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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study was to evaluate the antioxidant enzymes activity (catalase, peroxidase and superoxide dismutase) and the concentrations of As, Cu, Pb and Zn in leaves from two populations of Cistus ladanifer growing on soils non-contaminated with trace elements (Caldeirco and Pomarco), but with different climatic conditions and in two different seasons (spring and summer). In both areas, total and available concentrations (DTPA extraction) of trace elements in soils were low. The distribution of elements for young and mature leaves was similar between areas and seasons. The enzyme activities varied with the plant population. Leaves collected in the two seasons, except young leaves from Pomarco collected in summer, showed enzymatic activity in the soluble and ionic fractions. Comparing the seasons and sampling areas, C. ladanifer enzymatic activities represent a tolerance mechanism to different stress factors (UV radiation, high air temperature in summer, drought, low-medium fertility in soils, trace element concentrations in soil), giving it a high plasticity.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Actividades enzim&aacute;ticas antioxidativas em <em>Cistus Ladanifer</em> L. provenientes de &aacute;reas n&atilde;o contaminadas em elementos vestigiais</b></font></p>      <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     <p><font face="verdana" size="2"><b>Erika Santos<sup>1,2</sup>, M&ordf; Manuela Abreu<sup>2</sup>, Jorge Saraiva<sup>3</sup> e Cristina Nabais<sup>4</sup></b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><sup>&nbsp;</sup></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><sup>1</sup>Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o em Ci&ecirc;ncias do Ambiente e Empresariais (CICAE), Instituto Superior Dom Afonso III, Convento Esp&iacute;rito Santo, 8100&#45;641 Loul&eacute; &#45; Portugal. <a href="mailto:erika.santos@inuaf&#45;studia.pt">erika.santos@inuaf&#45;studia.pt</a>;</font></p>      <p><font face="verdana" size="2"><sup>2</sup>Unidade de Investiga&ccedil;&atilde;o Qu&iacute;mica Ambiental (UIQA), Instituto Superior de Agronomia, Universidade T&eacute;cnica de Lisboa (TULisbon), Tapada da Ajuda, 1399&#45;017 Lisboa &#150; Portugal;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><sup>3</sup>Departmento de Qu&iacute;mica, Unidade de Investiga&ccedil;&atilde;o de Qu&iacute;mica Org&acirc;nica, Produtos Naturais e Agro&#45;alimentares (QOPNA), Universidade de Aveiro, Campus Universit&aacute;rio de Santiago, 3810&#45;193 Aveiro &#150; Portugal;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><sup>4</sup>Centro de Ecologia Funcional, Departamento de Bot&acirc;nica, Universidade de Coimbra, Cal&ccedil;ada Martim de Freitas, Arcos do Jardim, 3000 Coimbra &#45; Portugal</font>	</p>     <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font>	</p> 	    <p><font face="verdana" size="2">Avaliou&#45;se a actividade das enzimas antioxidativas (catalase, peroxidase e super&oacute;xido dismutase) e as concentra&ccedil;&otilde;es em As, Cu, Pb e Zn nas folhas de duas popula&ccedil;&otilde;es de <i>Cistus ladanifer</i> L. colhidas, na Primavera e no Ver&atilde;o, em solos n&atilde;o contaminados em elementos vestigiais (Caldeir&atilde;o e Pomar&atilde;o) e com condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas diferentes.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Nos solos das duas &aacute;reas, as concentra&ccedil;&otilde;es totais e dispon&iacute;veis (extrac&ccedil;&atilde;o com DTPA) em elementos vestigiais foram baixas. A distribui&ccedil;&atilde;o dos elementos pelas folhas novas e maduras foi semelhante entre &aacute;reas e esta&ccedil;&otilde;es do ano. As actividades enzim&aacute;ticas variaram consoante a popula&ccedil;&atilde;o. As folhas colhidas nas duas esta&ccedil;&otilde;es do ano, excepto as folhas novas de Ver&atilde;o do Pomar&atilde;o, apresentaram actividade enzim&aacute;tica na frac&ccedil;&atilde;o sol&uacute;vel e i&oacute;nica. Comparando as esta&ccedil;&otilde;es do ano e &aacute;reas de amostragem, constatou&#45;se que as actividades enzim&aacute;ticas representam um mecanismo de toler&acirc;ncia a v&aacute;rios factores de stresse (radia&ccedil;&atilde;o UV, temperatura do ar elevada no ver&atilde;o, d&eacute;fice h&iacute;drico no ver&atilde;o, baixa&#45;m&eacute;dia fertilidade do solo e conte&uacute;do de elementos vestigiais no solo), o que confere uma elevada plasticidade &agrave; esp&eacute;cie.</font>	</p>     <p><font face="verdana" size="2"><b>Palavras&#45;chave:</b> <i>Cistus ladanifer</i> L., condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas, elementos vestigiais, enzimas antioxidativas, solos n&atilde;o contaminados.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     <p><font face="verdana" size="2"><b>Antioxidant enzymes activity of <em>Cistus Ladanifer</em> L. from areas non contaminated in trace elements</b></font></p>     <p><font face="verdana" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="verdana" size="2">The aim of this study was to evaluate the antioxidant enzymes activity (catalase, peroxidase and superoxide dismutase) and the concentrations of As, Cu, Pb and Zn in leaves from two populations of <i>Cistus ladanifer</i> growing on soils non&#45;contaminated with trace elements (Caldeir&atilde;o and Pomar&atilde;o), but with different climatic conditions and in two different seasons (spring and summer).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">In both areas, total and available concentrations (DTPA extraction) of trace elements in soils were low. The distribution of elements for young and mature leaves was similar between areas and seasons. The enzyme activities varied with the plant population. Leaves collected in the two seasons, except young leaves from Pomar&atilde;o collected in summer, showed enzymatic activity in the soluble and ionic fractions. Comparing the seasons and sampling areas, <i>C. ladanifer</i> enzymatic activities represent a tolerance mechanism to different stress factors (UV radiation, high air temperature in summer, drought, low&#45;medium fertility in soils, trace element concentrations in soil), giving it a high plasticity.</font>	</p>     <p><font face="verdana" size="2"><b>Key&#45;words:</b> Antioxidative enzymes, <i>Cistus ladanifer</i> L., climatic conditions, non&#45;contaminated soils, trace elements.