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<journal-title><![CDATA[Revista Portuguesa de Saúde Pública]]></journal-title>
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<article-id pub-id-type="doi">10.1016/j.rpsp.2014.02.004</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Contributo para a classificação da funcionalidade dos utentes da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados segundo a Classificação Internacional de Funcionalidade]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Contribution to the classification of functionality of the users of the Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados using the International Classification of Functioning]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Purpose Identify the categories of the &#8220;International Classification of Functioning, Disability and Health&#8221; (CIF) for the classification of functionality to users of the Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI). Objective Identify ICF categories to classify the population with the characteristics of RNCCI users. Methodology Research was conducted at EBSCO through CINAHL Plus with Full Text and MEDLINE with Full Text. Scientific articles published in Full Text (March 2012) between 01/01/2000 and 03/31/2012 were selected, using the PI [C]O method. Were selected 15 items of 23 matches. Results 248 categories were identified which characterize the functionality of the population with the features of RNCCI users. It was found that from these, 86 have a frequency description of less than 50% and are divided by four ICF components. Conclusions The identified categories are distributed as follows: 26 categories of the component Body Functions (32.56%) in 15 articles, 5 categories of the component Body Structures (5.81%) in 13 articles, 35 categories of the component Activities and Participation (40.70%) in 15 articles, 18 categories of the component Environmental Factors (20.93%) in 14 articles. This systematic review can begin the process of characterizing the functionality of users RNCCI according to ICF.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Classificação Internacional da Funcionalidade]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Incapacidade e saúde]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[Continued care]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <P align="right"><b>ARTIGO DE REVISÃO</b></P>     <p>&nbsp;</p>     <P><b>Contributo para a classifica&ccedil;&atilde;o da funcionalidade dos utentes da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados segundo a Classifica&ccedil;&atilde;o Internacional de Funcionalidade</b></P>     <P><b>Contribution to the classification of functionality of the users of the Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados using the International Classification of Functioning</b></P>     <p>&nbsp;</p>     <P><b>Filipa Reis<SUP>a</SUP><SUP>, </SUP><SUP><a href="#c0">*</a><a name="topc0"></a></SUP><SUP>, </SUP>, Carla Pereira<SUP>b</SUP><SUP>, </SUP>, Ana Escoval<SUP>b</SUP><SUP>, </SUP>, Felipa Reis<SUP>c</SUP><SUP>, </SUP></b> </P>     <P><SUP>a</SUP> Resid&ecirc;ncia S. Jo&atilde;o de &Aacute;vila, Instituto S. Jo&atilde;o de Deus, Lisboa, Portugal</P>     <P><SUP>b</SUP> Universidade Nova de Lisboa, Escola Nacional de Sa&uacute;de P&uacute;blica, Lisboa, Portugal</P>     <P><SUP>c</SUP> Universidade Lus&oacute;fona de Humanidade e Tecnologias, Escola de Ci&ecirc;ncias e Tecnologias da Sa&uacute;de, Lisboa, Portugal</P>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P> <B>RESUMO</B> </P>     <P>     <P> <B>Finalidade</B> </P>     <P>Identificar as categorias da &laquo;Classifica&ccedil;&atilde;o Internacional da Funcionalidade, Incapacidade e Sa&uacute;de&raquo; (CIF) para a classifica&ccedil;&atilde;o da funcionalidade dos utentes da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI).</P>     <P> <B>Objetivo</B> </P>     <P>Identificar os dom&iacute;nios e categorias da CIF mais referidos para classificar a popula&ccedil;&atilde;o com as caracter&iacute;sticas dos utentes da RNCCI.</P>     <P> <B>Metodologia</B> </P>     <P>Pesquisa efetuada atrav&eacute;s da EBSCO na CINAHL <I>Plus with Full Text</I> e MEDLINE <I>with Full Text</I>. Pesquisaram-se artigos cient&iacute;ficos publicados em texto integral (mar&ccedil;o 2012) entre 2000/01/01 e 2012/03/31, utilizando o m&eacute;todo de PI[C]O. Foram selecionados 15 artigos do total de 23 encontrados.</P>     <P> <B>Resultados</B> </P>     <P>Foram identificadas 248 categorias que caracterizam a funcionalidade da popula&ccedil;&atilde;o com as caracter&iacute;sticas dos utentes da RNCCI. Verificou-se que destas, 86 t&ecirc;m uma frequ&ecirc;ncia de descri&ccedil;&atilde;o igual ou superior a 50% e encontram-se divididas pelas 4 componentes da CIF.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P> <B>Conclus&otilde;es</B> </P>     <P>As categorias identificadas est&atilde;o distribu&iacute;das da seguinte forma: 26 categorias da componente Fun&ccedil;&otilde;es do Corpo (32,56%) em 15 artigos; 5 categorias da componente Estruturas do Corpo (5,81%) em 13 artigos; 35 categorias da componente Atividades e Participa&ccedil;&atilde;o (40,70%) em 15 artigos; 18 categorias da componente Fatores Ambientais (20,93%) em 14 artigos.</P>     <P>Esta revis&atilde;o sistem&aacute;tica permite iniciar o processo de caracteriza&ccedil;&atilde;o da funcionalidade dos utentes da RNCCI de acordo com a CIF.</P>     <p></P>     <P> <B>Palavras-chave</B>: Classifica&ccedil;&atilde;o Internacional da Funcionalidade. Incapacidade e sa&uacute;de. CIF. Cuidados continuados integrados. </P>     <p>&nbsp;</p>     <P> <B>ABSTRACT</B> </P>     <P>     <P> <B>Purpose</B> </P>     <P>Identify the categories of the &ldquo;International Classification of Functioning, Disability and Health&rdquo; (CIF) for the classification of functionality to users of the Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI).