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<journal-title><![CDATA[Revista Portuguesa de Saúde Pública]]></journal-title>
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<publisher-name><![CDATA[Escola Nacional de Saúde Pública]]></publisher-name>
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<article-id pub-id-type="doi">10.1016/j.rpsp.2015.10.003</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Identificação de padrões de atividade física e comportamentos sedentários em adolescentes, com recurso à avaliação momentânea ecológica]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Purpose The knowledge of physical activity levels and sedentary behaviour of adolescents is important, so that interventions to promote health have to be in accordance with the target population. Therefore this study aimed to examine the prevalence and clustering of physical activity and sedentary behaviours among urban adolescents. Methods The study comprised a total of 651 adolescents (273 boys and 378 girls) aged 12-14, from 4 public urban schools. Ecological Momentary Assessment was used to measure sedentary behaviours and physical activity, using 15 minutes time intervals. Results On weekdays, studying was the activity on which adolescents spent more time (boys 114.5 min/day, 11.3%; girls 135.4 min/day, 13.1%). Followed by television (TV) (boys 97.8 min/day, 9.6%; girls 59.7 min/day, 5.8%), computer use (boys 42.7 min/day, 4.2%), and talking with friends (girls 31.5 min/day, 3%). On average boys practiced 40.9 min/day (4%) and girls 24 min/day (2.3%) on physical activity. On weekend days, the most consuming leisure time was TV (145.8 min/day, 13.5%) and computer use (136.6 min/day, 12.9%) for the boys, and studying (144.3 min/day, 13.1%) and TV (133.5 min/day, 12.2%) for the girls. Based on these behaviours three meaningful cluster solutions were found both for boys and girls, respectively. For the boys: cluster 1) less actives, spent less time studying, but spent more time watching TV and on the computer (n = 63); cluster 2) devoted more time studying and spent less time on physical activity, watching TV and using computer (n = 126); cluster 3) actives, spent less time watching TV and studying (n = 84). For the girls: cluster 1) actives, less time studying, watching TV and using computer (n = 28); cluster 2) devoted to studies, sociable and non-actives (n = 77); cluster 3) much time watching TV, non-sociable and non-actives (n = 273). Conclusion Girls were less active than boys. Despite having higher levels of physical activity than girls boys also presented higher levels of sedentary behaviours. These data suggest that it is possible to be considered physically active and spend a lot of time in sedentary behaviours. This should be considered in intervention programs aimed to promote active and healthy lifestyles among adolescents.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <P align="right"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></P>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Identifica&ccedil;&atilde;o de padr&otilde;es de atividade f&iacute;sica e comportamentos sedent&aacute;rios em adolescentes, com recurso &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o moment&acirc;nea ecol&oacute;gica</b></p>     <p><b>Physical activity and sedentary behaviours patterns of adolescents using ecological momentary assessment</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Adilson Marques <sup>a</sup><sup>, </sup><sup>b</sup><sup>, </sup><a href="#c0">*</a><a name="topc0"></a>, Miguel Peralta <sup>c</sup>, Jo&atilde;o Martins <sup>c</sup><sup>, </sup><sup>d</sup>, Hugo Sarmento <sup>e</sup>, Francisco Carreiro da Costa <sup>a</sup><sup>, </sup><sup>d</sup></b></p>     <p>a Centro Interdisciplinar de Estudo da Performance Humana, Faculdade de Motricidade Humana, Universidade de Lisboa, Lisboa, Portugal</p>     <p>b Instituto de Sa&uacute;de Ambiental (ISAMB), Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, Lisboa, Portugal</p>     <p>c Faculdade de Motricidade Humana, Universidade de Lisboa, Portugal</p>     <p>d Faculdade de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica e Desporto, Universidade Lus&oacute;fona de Humanidades e Tecnologias, Lisboa, Portugal</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>e Centro de Estudos em Educa&ccedil;&atilde;o, Tecnologias e Sa&uacute;de (CI&amp;DETS), Escola Superior de Educa&ccedil;&atilde;o, Instituto Polit&eacute;cnico de Viseu, Viseu, Portugal</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p><b>Objetivos</b></p>     <p>O conhecimento dos n&iacute;veis de atividade f&iacute;sica e dos comportamentos sedent&aacute;rios dos adolescentes &eacute; importante para que as interven&ccedil;&otilde;es no &acirc;mbito da promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de possam estar de acordo com a popula&ccedil;&atilde;o-alvo. Assim sendo, o objetivo do estudo foi descrever a pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica, os comportamentos sedent&aacute;rios e diferentes perfis comportamentais de adolescentes citadinos.</p>     <p><b>M&eacute;todos</b></p>     <p>Participaram no estudo 651 adolescentes (273 rapazes e 378 raparigas), com idades compreendidas entre os 12-14 anos, que frequentavam 4 escolas do ensino p&uacute;blico em Lisboa. Os dados foram recolhidos atrav&eacute;s de fichas de registo di&aacute;rio de avalia&ccedil;&atilde;o moment&acirc;nea ecol&oacute;gica, com intervalos de 15 minutos.</p>     <p><b>Resultados</b></p>     <p>Nos dias de semana, estudar foi o comportamento mais praticado (rapazes 114,5 min/dia; 11,3%, raparigas 135,4 min/dia; 13,1%); seguido de ver televis&atilde;o (rapazes 97,8 min/dia; 9,6%, raparigas 59,7 min/dia; 5,8%); usar o computador, para os rapazes (42,7 min/dia; 4,2%), e falar com amigos (31,5 min/dia; 3%), para as raparigas. Rapazes e raparigas dedicaram 40,9 min/dia (4%) e 24 min/dia (2,3%) a praticar atividade f&iacute;sica, respetivamente. No fim-de-semana, para os rapazes destacou-se o tempo a ver televis&atilde;o (145,8 min/dia; 13,5%) e usar o computador (136,6 min/dia; 12,9%), e para as raparigas estudar (144,3 min/dia; 13,1%) e ver televis&atilde;o (133,5 min/dia; 12,2%). Com base nos comportamentos mais praticados, foram tra&ccedil;ados 3 perfis dos adolescentes. Para os rapazes destacaram-se: 1) pouco ativos, pouco dedicados aos estudos, mas que passavam muito tempo no computador, a ver televis&atilde;o e a conversar com amigos (n = 63); 2) dedicados aos estudos, n&atilde;o praticavam atividade f&iacute;sica e viam pouco a televis&atilde;o e o computador (n = 126); 3) fisicamente ativos, muito tempo a ver televis&atilde;o e pouco dedicados aos estudos (n = 84). Para as raparigas destacaram-se as: 1) fisicamente ativas, que passavam pouco tempo a estudar e a ver televis&atilde;o (n = 28); 2) que passavam muito tempo a estudar e conversar com os amigos e pouco ativas (n = 77); 3) as que passavam muito tempo a ver televis&atilde;o e pouco tempo a conversar com os amigos e a praticarem atividade f&iacute;sica (n = 273).