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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[A young ‘Lane Late’ orange orchard grafted on ‘Carrizo’ citrange was planted in 1999, in a Gleyic Podzol, located at Campina de Faro (Algarve), with the application of five N rates, applied through drip fertigation, in increasing levels throughout 3 years (N1 - 10, 15, 20; N2 -20, 30, 40; N3 - 40, 60, 80; N4 - 80, 120, 160; N5 - 160, 240, 320 g N per tree). Annually, in the beginning and in the end of each cultural cycle, soil samples were collected, in the wetted zone, for chemical characterization. The main objectives of the present work were to study the evolution of residual soil N and pH. Residual N in the soil was not significantly affected by N rates, decreasing gradually with the depth, as it was expected in such a sandy soil (96% of sand). Nitrogen was significantly affected by the sampling date, N rate and depth, particularly for nitric N, which decreased at the end of each winter, in consequence of the rainy season. Nitrate levels were significantly greater for the higher N rates, suggesting that such rates were excessive. In the end of the 1st year soil pH increased significantly, probably due to the continuous and localized supply of alkaline irrigation water, rich in HCO3-, Ca2+ and Mg2+. At the end of the 2nd and 3rd years, soil pH maintained identical value as for the initial soil pH, which can be explained by the increasing levels of acidifying fertilizer applied, as well as the acidifying solutions used to clean the irrigation pipes. As for the concentration of the remaining nutrients, although there were significant differences, the values determined in the soil samples were low or very low, not contributing to plant nutrition.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="center"><b>Evolução do N residual e do pH num Podzol da Campina de Faro,    por efeito da fertirrega gota-a-gota num pomar de jovens laranjeiras </b></p>     <p align="center"><b> Residual N and pH evolution in a Podzol from Campina de    Faro, as affected by drip fertigation in a young orange orchard </b></p>     <P align="center"> <a name="top1"></a>M.R. Menino<Sup><a href="#1">1</a></Sup>,    C. Carranca<Sup><a href="#1">1</a></Sup>, A. de Varennes<Sup><a href="#2">2</a></Sup><a name="top2"></a>,    J.C. Tomás<Sup><a href="#3">3</a></Sup><a name="top3"></a>, F.P. Pires<Sup><a href="#1">1</a></Sup>    &amp; A.V. Oliveira<Sup><a href="#1">1</a> </Sup></P>     <p align="center">&nbsp;</P>     <p align="center"> <b>RESUMO </b></p>     <p> Num pomar de jovens laranjeiras ‘Lane Late’ enxertadas em citrangeira ‘Carrizo’,    plantadas em Abril de 1999, num Podzol Hidromórfico, na Campina de Faro (Algarve),    foram ensaiados 5 níveis de N, aplicados por fertirrega gota-a-gota, em doses    crescentes ao longo de 3 anos (N1 - 10, 15, 20; N2 - 20, 30, 40; N3 - 40, 60,    80; N4 -80, 120, 160; N5 - 160, 240, 320 g N por árvore). Anualmente, no início    e fim de cada ciclo cultural, colheram-se amostras de terra na zona de humedecimento    dos gotejadores para caracterização química, apresentando- -se, neste trabalho,    uma apreciação da evolução dos teores de N residual e do pH do solo, na medida    da sua influência na disponibilidade dos nutrientes fornecidos à planta. O teor    de N “total” no solo não variou significativamente por efeito do tratamento    azotado, observando-se um decréscimo gradual com a profundidade, como seria    de esperar num solo arenoso (96% de areia). O teor de N mineral, variou significativamente    com a época de amostragem, nível de N aplicado e profundidade, em particular    para o N nítrico, em que se registaram decréscimos no final de cada Inverno,    em consequência do período das chuvas. O teor de nitratos foi significativamente    superior para os níveis mais elevados de aplicação de N, sugerindo que tais    doses terão sido excessivas. No final do 1º ano de ensaio, o pH do solo aumentou    significativamente, provavelmente devido ao fornecimento contínuo e localizado    de água de rega alcalina e com teores relativamente elevados de HCO3<Sup>-</Sup>,    Ca<Sup>2+</Sup> e Mg<Sup>2+</Sup>. No final do 2º e 3º anos, o valor do pH do    solo manteve-se idêntico ao inicial, o que poderá explicar-se pela aplicação    de doses mais elevadas de adubos acidificantes, bem como pela lavagem das tuba-gens    com soluções também acidificantes. No que se refere ao teor dos restantes nutrientes,    apesar de se terem registado diferenças significativas, os valores encontrados    foram sempre baixos ou muito baixos, não exercendo grande influência na nutrição    das plantas. </P>     <p>&nbsp;</P>     <p align="center"> <b>ABSTRACT </b></p>     <p> A young ‘Lane Late’ orange orchard grafted on ‘Carrizo’ citrange was planted    in 1999, in a Gleyic Podzol, located at Campina de Faro (Algarve), with the    application of five N rates, applied through drip fertigation, in increasing    levels throughout 3 years (N1 - 10, 15, 20; N2 -20, 30, 40; N3 - 40, 60, 80;    N4 - 80, 120, 160; N5 - 160, 240, 320 g N per tree). Annually, in the beginning    and in the end of each cultural cycle, soil samples were collected, in the wetted    zone, for chemical characterization. The main objectives of the present work    were to study the evolution of residual soil N and pH. </P>     <p> Residual N in the soil was not significantly affected by N rates, decreasing    gradually with the depth, as it was expected in such a sandy soil (96% of sand).    