Outro exemplo, &eacute; o estudo de  Schwarz e Hippler (1990) que demonstra que se um item extremamente positivo/negativo &eacute; apresentado na lista, a  probabilidade de itens moderados subsequentes serem seleccionados como positivos/negativos diminui. Estes factores influenciadores  das respostas devem ser considerados, quer no momento de constru&ccedil;&atilde;o do question&aacute;rio, quer na  interpreta&ccedil;&atilde;o dos resultados.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Respostas por posicionamento numa ordem ou num cont&iacute;nuo (rating scales)</i></p>     <p>A medida de um atributo que varia em termos ordinais ou num cont&iacute;nuo dever&aacute; ser uma quest&atilde;o que solicita  uma resposta que varia da mesma forma. A <a href="#f1">Figura 1</a> apresenta alguns exemplos dos diferentes tipos de escalas de  categorias ordinais e escalas de avalia&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua, bem como algumas vers&otilde;es gr&aacute;ficas (e.g.,  respostas num cont&iacute;nuo unidimensional medidas em cent&iacute;metros, a <i>Visual Analogue Scale &ndash; VAS</i>).  Analisamos de seguida as suas propriedades m&eacute;tricas (validade e fiabilidade).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f1"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/aps/v38n2/38n2a08f1.jpg" width="577" height="324"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Qualquer das escalas representadas na <a href="#f1">Figura 1</a>, s&atilde;o &ldquo;medidas truncadas&rdquo; da dimens&atilde;o  psicol&oacute;gica medida. O cont&iacute;nuo onde se definir a medida, situa-se entre dois valores que podem ser ou n&atilde;o ser  extremos. O n&iacute;vel de truncamento &eacute; definido pelos r&oacute;tulos/&acirc;ncoras fornecidos nos pontos extremos. A  escala pode ir de <i>Pouco</i> a <i>Muito</i> ou de <i>Nada</i> a <i>Muit&iacute;ssimo</i>. Sendo o mesmo o n&uacute;mero de  pontos da escala, a primeira tem mais sensibilidade a medir respostas de intensidade mediana (visto os n&uacute;meros  representarem maior variabilidade em valores m&eacute;dios) e menos a medir os extremos (onde v&aacute;rias intensidades  ser&atilde;o representadas pelo mesmo n&uacute;mero; o <i>Nada</i> e <i>Pouco</i> ser&atilde;o representados pelo valor 1, assim  como <i>Muito</i> e <i>Muit&iacute;ssimo</i> pelo valor mais elevado). Outro problema que adv&eacute;m do facto das escalas serem  truncadas &eacute; a poss&iacute;vel cria&ccedil;&atilde;o de uma assimetria na distribui&ccedil;&atilde;o das respostas, pondo em  causa a sua aproxima&ccedil;&atilde;o &agrave; curva normal. Um pr&eacute;-teste &agrave; escala pode esclarecer a necessidade de  se truncar de forma diferente a medida. Por exemplo, ao perceber que todos os inquiridos t&ecirc;m uma atitude positiva, pode-se  optar por usar uma escala que acede apenas &agrave; dimens&atilde;o positiva, mas com maior sensibilidade (e.g., 1 &ndash;  <i>Gosto Pouco</i> a 7 &ndash; <i>Gosto muit&iacute;ssimo</i>, em vez de 1 &ndash; <i>N&atilde;o gosto</i> a 7 &ndash;  <i>Gosto</i>). O facto de as escalas serem truncadas n&atilde;o invalida por si s&oacute;, as compara&ccedil;&otilde;es entre  respostas de inquiridos; mas respostas em escalas truncadas de forma diferente n&atilde;o devem ser levianamente comparadas.</p>     <p>Qualquer escala da <a href="#f1">Figura 1</a> informa sobre a grandeza ou intensidade da vari&aacute;vel. Todas podem medir,  por exemplo, a <i>intensidade da emo&ccedil;&atilde;o</i>. Para isso as suas &acirc;ncoras ter&atilde;o de representar apenas e  s&oacute; a dimens&atilde;o &ldquo;intensidade&rdquo; (e.g., &ldquo;baixo&rdquo; &ndash; &ldquo;elevado&rdquo;). Mas as escalas  diferem na forma como representam a natureza intervalar dessa <i>intensidade</i>. As respostas numa escala de  avalia&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua reflectem melhor a &ldquo;igualdade de intervalos&rdquo; entre n&iacute;veis de  intensidade do que as respostas em categorias ordinais. Neste sentido, s&atilde;o uma &ldquo;melhor  operacionaliza&ccedil;&atilde;o&rdquo; de uma vari&aacute;vel que pressupomos ser cont&iacute;nua.</p>     <P >V&aacute;rios factores contribuem para a validade, fiabilidade e a natureza das medidas que usam as escalas da  <a href="#f1">Figura 1</a>. Abaixo sumariamos os dados actualmente dispon&iacute;veis na literatura, que exemplificam o papel  relevante destes formatos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Uso do conhecimento pr&eacute;vio sobre continuidade</i></p>     <p>O modo como os inquiridos percebem cada escala influencia a natureza mais ou menos intervalar das respostas obtidas  atrav&eacute;s dessa escala. &Eacute; porque todos temos a no&ccedil;&atilde;o de n&uacute;mero e de espa&ccedil;o que a  percep&ccedil;&atilde;o de uma continuidade com igualdade de intervalos ocorre especialmente em escalas que usam n&uacute;meros a  representar cada n&iacute;vel de medida, ou que fazem uso do &ldquo;espa&ccedil;o geom&eacute;trico&rdquo; (e.g., a VAS; ver Hayes  &amp; Paterson, 1921) para representar a continuidade. Nelas o inquirido percebe e mant&eacute;m a ideia de equidist&acirc;ncia  entre os pontos, garantindo que as suas respostas definam um cont&iacute;nuo (ver Kiess &amp; Bloomquist, 1985). Porque aprendemos  a natureza cont&iacute;nua dos n&uacute;meros e do espa&ccedil;o (sabemos que 2 &eacute; o dobro de 1 e que 8 &eacute; o dobro de  4, etc.), quando nos pedem para nos situarmos nesse espa&ccedil;o aplicamos esse conhecimento.</p>     <p>&Eacute; porque se sabe que usamos os conhecimentos pr&eacute;vios para responder a estas escalas que se t&ecirc;m desenvolvido  as escalas gr&aacute;ficas (ver Converse &amp; Presser, 1986) e que elas tendem a ser boas representa&ccedil;&otilde;es da  continuidade. As escalas gr&aacute;ficas usam cont&iacute;nuos existentes no mundo para nos ajudar a representar a nossa resposta,  sendo o caso mais cl&aacute;ssico o uso do term&oacute;metro que usualmente mede a temperatura, e foi usado para medir atitudes  (e.g., Berman &amp; Stookey, 1980). Estudos sobre as propriedades da VAS, sugerem que estas escalas garantem a linearidade da  medida (Hofmans &amp; Theuns, 2008; Myles, Troedel, Boquest, &amp; Reeves, 1999; Myles &amp; Urquhart, 2005), que mant&eacute;m a  igualdade de intervalos (Reips &amp; Funke, 2008) e que s&atilde;o escalas sens&iacute;veis (Abend, Dan, Maoz, Raz, &amp;  Bar-Haim, 2014; Rausch &amp; Zehetleitner, 2014). Ao rever de forma sistem&aacute;tica as propriedades m&eacute;tricas de escalas  VAS de v&aacute;rias medidas (e.g., estado de esp&iacute;rito; dor), Wewers e Lowe (1990), concluem que elas fornecem medidas  v&aacute;lidas (validade de constructo, validade de crit&eacute;rio e validade discriminante) e fi&aacute;veis (teste-reteste)  desses construtos (mas ver McCormack, Horne, &amp; Sheather, 1988, para uma posi&ccedil;&atilde;o contr&aacute;ria).</p>     <p>Existem igualmente evid&ecirc;ncias de que que a VAS se comporta de forma semelhante a escalas cont&iacute;nuas como no caso  dos &ldquo;bot&otilde;es&rdquo; (ver Couper, Tourangeau, Conrad, &amp; Singer, 2006; Funke &amp; Reips, 2012). Tamb&eacute;m os  estudos que comparam as escalas num&eacute;ricas com a VAS sugerem a sua equival&ecirc;ncia (e.g., Averbuch &amp; Katzper, 2004;  Cork et al., 2004; Funke &amp; Reips, 2012; Flynn, van Schaik, &amp; van Wersh, 2004), embora pare&ccedil;a existir uma  superioridade das escalas num&eacute;ricas, na garantia da igualdade de intervalos e numa melhor aproxima&ccedil;&atilde;o a uma  distribui&ccedil;&atilde;o normal (e.g., Paul-Dauphin, Guillemin, Virion, &amp; Brian&ccedil;on, 1999). Por&eacute;m, o bom  desempenho das VAS n&atilde;o &eacute; reflectido nas suas vers&otilde;es din&acirc;micas digitais, os <i>sliders</i>.  Comparativamente &agrave; VAS, os <i>sliders</i> fornecem um desempenho muito inferior, pelo que segundo Funke (2016) &eacute; de  todo recomendado evitar o seu uso.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><i>Falta de ponto de refer&ecirc;ncia (o zero)</i></p>     <p>Mesmo as escalas que s&atilde;o pass&iacute;veis de ter intervalos constantes entre os n&uacute;meros n&atilde;o nos garantem  que essa grandeza &eacute; representada de forma igual por todos os indiv&iacute;duos. Nenhuma das escalas por defeito,  operacionaliza uma medida com &ldquo;um zero&rdquo; (a aus&ecirc;ncia do constructo). Como consequ&ecirc;ncia, cada  indiv&iacute;duo poder&aacute; perceber de forma diferente, por exemplo, o que &eacute; uma &ldquo;baixa intensidade  emocional&rdquo; calibrando idiossincraticamente as suas respostas. Tal limita as conclus&otilde;es que podemos retirar dos dados.  Por exemplo, ao pedirmos a um trabalhador para, numa escala que varia de 1 &ndash; <i>Muito Pouco</i> a 7 &ndash;  <i>Muitissimo,</i> assinalar a &ldquo;quantidade de trabalho&rdquo; que realizou naquele dia<i>,</i> o trabalhador A (que arquivou  10 ficheiros) pode reportar o valor 4 na escala, e o trabalhador B (que arquivou 20 ficheiros) reportar o valor 2. As respostas  reflectem a forma como cada trabalhador se situa num espa&ccedil;o psicol&oacute;gico subjectivo; um espa&ccedil;o do que &eacute;  para cada um deles &ldquo;pouco&rdquo; ou &ldquo;muito&rdquo;. E dever&aacute; ser assim que o investigador interpreta os seus  dados, n&atilde;o confundido o espa&ccedil;o criado subjectivamente com o espa&ccedil;o objectivo, que exige a  utiliza&ccedil;&atilde;o de uma escala de raz&atilde;o com clara defini&ccedil;&atilde;o do que &eacute; um zero absoluto. Para  isso, ajuda (mas n&atilde;o chega) fornecer aos inquiridos a operacionaliza&ccedil;&atilde;o dos intervalos, por exemplo, referir  que &ldquo;Muito pouco=&lt;5 ficheiros&rdquo;.