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<journal-title><![CDATA[Revista Portuguesa de Saúde Pública]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Rev. Port. Sau. Pub.]]></abbrev-journal-title>
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<publisher-name><![CDATA[Escola Nacional de Saúde Pública]]></publisher-name>
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<article-id>S0870-90252015000100008</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.1016/j.rpsp.2014.03.003</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Contributo da avaliação psicológica no exame clínico de condutores com doença neurológica e psiquiátrica: revisão teórica]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Contribution of the psychological assessment in the clinical examination of drivers with neurological and psychiatric disease: Theoretical review]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade de Coimbra Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação Centro de Investigação do Núcleo de Estudos e Intervenção Cognitivo-Comportamental]]></institution>
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<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0870-90252015000100008&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0870-90252015000100008&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0870-90252015000100008&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Contexto Os condutores com doença neurológica ou psiquiátrica podem apresentar alterações cognitivas e comportamentais suscetíveis de diminuir a aptidão para conduzir um automóvel. Um número considerável de investigações e publicações comprova a utilidade de instrumentos e protocolos de avaliação psicológica para prever o desempenho da atividade de condução. Objetivo Documentar dados de investigação empírica relativos a testes psicológicos preditores da atividade de condução em pessoas com doença neurológica ou psiquiátrica, e contribuir para a sensibilização de médicos profissionais sobre a utilidade de uma avaliação psicológica diferenciada no exame clínico de condutores. Método Pesquisa de literatura em bases de dados científicas (B-On, EBSCO, ISI Web of Knowledge, OvidSP, ProQuest, WileyBlackwell), num horizonte temporal de 2000 a julho de 2013. Foram considerados termos de pesquisa específicos e abrangendo patologias como traumatismo crânio-encefálico, acidente vascular cerebral, esclerose múltipla, doença de Alzheimer, doença de Parkinson, depressão, esquizofrenia e perturbação de hiperatividade com défice de atenção. Resultados Os dados de investigação empírica corroboram a validade de instrumentos e protocolos de avaliação psicológica, nomeadamente de natureza cognitiva, na identificação de casos com diminuição da capacidade de condução e maior risco de acidente de viação. Os domínios visuo-percetivo, visuo-espacial, atenção visual, funções executivas mas, também, a velocidade de processamento e memória de trabalho, são documentados sistematicamente como determinantes da capacidade de condução. Discussão e conclusões Uma avaliação psicológica especializada poderá constituir um contributo decisivo no exame clínico de condutores, permitindo obter elementos relevantes para o processo de tomada de decisão e fundamentação do parecer de aptidão ou inaptidão para a condução. Com a finalidade de aumentar o rigor das avaliações e fundamentar os pareceres emitidos pelos técnicos, é recomendada uma articulação de resultados da avaliação médica e avaliação psicológica para a condução.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Background Drivers with neurological or psychiatric disease may have cognitive and behavioral deficits likely to reduce the ability to drive a car. Considerable research and publications has shown the utility of instruments and psychological assessment protocols to predict the performance on driving activity. Objective To document empirical data regarding to psychological test predictors of driving activity in people with neurological or psychiatric disorders, and contribute to the awareness of medical professionals about the usefulness of a differentiated psychological assessment in the clinical examination of drivers. Methods Literature search in scientific databases (B-On, EBSCO, ISI Web of Knowledge, OvidSP, ProQuest, WileyBlackwell), in a time period between 2000 and July of 2013. Were considered specific search terms and covering medical conditions such as traumatic brain injury, stroke, multiple sclerosis, Alzheimer's disease, Parkinson's disease, depression, schizophrenia and attention-deficit hyperactivity disorder. Results Research data confirms the validity of instruments and psychological assessment protocols, particularly of cognitive nature, in identifying cases with impaired driving ability and increased risk of crashes. Cognitive domains such as visuo-perceptual, visuospatial, visual attention, executive functions, but also the processing speed and working memory, are documented systematically as determinants of driving ability. Discussion and conclusions A specialized psychological assessment may constitute a decisive contribution in the clinical examination of drivers, allowing collecting relevant elements to the process of decision making and justification of the clinical judgment of fit or unfitting to drive. With the purpose of increasing the accuracy of the assessments and support the clinical judgments by experts, it is recommended an articulation of results between medical assessment and psychological assessment for driving.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Avaliação psicológica]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Testes cognitivos]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Condução automóvel]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Aptidão para a condução]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[Psychological assessment]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[Psychiatric disease]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <P align="right"><b>ARTIGO DE REVISÃO</b></P>     <p>&nbsp;</p>     <P><b>Contributo da avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica no exame cl&iacute;nico de condutores com doen&ccedil;a neurol&oacute;gica e psiqui&aacute;trica: revis&atilde;o te&oacute;rica</b></P>     <P><b>Contribution of the psychological assessment in the clinical examination of drivers with neurological and psychiatric disease: Theoretical review</b></P>     <p>&nbsp;</p>     <P><b>In&ecirc;s Saraiva Ferreira<SUP>a</SUP><SUP>, </SUP><a href="#c0">*</a><a name="topc0"></a><SUP>, </SUP>, M&aacute;rio Rodrigues Sim&otilde;es<SUP>b</SUP><SUP>, </SUP> </b></P>     <P><SUP>a</SUP> Universidade Europeia, Laureate International Universities, Lisboa. Laborat&oacute;rio de Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica e Psicometria. Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o do N&uacute;cleo de Estudos e Interven&ccedil;&atilde;o Cognitivo-Comportamental (CINEICC). Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o, Universidade de Coimbra, Coimbra, Portugal</P>     <P><SUP>b</SUP> Laborat&oacute;rio de Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica e Psicometria. Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o do N&uacute;cleo de Estudos e Interven&ccedil;&atilde;o Cognitivo-Comportamental (CINEICC). Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o, Universidade de Coimbra, Coimbra, Portugal</P>     <p>&nbsp;</p>     <P> <B>RESUMO</B> </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>     <P> <B>Contexto</B> </P>     <P>Os condutores com doen&ccedil;a neurol&oacute;gica ou psiqui&aacute;trica podem apresentar altera&ccedil;&otilde;es cognitivas e comportamentais suscet&iacute;veis de diminuir a aptid&atilde;o para conduzir um autom&oacute;vel. Um n&uacute;mero consider&aacute;vel de investiga&ccedil;&otilde;es e publica&ccedil;&otilde;es comprova a utilidade de instrumentos e protocolos de avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica para prever o desempenho da atividade de condu&ccedil;&atilde;o.</P>     <P> <B>Objetivo</B> </P>     <P>Documentar dados de investiga&ccedil;&atilde;o emp&iacute;rica relativos a testes psicol&oacute;gicos preditores da atividade de condu&ccedil;&atilde;o em pessoas com doen&ccedil;a neurol&oacute;gica ou psiqui&aacute;trica, e contribuir para a sensibiliza&ccedil;&atilde;o de m&eacute;dicos profissionais sobre a utilidade de uma avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica diferenciada no exame cl&iacute;nico de condutores.</P>     <P> <B>M&eacute;todo</B> </P>     <P>Pesquisa de literatura em bases de dados cient&iacute;ficas (B-On, EBSCO, ISI Web of Knowledge, OvidSP, ProQuest, WileyBlackwell), num horizonte temporal de 2000 a julho de 2013. Foram considerados termos de pesquisa espec&iacute;ficos e abrangendo patologias como traumatismo cr&acirc;nio-encef&aacute;lico, acidente vascular cerebral, esclerose m&uacute;ltipla, doen&ccedil;a de Alzheimer, doen&ccedil;a de Parkinson, depress&atilde;o, esquizofrenia e perturba&ccedil;&atilde;o de hiperatividade com d&eacute;fice de aten&ccedil;&atilde;o.</P>     <P> <B>Resultados</B> </P>     <P>Os dados de investiga&ccedil;&atilde;o emp&iacute;rica corroboram a validade de instrumentos e protocolos de avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica, nomeadamente de natureza cognitiva, na identifica&ccedil;&atilde;o de casos com diminui&ccedil;&atilde;o da capacidade de condu&ccedil;&atilde;o e maior risco de acidente de via&ccedil;&atilde;o. Os dom&iacute;nios visuo-percetivo, visuo-espacial, aten&ccedil;&atilde;o visual, fun&ccedil;&otilde;es executivas mas, tamb&eacute;m, a velocidade de processamento e mem&oacute;ria de trabalho, s&atilde;o documentados sistematicamente como determinantes da capacidade de condu&ccedil;&atilde;o.</P>     <P> <B>Discuss&atilde;o e conclus&otilde;es</B> </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>Uma avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica especializada poder&aacute; constituir um contributo decisivo no exame cl&iacute;nico de condutores, permitindo obter elementos relevantes para o processo de tomada de decis&atilde;o e fundamenta&ccedil;&atilde;o do parecer de aptid&atilde;o ou inaptid&atilde;o para a condu&ccedil;&atilde;o. Com a finalidade de aumentar o rigor das avalia&ccedil;&otilde;es e fundamentar os pareceres emitidos pelos t&eacute;cnicos, &eacute; recomendada uma articula&ccedil;&atilde;o de resultados da avalia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica e avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica para a condu&ccedil;&atilde;o.</P>     <p></P>     <P> <B>Palavras-chave</B>: Avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica. Testes cognitivos. Condu&ccedil;&atilde;o autom&oacute;vel. Aptid&atilde;o para a condu&ccedil;&atilde;o. Doen&ccedil;a neurol&oacute;gica. Doen&ccedil;a psiqui&aacute;trica.</P>     <p>&nbsp;</p>     <P> <B>ABSTRACT</B> </P>     <P>     <P> <B>Background</B> </P>     <P>Drivers with neurological or psychiatric disease may have cognitive and behavioral deficits likely to reduce the ability to drive a car. Considerable research and publications has shown the utility of instruments and psychological assessment protocols to predict the performance on driving activity.</P>     <P> <B>Objective</B> </P>     <P>To document empirical data regarding to psychological test predictors of driving activity in people with neurological or psychiatric disorders, and contribute to the awareness of medical professionals about the usefulness of a differentiated psychological assessment in the clinical examination of drivers.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P> <B>Methods</B> </P>     <P>Literature search in scientific databases (B-On, EBSCO, ISI Web of Knowledge, OvidSP, ProQuest, WileyBlackwell), in a time period between 2000 and July of 2013. Were considered specific search terms and covering medical conditions such as traumatic brain injury, stroke, multiple sclerosis, Alzheimer's disease, Parkinson's disease, depression, schizophrenia and attention-deficit hyperactivity disorder.</P>     <P> <B>Results</B> </P>     <P>Research data confirms the validity of instruments and psychological assessment protocols, particularly of cognitive nature, in identifying cases with impaired driving ability and increased risk of crashes. Cognitive domains such as visuo-perceptual, visuospatial, visual attention, executive functions, but also the processing speed and working memory, are documented systematically as determinants of driving ability.