</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P> <B>Objective</B> </P>     <P>Identify ICF categories to classify the population with the characteristics of RNCCI users.</P>     <P> <B>Methodology</B> </P>     <P>Research was conducted at EBSCO through CINAHL Plus with Full Text and MEDLINE with Full Text. Scientific articles published in Full Text (March 2012) between 01/01/2000 and 03/31/2012 were selected, using the PI [C]O method. Were selected 15 items of 23 matches.</P>     <P> <B>Results</B> </P>     <P>248 categories were identified which characterize the functionality of the population with the features of RNCCI users. It was found that from these, 86 have a frequency description of less than 50% and are divided by four ICF components.</P>     <P> <B>Conclusions</B> </P>     <P>The identified categories are distributed as follows: 26 categories of the component Body Functions (32.56%) in 15 articles, 5 categories of the component Body Structures (5.81%) in 13 articles, 35 categories of the component Activities and Participation (40.70%) in 15 articles, 18 categories of the component Environmental Factors (20.93%) in 14 articles. This systematic review can begin the process of characterizing the functionality of users RNCCI according to ICF.</P>     <p></P>     <P> <B>Keywords</B>: International Classification of Functioning. Disability and health. ICF. Continued care. </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <P> <B>Introdu&ccedil;&atilde;o</B> </P>     <P>Os cuidados continuados integrados t&ecirc;m cada vez uma maior relev&acirc;ncia para a popula&ccedil;&atilde;o portuguesa. At&eacute; ao final de 2011 existiam em todo o pa&iacute;s 5.595 camas alocadas a estes cuidados e nesse ano foram efetuadas 105.257 referencia&ccedil;&otilde;es para a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI)<SUP>1</SUP>. Para que os cuidados integrados sejam efetivos &eacute; fundamental a troca de informa&ccedil;&atilde;o entre todos os envolvidos no processo terap&ecirc;utico, o que pressup&otilde;e a necessidade de instrumentos de reuni&atilde;o e transmiss&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o que atravessem as barreiras profissionais e abranjam as diferentes perspetivas de todos os envolvidos no processo de presta&ccedil;&atilde;o de cuidados de sa&uacute;de<SUP>2</SUP>, o que &eacute; especialmente importante numa rede em que os utentes podem transitar entre tipologias.</P>     <P>Com a utiliza&ccedil;&atilde;o de um instrumento deste tipo, os profissionais de sa&uacute;de, assim como os utentes, percecionam as necessidades e problemas espec&iacute;ficos na sua globalidade e a sua gest&atilde;o ser&aacute; efetuada de forma diferenciada, adequada &agrave; situa&ccedil;&atilde;o de cada utente em particular<SUP>2</SUP>. Esta abordagem &eacute; fundamental pois diferentes pontos de vista relativamente &agrave;s necessidades de cuidados e objetivos podem conduzir a estrat&eacute;gias de interven&ccedil;&atilde;o inadequadas, comprometer a comunica&ccedil;&atilde;o e diminuir a ades&atilde;o do utente ao programa de interven&ccedil;&atilde;o definido<SUP>2</SUP>.</P>     <P>&Agrave; &laquo;fam&iacute;lia&raquo; das classifica&ccedil;&otilde;es internacionais desenvolvidas pela Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (OMS) pertencem 2 classifica&ccedil;&otilde;es principais: CID e &laquo;Classifica&ccedil;&atilde;o Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Sa&uacute;de&raquo; (CIF). Estas classifica&ccedil;&otilde;es fornecem um sistema para a codifica&ccedil;&atilde;o de uma ampla gama de informa&ccedil;&otilde;es utilizando uma linguagem comum e padronizada para permitir a comunica&ccedil;&atilde;o em todo o mundo, entre v&aacute;rias disciplinas e ci&ecirc;ncias<SUP>3</SUP>.</P>     <P>A necessidade de complementaridade da CID e da CIF surge do facto de uma ser centrada nas causas da doen&ccedil;a e a outra na sa&uacute;de da pessoa. Enquanto a CID &eacute; uma classifica&ccedil;&atilde;o internacional estat&iacute;stica de doen&ccedil;a e de problemas relacionados com a sa&uacute;de, que recorre a um modelo etiol&oacute;gico para a classifica&ccedil;&atilde;o por diagn&oacute;stico de doen&ccedil;a, dist&uacute;rbios de sa&uacute;de, associada &agrave; causa da doen&ccedil;a, a CIF &eacute; a classifica&ccedil;&atilde;o de funcionalidade e incapacidade associadas &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de, para medir a sa&uacute;de e a incapacidade tanto a n&iacute;vel individual como populacional. Se a CID classifica as doen&ccedil;as e as causas de morte, a CIF classifica a sa&uacute;de. Em conjunto, a aplica&ccedil;&atilde;o destas 2 classifica&ccedil;&otilde;es permite, de forma ampla e ao mesmo tempo fi&aacute;vel, conhecer a sa&uacute;de de uma popula&ccedil;&atilde;o e a maneira como o ambiente interage com o indiv&iacute;duo dificultando ou promovendo uma vida em todo o seu potencial<SUP>3</SUP>.</P>     <P>A CIF foi aprovada em 2001 na Assembleia Mundial de Sa&uacute;de para criar uma linguagem comum de todos os aspetos da funcionalidade e incapacidade humanas<SUP>4</SUP> e assim facilitar a comunica&ccedil;&atilde;o entre os v&aacute;rios utilizadores &ndash; profissionais de sa&uacute;de, investigadores, pol&iacute;ticos e p&uacute;blico em geral<SUP>5</SUP>. A CIF oferece uma linguagem unificada e normalizada que permite a sua utiliza&ccedil;&atilde;o para diversos fins: gest&atilde;o das pol&iacute;ticas sociais e de sa&uacute;de; gest&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o para estudos populacionais; medida de resultados da qualidade de vida; planifica&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica; disciplina dos desenhos curriculares e educacionais<SUP>6</SUP>. Permite, por exemplo, identificar necessidades de cuidados de sa&uacute;de e fazer uma previs&atilde;o dos custos associados aos mesmos<SUP>7</SUP>.