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Uso de r&oacute;tulos verbais</i></p>     <p>Se os inquiridos atenderem aos r&oacute;tulos verbais (ou quantificadores, designa&ccedil;&otilde;es), que um investigador  decide usar para referenciar cada ponto da escala (que n&atilde;o s&oacute; os extremos), ir&atilde;o fornecer respostas  diferentes do que se n&atilde;o atenderem. Tal introduz um erro sistem&aacute;tico na medida, dado que nunca saberemos o que o  inquirido fez (ver Cummins &amp; Gullone, 2000).</p>     <p>O uso de r&oacute;tulos tamb&eacute;m &eacute; uma amea&ccedil;a &agrave; continuidade da medida. Quer os quantificadores,  quer os r&oacute;tulos que os representam, garantem a ordena&ccedil;&atilde;o dos pontos de mensura&ccedil;&atilde;o dando-lhes um  significado (validade &ldquo;facial&rdquo; de uma resposta), mas perturbam a equidist&acirc;ncia dos intervalos. A  adi&ccedil;&atilde;o de r&oacute;tulos perturba o n&iacute;vel de mensura&ccedil;&atilde;o da medida conferindo-lhe um estatuto de  escala ordinal<sup><a href="#2">2</a></sup><a name="top2"></a> (e.g., Hartley, Trueman, &amp; Rodgers, 1984; Meek, Sennot-Miller,  &amp; Ferketich, 1992; Rasmussen, 1989; Wills &amp; Moore, 1994).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>A natureza dos r&oacute;tulos verbais utilizados</i></p>     <p>Todo o r&oacute;tulo atribu&iacute;do a um ponto da escala modela o significado atribu&iacute;do a esse ponto. Os  r&oacute;tulos dos extremos numa escala cont&iacute;nua definem a unicidade da medida (ver Cummins &amp; Gullone, 2000) e deve ser  sujeita a certifica&ccedil;&atilde;o em pr&eacute;-testes (garantido que todos os inquiridos os interpretam da mesma forma). Por  exemplo, para garantir que os diferenciais sem&acirc;nticos definem uma escala cont&iacute;nua, com uma &uacute;nica  dimens&atilde;o sem&acirc;ntica, Osgood, Suci e Tannenbaum (1957) usaram como &acirc;ncoras, adjectivos de polos opostos (Bom  <i>vs.</i> Mau; Grande <i>vs.</i> Pequeno; Forte <i>vs.</i> Fraco etc.). A vantagem dos r&oacute;tulos-&acirc;ncora serem  verdadeiros opostos sem&acirc;nticos, e serem <i>percebidos</i> como opostos &eacute; que garantem a simetria da medida (Worcester  &amp; Burns, 1975). Mas tal nem sempre &eacute; claro. Por exemplo, o que &eacute; o oposto de Nada? Algo? Muito?  Muit&iacute;ssimo?</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Tamb&eacute;m, a escolha dos n&uacute;meros onde ancoraram a escala influencia as respostas dos inquiridos. Por exemplo, num  estudo cl&aacute;ssico nesta &aacute;rea, Schwarz, Knauper, Hippler, Noelle-Neuman e Clark (1991) verificaram que enquanto 34% dos  inquiridos referiam ser &ldquo;bem-sucedidos&rdquo; na sua vida, numa escala ancorada entre -5 (<i>Nada bem-sucedido</i>) e 5  (<i>Extremamente bem-sucedido</i>), apenas 3% reportaram esse n&iacute;vel de sucesso numa escala ancorada em 0 (<i>Nada  bem-sucedido</i>) e 10 (<i>Extremamente bem-sucedido</i>). Pelo que parece, o significado de <i>Nada bem-sucedido</i> quando  associado ao n&uacute;mero zero, refere a aus&ecirc;ncia de sucessos e quando associado ao n&uacute;mero menos cinco (-5) refere a  presen&ccedil;a de fracassos. Para que um investigador saiba como interpretar os seus dados tem de perceber o significado que os  seus respondentes atribuem &agrave;s suas respostas, o que &eacute; apenas identificado por um processo cuidadoso de  pr&eacute;-testes.</p>     <p>A dimens&atilde;o mais utilizada em escalas &eacute; o grau de acordo manifestado numa afirma&ccedil;&atilde;o,  operacionalizado frequentemente em escalas de categorias do tipo das usadas por Likert (1932) na constru&ccedil;&atilde;o dos seus  instrumentos de medida (5 pontos que associavam cada ponto a um r&oacute;tulo: <i>1 &ndash; Discordo totalmente, 2 &ndash;  Discordo, 3 &ndash; Nem discordo nem concordo, 4 &ndash; Concordo, 5 &ndash; Concordo totalmente</i>). Mas o uso de diferentes  r&oacute;tulos pode alterar as respostas sem que tal reflicta diferen&ccedil;as na posi&ccedil;&atilde;o do inquirido. Por  exemplo, se em vez do r&oacute;tulo &ldquo;<i>Discordo&rdquo;</i> o investigador usar o r&oacute;tulo &ldquo;<i>Discordo  bastante&rdquo;</i>, ir&aacute; deslocar a resposta de alguns inquiridos para os pontos adjacentes e vice-versa.</p>     <p>Sustentados em Likert, muitos investigadores usam escalas de categorias adicionando diferentes tipos de r&oacute;tulos aos  seus pontos. Entendem que tal facto reduz a ambiguidade das respostas dos inquiridos e confere maior estabilidade &agrave; medida  (Svensson, 2000). Mas a verdade &eacute; que os problemas com o seu uso, limitam essas aparentes vantagens. Facilmente se  identificam dois problemas: (a) os r&oacute;tulos quebram a seguran&ccedil;a de que os intervalos s&atilde;o percebidos como  iguais e (b) os r&oacute;tulos violam a presun&ccedil;&atilde;o de invariabilidade e estabilidade do significado atribu&iacute;do  a cada ponto. Ilustremos os dois problemas tomando como exemplo a dimens&atilde;o favorabilidade e o uso dos seguintes  quantificadores lingu&iacute;sticos: <i>1 &ndash; Totalmente favor&aacute;vel; Bastante favor&aacute;vel; Moderadamente  favor&aacute;vel; Nem favor&aacute;vel nem desfavor&aacute;vel; Moderadamente desfavor&aacute;vel; Bastante desfavor&aacute;vel; 7  &ndash; Totalmente desfavor&aacute;vel</i>. Esta escala pressup&otilde;e que a dist&acirc;ncia psicol&oacute;gica percebida entre  &ldquo;totalmente&rdquo; e &ldquo;bastante&rdquo; seja id&ecirc;ntica a entre &ldquo;bastante&rdquo; e &ldquo;moderadamente&rdquo;  e presume que todos os participantes percebam o ponto 6 como superior ao ponto 5 (ou seja, que ningu&eacute;m entenda a palavra  <i>bastante</i>c omo de valor superior a <i>moderadamente</i>). Os estudos (e.g., Schriesheim &amp; Novelli, 1989) t&ecirc;m  por&eacute;m demonstrado que n&atilde;o existe consenso entre o que representa uma grandeza maior, o &ldquo;bastante&rdquo; ou o  &ldquo;moderadamente&rdquo;. E o adv&eacute;rbio de tempo &ldquo;ocasionalmente&rdquo;, foi identificado como muito diferente do  adv&eacute;rbio &ldquo;raramente&rdquo;, mas relativamente pr&oacute;ximo, em significado, ao &ldquo;&agrave;s vezes&rdquo;. O  mapeamento gr&aacute;fico da pr&oacute;pria escala ajuda a eliminar estes problemas. Assim, o cont&iacute;nuo com igualdade de  intervalos, apenas &eacute; garantido se os inquiridos ignorarem o significado sem&acirc;ntico dos r&oacute;tulos. Mas ao colocar  os r&oacute;tulos, uns inquiridos podem ignor&aacute;-los e outros n&atilde;o, inserindo uma fonte de erro na medida.</p> </p>V&aacute;rios estudos t&ecirc;m procurado estudar os quantificadores ou r&oacute;tulos a serem usados nas escalas de  categorias com vista a ultrapassar a natureza discreta da vari&aacute;vel (e.g., Osinski &amp; Bruno, 1998; Schriesheim &amp;  Castro, 1996; Schriesheim &amp; Schriesheim, 1974). Alguns destes estudos seguem a orienta&ccedil;&atilde;o de  compara&ccedil;&atilde;o di&aacute;ticas sugeridas por Thurstone (ver, por exemplo, Myers &amp; Warner, 1968; Wildt &amp; Mazis,  1978), enquanto outros seguem a sugest&atilde;o de Stevens (1975) e apresentam aos participantes simultaneamente os diferentes  quantificadores de resposta, pedindo-lhes para atribuir um valor a cada, e analisando-se de seguida a natureza de  rela&ccedil;&atilde;o estabelecida, procurando perceber a invari&acirc;ncia e as dist&acirc;ncias que se estabelecem entre eles.  Um exemplo &eacute; o estudo de Bartram e Yelding (1973), que testou express&otilde;es como <i>Extremamente, Muito, Bem,  Normalmente, Razoavelmente, Quase</i>, e <i>N&atilde;o em todos</i> com vista a perceber se mantinham a invari&acirc;ncia da  medida e uma equidist&acirc;ncia percebida. Mais tarde Schriesheim e Novelli (1989) usaram os dois m&eacute;todos para o mesmo  conjunto de r&oacute;tulos e conclu&iacute;ram que estes fornecem diferentes conclus&otilde;es. A li&ccedil;&atilde;o que se tira  destes estudos &eacute; que os r&oacute;tulos mudam as dist&acirc;ncias entre os n&uacute;meros. Por exemplo, o estudo de Ware e  Gander (1994) usando o m&eacute;todo Thurstone sugerem as seguintes dist&acirc;ncias entre os r&oacute;tulos de uma escala  categorial: <i>Poor (1.0), Fair (2.3), Good (3.4), Very Good (4.3), and Excellent (5.0)</i>, o que deixa claro que a  dist&acirc;ncia entre as duas categorias mais baixas (1.3) &eacute; aproximadamente o dobro entre as duas categorias mais altas  (0.7).</p>     <p>Para o leitor portugu&ecirc;s &eacute; talvez mais relevante conhecer os resultados dos trabalhos de Osinski e Bruno (1998) que  replicaram os trabalhos de Schriesheim e Novelli (1989). Os autores estudaram 20 express&otilde;es de frequ&ecirc;ncia, tais como:  <i>Sempre, Constantemente, Continuamente, Frequentemente, Raramente, N&atilde;o em todos, Nenhuma das vezes,  Nunca</i>, e sugerem como podemos transformar as escalas de categorias em escalas com pontos n&atilde;o equidistantes, mas bem  definidos num <i>continuum</i> (como sugerido por Thurstone, 1928). Por exemplo, para uma escala de 5 pontos, os autores  recomendam o uso de r&oacute;tulos em que o participante que seleccionar a op&ccedil;&atilde;o de resposta <i>Quase nunca</i>  ter&aacute; uma pontua&ccedil;&atilde;o de 2.28; <i>&Agrave;s vezes</i> uma pontua&ccedil;&atilde;o de 4.71; <i>Normalmente</i>  uma pontua&ccedil;&atilde;o de 26.60; <i>Quase sempre</i> uma pontua&ccedil;&atilde;o de 38.49; e <i>Sempre</i> uma  pontua&ccedil;&atilde;o de 50.38.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>O n&uacute;mero de pontos definidos na escala de resposta</i></p>     <p>N&atilde;o nos surpreende uma escala de resposta ter 5, 7, ou ainda 11 pontos. Estes s&atilde;o valores tradicionais,  associados a autores como Likert (5 pontos), Osgood, Suci e Tannenbaum&rsquo;s (7 pontos) e Thurstone (11 pontos). A analogia da  escala de resposta com um term&oacute;metro, introduziu a escala como 10 ou 100 pontos.