</P>     <P> <B>Discussion and conclusions</B> </P>     <P>A specialized psychological assessment may constitute a decisive contribution in the clinical examination of drivers, allowing collecting relevant elements to the process of decision making and justification of the clinical judgment of fit or unfitting to drive. With the purpose of increasing the accuracy of the assessments and support the clinical judgments by experts, it is recommended an articulation of results between medical assessment and psychological assessment for driving.</P>     <p></P>     <P> <B>Keywords</B>: Psychological assessment. Cognitive tests. Automobile driving. Fitness to drive. Neurological disease. Psychiatric disease.</P>     <p>&nbsp;</p>     <P> <B>Introdu&ccedil;&atilde;o</B> </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>As pessoas com diversos tipos de doen&ccedil;a, nomeadamente doen&ccedil;a neurol&oacute;gica ou psiqui&aacute;trica, podem apresentar altera&ccedil;&otilde;es cognitivas e comportamentais suscet&iacute;veis de comprometer, de modo tempor&aacute;rio ou permanente, o desempenho da atividade de condu&ccedil;&atilde;o autom&oacute;vel. Um n&uacute;mero consider&aacute;vel de estudos corrobora um maior risco de acidente de via&ccedil;&atilde;o em condutores com doen&ccedil;a neurol&oacute;gica, comparativamente a condutores sem doen&ccedil;a identificada (casos-controlo) ou com a popula&ccedil;&atilde;o condutora em geral, em particular: <I>traumatismo cr&acirc;nio-encef&aacute;lico</I><SUP>1&ndash;3</SUP> (TCE); <I>acidente vascular cerebral</I><SUP>4,5</SUP> (AVC); <I>esclerose m&uacute;ltipla</I><SUP>6&ndash;8</SUP> (EM); <I>doen&ccedil;a de Alzheimer</I><SUP>9&ndash;11</SUP> (DA) e <I>doen&ccedil;a de Parkinson</I><SUP>12</SUP> (DP). Embora os dados de investiga&ccedil;&atilde;o sobre o risco de acidente de via&ccedil;&atilde;o em condutores com <I>doen&ccedil;a psiqui&aacute;trica</I> sejam relativamente escassos, a <I>depress&atilde;o</I>, a <I>esquizofrenia</I> e a <I>perturba&ccedil;&atilde;o de hiperatividade com d&eacute;fice de aten&ccedil;&atilde;o</I> s&atilde;o tamb&eacute;m consideradas potenciais fatores de risco<SUP>13&ndash;15</SUP>.</P>     <P>No &acirc;mbito da avalia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica de condutores, um <I>diagn&oacute;stico</I> de doen&ccedil;a neurol&oacute;gica ou psiqui&aacute;trica n&atilde;o representa, no entanto, um indicador conclusivo da aptid&atilde;o para a condu&ccedil;&atilde;o<SUP>16</SUP>. Em pessoas com um mesmo diagn&oacute;stico e, inclusivamente, com sintomas com o mesmo n&iacute;vel de gravidade, podem coexistir quadros cl&iacute;nicos heterog&eacute;neos, associados a situa&ccedil;&otilde;es de comorbilidade, com distinta influ&ecirc;ncia no funcionamento cognitivo e psicomotor, e no comportamento de condu&ccedil;&atilde;o. Concomitantemente, o consumo regular e/ou prolongado de <I>medica&ccedil;&atilde;o psicofarmacol&oacute;gica</I> pode ocasionar efeitos secund&aacute;rios na condu&ccedil;&atilde;o de ve&iacute;culos a motor. Referenciando apenas algumas subst&acirc;ncias representativas, as benzodiazepinas<SUP>17</SUP>, os antidepressivos<SUP>18</SUP> (nomeadamente os tric&iacute;clicos) e os antipsic&oacute;ticos<SUP>19</SUP> (especialmente os at&iacute;picos) s&atilde;o suscet&iacute;veis de afetar a capacidade de controlo de comandos (e.g., volante, pedais), o posicionamento lateral do ve&iacute;culo na estrada, a regula&ccedil;&atilde;o da velocidade e os processos de tomada de decis&atilde;o. De modo a possibilitar a identifica&ccedil;&atilde;o de casos com altera&ccedil;&otilde;es cognitivas e psicomotoras suscet&iacute;veis de limitar o exerc&iacute;cio da condu&ccedil;&atilde;o em seguran&ccedil;a, pode ser recomendada uma avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica especializada no exame de condutores.</P>     <P>A atividade de condu&ccedil;&atilde;o exige, de modo simplificado, <I>a integridade, coordena&ccedil;&atilde;o e rapidez de diferentes processos psicol&oacute;gicos de natureza cognitiva:</I> perceber e atender os m&uacute;ltiplos est&iacute;mulos do ambiente rodovi&aacute;rio, interpretar as situa&ccedil;&otilde;es de tr&acirc;nsito, decidir sobre as a&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias, planear e executar a&ccedil;&otilde;es, e processar o <I>feedback</I> de modo a determinar a necessidade de novas a&ccedil;&otilde;es<SUP>13</SUP>. A presen&ccedil;a de d&eacute;fices nestes dom&iacute;nios, incluindo a perce&ccedil;&atilde;o, aten&ccedil;&atilde;o e funcionamento executivo, &eacute; frequente em pessoas com doen&ccedil;a neurol&oacute;gica ou psiqui&aacute;trica<SUP>14</SUP>. O exame dos processos cognitivos intr&iacute;nsecos ao desempenho da tarefa de condu&ccedil;&atilde;o constitui o objetivo central da avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica de condutores, cujos resultados evidenciam utilidade na previs&atilde;o desta atividade.</P>     <P>Existem evid&ecirc;ncias emp&iacute;ricas de que a <I>avalia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica &eacute; pouco sens&iacute;vel e espec&iacute;fica no exame de fun&ccedil;&otilde;es cognitivas que determinam a capacidade de condu&ccedil;&atilde;o</I>. Embora possa ser determinante no processo de avalia&ccedil;&atilde;o e instru&ccedil;&atilde;o de condi&ccedil;&otilde;es m&eacute;dicas suscet&iacute;veis de influenciar o desempenho da condu&ccedil;&atilde;o (fun&ccedil;&otilde;es sensoriais e motoras, doen&ccedil;as cr&oacute;nicas, comorbilidades, medica&ccedil;&atilde;o, etc.), n&atilde;o inclui o recurso a instrumentos e t&eacute;cnicas de avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica, imprescind&iacute;veis para uma avalia&ccedil;&atilde;o formal, estandardizada e quantificada de altera&ccedil;&otilde;es cognitivas suscet&iacute;veis de afetar a seguran&ccedil;a da condu&ccedil;&atilde;o<SUP>20&ndash;22</SUP>.</P>     <P>Os pedidos de parecer psicol&oacute;gico por parte de m&eacute;dicos respons&aacute;veis por atestados para a condu&ccedil;&atilde;o s&atilde;o, no entanto, relativamente escassos em compara&ccedil;&atilde;o com a propor&ccedil;&atilde;o de pessoas com doen&ccedil;a neurol&oacute;gica ou psiqui&aacute;trica, e que continuam a conduzir. Uma explica&ccedil;&atilde;o para este fato poder&aacute; corresponder &agrave; falta de forma&ccedil;&atilde;o formal no dom&iacute;nio do exame cl&iacute;nico de condutores<SUP>23,24</SUP>, limitando a possibilidade de uma abordagem avaliativa hol&iacute;stica e diferenciada. Neste contexto, &eacute; expect&aacute;vel que um largo n&uacute;mero de utentes n&atilde;o seja referenciado e examinado de um modo rigoroso nas suas aptid&otilde;es cognitivas para a condu&ccedil;&atilde;o.</P>     <P>O presente texto tem como objetivo uma revis&atilde;o te&oacute;rica da literatura sobre testes psicol&oacute;gicos preditores do desempenho da atividade de condu&ccedil;&atilde;o em pessoas com doen&ccedil;a neurol&oacute;gica ou psiqui&aacute;trica, procurando ilustrar a utilidade de uma avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica diferenciada no exame cl&iacute;nico de condutores.</P>     <p>&nbsp;</p>     <P> <B>M&eacute;todo</B> </P>     <P>A presente revis&atilde;o foi baseada numa pesquisa de literatura em bases de dados cient&iacute;ficas (B-On, EBSCO, ISI Web of Knowledge, OvidSP, ProQuest, WileyBlackwell), num horizonte temporal de 2000 a julho de 2013, incluindo os idiomas ingl&ecirc;s, franc&ecirc;s, espanhol e portugu&ecirc;s. Foram considerados os seguintes termos de pesquisa: <I>driving, automobile, fitness to drive, accidents, crash, road test, cognitive, psychological assessment, neuropsychological assessment, testing, stroke, brain injury, multiple sclerosis, dementia, Alzheimer's, Parkinson's, depression, schizophrenia</I> e <I>attention-deficit hyperactivity disorder.</I> </P>     <P>Os crit&eacute;rios de sele&ccedil;&atilde;o dos estudos inclu&iacute;ram os seguintes: (a) estudos documentados em artigos de peri&oacute;dicos com arbitragem cient&iacute;fica; (b) estudos com dados de investiga&ccedil;&atilde;o emp&iacute;rica que corroboram a validade de instrumentos ou protocolos de avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica em rela&ccedil;&atilde;o a medidas de desempenho da condu&ccedil;&atilde;o (provas em contexto real de tr&acirc;nsito e/ou dados sobre acidentes); (c) estudos com amostras referentes a condutores com diagn&oacute;stico cl&iacute;nico espec&iacute;fico, nomeadamente doen&ccedil;a neurol&oacute;gica (acidente vascular cerebral, esclerose m&uacute;ltipla, doen&ccedil;a de Alzheimer, doen&ccedil;a de Parkinson, traumatismo cr&acirc;nio-encef&aacute;lico) ou psiqui&aacute;trica (depress&atilde;o, esquizofrenia, perturba&ccedil;&atilde;o de hiperatividade com d&eacute;fice de aten&ccedil;&atilde;o).</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>A escolha das patologias foi baseada em crit&eacute;rios de incid&ecirc;ncia e de impacto funcional a n&iacute;vel global, incluindo cinco das dez doen&ccedil;as neurol&oacute;gicas mais frequentes (em conjunto com a epilepsia, cefaleias cr&oacute;nicas, neuropatias, perturba&ccedil;&otilde;es neurol&oacute;gicas associadas a infe&ccedil;&otilde;es e m&aacute; nutri&ccedil;&atilde;o)<SUP>25</SUP> e duas doen&ccedil;as psiqui&aacute;tricas (depress&atilde;o e esquizofrenia) com maior risco de incapacidade funcional<SUP>26</SUP>. A perturba&ccedil;&atilde;o de hiperatividade com d&eacute;fice de aten&ccedil;&atilde;o foi ainda objeto de revis&atilde;o, sendo referenciada como a doen&ccedil;a psiqui&aacute;trica com mais dados consistentes de efeito negativo na condu&ccedil;&atilde;o<SUP>13</SUP>.</P>     <p>&nbsp;</p>     <P> <B>Resultados</B> </P>     <P>De acordo com os crit&eacute;rios de sele&ccedil;&atilde;o dos estudos, foram identificados 36 artigos referentes a condutores com doen&ccedil;a neurol&oacute;gica (<a href ="/img/revistas/rpsp/v33n1/33n1a08t1.jpg">tabela 1</a>): traumatismo cr&acirc;nio-encef&aacute;lico (n = 4), acidente vascular cerebral (n = 7), esclerose m&uacute;ltipla (n = 5), doen&ccedil;a de Alzheimer (n = 12) e doen&ccedil;a de Parkinson (n = 8).</P>     
<P>No &acirc;mbito dos estudos, a revis&atilde;o de literatura &eacute; apresentada por patologia e de acordo com as seguintes rubricas: caracter&iacute;sticas gerais do quadro cl&iacute;nico e aspetos epidemiol&oacute;gicos; import&acirc;ncia da atividade de condu&ccedil;&atilde;o; altera&ccedil;&otilde;es cognitivas representativas e impacto na condu&ccedil;&atilde;o; testes psicol&oacute;gicos preditores de desempenho na atividade de condu&ccedil;&atilde;o.</P>     <P>No campo das doen&ccedil;as psiqui&aacute;tricas, uma vez que n&atilde;o foram identificados estudos de natureza emp&iacute;rica sobre a associa&ccedil;&atilde;o entre testes psicol&oacute;gicos e medidas de desempenho da condu&ccedil;&atilde;o, foram documentados dados de investiga&ccedil;&atilde;o sugestivos da utilidade da avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica para a condu&ccedil;&atilde;o nesta popula&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica.</P>     <p>&nbsp;</p>     <P> <B>Doen&ccedil;as neurol&oacute;gicas</B> </P>     <P> <B>Traumatismo cr&acirc;nio-encef&aacute;lico</B> </P>     <P> <I>Caracter&iacute;sticas gerais do quadro cl&iacute;nico e aspetos epidemiol&oacute;gicos.</I> O TCE resulta de uma for&ccedil;a mec&acirc;nica na caixa craniana associada a les&otilde;es focais ou difusas do enc&eacute;falo. O tipo de les&atilde;o depende da natureza e magnitude da for&ccedil;a aplicada, da sua dura&ccedil;&atilde;o e do local de aplica&ccedil;&atilde;o, podendo ainda ocorrerem les&otilde;es cerebrais secund&aacute;rias associadas a altera&ccedil;&otilde;es celulares e nos vasos sangu&iacute;neos<SUP>61</SUP>. Nos pa&iacute;ses desenvolvidos, os TCE constituem a principal causa de mortalidade e morbilidade nos adultos jovens. Em Portugal, os dados relativos &agrave; incid&ecirc;ncia de casos de TCE entre 1996-1997 foi de 137/100.000, com uma taxa de mortalidade na ordem dos 17/100.000 em 1997. Estimou-se ainda que em cada ano surgem mais de 3.700 novos casos de incapacidade resultante de TCE, e que os n&uacute;meros relativos &agrave; preval&ecirc;ncia atingem milhares de pessoas<SUP>62</SUP>.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P> <I>Import&acirc;ncia da atividade de condu&ccedil;&atilde;o.