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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Produtividade e viabilidade económica da cana-de-açúcar em diferentes sistemas de preparo do solo no centro-oeste do Brasil]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[We studied the effect of different tillage systems where soil analyzed the economic feasibility of manufacturing and technological attributes of sugar cane cultivated in an area formely with soybean in Rio Brilhante-MS, Brazil, considering the physical attributes of an Acrustox. The tillage systems were: conventional tillage (CTI, CTII and CTIII), subsoiling (S) and no-tillage (NT), forming a randomized complete block design, with five replicates, which were analyzed by F test (p < 0.05), followed by Tukey test (p < 0.05). Significant differences were found between treatments for variable bulk density and total porosity in layers 0.21 to 0.40 m depth. The yield and tiller number showed no significant differences, but looking at the implementation cost of each treatment, there was greater economic viability in the no-tillage (NT).]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Produtividade e viabilidade econ&oacute;mica da  cana-de-a&ccedil;&uacute;car em diferentes sistemas  de preparo do solo no centro-oeste do Brasil</b></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b>La&eacute;rcio Alves de Carvalho<sup>1</sup>, Carlos Antonio da Silva Junior<sup>2</sup>*, Walder Antonio Gomes de Albuquerque Nunes<sup>3</sup>, Ismael Meurer<sup>2</sup> e Walter Seraphin de Souza J&uacute;nior<sup>2</sup></b></p>      <p><sup>1</sup>Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Cidade Universit&aacute;ria de Dourados, Zona Rural, CEP 79804-970, Dourados, MS, Brasil.</p>      <p><sup>2*</sup>Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Unidade Universit&aacute;ria de Aquidauana, Zona Rural, CEP 79200-000, Aquidauana, MS, Brasil. E-mail: <a href="mailto:carlos-junior89@hotmail.com">carlos-junior89@hotmail.com</a>. Autor para correspond&ecirc;ncia.</p>      <p><sup>3</sup>Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu&aacute;ria (Embrapa Agropecu&aacute;ria Oeste), CP 661, CEP 79804-970, Dourados, MS, Brasil.</p>     <p>&nbsp;</p>       <p><b>RESUMO</b></p>      <p>Estudou-se o efeito de diferentes sistemas de preparos do solo onde foram analisadas a viabilidade econ&ocirc;mica na produ&ccedil;&atilde;o e atributos t&eacute;cnol&oacute;gicos da cana-de-a&ccedil;&uacute;car em &aacute;reas cultivadas anteriormente com soja no munic&iacute;pio de Rio Brilhante-MS, Brasil, considerando os atributos f&iacute;sicos de um Latossolo Vermelho distr&oacute;fico. Os sistemas de preparo utilizados foram: preparos convencionais (PCI, PCII e PCIII), subsolagem (S) e plantio direto (PD), formando um delineamento experimental em blocos inteiramente casualizados, com cinco repeti&ccedil;&otilde;es, que foram analisadas pelo teste F (p < 0,05), seguido pelo teste de Tukey (p < 0,05). Foram identificadas diferen&ccedil;as significativas entre os tratamentos para vari&aacute;vel densidade do solo e porosidade total nas camadas 0,21-0,40 m de profundidade. A produtividade e o n&uacute;mero de perfilhos n&atilde;o apresentaram diferen&ccedil;as significativas, por&eacute;m observando o custo de implanta&ccedil;&atilde;o de cada tratamento, constatou-se maior viabilidade econ&ocirc;mica no sistema de plantio direto (PD).</p>        <p><b>Palavras-chave:</b> Densidade do solo, plantio direto,<i> Saccharum </i>spp.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>      <p><b>Productivity and economic feasibility of sugar cane in different systems of tillage in west-central Brazil</b></p>      <p><b>ABSTRACT</b></p>      <p>We studied the effect of different tillage systems where soil analyzed the economic feasibility of manufacturing and technological attributes of sugar cane cultivated in an area formely with soybean in Rio Brilhante-MS, Brazil, considering the physical attributes of an Acrustox. The tillage systems were: conventional tillage (CTI, CTII and CTIII), subsoiling (S) and no-tillage (NT), forming a randomized complete block design, with five replicates, which were analyzed by F test (p < 0.05), followed by Tukey test (p < 0.05). Significant differences were found between treatments for variable bulk density and total porosity in layers 0.21 to 0.40 m depth. The yield and tiller number showed no significant differences, but looking at the implementation cost of each treatment, there was greater economic viability in the no-tillage (NT).</p>        <p><b>Keywords:</b>Bulk density, no-tillage, <i>Saccharum </i>spp.</p>       <p>&nbsp;</p>     <p><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></p>        <p>A cultura da cana-de-a&ccedil;&uacute;car (<i>Saccharum</i> spp.) possui grande import&acirc;ncia econ&ocirc;mica no Brasil, pois al&eacute;m de ser utilizada para a produ&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&uacute;car para o consumo interno e exporta&ccedil;&atilde;o, &eacute; utilizada tamb&eacute;m para a produ&ccedil;&atilde;o de &aacute;lcool, que representa uma alternativa como substituto de combust&iacute;ves derivados do petr&oacute;leo (Martins, 2004). A mesma tamb&eacute;m apresenta papel social e ambiental para o pa&iacute;s, caracterizando-se como a segunda cultura mais importante para o agroneg&oacute;cio brasileiro (Vitti e Mazza, 2002).</p>      <p>Para isso, o planejamento das atividades envolvidas diretamente com a cultura da cana-de-a&ccedil;&uacute;car, desde o plantio at&eacute; a colheita, &eacute; uma etapa muito importante na sua explora&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica, definindo uma s&eacute;rie de t&eacute;cnicas a serem adotadas, como, insumos, m&aacute;quinas, implementos, aduba&ccedil;&otilde;es e escolha de variedades (Silva Junior e Carvalho, 2010).