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<institution><![CDATA[,MADRP - Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas INIAP - Instituto Nacional de Investigação Agrária e das Pescas Laboratório Químico Agrícola Rebelo da Silva]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[According to ISO Standard 11464 (Soil quality - Pre-treatment of samples for physico-chemical analyses) for test samples below 2 g, the air dried soil sample must be ground to a particle diameter &#8804; 0.25 mm, in order to have a homogeneous test sample and, therefore, minimize the variability of results. This is quite a time consuming task. The aim of this study was to compare the influence of two different degrees of grinding (<2 mm and <0.15 mm) on the determination of total mercury, with test samples of 1 g. This element was analysed in 7 different soils from Continental Portugal, derived from different parent material. Five representative samples were taken from each soil and manually crushed to pass a 2mm plastic sieve. Each sample was then split in two portions: in one of them, mercury was analysed directly on the fine earth fraction (< 2 mm); on the other portion, mercury analysis was carried out only after grinding the soil sample on a agate mill till it just passed a plastic sieve of <0.15mm. Mercury analysis consisted on the combustion of the soil sample and quantification by atomic absortion spectrometry on an Advanced Mercury Analyser AMA-254, at 253,65 nm. The influence of grinding was dependent on the type of soil, being significant (p&#8804;0,05) in two of them, but even for those soils the levels of mercury are similar. Grinding the soil to 0.15 mm did not increase significantly (p>0.05) the precision of results suggesting that, for the determination of total mercury with a test sample of 1 g, it is not necessary to grind the soil to a fraction less than 2 mm.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="center"><b>Efeito do grau de moenda na determinação do teor total de    mercúrio no solo </b></p>     <p align="center"> <b>Influence of soil grinding degree on the determination of    total mercury concentration </b></p>     <P align="center"> <a name="top1"></a>R. M. S. Dias<Sup><a href="#1">1</a></Sup>,    L. Duarte &amp; C. M. Sempiterno </P>     <P align="center">&nbsp;</P>     <p align="center"> <b>RESUMO</b> </p>     <p> De acordo com a Norma ISO 11464 (Qualidade do solo – Pré-tratamento de amostras    para análises físico-químicas) para tomas inferiores a 2 g, a terra seca deve    ser moída até passar num peneiro de malha &le; 0,25 mm, de modo a permitir que    a homogeneidade da amostra seja tal que a variabilidade dos resultados seja    minimizada. Esta tarefa é, no entanto, assaz morosa. Com o objectivo de avaliar    o efeito da moenda no doseamento do mercúrio (Hg), em tomas de terra de cerca    de 1 g, analisou-se este elemento em sete solos de Portugal Continental, derivados    de diferentes materiais: (a) arenitos (podzol – Ap); (b) complexo derivado de    xistos e “rañas” (solo mediterrâneo vermelho – Sr+Vx); (c) dioritos ou gabros    (barro preto não calcário-Bp); (d) granitos (solo litólico húmico-Mng); (e)    calcários (solo calcário pardo- -Pc); (f) aluviões (aluviossolo moderno não    calcário – A) e (g) xistos (solo mediterrâneo pardo - Px). De cada solo obtiveram-se    cinco amostras representativas de terra seca ao ar, dividindo cada uma destas    em duas fracções: numa a análise de Hg fez-se directamente na terra fina (&lt;2    mm) e, na outra, fez-se na terra moída num moinho de ágata até que a amostra    passasse completamente num peneiro de 0,15 mm de malha. A determinação do mercúrio    foi efectuada por combustão da amostra seguida de quantificação por espectrofotometria    de absorção atómica num analisador de mercúrio AMA 254, a 253,65 nm. Os resultados    obtidos revelam que o efeito médio da moenda sobre os valores de Hg dependeu    das características do solo, sendo significativo (p&le;0,05) apenas em dois deles    mas, mesmo para esses solos, os valores de concentração encontrados são similares.    