</p>     <p><b>Conclus&atilde;o</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As raparigas apresentaram n&iacute;veis de atividade f&iacute;sica inferiores aos rapazes. Os rapazes, apesar de apresentarem n&iacute;veis mais elevados de atividade f&iacute;sica do que as raparigas, apresentaram igualmente n&iacute;veis mais elevados de comportamentos sedent&aacute;rios. Estes dados sugerem que &eacute; poss&iacute;vel ser considerado fisicamente ativo e passar muito tempo em comportamentos sedent&aacute;rios. Isso deve ser considerado no planeamento de interven&ccedil;&otilde;es com vista a promover estilos de vida ativos e saud&aacute;veis junto dos adolescentes.</p>     <p><b>Palavras-chave: </b>Adolescentes. Actividade f&iacute;sica. Comportamentos sedent&aacute;rios. Promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p><b>Purpose</b></p>     <p>The knowledge of physical activity levels and sedentary behaviour of adolescents is important, so that interventions to promote health have to be in accordance with the target population. Therefore this study aimed to examine the prevalence and clustering of physical activity and sedentary behaviours among urban adolescents.</p>     <p><b>Methods</b></p>     <p>The study comprised a total of 651 adolescents (273 boys and 378 girls) aged 12-14, from 4 public urban schools. Ecological Momentary Assessment was used to measure sedentary behaviours and physical activity, using 15 minutes time intervals.</p>     <p><b>Results</b></p>     <p>On weekdays, studying was the activity on which adolescents spent more time (boys 114.5 min/day, 11.3%; girls 135.4 min/day, 13.1%). Followed by television (TV) (boys 97.8 min/day, 9.6%; girls 59.7 min/day, 5.8%), computer use (boys 42.7 min/day, 4.2%), and talking with friends (girls 31.5 min/day, 3%). On average boys practiced 40.9 min/day (4%) and girls 24 min/day (2.3%) on physical activity. On weekend days, the most consuming leisure time was TV (145.8 min/day, 13.5%) and computer use (136.6 min/day, 12.9%) for the boys, and studying (144.3 min/day, 13.1%) and TV (133.5 min/day, 12.2%) for the girls. Based on these behaviours three meaningful cluster solutions were found both for boys and girls, respectively. For the boys: cluster 1) less actives, spent less time studying, but spent more time watching TV and on the computer (n = 63); cluster 2) devoted more time studying and spent less time on physical activity, watching TV and using computer (n = 126); cluster 3) actives, spent less time watching TV and studying (n = 84). For the girls: cluster 1) actives, less time studying, watching TV and using computer (n = 28); cluster 2) devoted to studies, sociable and non-actives (n = 77); cluster 3) much time watching TV, non-sociable and non-actives (n = 273).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Conclusion</b></p>     <p>Girls were less active than boys. Despite having higher levels of physical activity than girls boys also presented higher levels of sedentary behaviours. These data suggest that it is possible to be considered physically active and spend a lot of time in sedentary behaviours. This should be considered in intervention programs aimed to promote active and healthy lifestyles among adolescents.</p>     <p><b>Keywords: </b>Adolescents. Physical activity. Sedentary behavior. Health promotion.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>Os benef&iacute;cios da atividade f&iacute;sica para a sa&uacute;de dos adolescentes est&atilde;o bem documentados<sup>1&ndash;3</sup>. Por outro lado, embora as consequ&ecirc;ncias dos comportamentos sedent&aacute;rios na sa&uacute;de dos adolescentes n&atilde;o sejam ainda bem conhecidas<sup>4</sup>, existem evid&ecirc;ncias que apontam que demasiado tempo em comportamentos sedent&aacute;rios tem um efeito nefasto para a sa&uacute;de<sup>5,6</sup>. N&atilde;o obstante o conhecimento atual, uma grande parte dos adolescentes n&atilde;o pratica atividade f&iacute;sica suficiente para poder usufruir dos benef&iacute;cios ao n&iacute;vel da sa&uacute;de<sup>7,8</sup> e a preval&ecirc;ncia dos comportamentos sedent&aacute;rios entre os adolescentes tem vindo a aumentar, havendo mesmo adolescentes que despendem mais de 4 horas por dia em atividade l&uacute;dicas sedent&aacute;rias, como ver televis&atilde;o e usar o computador<sup>9&ndash;12</sup>.</p>     <p>Apesar da literatura j&aacute; ter estabelecido uma estrutura conceptual para a compreens&atilde;o dos comportamentos relacionados com a pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica junto dos adolescentes, o estudo dos comportamentos sedent&aacute;rios ainda &eacute; um importante t&oacute;pico de investiga&ccedil;&atilde;o<sup>13&ndash;15</sup>. Atualmente, os comportamentos sedent&aacute;rios n&atilde;o s&atilde;o apenas vistos como a falta de atividade f&iacute;sica, sendo reconhecidos como independentes da atividade f&iacute;sica<sup>16,17</sup>. Assim, o interesse pelo estudo da atividade f&iacute;sica e dos comportamentos sedent&aacute;rios simultaneamente est&aacute; a desenvolver-se rapidamente<sup>14</sup>.</p>     <p>A abordagem t&iacute;pica do estudo da atividade f&iacute;sica e dos comportamentos sedent&aacute;rios foca principalmente comportamentos espec&iacute;ficos, tais como a pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica nos clubes e os comportamentos em frente dos ecr&atilde;s (e.g., ver televis&atilde;o, utilizar o computador). Uma abordagem baseada em comportamentos particulares n&atilde;o &eacute; ideal para a compreens&atilde;o dos padr&otilde;es comportamentais, porque s&atilde;o comportamentos complexos e que podem coexistir<sup>12</sup>. Por outro lado, os estudos usam normalmente m&eacute;todos de avalia&ccedil;&atilde;o direta da atividade f&iacute;sica e dos comportamentos sedent&aacute;rios, ou question&aacute;rios, sendo muitas vezes incapazes de fornecer informa&ccedil;&otilde;es sobre o contexto ou os momentos em que os comportamentos ocorrem. Para melhor compreens&atilde;o dos comportamentos tem sido proposto a avalia&ccedil;&atilde;o moment&acirc;nea ecol&oacute;gica<sup>18,19</sup>. A avalia&ccedil;&atilde;o moment&acirc;nea ecol&oacute;gica &eacute; uma estrat&eacute;gia de avalia&ccedil;&atilde;o da avalia&ccedil;&atilde;o da atividade f&iacute;sica e dos comportamentos sedent&aacute;rios que permite, simultaneamente, capturar um comportamento e os fatores que podem influenci&aacute;-lo<sup>19</sup>. Permite ainda perceber a forma como os comportamentos se sucedem ao longo do dia, mesmo apresentando as limita&ccedil;&otilde;es inerentes aos m&eacute;todos de autorreporte. Neste sentido, o objetivo deste estudo foi descrever o tempo passado em comportamentos de atividade f&iacute;sica e sedent&aacute;rios com recurso &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o moment&acirc;nea ecol&oacute;gica, para que fossem captados os contextos de realiza&ccedil;&atilde;o desses comportamentos. Com base nessa informa&ccedil;&atilde;o, procurou-se tra&ccedil;ar diferentes perfis dos adolescentes.