</P>     <P>Trata-se de uma classifica&ccedil;&atilde;o de &laquo;componentes da sa&uacute;de&raquo;, onde se identifica o que constitui a sa&uacute;de e est&aacute; dividida em 2 partes &ndash; &laquo;Funcionalidade e Incapacidade&raquo; e &laquo;Fatores Contextuais&raquo; &ndash; e cada uma destas partes divide-se em 2 componentes. Assim, a parte &laquo;Funcionalidade e Incapacidade&raquo; divide-se nos componentes &laquo;Fun&ccedil;&otilde;es do Corpo&raquo; e &laquo;Estruturas do Corpo&raquo;, e a parte &laquo;Fatores Contextuais&raquo; divide-se nos componentes &laquo;Fatores Ambientais&raquo; e &laquo;Fatores Pessoais&raquo;<SUP>8</SUP>. Dentro destes componentes encontram-se as categorias e c&oacute;digos necess&aacute;rios &agrave; classifica&ccedil;&atilde;o, num total de 1.400, sendo que os &laquo;Fatores Pessoais&raquo; n&atilde;o se encontram ainda codificados.</P>     <P>A extens&atilde;o desta classifica&ccedil;&atilde;o poder&aacute; ser um dos motivos da sua pouca aplicabilidade na pr&aacute;tica cl&iacute;nica, pelo que a OMS e os seus centros colaboradores t&ecirc;m desenvolvido listas mais curtas, os Core Sets<SUP>6</SUP>.</P>     <P>Os Core Sets surgem de um processo que requer v&aacute;rias etapas e continuam em processo de estudo e desenvolvimento no sentido de facilitar a sua aplicabilidade tanto na abordagem cl&iacute;nica, como na investiga&ccedil;&atilde;o ou gest&atilde;o de servi&ccedil;os<SUP>6</SUP>.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>De acordo com Pereira et al.<SUP>9</SUP>, h&aacute; autores que defendem que a defini&ccedil;&atilde;o de Core Sets por patologia ad&uacute;ltera o objetivo inicial proposto para esta classifica&ccedil;&atilde;o pois foi desenvolvida para classifica&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de e funcionalidade da pessoa e sem necessidade de se basear na classifica&ccedil;&atilde;o por diagn&oacute;stico da doen&ccedil;a, permitindo a sua utiliza&ccedil;&atilde;o com a generalidade da popula&ccedil;&atilde;o, com ou sem doen&ccedil;a.</P>     <P>Assim, no sentido de contribuir para a caracteriza&ccedil;&atilde;o dos utentes da RNCCI de acordo com a CIF, procedeu-se a uma revis&atilde;o sistem&aacute;tica da literatura para que se efetuasse o levantamento dos c&oacute;digos referentes a uma popula&ccedil;&atilde;o com as caracter&iacute;sticas dos utentes da RNCCI, dando in&iacute;cio a um Core Set adequado &agrave; popula&ccedil;&atilde;o da RNCCI. Desta forma, o objetivo desta revis&atilde;o sistem&aacute;tica &eacute; identificar os dom&iacute;nios e categorias da CIF mais referidos para classificar a popula&ccedil;&atilde;o com as caracter&iacute;sticas dos utentes da RNCCI.</P>     <P>Considera-se que a utiliza&ccedil;&atilde;o da CIF para caracterizar os utentes da RNCCI ser&aacute; importante para desenvolver uma linguagem transversal a todos os profissionais que integram a rede e para obter indicadores, nomeadamente de ganhos em sa&uacute;de, que possam ser pass&iacute;veis de compara&ccedil;&atilde;o, contribuindo tamb&eacute;m para os processos de tomada de decis&atilde;o relacionados com a gest&atilde;o e a pol&iacute;ticas a adotar.</P>     <p>&nbsp;</p>     <P> <B>Metodologia</B> </P>     <P>Procedeu-se a uma revis&atilde;o sistem&aacute;tica da literatura com o objetivo de identificar as categorias da CIF mais descritas e aplicadas na classifica&ccedil;&atilde;o da funcionalidade da popula&ccedil;&atilde;o com caracter&iacute;sticas dos utentes da RNCCI.</P>     <P>A pergunta de investiga&ccedil;&atilde;o foi formulada em formato PI[C]O<SUP>10</SUP>: em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s pessoas com caracter&iacute;sticas semelhantes aos utentes da RNCCI <I>(Popula&ccedil;&atilde;o)</I>, quais as categorias ou c&oacute;digos da Classifica&ccedil;&atilde;o Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Sa&uacute;de <I>(Interven&ccedil;&atilde;o)</I> utilizados para descrever a funcionalidade <I>(Outcome)</I>?</P>     <P>Para caracterizar os utentes da RNCCI foi utilizado o &laquo;Estudo de caracteriza&ccedil;&atilde;o dos utentes da RNCCI &ndash; Relat&oacute;rio Final&raquo;<SUP>11</SUP> complementado com o &laquo;Relat&oacute;rio de monitoriza&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento e da atividade da RNCCI &ndash; 2009&raquo;<SUP>12</SUP>. Da bibliografia dispon&iacute;vel, verificou-se que o &laquo;Estudo de caracteriza&ccedil;&atilde;o dos utentes da RNCCI &ndash; Relat&oacute;rio Final&raquo;<SUP>11</SUP> &eacute; o &uacute;nico documento que efetua uma caracteriza&ccedil;&atilde;o aprofundada dos utentes da RNCCI, em que foram analisados os diversos par&acirc;metros que integravam o m&eacute;todo de avalia&ccedil;&atilde;o biopsicossocial (MAB) presente na plataforma inform&aacute;tica da RNCCI: Idade, Queixas de sa&uacute;de, Estado nutricional, Propens&atilde;o de quedas, Locomo&ccedil;&atilde;o, Autonomia f&iacute;sica, Autonomia instrumental, Queixas emocionais, Estado cognitivo, Estado social, H&aacute;bitos de exerc&iacute;cio f&iacute;sico e alimentares.</P>     <P>Os resultados foram apresentados de uma forma global e por tipologia, sendo a an&aacute;lise feita em rela&ccedil;&atilde;o aos resultados mais prevalentes nos utentes da RNCCI. De referir que os resultados por tipologia foram apresentados apenas em gr&aacute;ficos, sem que seja poss&iacute;vel aferir dados exatos. De acordo com os autores nas Queixas de Sa&uacute;de verificou-se que n&atilde;o existiam diferen&ccedil;as significativas entre os resultados obtidos para cada tipologia em particular e os obtidos na amostra geral. De mencionar tamb&eacute;m que no aspeto Estado Nutricional e IMC os utentes das Unidades de Longa Dura&ccedil;&atilde;o e Manuten&ccedil;&atilde;o apresentavam situa&ccedil;&otilde;es mais extremas (baixo peso ou excesso de peso)<SUP>11</SUP>.