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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Associação entre os sintomas da disfunção temporo-mandibular com factores psicológicos e alterações na coluna cervical em alunos da Escola Superior de Saúde Jean Piaget do Algarve]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Introduction: The temporomandibular disorder (TMD) affects the tempomandibular joints and stomatognathic apparatus mastication muscles and associated structures. The mastication muscles spasm is the main cause of painful symptoms in TMD; this situation may be induced by deleterious habits, which can be triggered or aggravated by emotional stress. In addition to psychological factors, cervical spine postural alterations may lead to jaw repositioning and structural changes in the whole temporomandibular joint (TMJ), causing TMD. National studies on the TMD prevalence and its relation with postural changes and levels of anxiety and depression are unknown. Objective: The objective of this study was to investigate the prevalence of TMD and its association with psychological factors, particularly anxiety and depression, and also postural changes in the cervical spine, in students from the Jean Piaget-Algarve Health School. Material and methods: The sample comprised 306 students of Physiotherapy, Nursing, Pharmacy and Clinical Analysis and Public Health BScs, from both genders, aged 18 to 43 years. TMD (using Fonseca Anamnesic Questionnaire), Anxiety and Depression and cervical spine posture were evaluated once during the 2009/2010 academic year. Results and discussion: The results indicated a TMD prevalence of 37.3% and 18.3% of anxiety or depression. The postural evaluation showed that 36.6% of students had correct cervical curvature and 19.6% had cervical concavity. No statistically significant relation (p&gt;0.05) was found between the presence of TMD and cervical spine changes. However, the association between TMD and anxiety and depression, showed that from the 114 students (37.3%) who had TMD symptoms, 35 (11.4%) also showed anxiety or depression signs (statistically significant; p<0.05). Conclusion: This study showed that the Jean Piaget-Algarve Health School students', from various health courses, present a high TMD prevalence, and revealed a significant association between this dysfunction and anxiety or depression levels. It is of great importance to disclosure this subject to populations' submitted to great emotional stress, such as university students, in order to improve individual self awareness to TMD signs and symptoms.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Disfunção temporo-mandibular]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Coluna cervical]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <P><B>Associação entre os sintomas da disfunção temporo–mandibular com factores  psicológicos e alterações na coluna cervical em alunos da Escola Superior de  Saúde Jean Piaget do Algarve</B></P>     <p>&nbsp;</p>     <P><b>Beatriz Minghelli<SUP>a</SUP>, Liliya Kiselova<SUP>a</SUP>, Celina  Pereira<SUP>a</SUP> </b></P>     <P><SUP>a</SUP>Escola Superior de Saúde Jean Piaget do Algarve, Silves,  Portugal. <A href="mailto:bmachado@silves.ipiaget.org">bmachado@silves.ipiaget.org</A></P>     <p>&nbsp;</p>     <P><B>Resumo</B></P>    <P>Introdução: A disfunção temporomandibular (DTM) é um  distúrbio que afecta as articulações tempomandibulares e a musculatura da  mastigação do aparelho estomatognático e as estruturas associadas. O espasmo dos  músculos da mastigação é o principal responsável pela sintomatologia dolorosa na  DTM e este pode ser causado pela presença de hábitos parafuncionais, os quais  podem ser desencadeados ou agravados pelo stresse emocional. Além dos factores  psicológicos, a presença de alterações na coluna cervical pode provocar  modificações no posicionamento da mandíbula, alterando toda a estrutura  musculo–ligamentar da articulação temporomandibular (ATM), levando ao  desenvolvimento da DTM. Estudos nacionais sobre a prevalência de DTM e a sua  relação com alterações posturais e com os níveis de ansiedade e depressão são  desconhecidos. Objectivos: Verificar a prevalência de DTM e a sua associação com  factores psicológicos, nomeadamente ansiedade e depressão, e alterações na  coluna cervical em alunos da Escola Superior de Saúde Jean Piaget do Algarve  (ESSJPA). Material e métodos: A amostra foi constituída por 306 alunos dos  cursos de Licenciatura em Fisioterapia, Enfermagem, Farmácia e Análises Clínicas  e de Saúde Pública, de ambos os géneros e com idades compreendidas entre os 18 e  os 43 anos. Os instrumentos de medida foram aplicados em apenas um&nbsp;momento,  durante o ano lectivo 2009/2010, sendo utilizados o Questionário Anamnésico de  Fonseca para avaliar a presença de DTM, a Escala de Medida de Ansiedade e  Depressão (HAD) e realizou–se a avaliação postural da coluna cervical.  Resultados e discussão: Os resultados obtidos indicaram uma prevalência de DTM  em 37,3% dos indivíduos da amostra e 18,3% revelaram sinais de ansiedade ou  depressão; quanto à avaliação postural, verificou–se que 36,6% dos alunos  apresentaram rectificação da curvatura cervical e 19,6% hiperlordose cervical.  Ao relacionar a presença de DTM com as alterações na coluna cervical,  verificou–se que não existiu relação estatisticamente significativa  (p&nbsp;&gt;&nbsp;0,05). No entanto, a associação entre o DTM com os níveis de  ansiedade e depressão, revelou que dos 114&nbsp;alunos (37,3%) que apresentavam  sintomatologia de DTM, 35 (11,4%) também apresentaram sinais de ansiedade ou  depressão, sendo esta associação estatisticamente significativa  (p&nbsp;&lt;&nbsp;0,05). Conclusão: O presente estudo verificou uma elevada  prevalência de DTM em alunos da ESSJPA de diversos cursos na área da saúde,  sendo constatado uma relação entre esta disfunção com os níveis de ansiedade ou  depressão. A divulgação do tema junto de populações sujeitas a grande stresse  emocional, como são os estudantes do ensino superior, revela–se de grande  importância, para que os próprios estejam mais atentos aos sinais e sintomas de  DTM.</P>     <P><B>Palavras chave:</B> Disfunção temporo–mandibular. Coluna cervical. Ansiedade. Depressão.  Prevalência.</P>     <p>&nbsp;</p>     <P><B>Association between temporomandibular dysfunction symptoms with psychological  factors and modifications in the cervical column among students of the Jean  Piaget–Algarve Health School</B></P>      ]]></body>