</p>     <p>Uma escala de resposta com mais pontos tem maior sensibilidade pelo que por defeito poderia enriquecer as an&aacute;lises de  dados, facilitando as an&aacute;lises multivariadas (ver Viswanathan, Sudman, &amp; Johnson, 2004). Por&eacute;m, um aumento de  sensibilidade nem sempre &eacute; desej&aacute;vel pois pode predispor a medida a erro se a nossa actividade cognitiva n&atilde;o  acompanha essa mesma sensibilidade. A consci&ecirc;ncia deste facto levou a que muitos estudos tenham salientado a  altera&ccedil;&atilde;o da fiabilidade das respostas em escalas de avalia&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua com a  altera&ccedil;&atilde;o de n&uacute;mero de pontos. Os primeiros estudos apontaram para uma solu&ccedil;&atilde;o em torno de 5-9  pontos (e.g., Andrews &amp; Withey 1976; Cox 1980; Givon &amp; Shapira 1984; Jenkins &amp; Taber, 1977; Neuman &amp; Neuman  1981).</p>     <p>Em 1984, Churchill e Peter conduziram uma meta-an&aacute;lise onde verificaram que a fiabilidade de uma medida comp&oacute;sita  de itens, que envolve o somat&oacute;rio de diferentes escalas de resposta (associados a diferentes itens) aumenta directamente  com o n&uacute;mero de pontos da escala de resposta. Contudo, usando o m&eacute;todo de simula&ccedil;&atilde;o Monte-Carlo,  Cicchetti, Showalter e Tyrer (1985) contradizem essa conclus&atilde;o sugerindo que essa rela&ccedil;&atilde;o linear &eacute;  verificada apenas com escalas de resposta entre dois e sete pontos. Entre sete e 100 categorias de respostas n&atilde;o se  verifica qualquer incremento de fiabilidade (dados replicados por Preston &amp; Colman, 2000). A escala de sete pontos ficou assim  destacada na sua fiabilidade. Autores como Srinivasan e Basu (1989) e Oaster (1989) que testaram a fiabilidade quer por meio do  teste-reteste quer pela medida de consist&ecirc;ncia interna (alfa de Cronbach) confirmam tal facto. Estudos mais recentes apontam  para valores desej&aacute;veis de fiabilidade nas escalas que t&ecirc;m de 5 a 9 pontos (ver Alwin &amp; Krosnick 1991; Cicchetti  et al., 1985; Colman Norris, &amp; Preston. 1997; Preston &amp; Colman, 2000).</p>     <p>Com o objectivo de perceber qual &eacute; o n&uacute;mero de pontos que reflecte a resposta natural dos participantes, alguns  estudos usaram as VAS pedindo aos inquiridos para colocarem livremente as suas respostas em linhas de 9 a 10cm. Estudaram de  seguida qual seria a fiabilidade da medida se organizassem as respostas obtidas em 2 ou mais <i>cluster</i>s de pontos. No estudo  pioneiro nesta metodologia, Champney e Marshall (1939), mostraram que a fiabilidade cresce dramaticamente quando se sobe de dois  pontos para a 9. Verificou-se ainda alguma altera&ccedil;&atilde;o ligeira at&eacute; 18 pontos, mas nenhuma vantagem em aumentar  o n&uacute;mero de <i>clusters</i> a partir desse ponto. McKelvie (1978) ao se preocupar em saber qual o n&uacute;mero de pontos  que os inqueridos espontaneamente usam nessa linha, concluiu que as suas respostas se organizam em torno de 5 <i>clusters</i>,  indicando os 5 pontos como uma &ldquo;resposta natural&rdquo; e por tal mais f&aacute;cil para os inquiridos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&Eacute; importante perceber que as diferen&ccedil;as de fiabilidade das resposta em formato de escalas com diferente tamanho  reflectem tanto as diferen&ccedil;as na sensibilidade, como na facilidade com que os inquiridos respondem. Isto porque qualquer  factor que crie dificuldades aos inquiridos para fornecer a sua resposta, ir&aacute; afectar a fiabilidade da medida. Foi assim,  que quando Alwin (1997) ao comparar o desempenho de uma escala de avalia&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua com 7 pontos com o  desempenho de uma escala gr&aacute;fica de term&oacute;metro, concluiu que junto da popula&ccedil;&atilde;o geral esta  &uacute;ltima origina respostas mais fi&aacute;veis. Parece que para a popula&ccedil;&atilde;o em geral &eacute; mais f&aacute;cil  usar um term&oacute;metro do que uma escala cont&iacute;nua.</p>     <p>Mas a facilidade de resposta num cont&iacute;nuo depende tamb&eacute;m do julgamento espec&iacute;fico em causa. Se &eacute;  f&aacute;cil dizer se gostamos ou n&atilde;o gostamos do nosso emprego, torna-se mais dif&iacute;cil dizer quanto gostamos,  tentando diferenciar entre o que significa gostar 8 ou gostar 7 numa escala de 20 pontos. A tarefa cognitiva tona-se exigente e o  erro prov&aacute;vel. Quando o n&uacute;mero de op&ccedil;&otilde;es &eacute; muito grande, tem-se verificado que o inquirido  desenvolve uma pr&eacute;-disposi&ccedil;&atilde;o para manter a mesma resposta ao longo do instrumento (Swait &amp; Adarnowicz,  2001; Weathers, Sharma, &amp; Niedrich, 2005). No entanto, o inverso pode ser verificado, e sentirmos dificuldade em comunicar  quanto gostamos do emprego quando o valor 5 &eacute; o m&aacute;ximo e n&atilde;o quer&iacute;amos assinalar o 4 por ser apenas um  valor acima do ponto m&eacute;dio. O facto de a escala ser pouco sens&iacute;vel e n&atilde;o detectar pequenas diferen&ccedil;as,  dificulta a resposta de quem est&aacute; motivado para fazer an&aacute;lises mais finas. Deste exemplo, fica claro que para  al&eacute;m de devermos atender &agrave; capacidade cognitiva do inquirido para decidir o n&uacute;mero &oacute;ptimo de pontos de  uma escala, devemos tamb&eacute;m considerar o seu grau de motiva&ccedil;&atilde;o (ver Alwin, 1991; Krosnick &amp; Alwin, 1989;  Tourangeau, 1984).</p>     <p>Tendo em conta todos os factores que t&ecirc;m sido apontados, &eacute; mais ou menos consensual que relativamente a uma  quest&atilde;o fechada o uso de escalas de respostas com 5 e 7 pontos t&ecirc;m vantagens relativamente a escalas cont&iacute;nuas  com mais ou menos pontos (ver Cummins &amp; Gullone, 2000).</p>     <p>Um investigador dever&aacute; sempre ter em conta que existem vantagens em manter o n&uacute;mero de pontos das escalas num  mesmo estudo, constante. A rela&ccedil;&atilde;o entre escalas com diferente n&uacute;mero de pontos tende a n&atilde;o ser  linear, tornado problem&aacute;tico o uso de correla&ccedil;&otilde;es lineares. Como demonstra Kennedy, Riquier e Sharp (1996), a  rela&ccedil;&atilde;o entre escalas de tamanho diferente tende a expressar-se numa rela&ccedil;&atilde;o curvil&iacute;nea  (<i>U-shaped</i>). Os seus resultados mostram que ao relacionar dados de uma escala de 10 pontos com os de uma de 5 pontos, a  rela&ccedil;&atilde;o &eacute; mais forte nos n&uacute;meros acima do valor m&eacute;dio de cada escala, tendendo a ser  ligeiramente negativa ou nula para os n&uacute;meros abaixo do ponto m&eacute;dio. O facto de a rela&ccedil;&atilde;o positiva ser  mais forte que a rela&ccedil;&atilde;o neutra/negativa pode sugerir que as escalas de 5 pontos s&atilde;o menos equilibradas (o  ponto m&eacute;dio &eacute; percebido como deslocado para a esquerda).</p>     <p>O tamanho da linha que representa a VAS &eacute; an&aacute;logo ao n&uacute;mero de pontos de uma escala. Linhas com menos de  10 cm tendem a introduzir maior variabilidade nas respostas, o que reflecte vari&acirc;ncia aleat&oacute;ria, elevando a  probabilidade de erro da medida (e.g., Revill, Robinson, Rosen, &amp; Hogg, 1976). Porque a diferen&ccedil;a de erros de medida em  linhas horizontais de 10, 15 e 20 cm, s&atilde;o insignificantes, as de 10 cm de comprimento t&ecirc;m sido privilegiadas.  &Eacute; relevante tornar clara a grandeza da linha, pelo que as &acirc;ncoras descritivas colocadas na continua&ccedil;&atilde;o  da linha, devem deixar um espa&ccedil;o para tornar claro onde esta termina (Huskisson, 1974). &Eacute; pedido ao inquirido que  fa&ccedil;a a sua avalia&ccedil;&atilde;o marcando um ponto na linha, colocando um x ou um tra&ccedil;o sobre a linha.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>O ponto m&eacute;dio das escalas</i></p>     <p>A maioria dos investigadores propuseram o uso de escalas de resposta com um n&uacute;mero &iacute;mpar de pontos, definindo  claramente um ponto m&eacute;dio. A principal vantagem em se usar este ponto m&eacute;dio (ver Cummins &amp; Gullone 2000;  Krosnick &amp; Presser, 2010) &eacute; a de que o inquirido n&atilde;o &eacute; for&ccedil;ado na escolha, sentindo-se mais  confort&aacute;veis em responder. Tal fica mais claro quando ao ponto m&eacute;dio &eacute; adicionado por exemplo o r&oacute;tulo  <i>Nem satisfeito, nem insatisfeito</i> numa escala que vai de <i>Muito insatisfeito</i> a <i>Muito satisfeito</i>.</p>     <p>A revis&atilde;o de literatura dos estudos nesta &aacute;rea realizada por Chyung, Roberts, Swanson e Hankinson (2017) define  tr&ecirc;s aspectos a serem levados em considera&ccedil;&atilde;o quando se toma a decis&atilde;o de se usar ou n&atilde;o uma  escala de resposta &iacute;mpar: (a) a n&atilde;o inclus&atilde;o do ponto m&eacute;dio p&otilde;e em causa a igualdade de  intervalos; (b) quando o ponto m&eacute;dio &eacute; considerado, ele tender&aacute; a ser usado; e (c) as respostas no ponto  m&eacute;dio nem sempre reflectem uma opini&atilde;o por parte do inquirido. Tendem a ser um ref&uacute;gio para manifestar a  n&atilde;o vontade de responder ou uma estrat&eacute;gia de resposta que n&atilde;o requer reflec&ccedil;&atilde;o. Chyung et al.  (2017) sugerem que, por causa desta tend&ecirc;ncia de resposta, se omita o ponto m&eacute;dio da escala quando o n&uacute;mero de  pontos &eacute; reduzido. Neste caso, poder-se-&aacute; oferecer, extra escala, a op&ccedil;&atilde;o de resposta <i>N&atilde;o  sei</i>.</p>     <p>Por outro lado, as escalas de resposta &iacute;mpares nem sempre s&atilde;o desej&aacute;veis. O objectivo do estudo pode  definir como mais adequado o uso de uma &ldquo;escolha for&ccedil;ada&rdquo;. &Eacute; o caso de o estudo pretender prever a  probabilidade de um voto ser no candidato A ou B. O inqu&eacute;rito dever&aacute; simular a situa&ccedil;&atilde;o de voto e  impor uma resposta dicot&oacute;mica, impondo ao inquirido a decis&atilde;o que ir&aacute; tomar junto das urnas.