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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Potencialidades do Pinus pinaster e Cytisus multiflorus na fitoestabilização de escombreiras na mina de ouro de Santo António (Penedono)]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The Santo António mine is located 10 km north of Penedono (Viseu, Portugal). This mine was in the first half of the twenty’s century an important gold and arsenic mining centre. Nowadays the mining complex is abandoned and presents high level of physical degradation. The waste dumps crossed by two large gullies are under strong water and wind erosion. The total concentrations of As, Pb, Cd e Au, in the dump material reached values as high as 40 000, 653, 14 and 9,8 mg kg-1, respectively. Soils and native plants as Pinus pinaster, Quercus pyrenaica, Castanea sativa, Cytisus multiflorus and gramineous plants (gen. Agrostis) from the mining area and the waste dumps surroundings were collect and analysed. The draining waters from a no vegetated dump presented a pH value of 2.58, and As and Cd concentrations of 160 and 0.05 mg/L, respectively. On the other hand, the draining waters from vegetated dumps with P. pinaster and C. multiflorus showed much lower levels for the concentrations of all analysed elements, particularly As that presented environmentally acceptable concentrations (<0,1 mg/L). Soil pH is between 2.9 and 5.3. Arsenic total and available concentrations in the soils surrounding the waste dumps were as high as 23900 and 220 mg kg-1, respectively. Aluminium and Cu concentrations in the available fractions were, respectively, 32.9 e 55.4 mg kg-1. However, Pb concentrations were quite low in the available fractions when compared with the total concentrations in the soils. Plants growing on the dump adjacent soils are metal tolerant without any visible symptoms of toxicity. P. pinaster, C. multiflorus and Agrostis gramineous plants showed higher levels for As, Al, and Pb in the aerial part when compared with other species. Nevertheless, these species show a good vegetative development and soil coverage, which minimises the wind and water erosion. For this reason, the phytostabilization of Santo António waste dumps can be undertaken by native plants as P. pinaster trees, C. multiflorus shrubs and gramineous plants (Agrostis), which absorb and translocate to the aerial part high levels of As, thus decreasing the amounts lixiviated.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="center"><b>Potencialidades do Pinus pinaster e Cytisus multiflorus na    fitoestabilização de escombreiras na mina de ouro de Santo António (Penedono)    </b></p>     <p align="center"><b> Potencialities of Pinus pinaster and Cytisus multiflorus    on the phytostabilization of the Santo António (Penedono) gold mine dumps </b></p>     <P align="center"> <a name="top1"></a>M.M. Abreu<Sup><a href="#1">1</a></Sup>,    M.J. Matias<Sup><a href="#2">2</a><a name="top2"></a></Sup>, M.C.F. Magalhães<Sup><a href="#3">3</a></Sup><a name="top3"></a>    &amp; M.J. Basto<Sup><a href="#2">2</a> </Sup></P>     <P align="center">&nbsp;</P>     <p align="center"> <b>RESUMO</b> </p>     <P> A mina de Santo António, localizada a cerca de 10 km ao norte de Penedono    (Viseu), foi um importante centro mineiro, tendo-se aí principalmente explorado    o ouro e outros elementos químicos, como o arsénio. Actualmente, todo o complexo    mineiro está abandonado e bastante degradado. As escombreiras, cortadas por    dois barrancos de grande dimensão, estão sujeitas a intensa erosão eólica e    hídrica. Estas apresentam teores totais elevados para vários elementos, dos    quais se destacam As, Pb, Cd e Au que atingem, respectivamente, 40 000, 653,    14 e 9,8 mg kg<Sup>-1 </Sup>. Estudou-se na área mineira, e em particular na    envolvente das escombreiras, os solos e as plantas aí desenvolvidas (Pinus pinaster,    Quercus pyrenaica, Castanea sativa, Cytisus multiflorus e uma gramínea do género    