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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Produtores de tomate para indústria: suas organizações e práticas para a promoção da qualidade e do ambiente]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The Council Regulation (EC) Nº 2200/96 for processed tomato producer organisations (PO) and producer groups (PG), oriented their actions according to main objectives, like “improvement of product quality” and “promoting the use of cultivation practices, production techniques and environmentally sound waste-management practices in particular to protect the quality of water, soil and landscape and preserve and/or encourage biodiversity”. So, since the nineties, the processed tomato production has received subsidies to satisfy the exigencies of the Common Organization of the Market in terms of quality, safety and traceability of the production contracted with the industry. An enquiry to the PO and the PG was carried out with the goal to understand how the organized structures of processed tomato producers answer this challenge. The results show: a) the traceability is largely adopted; b) the increase of tomato‘s Brix degree and its control are not generalized; c) the extent of adherence to environmental practices is small. However, the results show that an important part of PO adhered to exigent and innovating rules.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <P align="center"><b>Produtores de tomate para indústria: suas organizações e    práticas para a promoção da qualidade e do ambiente<Sup><a href="#1">1</a></Sup>    <a name="top1"></a> </b></P>     <P align="center"><b>Processed tomato producers: their organisations and measures    to promote quality and environment</b></P>     <P align="center">Alexandra Pinto<Sup><a href="#2">2</a><a name="top2"></a></Sup>,    António Fragata<Sup><a href="#2">2</a></Sup><a name="top2"></a>, Vitor Martins<Sup><a href="#2">2</a><a name="top2"></a>    </Sup></P>     <P align="center">&nbsp;</P>     <P> RESUMO </P>     <P align="justify"> O Regulamento (CE) N.º 2200/96, que enquadra as organizações    (OP) e os agrupamentos de produtores (AP) de tomate de indústria, orienta as    suas acções em torno de grandes objectivos, entre os quais se contam a “melhoria    da qualidade dos produtos” e a “promoção de práticas de cultivo, técnicas de    produção e de gestão de resíduos respeitadoras do ambiente”. </P>     <P align="justify"> Assim, desde meados da década de noventa, a produção de tomate    para transformação recebe apoios para satisfazer as exigências da Organização    Comum de Mercado em termos de qualidade, de segurança e de rastreabilidade da    matéria-prima contratada com a indústria. </P>     <P align="justify" > A fim de melhor compreender como as estruturas organizativas    dos produtores de tomate para indústria procuram responder a estes desafios,    realizou-se um inquérito às OP e aos AP. </P>     <P align="justify" > No universo das OP e AP, os resultados encontrados revelam,    por um lado, que a rastreabilidade está largamente adoptada e, por outro lado,    que o aumento do grau Brix e o seu controlo estão longe de estar generalizados    e que as práticas respeitadoras do ambiente têm baixas taxas de adopção. Os    resultados, no entanto, revelam também a existência de uma fracção importante    de OP que se rege por regras exigentes e inovadoras. </P>     <P > <b>Palavras-chave</b>: produtores de tomate, organizações de produtores,    programas operacionais, promoção da qualidade e do ambiente. </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P >&nbsp;</P>     <P >&nbsp;</P>     <P > ABSTRACT </P>     <P align="justify" > The Council Regulation (EC) Nº 2200/96 for processed tomato    producer organisations (PO) and producer groups (PG), oriented their actions    according to main objectives, like “improvement of product quality” and “promoting    the use of cultivation practices, production techniques and environmentally    sound waste-management practices in particular to protect the quality of water,    soil and landscape and preserve and/or encourage biodiversity”. </P>     <P align="justify" > So, since the nineties, the processed tomato production has    received subsidies to satisfy the exigencies of the Common Organization of the    Market in terms of quality, safety and traceability of the production contracted    with the industry. </P>     <P align="justify" > An enquiry to the PO and the PG was carried out with the    goal to understand how the organized structures of processed tomato producers    answer this challenge. </P>     <P align="justify" > The results show: a) the traceability is largely adopted;    b) the increase of tomato‘s Brix degree and its control are not generalized;    c) the extent of adherence to environmental practices is small. However, the    results show that an important part of PO adhered to exigent and innovating    rules. </P>     <P > <b>Key-words</b>: tomato producers, producer organisations, operational programmes,    environmental and quality measures. </P>     <P >&nbsp;</P>     <P >Texto completo disponível apenas em PDF.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Full text only available in PDF format.</p>     <P>&nbsp; </P>     <P align="center" > <b>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS </b></P>     <P> CCE (2001) - Relatório da Comissão ao Conselho sobre o estado de implementação    do Regulamento (CE) nº 2200/96 que estabelece a organização comum de mercado    das frutas e produtos hortícolas. CEE, Bruxelas. </P>     <P > CCE (2004) - Rapport de la Comission au Conseil et au Parlement Européen    sur la simplification de l’organisation commune des marchés dans le secteur    des fruits et légumes. COM (2004) 549 final, Bruxelles. </P>     <P > CE (1996) - Regulamento (CE) nº 2200/96. Jornal Oficial nº L297 de 21/11/1996,    pp.0001-0028. CE (2003) - Regulamento (CE) nº 1432/2003. Jornal Oficial nº L203    de 12/08/2003, pp.0018-0034. </P>     <P >GPPAA (2004) - Histórico das OP’s de Tomate Industria. (Não publicado). </P>     <P >INE (2003) - Estatísticas Agro-Industriais 1999-2001. INE, Lisboa. INGA (2003)    -Evolução da ajuda paga às OP 19992002. (Não publicado). </P>     <!-- ref --><P > Pinto, A. &amp; Fragata, A. (2002) - Tomate e produtos transformados: traços    da situação e das tendências recentes do sector. Agronomia Lusitana 50 (3/4):    197-210. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000031&pid=S0871-018X200800010000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P > Tomato News (2000) - Le SIAL 2000: Révélateur des tendances de l’innovation.    Tomato News 12 (11). </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P >Tomato News (2002) - Nouveaux produits. Tomato News 14 (9). </P>     <P >Tomato News (2003) - Portugal: trade statistics. Tomato News October. </P>     <P >Tomato News (2004) - 2004 Season: AMITOM and enlarged Europe. Tomato News    16 (7/8). </P>     <P >&nbsp;</P>     <P align="justify" ><Sup><a href="#top1">1</a><a name="1"></a> </Sup>Este texto    é uma versão da comunicação apresentada ao II Congresso de Estudos Rurais “Periferias    e Espaços Rurais”, Angra do Heroísmo, Terceira, Açores, 29 Setembro a 3 de Outubro    2004 e foi financiado pelo Programa de Apoio à Reforma dos Laboratórios do Estado    (PARLE), Projecto B “Valorização da qualidade e promoção da segurança alimentar    e da preservação do ambiente na produção hortofrutícola”. </P>     <P > <Sup><a href="#top2">2</a></Sup><a name="2"></a> Departamento de Estatística    Experimental Economia e Sociologia Agrárias, Estação Agronómica Nacional, 2784-505    OEIRAS Portugal </P>     <P >&nbsp;</P>     <P >Recepção/Reception:2005.01.19 </P>     <P >Aceitação/Acception: 2007.05.09 </P>     <P >&nbsp;</P>     ]]></body>
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