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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Cumprimento de capitações escolares no distrito de Viana do Castelo: avaliação 2009/2012]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Introdution: The school lunch, being one of the main meals of the daily children and young people food intake, plays a very important role in the contribution of their energetic and nutritional needs, as well as in the development of food behaviours and healthy life styles. The Project of Optimization of School Diets (Projeto de Otimização das Dietas Escolares-P0DE) intends to act in the schools of the Viana do Castelo district with the objective of ensuring the offer of varied and nutritionally balanced meals. Aim: The purpose of this work is to evaluate the accomplishment of the portions established by the P0DE in the schools that joined the project, using data that refer to three school years. Methodology: 323 meals provided in nine schools have been analysed, proceeding to the calculation of the relative deviation between the quantities of food portions offered to the children and the quantities established by the P0DE. Results: The results showed a deficit in the supply of fish and vegetables, as well as an oversupply of meat, cereals and cereals products, potato and pulses, added salt and added fat in the dish. Concerning the mean deviation of the full meal to the reference (RMSD), significant statistical differences between several types of menus, preparation methods and schools were found. Conclusions: This work shows that the simple definition of portions doesn't ensure the appropriate nutritional contribution of meals, thus being crucial a continuous monitoring]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <P align="right"><b>ARTIGO DE REVISÃO</b></P>     <p>&nbsp;</p>     <P><B>Cumprimento de capita&ccedil;&otilde;es escolares no distrito de Viana do Castelo: avalia&ccedil;&atilde;o 2009/2012</B></P>     <P><B>School portions accomplishment in Viana do Castelo district: Evaluation 2009/2012</B></P>     <P><B>Sandra Rodrigues Ara&uacute;jo<SUP>a</SUP><SUP>, </SUP><SUP><a href="#c0">*</a><a name="topc0"></a></SUP>, Catarina Martins<SUP>a</SUP>, Lu&iacute;s Delgado<SUP>b</SUP>, Gra&ccedil;a Ferro<SUP>a</SUP>, Idalina Gon&ccedil;alves<SUP>b</SUP>, Liliana Fernandes<SUP>a</SUP>, Cl&aacute;udia Alpoim<SUP>b</SUP>, Rute Azevedo<SUP>a</SUP>, Mariana Oliveira<SUP>a</SUP>, Susana Quintas<SUP>a</SUP>, Susana Karim<SUP>a</SUP>, Alejandro Igl&eacute;sias<SUP>b</SUP></B></P>     <p>&nbsp;</p>     <P><SUP>a</SUP> Servi&ccedil;o de Nutri&ccedil;&atilde;o e Alimenta&ccedil;&atilde;o, Unidade Local de Sa&uacute;de do Alto Minho, Viana do Castelo, Portugal</P>     <P><SUP>b</SUP> Unidade de Sa&uacute;de P&uacute;blica da Unidade Local de Sa&uacute;de do Alto Minho, Viana do Castelo, Portugal</P>     <p>&nbsp;</p>     <P> <B>RESUMO</B> </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P> <B>Introdu&ccedil;&atilde;o: </B>O almo&ccedil;o escolar, sendo uma das principais refei&ccedil;&otilde;es do dia alimentar das crian&ccedil;as e jovens, assume um papel preponderante no aporte das suas necessidades energ&eacute;ticas e nutricionais, bem como no desenvolvimento de comportamentos alimentares e estilos de vida saud&aacute;veis.</P>     <P>O Projeto de Otimiza&ccedil;&atilde;o das Dietas Escolares (P0DE) pretende atuar nas escolas do distrito de Viana do Castelo com o objetivo de garantir a oferta de refei&ccedil;&otilde;es variadas e nutricionalmente equilibradas.</P>     <P> <B>Objetivo: </B>Constitui prop&oacute;sito do presente trabalho averiguar o cumprimento das capita&ccedil;&otilde;es estabelecidas pelo P0DE nas escolas aderentes ao mesmo, utilizando dados referentes a 3 anos letivos.</P>     <P> <B>Metodologia: </B>Foram analisadas 323 refei&ccedil;&otilde;es fornecidas em 9 escolas, procedendo&#8208;se ao c&aacute;lculo do desvio relativo entre as capita&ccedil;&otilde;es oferecidas &agrave;s crian&ccedil;as e as capita&ccedil;&otilde;es estipuladas pelo P0DE.</P>     <P> <B>Resultados: </B>Os resultados mostraram um d&eacute;fice no fornecimento de peixe e guarni&ccedil;&atilde;o de hort&iacute;colas, bem como uma excessiva oferta de carne, guarni&ccedil;&atilde;o de cereais e derivados, tub&eacute;rculos e leguminosas, sal de adi&ccedil;&atilde;o e gordura de adi&ccedil;&atilde;o no prato. Relativamente ao desvio m&eacute;dio da refei&ccedil;&atilde;o completa &agrave; refer&ecirc;ncia <I>(RMSD)</I>, encontraram&#8208;se diferen&ccedil;as estatisticamente significativas nas capita&ccedil;&otilde;es entre diversos tipos de ementas, m&eacute;todos de confe&ccedil;&atilde;o e escolas.</P>     <P> <B>Conclus&otilde;es: </B>Este trabalho demonstra que a simples defini&ccedil;&atilde;o de capita&ccedil;&otilde;es n&atilde;o garante o adequado aporte nutricional das refei&ccedil;&otilde;es, sendo crucial uma monitoriza&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua.</P>     <P> <B>Palavras&#8208;chave: </B> Crian&ccedil;as. Cumprimento de Capita&ccedil;&otilde;es. Jovens. Refei&ccedil;&otilde;es escolares.</P>     <p>&nbsp;</p>     <P> <B>ABSTRACT</B> </P>     <P> <B>Introdution: </B>The school lunch, being one of the main meals of the daily children and young people food intake, plays a very important role in the contribution of their energetic and nutritional needs, as well as in the development of food behaviours and healthy life styles.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>The Project of Optimization of School Diets (Projeto de Otimiza&ccedil;&atilde;o das Dietas Escolares&ndash;P0DE) intends to act in the schools of the Viana do Castelo district with the objective of ensuring the offer of varied and nutritionally balanced meals.</P>     <P> <B>Aim: </B>The purpose of this work is to evaluate the accomplishment of the portions established by the P0DE in the schools that joined the project, using data that refer to three school years.</P>     <P> <B>Methodology: </B>323 meals provided in nine schools have been analysed, proceeding to the calculation of the relative deviation between the quantities of food portions offered to the children and the quantities established by the P0DE.</P>     <P> <B>Results: </B>The results showed a deficit in the supply of fish and vegetables, as well as an oversupply of meat, cereals and cereals products, potato and pulses, added salt and added fat in the dish. Concerning the mean deviation of the full meal to the reference (RMSD), significant statistical differences between several types of menus, preparation methods and schools were found.</P>     <P> <B>Conclusions: </B>This work shows that the simple definition of portions doesn&rsquo;t ensure the appropriate nutritional contribution of meals, thus being crucial a continuous monitoring</P>     <P> <B>Keywords: </B> Children. Accomplishment of Portions. Young. School meals. </P>     <p>&nbsp;</p>     <P> <B>Introdu&ccedil;&atilde;o</B> </P>     <P>A inf&acirc;ncia e a adolesc&ecirc;ncia constituem per&iacute;odos cruciais para a sa&uacute;de, desempenhando a alimenta&ccedil;&atilde;o um papel de relevo, dadas as necessidades nutricionais espec&iacute;ficas destes grupos et&aacute;rios<SUP>1</SUP>.</P>     <P>A Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (OMS) revela que a obesidade est&aacute; associada a taxas de morte no mundo mais elevadas do que a desnutri&ccedil;&atilde;o<SUP>2</SUP>, definindo&#8208;a como a epidemia do s&eacute;culo XXI<SUP>3</SUP>. Segundo o projeto <I>Childhood Obesity Surveillance Initiative</I> (COSI Portugal) de 2010<SUP>4</SUP>, aproximadamente 30% das crian&ccedil;as portuguesas apresentam excesso de peso e mais de 10% s&atilde;o obesas. V&aacute;rios estudos t&ecirc;m sugerido que o excesso de peso e a obesidade infantil s&atilde;o preditores do excesso de peso e obesidade na idade adulta. Al&eacute;m disso, verifica&#8208;se um risco acrescido de desenvolver comorbilidades como diabetes mellitus tipo 2, hipertens&atilde;o e dislipidemia nas crian&ccedil;as com sobrecarga ponderal<SUP>5&ndash;7</SUP>.