</p>      <p>O Estado de Mato Grosso do Sul, com 34 munic&iacute;pios, obteve um acr&eacute;scimo em sua produ&ccedil;&atilde;o de cana-de-a&ccedil;&uacute;car, entre as safras 2008/09 e 2009/10, passando de 275,8 para 328,2 mil ha, com uma produtividade de 75.251 para 87.785 kg ha<sup>-1</sup>, respectivamente (Conab, 2009). Esse crescimento do setor sucroalcooleiro em Mato Grosso do Sul intensifica-se em &aacute;reas agr&iacute;colas de soja e pastagens degradadas. Perante esta nova realidade, surgem alguns questionamentos sobre os impactos no ambiente, a escolha de novas &aacute;reas para expans&atilde;o e o aumento da produtividade nas &aacute;reas existentes. Nesse aspecto, estudos sobre a viabilidade econ&ocirc;mica da cultura, no que se refere a custos de produ&ccedil;&atilde;o, principalmente de &aacute;reas que nunca produziram cana-de-a&ccedil;&uacute;car, ser&atilde;o fundamentais para tomada de decis&otilde;es sobre manejo a ser adotado. </p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O preparo de solo para implanta&ccedil;&atilde;o do canavial representa uma etapa crucial para a longevidade da cultura, considerando que este s&oacute; ser&aacute; revolvido novamente, ap&oacute;s o quinto ou sexto corte, conforme a variedade. Em &aacute;reas anteriormente cultivadas com gr&atilde;os (soja e milho), t&ecirc;m-se questionado a necessidade do preparo convencional, pois geralmente estes solos apresentam boa fertilidade e sem restri&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas. Algumas usinas do Estado t&ecirc;m optado pelo cultivo m&iacute;nimo, utilizando-se o subsolador, a fim de garantir a incorpora&ccedil;&atilde;o do calc&aacute;rio e gesso nas camadas mais profundas do perfil. No sistema de plantio mecanizado, as plantadoras fazem todo o plantio e aduba&ccedil;&atilde;o da cultura, nos sulcos de 0,40 m de profundidade, em linhas espa&ccedil;adas por 1,50 m. </p>      <p>Durante os 5 ou 6 ciclos da cultura, tratores e colhedoras movimentam-se em sua linha de plantio, principalmente quando a colheita &eacute; mecanizada, podendo causar compacta&ccedil;&atilde;o. Tal processo ocasiona mudan&ccedil;as nas propriedades f&iacute;sicas do solo, como a densidade do solo, decorrente da modifica&ccedil;&atilde;o da sua estrutura (Klein e Libardi, 2002), tamb&eacute;m afetando nas qualidades f&iacute;sico-h&iacute;dricas fundamentais, como porosidade, reten&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua, disponibilidade de &aacute;gua &agrave;s plantas e a resist&ecirc;ncia do solo &agrave; penetra&ccedil;&atilde;o (Tormena <i>et al</i>., 1998), resultando em decr&eacute;scimo na produtivi-dade.  </p>      <p>A resist&ecirc;ncia &agrave; penetra&ccedil;&atilde;o &eacute; um dos atributos f&iacute;sicos do solo que influenciam diretamente no crescimento das ra&iacute;zes e parte a&eacute;rea das plantas, sendo este atributo o que melhor representa as condi&ccedil;&otilde;es para o desenvolvimento da planta em fun&ccedil;&atilde;o da compacta&ccedil;&atilde;o do solo (Furlani <i>et al</i>., 2003).</p>      <p>Silva <i>et al</i>. (2004) afirmam que resist&ecirc;ncias &agrave; penetra&ccedil;&atilde;o em torno de 3,5 a 6,5 MPa, aparentemente, s&atilde;o as mais corretas para considerar que um solo est&aacute; com poss&iacute;veis problemas de impedimento mec&acirc;nico.</p>      <p>Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar a produtividade da cana-de-a&ccedil;&uacute;car num Latossolo Vermelho distr&oacute;fico, analisando os custos de produ&ccedil;&atilde;o dos diferentes sistemas de preparo do solo e as poss&iacute;veis altera&ccedil;&otilde;es nos atributos f&iacute;sicos, a fim de nortear, de forma sustent&aacute;vel e econ&ocirc;mica, a implanta&ccedil;&atilde;o da cana-de-a&ccedil;&uacute;car em &aacute;reas cultivadas anteriormente com soja e/ou milho no Estado de Mato Grosso do Sul, Brasil.</p>        <p>&nbsp;</p>     <p><b>MATERIAL E M&Eacute;TODOS</b></p>        <p>O experimento foi conduzido em &aacute;rea pertencente &agrave; Usina ETH Bioenergia S/A, no munic&iacute;pio de Rio Brilhante do Estado de Mato Grosso do Sul, Brasil, durante o ano agr&iacute;cola 2008/2009. A &aacute;rea experimental est&aacute; localizada nas coordenadas geogr&aacute;ficas de Latitude 21&ordm;50'S e Longitude 53&ordm;57'W &agrave; altitude m&eacute;dia de 312 m. O solo da &aacute;rea foi classificado como Latossolo Vermelho distr&oacute;fico, de textura m&eacute;dia (Embrapa, 2006) e de acordo com a <i>Soil Survey Staff</i> (1998) como um Latossolo. O clima predominante da regi&atilde;o &eacute; o Aw (Tropical de Savana), de acordo com a classifica&ccedil;&atilde;o de <i>K&ouml;ppen-Geiger</i>. Foi registrada durante o desenvolvimento da pesquisa uma precipita&ccedil;&atilde;o pluvial de 1300 mm (Figura 1) e temperaturas m&eacute;dias superiores a 27&ordm;C. Anteriormente a implanta&ccedil;&atilde;o do experimento, a &aacute;rea era explorada com a sucess&atilde;o milho-soja por um per&iacute;odo de dez anos. </p>       <p>&nbsp;</p> <img src="/img/revistas/rca/v34n1/34n1a18f1.jpg">     
<p><b>Figura 1 - </b>Varia&ccedil;&atilde;o   de pluviosidade m&eacute;dia mensal em Rio Brilhante, Estado de Mato Grosso do Sul, Brasil, no per&iacute;odo 2008-2009.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>         <p>O delineamento estat&iacute;stico foi em blocos casualizados, com cinco repeti&ccedil;&otilde;es, num total de 25 unidades experimentais. Cada unidade experimental foi constitu&iacute;da com &aacute;rea total de 10.000 m<sup>2</sup> e espa&ccedil;ada da seguinte por rua de 10 m de largura, onde cada uma possu&iacute;a uma &aacute;rea &uacute;til para realiza&ccedil;&atilde;o das amostragens de 200 m<sup>2</sup> (10 m x 20 m). No plantio utilizaram-se dois colmos de cana (colmo-semente) do cultivar SP81-3250, sendo colocadas 18 gemas por metro linear. Durante esta opera&ccedil;&atilde;o foi realizado o fornecimento de 500 kg ha<sup>-1</sup> da f&oacute;rmula NPK 05-15-30 no sulco de plantio.</p>      <p>Os tratamentos foram implantados em maio de 2008 e com aplica&ccedil;&atilde;o do herbicida glifosato para dessecar a soja e ervas infestantes remanescentes, seguido de cinco preparos de solo, identificados como: tr&ecirc;s tipos de preparos convencionais (PCI, PCII e PCIII), subsolagem (S) e plantio direto (PD). O PCI foi caracterizado pela utiliza&ccedil;&atilde;o de duas gradagens aradoras, uma subsolagem at&eacute; a profundidade de 0,45 m e uma gradagem niveladora; Para o PCII fez uso de desseca&ccedil;&atilde;o da cultura da soja, seguida de uma gradagem pesada a 0,20 m, adicionalmente a uma gradagem intermedi&aacute;ria, seguida de uma ara&ccedil;&atilde;o e gradagem niveladora para sistematiza&ccedil;&atilde;o do terreno; No PCIII foram utilizadas duas gradagens aradoras e uma gradagem niveladora; Para o quarto tratamento (S), o preparo do solo foi de apenas de uma subsolagem at&eacute; a profundidade de 0,45 m, seguida da abertura de sulco para semeadura do colmo semente; No tratamento (PD) controlaram-se as plantas infestantes com glifosato, e sem o revolvimento do solo, foram abertos os sulcos para posterior implanta&ccedil;&atilde;o da cultura. </p>      <p>A grade pesada utilizada neste estudo &eacute; constitu&iacute;da de 18 discos com 32" de di&acirc;metro, a interm&eacute;dia com 28 discos com di&acirc;metro de 28" e a niveladora com 52 discos de 18" de di&acirc;metro. O implemento subsolador, possu&iacute;a como caracter&iacute;stica 5 hastes, reto e sem asa.