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Metodologia</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Desenho do estudo e participantes</b></p>     <p>Este &eacute; um estudo observacional transversal retrospetivo. Participaram no estudo adolescentes que frequentavam 4 escolas do sistema de ensino p&uacute;blico na regi&atilde;o de Lisboa. Todos os adolescentes que frequentavam do 7.&deg; ao 9.&deg; ano de escolaridade foram convidados a participar no estudo. O crit&eacute;rio de exclus&atilde;o usado foi a exist&ecirc;ncia de limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas que impedissem a participa&ccedil;&atilde;o nas aulas de educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e uma idade inferior a 12 anos. A idade de 12 anos foi usada como valor de corte, porque a investiga&ccedil;&atilde;o refere que os question&aacute;rios que requerem a evoca&ccedil;&atilde;o da pr&aacute;tica de atividade n&atilde;o apresentam bons coeficientes de validade para as idades mais baixas<sup>20,21</sup>. Dos 1.323 estudantes eleg&iacute;veis, 749 aceitaram participar voluntariamente. Desses 749, 65 n&atilde;o entregaram a ficha de registo da avalia&ccedil;&atilde;o moment&acirc;nea ecol&oacute;gica completamente preenchida, 13 tinham menos de 12 anos, 9 n&atilde;o preencheram os dados sobre o sexo e 11 apresentaram a ficha de avalia&ccedil;&atilde;o moment&acirc;nea ecol&oacute;gica com dados ileg&iacute;veis, sendo exclu&iacute;dos da an&aacute;lise. A amostra final ficou constitu&iacute;da por 651 estudantes (273 rapazes e 378 raparigas) com idades compreendidas entre 12-14 anos (13,0 &plusmn; 0,9).</p>     <p><b>Instrumento</b></p>     <p>Os dados foram recolhidos atrav&eacute;s de fichas de registo di&aacute;rio de avalia&ccedil;&atilde;o moment&acirc;nea ecol&oacute;gica. A t&eacute;cnica de registo da avalia&ccedil;&atilde;o moment&acirc;nea ecol&oacute;gica est&aacute; descrita noutros estudos<sup>18,19</sup>, bem com a sua validade para avaliar a atividade f&iacute;sica e os comportamentos sedent&aacute;rios dos adolescentes<sup>22,23</sup>. A ficha de registo era composta por 6 folhas que foram entregues aos alunos. A primeira folha foi utilizada para a recolha de informa&ccedil;&otilde;es sociodemogr&aacute;ficas e as restantes 5 serviam para o registo das atividades. Para compreens&atilde;o da tarefa, cada adolescente recebeu ainda uma folha com instru&ccedil;&otilde;es de preenchimento, contendo uma imagem de uma ficha/exemplo j&aacute; preenchida. De forma breve, a avalia&ccedil;&atilde;o moment&acirc;nea ecol&oacute;gica consiste num di&aacute;rio em que os adolescentes registam os comportamentos, locais e contexto social em que eles ocorreram. Os adolescentes foram instru&iacute;dos para completarem o di&aacute;rio em 5 dias, 3 dias de semana (aleatoriamente escolhidos) e 2 dias de fim-de-semana. Para cada dia, 72 intervalos com a dura&ccedil;&atilde;o de 15 minutos foram preenchidos, desde as 07:00 &agrave;s 00:45. Como em v&aacute;rios intervalos de 15 minutos os adolescentes poderiam ter mais do que um comportamento, foi pedido que reportassem o comportamento mais significativo durante esse intervalo. O di&aacute;rio foi preenchido retrospetivamente no final de cada dia, antes de se deitarem, respondendo a uma quest&atilde;o simples &laquo;o que est&aacute;s a fazer neste tempo?&raquo; Para os mesmos intervalos, os adolescentes colocaram ainda o local onde estavam e com quem estavam. Para o presente artigo somente foi considerado o comportamento, porque a informa&ccedil;&atilde;o sobre o local e com quem estavam n&atilde;o foi preenchido por muitos adolescentes, uma vez que expressamente lhes foi comunicado que o objetivo do estudo era compreender os seus comportamentos. Em termos de valida&ccedil;&atilde;o, estudos mostram que a avalia&ccedil;&atilde;o moment&acirc;nea ecol&oacute;gica apresenta elevados n&iacute;veis de concord&acirc;ncia com resultados obtidos atrav&eacute;s da avalia&ccedil;&atilde;o direta da atividade f&iacute;sica e dos comportamentos sedent&aacute;rios, nomeadamente atrav&eacute;s de monitores de frequ&ecirc;ncia card&iacute;aca e aceler&oacute;metros<sup>18,19</sup>.</p>     <p><b>Procedimentos</b></p>     <p>A escolha das escolas foi feita de forma aleat&oacute;ria, junto de uma amostra de conveni&ecirc;ncia de 10 escolas, onde lecionam professores de educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica que se disponibilizam a colaborar na recolha dos dados para o estudo. Foi usado como crit&eacute;rio de sele&ccedil;&atilde;o apenas as carater&iacute;sticas socioecon&oacute;micas dos bairros onde estavam localizadas. Com este crit&eacute;rio, pretend&iacute;amos que fossem selecionadas 2 escolas de bairros de estrato socioecon&oacute;mico m&eacute;dio e m&eacute;dio-baixo e 2 com estrato m&eacute;dio e m&eacute;dio-alto. A informa&ccedil;&atilde;o sobre o estatuto socioecon&oacute;mico dos bairros foi obtida atrav&eacute;s dos dados do Instituto Nacional de Estat&iacute;stica. Ap&oacute;s aceita&ccedil;&atilde;o dos estudantes para participar no estudo, foi obtido por escrito o consentimento livre e esclarecido dos encarregados de educa&ccedil;&atilde;o. Depois de obtidas as autoriza&ccedil;&otilde;es foram entregues aos adolescentes as fichas de registo de avalia&ccedil;&atilde;o moment&acirc;nea ecol&oacute;gica. Todos os adolescentes procederam ao preenchimento das fichas durante a mesma semana. O estudo foi realizado de acordo com os padr&otilde;es &eacute;ticos da investiga&ccedil;&atilde;o em ci&ecirc;ncias do desporto e exerc&iacute;cio<sup>24</sup> e o protocolo de investiga&ccedil;&atilde;o recebeu aprova&ccedil;&atilde;o do Conselho de &Eacute;tica da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa. A recolha de dados ocorreu durante o m&ecirc;s de janeiro de 2013.