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>As escolhas alimentares s&atilde;o estabelecidas no in&iacute;cio da vida e apresentam estabilidade a longo prazo, pelo que as interven&ccedil;&otilde;es em educa&ccedil;&atilde;o alimentar, quando desenvolvidas em grupos et&aacute;rios mais jovens, exibem resultados positivos no desenvolvimento de comportamentos alimentares e estilos de vida que perduram no adulto<SUP>1,7&ndash;9</SUP>. Desta forma, a aquisi&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos alimentares saud&aacute;veis desde a inf&acirc;ncia reverte num menor risco de desenvolver obesidade e comorbilidades na vida adulta<SUP>1</SUP>.</P>     <P>As crian&ccedil;as e jovens passam grande parte do seu tempo na escola, sendo este o espa&ccedil;o onde realizam o almo&ccedil;o, uma das principais refei&ccedil;&otilde;es do seu dia alimentar<SUP>10,11</SUP>. Esta refei&ccedil;&atilde;o deve ter em considera&ccedil;&atilde;o os princ&iacute;pios de uma alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel, respondendo, por um lado, &agrave;s necessidades energ&eacute;ticas e nutricionais das crian&ccedil;as, e constituindo, por outro, o per&iacute;odo ideal para o desenvolvimento de comportamentos alimentares e estilos de vida saud&aacute;veis<SUP>1,11</SUP>.</P>     <P>A sa&uacute;de e a educa&ccedil;&atilde;o est&atilde;o intimamente ligadas, pelo que as pol&iacute;ticas e programas de interven&ccedil;&atilde;o direcionados &agrave;s escolas constituem uma das estrat&eacute;gias mais importantes para melhorar as escolhas alimentares das crian&ccedil;as e combater a obesidade infantil<SUP>12&ndash;15</SUP>. Uma medida j&aacute; adotada por v&aacute;rios pa&iacute;ses, incluindo Portugal<SUP>16</SUP>, prende&#8208;se com a especifica&ccedil;&atilde;o da composi&ccedil;&atilde;o de refei&ccedil;&otilde;es servidas nos refeit&oacute;rios escolares, uma vez que a qualidade e a quantidade dos g&eacute;neros aliment&iacute;cios consumidos em meio escolar t&ecirc;m um forte impacto no crescimento, desenvolvimento e sa&uacute;de das crian&ccedil;as<SUP>8,10</SUP>.</P>     <P>Segundo as recomenda&ccedil;&otilde;es americanas<SUP>17</SUP> e brit&acirc;nicas<SUP>18,19</SUP>, o almo&ccedil;o escolar deve contribuir com aproximadamente 30&#8208;32% do aporte energ&eacute;tico di&aacute;rio. O equil&iacute;brio dos nutrientes est&aacute; dependente da quantidade e diversidade dos alimentos oferecidos. Para assegurar este equil&iacute;brio, garantindo o aporte energ&eacute;tico e nutricional, &eacute; importante definir capita&ccedil;&otilde;es, isto &eacute;, o consumo &laquo;por cabe&ccedil;a&raquo; dos g&eacute;neros aliment&iacute;cios inclu&iacute;dos nas refei&ccedil;&otilde;es, recorrendo &agrave;s necessidades energ&eacute;ticas dos indiv&iacute;duos, de acordo com a faixa et&aacute;ria<SUP>20</SUP>.</P>     <P>Neste &acirc;mbito, compete ao nutricionista a elabora&ccedil;&atilde;o das ementas e o ajuste da composi&ccedil;&atilde;o das refei&ccedil;&otilde;es e das prepara&ccedil;&otilde;es culin&aacute;rias em cantinas escolares, bem como o planeamento, organiza&ccedil;&atilde;o, implementa&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o de programas de educa&ccedil;&atilde;o alimentar e nutricional para as escolas<SUP>21</SUP>.</P>     <P>O Projeto de Otimiza&ccedil;&atilde;o das Dietas Escolares (P0DE), que integra o Programa de Preven&ccedil;&atilde;o de Doen&ccedil;as Cardiovasculares do distrito de Viana do Castelo, foi criado pela Unidade de Sa&uacute;de P&uacute;blica do Alto Minho (USPAM) com&nbsp;a finalidade de contribuir para a diminui&ccedil;&atilde;o da incid&ecirc;ncia e preval&ecirc;ncia das doen&ccedil;as ligadas aos h&aacute;bitos&nbsp;alimentares, intervindo nas crian&ccedil;as em idade escolar. O projeto visa atuar nas escolas do distrito de Viana do Castelo, garantindo a oferta de refei&ccedil;&otilde;es variadas, normocal&oacute;ricas e nutricionalmente equilibradas, armazenadas, confecionadas e servidas sob condi&ccedil;&otilde;es estruturais e funcionais que garantam os crit&eacute;rios de higiene e seguran&ccedil;a alimentar<SUP>22</SUP>. Para o efeito, s&atilde;o realizadas avalia&ccedil;&otilde;es peri&oacute;dicas da adequa&ccedil;&atilde;o nutricional em termos qualitativos e quantitativos.</P>     <P>Oficialmente implementado em 12 escolas no ano letivo de 2009/2010, o P0DE inclui no presente ano letivo 2012/2013 um total de 28 escolas, abrangendo 48% da globalidade dos alunos entre os 3 e os 18 anos de idade.</P>     <p>&nbsp;</p>     <P> <B>Objetivos</B> </P>     <P> <B>Objetivo geral</B> </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&#8226; Aferir o cumprimento das capita&ccedil;&otilde;es estabelecidas pelo P0DE em refeit&oacute;rios escolares do distrito de Viana do Castelo, utilizando dados referentes a 3 anos letivos.</P>     <p>&nbsp;</p>     <P> <B>Objetivos espec&iacute;ficos</B> </P>     <p>&#8226; Comparar as quantidades de g&eacute;neros aliment&iacute;cios utilizados para confecionar as refei&ccedil;&otilde;es escolares com as capita&ccedil;&otilde;es estabelecidas pelo P0DE.</P>     <p>&#8226; Averiguar varia&ccedil;&otilde;es no cumprimento de capita&ccedil;&otilde;es em fun&ccedil;&atilde;o das ementas e m&eacute;todos de confe&ccedil;&atilde;o utilizados.</P>     <p>&#8226; Verificar se existem diferen&ccedil;as no cumprimento das capita&ccedil;&otilde;es entre as escolas em estudo.</P>     <p>&nbsp;</p>     <P> <B>Metodologia</B> </P>     <P> <B>Amostra</B> </P>     <P>O presente trabalho consiste num estudo descritivo transversal, realizado no &acirc;mbito do P0DE. Este abrange as escolas do distrito de Viana do Castelo, cujos alunos apresentam idades compreendidas entre os 3 e os 18 anos. Os dados analisados resultam de uma amostra de conveni&ecirc;ncia, a qual incluiu 9 das 12 escolas pioneiras do projeto no ano letivo 2009/2010 e que se mantiveram neste at&eacute; ao passado ano letivo 2011/2012. As restantes 3 escolas n&atilde;o foram inclu&iacute;das na amostra por terem abandonado o projeto, uma de forma tempor&aacute;ria, outra de forma definitiva e a &uacute;ltima por n&atilde;o cumprir a mesma metodologia de avalia&ccedil;&atilde;o. Para cada escola foram selecionados 6&#8208;7 meses completos (conforme os dados dispon&iacute;veis), compreendidos entre os anos letivos acima mencionados. O ano 2012/2013 foi exclu&iacute;do por altera&ccedil;&otilde;es ao n&iacute;vel das cozinhas/refeit&oacute;rios em algumas das escolas estudadas. Em cada m&ecirc;s selecionaram&#8208;se aleatoriamente 4&#8208;7 refei&ccedil;&otilde;es, cumprindo entre 4&#8208;7 dos seguintes crit&eacute;rios: ementa de carne fatiada/pe&ccedil;a, ementa de carne fracionada, ementa de peixe &agrave; posta, ementa de peixe fracionado (com e/ou sem ovo), ementa &agrave; base de ovo e ementa de peixe frito. Relativamente ao peixe fracionado, quando foram oferecidas, no mesmo m&ecirc;s, uma ementa com ovo e uma ementa sem ovo, recolheram&#8208;se ambas as op&ccedil;&otilde;es. Caso contr&aacute;rio, recolheu&#8208;se a vertente presente naquele m&ecirc;s. A ementa &agrave; base de ovo e a ementa de peixe frito n&atilde;o foram oferecidas na totalidade dos meses avaliados, pelo que foram recolhidas apenas quando presentes no plano de ementas mensal.