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2"><b>&nbsp;</b></font>	</p>     <p><font face="verdana" size="2"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="verdana" size="2"><i>Cistus ladanifer</i> L. (esteva) &eacute; um arbusto que cresce naturalmente no mediterr&acirc;neo. Esta esp&eacute;cie cresce em &aacute;reas sujeitas a diferentes condi&ccedil;&otilde;es de stresse tais como: elevada radia&ccedil;&atilde;o solar e temperatura, baixos conte&uacute;dos de &aacute;gua e mat&eacute;ria org&acirc;nica no solo, elevadas concentra&ccedil;&otilde;es de elementos vestigiais no solo e baixo pH.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Embora a "verdadeira" toler&acirc;ncia esteja associada a mecanismos fisiol&oacute;gicos controlados geneticamente, existem evid&ecirc;ncias de que alguns factores ambientais adversos ou induzidos pela ac&ccedil;&atilde;o do Homem podem provocar processos de evolu&ccedil;&atilde;o ou mudan&ccedil;as na adapta&ccedil;&atilde;o das plantas (Schmid, 1992). A plasticidade existente na esteva pode estar relacionada com o gen&oacute;tipo e/ou condi&ccedil;&otilde;es ambientais (N&uacute;&ntilde;ez&#45;Olivera <i>et al</i>., 1996). Assim, de modo a poderem colonizar e desenvolver&#45;se em &aacute;reas degradadas e com varia&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas sazonais, estas plantas desenvolveram uma s&eacute;rie de mecanismos fisiol&oacute;gicos e morfol&oacute;gicos de toler&acirc;ncia. Dimorfismo foliar, varia&ccedil;&otilde;es nas concentra&ccedil;&otilde;es de clorofilas e taxa fotossint&eacute;tica, regula&ccedil;&atilde;o do &acirc;ngulo foliar, transloca&ccedil;&atilde;o dos nutrientes para as folhas novas antes da senesc&ecirc;ncia foliar, aumento da espessura da epiderme e da concentra&ccedil;&atilde;o de flavon&oacute;ides s&atilde;o alguns exemplos de mecanismo de toler&acirc;ncia da esteva face &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas sazonais, stresse h&iacute;drico, t&eacute;rmico e luminoso (radia&ccedil;&atilde;o UV) (N&uacute;&ntilde;ez&#45;Olivera <i>et al</i>., 1996; Chaves <i>et al</i>., 1997; Correia, 2002).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Como consequ&ecirc;ncia de flutua&ccedil;&otilde;es significativas de intensidade e dura&ccedil;&atilde;o da exposi&ccedil;&atilde;o &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es de stresse ambiental, as plantas podem aumentar a concentra&ccedil;&atilde;o de esp&eacute;cies reactivas de oxig&eacute;nio (ROS, reactive oxygen species) e ficarem sujeitas a stresse oxidativo. Quando as plantas est&atilde;o sob este tipo de stresse, podem produzir ou estimular enzimas antioxidativas, como catalase (CAT), peroxidase (POD) e super&oacute;xido dismutase (SOD), e/ou componentes n&atilde;o&#45;enzim&aacute;ticos que eliminam e neutralizam ROS de modo a protegerem as c&eacute;lulas de potenciais danos (Alexieva <i>et al</i>., 2001; Pang <i>et al</i>., 2003, Santos <i>et al</i>., 2009).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">A fun&ccedil;&atilde;o da SOD &eacute; catalisar a transforma&ccedil;&atilde;o do radical super&oacute;xido gerado na planta em situa&ccedil;&otilde;es de stresse, o que leva &agrave; forma&ccedil;&atilde;o de H<sub>2</sub>O<sub>2,</sub> na remo&ccedil;&atilde;o do qual est&atilde;o envolvidas as enzimas CAT e POD (Cao <i>et al.,</i> 2004). Portanto, o equil&iacute;brio entre a actividade da SOD e da POD e/ou CAT nas c&eacute;lulas &eacute; considerado crucial para determinar a homeostasia do O<sub>2</sub> e H<sub>2</sub>O<sub>2</sub>. Assim, considera&#45;se que &eacute; importante estudar o efeito dos elementos qu&iacute;micos, em especial os vestigiais, e outros tipos de stresse no n&iacute;vel da actividade dessas enzimas antioxidativas, como parte da adapta&ccedil;&atilde;o das plantas ao meio.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Algumas enzimas podem ocorrer em duas frac&ccedil;&otilde;es activas diferentes consoante a sua localiza&ccedil;&atilde;o celular: sol&uacute;vel no meio aquoso da c&eacute;lula (Ingham <i>et al</i>., 1998) ou ligadas atrav&eacute;s de interac&ccedil;&otilde;es electrost&aacute;ticas &agrave; parede celular e a alguns organelos (Moulding <i>et al</i>., 1987; McDougall e Morrison, 1995). A diferencia&ccedil;&atilde;o entre estas duas formas &eacute; baseada no processo de extrac&ccedil;&atilde;o (McDougall e Morrison, 1995). Assim, formas sol&uacute;veis podem ser extra&iacute;das com um tamp&atilde;o de baixa for&ccedil;a i&oacute;nica, enquanto que as formas ionicamente ligadas s&atilde;o extra&iacute;das com um tamp&atilde;o de extrac&ccedil;&atilde;o com for&ccedil;a i&oacute;nica elevada contendo, normalmente, 1 M de NaCl ou KCl (Dunand <i>et al</i>., 2002). A diferente localiza&ccedil;&atilde;o e actividade destas duas formas enzim&aacute;ticas podem reflectir diferentes fun&ccedil;&otilde;es fisiol&oacute;gicas, mas &eacute; reduzido o conhecimento relativo a esta situa&ccedil;&atilde;o (Saraiva <i>et al</i>., 2007).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Sob condi&ccedil;&otilde;es de campo, as plantas est&atilde;o sujeitas &agrave; co&#45;exist&ecirc;ncia de v&aacute;rios factores de stresse, por&eacute;m pouco &eacute; sabido sobre as respostas enzim&aacute;ticas aos mesmos. Assim, este estudo teve como objectivo comparar as actividades enzim&aacute;ticas da catalase, peroxidase e super&oacute;xido dismutase de duas popula&ccedil;&otilde;es espont&acirc;neas de <i>C. ladanifer</i> colhidas em locais cujos solos n&atilde;o est&atilde;o contaminados por elementos vestigiais, mas com condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas relativamente diferentes e em duas esta&ccedil;&otilde;es do ano (Primavera e Ver&atilde;o).