De notar que a moenda fina (&lt;0,15 mm) não aumentou significativamente (p&gt;0,05)    a precisão dos resultados, sugerindo que na análise do teor total de mercúrio    por este método é dispensável o passo da moenda fina das amostras. </P>     <p>&nbsp;</P>     <p align="center"> <b>ABSTRACT</b> </p>     <p> According to ISO Standard 11464 (Soil quality – Pre-treatment of samples for    physico-chemical analyses) for test samples below 2 g, the air dried soil sample    must be ground to a particle diameter &le; 0.25 mm, in order to have a homogeneous    test sample and, therefore, minimize the variability of results. This is quite    a time consuming task. The aim of this study was to compare the influence of    two different degrees of grinding (&lt;2 mm and &lt;0.15 mm) on the determination    of total mercury, with test samples of 1 g. This element was analysed in 7 different    soils from Continental Portugal, derived from different parent material. Five    representative samples were taken from each soil and manually crushed to pass    a 2mm plastic sieve. Each sample was then split in two portions: in one of them,    mercury was analysed directly on the fine earth fraction (&lt; 2 mm); on the    other portion, mercury analysis was carried out only after grinding the soil    sample on a agate mill till it just passed a plastic sieve of &lt;0.15mm. Mercury    analysis consisted on the combustion of the soil sample and quantification by    atomic absortion spectrometry on an Advanced Mercury Analyser AMA-254, at 253,65    nm. The influence of grinding was dependent on the type of soil, being significant    (p&le;0,05) in two of them, but even for those soils the levels of mercury are similar.    Grinding the soil to 0.15 mm did not increase significantly (p&gt;0.05) the    precision of results suggesting that, for the determination of total mercury    with a test sample of 1 g, it is not necessary to grind the soil to a fraction    less than 2 mm. </P>     <p>&nbsp;</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</P>     <p>Texto completo disponível apenas em PDF.</P>     <p>Full text only available in PDF format.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</P>     <p align="center"> <b>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</b> </p>     <!-- ref --><p> Dias, R.M.S., Simões, A.M. &amp; Soveral-Dias, J.C. 2002. Efeito do grau de    moenda na determinação dos teores ‘totais’ de metais pesados do solo. <i>Revista    de Ciências Agrárias</i>, <b>25 (3/4)</b>: 150-156. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000019&pid=S0871-018X200700020000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p> FAO. 1980. Soil and Plant Testing and Analysis. United Nations Food and Agriculture    Organization, Roma, FAO Soils Bulletin <b>38</b>. </P>     <p> Frank, V. &amp; Tölgyessy, J. 1993. The chemistry of soil. <i>In</i> Tölgyessy,    J. (ed) <i>Chemistry and Biology of Water, Air and Soil. Environmental Aspects</i>,    p.621-698. Elsevier, Amsterdão. </P>     <p> Gonçalves, M.J.S. 1985. Determinação da matéria orgânica do solo. Estudo de    um método expedito com oxidação por via húmida e doseamento colorimétrico. <i>Direcção    Geral de Agricultura/Laboratório Químico Agrícola Rebelo da Silva</i>, 12 p.    Lisboa: </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> Houba, V.J.G., Chardon, W.J. &amp; Roelse, K. 1993. Influence of grinding    of soil on apparent chemical composition. <i>Commun. Soil Sci. Plant Anal.</i>,    <b>24</b>: 1591-1602. </P>     <p> ISO 11466:1995(E). <i>Soil Quality – Extraction of Trace Elements Soluble    in Aqua Regia</i>. International Organization for Standardization, Genebra.  </P>     <p> ISO 11464:1994. <i>Soil Quality - Pretreatment of Samples for Physico-Chemical    Analyses</i>. International Organization for Standardization, Genebra. </P>     <p> Mehlich, A. 1953. Rapid determination of cation and anion exchange properties    and pH of soils. <i>J. Assoc. Off. Agric. Chem.</i>, <b>36</b>: 445-457. </P>     <p> Salminen, R. (Chief-editor), Batista, M.J., Bidovec, M., Demetriades, A.,    De Vivo, B., De Vos, W., Duris, M., Gilucis, A., Gregorauskiene, V., Halamic,    J., Heitzmann, P., Lima, A., Jordan, G., Klaver, G., Klein, P., Lis, J., Locutura,    J., Marsina, K., Mazreku, A., O'Connor,P.J., Olsson, S.Å., Ottesen, R.T., Petersell,    V., Plant, J.A., Reeder, S., Salpeteur, I., Sandström, H., Siewers, U., Steenfelt,    A. &amp; Tarvainen, T. 2005. <i>Geochemical Atlas of Europe. Part 1. Background    Information, Methodologiy and Maps</i>. Geological Survey of Finland (GTK) &amp;    Foregs, ISBN 951-690-913-2. <a href="http://www.gsf.fi/publ/foregsatlas/" target="_blank">http://www.gsf.fi/publ/foregsatlas/</a>  </P>     <p>&nbsp;</P>     <p><Sup><a name="1"></a><a href="#top1">1</a></Sup>INIAP – Laboratório Químico    Agrícola Rebelo da Silva, Tapada da Ajuda, Apartado 3228, 1301903 Lisboa, e-mail:    <a href="mailto:lqars.terras@mail.telepac.pt">lqars.terras@mail.telepac.pt</a>  </P>      ]]></body><back>
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