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>As refei&ccedil;&otilde;es com pratos compostos (feijoada, cozido &agrave; portuguesa, rancho e arroz de marisco) foram exclu&iacute;das pelo facto de existirem diverg&ecirc;ncias entre as escolas quanto &agrave; variedade de fontes proteicas e propor&ccedil;&otilde;es utilizadas para confecionar os referidos pratos, dificultando os c&aacute;lculos.</P>     <p>&nbsp;</p>     <P> <B>Procedimento</B> </P>     <P>Realizou&#8208;se uma compila&ccedil;&atilde;o das grelhas (em formato <I>Microsoft Office Excel</I><SUP><I>&reg;</I></SUP>) preenchidas pelas escolas aderentes ao projeto durante o per&iacute;odo em estudo. Estas foram criadas e fornecidas pela equipa P0DE aos refeit&oacute;rios, para fins avaliativos. Das grelhas correspondentes aos almo&ccedil;os a analisar recolheram&#8208;se as quantidades brutas (peso real ou peso estimado a partir de medidas caseiras, em cru) de cada componente alimentar na sopa, prato e sobremesa (nomeadamente guarni&ccedil;&atilde;o de hort&iacute;colas, guarni&ccedil;&atilde;o de cereais e derivados, tub&eacute;rculos e leguminosas, carne/peixe/ovo, gordura de adi&ccedil;&atilde;o, sal de adi&ccedil;&atilde;o e fruta), bem como o n&uacute;mero total de refei&ccedil;&otilde;es servidas e o n&uacute;mero de refei&ccedil;&otilde;es servidas apenas aos alunos entre os 3 e os 18 anos de idade (por forma a excluir o pessoal docente e n&atilde;o docente). Os cereais e derivados, tub&eacute;rculos e as leguminosas foram inclu&iacute;dos no mesmo componente alimentar, uma vez que ambos fornecem quantidades semelhantes de hidratos de carbono (HC), facilitando assim a realiza&ccedil;&atilde;o dos c&aacute;lculos.</P>     <P>De modo a ponderar as capita&ccedil;&otilde;es disponibilizadas pelas escolas, procedeu&#8208;se &agrave; multiplica&ccedil;&atilde;o das quantidades estimadas de cada componente alimentar, pela percentagem de refei&ccedil;&otilde;es servidas apenas aos alunos. Para estimar a m&eacute;dia das capita&ccedil;&otilde;es recomendadas foi utilizado o Manual de Capita&ccedil;&otilde;es P0DE<SUP>23</SUP>, que embora n&atilde;o se encontre publicado, poder&aacute; ser disponibilizado sob solicita&ccedil;&atilde;o para o e&#8208;mail <a href="mailto:delegadosaudeulsam@ulsammin&#8208;saude.pt">delegadosaudeulsam@ulsammin&#8208;saude.pt</A>. Este teve origem nas recomenda&ccedil;&otilde;es da <I>American Heart Association</I><SUP>24</SUP>, atrav&eacute;s das quais foram calculadas as necessidades nutricionais das crian&ccedil;as e jovens por faixa et&aacute;ria, tendo ainda em conta que a refei&ccedil;&atilde;o do almo&ccedil;o dever&aacute; contribuir com 30% do valor energ&eacute;tico di&aacute;rio, como proposto no manual <I>Eating Well at School &ndash; Nutritional and Practical Guidelines</I> (3&#8208;5 anos &ndash; 350 Kcal; 6&#8208;9 anos &ndash; 400&#8208;500 Kcal; 10&#8208;14 anos &ndash; 500&#8208;550 Kcal; 15&#8208;18 anos &ndash; 550&#8208;650 Kcal). As capita&ccedil;&otilde;es dos g&eacute;neros aliment&iacute;cios foram calculadas, por faixa et&aacute;ria, utilizando a parte ed&iacute;vel dispon&iacute;vel na Tabela da Composi&ccedil;&atilde;o de Alimentos Portuguesa (TCAP)<SUP>25</SUP> e na Tabela Cl&aacute;ssica de Equivalentes<SUP>26</SUP>. Atendendo ao facto do manual n&atilde;o incluir capita&ccedil;&otilde;es para o pessoal docente e n&atilde;o docente que almo&ccedil;a no refeit&oacute;rio escolar, utilizaram&#8208;se as recomenda&ccedil;&otilde;es da <I>American Heart Association</I><SUP>27</SUP> para estimar as necessidades energ&eacute;ticas dos adultos.</P>     <P>Dada a inexist&ecirc;ncia, no manual, de 3 hort&iacute;colas frequentemente presentes nas ementas, calcularam&#8208;se as respetivas capita&ccedil;&otilde;es brutas. Para o efeito, utilizaram&#8208;se as quantidades ed&iacute;veis de hort&iacute;colas crus estipuladas pela equipa P0DE para cada faixa et&aacute;ria, bem como a percentagem do peso ed&iacute;vel de cada hort&iacute;cola em quest&atilde;o<SUP>25</SUP>. A quantidade <I>per capita</I> de ovo, apresentada no manual sob a forma de unidades, foi convertida em gramas, considerando o peso m&eacute;dio de um ovo de tamanho L e a respetiva percentagem da parte ed&iacute;vel<SUP>25</SUP>.</P>     <p>&nbsp;</p>     <P> <B>An&aacute;lise estat&iacute;stica</B> </P>     <P>Em cada refei&ccedil;&atilde;o eleita, procedeu&#8208;se &agrave; compara&ccedil;&atilde;o das capita&ccedil;&otilde;es estipuladas pelo Manual de Capita&ccedil;&otilde;es P0DE (em bruto) com as capita&ccedil;&otilde;es realmente disponibilizadas (em bruto) no refeit&oacute;rio escolar. Para o efeito, foram calculados, no programa <I>Microsoft Office Excel 2010</I><SUP>&reg;</SUP>, os desvios relativos (DR) dos diferentes componentes da refei&ccedil;&atilde;o &agrave; capita&ccedil;&atilde;o de refer&ecirc;ncia, bem como a raiz quadrada do desvio quadr&aacute;tico m&eacute;dio da refei&ccedil;&atilde;o <I>(RMSD)</I>, que fornece o desvio total da mesma ao recomendado.</P>     <P>No <I>software Statistical Package for the Social Sciences</I><SUP>&reg;</SUP><I>(SPSS)</I> vers&atilde;o 21 para <I>Microsoft Windows</I><SUP>&reg;</SUP> avaliou&#8208;se a normalidade das vari&aacute;veis atrav&eacute;s dos coeficientes de simetria e achatamento, constatando&#8208;se que nenhuma destas apresentava uma distribui&ccedil;&atilde;o normal. Por conseguinte, foi utilizado o teste de <I>Kruskall&#8208;Wallis</I> para comparar ordens m&eacute;dias de amostras independentes, procedendo&#8208;se &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis por quartis. As diferen&ccedil;as foram consideradas significativas sempre que o n&iacute;vel de signific&acirc;ncia cr&iacute;tico para rejei&ccedil;&atilde;o da hip&oacute;tese nula (p) foi inferior a 0,05.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>     <p>&nbsp;</p> <B>Resultados</B>     <p></P>     <P>Foram analisadas 323 refei&ccedil;&otilde;es incluindo sopa, prato e sobremesa, das quais 116 corresponderam a ementas de carne, 137 a ementas de peixe (n&atilde;o frito), 32 a ementas &agrave; base de ovo e 38 a ementas de peixe frito (&uacute;nico componente frito permitido). O p&atilde;o da refei&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foi inclu&iacute;do, dado que n&atilde;o se considera um componente essencial em termos nutricionais na composi&ccedil;&atilde;o do almo&ccedil;o, al&eacute;m de n&atilde;o ser consumido pela totalidade dos alunos. N&atilde;o foi poss&iacute;vel avaliar o cumprimento da capita&ccedil;&atilde;o do sal de adi&ccedil;&atilde;o numa das 9 escolas em estudo, uma vez que esta apresentou as quantidades de sal na sua totalidade, n&atilde;o havendo separa&ccedil;&atilde;o entre as quantidades utilizadas na sopa e no prato.</P>     <P>Os resultados alusivos aos componentes da refei&ccedil;&atilde;o s&atilde;o apresentados na forma de DR da capita&ccedil;&atilde;o oferecida relativamente &agrave; capita&ccedil;&atilde;o de refer&ecirc;ncia. Para expor o desvio da refei&ccedil;&atilde;o completa &agrave; quantidade recomendada utilizou&#8208;se o <I>RMSD</I>.</P>     <P>De acordo com os dados ilustrados na <a href="#t1">tabela 1</a>, todos os componentes da sopa apresentaram um DR negativo, reproduzindo o baixo fornecimento destes ingredientes, comparativamente &agrave;s capita&ccedil;&otilde;es de refer&ecirc;ncia.</P>     <p>&nbsp;</p> <a name="t1"></a> <img src="/img/revistas/rpsp/v33n2/33n2a04t1.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <P>No que respeita ao prato, o DR de cada componente foi avaliado em fun&ccedil;&atilde;o da ementa servida (caracterizada pela componente proteica), gerando os dados representados na <a href ="/img/revistas/rpsp/v33n2/33n2a04t2.jpg"target="_blank"></a><a href ="/img/revistas/rpsp/v33n2/33n2a04t2.jpg"target="_blank">tabela 2</a>.</P>     