<body><![CDATA[<P><B>Abstract</B></P>    <P>Introduction: The temporomandibular disorder (TMD) affects  the tempomandibular joints and stomatognathic apparatus mastication muscles and  associated structures. The mastication muscles spasm is the main cause of  painful symptoms in TMD; this situation may be induced by deleterious habits,  which can be triggered or aggravated by emotional stress. In addition to  psychological factors, cervical spine postural alterations may lead to jaw  repositioning and structural changes in the whole temporomandibular joint (TMJ),  causing TMD. National studies on the TMD prevalence and its relation with  postural changes and levels of anxiety and depression are unknown. Objective:  The objective of this study was to investigate the prevalence of TMD and its  association with psychological factors, particularly anxiety and depression, and  also postural changes in the cervical spine, in students from the Jean  Piaget–Algarve Health School. Material and methods: The sample comprised 306  students of Physiotherapy, Nursing, Pharmacy and Clinical Analysis and Public  Health BScs, from both genders, aged 18 to 43 years. TMD (using Fonseca  Anamnesic Questionnaire), Anxiety and Depression and cervical spine posture were  evaluated once during the 2009/2010&nbsp;academic year. Results and discussion:  The results indicated a TMD prevalence of 37.3% and 18.3% of anxiety or  depression. The postural evaluation showed that 36.6% of students had correct  cervical curvature and 19.6% had cervical concavity. No statistically  significant relation (p&gt;0.05) was found between the presence of TMD and  cervical spine changes. However, the association between TMD and anxiety and  depression, showed that from the 114 students (37.3%) who had TMD symptoms, 35  (11.4%) also showed anxiety or depression signs (statistically significant;  p&lt;0.05). Conclusion: This study showed that the Jean Piaget–Algarve Health  School students', from various health courses, present a high TMD prevalence,  and revealed a significant association between this dysfunction and anxiety or  depression levels. It is of great importance to disclosure this subject to  populations' submitted to great emotional stress, such as university students,  in order to improve individual self awareness to TMD signs and symptoms.</P>      <P><B>Keywords:</B> Temporomandibular dysfunction. Cervical spine. Anxiety. Depression.  Prevalence.</P>     <p>&nbsp;</p>     <P><B>Introdução </B></P>     <P>A disfunção temporomandibular (DTM) é um distúrbio que afecta as articulações  tempomandibulares (ATM) e a musculatura da mastigação do aparelho  estomatognático e as estruturas associadas; esta patologia pode afectar  indivíduos de qualquer faixa etária, apresentando uma maior prevalência entre os  20&nbsp;e 45&nbsp;anos de idade e no género feminino<SUP>1-5</SUP>.</P>     <P>Vários estudos indicam que aproximadamente 60% a 70% da população apresenta  pelo menos um sinal de DTM em algum momento de sua vida, no entanto apenas 5%  necessitam de tratamento para este distúrbio<SUP>5-7</SUP>.</P>     <P>A etiologia da DTM é multifactorial e os seus sinais e sintomas envolvem  dores na região da ATM, na zona pré-auricular, na coluna cervical, face e  cabeça, fadiga da musculatura craniocervicofacial e da mastigação, limitação das  amplitudes dos movimentos mandibulares, presença de ruídos articulares e  cefaleias<SUP>2,8-10</SUP>. </P>     <P>O espasmo dos músculos da mastigação consiste no principal responsável pela  sintomatologia dolorosa na DTM; este pode ser causado por distensão, maloclusão,  contracção ou pela fadiga muscular devido à presença de hábitos parafuncionais,  nomeadamente bruximo e onicofagia<SUP>2,5,11</SUP>; diversos estudos, realizados  em diferentes populações, demonstraram que estes hábitos podem ser desencadeados  ou agravados pelo stresse emocional<SUP>2,5,11-13</SUP>. Desta forma, os  factores psicossociais como a ansiedade, depressão e stresse desempenham um  papel importante na patogenia da DTM<SUP>4,14</SUP>.</P>     <P>Além dos factores psicológicos, a presença de alterações na coluna cervical  em conjunto com a influência da acção da gravidade podem provocar modificações  no posicionamento da&nbsp;mandíbula, alterando toda a estrutura  musculo-ligamentar&nbsp;da ATM; o contrário também se verifica, onde uma  disfunção na coluna cervical pode ser atribuída a uma má oclusão devido à  DTM<SUP>15-22</SUP>. Isto pode ser explicado pela ligação do sistema  musculo-esquelético, onde a desorganização de um segmento do corpo implicará uma  nova organização de todos os outros segmentos, assumindo uma postura  compensatória, ou seja, uma tensão inicial numa cadeia muscular é responsável  por uma sucessão de tensões associadas em outras cadeias<SUP>22-24</SUP>.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>Estudos nacionais sobre a prevalência de DTM e a sua relação com alterações  posturais e com os níveis de ansiedade e depressão são desconhecidos, sendo  necessários estudos sobre esta temática, de forma a identificar a prevalência  deste distúrbio que afecta muitos indivíduos que desconhecem o seu diagnóstico.  </P>     <P>Desta forma, os objectivos do presente estudo foram verificar a prevalência  de DTM em alunos da Escola Superior de Saúde Jean Piaget de Algarve (ESSJPA) e a  sua associação com factores psicológicos, nomeadamente ansiedade ou depressão, e  com alterações na coluna cervical.</P>     <p>&nbsp;</p>     <P><B>Metodologia </B></P>     <P>O estudo foi de natureza descritiva-correlacional.</P>     <P>A Direcção da ESSJPA autorizou a recolha de dados na escola. Os alunos que  participaram do estudo assinaram um termo de consentimento informado concordando  em participar do estudo. Neste consentimento informado, todos os indivíduos  foram esclarecidos sobre os objectivos do estudo, podendo desistir em qualquer  altura, sendo-lhes assegurado a confidencialidade dos resultados obtidos, o  direito à autodeterminação e à intimidade, respeitando, desta forma, os  princípios éticos da investigação. </P>     <P><I><B>População </B></I></P>     <P>Foram convidados a participar no estudo os alunos de todos os cursos da  ESSJPA matriculados no ano lectivo de 2009-2010, perfazendo um total de  505&nbsp;alunos.</P>     <P>Os critérios de inclusão envolveram os alunos que quiseram participar, de  qualquer idade e género.