</p>      <p>Os atributos f&iacute;sicos do solo em cada tratamento foram avaliados em amostras de solo, coletadas no per&iacute;odo de fevereiro de 2009, com aux&iacute;lio de amostradores do tipo Uhland espec&iacute;ficos para amostras indeformadas de an&eacute;is volum&eacute;tricos (0,05m de di&acirc;metro e 0,05m de altura). As amostragens foram realizadas na &aacute;rea &uacute;til de cada parcela experimental, no sentido vertical, retirando-se uma amostra de 0-0,20 m e 0,21-0,40 m de profundidade em dois pontos aleat&oacute;rios por parcela.</p>      <p>As amostras foram envolvidas em papel de alum&iacute;nio e acondicionadas em geladeira, visando o m&iacute;nimo de altera&ccedil;&atilde;o estrutural e perda de &aacute;gua e em seguida foram secadas em estufa por 48 horas a uma temperatura de 105&ordm; C, at&eacute; massa constante. Depois de serem secadas e arrefecidas, foram pesadas, para obten&ccedil;&atilde;o dos valores necess&aacute;rios utilizados durante o c&aacute;lculo de densidade do solo (Ds) conforme Equa&ccedil;&atilde;o 1:</p>        <p><img src="/img/revistas/rca/v34n1/34n1a18e1.jpg"> <i>(1)</i></p>        
<p>onde: Ds = densidade do solo (Mg m<sup>-3</sup>); MS = massa do solo seco (Mg); V = volume do cilindro (m<sup>3</sup>).</p>     <p>&nbsp;</p>       <p>Para determina&ccedil;&atilde;o de umidade do solo (Equa&ccedil;&atilde;o 2), empregou-se o m&eacute;todo gravim&eacute;trico determinando-se tamb&eacute;m a massa do solo &uacute;mido, utilizando uma balan&ccedil;a anal&iacute;tica com precis&atilde;o de &plusmn;0,01 g. </p>           ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/rca/v34n1/34n1a18e2.jpg"> <i>(2)</i></p>        
<p>onde: &theta; = umidade do solo (m<sup>3</sup> m<sup>-3</sup>); MU = massa do solo &uacute;mido (g); MS = massa do solo seco (g).</p>     <p>&nbsp;</p>         <p>Para a vari&aacute;vel porosidade total do solo (PT), foi calculada conforme as Equa&ccedil;&otilde;es 3 e 4 (Libardi, 2005).</p>           <p><img src="/img/revistas/rca/v34n1/34n1a18e3.jpg"><i>(3)</i> </p>     
<p><img src="/img/revistas/rca/v34n1/34n1a18e4.jpg"> <i>(4)</i></p>     
<p>onde: Dp = densidade de part&iacute;culas do solo (Mg m<sup>-3</sup>); Mb = massa do bal&atilde;o vo-lum&eacute;trico (Mg); Mbs = massa do bal&atilde;o volum&eacute;trico contendo o solo (Mg); Va = volume de &aacute;lcool gasto para completar o volume do bal&atilde;o contendo o solo (ml);  PT = porosidade total (%); Ds = densidade do solo (Mg m<sup>-3</sup>).</p>     <p>&nbsp;</p>         <p>Adicionalmente foi realizado em campo, o teste de resist&ecirc;ncia mec&acirc;nica &agrave; penetra&ccedil;&atilde;o (RMP), utilizando o penetr&ocirc;metro de impacto agr&iacute;cola modelo IAA/Planalsucar, nas mesmas profundidades de solo, distanciados a 0,10 m do local onde foram realizadas as amostragens. Os valores de RMP foram calculados conforme Equa&ccedil;&atilde;o 5 (Stolf, 1991):</p>            <p><img src="/img/revistas/rca/v34n1/34n1a18e5.jpg"><i>(5)</i></p>       
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Sabendo que RMP &eacute; a resist&ecirc;ncia mec&acirc;nica do solo &agrave; penetra&ccedil;&atilde;o de ra&iacute;zes em MPa, N expressa o n&uacute;mero de impactos efetuados com o martelo do penetr&ocirc;metro para a obten&ccedil;&atilde;o da leitura, A e P s&atilde;o, respectivamente, as leituras antes e depois da realiza&ccedil;&atilde;o dos impactos em cm. </p>       <p>Ap&oacute;s 5 e 10 meses do plantio, foram realizadas coletas em cada parcela de uma linha de dois metros lineares da parte a&eacute;rea da cana-de-a&ccedil;&uacute;car, para avalia&ccedil;&atilde;o de perfilhos. No 13&ordm; m&ecirc;s ap&oacute;s o plantio foram realizadas as coletas e determina&ccedil;&otilde;es industriais dos materiais vegetais a fim de determinar as caracter&iacute;sticas biom&eacute;tricas da parte a&eacute;rea da cana-de-a&ccedil;&uacute;car. As caracter&iacute;sticas avaliadas foram: massa verde, massa seca, di&acirc;metro do colmo, toneladas de cana por hectare (TCH), s&oacute;lidos sol&uacute;veis totais (&ordm;Brix), a&ccedil;&uacute;cares polariz&aacute;veis da cana (PC), teor de fibra (Fibra) e a&ccedil;&uacute;cares totais recuperados (ATR). </p>      <p>A parte a&eacute;rea da planta foi separada em ponteiro, folha e colmo. O ponteiro foi constitu&iacute;do das folhas (zero e -1) e do cartucho. Para as folhas, (folha + bainha), foram consideradas as folhas secas e verdes at&eacute; a folha que apresentava o primeiro colarinho vis&iacute;vel. Ap&oacute;s a retirada do ponteiro e das folhas, o restante foi considerado como colmo (Rodrigues, 1995).</p>      <p>Ao s&eacute;timo m&ecirc;s ap&oacute;s o plantio, foi mensurado o di&acirc;metro do colmo, atrav&eacute;s de um paqu&iacute;metro com precis&atilde;o de 0,05 m, no terceiro entren&oacute; na dire&ccedil;&atilde;o raiz-&aacute;pice, onde foram selecionadas ao acaso dez canas por parcela, perfazendo um total de 250 mensura&ccedil;&otilde;es.</p>      <p>Os ponteiros, folhas e colmos, ap&oacute;s separados, foram pesados para determina&ccedil;&atilde;o da massa verde total. Em seguida, foram triturados em forrageira e retiradas subamostras para determinar a massa &uacute;mida. Para obten&ccedil;&atilde;o de massa seca, as subamostras foram submetidas &agrave; secagem em estufa de circula&ccedil;&atilde;o for&ccedil;ada de ar, a 65&ordm;C at&eacute; massa constante. Levando em considera&ccedil;&atilde;o a massa verde da planta e a umidade existente nas diferentes partes da planta, foi quantificada a produ&ccedil;&atilde;o de massa seca total. </p>      <p>Os dados obtidos das vari&aacute;veis de produ&ccedil;&atilde;o, dos atributos f&iacute;sicos do solo e da resist&ecirc;ncia mec&acirc;nica &agrave; penetra&ccedil;&atilde;o, foram submetidos &agrave; an&aacute;lise de vari&acirc;ncia, utilizando-se o programa estat&iacute;stico ASSISTAT (Silva e Azevedo, 2009), seguido pelo teste F (p<0,05) e as m&eacute;dias encontradas foram comparadas pelo teste de Tukey (p<0,05). </p>        <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESULTADOS E DISCUSS&Atilde;O</b></p>        <p>A avalia&ccedil;&atilde;o dos resultados obtidos para a densidade do solo nas profundidades de 0-0,20 e 0,21-0,40 m est&atilde;o descritos no Quadro 1. Os resultados da profundidade 0,21-0,40 m apresentaram modifica&ccedil;&otilde;es estatisticamente significativas para densidade, apresentando maiores valores para o PD e PCII, corroborando os resultados encontrados por Carvalho Filho <i>et al</i>. (2007). Os maiores valores de Ds devem-se ao menor revolvimento pelos implementos agr&iacute;colas, assim mantendo sua estrutura, que al&eacute;m de permanecerem imobilizadas, foram submetidas ao tr&aacute;fego de m&aacute;quinas.