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>&nbsp;</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>&nbsp;</b></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2"><b>MATERIAIS E M&Eacute;TODOS</b></font>	</p>     <p><font face="verdana" size="2"><b>&Aacute;rea de amostragem e materiais</b></font></p>     <p><font face="verdana" size="2">Para este estudo foram seleccionadas duas &aacute;reas cujos solos n&atilde;o est&atilde;o contaminados por elementos vestigiais: Pomar&atilde;o e Serra do Caldeir&atilde;o. O Pomar&atilde;o localiza&#45;se no Concelho de M&eacute;rtola (SE de Portugal) na margem direita do rio Guadiana, tendo sido o porto a partir do qual o min&eacute;rio proveniente da &aacute;rea mineira de S&atilde;o Domingos era exportado. O local de amostragem situa&#45;se aproximadamente a 2 km do porto do Pomar&atilde;o e a 25 m da antiga linha&#45;f&eacute;rrea, por onde era transportado o min&eacute;rio. Os solos nesta &aacute;rea apresentam espessura inferior a 15 cm, desenvolveram&#45;se a partir de xistos inclu&iacute;dos na Forma&ccedil;&atilde;o de M&eacute;rtola, do Grupo do Flysh do Baixo Alentejo (Oliveira <i>et al</i>., 1990) e s&atilde;o classificados como Litossolos (Cardoso, 1974). O clima, de acordo com a classifica&ccedil;&atilde;o de Thornthwaite, &eacute; semi&aacute;rido, mesot&eacute;rmico sem excesso de &aacute;gua e com pequena concentra&ccedil;&atilde;o estival de efici&ecirc;ncia t&eacute;rmica. Caracteriza&#45;se por ver&otilde;es longos, quentes e secos e por invernos moderadamente frios e h&uacute;midos (temperatura m&eacute;dia di&aacute;ria do ar &gt;17,5 &ordm;C; SMN, 1974). A precipita&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia anual (INMG, 1990) foi de 456&nbsp;mm e ocorreu maioritariamente no inverno e de uma forma irregular. A insola&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia anual foi superior a 3100 horas (SMN, 1974).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">A Serra do Caldeir&atilde;o (S de Portugal) &eacute; delimitada pelo Barrocal algarvio e as plan&iacute;cies do Baixo Alentejo. Os solos desta &aacute;rea, com espessura inferior a 20 cm, desenvolveram&#45;se sobre o complexo de xistos argilosos e grauvaques inclu&iacute;dos na Forma&ccedil;&atilde;o de Mira, do Grupo do Flysh do Baixo Alentejo (Oliveira <i>et al.</i>, 1992). A &aacute;rea de amostragem situa&#45;se na aldeia de Barranco do Velho, Concelho de Loul&eacute;, e os solos s&atilde;o tamb&eacute;m classificados como Litossolos (Cardoso, 1974). Embora o clima desta &aacute;rea tamb&eacute;m seja considerado mediterr&acirc;neo, as temperaturas s&atilde;o mais amenas (15&#45;17,5 &ordm;C de temperatura m&eacute;dia di&aacute;ria do ar; SMN, 1974), relativamente ao Pomar&atilde;o, pois est&aacute; situada a 475&nbsp;m de altitude. A precipita&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia anual (INMG, 1990) &eacute; de 991 mm e a insola&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia anual pode variar entre 2600 a 2800 horas (SMN, 1974).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Em cada uma das &aacute;reas delimitaram&#45;se tr&ecirc;s parcelas cont&iacute;guas de 150 m<sup>2</sup> onde se colheram amostras comp&oacute;sitas de solo (Primavera de 2005), at&eacute; ao m&aacute;ximo de profundidade conseguida (&lt;20 cm), e folhas novas e maduras de <i>C. ladanifer</i>, de 15 plantas por parcela, em duas esta&ccedil;&otilde;es do ano (Primavera e Ver&atilde;o de 2005). Ambas as &aacute;reas de amostragem est&atilde;o orientadas a sul contudo, a &aacute;rea da Serra do Caldeir&atilde;o apresenta coberto arb&oacute;reo esparso de <i>Quercus suber</i> L. (sobreiro).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>M&eacute;todos</b></font>	</p>     <p><font face="verdana" size="2">Ap&oacute;s homogeneiza&ccedil;&atilde;o e secagem &agrave; temperatura ambiente, os solos foram crivados. A frac&ccedil;&atilde;o &lt;2 mm do solo foi caracterizada f&iacute;sica e quimicamente (P&oacute;voas e Barral, 1992): pH em &aacute;gua na propor&ccedil;&atilde;o 1:2,5 (m:v); an&aacute;lise granulom&eacute;trica; C org&acirc;nico por oxida&ccedil;&atilde;o por via h&uacute;mida; capacidade de troca cati&oacute;nica (CTC) e cati&otilde;es de troca (m&eacute;todo do acetato de am&oacute;nio a pH 7); N total (m&eacute;todo de Kjeldahl); P e K extra&iacute;veis (m&eacute;todo de Egner&#45;Riehm).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">A an&aacute;lise qu&iacute;mica total de As, Cu, Pb e Zn nos solos (frac&ccedil;&atilde;o &lt;2 mm) foi realizada por an&aacute;lise instrumental por activa&ccedil;&atilde;o de neutr&otilde;es (INAA) ou espectrometria de emiss&atilde;o &oacute;ptica com plasma acoplado indutivamente (ICP&#45;OES) ap&oacute;s digest&atilde;o &aacute;cida com HF+HClO<sub>4</sub>+HNO<sub>3</sub>+HCl (ActLabs, 2010). A frac&ccedil;&atilde;o dispon&iacute;vel (sol&uacute;vel em &aacute;gua e a frac&ccedil;&atilde;o associada ao complexo de troca do solo) destes mesmos elementos foi extra&iacute;da com uma solu&ccedil;&atilde;o de &aacute;cido dietileno triamino pentac&eacute;tico &#45; DTPA (0,005 mol/L DTPA + 0,1 mol/L trietanolamina &#45; TEA + 0,01 mol/L CaCl<sub>2</sub>; Lindsay e Norvell, 1978) sendo posteriormente analisado o Cu, Pb e Zn por espectrofotometria de absor&ccedil;&atilde;o at&oacute;mica em chama (F&#45;AAS) e em c&acirc;mara de grafite (GF&#45;AAS) e o As por gera&ccedil;&atilde;o de hidretos (GH&#45;AAS).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">O material vegetal de <i>Cistus ladanifer</i> (folhas novas e maduras) foi lavado v&aacute;rias vezes com &aacute;gua destilada &agrave; qual se seguiram duas passagens com &aacute;gua milli&#45;Q, seco a 70&nbsp;&ordm;C e finamente mo&iacute;do. Posteriormente, foi analisado pelas mesmas t&eacute;cnicas que a frac&ccedil;&atilde;o dispon&iacute;vel dos elementos no solo (F&#45;AAS, GF&#45;AAS e GH&#45;AAS) ap&oacute;s extrac&ccedil;&atilde;o, atrav&eacute;s de digest&atilde;o &aacute;cida com HNO<sub>3</sub> concentrado, sob press&atilde;o durante 10 horas a 150 &ordm;C. Para controlo anal&iacute;tico, usaram&#45;se folhas de choupo (NCS DC 73350) como material de refer&ecirc;ncia.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">Para a obten&ccedil;&atilde;o dos extractos enzim&aacute;ticos (frac&ccedil;&atilde;o sol&uacute;vel e frac&ccedil;&atilde;o ligada ionicamente), realizou&#45;se uma extrac&ccedil;&atilde;o sequencial baseada em Ingham <i>et al</i>. (1998) e Pang <i>et al</i>. (2003). Assim, para a extrac&ccedil;&atilde;o adicionou&#45;se a 0,50 g de folhas, previamente liofilizadas e mo&iacute;das finamente, 10 mL de tamp&atilde;o fosfato (pH 7,2) a 50 mM, contendo &aacute;cido etilenodiamino tetra&#45;ac&eacute;tico (EDTA) a 1 mM e 1 % (p/v) de polivinilpolipirrolidona insol&uacute;vel (PVPP). A extrac&ccedil;&atilde;o realizou&#45;se durante 15 minutos a 4 &ordm;C com agita&ccedil;&atilde;o, sendo depois o homogeneizado centrifugado (10 minutos a 22000 <i>g</i> e 4 &ordm;C). O sobrenadante resultante foi congelado com azoto l&iacute;quido, sendo posteriormente utilizado nos ensaios de quantifica&ccedil;&atilde;o da actividade enzim&aacute;tica da catalase (CAT), peroxidase (POD) e super&oacute;xido dismutase (SOD) na frac&ccedil;&atilde;o sol&uacute;vel. Ao res&iacute;duo resultante da extrac&ccedil;&atilde;o da frac&ccedil;&atilde;o sol&uacute;vel adicionou&#45;se 10 mL de tamp&atilde;o fosfato (pH 7,2) a 50 mM que continha 1&nbsp;mM de EDTA, 1&nbsp;% (p/v) PVPP e 1 M de NaCl. A extrac&ccedil;&atilde;o decorreu tamb&eacute;m durante 15 minutos a 4 &ordm;C, a que se seguiu centrifuga&ccedil;&atilde;o durante 10 minutos a 22000 <i>g</i> e 4 &ordm;C. O sobrenadante resultante foi congelado com azoto l&iacute;quido, sendo utilizando posteriormente nos ensaios de quantifica&ccedil;&atilde;o da actividade das mesmas enzimas, na frac&ccedil;&atilde;o i&oacute;nica.