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><i>Equil&iacute;brio</i> versus <i>uni-direccionalidade das escalas</i></p>     <p>A direccionalidade possui um papel importante na elabora&ccedil;&atilde;o da escala de resposta. Nos seus estudos, Peabody  (1962, citado por Cummins &amp; Gullone, 2000) concluem que somente 10% da componente de interpreta&ccedil;&atilde;o da es cala  pode ser atribu&iacute;do &agrave; intensidade; o restante &eacute; atribu&iacute;do &agrave; direc&ccedil;&atilde;o. S&atilde;o  os polos da escala cont&iacute;nua que determinam se uma escala &eacute; bidireccional (muito negativo a muito positivo) ou  unidireccional (nada positivo a muito positivo) e a escolha est&aacute; subjacente aos objectivos do estudo e ao conhecimento que  o investigador tem da distribui&ccedil;&atilde;o desta vari&aacute;vel na popula&ccedil;&atilde;o. A escolha de uma escala de  resposta bidireccional para um question&aacute;rio de satisfa&ccedil;&atilde;o, por exemplo, parte do princ&iacute;pio que existe  pessoas insatisfeitas. Se tal n&atilde;o acontecer as caracter&iacute;sticas da distribui&ccedil;&atilde;o das respostas  ser&aacute; reduzida ao polo positivo da escala, com alguns &ldquo;<i>outliers</i>&rdquo; no seu polo negativo. Neste caso, a  op&ccedil;&atilde;o mais consistente &eacute; utilizar uma escala de resposta unidireccional e questionar apenas a intensidade da  satisfa&ccedil;&atilde;o, ganhando sensibilidade na sua medida e garantindo uma distribui&ccedil;&atilde;o mais consistente dos  seus dados.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>A mensura&ccedil;&atilde;o de frequ&ecirc;ncias e quantidades</i></p>     <p>A natureza da vari&aacute;vel/dimens&atilde;o a ser mensurada afecta o tipo de quest&atilde;o (aberta <i>vs.</i> fechada) e as  op&ccedil;&otilde;es escolhidas para as respostas fechadas, afectam a validade e a fiabilidade que conferem &agrave; medida.</p>     <p>Considere-se o caso em que a dimens&atilde;o a aceder &eacute; uma &ldquo;frequ&ecirc;ncia&rdquo;. Ao perguntar a um  indiv&iacute;duo o n&uacute;mero de vezes que exibiu um dado comportamento, estamos a colocar uma quest&atilde;o com formato  aberto. Ao perguntar, por exemplo, quantas vezes viu a vers&atilde;o original de um filme recente de uma forma espont&acirc;nea as  respostas podem ser &ldquo;0, 1, 2, 3&rdquo;. Mas se perguntarmos quantas vezes viu &ldquo;M&uacute;sica no  Cora&ccedil;&atilde;o&rdquo; surgem-nos problemas com esta pergunta &ldquo;aberta&rdquo;. Isto porque quando a frequ&ecirc;ncia do  comportamento &eacute; elevada e dispersa no tempo, a fiabilidade da mem&oacute;ria afecta a fiabilidade da medida. Entre as  estrat&eacute;gias mais utilizadas para tentar ultrapassar o problema da grande dispers&atilde;o das frequ&ecirc;ncias,  encontra-se o pedir ao inquirido que nos forne&ccedil;a apenas os valores associados a uma amostra reduzida do seu tempo de vida,  como &ldquo;no &uacute;ltimo dia&rdquo;, &ldquo;na &uacute;ltima semana&rdquo;, &ldquo;no corrente ano&rdquo;. Ao utilizar-se uma  estrat&eacute;gia como esta, n&atilde;o se deve ignorar que tal pode ter consequ&ecirc;ncias na interpreta&ccedil;&atilde;o dos  dados, j&aacute; que a distribui&ccedil;&atilde;o das frequ&ecirc;ncias muda em fun&ccedil;&atilde;o do intervalo a que estas se  reportam (ver estudos de Winkielman, Knauper, &amp; Schwarz, 1998).</p>     <p>Quando a quest&atilde;o colocada foca a dimens&atilde;o &ldquo;frequ&ecirc;ncia&rdquo;, deve-se ter em conta a complexa tarefa  cognitiva de <i>estima&ccedil;&atilde;o de frequ&ecirc;ncias.</i> &Eacute; cognitivamente exigente e sujeita a v&aacute;rios tipos  de enviesamentos. O investigador n&atilde;o pode ignorar este aspecto ao decidir usar este tipo de grandeza como  &ldquo;vari&aacute;vel de estudo&rdquo; (ver Conrad, Brown, &amp; Cashman, 1998; Schwarz &amp; Oyserman, 2001; Sudman, Bradburn,  &amp; Schwarz, 1996). Por exemplo, deve-se ter em conta que a amostra de eventos activos na nossa mem&oacute;ria de trabalho  afecta essa estimativa e que a forma como a quest&atilde;o est&aacute; colocada pode afectar essa activa&ccedil;&atilde;o.  &Eacute; tamb&eacute;m relevante saber-se que os inquiridos tendem a sobrestimar a frequ&ecirc;ncia de comportamentos raros e a  subestimar a frequ&ecirc;ncia de comportamentos frequentes (ver Sudman et al., 1996). As teorias pessoais sobre a  distribui&ccedil;&atilde;o da vari&aacute;vel afectam as suas respostas. Por exemplo, ao reportar o consumo de &aacute;lcool o  inquirido que acredita que o &aacute;lcool altera a estabilidade dos seus comportamentos, reporta o mesmo consumo  independentemente do per&iacute;odo de tempo referido enquanto o que acredita na instabilidade dos comportamentos, fornece uma  resposta diferente consoante o per&iacute;odo de tempo referido (ver Collins, Graham, Hansen, &amp; Johnson, 1985). A  estima&ccedil;&atilde;o livre de frequ&ecirc;ncia (resposta aberta) tem igualmente o problema de se estar a pedir a  selec&ccedil;&atilde;o de um n&uacute;mero para representar a frequ&ecirc;ncia. Estas respostas acabam por referir  m&uacute;ltiplos de 5 e 10 (ver Tourangeau, Rips, &amp; Rasinski, 2000) e valores protot&iacute;picos (por exemplo, quando a  quest&atilde;o &eacute; &ldquo;<i>H&aacute; quantos dias atr&aacute;s</i>...&rdquo;, geralmente as respostas reportam valores  associados &agrave; semana &ndash; 7 dias &ndash; ou ao m&ecirc;s &ndash; 30 dias; ver Huttenlocher, Hedges, &amp; Bradburn,  1990). Daqui a vantagem de se usarem respostas de quest&atilde;o fechada, usando uma <i>escala de frequ&ecirc;ncia</i>.</p>     <p>As <i>escalas de resposta de frequ&ecirc;ncia</i> sendo truncadas, devem ser sustentadas em estudos piloto para que n&atilde;o  se cometa o erro de oferecer aos inquiridos como alternativa de resposta apenas estimativas baixas ou estimativas elevadas. Para  al&eacute;m de n&atilde;o permitir ao inquirido oferecer a sua resposta, o valor destas estimativas ir&aacute; moldar a forma como  o inquerido interpreta a quest&atilde;o colocada (Schwarz, Strack, Muller, &amp; Chassein 1988; Winkielman et al., 1998). Por  exemplo, se uma pergunta relativa a qu&atilde;o frequente &eacute; o inquirido sentir-se irritado (ex., com o seu chefe), for  medida uma escala de baixas frequ&ecirc;ncias (ex., de uma vez por ano a uma vez por m&ecirc;s), o inquirido ir&aacute;  interpretar a pergunta como se referindo a &ldquo;grandes e significativas irrita&ccedil;&otilde;es&rdquo;. Mas se usarmos uma  escala de elevada frequ&ecirc;ncia (ex., uma vez por semana a v&aacute;rias vezes por dia), provavelmente o inquerido  interpretar&aacute; a quest&atilde;o como se referindo &agrave;s pequenas desaven&ccedil;as que ocorrem no dia-a-dia.  M&uacute;ltiplos estudos demonstram esta influ&ecirc;ncia das escalas de frequ&ecirc;ncia nas respostas dos participantes  relativamente a comportamentos de sa&uacute;de (Wright, Gaskell, &amp; O&rsquo;Muircheartaigh, 1994), consumo de televis&atilde;o  (Schwarz, Hippler, Deutsch, &amp; Strack, 1985) e comportamentos dos consumidores (Menon, Rhagubir, &amp; Schwarz, 1995). Um  exemplo claro &eacute; o que ocorre quando queremos saber a frequ&ecirc;ncia de um sintoma de uma doen&ccedil;a numa  popula&ccedil;&atilde;o psicossom&aacute;tica; quando a escala de resposta teve como &acirc;ncoras 1 &ndash; menos de duas vezes  por m&ecirc;s e 5 &ndash; v&aacute;rias vezes ao dia, 62% terem reportado valores acima de &ldquo;duas vezes por m&ecirc;s&rdquo;  e quando tinha como &acirc;ncoras 1 &ndash; nunca e 5 &ndash; Duas vezes por m&ecirc;s ou mais, apenas 39% reportaram valores  acima de &ldquo;duas vezes por m&ecirc;s&rdquo; (Schwarz &amp; Scheuring, 1992).</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Em t&iacute;tulo de conclus&atilde;o</b></p>     <p>Ao longo deste artigo foram apresentados diferentes tipos de resposta fechada a serem usadas num inqu&eacute;rito, e  salientadas as consequ&ecirc;ncias de o investigador decidir por um ou outro tipo. As escalas de avalia&ccedil;&atilde;o  cont&iacute;nua com 5 a 9 pontos parecem fornecer medidas intervalares, e fornecer medidas mais fi&aacute;veis, dependendo,  por&eacute;m, a sua validade da quest&atilde;o concreta colocada e dos r&oacute;tulos (e mesmo n&uacute;meros) utilizados em seus  extremos (para o qual se recomendam pr&eacute;-testes). Em geral as escalas de resposta gr&aacute;ficas permitem uma r&aacute;pida  compreens&atilde;o da dimens&atilde;o cont&iacute;nua da resposta e facilitam a resposta, isto sem comprometer as  caracter&iacute;sticas m&eacute;tricas da medida que s&atilde;o semelhantes &agrave;s das escalas de avalia&ccedil;&atilde;o  num&eacute;rica.</p>     <p>Mas mais do que fornecer respostas ao investigador que pretende tomar uma decis&atilde;o, este artigo fornece um conjunto de  argumentos emp&iacute;ricos para sustentar as suas decis&otilde;es. Mais concretamente, faz um resumo dos argumentos que se  encontram dispersos na literatura do campo. Fica, assim, saliente o facto de que a escolha por um formato de resposta ou outro,  n&atilde;o depende de quest&otilde;es de moda, est&eacute;tica, mas sim das implica&ccedil;&otilde;es que esta escolha tem para  uma v&aacute;lida e fi&aacute;vel operacionaliza&ccedil;&atilde;o da medida. O investigador ao elaborar um inqu&eacute;rito deve  ter em mente que este envolve uma intera&ccedil;&atilde;o com o inquirido que tem de compreender n&atilde;o s&oacute; a  quest&atilde;o colocada (ver Strack &amp; Martin, 1987) mas a forma como lhe responder. Os trabalhos de Schwarz e Sudman (1996),  t&ecirc;m chamado a aten&ccedil;&atilde;o dos investigadores para a necessidade de perceberem a complexidade dos mecanismos  cognitivos envolvidos nas respostas a um question&aacute;rio. O investigador deve compreend&ecirc;-los se quer perceber o  significado das respectivas respostas. De entre estes processos cognitivos encontra-se, por exemplo, a compreens&atilde;o da  quest&atilde;o e a consequente &ldquo;procura de significado&rdquo;. O investigador dever&aacute; ter em mente que o inquirido  utiliza todos as caracter&iacute;sticas presentes num question&aacute;rio para resolver qualquer ambiguidade na  compreens&atilde;o. Sem perceber como esta resolu&ccedil;&atilde;o de ambiguidade ocorre, o investigador pode cometer diversos  erros de interpreta&ccedil;&atilde;o dos seus dados.