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>       <p><b><a name="q1"></a><a href="#topq1">Quadro 1</a> -</b> Densidade do solo nos diferentes tratamentos: preparos convencionais (PCI, PCII e PCIII), subsolagem (S) e plantio direto (PD).</p> <img src="/img/revistas/rca/v34n1/34n1a18q1.jpg">     
<p>&nbsp;</p>        <p>Na profundidade 0-0,20 m n&atilde;o foram identificadas diferen&ccedil;as estat&iacute;sticas (p<0,05) entre os preparos para a vari&aacute;vel densidade do solo. Estes resultados podem estar associados &agrave; mobiliza&ccedil;&atilde;o estrutural da superf&iacute;cie do solo ao implantar a cultura, aplicando a for&ccedil;a obtida pelos implementos, causando maiores n&iacute;veis de densidade em subsuperf&iacute;cie. Contudo a n&atilde;o signific&acirc;ncia nesta camada, indica assim mesmo uma tend&ecirc;ncia a maiores densidades nos sistemas PD, PCII e PCI, concordando assim com resultados mostrados por Tormena <i>et al</i>. (2004), onde o plantio direto obteve resultados elevados para densidade do solo quando comparado aos preparos convencional.</p>      <p>Considerando os valores obtidos das m&eacute;dias (Mg m<sup>-3</sup>), os sistemas de preparo do solo para a Ds na camada 0-0,20 m n&atilde;o diferiram estatisticamente, por&eacute;m considerando um menor valor de agregados e maior porosidade entre as part&iacute;culas, apresentando como conseq&uuml;&ecirc;ncia menor densidade. O PCIII resultou em menores valores para a densidade quando comparado aos demais preparos estudados. </p>      <p>O resultado obtido da avalia&ccedil;&atilde;o para a vari&aacute;vel porosidade total do solo (PT), para as profundidades 0-0,20 e 0,21-0,40 m, est&aacute; apresentado no Quadro 2. As descri&ccedil;&otilde;es dos resultados mostram signific&acirc;ncia para a camada do solo 0,21-0,40 m, onde o PD e PCII mostraram-se com menor percentagem de poros. A utiliza&ccedil;&atilde;o da subsolagem promoveu maiores valores para a vari&aacute;vel PT, demonstrando assim conformidade com o desimpedimento da compacta&ccedil;&atilde;o do solo por apresentar maior revolvimento.</p>     <p>&nbsp;</p>       <p><b><a name="q2"></a><a href="#topq2">Quadro 2</a> -</b> Porosidade Total nos    diferentes tratamentos: preparos convencionais (PCI, PCII e PCIII), subsolagem    (S) e plantio direto (PD).</p> <img src="/img/revistas/rca/v34n1/34n1a18q2.jpg">     
<p>&nbsp;</p>        <p>A mesma subsolagem utilizada no PCI, al&eacute;m da utiliza&ccedil;&atilde;o de gradagem niveladora, fez com que ocorresse a diminui&ccedil;&atilde;o da porosidade. O arado de aiveca utilizado no PCIII que tamb&eacute;m proporcionou grande revolvimento do solo obteve grande presen&ccedil;a de poros. Conforme Watanabe <i>et al</i>. (2001) os maiores valores de porosidade apresentados conforme o maior revolvimento do solo, por fato, d&aacute;-se a mobiliza&ccedil;&atilde;o do solo e tamb&eacute;m o n&uacute;mero total de poros dren&aacute;veis, dando melhores condi&ccedil;&otilde;es &agrave;s plantas em sua aera&ccedil;&atilde;o, obtendo maior disponibilidade h&iacute;drica e ao mesmo tempo nutricional, pela intera&ccedil;&atilde;o dos nutrientes com a solu&ccedil;&atilde;o do solo.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Para a camada 0-0,20 m de profundidade, n&atilde;o foi testada signific&acirc;ncia    entre os tratamentos para vari&aacute;vel PT, apresentando valores proporcionais    da profundidade 0,21-0,40 m, ocorrendo menor espa&ccedil;o poroso para o PD    e maior para o PCIII e S. Contata-se que os valores de PT (<a name="topq2"></a><a href="#q2">Quadro    2</a>), est&atilde;o intimamente ligados aos resultados encontrados para Ds,    obtendo maiores valores de densidade do solo quando h&aacute; menor quantidade    de espa&ccedil;o poroso, onde o mesmo foi verificado por Da Ros (1997). Tanto    para as profundidades 0-0,20 como 0,21-0,40 m, o sistema PD apresentou conformidade    nos resultados para Ds e PT (<a name="topq1"></a><a href="#q1">Quadro 1</a>    e <a href="#q2">2</a>), exibindo certa compacta&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o    aos demais sistemas de preparo, mostrando rela&ccedil;&atilde;o aos estudos    realizados por Stone e Silveira (2001).</p>      <p>O plantio direto apresentou maiores valores de Ds, menores de PT e resist&ecirc;ncia &agrave; penetra&ccedil;&atilde;o, igualando com resultados de Falleiro <i>et al</i>. (2003), onde obtiveram maiores valores para Ds em plantio direto e menores para os preparos convencionais onde se utilizou uma grade pesada discos e aiveca.</p>      <p>Conforme descrito pelo teste, h&aacute; diferen&ccedil;a quando se trata de plantio direto e subsolagem, tendo uma maior densidade do solo na camada 0,21-0,40 m de profundidade (<a name="topq1"></a><a href="#q1">Quadro 1</a>), mostrando assim, que o plantio direto apresenta uma diferen&ccedil;a significativa para mais perante aos tr&ecirc;s preparos convencionais e a subsolagem. </p>      <p>As condi&ccedil;&otilde;es de tr&aacute;fego de m&aacute;quinas que o solo foi submetido, apresentaram maiores valores de Ds e menores para PT, na profundidade 0,21-0,40 m, discordando de Narva&eacute;z (1998) e Tormena <i>et al</i>. (1998), que indicam resultados de maiores valores nas camadas superficiais, onde se concentram o tr&aacute;fego das m&aacute;quinas.