</I> Em condutores v&iacute;timas de TCE, a atividade de condu&ccedil;&atilde;o &eacute; considerada um fator determinante na manuten&ccedil;&atilde;o da independ&ecirc;ncia, no processo de reintegra&ccedil;&atilde;o social e na qualidade de vida<SUP>63</SUP>. No entanto, mais de metade dos casos retoma essa atividade sem qualquer avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica especializada e aconselhamento<SUP>64,65</SUP>. As pessoas com TCE grave, em particular, tendem a sobrevalorizar o processo de reabilita&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e a negligenciar os eventuais problemas cognitivos e emocionais persistentes, suscet&iacute;veis de diminuir a aptid&atilde;o para conduzir um autom&oacute;vel em seguran&ccedil;a<SUP>28</SUP>.</P>     <P> <I>Altera&ccedil;&otilde;es cognitivas representativas e impacto na condu&ccedil;&atilde;o.</I> A previs&atilde;o do desempenho de condu&ccedil;&atilde;o em pessoas com TCE &eacute;, na maioria dos casos, complexa e dif&iacute;cil considerando a heterogeneidade de sequelas f&iacute;sicas, cognitivas e comportamentais que podem comprometer a profici&ecirc;ncia de condu&ccedil;&atilde;o<SUP>66</SUP>. A natureza das les&otilde;es cerebrais, a gravidade do traumatismo, o tempo decorrido e a evolu&ccedil;&atilde;o dos d&eacute;fices desde a les&atilde;o cerebral, s&atilde;o exemplos de fatores que podem contribuir para a diversidade de sintomas cl&iacute;nicos e subjetivos<SUP>67</SUP>. A lentid&atilde;o no processamento de informa&ccedil;&atilde;o corresponde a uma das sequelas neurocognitivas mais evidentes nos casos de TCE, com impacto negativo na efici&ecirc;ncia dos processos percetivos (e.g., perceber e atender a est&iacute;mulos do ambiente), atencionais (e.g., selecionar os est&iacute;mulos relevantes ou dar aten&ccedil;&atilde;o a mais de um est&iacute;mulo em simult&acirc;neo) e executivos (e.g., antecipar, planear, tomar decis&otilde;es e monitorizar o comportamento), considerados como cruciais na tarefa de condu&ccedil;&atilde;o<SUP>13&ndash;15</SUP>. Os d&eacute;fices nestes dom&iacute;nios podem ser frequentes e persistentes mesmo ap&oacute;s a implementa&ccedil;&atilde;o de um programa de reabilita&ccedil;&atilde;o neuropsicol&oacute;gica<SUP>68</SUP>.</P>     <P> <I>Testes psicol&oacute;gicos preditores de desempenho na atividade de condu&ccedil;&atilde;o.</I> Existem evid&ecirc;ncias sobre a utilidade de testes cognitivos para prever o desempenho de condu&ccedil;&atilde;o real em pessoas v&iacute;timas de TCE. Provas que examinam a <I>velocidade de processamento e mem&oacute;ria de trabalho</I> (<I>Symbol Digit Modalities Test</I><SUP>30</SUP>, Sequ&ecirc;ncias Letras-N&uacute;meros<SUP>27,28</SUP>), a <I>aten&ccedil;&atilde;o visual e funcionamento executivo</I> (UFOV &minus; 2<SUP>29</SUP>, <I>Trail Making Test</I><SUP>29</SUP>, <I>Color Trails Test</I><SUP>27</SUP>, <I>Stroop</I><SUP>28,30</SUP>), e <I>capacidades visuo-percetivas</I> (Matrizes<SUP>27</SUP>, <I>Judgment of Line Orientation</I><SUP>30</SUP>), constituem preditores significativos. Por exemplo, numa amostra de 52 condutores v&iacute;timas de TCE, um modelo de previs&atilde;o incluindo testes que tamb&eacute;m examinam estes dom&iacute;nios (<I>Stroke Drivers Screnning Assessment, Stroop</I> e <I>Information Processing</I>), permitiu obter uma classifica&ccedil;&atilde;o correta (crit&eacute;rio aptid&atilde;o/inaptid&atilde;o em prova de condu&ccedil;&atilde;o) em 87% dos casos<SUP>28</SUP>.</P>     <p>&nbsp;</p>     <P> <B>Acidente vascular cerebral</B> </P>     <P> <I>Caracter&iacute;sticas gerais do quadro cl&iacute;nico e aspetos epidemiol&oacute;gicos</I>. Um AVC &eacute; caracterizado pela instala&ccedil;&atilde;o s&uacute;bita de um d&eacute;fice neurol&oacute;gico vari&aacute;vel, resultante da oclus&atilde;o (isquemia) ou rotura (hemorragia) de uma art&eacute;ria cerebral, podendo ainda ocorrer complica&ccedil;&otilde;es neurol&oacute;gicas associadas a edema e hipertens&atilde;o intracraniana. Os AVC s&atilde;o a primeira causa de morte em Portugal e a principal causa de incapacidade nas pessoas idosas. Constituem tamb&eacute;m a segunda causa mais comum de dem&ecirc;ncia, bem como a mais frequente de epilepsia e depress&atilde;o no idoso<SUP>69</SUP>. N&atilde;o &eacute; conhecida, em rigor, a incid&ecirc;ncia e preval&ecirc;ncia dos AVC na popula&ccedil;&atilde;o portuguesa, mas foi estimada uma incid&ecirc;ncia aproximada de 279/100.000 casos por ano<SUP>70</SUP>, sendo que metade dos sobreviventes exibem alguma incapacidade e 30% ficam dependentes de cuidadores<SUP>71</SUP>.</P>     <P> <I>Import&acirc;ncia da atividade de condu&ccedil;&atilde;o.</I> Em pessoas v&iacute;timas de AVC, retomar a atividade de condu&ccedil;&atilde;o pode representar um dos principais objetivos do processo de reabilita&ccedil;&atilde;o, tendo em considera&ccedil;&atilde;o a frequ&ecirc;ncia de sequelas motoras, nomeadamente hemiparesias e hemiplegias, que limitam a mobilidade e independ&ecirc;ncia<SUP>72</SUP>. Os d&eacute;fices motores s&atilde;o, na maioria dos casos, compensados com recurso a adapta&ccedil;&otilde;es no ve&iacute;culo, ou simplesmente com o uso de um autom&oacute;vel com caixa de velocidades autom&aacute;tica<SUP>73</SUP>. Contudo, a presen&ccedil;a de d&eacute;fices cognitivos, mesmo subtis, pode diminuir de modo significativo a capacidade de condu&ccedil;&atilde;o, sendo recomendada uma avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica especializada<SUP>74</SUP>.</P>     <P> <I>Altera&ccedil;&otilde;es cognitivas representativas e impacto na condu&ccedil;&atilde;o.</I> A manifesta&ccedil;&atilde;o de altera&ccedil;&otilde;es cognitivas e do comportamento &eacute; determinada, em grande parte, pela localiza&ccedil;&atilde;o e extens&atilde;o da les&atilde;o vascular. No que concerne &agrave; profici&ecirc;ncia da condu&ccedil;&atilde;o autom&oacute;vel, os d&eacute;fices na perce&ccedil;&atilde;o visual, na aten&ccedil;&atilde;o e no funcionamento executivo s&atilde;o particularmente relevantes, contrariamente a eventuais d&eacute;fices nos dom&iacute;nios da linguagem ou mem&oacute;ria<SUP>75</SUP>. Por exemplo, a inaten&ccedil;&atilde;o hemiespacial seletiva constitui o defeito cognitivo mais frequente nas les&otilde;es vasculares do hemisf&eacute;rio cerebral direito, podendo persistir de modo subtil mesmo ap&oacute;s um per&iacute;odo formal de reabilita&ccedil;&atilde;o neuropsicol&oacute;gica<SUP>76</SUP>. Durante a tarefa de condu&ccedil;&atilde;o, este d&eacute;fice limita a capacidade de perceber, atender e responder a est&iacute;mulos no hemiespa&ccedil;o esquerdo do campo visual, sendo referenciado como um preditor significativo de envolvimento em acidente de via&ccedil;&atilde;o<SUP>77</SUP>.</P>     <P> <I>Testes psicol&oacute;gicos preditores de desempenho na atividade de condu&ccedil;&atilde;o.</I> V&aacute;rios estudos documentam a utilidade de testes cognitivos espec&iacute;ficos para prever o desempenho de condu&ccedil;&atilde;o em contexto real de tr&acirc;nsito em pessoas v&iacute;timas de AVC. Os Cubos da WAIS (que examinam <I>capacidades visuo-percetivas e visuo-espaciais</I>, mas tamb&eacute;m <I>velocidade de processamento, aten&ccedil;&atilde;o visua</I><B>l</B> e componentes intr&iacute;nsecos &agrave;s <I>fun&ccedil;&otilde;es executivas</I>) constituem um teste preditor de erros que comprometem a seguran&ccedil;a durante a condu&ccedil;&atilde;o<SUP>34</SUP>. Os desempenhos na Figura Complexa de Rey<SUP>32,34</SUP>, no UFOV <I>Test</I><SUP>34,37</SUP> e no <I>Stroke Drivers&rsquo; screening</I> Assessment<SUP>33,35,37</SUP> (SDSA) s&atilde;o tamb&eacute;m preditores significativos da capacidade de condu&ccedil;&atilde;o em mais do que um estudo. Importa ainda destacar um modelo de avalia&ccedil;&atilde;o baseado no <I>Complex Reaction Time</I> (teste de tempos de rea&ccedil;&atilde;o complexa que envolve v&aacute;rios recursos cognitivos), permitindo obter uma classifica&ccedil;&atilde;o correta (crit&eacute;rio aptid&atilde;o/inaptid&atilde;o em prova de condu&ccedil;&atilde;o) em 83% dos casos<SUP>31</SUP>.</P>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P> <B>Esclerose m&uacute;ltipla</B> </P>     <P> <I>Caracter&iacute;sticas gerais do quadro cl&iacute;nico e aspetos epidemiol&oacute;gicos.</I> A EM &eacute; uma doen&ccedil;a inflamat&oacute;ria cr&oacute;nica e progressiva do sistema nervoso central, associada a sintomas diversificados em fun&ccedil;&atilde;o da localiza&ccedil;&atilde;o da inflama&ccedil;&atilde;o e da desmieliniza&ccedil;&atilde;o das c&eacute;lulas nervosas. A doen&ccedil;a pode apresentar-se de v&aacute;rias formas, sendo a mais comum a <I>Esclerose m&uacute;ltipla surto remiss&atilde;o</I>, caracterizada pelo aparecimento de surtos associados a atividade inflamat&oacute;ria exacerbada, intercalados com per&iacute;odos de remiss&atilde;o da doen&ccedil;a, durante os quais pode ocorrer a recupera&ccedil;&atilde;o de alguns sintomas<SUP>78</SUP>. Estima-se, a partir de estudos epidemiol&oacute;gicos, uma incid&ecirc;ncia de 4,3/100.000 casos por ano na Europa<SUP>79</SUP>, afetando cerca de 6.500 pessoas em Portugal. Em regra, a doen&ccedil;a manifesta-se clinicamente entre os 20 e 40 anos de idade, sendo a causa mais frequente de incapacidade por doen&ccedil;a neurol&oacute;gica n&atilde;o traum&aacute;tica do adulto jovem<SUP>78</SUP>.</P>     <P> <I>Import&acirc;ncia da atividade de condu&ccedil;&atilde;o.</I> Em pessoas com EM a condu&ccedil;&atilde;o &eacute; considerada crucial na manuten&ccedil;&atilde;o da mobilidade, independ&ecirc;ncia e liberdade, constituindo tamb&eacute;m um s&iacute;mbolo de capacidade funcional. Aproximadamente 23% dos condutores com EM cessam a condu&ccedil;&atilde;o depois do diagn&oacute;stico, e os que continuam a conduzir apresentam melhor funcionamento f&iacute;sico e cognitivo<SUP>80</SUP>. Apesar da tend&ecirc;ncia para reduzirem essa atividade, os condutores com EM correspondem a um grupo cl&iacute;nico com maior risco de acidente em compara&ccedil;&atilde;o com condutores sem doen&ccedil;a identificada<SUP>6,7</SUP>.</P>     <P> <I>Altera&ccedil;&otilde;es cognitivas representativas e impacto na condu&ccedil;&atilde;o.</I> A par de eventuais sintomas visuais (e.g., neurite &oacute;tica, nistagmo) e motores (e.g., espasticidade, ataxia), as altera&ccedil;&otilde;es cognitivas s&atilde;o comuns, nomeadamente na velocidade de processamento, aten&ccedil;&atilde;o, mem&oacute;ria e funcionamento executivo (com frequente preserva&ccedil;&atilde;o da linguagem e do funcionamento intelectual), e podem ter influ&ecirc;ncia negativa na profici&ecirc;ncia de condu&ccedil;&atilde;o<SUP>81</SUP>. Por exemplo, em compara&ccedil;&atilde;o com casos-controlo, um grupo de pacientes com EM evidenciou um n&uacute;mero significativo de erros no controlo lateral e na regula&ccedil;&atilde;o da velocidade do ve&iacute;culo durante a condu&ccedil;&atilde;o<SUP>82</SUP>.</P>     <P> <I>Testes psicol&oacute;gicos preditores de desempenho na atividade de condu&ccedil;&atilde;o.</I> Um estudo de Lincoln e Radford<SUP>38</SUP> &eacute; ilustrativo da efic&aacute;cia dos testes cognitivos para prever o desempenho de condu&ccedil;&atilde;o real em pessoas com EM. Numa amostra de 34 condutores, os desempenhos no <I>Dot Cancellation</I> (aten&ccedil;&atilde;o e concentra&ccedil;&atilde;o), <I>Design Learning</I> (mem&oacute;ria visual), <I>Adult Memory and Information-Processing Task</I> (velocidade de processamento) e <I>Road Sign Recognition</I> (capacidades visuo-espaciais) permitiram obter uma fun&ccedil;&atilde;o discriminante com efici&ecirc;ncia classificat&oacute;ria de 88%. Akinwuntan et al.<SUP>39</SUP>, numa amostra de 44 pessoas com EM, comprovam igualmente a utilidade das provas do SDSA para prever o resultado na condu&ccedil;&atilde;o, com uma efici&ecirc;ncia classificat&oacute;ria de 86%. Adicionalmente, um modelo de previs&atilde;o incluindo tr&ecirc;s provas do SDSA (<I>Square Matrices Directions, Square Matrices Compass</I> e <I>Road Sign Recognition</I>), o <I>Stroop</I> e o UFOV <I>Test</I>, permitiu aumentar a efici&ecirc;ncia classificat&oacute;ria para 91%<SUP>40</SUP>. Nas investiga&ccedil;&otilde;es de Schultheis et al.<SUP>7,8</SUP>, testes que compreendem <I>velocidade de processamento e aten&ccedil;&atilde;o visual</I>, como o <I>Symbol Digit Modalities Test</I><SUP>8</SUP> e C&oacute;digo<SUP>7</SUP> (WAIS), <I>capacidades visuo-espacias</I>, como o 7/24 <I>Spatial Recall Test</I><SUP>8</SUP> e Cubos<SUP>7</SUP> (WAIS), e <I>fun&ccedil;&otilde;es executivas</I>, como o <I>Stroop</I> e <I>Trail Making Test</I><SUP>7</SUP>, foram preditores significativos de medidas do desempenho da condu&ccedil;&atilde;o, corroborando a utilidade destes instrumentos na avalia&ccedil;&atilde;o da capacidade de condu&ccedil;&atilde;o em pessoas com EM.