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">A quantifica&ccedil;&atilde;o da actividade da CAT foi realizada com base no m&eacute;todo descrito por Chance e Maehly (1955) e Wong e Whitaker (2003). Solu&ccedil;&otilde;es de per&oacute;xido de hidrog&eacute;nio (H<sub>2</sub>O<sub>2</sub>) a 200 mM, tamp&atilde;o fosfato a 0,1 M e pH 7,0 e &aacute;gua Milli&#45;Q foram previamente incubadas a 25 &ordm;C. Em cuvetes de quartzo foram adicionados 2 ml de tamp&atilde;o fosfato, 50 a 150 &micro;L de extracto enzim&aacute;tico, 150 &micro;L de H<sub>2</sub>O<sub>2</sub> e um volume de &aacute;gua Milli&#45;Q de modo a perfazer 3 mL, sendo a reac&ccedil;&atilde;o iniciada pela adi&ccedil;&atilde;o de H<sub>2</sub>O<sub>2</sub>. O consumo de H<sub>2</sub>O<sub>2</sub> foi seguido a 240 nm (espectrofot&oacute;metro UV&#45;VIS) durante 2 min. O declive da por&ccedil;&atilde;o linear da curva que relaciona a absorv&acirc;ncia com o tempo foi calculado (&#916;Abs240 min<sup>&#45;1</sup>) e utilizado para determinar a actividade da CAT (&micro;mol H<sub>2</sub>O<sub>2</sub> min<sup>&#45;1</sup> g<sup>&#45;1</sup> peso fresco), utilizando o coeficiente de extin&ccedil;&atilde;o (e) do H<sub>2</sub>O<sub>2</sub> de 36,0 M<sup>&#45;1</sup> cm<sup>&#45;1</sup> (Verma e Dubey, 2003).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">A actividade da POD foi quantificada usando guaiacol como substrato, como descrito por Chance e Maehly (1955) e Yuan e Jiang (2003). Solu&ccedil;&otilde;es de 135 mM de guaiacol, 0,1 M de tamp&atilde;o fosfato (pH 7,0), 200 mM de H<sub>2</sub>O<sub>2</sub> e &aacute;gua Milli&#45;Q foram previamente incubadas a 25 &ordm;C. Em cuvetes de quartzo adicionaram&#45;se 1,2 mL de tamp&atilde;o fosfato, 500&#45;1000 &#956;L de extracto enzim&aacute;tico, 30 &micro;L de H<sub>2</sub>O<sub>2</sub>, 200 ml de guaiacol e &aacute;gua Milli&#45;Q para completar 3 mL de volume, sendo a reac&ccedil;&atilde;o iniciada pela adi&ccedil;&atilde;o do guaiacol. O aumento da absorv&acirc;ncia foi seguido a 420 nm (espectrofot&oacute;metro UV&#45;VIS) durante 5 min. O declive da por&ccedil;&atilde;o linear da curva, que relaciona a absorv&acirc;ncia com o tempo, foi calculado (&#916;Abs420 min<sup>&#45;1</sup>) e utilizado para determinar a actividade da POD (mmol de H<sub>2</sub>O<sub>2</sub> consumidos min<sup>&#45;1</sup> g<sup>&#45;1</sup> peso fresco), utilizando o coeficiente de extin&ccedil;&atilde;o (e) de 2,60 mM<sup>&#45;1</sup> cm<sup>&#45;1</sup> que corresponde ao produto de oxida&ccedil;&atilde;o do guaiacol, tetraguaiacol (Verma e Dubey, 2003).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">A actividade da SOD foi determinada de acordo com Sun e Zigman (1977) e Khopde <i>et al</i>. (2001). Solu&ccedil;&otilde;es de 0,1 M de tamp&atilde;o hidrogenocarbonato de s&oacute;dio (pH 10,0), 5 mM de epinefrina (pH 2,0) e &aacute;gua Milli&#45;Q foram incubadas a 25 &ordm;C. Em cuvetes de quartzo adicionaram&#45;se 1,5 mL de tamp&atilde;o, 25&#45;100 &#956;L da amostra, 300 &#956;L de epinefrina e &aacute;gua Milli&#45;Q para completar 3 mL de volume, sendo a reac&ccedil;&atilde;o iniciada pela adi&ccedil;&atilde;o de epinefrina. O aumento da absorv&acirc;ncia foi seguido a 320 nm (espectrofot&oacute;metro UV&#45;VIS) durante 1 minuto e a taxa de oxida&ccedil;&atilde;o da epinefrina foi calculada pelo declive da por&ccedil;&atilde;o linear da curva que relaciona a absorv&acirc;ncia com o tempo (&#916;Abs320 min<sup>&#45;1</sup>). A taxa de auto&#45;oxida&ccedil;&atilde;o da epinefrina foi calculada nas mesmas condi&ccedil;&otilde;es, mas sem extracto enzim&aacute;tico. Uma unidade de SOD foi definida como a quantidade de enzima necess&aacute;ria para reduzir a taxa de auto&#45;oxida&ccedil;&atilde;o da epinefrina em 50 %.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Para todos os casos foram realizadas r&eacute;plicas, excepto para os teores totais. A compara&ccedil;&atilde;o dos par&acirc;metros bioqu&iacute;micos entre as duas &aacute;reas foi analisada por ANOVA e teste de Tukey (<i>p</i>&lt;0,05), utilizando o programa estat&iacute;stico SPSS v17.0. As correla&ccedil;&otilde;es bivariadas de Pearson foram utilizadas para relacionar a influ&ecirc;ncia de elementos vestigiais nas actividades enzim&aacute;ticas das folhas.</font>	</p>     <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>RESULTADOS E DISCUSS&Atilde;O</b></font>	</p>     <p><font face="verdana" size="2">As caracter&iacute;sticas dos solos amostrados constam do Quadro 1. Os solos de ambas as &aacute;reas apresentaram valores semelhantes de pH e textura franco&#45;limosa. A capacidade de troca cati&oacute;nica foi maior nos solos da Serra do Caldeir&atilde;o, o que est&aacute; de acordo com os valores do carbono org&acirc;nico (<i>r</i>=0,98). Em ambas as &aacute;reas, o Ca e o Mg foram os cati&otilde;es de troca maiorit&aacute;rios.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="verdana" size="2"><b>Quadro 1</b> &#150; Caracteriza&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica dos solos colhidos nas &aacute;reas do Caldeir&atilde;o e Pomar&atilde;o.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/rca/v34n2/34n2a04q1.jpg" width="350" height="314"></p>     