</p>     <p><b>An&aacute;lise de dados</b></p>     <p>Os comportamentos reportados foram codificados em 17 categorias mutuamente exclusivas ap&oacute;s a leitura e an&aacute;lise de cada di&aacute;rio (dormir, cuidados pessoais, refei&ccedil;&atilde;o, aulas, estudar/trabalhos escolares, ver televis&atilde;o ou jogar videojogos, usar o computador, ouvir m&uacute;sica, ler, falar com amigos, transporte passivo, transporte ativo, passear, ver montras/compras, atividade f&iacute;sica/desporto, tarefas dom&eacute;sticas, brincar). Os di&aacute;rios foram submetidos a uma an&aacute;lise de conte&uacute;do indutiva, baseada nos procedimentos de an&aacute;lise tem&aacute;tica. Neste sentido, os dados foram codificados e analisados mediante a identifica&ccedil;&atilde;o, compara&ccedil;&atilde;o e extra&ccedil;&atilde;o dos comportamentos e padr&otilde;es comuns. Mais especificamente, cada comportamento foi codificado de acordo com a sua &ecirc;nfase, tendo como base de partida categorias j&aacute; encontradas em outros estudos<sup>9,10</sup>. Ap&oacute;s a an&aacute;lise dos 30 primeiros di&aacute;rios, submetemos o sistema de categorias &agrave; cr&iacute;tica de 2 especialistas em ci&ecirc;ncias do desporto, um professor do ensino superior com experi&ecirc;ncia na &aacute;rea dos correlatos da atividade f&iacute;sica e outro, particularmente, pelo dom&iacute;nio das t&eacute;cnicas de an&aacute;lise de conte&uacute;do, associadas &agrave; investiga&ccedil;&atilde;o qualitativa. Com o objetivo de avaliar a fiabilidade intra-avaliador na utiliza&ccedil;&atilde;o do sistema de categorias, procedemos ao c&aacute;lculo do &iacute;ndice de fiabilidade, de acordo com a f&oacute;rmula de Bellack (n&uacute;mero de acordos/(n&uacute;mero de acordos + n&uacute;mero de desacordos) x 100). Face aos resultados obtidos (92%), conclu&iacute;mos que o sistema apresentava condi&ccedil;&otilde;es de validade para ser usado. Para estimar o tempo que os adolescentes despenderam em cada categoria, o n&uacute;mero de epis&oacute;dios em que o comportamento foi reportado foi multiplicado por 15, assumindo que o comportamento ocorreu durante todo o intervalo de tempo. Os dados sobre os dias de semana e os dias de fim-de-semana foram analisados separadamente. Para an&aacute;lise, as vari&aacute;veis finais de cada categoria foram representadas em minutos por dia. Ap&oacute;s calcular as vari&aacute;veis finais, foi realizada a estat&iacute;stica descritiva, descrevendo a preval&ecirc;ncia dos comportamentos. As diferen&ccedil;as entre os entre dias de semana e dias de fim-de-semana foram avaliadas atrav&eacute;s do teste-t para amostras emparelhadas. Com base nos 5 comportamentos mais referidos pelos adolescentes (praticar desporto, estudar/trabalhos escolares, usar o computador, ver televis&atilde;o ou jogar videojogos e conversar com os amigos) procur&aacute;mos identificar os padr&otilde;es comportamentais dos adolescentes. Importa referir que esses comportamentos ocupavam cerca de 26% do tempo dos adolescentes durante a semana e 43% ao fim-de-semana. Para essas vari&aacute;veis, os dados dos dias de semana e dos dias de fim-de-semana foram agregados de modo a calcular a m&eacute;dia, em minutos por dia. Posteriormente essas vari&aacute;veis foram estandardizadas. O agrupamento dos adolescentes foi efetuado com os m&eacute;todos de an&aacute;lise de <i>clusters</i> hier&aacute;rquico e n&atilde;o hier&aacute;rquico. Primeiramente, foi feita uma an&aacute;lise de <i>clusters</i> hier&aacute;rquica com o m&eacute;todo da menor dist&acirc;ncia (<i>nearest neighbor</i>), usando a dist&acirc;ncia euclidiana quadrada como medida de dissemelhan&ccedil;a entre os adolescentes. Como crit&eacute;rio para a decis&atilde;o da reten&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de <i>clusters</i> usou-se o <i>R-square</i>. Partindo dessa an&aacute;lise, foram identificados 3 <i>clusters</i>. Para a valida&ccedil;&atilde;o e classifica&ccedil;&atilde;o de cada aluno nos <i>clusters</i> identificados foi efetuada uma an&aacute;lise de <i>clusters</i> n&atilde;o hier&aacute;rquica <i>k-Means</i>. Todas as an&aacute;lises estat&iacute;sticas foram realizadas utilizando o SPSS Statistics 22. O n&iacute;vel de signific&acirc;ncia estabelecido foi 0,05.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Resultados</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os dados de carateriza&ccedil;&atilde;o da amostra est&atilde;o apresentados na <a href="#t1">tabela 1</a>.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t1"></a> <img src="/img/revistas/rpsp/v34n1/34n1a06t1.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>O tempo despendido nos 17 comportamentos identificados pode ser consultado nas <a href="#t2">tabelas 2</a> (para os rapazes) e <a href="#t3">3</a> (para as raparigas). A an&aacute;lise focou-se em 14 comportamentos, n&atilde;o contando com dormir, cuidados pessoais e refei&ccedil;&otilde;es, porque foram consideradas necessidades b&aacute;sicas.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="t2"></a> <img src="/img/revistas/rpsp/v34n1/34n1a06t2.jpg">     
<p>&nbsp;</p> <a name="t3"></a> <img src="/img/revistas/rpsp/v34n1/34n1a06t3.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>Para os rapazes, durante a semana as aulas ocuparam a maior parte do tempo (316,9 min/dia; 31,2%), seguindo-se estudar ou fazer os trabalhos escolares (114,5 min/dia; 11,3%), ver televis&atilde;o ou jogar videojogos (97,8 min/dia; 9,6%), usar o computador (42,7 min/dia; 4,2%) e praticar desporto (40,9 min/dia; 4%). Nos dias de fim-de-semana, ver televis&atilde;o ou jogar videojogos (145,8 min/dia; 13,5%) e usar o computador (136,6 min/dia; 12,9%) foram as atividades nas quais os rapazes passaram mais tempo. De seguida, surgiu estudar (110 min/dia; 10,2%), praticar desporto (66,7 min/dia, 6,2%) e passear (33,8 min/dia; 3,1%). Para quase todas as atividades verificou-se uma diferen&ccedil;a estatisticamente significativa entre o tempo despendido durante os dias de semana e dias de fim-de-semana. De salientar que somente n&atilde;o se observou diferen&ccedil;a no tempo passado a estudar entre os dias de semana e fins-de-semana.</p>     <p>Para as raparigas, durante os dias de semana, as atividades mais realizadas foram estar nas aulas (320,1 min/dia; 30,9%), estudar ou fazer os trabalhos escolares (135,4 min/dia; 13,1%), ver televis&atilde;o ou jogar videojogos (59,7 min/dia; 5,8%), falar com amigos (31,5 min/dia; 3%), praticar desporto (24 min/dia; 2,3%), uso de transporte passivo nos deslocamentos (22,3 min/dia; 2,1%) e usar o computador (21,7 min/dia; 2,1%). Nos dias de fim-de-semana, estudar ou fazer os trabalhos foi a atividade mais praticada (144,3 min/dia; 13,1%), seguida de ver televis&atilde;o ou jogar videojogos (133,5 min/dia; 12,2%), usar o computador (91,3 min/dia; 8,3%), passear (49,3 min/dia; 4,5%) e conversar com os amigos (37,6 min/dia; 3,4%). Tal como para os rapazes, na maior parte dos comportamentos verificaram-se diferen&ccedil;as significativas entre o tempo passado nos comportamentos durante os dias de semana e dias de fins-de-semana. Os comportamentos para os quais n&atilde;o se observaram diferen&ccedil;as foram estudar, conversar com amigos e a realiza&ccedil;&atilde;o de tarefas dom&eacute;sticas, como se pode observar na <a href="#t3">tabela 3</a>.