</P>     <p>&nbsp;</p>     <P> <B>Doen&ccedil;a de Alzheimer</B> </P>     <P> <I>Caracter&iacute;sticas gerais do quadro cl&iacute;nico e aspetos epidemiol&oacute;gicos.</I> A doen&ccedil;a de Alzheimer &eacute; uma doen&ccedil;a neurodegenerativa caracterizada clinicamente por uma dem&ecirc;ncia progressiva e histologicamente pela presen&ccedil;a de placas senis, entran&ccedil;ados neurofibrilhares e perda progressiva de neur&oacute;nios na regi&atilde;o l&iacute;mbica e do c&oacute;rtex parieto-temporal. Representa a causa mais frequente de dem&ecirc;ncia e tem in&iacute;cio, na maioria dos casos, ap&oacute;s os 65 anos. O quadro cl&iacute;nico t&iacute;pico da DA inclui uma deteriora&ccedil;&atilde;o precoce e proeminente da mem&oacute;ria recente, seguida de outras altera&ccedil;&otilde;es cognitivas e comportamentais, interferindo com a capacidade funcional do indiv&iacute;duo. O funcionamento sensorial e motor &eacute; preservado at&eacute; uma fase avan&ccedil;ada da doen&ccedil;a<SUP>83</SUP>. O envelhecimento demogr&aacute;fico e aumento da esperan&ccedil;a m&eacute;dia de vida t&ecirc;m contribu&iacute;do para o aumento da preval&ecirc;ncia das dem&ecirc;ncias a n&iacute;vel global, sendo que em Portugal, os dados epidemiol&oacute;gicos no norte do pa&iacute;s apontam para uma preval&ecirc;ncia de 2,7/100 casos entre 55-79 anos<SUP>84</SUP>.</P>     <P> <I>Import&acirc;ncia da atividade de condu&ccedil;&atilde;o.</I> De acordo com dados internacionais, cerca de 30 a 45% das pessoas com dem&ecirc;ncia mant&eacute;m uma condu&ccedil;&atilde;o ativa e durante v&aacute;rios anos ap&oacute;s o in&iacute;cio da s&iacute;ndrome<SUP>85</SUP>. A cessa&ccedil;&atilde;o da atividade de condu&ccedil;&atilde;o constitui um momento decisivo (e dif&iacute;cil) no processo de evolu&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a, confrontando a pessoa com a perda grave de capacidade funcional<SUP>86</SUP>. A maioria dos condutores com dem&ecirc;ncia, &agrave; semelhan&ccedil;a dos condutores idosos, querem ser os pr&oacute;prios a decidir sobre a sua atividade de condu&ccedil;&atilde;o. No entanto, o processo da doen&ccedil;a limita a consci&ecirc;ncia dos d&eacute;fices funcionais e dos problemas na condu&ccedil;&atilde;o, bem como a capacidade de tomar decis&otilde;es ajustadas &agrave; realidade<SUP>87</SUP>.</P>     <P> <I>Altera&ccedil;&otilde;es cognitivas representativas e impacto na condu&ccedil;&atilde;o.</I> Os primeiros sintomas cognitivos da doen&ccedil;a incluem, usualmente, o defeito na mem&oacute;ria recente e altera&ccedil;&otilde;es associadas noutras fun&ccedil;&otilde;es como a orienta&ccedil;&atilde;o, aten&ccedil;&atilde;o, linguagem, fun&ccedil;&atilde;o visuo-espacial e executiva. Podem tamb&eacute;m coexistir sintomas neuropsiqui&aacute;tricos como apatia, agita&ccedil;&atilde;o, sintomas depressivos e psic&oacute;ticos. As altera&ccedil;&otilde;es neurocognitivas t&ecirc;m impacto no desempenho funcional da condu&ccedil;&atilde;o<SUP>88</SUP>, embora existam evid&ecirc;ncias de que o defeito mn&eacute;sico n&atilde;o seja preponderante na profici&ecirc;ncia de condu&ccedil;&atilde;o e seguran&ccedil;a<SUP>89</SUP>. As pessoas com dem&ecirc;ncia prov&aacute;vel identificada a partir da escala de avalia&ccedil;&atilde;o global <I>Clinical Dementia Rating</I><SUP>90,91</SUP> (CDR) podem apresentar um desempenho de condu&ccedil;&atilde;o em seguran&ccedil;a ainda durante um longo per&iacute;odo de tempo<SUP>11</SUP>. Nos casos de dem&ecirc;ncia ligeira, existem evid&ecirc;ncias de um aumento significativo de erros que colocam em risco a seguran&ccedil;a, a t&iacute;tulo exemplificativo: menor capacidade de dete&ccedil;&atilde;o dos sinais de tr&acirc;nsito, falhas no controlo lateral e longitudinal do ve&iacute;culo, e condu&ccedil;&atilde;o temer&aacute;ria em cruzamentos, entroncamentos e rotundas<SUP>44,48</SUP>.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P> <I>Testes psicol&oacute;gicos preditores de desempenho na atividade de condu&ccedil;&atilde;o.</I> Em pessoas com DA existem evid&ecirc;ncias de testes espec&iacute;ficos com capacidade preditiva significativa em rela&ccedil;&atilde;o ao desempenho de condu&ccedil;&atilde;o, a t&iacute;tulo ilustrativo: o C&oacute;digo da WAIS<SUP>50</SUP> (velocidade de processamento), o <I>Driving Scenes Test</I> da <I>Neuropsychology Assessment Battery</I><SUP>43</SUP> (aten&ccedil;&atilde;o visual), o <I>Maze Navigation Test</I><SUP>45</SUP> (fun&ccedil;&otilde;es executivas) e escalas de avalia&ccedil;&atilde;o global como o <I>Blessed Dementia Rating Scale</I><SUP>41</SUP> e o CDR<SUP>42</SUP>. Outros estudos ilustram a utilidade de modelos de avalia&ccedil;&atilde;o mais abrangentes, incluindo os referidos dom&iacute;nios e as capacidades visuo-espaciais, com uma precis&atilde;o classificat&oacute;ria vari&aacute;vel entre os 78 e 88%<SUP>46,47,51,52</SUP>.</P>     <p>&nbsp;</p>     <P> <B>Doen&ccedil;a de Parkinson</B> </P>     <P> <I>Caracter&iacute;sticas gerais do quadro cl&iacute;nico e aspetos epidemiol&oacute;gicos.</I> A DP &eacute; uma doen&ccedil;a neurodegenerativa cr&oacute;nica progressiva caracterizada clinicamente por tremor de repouso, rigidez e bradicinesia. Patologicamente, caracteriza-se por degenera&ccedil;&atilde;o de neur&oacute;nios dopamin&eacute;rgicos no sistema nigroestriado e pela presen&ccedil;a de inclus&otilde;es intraneuronais de corpos de Lewy. A par dos sintomas motores cl&aacute;ssicos, a DP &eacute; tamb&eacute;m associada a sintomas cognitivos e comportamentais, mesmo em est&aacute;dios iniciais da doen&ccedil;a e em doentes n&atilde;o demenciados. O risco relativo de desenvolver dem&ecirc;ncia nos doentes de Parkinson &eacute; superior ao da popula&ccedil;&atilde;o em geral, caracterizando-se por uma s&iacute;ndrome disfuncional executiva predominante, associando-se frequentemente a v&aacute;rias altera&ccedil;&otilde;es psiqui&aacute;tricas como a depress&atilde;o, a ansiedade e os sintomas psic&oacute;ticos. A preval&ecirc;ncia da doen&ccedil;a aumenta com a idade e atinge aproximadamente 1% da popula&ccedil;&atilde;o mundial com mais de 65 anos de idade<SUP>92</SUP>. Em Portugal, foi determinada uma preval&ecirc;ncia de 130/100.000<SUP>93</SUP>, sendo que o Observat&oacute;rio Nacional de Sa&uacute;de apontou, em 2005, uma preval&ecirc;ncia auto-declarada de 392,4/100.000<SUP>94</SUP>.</P>     <P> <I>Import&acirc;ncia da atividade de condu&ccedil;&atilde;o.</I> Para pessoas com DP, a tarefa de condu&ccedil;&atilde;o &eacute; essencial para a mobilidade, sobretudo com o agravamento dos sintomas motores associados a altera&ccedil;&otilde;es da marcha e instabilidade corporal. De acordo com dados internacionais, cerca de 60% das pessoas com DP mant&eacute;m uma condu&ccedil;&atilde;o ativa at&eacute; um est&aacute;dio avan&ccedil;ado da doen&ccedil;a<SUP>12</SUP>.</P>     <P> <I>Altera&ccedil;&otilde;es cognitivas representativas e impacto na condu&ccedil;&atilde;o.</I> A DP &eacute; associada a altera&ccedil;&otilde;es cognitivas, nomeadamente na aten&ccedil;&atilde;o, mem&oacute;ria, velocidade de processamento e funcionamento executivo. V&aacute;rios estudos documentam o decl&iacute;nio da profici&ecirc;ncia de condu&ccedil;&atilde;o real em pessoas com DP. Por exemplo, em compara&ccedil;&atilde;o com grupos de controlo, foi assinalado um aumento significativo do n&uacute;mero de erros de condu&ccedil;&atilde;o que colocam em risco a seguran&ccedil;a rodovi&aacute;ria, como condu&ccedil;&atilde;o err&aacute;tica e desvios do ve&iacute;culo para fora da via<SUP>58,95</SUP>, aus&ecirc;ncia de pesquisa visual durante as manobras (e.g., mudan&ccedil;a de dire&ccedil;&atilde;o ou de via, marcha-atr&aacute;s, estacionamento)<SUP>96</SUP>, per&iacute;odos de tempo elevados para inicia&ccedil;&atilde;o e execu&ccedil;&atilde;o de manobras, assim como dificuldades na regula&ccedil;&atilde;o da velocidade<SUP>97</SUP>.</P>     <P> <I>Testes psicol&oacute;gicos preditores de desempenho na atividade de condu&ccedil;&atilde;o.</I> Considerando a inefic&aacute;cia de escalas cl&iacute;nicas que examinam o grau de gravidade da DP para prever a capacidade de condu&ccedil;&atilde;o<SUP>96&ndash;98</SUP>, Devos e colaboradores<SUP>57,60</SUP>, testaram um modelo de avalia&ccedil;&atilde;o incluindo apenas o exame motor da <I>Unified Parkinson's Disease Rating Scale</I> e o CDR, obtendo uma precis&atilde;o classificat&oacute;ria elevada (77<I>&ndash;</I>90%). Um outro estudo<SUP>55</SUP> incluindo o <I>Purdue Pegboard Test</I> (destreza manual e coordena&ccedil;&atilde;o bimanual) e <I>Symbol Digit Verbal Test</I> (velocidade de processamento) permitiu obter um modelo com excelente poder discriminante (90%). O UFOV <I>test</I><SUP>53,54,58,59</SUP>, o <I>Trail Making Test</I><SUP>53,54,56</SUP> e a Figura Complexa de Rey<SUP>53,54,58</SUP> s&atilde;o tamb&eacute;m exemplos de preditores do desempenho de condu&ccedil;&atilde;o real em mais do que um estudo, corroborando o valor incremental de testes (neuro)psicol&oacute;gicos espec&iacute;ficos na avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica de condutores com DP.</P>     <p>&nbsp;</p>     <P> <B>Doen&ccedil;as psiqui&aacute;tricas</B> </P>     <P>Na literatura atual existe uma escassez de dados emp&iacute;ricos sobre a rela&ccedil;&atilde;o entre doen&ccedil;as psiqui&aacute;tricas e a capacidade de condu&ccedil;&atilde;o, em grande parte justificado pela dificuldade no controlo de vari&aacute;veis confundentes, de modo particular, em diferenciar o impacto dos sintomas da doen&ccedil;a e os efeitos dos psicof&aacute;rmacos (e.g., antidepressivos, benzodiazepinas, antipsic&oacute;ticos) nessa atividade<SUP>13,99</SUP>. D&eacute;fices de aten&ccedil;&atilde;o e concentra&ccedil;&atilde;o, lentid&atilde;o ou agita&ccedil;&atilde;o psicomotora, fadiga f&aacute;cil, ansiedade, consumo abusivo de subst&acirc;ncias e outros comportamentos de risco s&atilde;o sintomas comuns em doentes psiqui&aacute;tricos e com potencial efeito negativo na tarefa de condu&ccedil;&atilde;o<SUP>100</SUP>.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>Em pessoas com diagn&oacute;stico de <I>depress&atilde;o</I>, o consumo de antidepressivos com efeitos sedativos foi associado a ligeiro aumento do risco de acidente de via&ccedil;&atilde;o<SUP>101</SUP>. O consumo de f&aacute;rmacos com inibidores seletivos da recapta&ccedil;&atilde;o da serotonina e da noradrenalina, tamb&eacute;m contribui para desempenhos inferiores em provas de condu&ccedil;&atilde;o real, em compara&ccedil;&atilde;o com casos controlo. As dificuldades no controlo lateral do ve&iacute;culo e na regula&ccedil;&atilde;o da velocidade constituem os erros mais representativos durante a tarefa condu&ccedil;&atilde;o real em pessoas com depress&atilde;o<SUP>102</SUP>, mas tamb&eacute;m no desempenho de condu&ccedil;&atilde;o simulada em pessoas com <I>esquizofrenia</I><SUP>103</SUP>. Alguns estudos sugerem um maior n&uacute;mero de infra&ccedil;&otilde;es &agrave;s regras de tr&acirc;nsito e de acidentes de via&ccedil;&atilde;o em pacientes esquizofr&eacute;nicos comparativamente &agrave; popula&ccedil;&atilde;o n&atilde;o psiqui&aacute;trica<SUP>104</SUP>, embora esta diferen&ccedil;a n&atilde;o tenha sido observada por outros autores<SUP>105</SUP>.</P>     <P>No &acirc;mbito das doen&ccedil;as psiqui&aacute;tricas importa ainda assinalar a evid&ecirc;ncia do efeito negativo da <I>perturba&ccedil;&atilde;o de hiperatividade com d&eacute;fice de aten&ccedil;&atilde;o (PHDA)</I> na capacidade de condu&ccedil;&atilde;o. Os comportamentos de desaten&ccedil;&atilde;o, agita&ccedil;&atilde;o motora e impulsividade, bem como outros fatores de risco associados a este grupo cl&iacute;nico como o consumo abusivo de subst&acirc;ncias e comportamento antissocial, foram documentados de modo sistem&aacute;tico como preditores de um maior n&uacute;mero de infra&ccedil;&otilde;es (nomeadamente por excesso de velocidade) e acidentes de via&ccedil;&atilde;o associados a ferimentos, comparativamente a condutores sem doen&ccedil;a identificada (casos controlo) ou com a popula&ccedil;&atilde;o condutora em geral<SUP>106&ndash;108</SUP>.