Agrostis). </P>     <P> As águas de drenagem da escombreira não vegetalizada apresentavam valores    de pH de 2,58 e teores de As e Cd respectivamente de 160 e 0,05 mg/L. As águas    recolhidas a jusante de escombreiras vegetalizadas com pinheiros e giestas,    mostraram um decréscimo drástico de todos os elementos, em especial do As que    ocorria com valores ambientalmente aceitáveis (&lt;0,1 mg/L). </P>     <p> O pH dos solos varia entre 2,9 e 5,3. O arsénio nos solos próximos das escombreiras    pode atingir valores de 23900 e 220 mg kg<Sup>-1</Sup> respectivamente para    os totais e disponíveis. A fracção disponível de Al e Cu atinge também valores    elevados, respectivamente 32,9 e 55,4 mg kg<Sup>-1</Sup>, enquanto que os teores    de Pb disponível são relativamente baixos quando comparados com os totais. </P>     <p> As plantas colhidas nos solos adjacentes às escombreiras são bastante tolerantes    aos elementos metálicos pois não manifestam sintomas visuais de toxicidade.    O P. pinaster, o C. multiflorus e a gramínea apresentam teores elevados de As,    Al e Pb na parte aérea, que são superiores aos das outras espécies. Estas espécies    apresentam, no entanto, bom desenvolvimento vegetativo e boa cobertura do solo,    minimizando assim a erosão hídrica e eólica. Por esta razão, a fitoestabilização    das escombreiras desta mina pode ser efectuada por plantas autóctones do estrato    arbóreo (Pinus pinaster), arbustivo (Cytisus multiflorus) e herbáceo (gramíneas    do gén. Agrostis) que absorvem e translocam para a parte aérea teores relativamente    elevados de As, reduzindo a sua lixiviação. </P>     <p>&nbsp;</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"> <b>ABSTRACT</b> </p>     <p> The Santo António mine is located 10 km north of Penedono (Viseu, Portugal).    This mine was in the first half of the twenty’s century an important gold and    arsenic mining centre. Nowadays the mining complex is abandoned and presents    high level of physical degradation. The waste dumps crossed by two large gullies    are under strong water and wind erosion. The total concentrations of As, Pb,    Cd e Au, in the dump material reached values as high as 40 000, 653, 14 and    9,8 mg kg<Sup>-1</Sup>, respectively. Soils and native plants as Pinus pinaster,    Quercus pyrenaica, Castanea sativa, Cytisus multiflorus and gramineous plants    (gen. Agrostis) from the mining area and the waste dumps surroundings were collect    and analysed. </P>     <p> The draining waters from a no vegetated dump presented a pH value of 2.58,    and As and Cd concentrations of 160 and 0.05 mg/L, respectively. On the other    hand, the draining waters from vegetated dumps with P. pinaster and C. multiflorus    showed much lower levels for the concentrations of all analysed elements, particularly    As that presented environmentally acceptable concentrations (&lt;0,1 mg/L).  </P>     <p> Soil pH is between 2.9 and 5.3. Arsenic total and available concentrations    in the soils surrounding the waste dumps were as high as 23900 and 220 mg kg<Sup>-1</Sup>,    respectively. Aluminium and Cu concentrations in the available fractions were,    respectively, 32.9 e 55.4 mg kg<Sup>-1</Sup>. However, Pb concentrations were    quite low in the available fractions when compared with the total concentrations    in the soils. </P>     <p> Plants growing on the dump adjacent soils are metal tolerant without any visible    symptoms of toxicity. P. pinaster, C. multiflorus and Agrostis gramineous plants    showed higher levels for As, Al, and Pb in the aerial part when compared with    other species. Nevertheless, these species show a good vegetative development    and soil coverage, which minimises the wind and water erosion. For this reason,    the phytostabilization of Santo António waste dumps can be undertaken by native    plants as P. pinaster trees, C. multiflorus shrubs and gramineous plants (Agrostis),    which absorb and translocate to the aerial part high levels of As, thus decreasing    the amounts lixiviated. </P>     <p>&nbsp;</P>     <p>&nbsp;</P>     <p>Texto completo disponível apenas em PDF.