</P>     <P>Do total dos alunos, alguns não compareceram na escola no período de recolha  dos dados e outros encontravam-se em estágio. Desta forma, a amostra foi  constituída por 306&nbsp;alunos, representando 60,1% da população em estudo.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>Dos 306&nbsp;alunos que constituíram a amostra, 177 (57,8%) frequentavam o  curso de Fisioterapia, 104 (34%) o de Enfermagem, 6 (2%) o de Análises Clínicas  e de Saúde Pública e 19 (6,2%) o de Farmácia, sendo 90 (29,4%) do género  masculino e 216 (70,6%) do género feminino com idades compreendidas entre os  18&nbsp;e os 43&nbsp;anos (22&nbsp;±&nbsp;4,1&nbsp;anos). </P>     <P><I><B>Instrumentos de medida </B></I></P>     <P>Os instrumentos de medida foram aplicados em apenas um momento, durante o ano  lectivo 2009/2010. Os sujeitos responderam a um questionário constituído por  3&nbsp;partes: </P>     <P>— Caracterização sócio-demográfica </P>     <P>— Questionário Anamnésico de Fonseca </P>     <P>— Escala de Medida de Ansiedade e Depressão (HAD) </P>     <P>Além disso, os alunos foram submetidos à avaliação postural da coluna  cervical. </P>     <P><I>Questionário Caracterização sócio-demográfica da população </I></P>     <P>Foram feitas perguntas sobre as características sócio-demográficas da  amostra, nomeadamente, a idade, o género e o curso que frequentava na escola.  Foram também incluídas perguntas sobre o conhecimento prévio do diagnóstico de  DTM e se o indivíduo já fez ou faz algum tratamento para DTM; as opções destas  perguntas foram NÃO e SIM. </P>     <P><I>Questionário Anamnésico de Fonseca </I></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>O Questionário Anamnésico de Fonseca consiste numa versão modificada do  Índice Anamnésico de Helkimo's e é um dos poucos instrumentos disponíveis em  língua portuguesa que avalia e caracteriza a severidade dos sintomas da DTM. O  Índice de Helkimo foi um dos primeiros a ser referidos na literatura como  apresentando fiabilidade para identificar sinais e sintomas de  DTM<SUP>25,26</SUP>. </P>     <P>O Questionário Anamnésico de Fonseca obteve uma correlação de 95% com o  índice clínico de Helkimo (r&nbsp;=&nbsp;0.6169; p&nbsp;&lt;&nbsp;0.05) e 95% de  confiabilidade na sua aplicação e permite recolher uma grande quantidade de  informações num período curto de tempo, além de apresentar baixo custo para a  sua aplicação, ser de fácil percepção para os avaliados e não influenciar o  avaliador na obtenção das respostas<SUP>25-27</SUP>. </P>     <P>Este instrumento é composto por 10&nbsp;perguntas, cujas opções de respostas  são NÃO, ÀS VEZES e SIM. As questões incluíam perguntas sobre a presença de dor  na ATM, na cabeça e na região cervical, presença de dor durante a mastigação,  questões sobre os hábitos parafuncionais, limitação de movimentos articulares,  percepção de má oclusão e de stresse emocional.</P>     <P>Cada resposta apresenta um valor, onde a resposta NÃO vale 0&nbsp;valores, ÀS  VEZES vale 5&nbsp;valores e SIM vale 10&nbsp;valores. Com a soma dos valores, é  obtido um índice que classifica os indivíduos em não-portadores de DTM (0&nbsp;a  15&nbsp;valores), presença de DTM leve (20&nbsp;a 40&nbsp;valores), DTM moderada  (45&nbsp;a 65&nbsp;valores) e DTM grave (70&nbsp;a 100&nbsp;valores). </P>     <P><I>Escala de Medida de Ansiedade e Depressão (HAD)</I></P>     <P>A HAD foi desenvolvida por Zigmond e Snaith em 1983, tendo sido a versão  portuguesa validada por Botega e colaboradores<SUP>28</SUP>; optou-se pela  utilização desta escala, pois esta é utilizada para identificar e medir a  intensidade de depressão e ansiedade em ambientes  não-psiquiátricos<SUP>29</SUP>, como no caso da população avaliada no presente  estudo, tendo sido também aplicada neste tipo de população em diversos estudos  realizados anteriormente<SUP>30,31</SUP>.</P>     <P>Esta escala é constituída por 14&nbsp;itens, subdivididos em duas escalas,  dos quais 7&nbsp;itens medem a ansiedade (HADS-A) e os outros 7 a depressão  (HADS-D). Desta forma, os conceitos de depressão e ansiedade encontram-se  separados<SUP>28,29,32,33</SUP>.</P>     <P>Para o preenchimento deste instrumento, o indivíduo assinalava o item que  mais se aproximava do que sentia na última semana<SUP>29</SUP>. Cada um dos  itens era pontuado de 0&nbsp;a 3, dependendo da resposta, perfazendo um total  máximo de 21&nbsp;pontos para cada escala<SUP>32</SUP>. Em ambas as escalas os  valores de 0&nbsp;a 7&nbsp;indicavam a ausência de ansiedade ou depressão,  valores entre 8&nbsp;a 10&nbsp;indicavam possível caso de ansiedade ou  depressão, e valores iguais ou superiores a 11&nbsp;indicavam presença de  ansiedade ou depressão<SUP>31,32</SUP>. Desta forma, o indivíduo poderia não  apresentar nenhum destes sintomas, exibir ansiedade e depressão simultaneamente,  ou revelar somente um dos dois sintomas.</P>     <P>Diversos estudos envolvendo uma ampla variedade de populações clínicas,  verificaram que a HAD apresentou boa sensibilidade, consistência interna e  especificidade para avaliar os sintomas de ansiedade e  depressão<SUP>28,32-34</SUP>. </P>     <P><I>Avaliação postural da coluna cervical </I></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>Para a realização da avaliação postural da coluna cervical, os indivíduos  encontravam-se em postura estática, a olhar em frente, posicionados a uma curta  distância do examinador que se posicionava de forma a ter uma visão lateral do  sujeito avaliado. </P>     <P>A posição da coluna cervical foi avaliada por meio de pontos de referência  correspondentes ao pavilhão auricular e ao acrómio da escápula. A normalização  da curvatura era observada quando uma linha imaginária passava através do  pavilhão auricular e do acrómio. Quando a linha imaginária se apresentava atrás  dos pontos de referência era observado o aumento da curvatura cervical e se  estivesse à frente destes pontos observava-se a rectificação da curvatura  cervical. A curvatura da coluna foi classificada em normal, hiperlordose  cervical, quando esta se apresentava aumentada e em rectificada, quando a sua  curvatura estava diminuída<SUP>35</SUP>. </P>     <P><I><B>Análise dos dados </B></I></P>     <P>A análise da estatística descritiva foi efectuada com a aplicação do  Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), versão 18.0&nbsp;para o  sistema operativo Windows.