<P>Verificaram&#8208;se diferen&ccedil;as estatisticamente significativas (p &lt; 0,001) para a disponibilidade de carne/peixe/ovo e gordura de adi&ccedil;&atilde;o em fun&ccedil;&atilde;o da ementa servida (<a href ="/img/revistas/rpsp/v33n2/33n2a04t2.jpg"target="_blank">tabela 2</a>).</P>     
]]></body>
<body><![CDATA[<P>Relativamente &agrave; componente proteica, observou&#8208;se um d&eacute;fice geral no fornecimento de peixe, que contrastou com a excessiva oferta de carne. A capita&ccedil;&atilde;o relativa &agrave;s ementas de ovo &eacute; a que mais se aproxima do valor recomendado. De referir que as quantidades fornecidas s&atilde;o inferiores quando a carne ou o peixe s&atilde;o servidos na forma fracionada, comparativamente &agrave; carne e peixe fatiada/&agrave; posta (<a href ="/img/revistas/rpsp/v33n2/33n2a04t2.jpg"target="_blank">tabela 2</a>). No que respeita &agrave; gordura de adi&ccedil;&atilde;o, e com exce&ccedil;&atilde;o da ementa de peixe fracionado, esta apresenta valores sempre acima do recomendado, observando&#8208;se um DR na ordem dos 180,5% para o peixe frito. Constatou&#8208;se um menor DR para a gordura nas ementas de carne e ovo, relativamente &agrave;s ementas de peixe (<a href ="/img/revistas/rpsp/v33n2/33n2a04t2.jpg"target="_blank">tabela 2</a>).</P>     
<P>N&atilde;o se encontraram diferen&ccedil;as estatisticamente significativas para a guarni&ccedil;&atilde;o de hort&iacute;colas, guarni&ccedil;&atilde;o de cereais e derivados, tub&eacute;rculos e leguminosas, sal de adi&ccedil;&atilde;o e fruta nos diversos tipos de ementas, observando&#8208;se um d&eacute;fice geral de hort&iacute;colas, contrariamente aos restantes componentes, que apresentaram medianas de DR positivas. Real&ccedil;a&#8208;se que o DR do sal de adi&ccedil;&atilde;o apresenta valores m&iacute;nimos para o peixe fracionado e peixe fracionado com ovo, assumindo valores m&aacute;ximos nos casos do peixe &agrave; posta e peixe frito (<a href ="/img/revistas/rpsp/v33n2/33n2a04t2.jpg"target="_blank">tabela 2</a>).</P>     
<P>Considerando as refei&ccedil;&otilde;es na sua totalidade foram encontradas diferen&ccedil;as estatisticamente significativas (p &lt; 0,001) entre as medianas de <I>RMSD</I> nas diversas ementas, observando&#8208;se o valor mais elevado de <I>RMSD</I> para as refei&ccedil;&otilde;es de peixe frito e o valor mais baixo para a carne fracionada (<a href ="/img/revistas/rpsp/v33n2/33n2a04t2.jpg"target="_blank">tabela 2</a>).</P>     
<P>Os resultados s&atilde;o coincidentes quando se comparam os componentes do prato com os m&eacute;todos de confe&ccedil;&atilde;o utilizados, verificando&#8208;se diferen&ccedil;as estatisticamente significativas (p &lt; 0,001) para a gordura de adi&ccedil;&atilde;o, cuja mediana do DR &eacute; m&aacute;xima no caso das refei&ccedil;&otilde;es de peixe frito (180,5% [106,1; 265,0]) e m&iacute;nima no caso dos salteados (32,6% [&minus;28,6; 85,3]). De referir que o DR da gordura de adi&ccedil;&atilde;o presente nos grelhados (83,5% [&minus;14,7; 147,8]) segue&#8208;se ao DR dos fritos, apresentando valores superiores aos verificados nos assados (42,0% [&minus;50,3; 121,1]), salteados (32,6% [&minus;28,6; 85,3]), cozidos e estufados (45,4% [&minus;24,8; 126,8]).</P>     <P>Comparando o cumprimento de capita&ccedil;&otilde;es entre as diferentes escolas, as <a href ="/img/revistas/rpsp/v33n2/33n2a04t3.jpg"target="_blank">tabelas 3</a> e <a href ="/img/revistas/rpsp/v33n2/33n2a04t4.jpg"target="_blank">4</a> ilustram os DR e o <I>RMSD</I> relativos a cada escola em estudo.</P>     
<P>Foram encontradas diferen&ccedil;as estatisticamente significativas (p &lt; 0,001) entre escolas para todos os constituintes da refei&ccedil;&atilde;o, &agrave; exce&ccedil;&atilde;o da componente proteica (<a href ="/img/revistas/rpsp/v33n2/33n2a04t3.jpg"target="_blank">tabelas 3</a> e <a href ="/img/revistas/rpsp/v33n2/33n2a04t4.jpg"target="_blank">4</a>).</P>     
<P>De um modo geral, verificou&#8208;se que as escolas onde s&atilde;o oferecidas menores capita&ccedil;&otilde;es de hort&iacute;colas na sopa s&atilde;o tamb&eacute;m as que apresentam menores capita&ccedil;&otilde;es para a guarni&ccedil;&atilde;o de cereais e derivados, tub&eacute;rculos e leguminosas (<a href ="/img/revistas/rpsp/v33n2/33n2a04t3.jpg"target="_blank">tabela 3</a>).</P>     
<P>No que concerne ao prato, constatou&#8208;se a exist&ecirc;ncia de 3 escolas com DR negativos para a gordura e sal de adi&ccedil;&atilde;o, ao contr&aacute;rio das restantes, que apresentam valores positivos para ambos os componentes (<a href ="/img/revistas/rpsp/v33n2/33n2a04t4.jpg"target="_blank">tabela 4</a>).</P>     
<P>Apesar da exist&ecirc;ncia de diferen&ccedil;as estatisticamente significativas (p &lt; 0,001) entre as medianas de <I>RMSD</I> nos v&aacute;rios estabelecimentos de ensino, verificou&#8208;se que todas as escolas apresentaram medianas superiores a 50% do valor recomendado, destacando&#8208;se o desvio de 111% observado na escola 7 (<a href ="/img/revistas/rpsp/v33n2/33n2a04t4.jpg"target="_blank">tabela 4</a>). A escola com maior <I>RMSD</I> foi a que apresentou tamb&eacute;m maiores DR de gordura, quer na sopa quer no prato. De real&ccedil;ar que a escola n&uacute;mero 2, apesar de exibir o valor de <I>RMSD</I> mais baixo, apresentou o d&eacute;fice mais acentuado de hort&iacute;colas na sopa e um dos mais acentuados no prato (<a href ="/img/revistas/rpsp/v33n2/33n2a04t3.jpg"target="_blank">tabelas 3</a> e <a href ="/img/revistas/rpsp/v33n2/33n2a04t4.jpg"target="_blank">4</a>).</P>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P> <B>Discuss&atilde;o</B> </P>     <P>No presente estudo constata&#8208;se a dificuldade das escolas em cumprir as capita&ccedil;&otilde;es estipuladas para as refei&ccedil;&otilde;es escolares.</P>     <P>Os resultados apresentados evidenciam a baixa oferta de hort&iacute;colas na sopa e no prato, o que reverte num diminuto consumo destes alimentos pelas crian&ccedil;as/jovens. De facto, v&aacute;rios pa&iacute;ses classificam a alimenta&ccedil;&atilde;o infantil como deficit&aacute;ria em hort&iacute;colas, mesmo durante o almo&ccedil;o escolar<SUP>28&ndash;30</SUP>. Grande parte da popula&ccedil;&atilde;o infanto&#8208;juvenil refere n&atilde;o gostar de hort&iacute;colas, citando como principais fatores de desagrado a sua apar&ecirc;ncia e sabor amargo<SUP>31</SUP>.</P>     <P>Analisando especificamente os componentes da sopa, verificou&#8208;se que, al&eacute;m da guarni&ccedil;&atilde;o de hort&iacute;colas, a guarni&ccedil;&atilde;o de cereais e derivados, tub&eacute;rculos e leguminosas tamb&eacute;m exibiu capita&ccedil;&otilde;es abaixo do desej&aacute;vel em todas as escolas. Atrav&eacute;s do contacto com os refeit&oacute;rios averiguou&#8208;se que as escolas cujo DR referente &agrave; guarni&ccedil;&atilde;o de cereais e derivados, tub&eacute;rculos e leguminosas se encontrava mais pr&oacute;ximo da capita&ccedil;&atilde;o de refer&ecirc;ncia (mais pr&oacute;ximo de 0) correspondiam a escolas onde a ingest&atilde;o da sopa &eacute; obrigat&oacute;ria. Pelo contr&aacute;rio, escolas com maiores desvios n&atilde;o imp&otilde;em essa obrigatoriedade. Embora n&atilde;o sendo t&atilde;o linear, a guarni&ccedil;&atilde;o de hort&iacute;colas apresentou a mesma tend&ecirc;ncia. Do mesmo modo, a an&aacute;lise geral da sopa mostrou que a gordura e o sal de adi&ccedil;&atilde;o apresentaram quantidades abaixo do recomendado, contrastando com o estudo de Paiva et al.