<p>&nbsp;</p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Relativamente &agrave; fertilidade, os solos na serra do Caldeir&atilde;o apresentaram concentra&ccedil;&otilde;es de C org&acirc;nico, N total e P e K extra&iacute;veis significativamente superiores &agrave;s dos solos do Pomar&atilde;o, o que pode estar relacionado com a maior cobertura de plantas existente nesses solos e &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es mais h&uacute;midas. De uma maneira geral, os solos do Caldeir&atilde;o apresentaram fertilidade alta ou m&eacute;dia&#45;alta, embora o P extra&iacute;vel &lt;10 mg/kg para ambas as &aacute;reas possa indicar fertilidade baixa. Os solos do Pomar&atilde;o apresentaram fertilidade m&eacute;dia ou baixa (An&oacute;nimo, 2000).</font>	</p>     <p><font face="verdana" size="2">As concentra&ccedil;&otilde;es em As, Cu, Pb, e Zn nos solos (total e da frac&ccedil;&atilde;o dispon&iacute;vel) e nas folhas de <i>C. ladanifer</i> colhidas no Caldeir&atilde;o e Pomar&atilde;o em ambas as esta&ccedil;&otilde;es do ano apresentam&#45;se no Quadro 2. Os solos do Caldeir&atilde;o e Pomar&atilde;o n&atilde;o apresentaram diferen&ccedil;as significativas nas concentra&ccedil;&otilde;es totais de todos os elementos vestigias. As concentra&ccedil;&otilde;es totais de As nos solos de ambas as &aacute;reas e de Cu no Pomar&atilde;o ultrapassaram os valores de refer&ecirc;ncia da legisla&ccedil;&atilde;o canadiana para qualquer tipo de uso de solo (12 mg As kg<sup>&#45;1</sup>, 63 e 91 mg Cu kg<sup>&#45;1</sup>; CCME, 2007). Por&eacute;m, as concentra&ccedil;&otilde;es de todos os elementos qu&iacute;micos estudados, mesmo o As e Cu, apresentam valores considerados normais para as litologias a partir das quais os solos se desenvolveram (Quental <i>et al</i>., 2002; Abreu <i>et al</i>., 2004; Tavares <i>et al</i>., 2008) correspondendo por isso ao fundo geoqu&iacute;mico das &aacute;reas. Assim, os solos das &aacute;reas de estudo podem ser considerados como n&atilde;o contaminados nestes elementos vestigiais.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="verdana" size="2"><b><a href="#q2">Quadro 2</a><a name="topq2"></a></b> &#150; Concentra&ccedil;&otilde;es em As, Cu, Pb e Zn nos solos (total e na frac&ccedil;&atilde;o dispon&iacute;vel) e nas folhas novas e maduras de <i>Cistus ladanifer</i>, colhidas na Primavera e Ver&atilde;o, no Caldeir&atilde;o e Pomar&atilde;o.</font></p>     <p><img src="/img/revistas/rca/v34n2/34n2a04q2.jpg" width="650" height="661"></p>     
<p>&nbsp;</p>      <p><font face="verdana" size="2">Relativamente &agrave; frac&ccedil;&atilde;o dispon&iacute;vel (extra&iacute;da com DTPA), os solos de ambas as &aacute;reas n&atilde;o apresentaram diferen&ccedil;as significativas nas concentra&ccedil;&otilde;es de As e Pb. A frac&ccedil;&atilde;o de Cu dispon&iacute;vel para os organismos nos solos do Pomar&atilde;o foi superior, por&eacute;m s&oacute; representa 4,7 % da concentra&ccedil;&atilde;o total. Ambas as &aacute;reas apresentaram valores para a frac&ccedil;&atilde;o de Zn dispon&iacute;vel inferiores ao limite de detec&ccedil;&atilde;o do aparelho anal&iacute;tico.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Embora as folhas maduras apresentem maiores concentra&ccedil;&otilde;es em elementos vestigiais do que as folhas novas, esta varia&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foi significativa. De uma maneira geral, as concentra&ccedil;&otilde;es destes elementos nas folhas colhidas em ambas as esta&ccedil;&otilde;es do ano e &aacute;reas de amostragem foram semelhantes. Estes factos podem relacionar&#45;se com as concentra&ccedil;&otilde;es totais e da frac&ccedil;&atilde;o dispon&iacute;vel nos solos (excepto para o Cu) das duas &aacute;reas que s&atilde;o semelhantes. Em ambas as &aacute;reas, as concentra&ccedil;&otilde;es de As, Cu e Zn nas folhas estiveram dentro da gama de valores considerada normal ou suficiente e abaixo dos valores fitot&oacute;xicos para as plantas no geral (Kabata Pendias e Pendias, 2001).</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">Apesar das concentra&ccedil;&otilde;es de Cu nos solos (total e dispon&iacute;vel) serem maiores no Pomar&atilde;o, estes valores n&atilde;o reflectem o Cu nas folhas, uma vez que n&atilde;o foram observadas diferen&ccedil;as significativas para a concentra&ccedil;&atilde;o deste elemento entre as folhas, &aacute;reas estudadas e esta&ccedil;&otilde;es do ano. A transloca&ccedil;&atilde;o do Cu na planta &eacute; crucial pois este elemento desempenha um papel essencial nos processos fisiol&oacute;gicos da planta. Assim, sob condi&ccedil;&otilde;es de excesso, os tecidos das ra&iacute;zes podem demonstrar uma elevada capacidade para manter o n&iacute;vel de Cu em vez de o translocar para a parte a&eacute;rea (Kabata Pendias e Pendias, 2001).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Apesar das baixas as concentra&ccedil;&otilde;es de Pb no solo (<a href="#topq2">Quadro 2</a><a name="q2"></a>), ambas as popula&ccedil;&otilde;es concentram quantidades consideradas fitot&oacute;xicas nas suas folhas (30&#45;300 mg Pb kg<sup>&#45;1</sup>; Kabata Pendias e Pendias, 2001), contudo n&atilde;o demonstraram sinais vis&iacute;veis de toxicidade (folhas verdes muito escuras, murchamento das folhas maduras, folhagem atrofiada; Kabata Pendias e Pendias, 2001) sugerindo uma elevada toler&acirc;ncia da planta a este elemento.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Os valores obtidos para a actividade enzim&aacute;tica da CAT, POD e SOD nas folhas novas e maduras de <i>C. ladanifer</i>, colhidas na Primavera e Ver&atilde;o, nas duas &aacute;reas de amostragem constam da Figura 1.</font></p> 	    <p>&nbsp;</p> 	    <p><img src="/img/revistas/rca/v34n2/34n2a04f1.jpg" width="650" height="615"></p> 	    
<p><font face="verdana" size="2"><b>Figura 1</b> &#150; Actividade das enzimas CAT, SOD e POD nas frac&ccedil;&otilde;es sol&uacute;vel e i&oacute;nica em folhas de <i>Cistus ladanifer</i>, colhidas na Primavera e Ver&atilde;o, no Caldeir&atilde;o (C) e Pomar&atilde;o (P), (m&eacute;dia&plusmn;desvio padr&atilde;o). Valores na mesma frac&ccedil;&atilde;o seguidos de letras diferentes (mai&uacute;sculas para a frac&ccedil;&atilde;o i&oacute;nica e min&uacute;sculas para a frac&ccedil;&atilde;o sol&uacute;vel) s&atilde;o significativamente diferentes (<i>p</i>&lt;0,05).