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Alguns esclarecimentos adicionais</i></p>     <p>O presente artigo apenas foca o formato de respostas a serem inseridas num question&aacute;rio. Deste modo, apesar de ser  relevante para o campo de desenvolvimento de medidas complexas, o artigo n&atilde;o foca a natureza de itens a serem inseridos  nessas medidas como escalas de atitudes contru&iacute;das com a metodologia proposta de Likert, escalas de aptid&otilde;es etc.</p>     <p>Para um pensamento mais completo sobre a natureza do formato de itens a serem inclu&iacute;dos em medidas complexas, o leitor  deve aceder a outro tipo de literatura. Uma literatura onde se destaca o contributo dos modelos desenvolvidos pela Teoria de  Resposta ao Item (TRI), em complementaridade &agrave; an&aacute;lise de itens e ao estudo da fiabilidade e validade das escalas  pela Teoria Cl&aacute;ssica dos Testes (TCT). A TCT tem, por exemplo, referido que apesar de existirem influ&ecirc;ncias do tipo  de formato de uma resposta fechada na fiabilidade de uma escala comp&oacute;sita o mais relevante para a fiabilidade do  instrumento &eacute; o n&uacute;mero de itens utilizado nas escalas comp&oacute;sitas (Kline, 2005). Os modelos de  TRI<sup><a href="#3">3</a></sup><a name="top3"></a> usados sobre dados polit&oacute;micos permitem descrever a probabilidade de um  indiv&iacute;duo responder a uma determinada categoria de um item, considerando as propriedades do item no todo e o n&iacute;vel  do item no atributo (Hambleton, van der Linden, &amp; Wells, 2010). Destas abordagens surgem por&eacute;m algumas  recomenda&ccedil;&otilde;es sobre o formato da escala de resposta associada ao item, por exemplo recomenda&ccedil;&otilde;es para  n&atilde;o usar, as escalas com categoria central, e as escalas bipolares. Adicionalmente os modelos de TRI sugerem a  obten&ccedil;&atilde;o de escalas de intervalo a partir de respostas ordinais, eliminando a necessidade de desenvolver  aparentemente categorias intervalares, quando este formato de resposta &eacute; inclu&iacute;do em medidas complexas. Assim, a TRI  sugere uma an&aacute;lise espec&iacute;fica do formato de resposta quando esta &eacute; associada a uma medida comp&oacute;sita.  No entanto, apesar da TRI atrav&eacute;s dos seus diferentes modelos ajudar o investigador a conhecer o funcionamento de cada  item, e ter uma palavra a dizer sobre o seu formato de resposta, as suas abordagens oferecem relevantes desafios t&eacute;cnicos  para se conseguir o ajustamento dos modelos aos dados (e.g., o tamanho das amostras necess&aacute;rio &agrave; estabilidade do  modelo; ver Hambleton et al., 2010).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     <!-- ref --><p>Abend, R., Dan, O., Maoz, K., Raz, S., &amp; Bar-Haim, Y. (2014). Reliability, validity and sensitivity of a computerized  visual analog scale measuring state anxiety. <i>Journal of Behavior Therapy and Experimental Psychiatry, 45</i>, 447-453.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056501&pid=S0870-8231202000020001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Alwin, D. F. (1991). Research on survey quality. <i>Sociological Methods &amp; Research, 20</i>, 3-29.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056503&pid=S0870-8231202000020001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Alwin, D. F. (1997). Feeling thermometers <i>versus</i> 7-point scales: Which are better?. <i>Sociological Methods &amp;  Research, 25</i>, 318-340.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056505&pid=S0870-8231202000020001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Alwin, D. F., &amp; Krosnick, J. A. (1991). The reliability of survey attitude measurement: The influence of question and  respondent attributes. <i>Sociological Methods &amp; Research, 20</i>, 139-181.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056507&pid=S0870-8231202000020001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Andersen, E. B. (1973). Conditional inferences for multiple-choice questionnaires. <i>British Journal of Mathematical and  Statistical Psychology, 26</i>, 31-44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056509&pid=S0870-8231202000020001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Andrews, F. M., &amp; Withey, S. B. (1976). <i>Social indicators of well-being: The development and measurement of perceptual  indicators</i>. New York: Plenum.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056511&pid=S0870-8231202000020001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Andrich, D. (1978). A rating formulation for ordered response categories. <i>Psychometrika, 43</i>, 561-573.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056513&pid=S0870-8231202000020001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Averbuch, M., &amp; Katzper, M. (2004). Assessment of visual analog <i>versus</i> categorical scale for measurement of  osteoarthritis pain. <i>The Journal of Clinical Pharmacology, 44</i>, 368-372.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056515&pid=S0870-8231202000020001000008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bartram, P., &amp; Yelding, D. (1973). The development of an empirical method of selecting phrases used in verbal rating  scales: A report on a recent experiment. <i>Journal of the Market Research Society, 15</i>, 151-156.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056517&pid=S0870-8231202000020001000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Berman, D. R., &amp; Stookey, J. A. (1980). Adolescents, television, and support for government. <i>Public Opinion Quarterly,  44</i>, 330-340.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056519&pid=S0870-8231202000020001000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Champney, H., &amp; Marshall, H. (1939). Optimal refinement of the rating scale. <i>Journal of Applied Psychology, 23</i>,  323-331.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056521&pid=S0870-8231202000020001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Churchill Jr, G. A., &amp; Peter, J. P. (1984). Research design effects on the reliability of rating scales: A meta-analysis.  <i>Journal of Marketing Research, 21</i>, 360-375. Retrieved from <a href="https://dx.doi.org/10.2307/3151463"  target="_blank">https://dx.doi.org/10.2307/3151463</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056523&pid=S0870-8231202000020001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Chyung, S. Y. Y., Roberts, K., Swanson, I., &amp; Hankinson, A. (2017). Evidence Based Survey Design: The Use of a  Midpoint on the Likert Scale. <i>Performance Improvement, 56</i>(10), 15-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056524&pid=S0870-8231202000020001000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cicchetti, D. V., Showalter, D., &amp; Tyrer, P. J. (1985). The effect of number of rating scale categories on levels of  inter-rater reliability: A Monte-Carlo investigation. <i>Applied Psychological Measurement, 9</i>, 31-36.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056526&pid=S0870-8231202000020001000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Collins, L. M., Graham, J. W., Hansen, W. B., &amp; Johnson, C. A. (1985). Agreement between retrospective accounts of  substance use and earlier reported substance use. <i>Applied Psychological Measurement, 9</i>, 301-309.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056528&pid=S0870-8231202000020001000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Colman, A. M., Norris, C. E., &amp; Preston, C. C. (1997). Comparing rating scales of different lengths: Equivalence of scores  from 5-point and 7-point scales. <i>Psychological Reports, 80</i>, 355-362.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056530&pid=S0870-8231202000020001000016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Conrad, F. G., Brown, N. R., &amp; Cashman, E. R. (1998). Strategies for estimating behavioural frequency in survey interviews.  <i>Memory, 6</i>, 339-366.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056532&pid=S0870-8231202000020001000017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Converse, J. M., &amp; Presser, S. (1986). <i>Survey questions: Handcrafting the standardized questionnaire</i>. Thousand Oaks:  Sage.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056534&pid=S0870-8231202000020001000018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cork, R. C., Isaac, I., Elsharydah, A., Saleemi, S., Zavisca, F., &amp; Alexander, L. (2004). A comparison of the verbal rating  scale and the visual analog scale for pain assessment. <i>The Internet Journal of Anesthesiology, 8</i>, 23-38.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056536&pid=S0870-8231202000020001000019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Couper, M. P., Tourangeau, R., Conrad, F. G., &amp; Singer, E. (2006). Evaluating the effectiveness of visual analog scales: A  web experiment. <i>Social Science Computer Review, 24</i>, 227-245.