</P>     <P>Para determinar a relação entre as variáveis do estudo foi utilizada a  estatística inferencial, nomeadamente o teste Qui-quadrado, recorrendo às  tabelas de contingência. </P>     <P>Para esta análise, quanto à presença de DTM, após classificação conforme  referido anteriormente, foram considerados apenas 2&nbsp;grupos - ausência de  DTM e presença de DTM (inclui os indivíduos com DTM leve, moderada e grave);  para a presença de ansiedade ou depressão, também foram considerados apenas  2&nbsp;grupos - ausência de ansiedade e depressão e presença de ansiedade ou  depressão (inclui os indivíduos classificados com presença de ansiedade ou  depressão e possível caso de ansiedade ou depressão).</P>     <P>A significância estatística foi estabelecida para &#945;&nbsp;&lt;&nbsp;0,05.</P>     <p>&nbsp;</p>     <P><B>Resultados </B></P>     <P>De acordo com as respostas obtidas no questionário para a caracterização  sócio-demográfica, dos 306&nbsp; alunos que responderam ao questionário, apenas  5 (1,6%) revelaram que possuíam diagnóstico prévio de DTM, sendo que destes  somente 2 (0,7%) realizavam algum tipo de tratamento.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>A prevalência de DTM em função do género encontra-se na tabela&nbsp;1.  Verificou-se uma prevalência de 37,3% de DTM no total da amostra. Em relação ao  género, as mulheres revelaram uma maior prevalência de DTM (79,6%) do que os  homens, sendo que o grau mais encontrado foi a DTM leve (82,5%).</P>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Tabela 1 - Relação entre o grau de acometimento de DTM com o género</b></p>     <p><img src="/img/revistas/rpsp/v29n2/29n2a07t1.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <P>Quanto à prevalência por curso, verificou-se que o que mais apresentou DTM  foi o de Fisioterapia (65,6%), seguido do de Enfermagem (3,7%) e de Farmácia  (5,4%).</P>     <P>Os sintomas mais prevalentes relatados pelos alunos com DTM (100%) foram as  cefaleias referidas por 36 (31,6%) alunos, a presença de dor na nuca ou  torcicolo, apresentada em 15 (13,2%) alunos, ruídos nas ATMs quando mastigam ou  quando abrem a boca, relatados por 20 (17,5%) alunos, os hábitos de apertar ou  ranger os dentes em 25 (21,9%) alunos, a sensação que os dentes não se articulam  bem referida por 20 (17,5%) alunos e a presença de tensão nervosa em 28 (24,6%)  alunos. </P>     <P>Os sintomas menos referidos pelos alunos com DTM (100%) foram a dificuldade  em abrir a boca, onde apenas 2 (1,8%) alunos referiram esta limitação, a  dificuldade em movimentar a mandíbula para os lados, sendo referido por 5 (4,4%)  alunos, a presença de cansaço/dor muscular quando mastiga, por 2 (1,8%) alunos,  e dor no ouvido ou nas ATMs relatada por 3 (2,6%) alunos.</P>     <P>A tabela&nbsp;2&nbsp;apresenta a classificação dos níveis de ansiedade ou  depressão obtidos com a Escala de Medida de Ansiedade e Depressão (HAD). O  género feminino também foi o que apresentou a maior prevalência de ansiedade ou  depressão (77%).</P>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Tabela 2 - Relação entre a classificação dos níveis de ansiedade ou depressão segundo os valores obtidos com a aplicação da HAD com o género</b></p>     <p><img src="/img/revistas/rpsp/v29n2/29n2a07t2.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <P>Os alunos do curso de Fisioterapia foram os que mais apresentaram os níveis  de ansiedade ou depressão (64,4%), seguido do curso de Enfermagem (28,4%) e de  Farmácia (5,4%).</P>     <P>A associação entre a presença de DTM com os níveis de ansiedade ou depressão  revelou que dos 114&nbsp;alunos (37,3%) que apresentavam sintomatologia de DTM,  35 (11,4%) também apresentaram sinais de ansiedade ou depressão, sendo esta  associação estatisticamente significativa (p&nbsp;&lt;&nbsp;0,05)  (tabela&nbsp;3).</P>     <p>&nbsp;</p>     <p><a href="/img/revistas/rpsp/v29n2/29n2a07t3.jpg" target="_blank">Tabela 3</a> -<b> Relação entre a presença de DTM com a presença de ansiedade ou depressão</b></p>     
<p>&nbsp;</p>     <P>Quanto à avaliação postural da coluna cervical, os resultados obtidos  revelaram que 134 (43,8%) dos alunos apresentaram a curvatura normal, 112  (36,6%) revelaram uma rectificação desta curvatura e 60 (19,6%) manifestaram  hiperlordose cervical.</P>     <P>Apesar da elevada prevalência de alterações posturais na coluna cervical, ao  relacionar a presença de DTM com estas alterações, observou-se que a mesma não  revelou significância estatística (p&nbsp;&gt;&nbsp;0,05); dos 37,3% dos alunos  que revelaram presença de DTM, 15% apresentaram na avaliação a curvatura da  coluna cervical normalizada (tabela&nbsp;4).</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><a href="/img/revistas/rpsp/v29n2/29n2a07t4.jpg" target="_blank">Tabela 4</a> -<b> Relação entre a presença de DTM com as alterações na coluna cervical</b></p>     
<p>&nbsp;</p>     <P><B>Discussão </B></P>     <P>Os resultados do presente estudo revelaram uma elevada prevalência de DTM nos  alunos da ESSJPA (37,3%), verificando que uma percentagem mínima destes tinha  conhecimento prévio da presença de DTM. O estudo de Otuyemi et  al.<SUP>36</SUP>&nbsp;verificou uma prevalência semelhante à do presente estudo  em 308&nbsp;estudantes da Universidade da Nigéria dos cursos de Medicina e  Medicina Dentária. No entanto, alguns estudos verificaram uma prevalência de DTM  em alunos de ensino superior mais elevada que à do presente estudo, utilizando o  mesmo instrumento de medida<SUP>31,37</SUP>. Nomura et  al.<SUP>25</SUP>&nbsp;avaliaram a prevalência de DTM em 218&nbsp;estudantes do  curso de Medicina Dentária da Universidade de São Paulo, Brasil, e verificaram  que 53,2% apresentaram algum grau de DTM e Tomacheski et  al<SUP>38</SUP>&nbsp;também avaliaram 271&nbsp;estudantes deste mesmo curso da  Universidade Estadual de Ponta Grossa, Paraná, Brasil, e encontraram uma  prevalência de 51,3% dos alunos com DTM. De todos os estudos analisados, o que  envolveu a maior amostra foi o de Oliveira et al.<SUP>39</SUP>, onde foram  avaliados 2.396&nbsp;estudantes de 15&nbsp;cidades brasileiras  (22,1&nbsp;±&nbsp;4,9&nbsp;anos), e observou-se uma prevalência de 68,6% de  alunos com DTM. As diferenças encontradas nos valores de prevalência de DTM  entre os diversos estudos poderiam ser explicadas pelas características  particulares do curso que os alunos frequentavam e do momento no qual o  questionário foi aplicado.