</P>     <P>De acordo com o anteriormente descrito, optou-se por se utilizarem os resultados obtidos por Rato et al.<SUP>11</SUP> para a globalidade da popula&ccedil;&atilde;o. Assim, tem-se que as 5 principais queixas de sa&uacute;de dos utentes da RNCCI s&atilde;o: do aparelho circulat&oacute;rio (36%, dos quais 19% referem-se &agrave; doen&ccedil;a vascular cerebral aguda); do sistema m&uacute;sculo-esquel&eacute;tico (20%, em que 9% corresponde a fraturas do f&eacute;mur); do sistema neurol&oacute;gico (9%, dos quais 1% traumatismo cr&acirc;nio-encef&aacute;lico e 3% n&atilde;o especificado); do aparelho respirat&oacute;rio (3%); da pele (3%); do aparelho digestivo (3%).</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>Ainda de acordo com este relat&oacute;rio, verifica-se que cerca de 80% dos utentes da RNCCI tem idade superior a 65 anos, que 49,30% tem excesso de peso e 17% &eacute; obeso.</P>     <P>Uma vez que o relat&oacute;rio de Rato et al.<SUP>11</SUP> n&atilde;o faz refer&ecirc;ncia &agrave;s unidades de cuidados paliativos, considerou-se necess&aacute;rio consultar o &laquo;Relat&oacute;rio de monitoriza&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento e da atividade da RNCCI &ndash; 2009&raquo;<SUP>12</SUP> e acrescentar aos dados j&aacute; recolhidos os principais motivos de internamento em cuidados paliativos: doen&ccedil;as oncol&oacute;gicas (2009 - 87,3%; 2010 - 77,5%) e degenerativas (2009 - 8,2%; 2010 - 13,5%).</P>     <P>O resumo das caracter&iacute;sticas anteriormente enunciadas apresenta-se descrito no <a href ="/img/revistas/rpsp/v33n1/33n1a10q1.jpg">quadro 1</a>.</P>     
<P>De acordo com estes dados utilizou-se o protocolo de pesquisa booleano: <UL>       <LI>         <P>1. [&laquo;ICF&raquo; OR &laquo;International Classification of Functioning, Disability, and Health&raquo;].</P>   </LI>       <LI>         <P>2. [&laquo;ICF core sets&raquo; OR &laquo;core sets&raquo;].</P>   </LI>       <LI>         <P>3. [&laquo;neurology&raquo; OR &laquo;neurological conditions&raquo; OR &laquo;TBI&raquo; OR &laquo;traumatic brain injury&raquo; OR &laquo;stroke&raquo; OR &laquo;musculoskeletal system&raquo; OR &laquo;musculoskeletal problems&raquo; OR &laquo;hip fracture&raquo; OR &laquo;elderly&raquo; OR &laquo;aged&raquo; OR &laquo;65+&raquo; OR &laquo;digestive system&raquo; OR &laquo;digestive problems&raquo; OR &laquo;circulatory system&raquo; OR &laquo;vascular disease&raquo; OR &laquo;skin&raquo; OR &laquo;wounds&raquo; OR &laquo;pressure ulcers&raquo; OR &laquo;respiratory system&raquo; OR &laquo;respiratory conditions&raquo; OR &laquo;weight disorders&raquo; OR &laquo;obesity&raquo; OR &laquo;overweight&raquo; OR &laquo;slimness&raquo; OR &laquo;thin&raquo; OR &laquo;slim&raquo; OR &laquo;oncology&raquo; OR &laquo;cancer&raquo; OR &laquo;degenerative disease&raquo;].</P>   </LI>     ]]></body>
<body><![CDATA[</UL>     <p></P>     <P>Em abril de 2012 foi efetuada uma pesquisa atrav&eacute;s da EBSCO nas bases de dados CINHAL <I>Plus with Full Text</I> e MEDLINE <I>with Full Text</I>. Definiram-se como crit&eacute;rios de pesquisa: artigos em texto integral, publicados entre 2000/01/01 e 2012/03/31.</P>     <P>Assim, obtiveram-se 31 resultados dos quais 8 pertenciam a ambas as bases de dados, um apenas estava referido na base de dados CINHAL <I>Plus with Full Text</I> e 14 na MEDLINE <I>with Full Text.</I> Resultaram para an&aacute;lise 23 artigos (refer&ecirc;ncias presentes no <a href ="/img/revistas/rpsp/v33n1/33n1a10a1.jpg">Anexo 1</a>).</P>     
<P>Como crit&eacute;rios de inclus&atilde;o definiram-se: artigos em que existisse nomea&ccedil;&atilde;o das categorias ou c&oacute;digos de primeiro e segundo n&iacute;vel da CIF utilizados na classifica&ccedil;&atilde;o de pessoas com caracter&iacute;sticas semelhantes aos utentes da RNCCI; artigos que recorressem a metodologia quantitativa e/ou qualitativa ou revis&otilde;es sistem&aacute;ticas da literatura que enumerassem os c&oacute;digos para as componentes &ndash; Fun&ccedil;&otilde;es e Estruturas do Corpo; Atividades e Participa&ccedil;&atilde;o e Fatores Ambientais. Exclu&iacute;ram-se os Fatores Pessoais por estes ainda n&atilde;o estarem codificados. Foram exclu&iacute;dos os artigos com metodologia pouco clara e sem correla&ccedil;&atilde;o com o objetivo da revis&atilde;o.</P>     <P>Dos 23 artigos, 15 cumpriam os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o e 8 foram exclu&iacute;dos.</P>     <p>&nbsp;</p>     <P> <B>Resultados e discuss&atilde;o</B> </P>     <P>Analisaram-se os artigos selecionados, fez-se um pequeno resumo e coment&aacute;rios &agrave; metodologia, identificou-se o n&iacute;vel de evid&ecirc;ncia de cada artigo de acordo com Stillwell et al.<SUP>13</SUP> e agruparam-se os c&oacute;digos mencionados pelos constructos da CIF (<a href ="/img/revistas/rpsp/v33n1/33n1a10t1.jpg">Tabela 1</a>).</P>     
<P>Atrav&eacute;s da an&aacute;lise dos 15 artigos verifica-se que s&atilde;o mencionados 248 c&oacute;digos da CIF divididos pelas componentes Fun&ccedil;&otilde;es do Corpo (79 c&oacute;digos, 31,85%), Estruturas do Corpo (29 c&oacute;digos, 11,69%), Atividades e Participa&ccedil;&atilde;o (79 c&oacute;digos, 31,85%) e Fatores Ambientais (61 c&oacute;digos, 24,60%). Ap&oacute;s a obten&ccedil;&atilde;o deste resultado, analisaram-se quais os c&oacute;digos cuja frequ&ecirc;ncia nos artigos analisados era <U>&gt;</U> 50%. Com isto, foram identificados 86 c&oacute;digos: 28 c&oacute;digos (32,56%) referentes &agrave; componente Fun&ccedil;&otilde;es do Corpo; 5 c&oacute;digos (5,81%) relativos &agrave; componente Estruturas do Corpo; 35 c&oacute;digos (40,70%) relativos &agrave; componente Atividades e Participa&ccedil;&atilde;o; 18 c&oacute;digos (20,93%) referentes &agrave; componente Fatores Ambientais (<a href ="/img/revistas/rpsp/v33n1/33n1a10t2.jpg">Tabelas 2</a> e <a href ="/img/revistas/rpsp/v33n1/33n1a10t3.jpg">3</a>).</P>     
]]></body>