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056538&pid=S0870-8231202000020001000020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cox III, E. P. (1980). The optimal number of response alternatives for a scale: A review. <i>Journal of Marketing Research,  17</i>, 407-422.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056540&pid=S0870-8231202000020001000021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Cummins, R. A., &amp; Gullone, E. (2000, March). Why we should not use 5-point Likert scales: The case for subjective quality  of life measurement.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056542&pid=S0870-8231202000020001000022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> <i>Proceedings of 2<Sup>nd</Sup> International Conference on Quality of Life in Cities</i> (pp. 74-93).  Singapore: National University of Singapore.</p>     <!-- ref --><p>Flynn, D., van Schaik, P., &amp; van Wersch, A. (2004). A comparison of multi-item Likert and visual analogue scales for the  assessment of transactionally defined coping function. <i>European Journal of Psychological Assessment, 20</i>, 49-59.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056544&pid=S0870-8231202000020001000023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Funke, F. (2016). A web experiment showing negative effects of slider scales compared to visual analogue scales and radio  button scales. <i>Social Science Computer Review, 34</i>, 244-254.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056546&pid=S0870-8231202000020001000024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Funke, F., &amp; Reips, U. D. (2012). Why semantic differentials in web-based research should be made from visual analogue  scales and not from 5-point scales. <i>Field Methods, 24</i>, 310-327.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056548&pid=S0870-8231202000020001000025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Givon, M. M., &amp; Shapira, Z. (1984). Response to rating scales: a theoretical model and its application to the number of  categories problem. <i>Journal of Marketing Research, 21</i>, 410-419.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056550&pid=S0870-8231202000020001000026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Grapentine, T. (2003). Scales: Still problematic 10 years later. <i>Marketing Research, 15</i>, 45-46.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056552&pid=S0870-8231202000020001000027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hambleton, R. K., van der Linden, W. J., &amp; Wells, C. S. (2010). IRT Models for the Analysis pf Polytomously Scored Data:  Brief and Selected History of Model Building Advances. In M.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056554&pid=S0870-8231202000020001000028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> L. Nering &amp; R. Ostini (Eds.), <i>Handbook of polytomous item  response theory models</i> (pp. 21-42). New York, NY: Routledge, Taylor &amp; Francis Group.</p>     <!-- ref --><p>Hand, D. J. (1996). Statistics and the theory of measurement<i>. Journal of the Royal Statistical Society, 159</i>, 445-492.  Retrieved from <a href="https://dx.doi.org/10.2307/2983326" target="_blank">https://dx.doi.org/10.2307/2983326</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056556&pid=S0870-8231202000020001000029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Hartley, J., Trueman, M., &amp; Rodgers, A. (1984). The effects of verbal and numerical quantifiers on questionnaire responses.  <i>Applied Ergonomics, 15</i>, 149-155.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056557&pid=S0870-8231202000020001000030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hayes, M. H. S., &amp; Patterson, D. G. (1921). Experimental development of the graphic rating method. <i>Psychological  Bulletin, 18</i>, 98-99.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056559&pid=S0870-8231202000020001000031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hofmans, J., &amp; Theuns, P. (2008). On the linearity of predefined and self-anchoring Visual Analogue Scales. <i>British  Journal of Mathematical and Statistical Psychology, 61</i>, 401-413.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056561&pid=S0870-8231202000020001000032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Huskisson, E. C. (1974). Measurement of pain. <i>The Lancet, 304</i>(7889), 1127-1131.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056563&pid=S0870-8231202000020001000033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Huttenlocher, J., Hedges, L. V., &amp; Bradburn, N. M. (1990). Reports of elapsed time: Bounding and rounding processes in  estimation. <i>Journal of Experimental Psychology: Learning, Memory, and Cognition, 16</i>, 196-213.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056565&pid=S0870-8231202000020001000034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Jenkins, G. D., &amp; Taber, T. D. (1977). A Monte Carlo study of factors affecting three indices of composite scale  reliability. <i>Journal of Applied Psychology, 62</i>, 392-398.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056567&pid=S0870-8231202000020001000035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kennedy, R., Riquier, C., &amp; Sharp, B. (1996). Practical applications of correspondence analysis to categorical data in  market research. <i>Journal of Targeting Measurement and Analysis for Marketing, 5</i>, 56-70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056569&pid=S0870-8231202000020001000036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kiess, H. O., &amp; Bloomquist, D. W. (1985). <i>Psychological research methods: A conceptual approach.</i> Needham Heights,  MA, US: Allyn &amp; Bacon.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056571&pid=S0870-8231202000020001000037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kline, T. J. B. (2005). <i>Psychological testing: A practical approach to design and evaluation</i>. Thousand Oaks, California:  SAGE Publications, Inc.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056573&pid=S0870-8231202000020001000038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Krosnick, J. A., &amp; Alwin, D. F. (1989). Aging and susceptibility to attitude change. <i>Journal of Personality and Social  Psychology, 57</i>, 416-425.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056575&pid=S0870-8231202000020001000039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Krosnick, J. A., &amp; Presser, S. (2010). Questionnaire design. In J. D. Wright &amp; P. V. Marsden (Eds.), <i>Handbook of  Survey Research</i> (2<sup>nd</sup> ed.). West Yorkshire, England: Emerald Group.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056577&pid=S0870-8231202000020001000040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Likert, R. (1932). A technique for the measurement of attitudes. <i>Archives of Psychology, 22</i>, 5-55.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056579&pid=S0870-8231202000020001000041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lindzey, G. E., &amp; Guest, L. (1951). To repeat-check lists can be dangerous. <i>Public Opinion Quarterly, 15</i>,  355-358.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056581&pid=S0870-8231202000020001000042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Masters, G. N. (1982). A Rasch model for partial credit scoring. <i>Psychometrika, 47</i>, 149-174.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056583&pid=S0870-8231202000020001000043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>McCormack, H. M., David, J. D. L., &amp; Sheather, S. (1988). Clinical applications of visual analogue scales: A critical  review. <i>Psychological Medicine, 18</i>, 1007-1019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056585&pid=S0870-8231202000020001000044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>McKelvie, S. J. (1978). Graphic rating scales &ndash; How many categories?. <i>British Journal of Psychology, 69</i>,  185-202.</p>     <!-- ref --><p>Meek, P. M., Sennott-Miller, L., &amp; Ferketich, S. L. (1992). Focus on psychometrics scaling stimuli with magnitude  estimation. <i>Research in Nursing &amp; Health, 15</i>, 77-81.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056588&pid=S0870-8231202000020001000046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Menon, G., Raghubir, P., &amp; Schwarz, N. (1995). Behavioral frequency judgments: An accessibility-diagnosticity framework.  <i>Journal of Consumer Research, 22</i>, 212-228.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056590&pid=S0870-8231202000020001000047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Michell, J. (1986). Measurement scales and statistics: A clash of paradigms. <i>Psychological Bulletin, 100</i>, 398-407.  Retrieved from <a href="https://dx.doi.org/10.1037/0033-2909.100.3.398"  target="_blank">https://dx.doi.org/10.1037/0033-2909.100.3.398</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056592&pid=S0870-8231202000020001000048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Moxey, L. M., &amp; Sanford, A. J. (1992). Context effects and the communicative functions of quantifiers: Implications for  their use in attitude research. In. N. Schwarz &amp; S. Sudman (Eds.), <i>Context effects in social and psychological research</i>  (pp. 279-296). New York, NY: Springer.</p>     <!-- ref --><p>Myers, J. H., &amp; Warner, W. G. (1968). Semantic properties of selected evaluation adjectives. <i>Journal of Marketing  Research, 5</i>, 409-412.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056594&pid=S0870-8231202000020001000050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Myles, P. S., &amp; Urquhart, N. (2005). The linearity of the visual analogue scale in patients with severe acute pain.  <i>Anaesthesia and Intensive Care, 33</i>, 54-58.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056596&pid=S0870-8231202000020001000051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Myles, P. S., Troedel, S., Boquest, M., &amp; Reeves, M. (1999). The pain visual analog scale: Is it linear or nonlinear?.  <i>Anesthesia &amp; Analgesia, 89</i>, 1517-1520. Retrieved from <a href="https://dx.doi.org/10.1213/00000539-199912000-00038"  target="_blank">https://dx.doi.org/10.1213/00000539-199912000-00038</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056598&pid=S0870-8231202000020001000052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Neuman, L., &amp; Neuman, Y. (1981). Comparison of six lengths of rating scales: Students attitude toward instruction.  <i>Psychological Reports, 48</i>, 399-404.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056599&pid=S0870-8231202000020001000053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Noelle-Neumann, E. (1970). Wanted: Rules for wording structured questionnaires. <i>Public Opinion Quarterly, 34</i>, 191-201.  Retrieved from <a href="https://dx.doi.org/10.1086/267789" target="_blank">https://dx.doi.org/10.1086/267789</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056601&pid=S0870-8231202000020001000054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Norman, G. (2010). Likert scales, levels of measurement and the &ldquo;laws&rdquo; of statistics. <i>Advances in Health  Sciences Education, 15</i>, 625-632.</p>     <!-- ref --><p>Oaster, T. R. F. (1989). Number of alternatives per choice point and stability of Likert-type scales. <i>Perceptual and Motor  Skills, 68</i>, 549-550.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056603&pid=S0870-8231202000020001000056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Osgood, C. E., Suci, G. J., &amp; Tannenbaum, P. M. (1957). <i>The measurement of meaning.</i> Urbana: University of Illinois  Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056605&pid=S0870-8231202000020001000057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Osinski, I. C., &amp; Bruno, A. S. (1998). Categor&iacute;as de respuesta en escalas tipo Likert. <i>Psicothema, 10</i>,  623-631.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056607&pid=S0870-8231202000020001000058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Paul-Dauphin, A., Guillemin, F., Virion, J. M., &amp; Brian&ccedil;on, S. (1999). Bias and precision in visual analogue scales:  A randomized controlled trial. <i>American journal of epidemiology, 150</i>, 1117-1127.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056609&pid=S0870-8231202000020001000059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Peabody, D. (1962). Two components in bipolar scales: Direction and extremeness. <i>Psychological Review, 69</i>, 65-73.  Retrieved from <a href="https://dx.doi.org/10.1037/h0039737" target="_blank">https://dx.doi.org/10.1037/h0039737</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056611&pid=S0870-8231202000020001000060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Pepper, S. (1981). Problems in the quantification of frequency expressions. In D. W. Fiske (Ed.), <i>Problems with language  imprecision: New directions for methodology of social and behavioral science</i> (Vol. 9, pp. 25-41). San Francisco:  Jossey-Bass.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056612&pid=S0870-8231202000020001000061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Preston, C. C., &amp; Colman, A. M. (2000). Optimal number of response categories in rating scales: Reliability, validity,  discriminating power, and respondent preferences. <i>Acta psychologica, 104</i>, 1-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056614&pid=S0870-8231202000020001000062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ramsay, J. (1991). Kernal smoothing approaches to nonparametric item characteristic curve estimation. <i>Psychometrika, 56</i>,  611-630.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056616&pid=S0870-8231202000020001000063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rasmussen, J. L. (1989). Analysis of Likert-scale data: A reinterpretation of Gregoire and Driver. <i>Psychological Bulletin,  105</i>, 167-170.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056618&pid=S0870-8231202000020001000064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rausch, M., &amp; Zehetleitner, M. (2014). A comparison between a visual analogue scale and a four-point scale as measures of  conscious experience of motion. <i>Consciousness and Cognition, 28</i>, 126-140. Retrieved from  <a href="https://dx.doi.org/10.1016/j.concog.2014.06.012" target="_blank">https://dx.doi.org/10.1016/j.concog.2014.06.012</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056620&pid=S0870-8231202000020001000065&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Reips, U. D., &amp; Funke, F. (2008). Interval-level measurement with visual analogue scales in internet-based research: VAS  Generator. <i>Behavior Research Methods, 40</i>, 699-704.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056621&pid=S0870-8231202000020001000066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Revill, S. I., Robinson, J. O., Rosen, M., &amp; Hogg, M. I. J. (1976). The reliability of a linear analogue for evaluating  pain. <i>Anaesthesia, 31</i>, 1191-1198.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056623&pid=S0870-8231202000020001000067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Samejima, F. (1969). Estimation of latent ability using a response pattern of graded scores. <i>Psychometrika,  Monograph Supplement, 34</i>(4, Pt. 2), 100.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056625&pid=S0870-8231202000020001000068&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Schriesheim, C. A., &amp; Castro, S. L. (1996). Referent effects in the magnitude estimation scaling of frequency expressions  for response anchor sets: An empirical investigation. <i>Educational and Psychological Measurement, 56</i>, 557-569.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056627&pid=S0870-8231202000020001000069&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Schriesheim, C. A., &amp; Novelli Jr, L. (1989). A comparative test of the interval-scale properties of magnitude estimation  and case III scaling and recommendations for equal-interval frequency response anchors. <i>Educational and Psychological  Measurement, 49</i>, 59-74.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056629&pid=S0870-8231202000020001000070&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Schriesheim, C., &amp; Schriesheim, J. (1974). Development and empirical verification of new response categories to increase  the validity of multiple response alternative questionnaires. <i>Educational and Psychological Measurement, 34</i>, 877-884.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056631&pid=S0870-8231202000020001000071&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Schuman, H., &amp; Scott, J. (1987). Problems in the use of survey questions to measure public opinion. <i>Science,  236</i>(4804), 957-959.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056633&pid=S0870-8231202000020001000072&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Schwarz, N., &amp; Hippler, H.-J. (1990). Response alternatives: The impact of their choice and presentation order  (ZUMA-Arbeitsbericht, 1990/08). Mannheim: Zentrum f&uuml;r Umfragen, Methoden und Analysen &ndash; ZUMA. Retrieved from  <a href="https://nbn-resolving.org/urn:nbn:de:0168-ssoar-67257"  target="_blank">https://nbn-resolving.org/urn:nbn:de:0168-ssoar-67257</a></p>     <!-- ref --><p>Schwarz, N., Hippler, H. J., Deutsch, B., &amp; Strack, F. (1985). Response scales: Effects of category range on reported  behavior and comparative judgments. <i>Public Opinion Quarterly, 49</i>, 388-395.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056636&pid=S0870-8231202000020001000074&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Schwarz, N., Kn&auml;uper, B., Hippler, H.-J., Noelle-Neumann, E., &amp; Clark, L. (1991). Rating scales numeric values may  change the meaning of scale labels. <i>Public Opinion Quarterly, 55</i>, 570-582.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056638&pid=S0870-8231202000020001000075&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Schwarz, N., &amp; Oyserman, D. (2001). Asking questions about behavior: Cognition, communication, and questionnaire  construction. <i>The American Journal of Evaluation, 22</i>, 127-160.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056640&pid=S0870-8231202000020001000076&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Schwarz, N., &amp; Scheuring, B. (1992). Frequency-reports of psychosomatic symptoms: What respondents learn from response  alternatives. <i>Zeitschrift fur Klinische Psychologie, 21</i>, 197-208.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056642&pid=S0870-8231202000020001000077&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Schwarz, N., Strack, F., M&uuml;ller, G., &amp; Chassein, B. (1988). The range of response alternatives may determine the  meaning of the question: Further evidence on informative functions of response alternatives. <i>Social Cognition, 6</i>,  107-117.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056644&pid=S0870-8231202000020001000078&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Schwarz, N. E., &amp; Sudman, S. E. (1996). <i>Answering questions: Methodology for determining cognitive and communicative  processes in survey research</i>. San Francisco, CA: Jossey-Bass.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056646&pid=S0870-8231202000020001000079&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Srinivasan, V., &amp; Basu, A. K. (1989). The metric quality of ordered categorical data. <i>Marketing Science, 8</i>,  205-230.