</P>     <P>Em termos globais, &eacute; sugestivo que estas condi&ccedil;&otilde;es psiqui&aacute;tricas, associadas a um consumo prolongado de psicof&aacute;rmacos, possam comprometer o funcionamento neurocognitivo e o comportamento de condu&ccedil;&atilde;o. S&atilde;o necess&aacute;rios estudos sistem&aacute;ticos sobre a rela&ccedil;&atilde;o entre testes (neuro) psicol&oacute;gicos e a capacidade de condu&ccedil;&atilde;o em pessoas com doen&ccedil;a psiqui&aacute;trica. Natureza da doen&ccedil;a, anos de dura&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a, gravidade dos sintomas, comorbilidades, psicof&aacute;rmacos e testes do protocolo de avalia&ccedil;&atilde;o s&atilde;o algumas das vari&aacute;veis a considerar nas investiga&ccedil;&otilde;es.</P>     <p>&nbsp;</p>     <P> <B>Discuss&atilde;o e conclus&otilde;es</B> </P>     <P>A avalia&ccedil;&atilde;o da aptid&atilde;o f&iacute;sica, mental e psicol&oacute;gica para a condu&ccedil;&atilde;o constitui uma preocupa&ccedil;&atilde;o muito atual em Sa&uacute;de P&uacute;blica, igualmente expressa num n&uacute;mero crescente de investiga&ccedil;&otilde;es e publica&ccedil;&otilde;es na literatura m&eacute;dica e psicol&oacute;gica<SUP>13&ndash;16,106,107,109,110</SUP>.</P>     <P>A capacidade de condu&ccedil;&atilde;o pode ser comprometida por altera&ccedil;&otilde;es cognitivas, frequentes em pessoas com doen&ccedil;a neurol&oacute;gica ou psiqui&aacute;trica. O impacto de d&eacute;fices ou de decl&iacute;nio cognitivo na atividade de condu&ccedil;&atilde;o &eacute; um dos dados mais consistentes identificados nos grupos cl&iacute;nicos considerados neste trabalho.</P>     <P>Os estudos recenseados corroboram a utilidade de testes psicol&oacute;gicos espec&iacute;ficos, nomeadamente cognitivos, na avalia&ccedil;&atilde;o de condutores com doen&ccedil;a neurol&oacute;gica ou psiqui&aacute;trica. Do ponto de vista cl&iacute;nico, os <I>dom&iacute;nios visuo-percetivo, visuo-espacial, aten&ccedil;&atilde;o visual, fun&ccedil;&otilde;es executivas, mas tamb&eacute;m a velocidade de processamento e mem&oacute;ria de trabalho</I>, s&atilde;o documentados sistematicamente como determinantes da capacidade de condu&ccedil;&atilde;o. Uma avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica especializada que examine de modo estruturado estes dom&iacute;nios poder&aacute; constituir um contributo determinante, permitindo obter elementos cl&iacute;nicos relevantes para o processo de tomada de decis&atilde;o e fundamenta&ccedil;&atilde;o do parecer de aptid&atilde;o ou inaptid&atilde;o para a condu&ccedil;&atilde;o.</P>     <P>Importa tamb&eacute;m referir que <I>a avalia&ccedil;&atilde;o da personalidade e de sintomas psicopatol&oacute;gicos</I>, embora n&atilde;o inclu&iacute;da no &acirc;mbito das investiga&ccedil;&otilde;es referenciadas, &eacute; parte integrante dos protocolos de avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica de condutores, conforme o atual <I>Regulamento da habilita&ccedil;&atilde;o legal para conduzir</I><SUP>111</SUP>. De modo particular, o padr&atilde;o comportamental do indiv&iacute;duo deve ser analisado com recurso a t&eacute;cnicas de avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica como a entrevista e observa&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica, procurando aferir uma eventual diminui&ccedil;&atilde;o do controlo de impulsos e a identifica&ccedil;&atilde;o de comportamento social inapropriado (e.g., desinibi&ccedil;&atilde;o, euforia, irritabilidade f&aacute;cil, agressividade, persevera&ccedil;&atilde;o e rigidez manifestas). Estas altera&ccedil;&otilde;es s&atilde;o frequentes nos grupos cl&iacute;nicos considerados e podem ser potenciadas em contexto real de tr&acirc;nsito, uma vez que a tarefa de condu&ccedil;&atilde;o exige tamb&eacute;m um controlo emocional e comportamental adequado. Por outro lado, a entrevista e observa&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica identificam importantes indicadores do funcionamento cognitivo. Por exemplo, as pessoas com deteriora&ccedil;&atilde;o cognitiva podem apresentar falta de ju&iacute;zo cr&iacute;tico e de capacidade de <I>insight</I>, o que afeta o reconhecimento dos d&eacute;fices funcionais e dos riscos inerentes &agrave; atividade de condu&ccedil;&atilde;o<SUP>87</SUP>. Estas quest&otilde;es concretas s&atilde;o valorizadas numa avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica especializada e contribuem para assegurar maior rigor no exame cl&iacute;nico da aptid&atilde;o para a condu&ccedil;&atilde;o.</P>     <P>A avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica de condutores pode ser conceptualizada, deste modo, como <I>abrangente</I> (englobando as esferas cognitiva, emocional e comportamental) e <I>sistem&aacute;tica</I> (formal, estandardizada, quantificada), concretizando-se atrav&eacute;s do recurso a <I>instrumentos e protocolos</I> v&aacute;lidos, isto &eacute;, fundamentados em estudos emp&iacute;ricos de validade em rela&ccedil;&atilde;o a medidas de condu&ccedil;&atilde;o. Se a condu&ccedil;&atilde;o contribui para a independ&ecirc;ncia e o bem-estar psicol&oacute;gico, e a redu&ccedil;&atilde;o ou restri&ccedil;&atilde;o desta atividade potencia o isolamento social e a manifesta&ccedil;&atilde;o de sintomas de depress&atilde;o<SUP>112</SUP>, importa uma gest&atilde;o rigorosa dos instrumentos dispon&iacute;veis e assegurar a validade de todo o processo de avalia&ccedil;&atilde;o, de modo a evitar infer&ecirc;ncias incorretas sobre a capacidade de condu&ccedil;&atilde;o dos indiv&iacute;duos (e todas as implica&ccedil;&otilde;es pessoais, familiares e sociais associadas).</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>O <I>processo de avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica deve ainda ser diferenciado em fun&ccedil;&atilde;o do diagn&oacute;stico e grupo et&aacute;rio</I> a que pertence o condutor (sugestivo de comportamentos e problemas de condu&ccedil;&atilde;o caracter&iacute;sticos), sem contudo esquecer que a condu&ccedil;&atilde;o autom&oacute;vel &eacute; uma atividade que envolve requisitos universais em termos cognitivos<SUP>113,114</SUP>. Do ponto de vista pr&aacute;tico, &eacute; desej&aacute;vel o reconhecimento de um instrumento ou protocolo b&aacute;sico comum que permita assegurar o grau de exig&ecirc;ncia das avalia&ccedil;&otilde;es e a comparabilidade de resultados<SUP>115</SUP>.</P>     <P>A <I>abordagem avaliativa deve ser tamb&eacute;m adaptada &agrave; natureza evolutiva da doen&ccedil;a.</I> Se em patologias de natureza n&atilde;o progressiva (e.g., TCE, esquizofrenia) pode ser recomendada uma avalia&ccedil;&atilde;o da aptid&atilde;o para a condu&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s um per&iacute;odo formal de interven&ccedil;&atilde;o terap&ecirc;utica (e.g., reabilita&ccedil;&atilde;o cognitiva, psicofarmacol&oacute;gica) e relativa estabiliza&ccedil;&atilde;o do quadro de funcionamento neurocognitivo, noutros casos importa reconhecer a necessidade de reavalia&ccedil;&otilde;es peri&oacute;dicas. Estas s&atilde;o justificadas considerando a obrigatoriedade de monitorizar a natureza progressiva de algumas doen&ccedil;as desde o in&iacute;cio de suposi&ccedil;&atilde;o do diagn&oacute;stico (e.g., dem&ecirc;ncias, EM), ou o poss&iacute;vel impacto da medica&ccedil;&atilde;o e agravamento nos comportamentos de condu&ccedil;&atilde;o decorrentes de processos evolutivos de envelhecimento inerentes a todos os quadros cl&iacute;nicos. Na abordagem de condutores com doen&ccedil;a neurodegenerativa, o psic&oacute;logo deve ainda assumir tarefas espec&iacute;ficas no &acirc;mbito do aconselhamento, com a finalidade de minimizar potenciais consequ&ecirc;ncias psicol&oacute;gicas decorrentes de medidas restritivas de condu&ccedil;&atilde;o<SUP>109</SUP>.</P>     <P>No que concerne ao processo da avalia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica de condutores, destacamos ainda a <I>necessidade de um instrumento breve de rastreio cognitivo</I> que possibilite a identifica&ccedil;&atilde;o de condutores de risco (decorrente da presen&ccedil;a de d&eacute;fices cognitivos) e fundamenta&ccedil;&atilde;o dos pedidos de referencia&ccedil;&atilde;o para uma avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica especializada (abrangente, aprofundada, sistem&aacute;tica). Neste contexto, importa referir que o <I>Mini-Mental State Examination</I><SUP>116&ndash;118</SUP> (MMSE), um instrumento breve de avalia&ccedil;&atilde;o cognitiva global de uso tradicional e generalizado em contexto cl&iacute;nico, carece de evid&ecirc;ncias suficientemente v&aacute;lidas e consistentes para ser considerado um indicador de risco para a condu&ccedil;&atilde;o, nomeadamente em pessoas com dem&ecirc;ncia<SUP>119</SUP>. Embora a prova seja relativamente &uacute;til no rastreio de decl&iacute;nio cognitivo com n&iacute;vel de gravidade moderado a severo<SUP>118</SUP>, a natureza do teste &eacute; essencialmente verbal e limitada na avalia&ccedil;&atilde;o de dom&iacute;nios cognitivos essenciais para o comportamento de condu&ccedil;&atilde;o, nomeadamente a perce&ccedil;&atilde;o visual, a aten&ccedil;&atilde;o e o funcionamento executivo. Neste sentido, e com maior interesse e atualidade para a avalia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica de condutores, o <I>Addenbrooke's Cognitive Examination Revised</I><SUP>120,121</SUP> (ACE-R), igualmente um teste de rastreio cognitivo mais completo do que o MMSE (incorporando o pr&oacute;prio MMSE e tarefas de avalia&ccedil;&atilde;o das fun&ccedil;&otilde;es executivas e visuo-espaciais), poder&aacute; corresponder a um potencial m&eacute;todo de avalia&ccedil;&atilde;o para identifica&ccedil;&atilde;o de condutores de risco. Os dados de investiga&ccedil;&atilde;o comprovam que o ACE-R apresenta uma efici&ecirc;ncia classificat&oacute;ria superior na dete&ccedil;&atilde;o de condutores inaptos na condu&ccedil;&atilde;o, e sugerem a utilidade deste indicador para fundamentar um pedido de referencia&ccedil;&atilde;o para uma avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica especializada<SUP>122</SUP>. Em conson&acirc;ncia com estes resultados, &eacute; sugestivo que o <I>Montreal Cognitive Assessment</I><SUP>123,124</SUP> (MoCA), um instrumento breve de avalia&ccedil;&atilde;o cognitiva global que examina diferentes dom&iacute;nios, incluindo as fun&ccedil;&otilde;es executivas e capacidades visuo-espaciais, tamb&eacute;m possa constituir um teste com boas capacidades preditivas do desempenho de condu&ccedil;&atilde;o, mas s&atilde;o necess&aacute;rios estudos de validade que permitam suportar esta hip&oacute;tese.</P>     <P>No pr&aacute;tica cl&iacute;nica, o exame da aptid&atilde;o para conduzir em pessoas com doen&ccedil;a neurol&oacute;gica ou psiqui&aacute;trica carece, tradicionalmente, de uma avalia&ccedil;&atilde;o das fun&ccedil;&otilde;es cognitivas necess&aacute;rias para o desempenho da atividade de condu&ccedil;&atilde;o em seguran&ccedil;a<SUP>99</SUP>. Ao longo deste trabalho procur&aacute;mos evidenciar a utilidade de uma avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica diferenciada no exame cl&iacute;nico de condutores pertencentes a grupos cl&iacute;nicos espec&iacute;ficos. Com a finalidade de aumentar o rigor dos exames e o grau de certeza dos pareceres cl&iacute;nicos para a condu&ccedil;&atilde;o, &eacute; recomendada uma articula&ccedil;&atilde;o de resultados provenientes da avalia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica e da avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica num contexto mais alargado de colabora&ccedil;&atilde;o transdisciplinar<SUP>125</SUP>.</P>     <p>&nbsp;</p>     <P> <B>Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas</B> </P>     <P>1 Bivona U., d&rsquo;Ippolito M., Giustini M., Vignally P., Longo E., Taggi F. Return to driving after severe traumatic brain injury: Increased risk of traffic accidents and personal responsibility. J Head Trauma Rehab.. 2012;27:210-5.</P>     <!-- ref --><P>2 Hopewell C.A. Driving and traumatic brain injury. Handbook for the assessment of driving capacity, Academic Press, 2009. pp. 71-94.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S0870-9025201500010000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>3 Schanke A-K., Rike P-O., M&oslash;lmen A. &Oslash;sten PE. Driving behaviour after brain injury: A follow-up of accident rate and driving patterns 6-9 years post-injury. J Rehabil Med.. 2008;40:733-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S0870-9025201500010000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>4 Lundqvist A., Alinder J., R&ouml;nnberg J. Factors influencing driving 10 years after brain injury. Brain Inj.. 2008;22:295-304.