</p>     <p>As <a href="#f1">figuras 1</a> e <a href="#f2">2</a> representam os perfis que emergiram das an&aacute;lises para os rapazes e para as raparigas. Identificaram-se 3 perfis distintos para cada sexo. Para os rapazes, o <i>cluster</i> 1 (n = 63) correspondia aos menos ativos fisicamente, pouco dedicados aos estudos, mas que passavam muito tempo no computador, a ver televis&atilde;o ou jogar videojogos e a conversar com os amigos. O <i>cluster</i> 2 (n = 126) representava os rapazes muito dedicados aos estudos, mas que n&atilde;o praticavam desporto e usavam pouco a televis&atilde;o ou jogar videojogos e o computador. Por fim, o <i>cluster</i> 3 (n = 84) representava os rapazes fisicamente ativos, que passavam igualmente muito tempo a ver televis&atilde;o ou a jogar videojogos, mas eram pouco dedicados aos estudos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <a name="f1"></a> <img src="/img/revistas/rpsp/v34n1/34n1a06f1.jpg">     
<p>&nbsp;</p> <a name="f2"></a> <img src="/img/revistas/rpsp/v34n1/34n1a06f2.jpg">     
<p>&nbsp;</p>     <p>Para as raparigas, as que estavam representadas no <i>cluster</i> 1 (n = 28) eram fisicamente muito ativas, dedicavam pouco tempo aos estudos e passavam pouco tempo a ver televis&atilde;o ou jogar videojogos. As raparigas do <i>cluster</i> 2 (n = 77) passavam muito tempo a estudar e dedicavam tamb&eacute;m muito tempo a conversar com os amigos. Por outro lado, eram pouco ativas fisicamente e passavam pouco tempo a ver televis&atilde;o ou jogar videojogos. As raparigas do <i>cluster</i> 3 (n = 273) eram caraterizadas por passarem muito tempo a ver televis&atilde;o ou jogar videojogos e dedicavam pouco tempo a conversar com os amigos e a praticarem atividade f&iacute;sica e desporto.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Discuss&atilde;o</b></p>     <p>O presente estudo apresenta informa&ccedil;&atilde;o sobre a atividade f&iacute;sica e os comportamentos sedent&aacute;rios dos adolescentes, utilizando a avalia&ccedil;&atilde;o moment&acirc;nea ecol&oacute;gica. Este m&eacute;todo de recolha de dados permite estimar o tempo despendido em v&aacute;rios comportamentos, sendo mais exato que outros m&eacute;todos autorreportados<sup>25</sup>. Com este m&eacute;todo foi poss&iacute;vel estudar uma grande variedade de comportamentos, para melhor compreender o que os adolescentes fazem durante os dias de semana e de fim-de-semana.</p>     <p>As aulas ocupavam a maioria do tempo dos adolescentes durante os dias de semana, seguidas de estudar/fazer trabalhos de casa. Estes resultados eram esperados, devido &agrave;s cerca de 10 disciplinas que os estudantes t&ecirc;m no sistema de ensino. Destas disciplinas, apenas a Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica promove a atividade f&iacute;sica, sendo que durante as outras disciplinas os adolescentes permaneciam a maior parte do tempo sentados. Atendendo a que os adolescentes passam a maioria do seu tempo na escola sentados, deveriam ser oferecidas atividades f&iacute;sicas extracurriculares, para que seja poss&iacute;vel minimizar o tempo despendido em comportamentos sedent&aacute;rios no contexto escolar. Estas estrat&eacute;gias poderiam considerar os intervalos entre aulas, o tempo de almo&ccedil;o e o final da tarde. Investiga&ccedil;&otilde;es sobre programas de atividade f&iacute;sica demonstram resultados favor&aacute;veis, verificando-se melhores n&iacute;veis de atividade f&iacute;sica nos adolescentes<sup>26,27</sup>, em particular nas raparigas<sup>28</sup>.</p>     <p>Al&eacute;m do tempo na escola, nos dias de semana, uma parte significativa do tempo dos adolescentes era dedicada a estudar/fazer trabalhos de casa. Apesar de a educa&ccedil;&atilde;o ser uma parte importante das vidas dos adolescentes, esta situa&ccedil;&atilde;o &eacute; preocupante, considerando que a maioria dos adolescentes n&atilde;o &eacute; suficientemente ativa para promover a sua sa&uacute;de<sup>7,8</sup>.</p>     <p>Durante os dias da semana, ver televis&atilde;o ou jogar videojogos foi o comportamento sedent&aacute;rio mais popular entre os rapazes e as raparigas nos momentos de lazer. Este resultado &eacute; concordante com o de outros estudos realizados em diferentes pa&iacute;ses<sup>10,11,29&ndash;31</sup>. Com o avan&ccedil;o tecnol&oacute;gico n&atilde;o &eacute; surpreendente que os adolescentes despendam cada vez mais tempo em atividades que envolvam visionamento de ecr&atilde;, tais como ver televis&atilde;o, jogar videojogos ou utilizar o computador. Por&eacute;m, nenhum adolescente referiu utilizar o computador para estudar. Estes dados revelam que o computador &eacute; subaproveitado tanto pelos rapazes como pelas raparigas enquanto ferramenta de estudo. Nos dias de fins-de-seman,a o tempo passado nas atividades de ecr&atilde; (ver televis&atilde;o, jogar videojogos e usar o computador) aumentou e, em m&eacute;dia, os adolescentes despenderam mais tempo nesses comportamentos do que o tempo recomendado (&lt; 2 horas/dia)<sup>32</sup>. Da perspetiva da sa&uacute;de p&uacute;blica, ser&aacute; importante que os adolescentes reduzam o tempo passado nos comportamentos sedent&aacute;rios, uma vez que podem ter um efeito nefasto para a sa&uacute;de e qualidade de vida<sup>5,6</sup>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Para al&eacute;m das atividades de ecr&atilde;, uma parte significativa do tempo de lazer dos adolescentes de ambos os sexos foi despendida no transporte passivo, ouvir m&uacute;sica, ler e falar com amigos. A altera&ccedil;&atilde;o do uso do transporte passivo para transporte ativo pode ser eficaz na melhoria dos n&iacute;veis de atividade f&iacute;sica dos adolescentes<sup>33</sup>. Caso os adolescentes optassem pela utiliza&ccedil;&atilde;o de transporte ativo nos seus deslocamentos os n&iacute;veis de atividade f&iacute;sica total aumentariam, o que poderia ser suficiente para que cumprissem as recomenda&ccedil;&otilde;es da pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica<sup>34</sup>. Esta estrat&eacute;gia seria importante, principalmente para as raparigas, porque durante os dias de semana n&atilde;o praticavam atividade f&iacute;sica suficiente para beneficiar a sa&uacute;de.