</p>      <p>Araujo <i>et al</i>. (2004) onde comparam mata nativa e cultivo de cana-de-a&ccedil;&uacute;car num mesmo tipo de solo, obtiveram maiores valores de densidade em cultivo e menor quando n&atilde;o h&aacute; presen&ccedil;a de m&aacute;quinas e implementos, no caso da mata nativa. O mesmo foi obtido por Costa <i>et al</i>. (2003), onde afirmam que quando h&aacute; o uso de implementos agr&iacute;colas, independentemente do sistema de manejo adotado, se d&atilde;o altera&ccedil;&otilde;es na propriedades f&iacute;sicas do solo. </p>      <p>Conforme Tormena <i>et al</i>. (2002), ao avaliarem o preparo m&iacute;nimo, plantio direto e plantio convencional em Latossolo Vermelho distr&oacute;fico, constataram uma densidade significativa para a camada subsuperficial nos sistemas de preparo, principalmente pelo efeito do tr&aacute;fego excessivo de m&aacute;quinas agr&iacute;colas no plantio direto, onde os valores obtidos foram elevados, o mesmo acontecendo ao avaliarem porosidade do solo.</p>      <p>O resultado obtido pela avalia&ccedil;&atilde;o da umidade do solo (&theta;), para a profundidade 0-0,20 e 0,21-0,40 m, est&aacute; apresentado no Quadro 3. Observou-se que n&atilde;o houve signific&acirc;ncia dentre os tratamentos e profundidades, tendo como maior valor o PD, aumentando gradativamente conforme a profundidade. Isto indica que onde houve menor mobilidade do solo, como o PD, PCII e S, o meio ambiente adequou-se a um microclima mais est&aacute;vel, sendo a favor para a &theta;, estando em conformidade com Silva <i>et al</i>. (1986). Assim, pode-se afirmar que a &theta; n&atilde;o ocasionou interfer&ecirc;ncia na RMP no momento de sua determina&ccedil;&atilde;o, tendo um alto &iacute;ndice de confiabilidade a sua rela&ccedil;&atilde;o com o estado de compacta&ccedil;&atilde;o do solo.</p>     <p>&nbsp;</p>       <p><b>Quadro 3 -</b> Umidade do solo nos diferentes tratamentos: preparos convencionais (PCI, PCII e PCIII), subsolagem (S) e plantio direto (PD).</p> <img src="/img/revistas/rca/v34n1/34n1a18q3.jpg">     
<p>&nbsp;</p>        ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O resultado da avalia&ccedil;&atilde;o de resist&ecirc;ncia mec&acirc;nica &agrave; penetra&ccedil;&atilde;o est&aacute; apresentado na Figura 2. No tratamento PD, a RMP foi superior em rela&ccedil;&atilde;o aos demais tratamentos na profundidade de 0-0,20 m. Os valores de RMP ao longo do perfil refletiram varia&ccedil;&atilde;o de 2,91 a 7,78 MPa, que para Arshad <i>et al</i>. (1996), estes valores est&atilde;o entre as classes alta e muito alta. Os maiores valores de resist&ecirc;ncia &agrave; penetra&ccedil;&atilde;o est&atilde;o compreendidos na profundidade 0,21-0,40 m, onde foram constatados no PCIII e PD. Valores de RMP acima de 2,5 MPa, come&ccedil;am a restringir o crescimento radicular das culturas (Camargo e Alleoni, 1997; Merotto e Mundstock, 1999). Para Sene <i>et al</i>. (1985), consideram para solos arenosos a restri&ccedil;&atilde;o quando os valores variam de 6,0 a 7,0 MPa. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f2"></a></p>  <img src="/img/revistas/rca/v34n1/34n1a18f2.jpg">     
<p><b><a href="#topf2">Figura 2</a> - </b>Resist&ecirc;ncia do solo &agrave; penetra&ccedil;&atilde;o    na amostragem realizado nos diferentes tratamentos: preparos convencionais (PCI,    PCII e PCIII), subsolagem (S) e plantio direto (PD). As barras indicam os valores    do erro padr&atilde;o da m&eacute;dia e sua sobreposi&ccedil;&atilde;o denota    a aus&ecirc;ncia de diferen&ccedil;as entre as m&eacute;dias dos tratamentos.</p>     <p>&nbsp;</p>      <p>No plantio direto, apesar de n&atilde;o haver o revolvimento do solo e apresentar camadas com maiores densidades, principalmente na camada 0,21-0,40 m (Figura 2), n&atilde;o significa comprometimento na produ&ccedil;&atilde;o, pelo fato de haver pouca mobiliza&ccedil;&atilde;o. Assim, tendo um ac&uacute;mulo de res&iacute;duos em sua superf&iacute;cie, induzindo a maior quantidade de mat&eacute;ria org&acirc;nica, recuperando a estrutura e distribui&ccedil;&atilde;o de poros (Bayer e Mielniczuk, 1997). Isto p&ocirc;de ser comprovado com o resultado do n&uacute;mero de perfilhos e da produ&ccedil;&atilde;o de colmos (Quadro 4), os quais n&atilde;o obtiveram influ&ecirc;ncias pelos sistemas de preparo do solo em nenhum dos meses estudados.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><a name="topq4"></a><a href="#q4">Quadro 4</a> -</b> Produtividade da cana-planta em diferentes &eacute;pocas e custos dos sistemas, preparos convencionais (PCI, PCII e PCIII), subsolagem (S) e plantio direto (PD).</p> <img src="/img/revistas/rca/v34n1/34n1a18q4.jpg">     
<p>&nbsp;</p>      <p>Os resultados obtidos na massa verde e seca, n&atilde;o apresentaram signific&acirc;ncia (p<0,05) para os 10 e 13 meses ap&oacute;s o plantio. Estes resultados podem ter sido influenciados pelo excesso de chuva ocorrido no final de 2008 e no ano agr&iacute;cola de 2009, resultando no armazenamento de &aacute;gua no ciclo final da cultura e inexist&ecirc;ncia de d&eacute;ficit h&iacute;drico. </p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Ao realizar o teste de m&eacute;dias de resist&ecirc;ncia mec&acirc;nica &agrave;    penetra&ccedil;&atilde;o (<a name="topf2"></a><a href="#f2">Figura 2</a>), os    resultados mant&ecirc;m-se quando analisadas as camadas 0-0,20 m e 0,21-0,40    m, pelo fato do plantio direto n&atilde;o penetrar em camadas mais profundas,    onde somente o preparo convencional consegue realizar um revolvimento consider&aacute;vel    dessa camada.</p>      <p>Para Wutke <i>et al</i>. (2000), que indicam o efeito da escarifica&ccedil;&atilde;o na redu&ccedil;&atilde;o da densidade do solo e consequentemente na resist&ecirc;ncia &agrave; penetra&ccedil;&atilde;o, mostram que ao trabalhar com plantio direto, obt&eacute;m-se valores mais elevados pelo revolvimento parcial do solo, concordando com resultados estudados por Tormena <i>et al</i>. (2002). J&aacute; Souza e Alves (2003), ao avaliaram um mesmo Latossolo Vermelho de cerrado, obtiveram menores valores de resist&ecirc;ncia a penetra&ccedil;&atilde;o em cultivo m&iacute;nimo.</p>      <p>Estudos realizados em &aacute;reas de cana-de-a&ccedil;&uacute;car por Carvalho <i>et al</i>. (2008), obtiveram resist&ecirc;ncia &agrave; penetra&ccedil;&atilde;o em superf&iacute;cie de at&eacute; 6 MPa e conforme o aumento da profundidade, os resultados chegaram a 8 MPa.</p>      <p>De acordo com a <a href="#f2">Figura 2</a>, o plantio direto quando comparado    aos demais preparos, possui uma maior resist&ecirc;ncia &agrave; penetra&ccedil;&atilde;o,    onde valores de menor resist&ecirc;ncia foram apresentados no preparo convencional,    igualando aos valores obtidos por Camilotti <i>et al</i>. (2005).