<body><![CDATA[<P>Comparando os resultados obtidos na totalidade dos artigos com os obtidos em <U>&gt;</U> 50% verifica-se que na totalidade dos artigos existe o mesmo n&uacute;mero de categorias para as Fun&ccedil;&otilde;es do Corpo e para as Atividades e Participa&ccedil;&atilde;o, nos resultados para <U>&gt;</U> 50% h&aacute; uma diferen&ccedil;a acentuada, sendo claro que s&atilde;o mencionados mais c&oacute;digos relativos &agrave;s Atividades e Participa&ccedil;&atilde;o (35 c&oacute;digos; 40,70%) do que &agrave;s Fun&ccedil;&otilde;es do Corpo (28 c&oacute;digos; 32,56%). Relativamente aos Fatores Ambientais e &agrave;s Estruturas do Corpo mantiveram a mesma posi&ccedil;&atilde;o, os Fatores Ambientais com 18 c&oacute;digos (20,93%) e as Estruturas do Corpo com 5 c&oacute;digos (5,81%).</P>     <P>Nos resultados descritos na <a href ="/img/revistas/rpsp/v33n1/33n1a10t2.jpg">Tabela 2</a>, verifica-se que o n&uacute;mero e percentagem de c&oacute;digos para as Estruturas do Corpo diminu&iacute;ram bastante quando se analisou a sua frequ&ecirc;ncia nos artigos analisados. Tal pode ser justificado pelo facto de se estar a proceder &agrave; caracteriza&ccedil;&atilde;o de uma popula&ccedil;&atilde;o com pluripatologia ou m&uacute;ltiplas comorbidades, sendo que a maioria dos Core Sets est&atilde;o definidos por patologias individuais, o que poder&aacute; fazer com que os c&oacute;digos n&atilde;o sejam repetidos com maior frequ&ecirc;ncia, principalmente no constructo Estruturas do Corpo.</P>     
<P>Os resultados obtidos nesta revis&atilde;o sistem&aacute;tica est&atilde;o de acordo com aqueles obtidos por Pereira et al.<SUP>9</SUP> numa revis&atilde;o sistem&aacute;tica com objetivo de identificar as categorias CIF para a classifica&ccedil;&atilde;o de pessoas com mais de 65 anos. Os autores verificaram que no total de c&oacute;digos alcan&ccedil;ados o n&uacute;mero de c&oacute;digos das Fun&ccedil;&otilde;es do Corpo era superior a todos os outros sendo precedido pelas Atividades e Participa&ccedil;&atilde;o, Fatores Ambientais e Estruturas do Corpo. Ao selecionar os c&oacute;digos referidos em mais de 30% dos artigos, as Atividades e Participa&ccedil;&atilde;o passaram a ter mais c&oacute;digos que os restantes constructos, seguido das Fun&ccedil;&otilde;es do Corpo, Fatores Ambientais e Estruturas do Corpo.</P>     <P>Num artigo de Grill et al.<SUP>29</SUP> cujo objetivo era identificar as categorias da CIF direcionadas para a popula&ccedil;&atilde;o idosa em instala&ccedil;&otilde;es de reabilita&ccedil;&atilde;o subaguda utilizando o Core Set Extenso para esta popula&ccedil;&atilde;o, composto por 123 categorias &ndash; Fun&ccedil;&otilde;es do Corpo (51 c&oacute;digos), Atividades e Participa&ccedil;&atilde;o (30 c&oacute;digos), Fatores Ambientais (28 c&oacute;digos) e Estruturas do Corpo (14 c&oacute;digos).</P>     <P>No entanto, ao efetuar a sugest&atilde;o para o Core Set Breve esta ordem alterou-se, tendo as Atividades e Participa&ccedil;&atilde;o o maior n&uacute;mero de c&oacute;digos (15 c&oacute;digos), seguido dos Fatores Ambientais (9 c&oacute;digos) e das Fun&ccedil;&otilde;es e Estruturas do Corpo (cada uma com 7 c&oacute;digos). Os autores explicam esta altera&ccedil;&atilde;o pelo facto de a interven&ccedil;&atilde;o estar direcionada para a reintegra&ccedil;&atilde;o dos utentes na sociedade e por esse motivo atribuir-se maior relev&acirc;ncia a fatores como a mobilidade e os autocuidados, atitudes, comportamentos social e seguran&ccedil;a.</P>     <P>Ainda que os resultados obtidos na presente revis&atilde;o sistem&aacute;tica possam ser mais compar&aacute;veis ao Core Set Extenso utilizado por Grill et al.<SUP>29</SUP>, considera-se que a justifica&ccedil;&atilde;o utilizada pelos autores para a exist&ecirc;ncia de um maior n&uacute;mero de c&oacute;digos nas Atividades e Participa&ccedil;&atilde;o e Fatores Ambientais tamb&eacute;m se adequada e pode ser adequada aos resultados obtidos para a popula&ccedil;&atilde;o com as caracter&iacute;sticas dos utentes da RNCCI, uma vez que os internamentos na rede s&atilde;o tempor&aacute;rios e t&ecirc;m como objetivo o reingresso do utente ao seu ambiente.</P>     <P>Assim, na componente Fun&ccedil;&otilde;es do Corpo identificaram-se as categorias: b126 Fun&ccedil;&otilde;es do temperamento e da personalidade; b130 Fun&ccedil;&otilde;es da energia e dos impulsos; b134 Fun&ccedil;&otilde;es do sono; b152 Fun&ccedil;&otilde;es emocionais; b210 Fun&ccedil;&otilde;es da vis&atilde;o; b265 Fun&ccedil;&atilde;o t&aacute;ctil; b270 Fun&ccedil;&otilde;es sensoriais relacionadas com a temperatura e outros est&iacute;mulos; b280 Sensa&ccedil;&atilde;o de dor; b310 Fun&ccedil;&otilde;es da voz; b410 Fun&ccedil;&otilde;es card&iacute;acas; b415 Fun&ccedil;&otilde;es dos vasos sangu&iacute;neos; b420 Fun&ccedil;&otilde;es da press&atilde;o arterial; b435 Fun&ccedil;&otilde;es do sistema imunol&oacute;gico; b440 Fun&ccedil;&otilde;es da respira&ccedil;&atilde;o; b455 Fun&ccedil;&otilde;es da toler&acirc;ncia ao exerc&iacute;cio; b510 Fun&ccedil;&otilde;es de ingest&atilde;o; b525 Fun&ccedil;&otilde;es de defeca&ccedil;&atilde;o; b530 Fun&ccedil;&otilde;es de manuten&ccedil;&atilde;o do peso; b620 Fun&ccedil;&otilde;es miccionais; b640 Fun&ccedil;&otilde;es sexuais; b710 Fun&ccedil;&otilde;es da mobilidade das articula&ccedil;&otilde;es; b715 Fun&ccedil;&otilde;es da estabilidade das articula&ccedil;&otilde;es; b730 Fun&ccedil;&otilde;es da for&ccedil;a muscular; b735 Fun&ccedil;&otilde;es do t&oacute;nus muscular; b740 Fun&ccedil;&otilde;es da resist&ecirc;ncia muscular; b770 Fun&ccedil;&otilde;es relacionadas com o padr&atilde;o de marcha; b810 Fun&ccedil;&otilde;es protetoras da pele.</P>     <P>Na componente Estruturas do Corpo foram identificadas as categorias: s110 Estrutura do c&eacute;rebro; s410 Estrutura do aparelho cardiovascular; s720 Estrutura da regi&atilde;o do ombro; s750 Estrutura do membro inferior; s810 Estrutura das &aacute;reas da pele.