</p>     <p>Os resultados provenientes da an&aacute;lise de <i>cluster</i> demonstram que rapazes e raparigas t&ecirc;m perfis de comportamento diferentes, o que est&aacute; em linha com outros estudos<sup>29,35&ndash;37</sup>. Entre os rapazes, usar o computador agrupa-se com ver televis&atilde;o e jogar videojogos e conversar. Uma mistura de comportamentos sedent&aacute;rios que aparentemente rivaliza com a atividade f&iacute;sica e estudar. Todavia, num outro <i>cluster</i> a atividade f&iacute;sica agrupou-se com o tempo passado a ver televis&atilde;o ou jogar videojogos, o que demonstra que n&iacute;veis elevados de atividade f&iacute;sica e comportamentos sedent&aacute;rios podem coexistir na vida dos adolescentes, tal como foi verificado em outras investiga&ccedil;&otilde;es<sup>12,15</sup>. Isso sugere que a interven&ccedil;&atilde;o para aumentar os n&iacute;veis de atividade f&iacute;sica pode ser independente da interven&ccedil;&atilde;o para reduzir os n&iacute;veis de comportamentos sedent&aacute;rios, uma vez que n&atilde;o podem ser vistos como parte do mesmo construto<sup>12</sup>.</p>     <p>Nas raparigas os comportamentos agruparam-se de forma diferente dos rapazes. Para as raparigas mais ativas fisicamente mais nenhum comportamento se associou &agrave; atividade f&iacute;sica. Isso parece demonstrar que quando as raparigas se envolvem na pr&aacute;tica de atividade fazem-no com muita dedica&ccedil;&atilde;o, o que pode retirar o tempo para as outras atividades. Por sua vez, as raparigas que dedicavam mais tempo a estudar tamb&eacute;m passavam mais tempo a conversar com os amigos, o que era completamente contr&aacute;rio ao perfil dos rapazes que estudavam durante mais tempo. Os amigos podem ser uma importante influ&ecirc;ncia na atividade f&iacute;sica dos adolescentes, nomeadamente ao n&iacute;vel do encorajamento e atrav&eacute;s da participa&ccedil;&atilde;o conjunta<sup>38,39</sup>. Neste sentido, explorar a influ&ecirc;ncia dos amigos, em particular no subgrupo de raparigas que passam mais tempo com os amigos, poder&aacute; ser relevante para delinear programas de promo&ccedil;&atilde;o de atividade f&iacute;sica eficazes. Por &uacute;ltimo, surge o subgrupo das raparigas que se caracterizam por adotar diversos comportamentos sedent&aacute;rios relacionados com atividades de ecr&atilde; e ainda passarem pouco tempo a conversar com os amigos. Para estas raparigas &eacute; fundamental promover a sociabiliza&ccedil;&atilde;o e a atividade f&iacute;sica, assim como reduzir os comportamentos sedent&aacute;rios, podendo a fam&iacute;lia<sup>40</sup>, os amigos<sup>39,41</sup>, a escola e os especialistas da promo&ccedil;&atilde;o de atividade f&iacute;sica<sup>34</sup> assumir um papel fundamental neste &acirc;mbito, tal como reconhecem diversas raparigas adolescentes em diversas investiga&ccedil;&otilde;es de cariz qualitativo<sup>42,43</sup>.</p>     <p>Apesar da recolha de dados com a avalia&ccedil;&atilde;o moment&acirc;nea ecol&oacute;gica oferecer benef&iacute;cios em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s outras formas de recolha de dados autorreportados, algumas limita&ccedil;&otilde;es devem ser reconhecidas. Primeiro, apesar da avalia&ccedil;&atilde;o moment&acirc;nea ecol&oacute;gica ajudar a captar v&aacute;rios comportamentos, os dados s&atilde;o autorreportados, com o potencial das respostas serem influenciadas. Segundo, preencher os di&aacute;rios despende tempo e pode ser uma tarefa aborrecida para os adolescentes. Terceiro, a popula&ccedil;&atilde;o com problemas psicossociais pode n&atilde;o compreender as indica&ccedil;&otilde;es do di&aacute;rio<sup>18</sup>. Quarto, a intensidade dos comportamentos n&atilde;o &eacute; avaliada, sendo uma limita&ccedil;&atilde;o para a discuss&atilde;o dos resultados sobre a atividade f&iacute;sica. Para al&eacute;m dos aspetos metodol&oacute;gicos, de referir que a inexist&ecirc;ncia de uma vari&aacute;vel que caracteriza o estatuto socioecon&oacute;micos dos adolescentes &eacute; tamb&eacute;m uma limita&ccedil;&atilde;o, uma vez que &eacute; considerada uma fator determinante da atividade f&iacute;sica<sup>14</sup>.</p>     <p>Este estudo, com recurso &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o moment&acirc;nea ecol&oacute;gica, serviu para a identifica&ccedil;&atilde;o dos principais comportamentos dos adolescentes, assim como contribuiu para a defini&ccedil;&atilde;o dos seus perfis, considerando os comportamentos mais prevalentes. Para futuros estudos, recomenda-se que haja uma complementaridade entre a avalia&ccedil;&atilde;o moment&acirc;nea ecol&oacute;gica e a avalia&ccedil;&atilde;o da atividade f&iacute;sica e dos comportamentos sedent&aacute;rios de forma objetiva (e.g. com ped&oacute;metros ou aceler&oacute;metros). Assim, a avalia&ccedil;&atilde;o moment&acirc;nea ecol&oacute;gica permitir&aacute; compreender o contexto em que os comportamentos se realizam, e a avalia&ccedil;&atilde;o direta da atividade f&iacute;sica e dos comportamentos sedent&aacute;rios permitir&aacute; determinar a intensidade e o gasto energ&eacute;tico na realiza&ccedil;&atilde;o dos comportamentos, permitindo que sejam feitas recomenda&ccedil;&otilde;es para a promo&ccedil;&atilde;o da atividade f&iacute;sica de forma mais assertiva. Ser&aacute; ainda importante a realiza&ccedil;&atilde;o de estudos que envolvam adolescentes de diferentes zonas do pa&iacute;s e utilizar o estatuto socioecon&oacute;mico como uma vari&aacute;vel fundamental na an&aacute;lise, visto que aqueles que t&ecirc;m baixo estatuto socioecon&oacute;mico tendem a ser menos ativos. Para al&eacute;m disso, usando metodologias qualitativas, sugere-se a sele&ccedil;&atilde;o dos adolescentes considerados &laquo;cr&iacute;ticos&raquo; para eventuais entrevistas, para se perceber melhor os seus comportamentos e as perspetivas dos mesmos sobre o que poderia ser alterado para serem mais ativos fisicamente.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Conclus&atilde;o</b></p>     <p>No geral, foi poss&iacute;vel verificar que as raparigas apresentaram n&iacute;veis de atividade f&iacute;sica inferiores aos rapazes, sobretudo nos dias de semana, confirmando que s&atilde;o um subgrupo de risco. Por outro lado, os rapazes, apesar de apresentarem n&iacute;veis mais elevados de atividade f&iacute;sica do que as raparigas, apresentaram igualmente n&iacute;veis mais elevados de comportamentos sedent&aacute;rios, tanto nos dias de semana como de fim-de-semana. Estes dados sugerem que &eacute; poss&iacute;vel ao mesmo tempo ser fisicamente ativo e passar muito tempo em comportamentos sedent&aacute;rios. Isso &eacute; um dado importante que deve ser considerado no planeamento de interven&ccedil;&otilde;es, com vista a promover estilos de vida ativos e saud&aacute;veis nos adolescentes.