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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The use of water with moderated salt content for irrigation under semi-arid conditions, especially on soils with low saturated hydraulic conductivity, can lead to an increase of the salt content of the soil and even to an increase of exchangeable Na. This is a possible scenario in the Alqueva irrigation program in the South of Portugal. The present study aims to evaluate the potential of direct drilling and soil mulching as a way to improve infiltration and reduce evaporation, in order to reduce salt accumulation during the summer and to improve leaching during the winter. The trial has been carried out on a Calcic Luvisols (FAO classification) under centre pivot irrigation. There were used two soil tillage treatments (direct drilling and traditional - chisel plow plus two disc arrows), two levels of water salinity (0.7 dS m-1 and 2 dS m-1) and two water regimes (100% and 70% of Etc). The experimental design is a split plot, with tillage as the reference treatment. After the second year the salinity in the top 0.20 m of the soil is lower under direct drilling (0.63 dS m-1) than under traditional tillage system (0.75 dS m-1). The differences between tillage treatments are more evident for the higher water regime. The lowest values of electric conductivity in soil solution at the end of two years, indicate that direct drilling together with cover crop, can be a useful tool in irrigation under semi-arid conditions, in soils with low values of hydraulic conductivity, even when using water with moderated electrical conductivity (EC).]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="CENTER"><b>Controlo da salinidade do solo com recurso à sementeira directa    </b></p>     <p align="CENTER"><b>Control of the soil salinity by using direct drilling </b></p>     <P align="CENTER">J. P. Mendes<Sup><a href="#1">1</a><a name="top1"></a> </Sup>&amp;    M.C. Carvalho<Sup><a href="#2">2</a><a name="top2"></a> </Sup></P>     <p>&nbsp;</p>     <p align="CENTER"><b>RESUMO </b></p>     <p>A introdução do regadio utilizando água com teores moderados de sais, em zonas    de clima semi-árido e em solos com má drenagem interna, conduz, a prazo, ao    inevitável aumento da salinidade do solo e, provavelmente, ao risco de alcalização    do mesmo. A maior parte das áreas de regadio, a beneficiar com as águas provenientes    do Alqueva, enquadram-se nesta circunstância. </P>     <p>No presente estudo, pretende-se averiguar se, o aumento da infiltrabilidade    do solo e a redução da evaporação directa, conseguida com uma elevada quantidade    de resíduos à superfície do solo provenientes de uma cultura de cobertura seguida    de s ementeira directa, possibilitam uma menor acumulação dos sais durante o    Verão e uma maior lavagem, dos mesmos, durante o Inverno. </P>     <p>Para testar a sementeira directa com cultura de cobertura, como tecnologia    para o controlo da salinidade, a longo prazo, em clima semi-árido e solos mal    drenados, instalou-se um ensaio no Alto Alentejo no perímetro de rega do Caia,    em Luvissolos Cálcicos (classificação FAO). O ensaio decorreu debaixo de uma    rampa rotativa e tem como tratamentos principais dois sistemas de preparação    do solo: sementeira directa sobre cultura de cobertura (SD); sistema convencional    (SC), subdividido em dois níveis de salinidade da água (0,7 dS m<Sup>-1 </Sup>e    2 dS m<Sup>-1</Sup>) e em dois regimes hídricos (100% e 70% da ETc do SC). O    regime hídrico mais baixo foi obtido por redução do diâmetro dos bicos dos aspersores    numa coroa circular da rampa rotativa e as diferentes qualidades da água foram    obtidas por aplicação de cloreto de sódio e de sulfato de magnésio à superfície    do solo como se se tratasse de um fertilizante de cobertura, sólido. </P>     <p>Ao fim do segundo ano de ensaio, os valores de salinidade da solução do solo    (1:2 em peso) nos primeiros 0,20 m são inferiores na sementeira directa (0,63    dS m<Sup>-1 </Sup>para a SD e 0,75 dS m<Sup>-1 </Sup>para o SC) e as diferenças    são mais acentuadas no regime hídrico mais elevado. </P>     <p>Os valores mais baixos de condutividade eléctrica da solução do solo ao fim    de dois anos são indicadores, de que, a sementeira directa, em conjunto com    uma