</p>      <p>O aumento da Ds e diminui&ccedil;&atilde;o da porosidade e consequentemente no aumento da resist&ecirc;ncia &agrave; penetra&ccedil;&atilde;o manifesta-se similarmente em todos os sistemas de preparo, onde Cavalieri <i>et al</i>. (2006) constataram que em preparo sem revolvimento do solo, preparo m&iacute;nimo e preparo convencional, obteve um aumento crescente na ordem destes preparos para densidade, resist&ecirc;ncia &agrave; penetra&ccedil;&atilde;o e umidade do solo.</p>      <p>N&atilde;o foram obtidos resultados para as vari&aacute;veis, massa seca e produtividade de colmo para o quinto m&ecirc;s ap&oacute;s o plantio, pois a cultura estava em pleno desenvolvimento, apresentando apenas a massa verde (palmito), onde apresentaram signific&acirc;ncia entre os sistemas de preparo, com maior peso para o tratamento PD, S e PCI. A produ&ccedil;&atilde;o de colmos obtido do d&eacute;cimo ao d&eacute;cimo terceiro m&ecirc;s obteve um aumento para os tratamentos PCI, PCII e PD, variando de 8,93 a 43,4 t ha<sup>-1</sup>. </p>      <p>Com rela&ccedil;&atilde;o ao tratamento PCI e PCII, o primeiro foi superior em produtividade, obtendo-se 2,01 t ha<sup>-1</sup>, com a diferen&ccedil;a de custo, sendo a menor de 113,86 reais ha<sup>-1</sup>. Mesmo n&atilde;o apresentando diferen&ccedil;as significativas de produtividade entre os tratamentos, observa-se no <a name="q4"></a><a href="#topq4">Quadro 4</a>, uma produtividade superior nos tratamentos PCI e PD, 156,99 e 146,20 t ha<sup>-1</sup> respectivamente, com menor custo de produ&ccedil;&atilde;o para o PD. </p>       <p>Esse fato demonstra que a cana-de-a&ccedil;&uacute;car pode ser plantada em sistema de plantio direto em &aacute;reas anteriormente cultivadas com soja, principalmente em fun&ccedil;&atilde;o da estrutura&ccedil;&atilde;o do solo que permite o armazenamento de &aacute;gua de forma eficiente em seus agregados. O revolvimento do solo, aliado ao maior custo de produ&ccedil;&atilde;o dos outros sistemas de preparo, podem comprometer a longevidade do canavial, principalmente em &eacute;pocas de d&eacute;ficit h&iacute;drico.</p>      <p>Em rela&ccedil;&atilde;o aos aspectos tecnol&oacute;gicos da cana-de-a&ccedil;&uacute;car em fun&ccedil;&atilde;o dos diferentes sistemas de preparo do solo, di&acirc;metro de colmo e custos, est&atilde;o apresentados no Quadro 5. Foram observadas signific&acirc;ncia (p<0,05) apenas para PC, ATR e di&acirc;metro de colmo.</p>     <p>&nbsp;</p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b><a name="q5"></a><a href="#topq5">Quadro 5</a> -</b> Par&acirc;metros relacionados    &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica da produ&ccedil;&atilde;o    da cana-de-a&ccedil;&uacute;car em rela&ccedil;&atilde;o a diferentes preparos    de solo, bem como o di&acirc;metro do colmo e os custos de implanta&ccedil;&atilde;o.</p> <img src="/img/revistas/rca/v34n1/34n1a18q5.jpg">     
<p>&nbsp;</p>      <p>Das vari&aacute;veis estudadas, &ordm;Brix, PC, Fibra e ATR, est&atilde;o entre as mais importantes para a ind&uacute;stria sucroalcooleira, pois est&atilde;o diretamente relacionadas com a quantidade de mat&eacute;ria prima produzida pela lavoura e dispon&iacute;vel para a transforma&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&uacute;car ou &aacute;lcool.</p>      <p>Os teores de &ordm;Brix mostraram-se est&aacute;veis nos sistemas de preparo do solo. Na cana-planta, os valores de fibra apresentaram-se na m&eacute;dia de 10,77%, permanecendo na faixa ideal (8-16%) para Bernardes e C&acirc;mara (2001) e pouco abaixo (11-16%) conforme descrito por C&oacute; J&uacute;nior <i>et al</i>. (2008). J&aacute; para ATR o maior valor foi obtido no PCII, sendo superior ao PD em 13,86 kg t<sup>-1</sup>.</p>      <p>Avaliando-se o di&acirc;metro de colmo oferecido pelo plantio direto relacionado    ao seu custo, mostra-se vi&aacute;vel sua utiliza&ccedil;&atilde;o, pelo fato    dos tratamentos PCII, PCI, S e PCIII, respectivamente, apresentarem custos superiores    e m&iacute;nima altera&ccedil;&atilde;o no di&acirc;metro do colmo (<a name="topq5"></a><a href="#q5">Quadro    5</a>). Resultados obtidos por Duarte J&uacute;nior <i>et al</i>. (2008), apresentam    superioridade de at&eacute; 37% no di&acirc;metro do colmo e de produtividade,    quando utilizado o plantio direto em rela&ccedil;&atilde;o ao preparo convencional.</p>      <p>Mesmo n&atilde;o diferindo entre si na camada de 0-0,20 m, percebe-se no <a href="#q5">Quadro    5</a> uma grande discrep&acirc;ncia dos custos de opera&ccedil;&atilde;o de    cada tratamento. Esses valores s&atilde;o fundamentais para uma tomada de decis&atilde;o    e escolha do tratamento para novas &aacute;reas, considerando que as usinas    de cana-de-a&ccedil;&uacute;car tendem a expans&atilde;o em &aacute;reas de    pastagem ou de antigas lavouras. O custo das opera&ccedil;&otilde;es analisado    de forma conjunta com os outros atributos do solo servir&aacute; de instrumento    para as usinas, pois relaciona poss&iacute;veis impactos ambientais com custo    de produ&ccedil;&atilde;o da cana sacarina.</p>      <p>&nbsp;</p>          <p><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></p>        <p>1. O sistema de plantio direto (PD) propiciou menores valores de PT e maiores valores de Ds e RMP para as duas camadas estudadas;</p>      <p>2. Levando em considera&ccedil;&atilde;o a produtividade da cana-de-a&ccedil;&uacute;car e os custos de cada sistema de preparo, os tratamentos PCI e PD, mostraram-se t&eacute;cnica e economicamente vi&aacute;veis, quando comparado aos demais preparos do solo, principalmente quando comparado ao PCII.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>         <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</b></p>        <!-- ref --><p>Araujo, M.A.; Tormena, C.A. e Silva, A.P. (2004) - Propriedades f&iacute;sicas de um Latossolo Vermelho distr&oacute;fico cultivado e sob mata nativa. <i>Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncia do Solo</i>, 28, 2: 337-345.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0871-018X201100010001800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Arshad, M.A.; Lowery, B. e Grossman, B. (1996) - Physical tests for monitoring soil quality. <i>In</i>: Doran, J.W. e Jones, A.J. (Ed.) - <i>Methods for assessing soil quality</i>. Madison, Soil Science Society of America, p. 123-141. (SSSA Special Publication, 49). &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S0871-018X201100010001800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bayer, C. e Mielniczuk, J. (1997) - Caracter&iacute;sticas qu&iacute;micas do solo afetadas por m&eacute;todos de preparo e sistemas de culturas. <i>Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncia do Solo</i>, 21, 1: 105-112.