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S0870-9025201500010000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>5 Sagberg F. Driver health and crash involvement: A case-control study. Accident Anal Prev.. 2006;38:28-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S0870-9025201500010000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>6 Lings S. Driving accident frequency increased in patients with multiple sclerosis. Acta Neurol Scand.. 2002;105:169-73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S0870-9025201500010000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>7 Schultheis M.T., Garay E., Millis S.R., DeLuca J. Motor vehicle crashes and violations among drivers with multiple sclerosis. Arch Phys Med Rehab.. 2002;83:1175-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S0870-9025201500010000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>8 Schultheis M.T., Weisser V., Ang J., Elovic E., Nead R., Sestito N. Examining the relationship between cognition and driving performance in multiple sclerosis. Arch Phys Med Rehab.. 2010;91:465-73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S0870-9025201500010000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>9 Burlaud A., Dufour N., Harboun M., F&eacute;t&eacute;anu D., Trivalle C. Conduite automobile et d&eacute;mence: Une &eacute;tude en h&ocirc;pital de jour g&eacute;riatrique. NPG Neurologie - Psychiatrie - G&eacute;riatrie.. 2012;12:24-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S0870-9025201500010000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>10 Fox G.K., Hopewell A., Rosenman E., Schultheis M.T. Driving and the dementias. Handbook for the assessment of driving capacity, Academic Press, 2009. pp. 95-116.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S0870-9025201500010000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>11 Ott B.R., Heindel W.C., Papandonatos G.D., Festa E.K., Davis J.D., Daiello L.A. A longitudinal study of drivers with Alzheimer disease. Neurology.. 2008;70:1171-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S0870-9025201500010000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>12 Meindorfner C., K&ouml;rner Y., M&ouml;ller J.C., Stiasny-Kolster K., Oertel W.H., Kr&uuml;ger H-P. Driving in Parkinson's disease: Mobility, accidents, and sudden onset of sleep at the wheel. Movement Disord.. 2005;20:832-42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S0870-9025201500010000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>13 Marcotte T.D., Scott J.C. Neuropsychological performance and the assessment of driving behaviour. Neuropsychological assessment of neuropsychiatric and neuromedical disorders, Oxford University Press, 2009. pp. 652-87.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S0870-9025201500010000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>14 Rizzo M., Kellison I.L. The brain on the road. Neuropsychology of everyday functioning, Guilford Press, 2010. pp. 168-207.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S0870-9025201500010000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>15 Wolfe P.L., Clark J.A. Driving capacity. Civil capacities in clinical neuropsychology: Research findings and practical applications, Oxford University Press, 2012. pp. 121-38.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S0870-9025201500010000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>16 Carr D., Schwartzberg J., Manning L., Sempek J. Physician's guide to assessing and counseling older drivers. 2<SUP>nd</SUP> ed., National Highway Traffic Safety Administration, (2010) .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S0870-9025201500010000800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>17 Rapoport M.J., Lanct&ocirc;t K.L., Streiner D.L., B&eacute;dard M., Vingilis E., Murray B. Benzodiazepine use and driving: A meta-analysis. J Clin Psychiatry.. 2009;70:663-73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S0870-9025201500010000800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>18 Dassanayake T., Michie P., Carter G., Jones A. Effects of benzodiazepines, antidepressants and opioids on driving: A systematic review and meta-analysis of epidemiological and experimental evidence. Drug Safety.. 2011;34:125-56.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S0870-9025201500010000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>19 Brunnauer A., Laux G., Zwick S. Driving simulator performance and psychomotor functions of schizophrenic patients treated with antipsychotics. Eur Arch Psychiatry Clin Neurosci.. 2009;259:483-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S0870-9025201500010000800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>20 Lundqvist A. Neuropsychological aspects of driving characteristics. Brain Inj.. 2001;15:981-94.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S0870-9025201500010000800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <P>21 Ott B.R., Anthony D., Papandonatos G.D., d&rsquo;Abreu A., Burock J., Curtin A. Clinician assessment of the driving competence of patients with dementia. J Am Geriatr Soc.. 2005;53:829-33.</P>     <!-- ref --><P>22 Valcour V.G., Masaki K.H., Blanchette P.L. Self-reported driving, cognitive status, and physician awareness of cognitive impairment. J Am Geriatr Soc.. 2002;50:1265-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S0870-9025201500010000800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <P>23 Hawley CA, Galbraith N. National survey of health professionals&rsquo; knowledge and attitudes to fitness to drive. London: Department for Transport; 2010, Report No. 91. ISBN No.: 9781906581039..</P>     <P>24 Jang R., Man-Son-Hing M., Molnar F., Hogan D., Marshall S., Auger J. Family physicians&rsquo; attitudes and practices regarding assessments of medical fitness to drive in older persons. J Gen Intern Med.. 2007;22:531-43.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>25 Neurological disorders: Public health challenges. WHO Press, (2006) .</P>     <P>26 Mental health and development: Targeting people with mental health conditions as a vulnerable group. WHO Press, (2010) .</P>     <!-- ref --><P>27 Coleman R.D., Rapport L.J., Ergh T.C., Hanks R.A., Ricker J.H., Millis S.R. Predictors of driving outcome after traumatic brain injury. Arch Phys Med Rehabil.. 2002;83:1415-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S0870-9025201500010000800025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>28 Radford K.A., Lincoln N.B., Murray-Leslie C. Validation of the stroke drivers screening assessment for people with traumatic brain injury. Brain Inj.. 2004;18:775-86.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S0870-9025201500010000800026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>29 Novack T.A., Ba&ntilde;os J.H., Alderson A.L., Schneider J.J., Weed W., Blankenship J. UFOV performance and driving ability following traumatic brain injury. Brain Inj.. 2006;20:455-61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000159&pid=S0870-9025201500010000800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>30 Rapport L.J., Bryer R.C., Hanks R.A. Driving and community integration after traumatic brain injury. Arch Phys Med Rehab.. 2008;89:922-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000161&pid=S0870-9025201500010000800028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>31 Lundqvist A., Gerdle B., R&ouml;nnberg J. Neuropsychological aspects of driving after a stroke: In the simulator and on the road. Appl Cogn Psychol.. 2000;14:135-50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S0870-9025201500010000800029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>32 Akinwuntan A.E., Feys H., DeWeerdt W., Pauwels J., Baten G., Strypstein E. Determinants of driving after stroke. Arch Phys Med Rehab.. 2002;83:334-41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S0870-9025201500010000800030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>33 Lundberg C., Caneman G., Samuelsson S-M., Hakamies-Blomqvist L., Almkvist O. The assessment of fitness to drive after a stroke: The Nordic stroke driver screening assessment. Scand J Psychol.. 2003;44:23-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S0870-9025201500010000800031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>34 Uc E.Y., Rizzo M., Anderson S.W., Shi Q., Dawson J.D. Driver route-following and safety errors in drivers with stroke. Transportation Res Rec.. 2004;1899:90-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000169&pid=S0870-9025201500010000800032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>35 Akinwuntan A.E., De W., Feys H., Baten G., Arno P., Kiekens C. The validity of a road test after stroke. Arch Phys Med Rehab.. 2005;86:421-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000171&pid=S0870-9025201500010000800033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>36 Akinwuntan A.E., Feys H., De W., Baten G., Arno P., Kiekens C. Prediction of driving after stroke: A prospective study. Neurorehab Neural Re.. 2006;20:417-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000173&pid=S0870-9025201500010000800034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <P>37 George S., Crotty M. Establishing criterion validity of the useful field of view assessment and stroke drivers&rsquo; screening assessment: Comparison to the result of on-road assessment. Am J Occup Ther.. 2010;64:114-22.</P>     <!-- ref --><P>38 Lincoln N.B., Radford K.A. Cognitive abilities as predictors of safety to drive in people with multiple sclerosis. Mult Scler.. 2008;14:123-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000176&pid=S0870-9025201500010000800036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>39 Akinwuntan A.E., Devos H., Stepleman L., Casillas R., Rahn R., Smith S. Predictors of driving in individuals with relapsing-remitting multiple sclerosis. Mult Scler.. 2012;19:344-50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000178&pid=S0870-9025201500010000800037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <P>40 Akinwuntan A.E., O&rsquo;Connor C., McGonegal E., Turchi K., Smith S., Williams M. Prediction of driving ability in people with relapsing-remitting multiple sclerosis using the stroke driver screening assessment. Int J MS Care.. 2012;14:65-70.</P>     <!-- ref --><P>41 Zuin D., Ortiz H., Boromei D., Lopez O.L. Motor vehicle crashes and abnormal driving behaviours in patients with dementia in Mendoza, Argentina. Eur J Neurol.. 2002;9:29-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000181&pid=S0870-9025201500010000800039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>42 Duchek J.M., Carr D.B., Hunt L., Roe C.M., Xiong C., Shah K. Longitudinal driving performance in early-stage dementia of the Alzheimer type. J Am Geriatr Soc.. 2003;51:1342-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000183&pid=S0870-9025201500010000800040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>43 Brown L.B., Stern R.A., Cahn-Weiner D.A., Rogers B., Messer M.A., Lannon M.C. Driving scenes test of the neuropsychological assessment battery (NAB) and on-road driving performance in aging and very mild dementia. Arch Clin Neuropsychol.. 2005;20:209-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000185&pid=S0870-9025201500010000800041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>44 Uc E.Y., Rizzo M., Anderson S.W., Shi Q., Dawson J.D. Driver landmark and traffic sign identification in early Alzheimer's disease. J Neurol Neurosur Ps.. 2005;76:764-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000187&pid=S0870-9025201500010000800042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>45 Whelihan W.M., DiCarlo M.A., Paula R.H. The relationship of neuropsychological functioning to driving competence in older persons with early cognitive decline. Arch Clin Neuropsych.. 2005;20:217-28.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000189&pid=S0870-9025201500010000800043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>46 Lincoln N.B., Radford K.A., Lee E., Reay A.C. The assessment of fitness to drive in people with dementia. Int J Geriatr Psychiatry.. 2006;21:1044-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000191&pid=S0870-9025201500010000800044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>47 Ott B.R., Festa E.K., Amick M.M., Grace J., Davis J.D., Heindel W.C. Computerized maze navigation and on-road performance by drivers with dementia. J Geriatr Psych Neur.. 2008;21:18-25.