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>1. Janssen I., Leblanc A.G. Systematic review of the health benefits of physical activity and fitness in school-aged children and youth. Int J Behav Nutr Phy Act. 2010;7:40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802764&pid=S0870-9025201600010000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>2. Reiner M., Niermann C., Jekauc D., Woll A. Long-term health benefits of physical activity: A systematic review of longitudinal studies. BMC Public Health. 2013;13:813.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802766&pid=S0870-9025201600010000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>3. Strong W.B., Malina R.M., Blimkie C.J., Daniels S.R., Dishman R.K., Gutin B., et al. Evidence based physical activity for school-age youth. J Pediatr. 2005;146:732-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802768&pid=S0870-9025201600010000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>4. Ekelund U., Luan J., Sherar L.B., Esliger D.W., Griew P., Cooper A. Moderate to vigorous physical activity and sedentary time and cardiometabolic risk factors in children and adolescents. JAMA. 2012;307:704-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802770&pid=S0870-9025201600010000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>5. Chinapaw M.J., Proper K.I., Brug J., van W., Singh A.S. Relationship between young peoples&rsquo; sedentary behaviour and biomedical health indicators: A systematic review of prospective studies. Obes Rev. 2011;12:e621-32.</p>     <!-- ref --><p>6. Tremblay M.S., Colley R.C., Saunders T.J., Healy G.N., Owen N. Physiological and health implications of a sedentary lifestyle. Appl Physiol Nutr Metab. 2010;35:725-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802773&pid=S0870-9025201600010000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>7. Baptista F., Santos D.A., Silva A.M., Mota J., Santos R., Vale S., et al. Prevalence of the Portuguese population attaining sufficient physical activity. Med Sci Sports Exerc. 2012;44:466-73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802775&pid=S0870-9025201600010000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>8. Hallal P.C., Andersen L.B., Bull F.C., Guthold R., Haskell W., Ekelund U., et al. Global physical activity levels: Surveillance progress, pitfalls, and prospects. Lancet. 2012;380:247-57.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802777&pid=S0870-9025201600010000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>9. Biddle S.J., Gorely T., Marshall S.J., Cameron N. The prevalence of sedentary behavior and physical activity in leisure time: A study of Scottish adolescents using ecological momentary assessment. Prev Med. 2009;48:151-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802779&pid=S0870-9025201600010000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>10. Gorely T., Biddle S.J., Marshall S.J., Cameron N. The prevalence of leisure time sedentary behaviour and physical activity in adolescent boys: An ecological momentary assessment approach. Int J Pediatr Obes. 2009;4:289-98.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802781&pid=S0870-9025201600010000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>11. Hamar P., Biddle S., Soos I., Takacs B., Huszar A. The prevalence of sedentary behaviours and physical activity in Hungarian youth. Eur J Public Health. 2010;20:85-90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802783&pid=S0870-9025201600010000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>12. Marques A., Sallis J.F., Martins J., Diniz J., Carreiro F. Correlates of urban children's leisure-time physical activity and sedentary behaviors during school days. Am J Hum Biol. 2014;26:407-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802785&pid=S0870-9025201600010000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>13. Ottevaere C., Huybrechts I., Benser J., de I., Cuenca-Garcia M., Dallongeville J., et al. Clustering patterns of physical activity, sedentary and dietary behavior among European adolescents: The HELENA study. BMC Public Health. 2011;11:328.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802787&pid=S0870-9025201600010000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>14. Uijtdewilligen L., Nauta J., Singh A.S., van W., Twisk J.W., van K., et al. Determinants of physical activity and sedentary behaviour in young people: A review and quality synthesis of prospective studies. Br J Sports Med. 2011;45:896-905.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802789&pid=S0870-9025201600010000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>15. Pearson N., Braithwaite R.E., Biddle S.J., van E.M., Atkin A.J. Associations between sedentary behaviour and physical activity in children and adolescents: A meta-analysis. Obes Rev. 2014;15:666-75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802791&pid=S0870-9025201600010000600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>16. Marshall S.J., Welk G.J. Definitions and measurement. Youth physical activity and sedentary behaviours: Challenges and solutions., Champaign: Human Kinetics, 2008. pp. 3-29.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802793&pid=S0870-9025201600010000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>17. Pearson N., Biddle S.J. Sedentary behavior and dietary intake in children, adolescents, and adults: A systematic review. Am J Prev Med. 2011;41:178-88.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802795&pid=S0870-9025201600010000600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>18. Shiffman S., Stone A.A., Hufford M.R. Ecological momentary assessment. Annu Rev Clin Psychol. 2008;4:1-32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802797&pid=S0870-9025201600010000600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>19. Dunton G.F., Whalen C.K., Jamner L.D., Henker B., Floro J.N. Using ecologic momentary assessment to measure physical activity during adolescence. Am J Prev Med. 2005;29:281-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802799&pid=S0870-9025201600010000600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>20. Guedes D., Lopes C., Guedes J., Stanganelli L. Reprodutibilidade e validade do question&aacute;rio Baecke para avalia&ccedil;&atilde;o da atividade f&iacute;sica habitual em adolescentes. Rev Port Cien Desp. 2006;6:265-74.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802801&pid=S0870-9025201600010000600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>21. Sallis J.F., Saelens B.E. Assessment of physical activity by self-report: Status, limitations, and future directions. Res Q Exerc Sport. 