cultura de cobertura, poderá ser uma ferramenta útil na prática de uma agricultura    de regadio sustentável, em clima semi-árido e em solos de baixa condutividade    hidráulica, mesmo utilizando águas de rega com condutividade eléctrica (CE)    moderada. </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="CENTER"><b>ABSTRACT </b></p>     <p>The use of water with moderated salt content for irrigation under semi-arid    conditions, especially on soils with low saturated hydraulic conductivity, can    lead to an increase of the salt content of the soil and even to an increase    of exchangeable Na. This is a possible scenario in the Alqueva irrigation program    in the South of Portugal. </P>     <p>The present study aims to evaluate the potential of direct drilling and soil    mulching as a way to improve infiltration and reduce evaporation, in order to    reduce salt accumulation during the summer and to improve leaching during the    winter. </P>     <p>The trial has been carried out on a Calcic Luvisols (FAO classification) under    centre pivot irrigation. There were used two soil tillage treatments (direct    drilling and traditional – chisel plow plus two disc arrows), two levels of    water salinity (0.7 dS m<Sup>-1 </Sup>and 2 dS m<Sup>-1</Sup>) and two water    regimes (100% and 70% of Etc). The experimental design is a split plot, with    tillage as the reference treatment. </P>     <p>After the second year the salinity in the top 0.20 m of the soil is lower under    direct drilling (0.63 dS m<Sup>-1</Sup>) than under traditional tillage system    (0.75 dS m<Sup>-1</Sup>). The differences between tillage treatments are more    evident for the higher water regime. </P>     <p>The lowest values of electric conductivity in soil solution at the end of two    years, indicate that direct drilling together with cover crop, can be a useful    tool in irrigation under semi-arid conditions, in soils with low values of hydraulic    conductivity, even when using water with moderated electrical conductivity (EC).  </P>     <p>&nbsp;</p>     <p>Texto completo disponível apenas em PDF.</p>     <p>Full text only available in PDF format.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="CENTER"><b>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS </b></p>     <p>Allen, R.G., Pereira, L.S., Raes, D. &amp; Smith, M. 1998. <i>Crop evapotranspiration--guidelines    for computing crop water requirements.</i> FAO Irrigation and Drainage-Paper    56, Rome, Italy. </P>     <p>Basch, G., Carvalho, M.J. &amp; Marques F. 1996. No-tillage -Its Potential    and Adoption in the Alentejo. <i>Proceedings do Congresso Nacional sobre Agricultura    de Conservacion.</i> Rentabilidad y Medio Ambiente, Córdoba, Espanha. </P>     <p>Mendes, J.P. 2007. Utilização de um modelo expedito no apoio à condução da    rega. <i>Anexo Em formato digital ao livro de resumos do II Congresso Nacional    de Rega e Drenagem</i>, pp. 96. Fundão. </P>     <!-- ref --><p>Nunes, J.M., Muñoz. A., Coelho, J. P., Dias, S., Garcia, A. &amp; López-Piñeiro,    A. 2006 Using a GIS for use and management of an irrigation area in the Spanish-Portuguese    border threatened by Desertification. <i>In</i> J.L. Rubio, D.A. Mouat &amp;    F. Pedrazzini (eds.) <i>Desertification in the Mediterranean Region. A Security    Issue.</i> W.G. Kepner, Springer Netherlands. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000028&pid=S0871-018X200900010003200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Sequeira, E.M., Gomes M.P., Silva, A.S., Silva, J.V., Martins, J.C., Gonçalves,    M.C., <i>et al.</i> 1995. <i>Estudo Integrado de Impacte Ambiental do Empreendimento    do Alqueva -Volume VII – Solos.</i> Porugal. </P>     <p>Yagüe, J.L., 1998. <i>Técnicas de Riego.</i> Mundi-prensa, Madrid, Espanha.  </P>     <p>&nbsp;</p>     <p><Sup><a href="#top1">1</a><a name="1"></a> </Sup>Escola Superior Agrária de    Elvas. Apartado 254 7350-903 Elvas, e-mail: <a href="mailto:jpm@esaelvas.pt">jpm@esaelvas.pt</a>;</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P><Sup><a href="#top2">2</a><a name="2"></a></Sup>Departamento de Fitotecnia,    Universidade de Évora. Largo dos Colegiais 2-7000 Évora, e-mail: <a href="mailto:mjc@uevora.pt">mjc@uevora.pt</a>  </P>      ]]></body><back>
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