<SUP>32</SUP>, no qual foi verificado que as sopas servidas nas escolas em estudo exibiam teores de sal pr&oacute;ximos ao valor m&aacute;ximo recomendado para a refei&ccedil;&atilde;o completa. Al&eacute;m do mais, a sopa em Portugal foi considerada um dos principais ve&iacute;culos do consumo excessivo de sal nas unidades de restaura&ccedil;&atilde;o coletiva<SUP>33,34</SUP>. Assim sendo, este conjunto de evid&ecirc;ncias sugere que a sopa n&atilde;o s&oacute; apresentou baixas quantidades de hort&iacute;colas na sua constitui&ccedil;&atilde;o, como tamb&eacute;m foi confecionada em quantidades inferiores ao que seria esperado, tendo em conta o n&uacute;mero total de alunos e suas faixas et&aacute;rias. Este facto poder&aacute; dever&#8208;se a uma tentativa das funcion&aacute;rias em reduzir os desperd&iacute;cios, dada a resist&ecirc;ncia dos alunos &agrave; ingest&atilde;o da sopa.</P>     <P>No que concerne ao prato, o menor fornecimento de peixe relativamente &agrave; carne, bem como o baixo fornecimento da guarni&ccedil;&atilde;o de hort&iacute;colas, pode igualmente dever&#8208;se ao desagrado dos alunos por estes alimentos. De acordo com um estudo portugu&ecirc;s que analisou as altera&ccedil;&otilde;es dos h&aacute;bitos alimentares de crian&ccedil;as/jovens obesos, existe maior prefer&ecirc;ncia pela carne relativamente ao peixe<SUP>35</SUP>. Um outro estudo onde foram contabilizados os desperd&iacute;cios alimentares do prato nos refeit&oacute;rios escolares verificou que estes eram elevados principalmente nos casos do peixe e guarni&ccedil;&atilde;o de hort&iacute;colas<SUP>36</SUP>. Relativamente &agrave; apresenta&ccedil;&atilde;o da componente proteica, as diferen&ccedil;as encontradas entre a carne fatiada ou peixe &agrave; posta e a carne ou peixe fracionados revela que nestes &uacute;ltimos casos as capita&ccedil;&otilde;es oferecidas s&atilde;o inferiores. Em compensa&ccedil;&atilde;o, verificou&#8208;se que a guarni&ccedil;&atilde;o de cereais e derivados, tub&eacute;rculos e leguminosas apresentou DR maiores para os mesmos casos, evidenciando o esfor&ccedil;o das funcion&aacute;rias no sentido de garantir que a quantidade de comida servida seja suficiente para satisfazer as crian&ccedil;as/jovens.</P>     <P>Como seria de esperar, o peixe frito foi o componente que apresentou maior DR para a gordura de adi&ccedil;&atilde;o, uma vez que fritar consiste na coc&ccedil;&atilde;o total dos alimentos por imers&atilde;o em azeite ou &oacute;leo. Assim, o alimento absorve gordura, aumentando consequentemente o seu valor energ&eacute;tico<SUP>37</SUP>. Ainda nos m&eacute;todos de confe&ccedil;&atilde;o verificou&#8208;se que os grelhados apresentaram maiores teores de gordura de adi&ccedil;&atilde;o do que os assados, cozidos, estufados e salteados, o que aparentemente n&atilde;o seria de esperar, dado que este procedimento culin&aacute;rio n&atilde;o inclui gordura, submetendo os alimentos diretamente ao calor, sob uma superf&iacute;cie quente<SUP>37</SUP>. Contudo, &eacute; prov&aacute;vel que os referidos grelhados n&atilde;o sejam confecionados de forma correta, havendo adi&ccedil;&atilde;o de gordura na superf&iacute;cie de contacto, de modo a evitar a ader&ecirc;ncia dos alimentos.</P>     <P>Relativamente ao sal adicionado no prato, os valores positivos para os DR encontrados em todos os tipos de ementas analisadas s&atilde;o concordantes com os resultados obtidos por Paiva et al.<SUP>32</SUP>, nos quais os pratos, por si s&oacute;, apresentavam valores de sal superiores ao m&aacute;ximo recomendado para a refei&ccedil;&atilde;o completa. O peixe fracionado e o peixe fracionado com ovo apresentaram os DR mais baixos, o que n&atilde;o significa que sejam as ementas menos salgadas. Estas s&atilde;o maioritariamente compostas por bacalhau ou atum enlatado, peixes que possuem naturalmente quantidades consider&aacute;veis de sal, levando &agrave; sua menor adi&ccedil;&atilde;o durante a confe&ccedil;&atilde;o. Alguns estudos suportam a evid&ecirc;ncia que o sal mascara o sabor amargo dos hort&iacute;colas e do peixe, podendo assim ser usado como um auxiliar na aceita&ccedil;&atilde;o destes alimentos pelas crian&ccedil;as e jovens<SUP>38,39</SUP>. Contudo, a sua ingest&atilde;o tem vindo a apresentar&#8208;se demasiado elevada entre a popula&ccedil;&atilde;o jovem, promovendo o aparecimento de hipertens&atilde;o arterial na inf&acirc;ncia, com consequente agravamento e desenvolvimento de doen&ccedil;as cardiovasculares na vida adulta<SUP>40&ndash;43</SUP>. Revela&#8208;se, assim, necess&aacute;rio promover diminui&ccedil;&otilde;es graduais no teor de sal adicionado aos alimentos<SUP>44</SUP>, tendo sido verificado que redu&ccedil;&otilde;es de 25&#8208;32% n&atilde;o s&atilde;o percet&iacute;veis ao paladar<SUP>45,46</SUP>. Curiosamente, os dados mostraram DR negativos para o sal adicionado no prato, em 3 escolas, apresentando 2 delas valores na ordem dos 40&#8208;45%. Estes valores concordam com as avalia&ccedil;&otilde;es quantitativas efetuadas pela equipa P0DE, demonstrando o not&aacute;vel esfor&ccedil;o e evolu&ccedil;&atilde;o das referidas escolas no sentido de confecionar refei&ccedil;&otilde;es agrad&aacute;veis com pouca adi&ccedil;&atilde;o de sal.</P>     <P>Os dados relativos &agrave; fruta indicam que praticamente todas as escolas apresentaram fornecimentos superiores aos estipulados pelas capita&ccedil;&otilde;es do P0DE. Este facto &eacute; concordante com os resultados encontrados por Alem&atilde;o<SUP>47</SUP>, os quais revelaram um aumento da oferta de fruta na ordem dos 19,5% para a mesma popula&ccedil;&atilde;o em estudo. Usualmente verifica&#8208;se maior prefer&ecirc;ncia e consumo de fruta pelas crian&ccedil;as em compara&ccedil;&atilde;o com os hort&iacute;colas, dado o seu sabor mais adocicado<SUP>48,49</SUP>. De resto, as escolas analisadas referem que os alunos, al&eacute;m de ingerirem a fruta como sobremesa, recolhem uma segunda unidade para comer durante a tarde. Assim sendo, a oferta aumentada de fruta poder&aacute; refletir indiretamente um aumento do seu consumo pela popula&ccedil;&atilde;o escolar.</P>     <P>Os <I>RMSD</I> superiores a 50% revelados pelas diversas escolas sugerem que a simples defini&ccedil;&atilde;o de capita&ccedil;&otilde;es n&atilde;o &eacute; suficiente para garantir o adequado aporte nutricional das refei&ccedil;&otilde;es, sendo crucial a monitoriza&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua do seu cumprimento e a utiliza&ccedil;&atilde;o de medidas padronizadas que possibilitem um empratamento uniforme, atendendo &agrave;s diferentes faixas et&aacute;rias<SUP>50,51</SUP>.</P>     <P>Adicionalmente, torna&#8208;se necess&aacute;rio criar novas estrat&eacute;gias/projetos que reforcem o consumo de hort&iacute;colas e peixe pelos alunos, destacando&#8208;se a import&acirc;ncia dos professores enquanto modelos nas crian&ccedil;as mais jovens, uma vez que estas apreendem os h&aacute;bitos alimentares observando os adultos e vivenciando a escolha, prepara&ccedil;&atilde;o e confe&ccedil;&atilde;o dos alimentos<SUP>52</SUP>. Assim, o almo&ccedil;o dos professores no refeit&oacute;rio escolar &eacute; determinante para encorajar as crian&ccedil;as ao consumo da refei&ccedil;&atilde;o e a experimentarem novos alimentos<SUP>53</SUP>. No estudo realizado por Martins<SUP>51</SUP> numa amostra de crian&ccedil;as a frequentar o 4.&deg; ano de escolaridade, o acompanhamento do almo&ccedil;o escolar pelos professores reduziu o desperd&iacute;cio alimentar (maioritariamente representado pela guarni&ccedil;&atilde;o de hort&iacute;colas), tanto na sopa, como no prato. Face ao exposto, a autora sugere que a hora de almo&ccedil;o dos docentes poderia ser inclu&iacute;da no hor&aacute;rio de trabalho, reduzindo o n&uacute;mero de horas atribu&iacute;do a outras atividades<SUP>51</SUP>.