</P>     <P>Para a componente Atividades e Participa&ccedil;&atilde;o foram identificadas as categorias: d230 Realizar a rotina di&aacute;ria; d240 Lidar com o stress e outras exig&ecirc;ncias psicol&oacute;gicas; d330 Falar; d350 Conversa&ccedil;&atilde;o; d360 Utiliza&ccedil;&atilde;o de dispositivos e de t&eacute;cnicas de comunica&ccedil;&atilde;o; d410 Mudar a posi&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica do corpo; d415 Manter a posi&ccedil;&atilde;o do corpo; d420 Autotransfer&ecirc;ncias; d430 Levantar e transportar objetos; d440 Utiliza&ccedil;&atilde;o de movimentos finos da m&atilde;o; d445 Utiliza&ccedil;&atilde;o da m&atilde;o e do bra&ccedil;o; d450 Andar; d455 Deslocar-se; d460 Deslocar-se por diferentes locais; d465 Deslocar-se utilizando algum tipo de equipamento; d470 Utiliza&ccedil;&atilde;o de transporte; d475 Conduzir; d510 Lavar-se; d520 Cuidar de partes do corpo; d530 Cuidados relacionados com os processos de excre&ccedil;&atilde;o; d540 Vestir-se; d550 Comer; d560 Beber; d570 Cuidar da pr&oacute;pria sa&uacute;de; d620 Aquisi&ccedil;&atilde;o de bens e servi&ccedil;os; d640 Realizar as tarefas dom&eacute;sticas; d660 Ajudar os outros; d750 Relacionamentos sociais informais; d760 Relacionamentos familiares; d770 Relacionamentos &iacute;ntimos; d845 Obter, manter e sair de um emprego; d850 Trabalho remunerado; d870 Autossufici&ecirc;ncia econ&oacute;mica; d910 Vida comunit&aacute;ria; d920 Recrea&ccedil;&atilde;o e lazer.</P>     <P>Relativamente &agrave; componente Fatores Ambientais identificaram-se as categorias: e110 Produtos ou subst&acirc;ncias para consumo pessoal; e115 Produtos e tecnologias para uso pessoal na vida di&aacute;ria; e120 Produtos e tecnologias destinados a facilitar a mobilidade e o transporte pessoal em espa&ccedil;os interiores e exteriores; e125 Produtos e tecnologias para a comunica&ccedil;&atilde;o; e150 Arquitetura, constru&ccedil;&atilde;o, materiais e tecnologias arquitet&oacute;nicas em pr&eacute;dios para uso p&uacute;blico; e310 Fam&iacute;lia pr&oacute;xima; e320 Amigos; e325 Conhecidos, pares, colegas, vizinhos e membros da comunidade; e355 Profissionais de sa&uacute;de; e410 Atitudes individuais de membros da fam&iacute;lia pr&oacute;xima; e420 Atitudes individuais de amigos; e425 Atitudes individuais de conhecidos, pares, colegas, vizinhos e membros da comunidade; e450 Atitudes individuais de profissionais de sa&uacute;de; e460 Atitudes sociais; e570 Servi&ccedil;os, sistemas e pol&iacute;ticas relacionados com a seguran&ccedil;a social; e575 Servi&ccedil;os, sistemas e pol&iacute;ticas relacionados com o apoio social em geral; e580 Servi&ccedil;os, sistemas e pol&iacute;ticas relacionados com a sa&uacute;de; e590 Servi&ccedil;os, sistemas e pol&iacute;ticas relacionados com o trabalho e o emprego.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>De acordo com os resultados obtidos pode concluir-se que os c&oacute;digos identificados aparentam estar relacionados com as caracter&iacute;sticas associadas aos utentes da RNCCI e mencionadas anteriormente nesta revis&atilde;o sistem&aacute;tica.</P>     <p>&nbsp;</p>     <P> <B>Conclus&otilde;es</B> </P>     <P>De acordo com a metodologia utilizada nesta revis&atilde;o sistem&aacute;tica foram identificadas 248 categorias da CIF utilizadas para classificar pessoas com as caracter&iacute;sticas dos utentes na RNCCI. Ao analisar apenas os c&oacute;digos que estavam presentes em mais de 50% dos artigos reunidos identificaram-se 86 c&oacute;digos divididos pelas componentes Fun&ccedil;&otilde;es do Corpo, Estruturas do Corpo, Atividades e Participa&ccedil;&atilde;o e Fatores Ambientais.</P>     <P>Com a utiliza&ccedil;&atilde;o de um Core Set da CIF para caracteriza&ccedil;&atilde;o dos utentes da RNCCI passar-se-&aacute; a utilizar uma linguagem unificada e padronizada, criando uma refer&ecirc;ncia conceptual para descri&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de e dos estados relacionados com a sa&uacute;de dos utentes da RNCCI, nomeadamente na identifica&ccedil;&atilde;o dos ganhos em sa&uacute;de quer a n&iacute;vel individual quer a n&iacute;vel da popula&ccedil;&atilde;o da rede. Assim pode-se valorizar n&atilde;o s&oacute; o diagn&oacute;stico cl&iacute;nico como o desempenho e a participa&ccedil;&atilde;o do utente, mas tamb&eacute;m valorizar a intera&ccedil;&atilde;o dos fatores contextuais na sua vida. Com estas informa&ccedil;&otilde;es poder&aacute; efetuar-se uma previs&atilde;o dos custos e recursos dos cuidados de sa&uacute;de de que o utente necessitar&aacute; permitindo que o planeamento de interven&ccedil;&atilde;o, a prepara&ccedil;&atilde;o para a alta e para a p&oacute;s-alta sejam efetivos e adequados &agrave;s reais necessidades do utente. Poder&aacute; tamb&eacute;m ser &uacute;til para que se criem crit&eacute;rios mais rigorosos para as altera&ccedil;&otilde;es de tipologia, para al&eacute;m dos j&aacute; existentes crit&eacute;rios cl&iacute;nicos.</P>     <P>A utiliza&ccedil;&atilde;o deste Core Set permitir&aacute; tamb&eacute;m agilizar a comunica&ccedil;&atilde;o entre os v&aacute;rios intervenientes da equipa interdisciplinar e entre unidades da rede aquando da mobilidade de utentes, assim como transmitir aos utentes da RNCCI e aos seus cuidadores que a circula&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o entre unidades ser&aacute; eficaz pois &eacute; demonstrado haver continuidade e uniformidade na linguagem utilizada o que poder&aacute; contribuir para um aumento da confian&ccedil;a na organiza&ccedil;&atilde;o que &eacute; a RNCCI.