Nitrogen was significantly affected by the sampling date, N rate and depth,    particularly for nitric N, which decreased at the end of each winter, in consequence    of the rainy season. Nitrate levels were significantly greater for the higher    N rates, suggesting that such rates were excessive. In the end of the 1<Sup>st</Sup>    year soil pH increased significantly, probably due to the continuous and localized    supply of alkaline irrigation water, rich in HCO3<Sup>-</Sup>, Ca<Sup>2+</Sup>    and Mg<Sup>2+</Sup>. At the end of the 2<Sup>nd</Sup> and 3<Sup>rd</Sup> years,    soil pH maintained identical value as for the initial soil pH, which can be    explained by the increasing levels of acidifying fertilizer applied, as well    as the acidifying solutions used to clean the irrigation pipes. As for the concentration    of the remaining nutrients, although there were significant differences, the    values determined in the soil samples were low or very low, not contributing    to plant nutrition. </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</P>     <p>&nbsp;</P>     <p>Texto completo disponível apenas em PDF.</P>     <p>Full text only available in PDF format.</p>     <p>&nbsp;</P>     <p>&nbsp;</P>     <p align="center"> <b>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS </b></p>     <!-- ref --><p> Alva, A.K. &amp; Obreza, T.A. 1993. Variation in soil pH and calcium status    influenced by microsprinkler wetting pattern for young citrus trees. <i>HortScience</i>,    <b>28</b>: 1166-1167. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000020&pid=S0871-018X200700020002600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p> Cardoso, J.C. 1974. A classificação dos solos de Portugal. Nova versão. <i>Boletim    de Solos do SROA</i>, <b>17</b>: 14-46. </P>     <p> Carranca, C. 1999. Diagnóstico do estado nutritivo dos citrinos. Métodos de    recomendação da fertilização. <i>Agronomia Lusitana</i>, <b>46</b>: 1-9. </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> Davies, F.S. &amp; Albrigo, L.G. 1998. <i>Citrus</i>. CAB International, Great    Britain. </P>     <p> Fonseca, M.S. &amp; Marado, M.O.B. 1991. <i>Carta de Solos de Portugal. Enquadramento    das Unidades Taxonómicas da Classificação do C.N.R.O.A. na Legenda da F.A.O.    (1ª aproximação)</i>. MAPA, INIA, CNROA. Lisboa. </P>     <p> ISSS-ISRIC-FAO. 1998. <i>World Reference Base for Soil Resources</i>. World    Soil Resources Reports, 84, Rome. </P>     <p> Legaz, F., Serna, M.D., Ferrer, P., Cebolla, V. &amp; Primo-Millo, E. 1995.    <i>Análisis de Hojas, Suelos y Aguas para el Diagnóstico Nutricional de Plantaciones    de Cítricos. Procedimiento de Toma de Muestras. Consell. D’Agric. Pescas i Alimentació.    Fullets Divulgació</i>. Valencia, España. </P>     <p> LQARS (Laboratório Químico Agrícola Rebelo da Silva). 2000. <i>Manual de Fertilização    das Culturas</i>. MADRP, INIA, Lisboa. </P>     <p> Martins, J.C. &amp; Alvim, A.J.S. 1980. Caracterização hidro-pedológica dos    solos da Unidade de Experimentação do Patacão. <i>Pedologia</i>, <b>15</b>:    115-207. </P>     <p> Tomás, J.C. 2001. <i>Lixiviação de Nitratos em Fertirrega Localizada</i>.    Tese de Mestrado em Engenharia do Solo e da Água,Universidade de Évora, Évora.  </P>     <p> USSLS. 1954. <i>Diagnosis and Improvement of Saline and Alkali Soils</i>.    In Richards, L.A. (ed) Handbook <b>60</b>. USDA, Washington D.C. </P>     <p> Varennes, A. de. 2003. <i>Produtividade dos Solos e do Ambiente</i>. Escolar    Editora, Lisboa. </P>     <p>&nbsp;</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> <Sup><a name="1"></a><a href="#top1">1</a> </Sup>Estação Agronómica Nacional,    Av. da República, 2784-505 Oeiras, Tel.: 214403515; Fax: 214416011; E-mail:    <a href="mailto:reginamenino@hotmail.com">reginamenino@hotmail.com</a>; </P>     <p><Sup><a name="2"></a><a href="#top2">2</a></Sup>Instituto Superior de Agronomia,    Tapada da Ajuda, 1349-017 Lisboa</P>     <p><Sup><a name="3"></a><a href="#top3">3</a></Sup>Direcção Regional de Agricultura    do Algarve, Apartado 282, Patacão, 8000904 Faro </P>      ]]></body><back>
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