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>O hor&aacute;rio do almo&ccedil;o &eacute; outro determinante no consumo alimentar, uma vez que os almo&ccedil;os servidos demasiado cedo realizam&#8208;se muito pr&oacute;ximos ao lanche da manh&atilde;, enquanto os almo&ccedil;os servidos demasiado tarde levam a que os alunos recorram a outros alimentos. Ambas as situa&ccedil;&otilde;es revertem num menor apetite dos alunos, com consequente diminui&ccedil;&atilde;o na ingest&atilde;o da refei&ccedil;&atilde;o fornecida pela escola<SUP>54</SUP>.</P>     <P>Ainda no que concerne &agrave;s medidas a adotar para refor&ccedil;ar o consumo de alimentos com elevado valor nutricional, e consequentemente reduzir o desperd&iacute;cio alimentar nos refeit&oacute;rios escolares, o investimento na forma&ccedil;&atilde;o dos manipuladores de alimentos torna&#8208;se fundamental<SUP>51</SUP>. Esta deve assentar, quer na padroniza&ccedil;&atilde;o de procedimentos e medidas caseiras<SUP>50</SUP> quer na melhoria dos aspetos sensoriais das refei&ccedil;&otilde;es, atrav&eacute;s da conjuga&ccedil;&atilde;o de diferentes texturas e cores, da utiliza&ccedil;&atilde;o de especiarias, ervas arom&aacute;ticas e dos pr&oacute;prios produtos hort&iacute;colas como intensificadores do sabor<SUP>51</SUP>.</P>     <P>Uma das limita&ccedil;&otilde;es do presente estudo consiste no facto das grelhas serem preenchidas por pessoas diferentes em cada escola, al&eacute;m das quantidades de alguns temperos, como o sal e o azeite, serem estimadas a partir de medidas caseiras. Uma segunda limita&ccedil;&atilde;o consiste no facto de ser avaliada a disponibilidade de alimentos no refeit&oacute;rio e n&atilde;o a ingest&atilde;o real dos alunos. Assim sendo, os baixos valores observados para o fornecimento da guarni&ccedil;&atilde;o de hort&iacute;colas e peixe poder&atilde;o, na realidade, estar ainda mais agravados, caso exista desperd&iacute;cio.</P>     <p>&nbsp;</p>     <P> <B>Conclus&otilde;es</B> </P>     <P>O cumprimento das capita&ccedil;&otilde;es relativas &agrave;s refei&ccedil;&otilde;es escolares &eacute; fundamental para garantir o correto aporte energ&eacute;tico e nutricional das crian&ccedil;as e jovens. Contudo, no presente estudo &eacute; not&aacute;vel a dificuldade das escolas em seguir as recomenda&ccedil;&otilde;es, verificando&#8208;se um incumprimento geral das capita&ccedil;&otilde;es, que varia, todavia, em fun&ccedil;&atilde;o das ementas e dos m&eacute;todos de confe&ccedil;&atilde;o. As varia&ccedil;&otilde;es no cumprimento das capita&ccedil;&otilde;es entre escolas tamb&eacute;m s&atilde;o vis&iacute;veis para todos os componentes da sopa e prato, &agrave; exce&ccedil;&atilde;o da componente proteica.</P>     <P>Desta forma, aumentar a disponibilidade de hort&iacute;colas e peixe, diminuir a oferta de carne e guarni&ccedil;&atilde;o de cereais e derivados, tub&eacute;rculos e leguminosas no prato, controlar a adi&ccedil;&atilde;o do sal e gordura e monitorizar a distribui&ccedil;&atilde;o das refei&ccedil;&otilde;es s&atilde;o as principais medidas a adotar pelas escolas estudadas, a fim de aproximar as capita&ccedil;&otilde;es oferecidas &agrave;s capita&ccedil;&otilde;es de refer&ecirc;ncia.</P>     <p>&nbsp;</p>     <P><B>Refer&ecirc;ncias</B> </P>     <!-- ref --><P>1 Food and nutrition policy for schools: A tool for the development of school nutrition programmes in the European Region. Copenhagen: WHO, (2006) .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799756&pid=S0870-9025201500020000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>2 World Health Organization. Obesity and overweight. Geneva: WHO; 2013. [consultado 1 Jun 2013]. Dispon&iacute;vel em: <A href="http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs311/en/.."target="_blank">http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs311/en/.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799758&pid=S0870-9025201500020000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</A></P>     <!-- ref --><P>3 World Health Organization. Controlling the global obesity epidemic. Geneva: WHO; 2013. [consultado 1 Jun 2013]. Dispon&iacute;vel em: <A href="http://www.who.int/nutrition/topics/obesity/en/.."target="_blank">http://www.who.int/nutrition/topics/obesity/en/.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799760&pid=S0870-9025201500020000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</A></P>     <!-- ref --><P>4 Rito A., Paix&atilde;o E., Carvalho M.A., Ramos C. Childhood Obesity Surveillance Initiative: COSI Portugal 2010. Instituto Nacional de Sa&uacute;de Doutor Ricardo Jorge. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, (2012) .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799762&pid=S0870-9025201500020000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>5 Juonala M., Magnussen C.G., Berenson G.S., Venn A., Burns T.L., Sabin M.A., et al. Childhood adiposity, adult adiposity, and cardiovascular risk factors. N Engl J Med.. 2011;365:1876-85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799764&pid=S0870-9025201500020000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>6 August G.P., Caprio S., Fennoy I., Freemark M., Kaufman F.R., Lustig R.H., et al. Prevention and treatment of pediatric obesity: An Endocrine Society Clinical Practice Guideline based on expert opinion. J Clin Endocrinol Metab.. 2008;93:4576-99.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799766&pid=S0870-9025201500020000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>7 Kumanyika S.K., Obarzanek E., Stettler N., Bell R., Field A.E., Fortmann S.P., et al. Population&#8208;based prevention of obesity: The need for comprehensive promotion of healthful eating, physical activity, and energy balance: A scientific statement from American Heart Association Council on Epidemiology and Prevention, Interdisciplinary Committee for Prevention (formerly the expert panel on population and prevention science). Circulation.. 2008;118:428-64.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799768&pid=S0870-9025201500020000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>8 Nunes E., Breda J. Manual para uma alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel em jardins de inf&acirc;ncia.. Dire&ccedil;&atilde;o&#8208;Geral de Sa&uacute;de, (2001) .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799770&pid=S0870-9025201500020000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>9 Ashcroft J., Semmler C., Carnell S., van C.H., Wardle J. Continuity and stability of eating behaviour traits in children. Eur J Clin Nutr.. 2008;62:985-90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799772&pid=S0870-9025201500020000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>10 Baptista M., Lima R. Educa&ccedil;&atilde;o alimentar em meio escolar: referencial para uma oferta alimentar saud&aacute;vel. Dire&ccedil;&atilde;o&#8208;Geral de Inova&ccedil;&atilde;o e de Desenvolvimento Curricular, (2006) .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799774&pid=S0870-9025201500020000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>11 Arancet J., P&eacute;rez C., Dalmau J., Gil A., Lama R., Mart&iacute;n M.A. El comedor escolar: situaci&oacute;n actual y gu&iacute;a de recomendaciones. An Pediatr (Barc). 2008;69:72-88.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799776&pid=S0870-9025201500020000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>12 Himes J.H., Ring K., Gittelsohn J., Cunningham-Sabo L., Weber J., Thompson J., et al. Impact of the pathways intervention on dietary intakes of American Indian schoolchildren. Prev Med.. 2003;37:S55-61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799778&pid=S0870-9025201500020000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>13 Condon E., Crepinsek M., Fox M. School meals: Types of foods offered to and consumed by children at lunch and breakfast. J Am Diet Assoc.. 