</P>     <P>Considera-se que o objetivo inicial desta revis&atilde;o sistem&aacute;tica foi alcan&ccedil;ado. No entanto, h&aacute; a referir que se identifica como limita&ccedil;&atilde;o o facto de n&atilde;o ter sido poss&iacute;vel caracterizar os utentes de acordo com as v&aacute;rias tipologias da RNCCI. Admite-se a hip&oacute;tese de que tal poderia conduzir a um menor n&uacute;mero de categorias e permitir que a classifica&ccedil;&atilde;o destes utentes na pr&aacute;tica cl&iacute;nica fosse mais c&eacute;lere, ainda assim, poder&aacute; ser prefer&iacute;vel ter-se um Core Set comum a todas as tipologias para que possam existir indicadores comuns. Uma outra limita&ccedil;&atilde;o &eacute; o facto de existir pouca diversidade de autores nos artigos analisados, o que poder&aacute; dever-se ao facto de alguns destes autores integrarem o ICF Research Branch e estarem integrados nos grupos de desenvolvimento dos Core Sets.</P>     <P>Para obter uma listagem mais breve, os c&oacute;digos obtidos nesta revis&atilde;o sistem&aacute;tica ser&atilde;o submetidos a um painel de Delphi com os diversos profissionais que integram as equipas da RNCCI (m&eacute;dico, enfermeiro, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, terapeuta da fala, psic&oacute;logo, assistente social). Espera-se que a listagem obtida atrav&eacute;s do painel de Delphi seja pr&aacute;tica e funcional para que possa servir de instrumento para caracterizar os utentes da RNCCI de acordo com uma das classifica&ccedil;&otilde;es utilizadas pela OMS.</P>     <p>&nbsp;</p>     <P> <B>Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas</B> </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>1 Unidade de Miss&atilde;o para os Cuidados Continuados Integrados: relat&oacute;rio de monitoriza&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento e da actividade da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) 2011. Unidade de Miss&atilde;o para os Cuidados Continuados Integrados, (2012) .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S0870-9025201500010001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>2 Steiner W., Reyser L., Huber E., Uebelhart D., Aeschlimann A., Stucki G. Use of the CIF model as a clinical problem-solving tool in physical therapy and rehabilitation medicine. Phys Ther. 2002;82:1098-107.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S0870-9025201500010001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>3 Pereira, C. Contributo para implementa&ccedil;&atilde;o da Classifica&ccedil;&atilde;o Internacional de Funcionalidade para a identifica&ccedil;&atilde;o de ganhos em sa&uacute;de nas doen&ccedil;as cr&oacute;nicas. Lisboa: ISCTE; 2008. Tese de Mestrado em Gest&atilde;o dos Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S0870-9025201500010001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</P>     <!-- ref --><P>4 Escorpizo R., Stucki G., Cieza A., Davis K., Stumbo T., Riddle D. Creating an interface between the International Classification of Functioning, Disability and Health and physical therapist practice. Phys Ther. 2010;90:1053-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S0870-9025201500010001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <P>5 Grill E., Huber E.O., Gloor-Juzi T., Stucki G. Intervention goals determine physical therapists&rsquo; workload in acute care setting. Phys Ther. 2010;90:1468-78.</P>     <!-- ref --><P>6 Fontes A.P., Fernandes A.A., Botelho M.A. Funcionalidade e incapacidade: aspectos conceptuais, estruturais e de aplica&ccedil;&atilde;o da Classifica&ccedil;&atilde;o Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Sa&uacute;de (CIF). Rev Port Sa&uacute;de P&uacute;blica. 2010;28:171-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S0870-9025201500010001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>7 Lopes MJ, Escoval A, Pereira DG, Pereira CS, Carvalho C, Fonseca C. Avalia&ccedil;&atilde;o da funcionalidade e necessidades de cuidados dos idosos. [Internet]. Rev. Latino-Am. Enfermagem 2013; 21:Spec;1-9. [consultado 12 Out 2013]. Dispon&iacute;vel em: <A href="http://www.scielo.br/pdf/rlae/v21nspe/pt_08.pdf">http://www.scielo.br/pdf/rlae/v21nspe/pt_08.pdf</A>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S0870-9025201500010001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P>8 Classifica&ccedil;&atilde;o Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Sa&uacute;de. Direc&ccedil;&atilde;o-Geral da Sa&uacute;de, (2004) .</P>     <!-- ref --><P>9 Pereira C., Fonseca C., Escoval A., Lopes M. Contributo para a classifica&ccedil;&atilde;o da funcionalidade na popula&ccedil;&atilde;o com mais de 65 anos, segundo a Classifica&ccedil;&atilde;o Internacional de Funcionalidade. Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica. 2011;29:53-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S0870-9025201500010001000008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>10 Melnyk B.M., Fineout-Overholt E., Stetler C., Allan J. Outcomes and implementation strategies from the first U.S. Evidence-Based Leadership Summit: Worldviews. Evid Based Nurs. 2005;2:113-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S0870-9025201500010001000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>11 Rato H., Rodrigues M., Rando B. Estudo de caracteriza&ccedil;&atilde;o dos utentes da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados: relat&oacute;rio final. Instituto Nacional de Administra&ccedil;&atilde;o, (2009) .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S0870-9025201500010001000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <P>12 Relat&oacute;rio de monitoriza&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento e da actividade da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) 2009. Unidade de Miss&atilde;o para os Cuidados Continuados Integrados, (2010) .