2000;71:S1-S14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802803&pid=S0870-9025201600010000600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>22. Gorely T., Marshall S.J., Biddle S.J., Cameron N. The prevalence of leisure time sedentary behaviour and physical activity in adolescent girls: An ecological momentary assessment approach. Int J Pediatr Obes. 2007;2:227-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802805&pid=S0870-9025201600010000600022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>23. Gorely T., Marshall S.J., Biddle S.J., Cameron N. Patterns of sedentary behaviour and physical activity among adolescents in the United Kingdom: Project STIL. J Behav Med. 2007;30:521-31.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802807&pid=S0870-9025201600010000600023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>24. Harriss D.J., Atkinson G. Update--Ethical standards in sport and exercise science research. Int J Sports Med. 2011;32:819-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802809&pid=S0870-9025201600010000600024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>25. Marszalek J., Morgulec-Adamowicz N., Rutkowska I., Kosmol A. Using ecological momentary assessment to evaluate current physical activity. Biomed Res Int. 2014;:1-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802811&pid=S0870-9025201600010000600025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>26. Rothney M.P., Apker G.A., Song Y., Chen K.Y. Comparing the performance of three generations of ActiGraph accelerometers. J Appl Physiol. 2008;105:1091-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802813&pid=S0870-9025201600010000600026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>27. Kriemler S., Meyer U., Martin E., van E.M., Andersen L.B., Martin B.W. Effect of school-based interventions on physical activity and fitness in children and adolescents: A review of reviews and systematic update. Br J Sports Med. 2011;45:923-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802815&pid=S0870-9025201600010000600027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>28. Camacho-Minano M.J., LaVoi N.M., Barr-Anderson D.J. Interventions to promote physical activity among young and adolescent girls: A systematic review. Health Educ Res. 2011;26:1025-49.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802817&pid=S0870-9025201600010000600028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>29. Loucaides C.A., Jago R., Theophanous M. Physical activity and sedentary behaviours in Greek-Cypriot children and adolescents: A cross-sectional study. Int J Behav Nutr Phys Act. 2011;8:90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802819&pid=S0870-9025201600010000600029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>30. Oliver M., Duncan S., Kuch C., McPhee J., Schofield G. Prevalence of New Zealand children and adolescents achieving current physical activity and television watching recommendations. J Phys Act Health. 2012;9:173-87.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802821&pid=S0870-9025201600010000600030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>31. Barbosa V., Campos W., Lopes A. Epidemiology of physical inactivity, sedentary behaviors, and unhealthy eating habits among Brazilian adolescents: A systematic review. Cienc Saude Colet. 2014;19:173-94.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802823&pid=S0870-9025201600010000600031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>32. American Academy of Pediatrics: Children, adolescents, and television. Pediatrics. 2001;107:423-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802825&pid=S0870-9025201600010000600032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>33. Pabayo R., Maximova K., Spence J.C., Vander K., Wu B., Veugelers P.J. The importance of Active Transportation to and from school for daily physical activity among children. Prev Med. 2012;55:196-200.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802827&pid=S0870-9025201600010000600033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>34. Global recommendations on physical activity for health. Geneva: WHO, (2010) .    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802829&pid=S0870-9025201600010000600034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>35. Marshall S.J., Biddle S.J.H., Sallis J.F., McKenzie T.L., Conway T.L. Clustering of sedentary behaviors and physical activity among youth: A cross-national study. Pediatr Exerc Sci. 2002;14:401-17.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802831&pid=S0870-9025201600010000600035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>36. Silva D., Lima J., Silva R., Prado R. N&iacute;vel de atividade f&iacute;sica e comportamento sedent&aacute;rio em escolares. Rev Bras Cineantropom Desempenho Hum. 2009;11:299-306.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802833&pid=S0870-9025201600010000600036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>37. Ferreira F., Altenburg M. N&iacute;vel de atividade f&iacute;sica e comportamentos sedent&aacute;rios de escolares de sete a dez anos de Florian&oacute;polis-SC. Rev Bras Ativ Fis Saude. 2011;16:48-56.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802835&pid=S0870-9025201600010000600037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>38. Maturo C.C., Cunningham S.A. Influence of friends on children's physical activity: A review. Am J Public Health. 2013;103:e23-38.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802837&pid=S0870-9025201600010000600038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>39. Sawka K.J., McCormack G.R., Nettel-Aguirre A., Hawe P., Doyle-Baker P.K. Friendship networks and physical activity and sedentary behavior among youth: A systematized review. Int J Behav Nutr Phy Act. 2013;10:130.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802839&pid=S0870-9025201600010000600039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>40. Edwardson C.L., Gorely T. Parental influences on different types and intensities of physical activity in youth: A systematic review. Psychol Sport Exerc. 2010;11:522-35.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802841&pid=S0870-9025201600010000600040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>41. Jago R., Macdonald-Wallis K., Thompson J.L., Page A.S., Brockman R., Fox K.R. Better with a buddy: Influence of best friends on children's physical activity. Med Sci Sports Exerc. 2011;43:259-65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=802843&pid=S0870-9025201600010000600041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>42. Coleman L., Cox L., Roker D. 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