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0871-018X201100010001800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bernardes, M.S. e C&acirc;mara, G.M.S. (2001) - <i>Cultura da cana-de-a&ccedil;&uacute;car</i>. Piracicaba, ESALQ, Dep. Produ&ccedil;&atilde;o Vegetal, 20 p.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S0871-018X201100010001800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Camargo, O.A. e Alleoni, L.R.F. (1997) - <i>Compacta&ccedil;&atilde;o do solo e o desenvolvimento das plantas</i>. Piracicaba, ESALQ, 132 p.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0871-018X201100010001800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Camilotti, F.; Andrioli, I.; Dias, F.L.F.; Casagrande, A.A.; Silva, A.R.;  Mutton, M.A. e Centurion, J.F. (2005) - Efeito prolongado de sistemas de preparo do solo com e sem cultivo de soqueira de cana crua em algumas propriedades f&iacute;sicas do solo. <i>Engenharia Agr&iacute;cola</i>,25, 1: 189-198.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S0871-018X201100010001800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Carvalho Filho, A.; Silveira, M.E.G.; Silva, R.P.; Cortez, J.W. e Carvalho, L.C.C. (2007) - Efeitos de sistemas de preparo nas propriedades f&iacute;sicas de um Latossolo Vermelho acrif&eacute;rrico cultivado com milho. <i>Scientia Agraria Paranaensis</i>, 6, 1/2: 31-39.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0871-018X201100010001800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Carvalho, L.A.; Neto, V.J.M.; Silva, L.F.; Pereira, J.G.; Nunes, W.A.G.A.e Chaves, C.H.C. (2008) - Resist&ecirc;ncia mec&acirc;nica do solo &agrave; penetra&ccedil;&atilde;o (RMP) sob cultivo de cana-de-a&ccedil;&uacute;car, no munic&iacute;pio de Rio Brilhante-MS. <i>Revista Agrarian</i>, 1, 2: 7-22. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S0871-018X201100010001800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cavalieri, K.M.V.; Tormena, C.A.; Vidigal Filho, P.S.; Gon&ccedil;alves, A.C.A. e Costa, A.C.S. (2006) - Efeitos de sistemas de preparo nas propriedades f&iacute;sicas de um Latossolo Vermelho distr&oacute;fico. <i>Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncia do Solo</i>, 30, 1:137-147&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S0871-018X201100010001800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>C&oacute; J&uacute;nior, C.; Marques, M.O. e Tasso J&uacute;nior, L.C. (2008) - Efeito residual de quatro aplica&ccedil;&otilde;es anuais de lodo de esgoto e vinha&ccedil;a na qualidade tecnol&oacute;gica da cana-de-a&ccedil;&uacute;car. <i>Engenharia Agr&iacute;cola</i>, 28, 1: 196-203.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S0871-018X201100010001800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Conab &ndash; Companhia Nacional de Abastecimento (2009) - <i>Acompanhamento de safra brasileira: cana-de-a&ccedil;&uacute;car, terceiro levantamento, dezembro/2009</i>. Conab, Bras&iacute;lia. </p>      <!-- ref --><p>Costa, F.S.; Albuquerque, J.A.; Bayer, C.; Fontoura, S.M.V. e Wobeto, C. (2003) - Propriedades f&iacute;sicas de um Latossolo Bruno afetadas pelos sistemas plantio direto e preparo convencional. <i>Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncia do Solo</i>, 27, 3: 527-535.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S0871-018X201100010001800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Da Ros, C.O. (1997) - Manejo do solo a partir de campo nativo: efeito sobre a forma e estabilidade da estrutura ao final de cinco anos. <i>Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncia do Solo</i>,21, 2: 241-247.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S0871-018X201100010001800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Duarte J&uacute;nior, J.B. e Coelho, F.C. (2008) - A cana-de-a&ccedil;&uacute;car em sistema de plantio direto comparado ao sistema convencional com e sem aduba&ccedil;&atilde;o. <i>Revista Brasileira de Engenharia Agr&iacute;cola e Ambiental</i>, 12, 6: 576-583.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S0871-018X201100010001800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Embrapa (2006). <i>Sistema brasileiro de classifica&ccedil;&atilde;o de solos</i>. (2&ordf; ed.). Embrapa/CNPS, Rio de Janeiro, 306 p.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S0871-018X201100010001800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Falleiro, R.M.; Souza, C.M.; Silva, C.S.W.; Sediyama, C.S.; Silva, A.A. e Fagundes, J.L. (2003) - Influ&ecirc;ncia dos sistemas de preparo nas propriedades qu&iacute;micas e f&iacute;sicas do solo. <i>Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncia do Solo</i>, 27, 6: 1097-1104.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S0871-018X201100010001800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Furlani, C.E.A.; Gamero, C.A.; Levien, R. e Lopes, A. (2003) - Resist&ecirc;ncia do solo &agrave; penetra&ccedil;&atilde;o em preparo convencional, escarifica&ccedil;&atilde;o e semeadura direta em diferentes manejos da cobertura vegetal. <i>Engenharia Agr&iacute;cola</i>, 23, 3: 579-587.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S0871-018X201100010001800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Klein, V.A. e Libardi, P.L. (2002) - Densidade e distribui&ccedil;&atilde;o do di&acirc;metro dos poros de um Latossolo Vermelho, sob diferentes sistemas de uso e manejo. <i>Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncia do Solo</i>, 26, 4: 857-67.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S0871-018X201100010001800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Libardi, P.L. (2005) - <i>Din&acirc;mica da &aacute;gua no solo</i>. S&atilde;o Paulo, EDUSP, 335 p.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S0871-018X201100010001800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Martins, N.G.S. (2004) - <i>Os fosfatos na cana-de-a&ccedil;&uacute;car</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Piracicaba, Universidade de S&atilde;o Paulo, Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz", 87 p.