</P>     <p>Full text only available in PDF format.</p>     <p>&nbsp;</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp; </P>     <p align="center"> <b>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS </b></p>     <!-- ref --><p> APHA 1995. <i>Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater</i>.    Washington: APHA - American Public Health Association. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000025&pid=S0871-018X200700020002500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p> Bourrelier, P. &amp; Berthelin, J. 1998. <i>Contamination des Sols par les    Éléments en Traces: les Risques et leur Gestion</i>. Académie des Sciences,    Rapport nº42. Lavoisier TEC &amp; DOC, Paris. 440pp. </P>     <p> Brito, M.G.A. 2005. <i>Metodologia para Avaliação e Remediação da Contaminação    por Metais Pesados em Áreas Industriais Degradadas</i>. Tese de doutoramento,    Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências e Tecnologia. 360 pp. </P>     <p> Bueno, C, Gamarra, R. Sarro, M.J. &amp; Carpena, R. 2004. Tolerância a arsénico    y cadmio en arbustos ornamentales: romero y taray. In M. A. Martins-Loução &amp;    C. Cruz (eds) <i>Nutrição Mineral: Causas e Consequências da Dependência da    Fertilização</i>, Vol.: I pp.415-420. Faculdade de Ciências da Universidade    de Lisboa, Portugal. </P>     <p> CCME - Canada Council of Ministers of the Environment. 1999-2001. <i>Canadian    Environmental Quality Guidelines for the Protection of Environmental and Human    Health</i>. Winnipeg. </P>     <p> Chaney, R.L., Malik, M., Li, Y.M., Brown, S.L., Brewer, E.P., Angle, J.S.    &amp; Baker, A.J.M. 1997. Phytoremediation of Soil Metals. <i>Current Opinion    in Biotechnology</i>, 8:279-284. <a href="http://www.sois.wisc.edu/barak/temp/opin_fin.htm" target="_blank">http://www.sois.wisc.edu/barak/temp/opin_fin.htm</a>    (Abril 2001). </P>     <p> Decreto Lei nº 236/98. <i>Diário da República</i>, I Série-A nº 176/98 de    1 de Agosto de 1998: 3676-3721. </P>     <p> Del Rio, M., Font, R., Almela, C., Vélez, D., Montoro, R. &amp; Bailon, A.H.    2002. Heavy metals and arsenic uptake by wild vegetation in the Guadiamar river    area after the toxic spill of the Aznalcóllar mine. <i>Journal of Biotechnology</i>,    <b>98</b>: 125-137. </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> Driessen, P., Dekers, J., Spaargaren, O. &amp; Nachtergaele, F. (Ed) 2001.    <i>Lecture Notes on the Major Soils of the World</i>. World Soil Resources Reports    94. FAO, Roma. </P>     <p> INMG 1990. O clima de Portugal. Normais climatológicas da região de “Entre    Douro e Minho” e “Beira Litoral” correspondentes a 1951-1980.<i> Instituto Nacional    de Meteorologia e Geofísica</i>, Fascículo XLIX, Vol 1 – 1ª Região. </P>     <p> Kabata Pendias, A. 2001. <i>Trace Elements in Soils and Plants</i>. (3<Sup>rd</Sup>    ed). CRC Press LLC, Boca Raton, USA. 413pp. </P>     <p> Leal Gomes, C. &amp; Castelo Branco, J.M. 2003. Tipologia do particulado aurífero    tardio nas mineralizações de Penedono (Viseu, Portugal). <i>Abstracts do IV    Congresso Ibérico de Geoquímica</i>, pp 190-192. Coimbra. </P>     <p> Magalhães, M.C., Abreu, M.M., Matias, M.J., Bastos, M.J. &amp; Joaquim, C.    2005. The Environmental Impact of the Abandoned Santo António Mine (Penedono,    Portugal). <i>Mineralogical Society Winter Conference. Environmental Mineralogy,    Geochemistry and Human Health</i>, pp 174. Bath Spa University, England </P>     <p> Magno, C.E.F. 2001. O sistema de gestão territorial e os recursos geológicos    em Portugal. <i>Boletim de Minas</i>, Lisboa, 38 (3): 151-160. </P>     <p> Matias, M.J., Abreu, M.M., Santos Oliveira, J.M., Magalhães, M.C., Basto,    M.J., Ávila, P. &amp; Joaquim, C. 2003. Avaliação preliminar dos impactos ambientais    resultantes da exploração e abandono da mina de ouro de Santo António - Penedono.    <i>Memórias e Notícias</i>, <b>nº 2</b> (Nova Série), <i>Publ. do Dept. Ciên.    Terra e do Mus. Mineral. Geol., Univ. Coimbra</i>: 301-314. </P>     <p> McGrath, S.P. &amp; Zhao, F. 2003. Phytoextraction of metals and metalloids    from contaminated soils. <i>Current Opinion in Biotechnology</i>, <b>14</b>:    277-282. </P>     <p> McGrath, S.P., Zhao, F. &amp; Lombi, E. 2002. Phytoremediation of metals metalloids    and radionuclides. <i>Advances in Agronomy</i>, <b>75</b>: 1-56. </P>     <p> Miller, R.R. 1996. <i>Phytoremediation</i>. Technology Overview Report TO-96-03.    Thechnical Documents. Phytoremediation of soil and groundwater. GWRTAC Ground-water    Remediation Technologies Analysis Center. <a href="http://www.gwrtac.org" target="_blank">http://www.gwrtac.org</a>    (Junho 2005). </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> Mulligan, C.N., Yong, R. N. &amp; Gibbs, B.F. 2001. Remediation technologies    for metal-contaminated soils and groundwater: an evaluation. <i>Engineering    Geology</i>, <b>60</b>: 193-207. </P>     <p> Pereira, A.J.S.C., Neves, L.J.P.F. &amp; Godinho, M.M. 1999. Suportes do urânio    no granito das Beiras – Implicações para o potencial de emanação do radão. <i>Actas    do II Congresso Ibérico de Geoquímica/XI Semana de Geoquímica</i>: 137-140.    Lisboa. </P>     <p> Pereira, M.R., Oliveira, A. S., Gomes, M.L., Fraga, V., Martins, J. &amp;    Carvalho, P. 2005. Livro guia da excursão, Vila Real-Tuareia (Mirandela)-Mina    da Freixeda (Mirandela)-Mina de Jales (Vila pouca de Aguiar)-Vila Real.<i> IV    Seminário Recursos Geológicos, Ambiente e Ordenamento do Território</i>, Vila    Real. 38pp. </P>     <p> Portaria nº 176/96. <i>Diário da República</i>, II Série nº 230 de 3 de Outubro    de 1996: 13789-13790. </P>     <p> Santos Oliveira, J.M., Farinha Ramos, J., Matos, J.X., Ávila, P., Rosa, C.,    Canto Machado, M.J., Daniel, F.S., Martins, L. &amp; Machado Leite, M.R. 2002.    Diagnóstico ambiental das principais áreas mineiras degradadas do país. <i>Boletim    de Minas, Lisboa</i>, <b>39 (2)</b>: 67-85. </P>     <p> Schnoor, J.L. 1997. Phytoremediation. Technology Evaluation Report TE-98 01.    Thechnical Documents. Phytoremediation of soil and groundwater. GWRTAC Ground-water    Remediation Technologies Analysis Center. <a href="http://www.gwrtac.org" target="_blank">http://www.gwrtac.org    </a>(Junho 2005). </P>     <p> Soil and Plant Analysis Council. 1999. <i>Soil Analysis. Handbook of Reference    Methods</i>. CRC Press LLC. 247 pp. </P>     <p> Sousa, M.B. &amp; Ramos, J.M.F. 1991. Características geológico-estruturais    e químico-mineralógicas das jazidas auríferas da região de Penedono-Tabuaço    (Viseu, Portugal. <i>Estudos, Notas e Trabalhos</i>, D.G.G.M., 33: 71-96. </P>     <p> Sparks, D.L. 1995. <i>Environmental Soil Chemistry</i>. Academic Press, New    York. 267pp. </P>     <p> Srivastava, P.C. &amp; Gupta, U.C. 1996. <i>Trace Elements in Crop Production</i>.    Science Publichers, Inc., USA. 356pp. </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> Walkley, A. &amp; Black, I.A. 1934. An examination of Degtjareff method for    determining soil organic matter and a proposed modification of the chromic acid    titration method. <i>Soil Science</i>, <b>37</b>: 29-38. </P>     <p>&nbsp;</P>     <p><Sup><a href="#top1">1</a> </Sup><a name="1"></a>Dep. Ciências do Ambiente,    Instituto Superior de Agronomia, UTL, Tapada da Ajuda, 1349-017 Lisboa, <a href="mailto:manuelaabreu@isa.utl.pt">manuelaabreu@isa.utl.pt</a></P>     <p><Sup><a href="#top2">2</a><a name="2"></a></Sup> Lab. de Mineralogia e Petrologia,    IST, UTL, Av. Rovisco Pais, 1049-001 Lisboa, <a href="mailto:mjmatias@mail.ist.utl.pt">mjmatias@mail.ist.utl.pt</a></P>     <p><Sup><a href="#top3">3</a> </Sup><a name="3"></a>CICECO, Dep. de Química, Universidade    de Aveiro, 3810-193 Aveiro, <a href="mailto:mclara@dq.ua.pt">mclara@dq.ua.pt</a></P>      ]]></body><back>
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