</P>     <P>Em relação ao género, o feminino foi o que apresentou a maior prevalência de  DTM, estando estes achados de acordo com os resultados de outros estudos  realizados em diferentes populações<SUP>3,13,25,31,37-42</SUP>. A elevada  prevalência de DTM em mulheres poderia ser explicada pelas características  fisiológicas, nomeadamente pelas variações hormonais e pelas estruturas do  tecido conjuntivo e muscular; a maior flacidez destes tecidos, relacionada com  os níveis de estrogénio, explica que estes tecidos apresentam uma menor  capacidade de suportar pressão funcional levando à DTM<SUP>5,25,43</SUP>.</P>     <P>O estudo de Le Resche et al.<SUP>44</SUP>&nbsp;encontrou variações clínicas  na intensidade da dor em mulheres com DTM durante o ciclo menstrual, onde os  maiores valores de dor coincidiram com o período de maiores concentrações de  estrogénio.</P>     <P>Quanto aos sintomas de DTM referidos no questionário Anamnésico de Fonseca,  verificou-se que os mais frequentes foram as cefaleias e os hábitos de apertar  ou ranger os dentes. A possível relação da DTM com a cefaleia pode ser explicada  pelo facto de que as cefaleias estão relacionadas às actividades musculares,  sendo assim, as actividades que envolvem a cabeça e o pescoço provavelmente  desempenham um papel importante na etiologia de muitas dores de  cabeça<SUP>38</SUP>. </P>     <P>Em relação à presença de ruídos nas ATMs quando o indivíduo mastiga ou abre a  boca, dos 37,3% dos alunos que apresentaram DTM, 19,6% revelaram a presença dos  mesmos, sendo também um dos sintomas mais frequentes em indivíduos com DTM. Os  ruídos ocorrem devido ao posicionamento errado da cartilagem articular, que  desloca o côndilo da mandíbula superiormente quando o indivíduo abre a boca,  causando o estalo<SUP>5</SUP>. </P>     <P>Os resultados do presente estudo também indicaram uma elevada percentagem dos  alunos que apresentaram cansaço ou dor muscular quando mastigam, cervicalgias e  dores nos ouvidos, dados semelhantes aos resultados de outros  estudos3,13,18,37,38,40,45,46. As dores nos ouvidos podem estar presentes em  indivíduos com DTM devido à proximidade que existe entre esta zona e a ATM e os  músculos da mastigação, pois estas estruturas apresentam enervações comuns no  nervo trigémeo, produzindo uma dor reflexa<SUP>38</SUP>.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>As respostas obtidas no questionário Anamnésico de Fonseca também revelaram  que a maioria dos indivíduos avaliados considera-se como um indivíduo tenso ou  nervoso em algum momento (informação obtida pela perspectiva do aluno). O estudo  de Martins et al.<SUP>13</SUP>&nbsp;revelou que 72,4% dos indivíduos que  necessitavam de tratamentos para DTM relataram estar sob stresse emocional. A  presença de um nível de tensão elevado pode levar ao desenvolvimento de um  aperto dental constante, afectando a circulação na musculatura local, o que  altera as trocas iónicas nas membranas celulares levando a uma acumulação de  ácidos láctico e pirúvico, contribuindo para o estímulo dos receptores de  dor<SUP>14</SUP>.</P>     <P>Quanto à prevalência dos níveis de ansiedade ou depressão obtidas pela HAD,  apenas 18,3% dos alunos avaliados no presente estudo apresentaram este quadro;  já os resultados obtidos no estudo de Bastos et al.<SUP>30</SUP>&nbsp;revelaram  uma elevada prevalência destes níveis nos alunos do curso de Enfermagem, que na  altura da recolha de dados se encontravam em estágio na área de Oncologia. O  facto de estes alunos estarem em estágio de Oncologia pode ter contribuído para  os elevados níveis de ansiedade e depressão encontrados, o que não ocorreu com  os nossos alunos que se encontravam em diferentes momentos do processo educativo  (em estágios nas mais diversas áreas, em aulas na escola ou em épocas de  avaliação). Apesar desta percentagem de níveis de ansiedade ou depressão  encontrados no presente estudo ser mais baixa, acredita-se que os profissionais  de saúde apresentam altos níveis de ansiedade, facto este que se inicia nos anos  de ensino superior. </P>     <P>Ainda sobre os dados de ansiedade ou depressão, as mulheres também foram as  que representaram a grande maioria com a presença destes estados psicológicos,  dados similares a outros estudos<SUP>13,41,42,47</SUP>. Este resultado pode ser  explicado pelo facto das mulheres admitirem mais os sintomas depressivos do que  os homens e por apresentarem um maior índice de doenças  psicossomáticas<SUP>48</SUP>. </P>     <P>Os dados do presente estudo revelaram uma associação significativa entre a  presença de DTM e os níveis de ansiedade ou depressão, o que vai de encontro com  os resultados obtidos em diversos estudos<SUP>4,8,11,31,41,42,47,49,50</SUP>.  Como relatado anteriormente, os indivíduos que estão submetidos a algum tipo de  stresse podem desenvolver hábitos parafuncionais e tensão muscular, o que leva  ao desenvolvimento de DTM<SUP>14</SUP>. </P>     <P>Desta forma, os componentes parafuncionais, especialmente aqueles que  aumentam a tensão muscular e as alterações dos estados emocionais são bons  indicadores da presença de dor na mandíbula em indivíduos portadores de DTM, o  que permite concluir que a ansiedade ou depressão podem ser consideradas como  factores etiológicos da DTM.</P>     <P>Ao relacionar as alterações posturais na coluna cervical com a DTM, os  resultados obtidos no presente estudo não revelaram associação significativa,  sendo encontrada uma percentagem similar entre a curvatura normal e a  rectificação da mesma em indivíduos que apresentaram DTM. No entanto, diversos  estudos concluíram que a postura da cabeça pode afectar a posição da  mandíbula<SUP>22,51</SUP>. Este facto pode ser explicado pelo instrumento de  recolha de dados utilizado. Neste estudo utilizou-se a avaliação postural que  consiste num método&nbsp;subjectivo, podendo ocasionar erros do avaliador; assim  é necessária a aplicação de exames imagiológicos para confirmar a curvatura  cervical, pois acredita-se que os elevados níveis de tensão muscular associados  aos hábitos parafuncionais pode levar a diversas consequências, incluindo  microtraumas das articulações e músculos, aumento dos níveis de agentes  inflamatórios nas articulações e sensibilização das vias dolorosas, o que podem  levar às alterações posturais na coluna cervical<SUP>11</SUP>. Ao analisarmos a  relação entre o crânio e a coluna cervical, percebemos que a própria musculatura  responsável pela mastigação está relacionada com o pescoço e o tronco, podendo  ser afectada, alterando a sua posição; sendo assim, a sua posição ortostática é  mantida por um complexo mecanismo muscular envolvendo os músculos da cabeça, do  pescoço e da cintura escapular, ou seja, a posição anterior da cabeça é  acompanhada por alterações no posicionamento da mandíbula, podendo provocar o  deslocamento da mandíbula para cima e para trás devido à contracção excessiva  dos músculos da mastigação<SUP>17,22</SUP>. </P>     <P>LeResche<SUP>1</SUP>&nbsp;revelou que o stresse emocional pode aumentar a  tensão muscular do músculo masseter. Além disso, a musculatura do pescoço é de  essencial importância para a manutenção do equilíbrio da cabeça e da musculatura  do sistema estomatognático, em que a alteração numa destas estruturas pode levar  às alterações em todo o complexo, levando a um desequilíbrio postural, não  somente nestes locais, como também noutras cadeias musculares do  organismo<SUP>22</SUP>.