</font></p> 	    <p>&nbsp;</p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Em ambas as &aacute;reas e esta&ccedil;&otilde;es do ano, as folhas novas e maduras apresentaram actividade da CAT nas frac&ccedil;&otilde;es sol&uacute;vel e i&oacute;nica sendo a frac&ccedil;&atilde;o sol&uacute;vel a que demonstrou maior percentagem da actividade total (50&#45;78 %). Na Primavera, as folhas novas do Pomar&atilde;o apresentaram uma actividade da CAT na frac&ccedil;&atilde;o sol&uacute;vel cerca de tr&ecirc;s vezes superior &agrave; das folhas maduras da mesma &aacute;rea e &agrave;s folhas do Caldeir&atilde;o, sugerindo que a actividade enzim&aacute;tica no Pomar&atilde;o decorre tamb&eacute;m como mecanismo de toler&acirc;ncia ao stress </font><font face="verdana" size="2">h&iacute;drico, t&eacute;rmico e/ou &agrave; radia&ccedil;&atilde;o solar nas folhas fotossinteticamente mais activas. O aumento da actividade total de CAT face ao stresse UV foi documentado por Yannarelli <i>et al</i>. (2006) em estudos feitos com <i>Helianthus annuus</i>. Em ensaios realizados com <i>Pisum sativum</i> L. e <i>Triticum aestivum</i> L. sujeitos a stresse h&iacute;drico e &agrave; radia&ccedil;&atilde;o solar simultaneamente, a actividade de CAT total tamb&eacute;m aumentou relativamente ao controlo (Alexieva <i>et al</i>., 2001).</font></p>     <p><font face="verdana" size="2">No Pomar&atilde;o o decr&eacute;scimo das actividades da CAT na frac&ccedil;&atilde;o sol&uacute;vel das folhas novas para as maduras na Primavera pode relacionar&#45;se com o aumento das concentra&ccedil;&otilde;es em Zn (<i>r</i>=&#45;0,75) nas folhas, que apesar de n&atilde;o ocorrerem em concentra&ccedil;&otilde;es consideradas t&oacute;xicas, est&atilde;o muito pr&oacute;ximas, nas folhas maduras, do valor m&iacute;nimo da gama de fitotoxicidade (100 mg kg<sup>&#45;1</sup>; Kabata&#45;Pendias e Pendias, 2000). O decr&eacute;scimo da actividade desta enzima face ao Zn foi tamb&eacute;m observado em <i>Salix viminalis</i> (Landberg e Greger, 2002) cultivado em hidroponia. As actividades da CAT na frac&ccedil;&atilde;o i&oacute;nica das folhas (novas e maduras) colhidas na Primavera n&atilde;o apresentaram diferen&ccedil;as significativas entre as &aacute;reas.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">No Ver&atilde;o, as actividades da CAT nas frac&ccedil;&otilde;es sol&uacute;vel e i&oacute;nica foram semelhantes entre as &aacute;reas e est&aacute;dios de desenvolvimento das folhas. As actividades enzim&aacute;ticas, na frac&ccedil;&atilde;o sol&uacute;vel das folhas de ambas as &aacute;reas e na frac&ccedil;&atilde;o i&oacute;nica das folhas do Pomar&atilde;o, n&atilde;o parecem estar associadas a nenhum dos elementos qu&iacute;micos estudados. Por&eacute;m, a actividade da frac&ccedil;&atilde;o i&oacute;nica nas folhas do Caldeir&atilde;o pode ser estimulada caso as concentra&ccedil;&otilde;es de As aumentem para n&iacute;veis t&oacute;xicos (<i>r</i>=0,84). Comparando as duas esta&ccedil;&otilde;es do ano, constatou&#45;se que as folhas de Ver&atilde;o demonstraram maior actividade da CAT na frac&ccedil;&atilde;o sol&uacute;vel que as da Primavera da mesma &aacute;rea (excepto folhas novas do Pomar&atilde;o colhidas na Primavera), o que ser&aacute; devido, possivelmente, &agrave; interven&ccedil;&atilde;o da CAT como mecanismo de toler&acirc;ncia ao stresse h&iacute;drico e luminoso. O est&iacute;mulo da actividade da CAT total face ao aumento da seca e radia&ccedil;&atilde;o UV, em coexist&ecirc;ncia ou n&atilde;o, foi tamb&eacute;m observado para outras plantas (Alexieva <i>et al</i>., 2001; Yannarelli <i>et al</i>., 2006).</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">Relativamente &agrave; POD, a actividade da frac&ccedil;&atilde;o i&oacute;nica foi superior &agrave; da actividade da frac&ccedil;&atilde;o sol&uacute;vel em todos os casos, variando entre 54 e 100 % da actividade total. Na Primavera, as actividades da POD na frac&ccedil;&atilde;o sol&uacute;vel foram similares entre &aacute;reas e est&aacute;dios de desenvolvimento das folhas, n&atilde;o estando correlacionadas com nenhum dos elementos estudados.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Relativamente &agrave; frac&ccedil;&atilde;o i&oacute;nica, verificaram&#45;se diferen&ccedil;as significativas entre as &aacute;reas mas n&atilde;o entre as folhas novas e maduras da mesma &aacute;rea colhidas na Primavera. No Caldeir&atilde;o, a actividade da POD na frac&ccedil;&atilde;o i&oacute;nica nas folhas pode relacionar&#45;se com a concentra&ccedil;&atilde;o de Zn (<i>r</i>=&#45;0,82) e/ou radia&ccedil;&atilde;o UV existente. O est&iacute;mulo da actividade da POD face ao aumento da radia&ccedil;&atilde;o foi tamb&eacute;m verificado com <i>Helianthus annuus</i> L. e <i>Pisum sativum</i> L. (Alexieva <i>et al</i>., 2001; Yannarelli <i>et al</i>., 2006). Em contraste, no Pomar&atilde;o a actividade da POD na frac&ccedil;&atilde;o i&oacute;nica parece n&atilde;o se relacionar com nenhum dos elementos qu&iacute;micos estudados. Assim, a exist&ecirc;ncia de menores valores de POD nesta frac&ccedil;&atilde;o no Pomar&atilde;o, relativamente &agrave; do Caldeir&atilde;o, pode relacionar&#45;se com o stresse h&iacute;drico como reportado por Alexieva <i>et al</i>. (2001) em ensaios com <i>Triticum aestivum</i> L.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">No Ver&atilde;o, a aus&ecirc;ncia de actividade da POD na frac&ccedil;&atilde;o sol&uacute;vel das folhas novas do Pomar&atilde;o distinguiu&#45;se significativamente e est&aacute;, possivelmente, relacionada com o aumento da radia&ccedil;&atilde;o UV absorvida pelas folhas de esteva e indisponibilidade de &aacute;gua. A similaridade entre as actividades da POD na frac&ccedil;&atilde;o i&oacute;nica de ambas as &aacute;reas de amostragem, os menores valores relativamente aos de Primavera e a n&atilde;o correla&ccedil;&atilde;o com nenhum dos elementos qu&iacute;micos estudados, sugere que a actividade desta enzima poder&aacute; estar apenas associada ao aumento da temperatura e radia&ccedil;&atilde;o. &Eacute; de real&ccedil;ar que as folhas novas de Primavera apresentaram maior actividade de POD relativamente &agrave;s de Ver&atilde;o o que pode sugerir ainda um acr&eacute;scimo na defesa contra o stresse oxidativo, j&aacute; que a planta est&aacute; na fase de desenvolvimento e, consequentemente, fotossinteticamente mais activa.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Em ambas as &aacute;reas observou&#45;se actividade da SOD nas frac&ccedil;&otilde;es sol&uacute;vel e i&oacute;nica, independentemente do tipo de folha e esta&ccedil;&atilde;o do ano, sendo a frac&ccedil;&atilde;o sol&uacute;vel a que demonstrou maior percentagem da actividade total (57&#45;78 %). Na Primavera, a actividade da SOD na frac&ccedil;&atilde;o sol&uacute;vel foi diferente entre as &aacute;reas, mas n&atilde;o entre tipo de folhas da mesma &aacute;rea. Por&eacute;m, na frac&ccedil;&atilde;o i&oacute;nica a actividade da SOD foi semelhante entre as &aacute;reas e est&aacute;dios de desenvolvimento das folhas.