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000193&pid=S0870-9025201500010000800045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>48 Dawson J.D., Anderson S.W., Uc E.Y., Dastrup E., Rizzo M. Predictors of driving safety in early Alzheimer disease. Neurology.. 2009;72:521-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000195&pid=S0870-9025201500010000800046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>49 Dobbs B.M., Schopflocher D. The introduction of a new screening tool for the identification of cognitively impaired medically at-risk drivers: The SIMARD a modification of the DemTect. J Prim Care Community Health.. 2010;1:119-27.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000197&pid=S0870-9025201500010000800047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>50 Lafont S., Marin-Lamellet C., Paire-Ficout L., Thomas-Anterion C., Laurent B., Fabrigoule C. The Wechsler digit symbol substitution test as the best indicator of the risk of impaired driving in Alzheimer disease and normal aging. Dement Geriatr Cogn Disord.. 2010;29:154-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000199&pid=S0870-9025201500010000800048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>51 Lincoln N.B., Taylor J.L., Vella K., Bouman W.P., Radford K.A. A prospective study of cognitive tests to predict performance on a standardised road test in people with dementia. Int J Geriatr Psychiatry.. 2010;25:489-96.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000201&pid=S0870-9025201500010000800049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>52 Carr D.B., Barco P.P., Wallendorf M.J., Snellgrove C.A., Ott B.R. Predicting road test performance in drivers with dementia. J Am Geriatr Soc.. 2011;59:2112-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000203&pid=S0870-9025201500010000800050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>53 Uc E.Y., Rizzo M., Anderson S.W., Sparks J.D., Rodnitzky R.L., Dawson J.D. Driving with distraction in Parkinson disease. Neurology.. 2006;67:1774-80.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000205&pid=S0870-9025201500010000800051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>54 Uc E.Y., Rizzo M., Anderson S.W., Sparks J., Rodnitzky R.L., Dawson J.D. Impaired visual search in drivers with Parkinson's disease. Ann Neurol.. 2006;60:407-13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000207&pid=S0870-9025201500010000800052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>55 Worringham C.J., Wood J.M., Kerr G.K., Silburn P.A. Predictors of driving assessment outcome in Parkinson's disease. Movement Disord.. 2006;21:230-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000209&pid=S0870-9025201500010000800053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>56 Amick M.M., Grace J., Ott B.R. Visual and cognitive predictors of driving safety in Parkinson's disease patients. Arch Clin Neuropsych.. 2007;22:957-67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000211&pid=S0870-9025201500010000800054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>57 Devos H., Vandenberghe W., Nieuwboer A., Tant M., Baten G., De W. Predictors of fitness to drive in people with Parkinson disease. Neurology.. 2007;69:1434-41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000213&pid=S0870-9025201500010000800055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>58 Uc E.Y., Rizzo M., Anderson S.W., Sparks J.D., Rodnitzky R.L., Dawson J.D. Impaired navigation in drivers with Parkinson's disease. Brain.. 2007;130:2433-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000215&pid=S0870-9025201500010000800056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>59 Classen S., McCarthy D.P., Shechtman O., Awadzi K.D., Lanford D.N., Okun M.S. Useful field of view as a reliable screening measure of driving performance in people with Parkinson's disease: Results of a pilot study. Traffic Inj Prev.. 2009;10:593-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000217&pid=S0870-9025201500010000800057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>60 Devos H., Vandenberghe W., Nieuwboer A., Tant M., De W., Dawson J.D. Validation of a screening battery to predict driving fitness in people with Parkinson's disease. Movement Disord.. 2013;28:671-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000219&pid=S0870-9025201500010000800058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>61 Oliveira E., Lavrador J.P., Santos M.M., Antunes J.L. Traumatismo cr&acirc;nio-encef&aacute;lico: abordagem integrada. Acta Med Port.. 2012;25:179-92.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000221&pid=S0870-9025201500010000800059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>62 Santos M.E., De L., Castro-Caldas A. Epidemiologia dos traumatismos cr&acirc;nio-encef&aacute;licos em Portugal. Acta Med Port. 2003;16:71-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000223&pid=S0870-9025201500010000800060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>63 Liddle J., Fleming J., Mckenna K., Turpin M., Whitelaw P., Allen S. Driving and driving cessation after traumatic brain injury: Processes and key times of need. Disabil Rehabil.. 2011;33:2574-86.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000225&pid=S0870-9025201500010000800061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>64 Christie N., Savill T., Buttress S., Newby G., Tyerman A. Assessing fitness to drive after head injury: A survey of clinical psychologists. Neuropsychol Rehabil.. 2001;11:45-55.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000227&pid=S0870-9025201500010000800062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>65 Hawley C.A. Return to driving after head injury. J Neurol Neurosur Ps.. 2001;70:761-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000229&pid=S0870-9025201500010000800063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>66 Tamietto M., Torrini G., Adenzato M., Pietrapiana P., Rago R., Perino C. To drive or not to drive (after TBI)?: A review of the literature and its implications for rehabilitation and future research. NeuroRehabilitation.. 2006;21:81-92.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000231&pid=S0870-9025201500010000800064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>67 Lillie R.A., Kowalski K., Patry B.N., Sira C., Tuokko H., Mateer C. Everyday impact of traumatic brain injury. Neuropsychology of everyday functioning, Guilford Press, 2010. pp. 302-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000233&pid=S0870-9025201500010000800065&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>68 Ponsford J., Draper R.K., Sch&ouml;nberger M. Functional outcome 10 years after traumatic brain injury: Its relationship with demographic, injury severity, and cognitive and emotional status. J Int Neuropsych Soc.. 2008;14:233-42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000235&pid=S0870-9025201500010000800066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>69 Fonseca A.C., Henriques I., Ferro J.M. Recomenda&ccedil;&otilde;es para o tratamento do AVC isqu&eacute;mico e do acidente isqu&eacute;mico transit&oacute;rio 2008. Sinapse. 2008;8:5-67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000237&pid=S0870-9025201500010000800067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>70 Correia M., Silva M.R., Matos I., Magalh&atilde;es R., Lopes L.C., Ferro J.M. Prospective community-based study in northern Portugal incidence and case fatality in rural and urban populations. Stroke.. 2004;35:2048-53.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000239&pid=S0870-9025201500010000800068&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>71 Moon L., Moise P., Jacobzone S. Stroke care in OECD countries: A comparison of treatment, costs and outcomes in 17 countries. OECD Publications, (2003) .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000241&pid=S0870-9025201500010000800069&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>72 White J.H., Miller B., Magin P., Attia J., Sturm J., Pollack M. Access and participation in the community: A prospective qualitative study of driving post-stroke. Disabil Rehabil.. 2012;34:831-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000243&pid=S0870-9025201500010000800070&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>73 Lawton C., Cook S., May A., Clemo K., Brown S. Postural support strategies of disabled drivers and the effectiveness of postural support aids. Appl Ergon.. 2008;39:47-55.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000245&pid=S0870-9025201500010000800071&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>74 Ponsford A.S., Viitanen M., Lundberg C., Johansson K. Assessment of driving after stroke: A pluridisciplinary task. Accid Anal Prev.. 2008;40:452-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000247&pid=S0870-9025201500010000800072&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>75 Marshall S.C., Molnar F., Man-Son-Hing M., Blair R., Brosseau L., Finestone H.M. Predictors of driving ability following stroke: A systematic review. Top Stroke Rehabil.. 2007;14:98-114.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000249&pid=S0870-9025201500010000800073&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>76 Lezak M., Howieson D., Bigler E., Tranel D. Neuropsychological assessment. 5<SUP>th</SUP> ed., Oxford University Press, (2012) .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000251&pid=S0870-9025201500010000800074&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>77 Coeckelbergh T.R.M., Brouwer W.H., Cornelissen F.W., Kooijman A.C. Training compensatory viewing strategies: Feasibility and effect on practical fitness to drive in subjects with visual field defects. Vis Impair Res.. 2001;3:67-83.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000253&pid=S0870-9025201500010000800075&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>78 Abreu P., Mendon&ccedil;a M.T., Guimar&atilde;es J., S&aacute; M.J. Esclerose m&uacute;ltipla: epidemiologia, fisiopatologia e diagn&oacute;stico diferencial. Sinapse.. 2012;12:5-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000255&pid=S0870-9025201500010000800076&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>79 Pugliatti M., Rosati G., Carton H., Riise T., Drulovic J., V&eacute;csei L. The epidemiology of multiple sclerosis in Europe. Eur J Neurol.. 2006;13:700-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000257&pid=S0870-9025201500010000800077&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>80 Ryan K.A., Rapport L.J., Telmet K., Fuerst D., Bieliauskas L., Khan O. Fitness to drive in multiple sclerosis: Awareness of deficit moderates risk. J Clin Exp Neuropsychol.. 2008;31:126-39.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000259&pid=S0870-9025201500010000800078&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>81 Schultheis M.T., Garay E., DeLuca J. The influence of cognitive impairment on driving performance in multiple sclerosis. Neurology.. 2001;56:1089-94.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000261&pid=S0870-9025201500010000800079&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>82 Marcotte T.D., Rosenthal T.J., Roberts E., Lampinen S., Scott J.C., Allen R.W. The contribution of cognition and spasticity to driving performance in multiple sclerosis. Arch Phys Med Rehab.. 2008;89:1753-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000263&pid=S0870-9025201500010000800080&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>83 Jalbert J.J., Daiello L.A., Lapane K.L. Dementia of the Alzheimer type. Epidemiol Rev.. 2008;30:15-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000265&pid=S0870-9025201500010000800081&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>84 Nunes B., Silva R.D., Cruz V.T., Roriz J.M., Pais J., Silva M.C. Prevalence and pattern of cognitive impairment in rural and urban populations from Northern Portugal. BMC Neurol.. 2010;10:42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000267&pid=S0870-9025201500010000800082&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>85 Adler G. Driving decision-making in older adults with dementia. Dementia.. 