</P>     <P>A alteração na posição da coluna cervical mais comummente encontrada em  indivíduos portadores de DTM é a hiperlordose, sendo esta associada a um  encurtamento da musculatura extensora da região cervical, assim como do músculo  esternocleiodomastoideu, o que faz com que ocorra um deslocamento anterior da  cabeça, diminuindo o campo de visão; de forma a tentar melhorar o campo de  visão, o indivíduo compensa com um aumento da curvatura cervical<SUP>20</SUP>.  Esta alteração foi a menos encontrada nos indivíduos classificados com DTM que  participaram no presente estudo, possivelmente pela forma de recolha dos dados,  conforme referido anteriormente. </P>     <P>Outra limitação do estudo foi a aplicação de questionários como forma de  classificar o indivíduo como portador de DTM, sendo necessário um exame clínico  mais detalhado dos sinais e sintomas característicos da DTM, além de exames  imagiológicos para confirmar o diagnóstico. </P>     <P>Os dois métodos utilizados no presente estudo, tanto a avaliação postural  quanto a aplicação de questionários, apresentam a vantagem de baixo custo, fácil  aplicação e rapidez para levantamento epidemiológico, podendo facilmente ser  aplicado a um elevado número de indivíduos.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <P><B>Conclusão </B></P>     <P>Os resultados do presente estudo revelaram uma elevada prevalência de DTM em  alunos da ESSJPA de diversos cursos na área da saúde, sendo constatado uma  relação entre esta disfunção com os níveis de ansiedade ou depressão. No  entanto, ao relacionar as alterações posturais na coluna cervical com a DTM, os  resultados obtidos no presente estudo não revelaram associação  significativa.</P>     <P>O presente estudo trata-se de um estudo preliminar, realizado numa amostra  reduzida, no entanto indicou que a prevalência desta patologia pode ser elevada.  A divulgação do tema junto de populações sujeitas a grande stresse emocional,  como são os estudantes do ensino superior, revela-se de grande importância, para  que os próprios estejam mais atentos aos sinais e sintomas de DTM e possam pedir  ajuda na resolução dos mesmos.</P>     <p>&nbsp;</p>     <P><B>Bibliografía</B></P>     <!-- ref --><P>1. Leresche L. Epidemiology of temporomandibular disorders: implications for  the investigation of etiologic factors. Crit Rev Oral Biol Med. 1997;8:291–305.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S0870-9025201100020000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </P>     <!-- ref --><P>2. Dimitroulis G. Temporomandibular disorders: a clinical update. BMJ.  1998;317:190–4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S0870-9025201100020000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>3. Tosato J, Caria P. Prevalência de DTM em diferentes faixas etárias. RGO.  2006;54:211–24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0870-9025201100020000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>4. Fernandes A, Garcia A, Zuim P, Cunha L, Marchiori A. Desordem  temporomandibular e ansiedade em graduandos de odontologia. Cienc Odontol Bras.  2007;10:70–7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0870-9025201100020000700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>5. Roda R, Bagán J, Fernández J, Bazán S, Soriano Y. Review of  temporomandibular joint pathology. Part I: Classification, epidemiology and risk  factors. Med Oral Patol Oral Cir Bucal. 2007;7:E292–8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0870-9025201100020000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>6. Macfarlane T, Gray R, Kincey J, Worthington H. Factors associated with the  temporomandibular disorder, pain dysfunction syndrome (PDS): Manchester  case–control study. Oral Dis. 2001;7:321–30&nbsp;[resumo].    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0870-9025201100020000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>7. Vasconcelos B, Silves E, Kelner N, Miranda K, Silva A. Meios de  diagnóstico das desordens temporomandibulares. Rev Cir Traumat  Buco–Maxilo–Facial. 2002;2:49–57.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0870-9025201100020000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>8. Callahan C. Stresse, coping, and personality hardiness in patients with  temporomandibular disorders. Rehabil Psychol. 2000;45:38–48.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S0870-9025201100020000700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>9. American Society of Temporomandibular Joint Surgeons (ASTJS). Guidelines  for diagnosis and management of disorders involving the temporomandibular joint  and related musculoskeletal structures. [Internet]. Cranio. 2003;21:68–76.  [consultado 12 Ago 2010]. Disponível em: <A href="http://astmjs.org/final%20guidelines–04–27–2005.pdf" target="_blank">astmjs.org/final%20guidelines–04–27–2005.pdf</A>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0870-9025201100020000700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <P>10. AAOMS. org. [Internet]. Rosemont, Illinois: American Association of Oral  and Maxillofacial Surgeons; c2008–2011 [consultado 24 Set 2010]. Disponível em: <A href="http://www.aaoms.org" target="_blank">www.aaoms.org</A>.</P>     <!-- ref --><P>11. Glaros A, Williams K, Lausten L. The role of parafunctions, emotions and  stresse in predicting facial pain. J Am Dent Assoc. 2005;136:451–8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S0870-9025201100020000700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>12. Sherman J, Leresche L, Huggins K, Mancl L, Sage J, Dworkin S. The  relationship of somatization and depression to experimental pain response in wom  en with temporomandibular disorders. Psychosom Med. 2004;66:852–60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S0870-9025201100020000700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>13. Martins R, Garcia A, Garbin C, Sundefeld M. Relação entre classe  socioeconômica e fatores demográficos na ocorrência da disfunção  temporomandibular. Ciência &amp; Saúde Coletiva. 