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Na Primavera, s&oacute; as actividades da SOD na frac&ccedil;&atilde;o sol&uacute;vel e i&oacute;nica do Caldeir&atilde;o se relacionaram com um dos elementos vestigiais nas folhas (Zn: <i>r</i>=&#45;0,84 e <i>r</i>=&#45;0,76, respectivamente). As maiores actividades da SOD sol&uacute;vel no Pomar&atilde;o, relativamente ao Caldeir&atilde;o, e a n&atilde;o rela&ccedil;&atilde;o com nenhum dos elementos vestigiais estudados pode sugerir a interven&ccedil;&atilde;o desta enzima contra o stresse UV e h&iacute;drico. Em ensaios com <i>Triticum</i> <i>aestivum</i> L e <i>Pisum sativum</i> L. sujeitas a stress UV e UV+h&iacute;drico tamb&eacute;m foi observado um aumento da actividade da SOD total (Alexieva <i>et al</i>., 2001).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">No Ver&atilde;o, as actividades da SOD nas frac&ccedil;&otilde;es sol&uacute;vel e i&oacute;nica foram semelhantes entre as &aacute;reas e tipos de folhas n&atilde;o se relacionando com nenhum dos elementos vestigiais estudados. Assim, esta enzima pode estar relacionada com a toler&acirc;ncia &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es de temperatura elevada, baixa humidade relativa do ar e com a maior incid&ecirc;ncia da radia&ccedil;&atilde;o solar como observado em outros estudos (Alexieva <i>et al</i>., 2001). Para o Caldeir&atilde;o verificou&#45;se ainda uma inter&#45;rela&ccedil;&atilde;o entre a actividade da CAT e SOD na frac&ccedil;&atilde;o sol&uacute;vel das folhas colhidas na Primavera (<i>r</i>=0,98) e na frac&ccedil;&atilde;o i&oacute;nica das folhas colhidas no Ver&atilde;o (<i>r</i>=0,83).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Para al&eacute;m das raz&otilde;es apresentadas, a varia&ccedil;&atilde;o das actividades enzim&aacute;ticas observada nas folhas de <i>C. ladanifer</i> pode tamb&eacute;m ser devida ao d&eacute;fice/excesso de algum elemento qu&iacute;mico n&atilde;o estudado, nomeadamente micronutrientes, ou &agrave; poss&iacute;vel interac&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rios factores de stress.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>&nbsp;</b></font>	</p>     <p><font face="verdana" size="2"><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></font></p>     <p><font face="verdana" size="2">Apesar de as concentra&ccedil;&otilde;es de Pb no solo serem baixas ambas as popula&ccedil;&otilde;es apresentaram nas suas folhas quantidades deste elemento consideradas fitot&oacute;xicas para as plantas no geral. No entanto, n&atilde;o foram vis&iacute;veis sinais de toxicidade. As plantas de <i>Cistus ladanifer</i> parecem estar bem adaptadas &agrave; coexist&ecirc;ncia de um vasto conjunto de factores de stresse ambiental (radia&ccedil;&atilde;o UV, temperatura do ar elevada no ver&atilde;o, d&eacute;fice h&iacute;drico no ver&atilde;o, baixa&#45;m&eacute;dia fertilidade do solo e conte&uacute;do de elementos vestigiais no solo) presentes nas &aacute;reas do Caldeir&atilde;o e Pomar&atilde;o. Esta toler&acirc;ncia pode estar relacionada com o funcionamento eficaz de diferentes isoenzimas de CAT, POD e SOD. A menor actividade das enzimas antioxidativas, nomeadamente da POD na frac&ccedil;&atilde;o sol&uacute;vel, pode ser compensada pela actividade de outras enzimas ou funcionamento de outros sistemas antioxidativos.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font>	</p> 	    <p><font face="verdana" size="2"><b>REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</b></font>	</p>     <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Abreu, M.M.; Tavares, M.T.; Vairinho, M.; Joaquim, C. e Quental, L. (2004) &#150; Geoqu&iacute;mica comparada dos solos da &aacute;rea mineira de S&atilde;o Domingos, Alentejo: Fundo geoqu&iacute;mico Versus zona de explora&ccedil;&atilde;o. <i>Revista de Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias,</i> 27, 1: 301&#45;313.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S0871-018X201100020000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">ActLabs (2010a) &#45; <i>Code 1H, Total Digestion, ICP, INAA</i> (em linha). Ontario, Activation Laboratories Ltd., 1 p. (Acesso em 2010.05.21). Dispon&iacute;vel em: &lt; <a href="http://www.actlabs.com/page.aspx?page=506&amp;app=226&amp;cat1=549&amp;tp=12&amp;lk=no&amp;menu=64&amp;print=yes" target="_blank">http://www.actlabs.com/page.aspx?page=506&app=226&cat1=549&tp=12&lk=no&menu=64&print=yes</a> &gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S0871-018X201100020000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>      <p><font face="verdana" size="2">An&oacute;nimo (2000) &#45; <i>Manual de fertiliza&ccedil;&atilde;o de culturas</i>. Lisboa, Laborat&oacute;rio Qu&iacute;mico Agr&iacute;cola Rebelo da Silva, INIA, Minist&eacute;rio da Agricultura do Desenvolvimento Rural e das Pescas, 221 p.</font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Alexieva, V.; Sergier, I.; Mappelli, S. e Karanov, E. (2001) &#45; The effect of drought and ultraviolet radition on growth and stress marked in pea and wheat. <i>Plant Cell Environment,</i> 24: 1337&#45;1344.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S0871-018X201100020000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Cao, X.; Ma, L.Q. e Tu, C. (2004) &#45; Antioxidative responses to arsenic in the arsenic hyperaccumulator chinese brake fern (<i>Pteris vittata</i> L.). <i>Environmental Pollution,</i> 128: 317&#45;325.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S0871-018X201100020000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Cardoso, J. C. (1974) &#45; A Classifica&ccedil;&atilde;o dos Solos de Portugal &#150; Nova Vers&atilde;o. <i>Boletim de Solos</i> 17: 14&#45;46. Lisboa, SROA, Secretaria de Estado da Agricultura.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S0871-018X201100020000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">CCME (2007) &#45; <i>Canadian soil quality guidelines for the protection of environmental and human health: summary tables</i> (em linha). Winnipeg, Canada, Canada Council of Ministers of the Environment, 6 p. (Acesso em 2010.05.21). Dispon&iacute;vel em &lt; <a href="http://www.ccme.ca/assets/pdf/rev_soil_summary_tbl_7.0_e.pdf" target="_blank">http://www.ccme.ca/assets/pdf/rev_soil_summary_tbl_7.0_e.pdf</a> &gt;.