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S0871-018X201100010001800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Merotto, A. e Mundstock, C.M. (1999) - Wheat root growth as affected by soil strength. <i>Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncia do Solo</i>, 23, 1: 197-202.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S0871-018X201100010001800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Narv&aacute;ez, A.R.L. (1998) - <i>Efeitos de sistemas de preparo sobre propriedades f&iacute;sicas e qu&iacute;micas do solo e nas culturas de algod&atilde;o, sorgo e amendoim cultivados em Regossolo e Solonetz</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Jaboticabal, Faculdade de Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias e Veterin&aacute;rias, Universidade Estadual Paulista, 165 p.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S0871-018X201100010001800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Rodrigues, J.D. (1995) - <i>Fisiologia da cana-de-a&ccedil;&uacute;car</i><b>.</b> Botucatu, Instituto de Bioci&ecirc;ncias. 69 p.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S0871-018X201100010001800023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sene, M.; Vepraskas, M.J.; Naderman, G.C. e Denton, H.P. (1985) - Relationships of soil texture and structure to corn yield response to subsoiling<i>. Soil Science American Journal</i>, 49, 1: 422-427.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S0871-018X201100010001800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silva Junior, C.A. e Carvalho, L.A. (2010) - Altera&ccedil;&otilde;es nos atributos f&iacute;sicos do solo relacionados a diferentes m&eacute;todos de preparo no plantio da cana-de-a&ccedil;&uacute;car. <i>Revista Alcoolbr&aacute;s</i>, 129, 1: 42-45.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S0871-018X201100010001800025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silva, A.P.; Libardi, P.L. e Camargo, O.A. (1986) - Influ&ecirc;ncia da compacta&ccedil;&atilde;o nas propriedades f&iacute;sicas de dois Latossolos. <i>Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncia do Solo,</i> 10, 2: 91-95.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S0871-018X201100010001800026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silva, F.A.S.E. e Azevedo, C.A.V. (2009) - Principal Components Analysis in the Software Assistat-Statistical Attendance. <i>In</i>: <i>World Congress on Computers in Agriculture</i>, 7, Reno-NV-USA: American Society of Agricultural and Biological Engineers.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S0871-018X201100010001800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silva, R.B.; Dias J&uacute;nior, M.S.; Santos, F.L. e Franz, C.A.B. (2004) - Resist&ecirc;ncia ao cisalhamento de um Latossolo sob diferentes usos e manejos. <i>Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncia do Solo</i>, 29, 1: 165-173.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S0871-018X201100010001800028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Soil Survey Staff (SSS) (1998) - <i>Keys to soil Taxonomy</i>. Washington, DC, USDA, 326 p.</p>      <!-- ref --><p>Souza, Z.M. e Alves, M.C. (2003) - Movimento de &aacute;gua e resist&ecirc;ncia &agrave; penetra&ccedil;&atilde;o em um Latossolo Vermelho distr&oacute;fico de cerrado, sob diferentes usos e manejos. <i>Revista Brasileira de Engenharia Agr&iacute;cola e Ambiental</i>, 7, 1: 18-23.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S0871-018X201100010001800030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Stolf, R. (1991) - Teoria e teste experimental de f&oacute;rmulas de transforma&ccedil;&atilde;o dos dados de penetr&ocirc;metro de impacto em resist&ecirc;ncia do solo. <i>Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncia do Solo</i>, 15: 229-35.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S0871-018X201100010001800031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Stone, L.F. e Silveira, P.M. (2001) - Efeitos do sistema de preparo e da rota&ccedil;&atilde;o de culturas na porosidade e densidade do solo. <i>Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncia do Solo</i>, 25, 2: 395-401.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S0871-018X201100010001800032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Tormena, C.A.; Roloff, G. e S&aacute;, J.C.M. (1998) - Propriedades f&iacute;sicas do solo sob plantio direto influenciado por calagem, preparo inicial e tr&aacute;fego. <i>Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncia do Solo</i>, 22, 2: 301-309. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S0871-018X201100010001800033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Tormena, C.A.; Barbosa, M.C.; Costa, A.C.S. e Gon&ccedil;alves, A.C.A. (2002) - Densidade, porosidade e resist&ecirc;ncia &agrave; penetra&ccedil;&atilde;o em Latossolo vermelho distr&oacute;fico sob diferentes sistemas de preparo do solo. <i>Scientia Agricola</i>, 59, 4: 795-801.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S0871-018X201100010001800034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Tormena, C.A.; Vidigal Filho, P.S.; Gon&ccedil;alves, A.C.A.; Ara&uacute;jo, M.A. e Pintro, J.C. (2004) - Influ&ecirc;ncia de diferentes sistemas de preparo do solo nas propriedades f&iacute;sicas de um Latossolo Vermelho distr&oacute;fico. <i>Revista Brasileira de Engenharia Agr&iacute;cola e Ambiental</i>, 8, 1: 65-71.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S0871-018X201100010001800035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Vitti, G.C. e Mazza, J.A. (2002) - Planejamento, estrat&eacute;gias de manejo e nutri&ccedil;&atilde;o da cultura de cana-de-a&ccedil;&uacute;car. <i>Informa&ccedil;&otilde;es Agron&oacute;micas</i>,97: 1-16.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S0871-018X201100010001800036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Watanabe, S.H. (2001) - <i>Caracteriza&ccedil;&atilde;o da qualidade f&iacute;sica de um Latossolo Vermelho distr&oacute;fico sob diferentes sistemas de preparo</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, Maring&aacute;, Universidade Estadual de Maring&aacute;, 69 p.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S0871-018X201100010001800037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Wutke, E.B.; Arruda, F.B.; Fancelli, A.L.; Pereira, J.C.V.N.A.; Sakai, E.; Fujiwara, M. e Ambrosano, G.M.B. 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