2008;13(Suppl 2):2089–96.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S0870-9025201100020000700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>14. Cestari K, Camparis C. Factores psicológicos: sua importância no  diagnóstico das desordens temporomandibulares. JBA. 2002;2:54–60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S0870-9025201100020000700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>15. Wright E, Domenech M, Fischer J. Usefulness of posture training for  patients with temporomandibular disorders. J Am Dent Assoc. 2000;131:202–10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S0870-9025201100020000700015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </P>     <!-- ref --><P>16. Kraus S. Influences of the cervical spine on the stomatognathic system.  Em: Donatelli R, Wooden M, editores. Orthopaedic physical therapy. New York:  Churchill Livingstone; 2001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S0870-9025201100020000700016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>17. Sonnesen L, Bakke M, Solow B. Temporomandibular disorders in relation to  craniofacial dimensions, head posture and bite force in children selected for  orthodontic treatment. Eur J Orthod. 2001;23:179–92.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S0870-9025201100020000700017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>18. Tosato J, Gonzalez T, Sampaio L, Correa J, Biasotto–Gonzalez D.  Prevalência de sinais e sintomas de disfunção temporomandibular em mulheres com  cervicalgia e lombalgia. Arq Med ABC. 2007;32(Suppl. 2):S20–2.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S0870-9025201100020000700018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>19. Grade R, Caramês J, Pragosa A, Carvalhão J, Sousa S. Postura e disfunção  temporo–mandibular: controvérsias actuais. Revista Portuguesa de Estomatologia,  Medicina Dentária e Cirurgia Maxilofacial. 2008;49:111–17.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S0870-9025201100020000700019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>20. Cuccia A, Caradonna C. The relationship between the stomatognathic system  and body posture. Clinics. 2009;64:61–6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S0870-9025201100020000700020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>21. Perinetti G. Correlations between the stomatognathic system and body  posture: biological or clinical implications? Clinics. 2009;64:77–8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S0870-9025201100020000700021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>22. Strini P, Machado N, Gorreri M, Ferreira A, Sousa G, Neto A. Postural  evaluation of patients with temporomandibular disorders under use of occlusal  splints. J Appl Oral Sci. 2009;17:539–43.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S0870-9025201100020000700022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>23. Souchard P. Reeducação postural global. 2ª ed. São Paulo: Ícone; 1986.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S0870-9025201100020000700023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </P>     <!-- ref --><P>24. Saito E, Akashi P, Sacco I. Global body posture evaluation in patients  with temporomandibular joint disorder. Clinics. 2009;64:35–9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S0870-9025201100020000700024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>25. Nomura K, Vitti M, Oliveira A, Chaves T, Semprini M, Siéssere S, et al.  Use of the Fonseca''s Questionnaire to assess the prevalence and severity of  temporomandibular disorders in Brazilian dental undergraduates. Braz Dent J.  2007;18:163–7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S0870-9025201100020000700025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>26. Chaves T, Oliveira A, Grossi D. Principais instrumentos para avaliação da  disfunção temporomandibular, parte I: índices e questionários: uma contribuição  para a prática clínica e de pesquisa. Fisioterapia e Pesquisa. 2008;15:92–100.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S0870-9025201100020000700026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </P>     <!-- ref --><P>27. Fonseca DM. Disfunção Craniomandibular (DCM): diagnóstico pela anamnese  [Dissertação de Mestrado]. Bauru: Faculdade de Odontologia de Bauru da USP;  1992&nbsp;[resumo].    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S0870-9025201100020000700027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>28. Botega N, Bio M, Zomignani M, Garcia C, Pereira W. Transtornos do humor  em enfermaria de clínica médica e validação de escala de medida (HAD) de  ansiedade e depressão. Rev Saúde Pública. 1995;29:355–63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000162&pid=S0870-9025201100020000700028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>29. Crawford J, Henry J. The Depression Anxiety Stresse Scales (DASS):  normative data and latent structure in a large non–clinical sample. Br J Clin  Psychol. 2003;42:111–31.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000164&pid=S0870-9025201100020000700029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>30. Bastos J, Mohallem A, Farah O. Ansiedade e depressão em alunos de  Enfermagem durante o estágio de oncologia. Einstein. 2008;6:7–12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000166&pid=S0870-9025201100020000700030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>31. Bonjardim L, Lopes–Filho R, Amado G, Albuquerque R, Goncalves S.  Association between symptoms of temporomandibular disorders and gender,  morphological occlusion, and psychological factors in a group of university  students. Indian J Dent Res. 2009;20:190–4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000168&pid=S0870-9025201100020000700031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>32. Mykletun A, Stordal E, Dahl A. Hospital anxiety and depression (HAD)  scale: factor structure, item analyses and internal consistency in a large  population. B J Psych. 2001;179:540–4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000170&pid=S0870-9025201100020000700032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>33. Martin C. What does the Hospital Anxiety and Depression Scale (HADS)  really measure in liaison psychiatry settings? Curr Psychiatr Rev. 2005;1:69–73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000172&pid=S0870-9025201100020000700033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </P>     <!