2010;9:45-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000269&pid=S0870-9025201500010000800083&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>86 Man-Son-Hing M., Marshall S.C., Molnar F.J., Wilson K.G. Systematic review of driving risk and the efficacy of compensatory strategies in persons with dementia. J Am Geriatr Soc.. 2007;55:878-84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000271&pid=S0870-9025201500010000800084&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>87 Wild K., Cotrell V. Identifying driving impairment in Alzheimer disease: A comparison of self and observer reports versus driving evaluation. Alzheimer Dis Assoc Disord.. 2003;17:27-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000273&pid=S0870-9025201500010000800085&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>88 Reger M.A., Welsh R.K., Watson G.S., Cholerton B., Baker L.D., Craft S. The relationship between neuropsychological functioning and driving ability in dementia: A meta-analysis. Neuropsychology.. 2004;18:85-93.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000275&pid=S0870-9025201500010000800086&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>89 Anderson S.W., Rizzo M., Skaar N., Stierman L., Cavaco S., Dawson J. Amnesia and driving. J Clin Exp Neuropsychol.. 2007;29:1-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000277&pid=S0870-9025201500010000800087&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>90 Garret C., Santos F., Tracana I., Barreto J., Sobral M., Fonseca R. Avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica da dem&ecirc;ncia. Escalas e testes na dem&ecirc;ncia, Grupo de Estudos de Envelhecimento Cerebral e Dem&ecirc;ncias, 2008. pp. 17-32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000279&pid=S0870-9025201500010000800088&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>91 Morris J. The Clinical Dementia Rating (CDR): Current version and scoring rules. Neurology.. 1993;43:2412-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000281&pid=S0870-9025201500010000800089&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>92 Wirdefeldt K., Adami H-O., Cole P., Trichopoulos D., Mandel J. Epidemiology and etiology of Parkinson's disease: A review of the evidence. Eur J Epidemiol.. 2011;26:1-58.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000283&pid=S0870-9025201500010000800090&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>93 Dias J.A., Felgueiras M.M., Sanchez J.P., Gon&ccedil;alves J.M., Falc&atilde;o J.M., Pimenta Z.P. The prevalence of Parkinson's disease in Portugal: A population approach. Eur J Epidemiol.. 1994;10:763-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000285&pid=S0870-9025201500010000800091&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>94 Branco M., Nogueira P., Contreiras T. Uma observa&ccedil;&atilde;o sobre a preval&ecirc;ncia de algumas doen&ccedil;as cr&oacute;nicas em Portugal Continental. Instituto Nacional de Sa&uacute;de Dr. Ricardo Jorge, Observat&oacute;rio Nacional de Sa&uacute;de, (2005) .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000287&pid=S0870-9025201500010000800092&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>95 Uc E.Y., Rizzo M., Johnson A.M., Dastrup E., Anderson S.W., Dawson J.D. Road safety in drivers with Parkinson disease. Neurology.. 2009;73:2112-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000289&pid=S0870-9025201500010000800093&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>96 Wood J.M., Worringham C., Kerr G., Mallon K., Silburn P. Quantitative assessment of driving performance in Parkinson's disease. J Neurol Neurosur Ps.. 2005;76:176-80.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000291&pid=S0870-9025201500010000800094&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>97 Cordell R., Lee H.C., Granger A., Vieira B., Lee A.H. Driving assessment in Parkinson's disease: A novel predictor of performance. Movement Disord.. 2008;23:1217-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000293&pid=S0870-9025201500010000800095&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>98 Stolwyk R.J., Charlton J.L., Triggs T.J., Iansek R., Bradshaw J.L. Neuropsychological function and driving ability in people with Parkinson's disease. J Clin Exp Neuropsyc.. 2006;28:898-913.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000295&pid=S0870-9025201500010000800096&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>99 Kalmar J.H., DeLuca J. Driving and other neurological and psychiatric disorders. Handbook for the assessment of driving capacity, Academic Press, 2009. pp. 131-57.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000297&pid=S0870-9025201500010000800097&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>100 Galski T., Vocaturo L., Galski T.M. Driving, medical illness, and medications. Handbook for the assessment of driving capacity, Academic Press, 2009. pp. 159-85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000299&pid=S0870-9025201500010000800098&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>101 Bramness J.G., Skurtveit S., Neutel C.I., Morland J., Engeland A. Minor increase in risk of road traffic accidents after prescriptions of antidepressants: A study of population registry data in Norway. J Clin Psychiatry.. 2008;69:1099-103.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000301&pid=S0870-9025201500010000800099&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>102 Wingen M., Ramaekers J., Schmitt J. Driving impairment in depressed patients receiving long-term antidepressant treatment. Psychopharmacology.. 2006;188:84-91.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000303&pid=S0870-9025201500010000800100&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>103 St. S.A., Kurtz M.M., Pearlson G.D., Astur R.S. Driving simulator performance in Schizophrenia. Schizophr Res.. 2005;74:121-2.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000305&pid=S0870-9025201500010000800101&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>104 Harris M. Psychiatric conditions with relevance to fitness to drive. Adv Psychiatr Treat.. 2000;6:261-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000307&pid=S0870-9025201500010000800102&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>105 Niveau G., Kelley-Puskas M. Psychiatric disorders and fitness to drive. J Med Ethics.. 2001;27:36-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000309&pid=S0870-9025201500010000800103&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>106 Barkley R.A., Cox D. A review of driving risks and impairments associated with attention-deficit/hyperactivity disorder and the effects of stimulant medication on driving performance. J Safety Res.. 2007;38:113-28.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000311&pid=S0870-9025201500010000800104&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>107 Jerome L., Habinski L., Segal A. Attention-deficit/hyperactivity disorder (ADHD) and driving risk: A review of the literature and a methodological critique. Curr Psychiatry Rep.. 2006;8:416-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000313&pid=S0870-9025201500010000800105&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>108 Fischer M., Barkley R.A., Smallish L., Fletcher K. Hyperactive children as young adults: Driving abilities, safe driving behavior, and adverse driving outcomes. Accident Anal Prev.. 2007;39:94-105.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000315&pid=S0870-9025201500010000800106&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>109 Ferreira I.S., Maur&iacute;cio A.P., Sim&otilde;es M.R. Avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica de condutores idosos em Portugal: legisla&ccedil;&atilde;o e linhas de orienta&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica. Rev Iberoam Diagn Ev Psi.. 2013;35:201-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000317&pid=S0870-9025201500010000800107&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>110 Lincoln N.B., Radford K.A. Driving in neurological patients. Clinical neuropsychology: A practical guide to assessment and management for clinicians, Wiley-Blackwell, 2012. pp. 567-88.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000319&pid=S0870-9025201500010000800108&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <P>111 Di&aacute;rio da Rep&uacute;blica n.&deg; 129, 1<SUP>a</SUP> S&eacute;rie, Decreto-Lei n&deg; 138; 2012..</P>     <!-- ref --><P>112 Ragland D.R., Satariano W.A., MacLeod K.E. Driving cessation and increased depressive symptoms. J Gerontol A Biol Sci Med Sci.. 2005;60:399-403.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000322&pid=S0870-9025201500010000800109&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>113 Barrash J., Stillman A., Anderson S.W., Uc E.Y., Dawson J.D., Rizzo M. Prediction of driving ability with neuropsychological tests: Demographic adjustments diminish accuracy. J Int Neuropsychol Soc.. 2010;16:679-86.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000324&pid=S0870-9025201500010000800110&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>114 McKenna P. Fitness to drive: A neuropsychological perspective. 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Mini-mental state: A practical method for grading the cognitive state of patients for the clinician. J Psychiatr Res.. 1975;12:189-98.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000330&pid=S0870-9025201500010000800113&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>117 Guerreiro M., Silva A.P., Botelho M.A. Adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; popula&ccedil;&atilde;o portuguesa da tradu&ccedil;&atilde;o do Mini Mental State Examination (MMSE). 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Practice parameter update: Evaluation and management of driving risk in dementia. Neurology.. 2010;74:1316-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000336&pid=S0870-9025201500010000800116&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>120 Mioshi E., Dawson K., Mitchell J., Arnold R., Hodges J.R. The Addenbrooke's cognitive examination revised (ACE-R): A brief cognitive test battery for dementia screening. Int J Geriatr Psych.. 2006;21:1078-85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000338&pid=S0870-9025201500010000800117&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <P>121 Sim&otilde;es M.R., Firmino H., Pinho S., Cerejeira J., Martins C. Avalia&ccedil;&atilde;o Cognitiva de Addenbrooke&ndash;Revista (ACE-R): vers&atilde;o final portuguesa. Servi&ccedil;o de Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica, Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o da Universidade de Coimbra, (2010) .</P>     <!-- ref --><P>122 Ferreira I.S., Sim&otilde;es M.R., Mar&ocirc;co J. The Addenbrooke's cognitive examination revised as a potential screening test for elderly drivers. Accident Anal Prev.. 2012;49:278-86.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000341&pid=S0870-9025201500010000800119&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>123 Nasreddine Z.S., Phillips N.A., B&eacute;dirian V., Charbonneau S., Whitehead V., Collin I. The Montreal cognitive assessment, MoCA: A brief screening tool for mild cognitive impairment. J Am Geriatr Soc.. 2005;53:695-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000343&pid=S0870-9025201500010000800120&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>124 Sim&otilde;es M.R., Freitas S., Santana I., Firmino H., Martins C., Nasreddine Z. Montreal cognitive assessment (MoCA): vers&atilde;o final portuguesa. Servi&ccedil;o de Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica. Faculdade de Psicologia e de Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o da Universidade de Coimbra, (2008) .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000345&pid=S0870-9025201500010000800121&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>125 Schultheis M.T. Final thoughts and future directions. Handbook for the assessment of driving capacity, Academic Press, 2009. pp. 201-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000347&pid=S0870-9025201500010000800122&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <p>&nbsp;</p>     <P> <B>Conflitos de interesses</B> </P>     <P>Os autores declaram n&atilde;o haver conflito de interesses.</P>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i><a href="#topc0">*</a><a name="c0"></a>Autor para correspondência:</i> Correio eletrónico: <a href="mailto:mfaduarte1@gmail.com">mfaduarte1@gmail.com</a></P>     <p>&nbsp;</p>     <P>Recebido 29 de Outubro de 2012 .Aceito 17 de Mar&ccedil;o de 2014</P>      ]]></body><back>
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