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056648&pid=S0870-8231202000020001000080&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Stevens, S. S. (1975). <i>Psychophysics</i>. New Jersey: Transaction Publishers.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056650&pid=S0870-8231202000020001000081&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Strack, F., &amp; Martin, L. L. (1987). Thinking, judging, and communicating: a process account of context effects in attitude  surveys. In H.-J. Hippler, N. Schwarz, &amp; S. Sudman (Eds.), <i>Social information processing and survey methodology: Recent  research in psychology</i>. New York, NY: Springer. Retrieved from <a href="https://dx.doi.org/10.1007/978-1-4612-4798-2_7"  target="_blank">https://dx.doi.org/10.1007/978-1-4612-4798-2_7</a></p>     <!-- ref --><p>Sudman, S., Bradburn, N. M., &amp; Schwarz, N. (1996). <i>Thinking about answers: The application of cognitive processes to  survey methodology</i>. San Francisco, CA, US: Jossey-Bass.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056653&pid=S0870-8231202000020001000083&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Svensson, E. (2000). Comparison of the quality of assessments using continuous and discrete ordinal rating scales.  <i>Biometrical Journal, 42</i>, 417-434.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056655&pid=S0870-8231202000020001000084&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Swait, J., &amp; Adamowicz, W. (2001). The influence of task complexity on consumer choice: A latent class model of decision  strategy switching. <i>Journal of Consumer Research, 28</i>, 135-148.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056657&pid=S0870-8231202000020001000085&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Thurstone, L. L. (1928). Attitudes can be measured. <i>American Journal of Sociology, 33</i>, 529-554.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056659&pid=S0870-8231202000020001000086&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Tourangeau, R. (1984). Cognitive sciences and survey methods. In T. B. Jabine, M. Straf, J. Tanur, &amp; R. Tourangeau (Eds.),  <i>Cognitive aspects of survey methodology. Building a bridge between disciplines: Report of the advanced research seminar on  cognitive aspects of survey methodology</i> (pp. 73-100). Washington, DC: National Academy Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056661&pid=S0870-8231202000020001000087&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Tourangeau, R., Rips, L. J., &amp; Rasinski, K. (2000). <i>The psychology of survey response</i>. Cambridge: Cambridge  University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056663&pid=S0870-8231202000020001000088&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Townsend, J. T, &amp; Ashby, F. G. (1984). Measurement scales and statistics: The misconception misconceived. <i>Psychological  Bulletin, 96</i>, 394-401. Retrieved from <a href="https://dx.doi.org/10.1037/0033-2909.96.2.394"  target="_blank">https://dx.doi.org/10.1037/0033-2909.96.2.394</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056665&pid=S0870-8231202000020001000089&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>van der Linden, W. J., &amp; Hambleton, R. K. (Eds.). (1997). <i>Handbook of modern item response theory</i>. New York:  Springer.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056666&pid=S0870-8231202000020001000090&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Viswanathan, M., Sudman, S., &amp; Johnson, M. (2004). Maximum <i>versus</i> meaningful discrimination in scale response:  Implications for validity of measurement of consumer perceptions about products. <i>Journal of Business Research, 57</i>, 108-124.  Retrieved from <a href="https://dx.doi.org/10.1016/S0148-2963(01)00296-X"  target="_blank">https://dx.doi.org/10.1016/S0148-2963(01)00296-X</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056668&pid=S0870-8231202000020001000091&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ware, J. E., &amp; Gander, B. (1994). The SF-36 health survey: Development and use in mental health research and the IQOLA  project. <i>International Journal of Mental Health, 23</i>, 49-73. Retrieved from  <a href="https://dx.doi.org/10.1080/00207411.1994.11449283"  target="_blank">https://dx.doi.org/10.1080/00207411.1994.11449283</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056669&pid=S0870-8231202000020001000092&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Weathers, D., Sharma, S., &amp; Niedrich, R. W. (2005). The impact of the number of scale points, dispositional factors, and  the status quo decision heuristic on scale reliability and response accuracy. <i>Journal of Business Research, 58</i>,  1516-1524.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056670&pid=S0870-8231202000020001000093&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Wewers, M. E., &amp; Lowe, N. K. (1990). A critical review of visual analogue scales in the measurement of clinical phenomena.  <i>Research in Nursing &amp; Health, 13</i>, 227-236.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056672&pid=S0870-8231202000020001000094&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Wildt, A. R., &amp; Mazis, M. B. (1978). Determinants of scale response: Label <i>versus</i> position. <i>Journal of Marketing  Research, 15</i>, 261-267.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056674&pid=S0870-8231202000020001000095&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Wills, C. E., &amp; Moore, C. F. (1994). Focus on psychometrics. A controversy in scaling of subjective states: Magnitude  estimation <i>versus</i> category rating methods. <i>Research in Nursing &amp; Health, 17</i>, 231-237.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056676&pid=S0870-8231202000020001000096&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Winkielman, P., Kn&auml;uper, B., &amp; Schwarz, N. (1998). Looking back at anger: Reference periods change the interpretation  of emotion frequency questions. <i>Journal of Personality and Social Psychology, 75</i>, 719-728.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056678&pid=S0870-8231202000020001000097&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Worcester, R. M., &amp; Burns, T. R. (1975). Statistical examination of relative precision of verbal scales. <i>Journal of the  Market Research Society, 17</i>, 181-197.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=056680&pid=S0870-8231202000020001000098&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Wright, D. B., Gaskell, G. D., &amp; O&rsquo;Muircheartaigh, C. A. (1994). How much is &lsquo;quite a bit&rsquo;? Mapping  between numerical values and vague quantifiers. <i>Applied Cognitive Psychology, 8</i>, 479-496.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><a name="c0" id="c0"></a><a href="#topc0">CORRESPOND&Ecirc;NCIA</a></b></p>     <p>A correspond&ecirc;ncia relativa a este artigo dever&aacute; ser enviada para: Rui B&aacute;rtolo-Ribeiro, APPsyCI &ndash;  Applied Psychology Research Center Capabilities &amp; Inclusion, ISPA &ndash; Instituto Universit&aacute;rio, Rua Jardim do  Tabaco, 34, 1149-041 Lisboa, Portugal. E-mail: <a href="mailto:rbartolo@ispa.pt">rbartolo@ispa.pt</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>William James Center for Research, ISPA &ndash; Instituto Universit&aacute;rio, &eacute; financiado pela Funda&ccedil;&atilde;o  para a Ci&ecirc;ncia e Tecnologia (Ref. UID/PSI/04810/2013).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Submiss&atilde;o: 15/11/2018 Aceita&ccedil;&atilde;o: 02/07/2019</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>NOTAS</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><sup><a name="1"></a><a href="#top1">1</a></sup>O facto de Likert ter sugerido o uso deste tipo de itens associados a uma  escala de avalia&ccedil;&atilde;o de concord&acirc;ncia (&ldquo;rating scales&rdquo;) no procedimento que referiu ser  necess&aacute;rio &agrave; composi&ccedil;&atilde;o de uma &ldquo;escala de Likert&rdquo; (escalas que envolve v&aacute;rios itens  para aceder a um mesmo construto, sendo estes itens avaliados em escalas de 5-7 pontos e cuja m&eacute;dia das  avalia&ccedil;&otilde;es &eacute; pressuposta representar o constructo a ser medido) leva alguns autores a designar estas  <i>rating scales</i> como escalas <i>tipo Likert</i>.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><sup><a name="2"></a><a href="#top2">2</a></sup>Aqui referimos o n&iacute;vel de mensura&ccedil;&atilde;o de uma &ldquo;escala  de resposta&rdquo;. Esta afirma&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve ser confundida com o n&iacute;vel de mensura&ccedil;&atilde;o que  tem a m&eacute;dia de diferentes respostas (idealmente de 20-30 itens, como defendido por Likert). O teorema de limite central  garante-nos que a distribui&ccedil;&atilde;o e amostragem das m&eacute;dias desses itens ter&atilde;o uma  distribui&ccedil;&atilde;o normalizada e por tal as m&eacute;dias em si mant&ecirc;m dist&acirc;ncias intervalares.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><sup><a name="3"></a><a href="#top3">3</a></sup>Dos diferentes modelos que foram desenvolvidos no &acirc;mbito da TRI para  itens polit&oacute;micos, destacam-se, o <i>Graded Response Model</i> e o <i>Multidimensional Model</i> de Samejima (1969), o  <i>Rasch Rating Scale Model</i> de Andersen (1973) e Andrich, 1978, o <i>Partial Credit Model</i> de Masters (1982), e os  <i>Non-Parametric Models</i> de Ramsey (1991) entre mais de 100 modelos de TRI identificados por van der Linden e Hambleton  (1997).</p>      ]]></body><back>
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