-- ref --><P>34. Castro M, Quarantini L, Batista–Neves S, Kraychete D, Daltro C,  Miranda–Scippa A. Validade da Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão em  pacientes com dor crônica. Rev Bras Anestesiol. 2006;56:470–7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000174&pid=S0870-9025201100020000700034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>35. Palmer M, Epler M. Postura. In Palmer M, Epler M, editors. Fundamentos  das técnicas de avaliação musculoesquelética. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan;  2000.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000176&pid=S0870-9025201100020000700035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>36. Otuyemi O, Owotade F, Ugboko V, Ndukwe K, Olusile O. Prevalence of signs  and symptoms of temporomandibular disorders in young Nigerian adults. J Orthod.  2000;27:61–6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000178&pid=S0870-9025201100020000700036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>37. Menezes M, Kalil S, Fernandes K, Biasotto–Gonzalez D. Correlação entre  cefaléia e disfunção temporomandibular. Fisioter Pesq. 2008;15:183–7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000180&pid=S0870-9025201100020000700037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>38. Tomacheski D, Barboza V, Fernandes M, Fernandes F. Disfunção  têmporo–mandibular: estudo introdutório visando estruturação de prontuário  odontológico. Publ. UEPG Ci. Biol. Saúde. 2004;10:17–25.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000182&pid=S0870-9025201100020000700038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>39. Oliveira A, Dias E, Contato R, Berzin F. Prevalence study of signs and  symptoms of temporomandibular disorder in Brazilian college students. Braz Oral  Res. 2006;20:3–7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000184&pid=S0870-9025201100020000700039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>40. Poletto F. Análise da prevalência e grau da disfunção temporomandibular  em universitários da área da saúde da Faculdade Assis Gurgacz. Cascavel:  Faculdade Assis Gurgacz; 2006. 2006. [Obtenção do título de Bacharel em  Fisioterapia],    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000186&pid=S0870-9025201100020000700040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->. </P>     <!-- ref --><P>41. Marchiori A, Garcia A, Zuim P, Fernandes A, Cunha L. Relação entre a  disfunção temporomandibular e a ansiedade em estudantes do ensino fundamental.  Pesq Bras Odontoped Clin Intreg. 2007;7:37–42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000188&pid=S0870-9025201100020000700041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>42. Toledo B, Capote T, Campos J. Associação entre disfunção  temporomandibular e depressão. Cienc Odontol Bras. 2008;11:75–9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000190&pid=S0870-9025201100020000700042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>43. Ribeiro–da–Silva M, Line S, Santos M, Arthuri M, Hou W, Fillingim R, et  al. Estrogen receptor–a polymorphisms and predisposition to TMJ disorder. J  Pain. 2009;10:527–33.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000192&pid=S0870-9025201100020000700043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>44. Leresche L, Manci L, Sherman J, Gandara B, Dworkin S. Changes in  temporomandibular pain and other symptoms across the menstrual cycle. Pain.  2003;106:253–61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000194&pid=S0870-9025201100020000700044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>45. Santos E, Bertoz F, Pignatta L, Arantes F. Avaliação clínica de sinais e  sintomas da disfunção temporomandibular em crianças. R Dental Press Ortodon  Ortop Facial. 2006;11:29–34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000196&pid=S0870-9025201100020000700045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>46. Neto J, Almeida C, Bradasch E, Corteletti L, Silvério K, Pontes M, et al.  Ocorrência de sinais e sintomas de disfunção temporomandibular em músicos. Rev  Soc Bras Fonoaudiol. 2009;14:362–6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000198&pid=S0870-9025201100020000700046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>47. Vimpari S, Knuuttila M, Sakki T, Krvela S. Depressive symptoms associated  with symptoms of the temporomandibular joint pain and dysfunction syndrome.  Psychosomatic Med. 1995;57:439–44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000200&pid=S0870-9025201100020000700047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>48. Phillips J, Gatchel R, Wesley A, Ellis E. Clinical implications of sex in  acute temporomandibular disorders. J Am Dent Assoc. 2001;132:49–57.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000202&pid=S0870-9025201100020000700048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>49. Marchiori A, Garcia A, Zuim P, Fernandes A, Cunha L. Prevalência de  sinais e sintomas da disfunção temporomandibular e ansiedade: estudantes  brasileiros do ensino fundamental. RGO. 2007;55:257–62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000204&pid=S0870-9025201100020000700049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <!-- ref --><P>50. Moresca R, Urias D. Estudo epidemiológico dos ruídos da ATM em adultos  jovens sul–brasileiros: Parte 1. Jornal Brasileiro de Oclusão, ATM e Dor  Orofacial. 2001;1121–9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000206&pid=S0870-9025201100020000700050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </P>     <P>51. Wiesinger B, Malker H, Englund E, Wänman A. Does a dose–response relation  exist between spinal pain and temporomandibular disorders? BMC Musculoskeletal  Disorders. 2009;10:28. doi: 10.1186/1471–2474–10–28. </P>     <p>&nbsp;</p>     <P><B>Agradecimentos </B></P>     <P>À Directora da ESSJPA, Profª Drª Ana Maria Almeida pela permissão para a  realização do estudo, à Profª Drª Natércia Joaquim pela análise crítica ao  trabalho, a todos os alunos da ESSJPA que se submeterem ao projecto.</P>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P><I>Recebido em 23&nbsp;de Dezembro de 2010</I></P>     <P><I>Aceite em 11&nbsp;de Julho de 2011</I></P>      ]]></body><back>
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