2009;109:S67-78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799780&pid=S0870-9025201500020000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>14 Ribeiro R., Alves L. Comparison of two school&#8208;based programmes for health behaviour change: The Belo Horizonte Heart Study randomized trial. Public Health Nutr.. 2014;17:1195-204.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799782&pid=S0870-9025201500020000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>15 Moreno L.A., Bel-Serrat S., Santaliestra-Pas&iacute;as A.M., Rodr&iacute;guez G. Obesity prevention in children. World Rev Nutr Diet.. 2013;106:119-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799784&pid=S0870-9025201500020000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <P>16 Portugal. Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o e Ci&ecirc;ncia. Dire&ccedil;&atilde;o&#8208;Geral da Educa&ccedil;&atilde;o. Orienta&ccedil;&otilde;es sobre ementas e refeit&oacute;rios escolares &ndash; 2013/2014. Lisboa: Dire&ccedil;&atilde;o&#8208;Geral da Educa&ccedil;&atilde;o; 2013. (Circular n&deg;3/DSEEAS/DGE/2013)..</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>17 Stalling V., Suitor C., Taylor C. School meals: Building blocks for healthy children.. DC: Institute of Medicine of the National Academies, (2009) .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799787&pid=S0870-9025201500020000400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>18 Nelson M., Bradbury J., Poulter J., McGee A., Msebele S., Jarvis L. School meals in secondary schools in England. National Centre for Social Research, (2004) .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799789&pid=S0870-9025201500020000400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>19 Nelson M., Nicholas J., Suleiman S., Davies O., Prior G., Hall L., et al. School meals in primary schools in England. National Centre for Social Research, (2006) .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799791&pid=S0870-9025201500020000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>20 Teixeira S., Carvalho J., Biscontini T. Administra&ccedil;&atilde;o aplicada &agrave;s unidades de alimenta&ccedil;&atilde;o e nutri&ccedil;&atilde;o. Atheneu, (2004) .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799793&pid=S0870-9025201500020000400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>21 Bento A., Matos C. O nutricionista hoje. Nutr&iacute;cias.. 2007;7:7-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799795&pid=S0870-9025201500020000400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>22 Portugal. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Unidade de Sa&uacute;de P&uacute;blica do Alto Minho. Plano de Ac&ccedil;&atilde;o 2011/12. Viana do Castelo: Unidade de Sa&uacute;de P&uacute;blica do Alto Minho; 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799797&pid=S0870-9025201500020000400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</P>     <!-- ref --><P>23 Portugal. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Unidade de Sa&uacute;de P&uacute;blica do Alto Minho. Recomenda&ccedil;&otilde;es alimentares para zonas de alimenta&ccedil;&atilde;o coletiva das escolas do distrito de Viana do Castelo: manual de capita&ccedil;&otilde;es P0DE. Viana do Castelo: Unidade de Sa&uacute;de P&uacute;blica do Alto Minho; 2010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799799&pid=S0870-9025201500020000400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</P>     <!-- ref --><P>24 Gidding S.S., Dennison B.A., Birch L.L., Daniels S.R., Gillman M.W., Lichtenstein A.H., et al. Dietary recommendations for children and adolescents: A guide for practitioners: Consensus statement from the American Heart Association. Circulation.. 2005;112:2061-75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799801&pid=S0870-9025201500020000400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>25 Portugal. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Instituto Nacional de Sa&uacute;de Doutor Ricardo Jorge. Tabela de composi&ccedil;&atilde;o de alimentos. Lisboa: Instituto Nacional de Sa&uacute;de Doutor Ricardo Jorge; 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799803&pid=S0870-9025201500020000400025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</P>     <!-- ref --><P>26 Correia F. Tabela cl&aacute;ssica de equivalentes. Porto: Faculdade de Ci&ecirc;ncias da Nutri&ccedil;&atilde;o e Alimenta&ccedil;&atilde;o. Universidade do Porto. Aulas de Patologia e Dietoterapia.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799805&pid=S0870-9025201500020000400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>27 American Heart Association. Know how many calories you should eat. Dallas, TX: American Heart Association; 2009. [consultado Mar 2013]. Dispon&iacute;vel em: <A href="http://natamcancer.org/handouts/Gov-AHA_PDF_prev_earlydetection/AHA_HowManyCalories.pdf"target="_blank">http://natamcancer.org/handouts/Gov-AHA_PDF_prev_earlydetection/AHA_HowManyCalories.pdf</A>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799807&pid=S0870-9025201500020000400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>28 Yngve A., Wolf A., Poortvliet E., Elmadfa I., Brug J., Ehrenblad B., et al. Fruit and vegetable intake in a sample of 11&#8208;year&#8208;old children in 9 European countries: The Pro Children Cross&#8208;Sectional Survey. Ann Nutr Metab.. 2005;49:236-45.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799809&pid=S0870-9025201500020000400028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>29 Social determinants of health and well&#8208;being among young people: Health Behaviour in School&#8208;Aged Children (HBSC) study: International report from the 2009/2010 survey, World Health Organization, 2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799811&pid=S0870-9025201500020000400029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> .</P>     <!-- ref --><P>30 Upton D., Upton P., Taylor C. Fruit and vegetable intake of primary school children: A study of school meals. J Hum Nutr Diet.. 2012;25:557-62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799813&pid=S0870-9025201500020000400030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>31 Zeinstra G.G., Koelen M.A., Kok F.J., de C. Cognitive development and children's perceptions of fruit and vegetables: A qualitative study. Int J Behav Nutr Phys Act.. 2007;4:30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799815&pid=S0870-9025201500020000400031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>32 Paiva I., Pinto C., Queir&oacute;s L., Meister M.C., Saraiva M., Bruno P., et al. Baixo valor cal&oacute;rico e elevado teor de sal nas refei&ccedil;&otilde;es servidas em cantinas escolares. Acta Med Port.. 2011;24:215-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799817&pid=S0870-9025201500020000400032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>33 Portugal. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Administra&ccedil;&atilde;o Regional de Sa&uacute;de do Centro IP. Plano de ac&ccedil;&atilde;o 2010. Coimbra: Administra&ccedil;&atilde;o Regional de Sa&uacute;de do Centro. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de; 2010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799819&pid=S0870-9025201500020000400033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</P>     <!-- ref --><P>34 Gon&ccedil;alves C., Silva G., Pinho O., Camelo S., Amaro L., Teixeira V.H., et al. Sodium content in vegetable soups prepared outside the home: identifying the problem. SHO 2012: International Symposium on Occupational Safety and Hygiene, Guimar&atilde;es, 9 a 10 de Fevereiro de 2012 &#8208; Proceedings, Faculdade de Ci&ecirc;ncias da Nutri&ccedil;&atilde;o e Alimenta&ccedil;&atilde;o. Universidade do Porto, (2012) pp. 278-281.