</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>13 Stillwell S., Fineout-Overholt E., Melnyk B., Williamson K. Searching for the evidence: Strategies to help you conduct a successful search. AJN. 2010;110:41-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S0870-9025201500010001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>14 Geyh S., Cieza A., Schouten J., Dickson H., Frommelt P., Omar Z. ICF Core Sets for stroke. J Rehabil Med. 2004;36:S135-41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0870-9025201500010001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>15 Brach M., Cieza A., Stucki G., F&uuml;&szlig;l M., Cole A., Ellerin B.E. ICF Core Sets for breast cancer. J Rehabil Med. 2004;36:S121-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S0870-9025201500010001000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>16 Stucki A., Daansen P., Fuessl M., Cieza A., Huber E., Atkinson R. ICF Core Sets for obesity. J Rehabil Med. 2004;36:S107-13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S0870-9025201500010001000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>17 Weigl M., Cieza A., Andersen C., Kollerits B., Amann E., Stucki G. Identification of relevant ICF categories in patients with chronic health conditions: A Delphi exercise. J Rehabil Med. 2004;36:S12-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S0870-9025201500010001000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>18 Grill E., Lipp B., Boldt C., Stucki G., Koenig E. Identification of relevant ICF categories by patients with neurological conditions in early post-acute rehabilitation facilities. Disabil Rehabil. 2005;27:459-65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S0870-9025201500010001000016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>19 Grill E., Stucki G., Boldt C., Joisten S., Swoboda W. Identification of relevant ICF categories by geriatric patients in an early post-acute rehabilitation facility. Disabil Rehabil. 2005;27:467-73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S0870-9025201500010001000017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>20 Ewert T., Grill E., Bartholomeyczik S., Finger M., Mokrusch T., Kostanjsek N. ICF Core Sets for patients with neurological conditions in the acute hospital. Disabil Rehabil. 2005;27:367-73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S0870-9025201500010001000018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>21 Grill E., Huber E.O., Stucki G., Herceg M., Fialka-Moser V., Quittan M. Identification of relevant ICF categories by patients in the acute hospital. Disabil Rehabil. 2005;27:447-58.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S0870-9025201500010001000019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>22 Cieza A., Geyh S., Chatterji S., Kostanjsek N., Ust&uuml;n B.T., Stucki G. Identification of candidate categories of the International Classification of Functioning Disability and Health (ICF) for a Generic ICF Core Set based on regression modelling. BMC Med Res Methodol. 2006;6:36.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S0870-9025201500010001000020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>23 Leonardi M., Raggi A., Antozzi C., Confalonieri P., Maggi L., Cornelio F. Identification of International Classification of Functioning, Disability and Health relevant categories to describe functioning and disability of patients with myasthenia gravis. Disabil Rehabil. 2009;31:2041-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S0870-9025201500010001000021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>24 Ewert T., Allen D.D., Wilson M., &Uuml;st&uuml;n B., Stucki G. Validation of the International Classification of Functioning Disability and Health framework using multidimensional item response modeling. Disabil Rehabil. 2010;32:1397-405.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S0870-9025201500010001000022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>25 Jonsdottir J., Rainero G., Racca V., Gl&auml;ssel A., Cieza A. Functioning and disability in persons with low back pain. Disabil Rehabil. 2010;32:(Suppl 1)S78-84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S0870-9025201500010001000023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>26 Tschiesner U., Rogers S., Dietz A., Yueh B., Cieza A. Development of ICF Core Sets for head and neck cancer. Head Neck. 2010;32:210-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S0870-9025201500010001000024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>27 Tschiesner U., Linseisen E., Becker S., Mast G., Rogers S.N., Walvekar R.R. Content validation of the International Classification of Functioning, Disability and Health Core Sets for head and neck cancer: A multicentre study. J Otolaryngol Head Neck Surg. 2010;39:674-87.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S0870-9025201500010001000025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>28 Herrmann K.H., Kirchberger I., Stucki G., Cieza A. The comprehensive ICF Core Sets for spinal cord injury from the perspective of physical therapists: A worldwide validation study using the Delphi technique. Spinal Cord. 2011;49:502-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S0870-9025201500010001000026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>29 Grill E., Muller M., Quittan M., Strobl R., Kostanjsek N., Stucki G. Brief ICF Core Set for patients in geriatric post-acute rehabilitation facilities. J Rehabil Med. 2011;43:139-44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S0870-9025201500010001000027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <p>&nbsp;</p>     <P> <B>Conflito de interesses</B> </P>     <P>Os autores declaram n&atilde;o haver conflito de interesses.</P>     <p>&nbsp;</p>     <p><i><a href="#topc0">*</a><a name="c0"></a>Autor para correspondência:</i> Correio eletrónico: <a href="mailto:filipa.reis@isjd.pt">filipa.reis@isjd.pt</a></P>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>Recebido 28 de Mar&ccedil;o de 2013 .Aceito 17 de Fevereiro de 2014</P>     <p>&nbsp;</p>     <P><a href ="/img/revistas/rpsp/v33n1/33n1a10a1.jpg">Appendix</a>. Material suplement&aacute;rio.</P>     
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