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799821&pid=S0870-9025201500020000400034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>35 Chora M., Mendes F. Albuquerque C, org. Pol&iacute;ticas e pr&aacute;ticas de interven&ccedil;&atilde;o em educa&ccedil;&atilde;o para a sa&uacute;de. Dificuldades no cumprimento da dieta: o caso da crian&ccedil;a que frequenta a consulta de obesidade infantil do HESE&#8208;EPE, Escola Superior de Sa&uacute;de. Instituto Polit&eacute;cnico de Viseu, (2011) pp. 125-131.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799823&pid=S0870-9025201500020000400035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>36 Dinis D. Avalia&ccedil;&atilde;o da adequa&ccedil;&atilde;o das capita&ccedil;&otilde;es dos alimentos da Dire&ccedil;&atilde;o Regional de Educa&ccedil;&atilde;o do Centro destinadas aos alunos do 1&deg; Ciclo do Ensino B&aacute;sico. Faculdade de Ci&ecirc;ncias da Nutri&ccedil;&atilde;o e Alimenta&ccedil;&atilde;o. Universidade do Porto, (2011) .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799825&pid=S0870-9025201500020000400036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>37 Franchini B., Gra&ccedil;a P., Rodrigues L. Guia de seguran&ccedil;a alimentar em ambiente escolar. Instituto do Consumidor, (2002) .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799827&pid=S0870-9025201500020000400037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>38 Breslin P., Beauchamp G. Suppression of bitterness by sodium: Variation among bitter taste stimuli. Chem Senses.. 1995;20:609-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799829&pid=S0870-9025201500020000400038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>39 Keast R., Breslin P. An overview of binary taste&#8208;taste interactions. Food Qual Pref.. 2003;14:111-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799831&pid=S0870-9025201500020000400039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>40 Brown I.J., Tzoulaki I., Candeias V., Elliott P. Salt intakes around the world: Implications for public health. Int J Epidemiology.. 2009;38:791-813.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799833&pid=S0870-9025201500020000400040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>41 He F.J., Campbell N.R., MacGregor G.A. Reducing salt intake to prevent hypertension and cardiovascular disease. Rev Panam Salud Publica.. 2012;32:293-300.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799835&pid=S0870-9025201500020000400041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>42 UK. Scientific Advisory Committee on Nutrition. Salt and health. London: The Stationery Office; 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799837&pid=S0870-9025201500020000400042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</P>     <!-- ref --><P>43 Bochud M., Marques-Vidal P., Burnier M., Paccaud F. Dietary salt intake and cardiovascular disease: Summarizing the evidence. Public Health Rev.. 2012;33:530-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799839&pid=S0870-9025201500020000400043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>44 Feng J., Graham A. Importance of salt in determining blood pressure in children: Meta&#8208;analysis of controlled trials. Hypertension.. 2006;48:861-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799841&pid=S0870-9025201500020000400044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>45 Girgis S., Neal B., Prescott J., Prendergast J., Dumbrell S., Turner C., et al. A one&#8208;quarter reduction in the salt content of bread can be made without detection. Eur J Clin Nutr.. 2003;57:616-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799843&pid=S0870-9025201500020000400045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>46 Willems A.A., van D.H., Zijlstra N., Zandstra E.H. Effects of salt labelling and repeated in&#8208;home consumption on long&#8208;term liking of reduced&#8208;salt soups. Public Health Nutr.. 2014;17:1130-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799845&pid=S0870-9025201500020000400046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>47 Alem&atilde;o B. Oferta de sal e hortofrut&iacute;colas em escolas do distrito de Viana do Castelo: resultados de um projeto de interven&ccedil;&atilde;o nutricional. Faculdade de Ci&ecirc;ncias da Nutri&ccedil;&atilde;o e Alimenta&ccedil;&atilde;o. Universidade do Porto, (2012) .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799847&pid=S0870-9025201500020000400047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>48 Lautenschlager L., Smith C. Beliefs, knowledge, and values held by innercity youth about gardening, nutrition, and cooking. Agri Human Values.. 2007;24:245-58.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799849&pid=S0870-9025201500020000400048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>49 Molaison E., Connell C.L., Stuff J.E., Yadrick M.K., Bogle M. Influences on fruit and vegetable consumption by low&#8208;income black American adolescents. J Nutr Educ Behav.. 2005;37:246-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799851&pid=S0870-9025201500020000400049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>50 Andrade J., Campos F. Porcionamento, adequa&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica e controle do desperd&iacute;cio em uma creche. Demetra.. 2012;7:157-80.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799853&pid=S0870-9025201500020000400050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>51 Martins M. Avalia&ccedil;&atilde;o e controlo do desperd&iacute;cio alimentar no almo&ccedil;o escolar nas escolas b&aacute;sicas de ensino p&uacute;blico no munic&iacute;pio do Porto: estrat&eacute;gias para a redu&ccedil;&atilde;o do desperd&iacute;cio. Faculdade de Ci&ecirc;ncias da Nutri&ccedil;&atilde;o e Alimenta&ccedil;&atilde;o. Universidade do Porto, (2013) .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799855&pid=S0870-9025201500020000400051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>52 Associa&ccedil;&atilde;o Portuguesa dos Nutricionistas. Guia pr&aacute;tico para educadores: alimenta&ccedil;&atilde;o em idade escolar. Lisboa: Associa&ccedil;&atilde;o Portuguesa dos Nutricionistas. Dire&ccedil;&atilde;o&#8208;Geral do Consumidor; 2013.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799857&pid=S0870-9025201500020000400052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</P>     <!-- ref --><P>53 Moore S.N., Tapper K., Murphy S. Feeding strategies used by primary school meal staff and their impact on children's eating. J Hum Nutr Diet.. 2010;23:78-84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799859&pid=S0870-9025201500020000400053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>54 Guthrie J., Buzby J.C. Several strategies may lower plate waste in school feeding programs. FoodReview.. 2002;25:36-42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=799861&pid=S0870-9025201500020000400054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <p>&nbsp;</p>     <p><i><a href="#topc0">*</a><a name="c0"></a>Autor para correspondência:</i> Correio eletrónico: <a href="mailto:araujoSandrasp@hotmail.com">araujoSandrasp@hotmail.com</a>.(S. Rodrigues Araújo).</P>     <p>&nbsp;</p>     <P>Recebido 7 de Outubro de 2013. Aceito 3 de Junho de 2015</P>     ]]></body>
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<source><![CDATA[Food and nutrition policy for schools: A tool for the development of school nutrition programmes in the European Region]]></source>
<year>2006</year>
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<publisher-name><![CDATA[WHO]]></publisher-name>
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<label>3</label><nlm-citation citation-type="book">
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