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Chance, B. e Maehly, A.C. (1955) &#45; Assay of catalases and peroxidases. <i>Methods in Enzymology,</i> 2: 764&#45;817.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S0871-018X201100020000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Chaves, N.; Escudero, J.C. e Guti&eacute;rrez&#45;Merino, C. (1997) &#45; Quantitive variation of flavonoids among individuals of a <i>Cistus ladanifer</i> poulation. <i>Biochemical Sytematics and Ecology,</i> 25, 5: 429&#45;435.</font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Clemens, S.; Bloss, T.; Vess, C.; Neumann, D.; Nies, D. H. e zur Nieden, U. (2002) &#45; A transporter in the endoplasmic reticulum of <i>Schizosaccharomyces</i> pombe cells mediates zinc storage and differentially affects transition metal tolerance. <i>Journal of Biological Chemistry,</i> 277: 18215&#45;18221.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S0871-018X201100020000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Correia, O. (2002) &#45; Os <i>Cistus</i>: as esp&eacute;cies do futuro?. <i>In</i>: Lou&ccedil;&atilde;o, K.A. (Eds) &#45; <i>Fragmentos de Ecologia</i>. 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(2002) &#45; Identification and characterisation of Ca<sup>2+</sup>&#45;pectate binding peroxidases in <i>Arabidopsis thaliana</i>. <i>Journal of Plant Physiology,</i> 159, 11:1165&#45;1171.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S0871-018X201100020000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Grant, J.J. e Loake, G.J. (2000) &#45; Role of active oxygen intermediates and cognate redox signaling in disease resistance. <i>Plant Physiology,</i> 124:21&#45;29.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S0871-018X201100020000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Ingham, L.M.; Parker, M.L. e Waldron, W. (1998) &#45; Peroxidase: changes in soluble and bound forms during maturation and ripening of apples. <i>Physiologia Plantarum,</i> 102: 93&#45;100.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S0871-018X201100020000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">INMG (1990) &#45; <i>O clima de Portugal. Normais climatol&oacute;gicas da regi&atilde;o de "Alentejo e Algarve" correspondentes a 1951&#45;1980</i>. Lisboa, Instituto Nacional de Meteorologia e Geof&iacute;sica, 98 p. (Fasc&iacute;culo XLIX, Vol 4 &#150; 4&ordf; Regi&atilde;o).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S0871-018X201100020000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Landberg, T. e Greger, M. (2002) &#45; Differences in oxidative stress in heavy metal resistant and sensitive clones of <i>Salix vimi</i><i>nalis</i>. <i>Journal of Plant Physiology</i>, 159: 69&#45;75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S0871-018X201100020000400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Lindsay, W.L. e Norvell, W.A. (1978) &#45; Development of a DTPA soil test for zinc, iron, manganese and copper. <i>Soil Science,</i> 42: 421&#45;428.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S0871-018X201100020000400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Kabata&#45;Pendias A. e Pendias, H. (2001) &#45; <i>Trace Elements in Soils and Plants</i>. 3rd ed. CRC Press, Boca Raton, 413 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S0871-018X201100020000400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Khopde, S.M.; Priyadarsini, K.I.; Mohan, H.; Gawandi, V.B.; Satav, J.G.; Yakhmi, J.V.; Banavaliker, M.M.; Biyani, M.K. e Mittal, J.P. (2001) &#45; Characterizing the antioxidant&nbsp; activity of amla (<i>Phyllanthus emblica</i>) extract. <i>Current Science,</i> 81: 185&#45;190.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S0871-018X201100020000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">McDougall, G.J. e Morrison, I.M. (1995) &#45; Ionically&#45;bound and covalently&#45;bound wall peroxidases differ in their substrate specificity. <i>Biochemical Society Transaction,</i> 23: 150S.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S0871-018X201100020000400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Moulding, P.H.; Grant, H.F.; McLeilan, K.M. e Robinson, D.S. (1987) &#45; Heat stability of soluble and ionically bound peroxidases extracted from apples. <i>Internacional Journal of Food Science and Technology,</i> 22: 391&#45;391.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S0871-018X201100020000400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">N&uacute;&ntilde;ez&#45;Olivera, E.; Mart&iacute;nez&#45;Abaigar, J. e Escudero, J.C. (1996) &#45; Adaptability of leaves of <i>Cistus ladanifer</i> to widely varying environmental conditions. <i>Functional Ecology,</i> 10: 636&#45;646.</font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Pang, J.; Chan, G.S.Y.; Zhang, J.; Liang, J. e Wong, M.H. (2003) &#45; Physiological aspects of vertiver grass for rehabilitation in abandoned metalliferous mine wastes. <i>Chemosphere,</i> 52: 1559&#45;1570.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0871-018X201100020000400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Oliveira, J.T.; Brand&atilde;o Silva, J.; Rom&atilde;o, J.A.; Carvalho, D.; Van den Boogaard, M. e Ribeiro, A. (1990). <i>Carta Geol&oacute;gica de Portugal na escala de 1:50 000, Folha 46&#45;D&#45;M&eacute;rtola</i>. Lisboa, Servi&ccedil;os Geol&oacute;gicos de Portugal.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Oliveira, J.T.; Pereira, E.; Ramalho, M.; Antunes, M.T. e Monteiro, J.H. (1992) &#45; <i>5&ordf; Edi&ccedil;&atilde;o da Carta Geol&oacute;gica de Portugal na escala de 1:500 000</i>. Lisboa, Servi&ccedil;os Geol&oacute;gicos de Portugal.</font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">P&oacute;voas, I. e Barral, M.F. (1992) &#45; <i>M&eacute;todos de an&aacute;lise de solos.</i> Lisboa, Instituto de Investiga&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica Tropical, Minist&eacute;rio do Planeamento e da Administra&ccedil;&atilde;o do Territ&oacute;rio, 61 p. (Comunica&ccedil;&otilde;es do IICT, S&eacute;rie de Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias, N&ordm; 10).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S0871-018X201100020000400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Quental, L.; Bourguignon, A.; Sousa, A.J.; Batista, M.J.; Brito, M.G.; Tavares, T.; Abreu, M.M.; Vairinho, M. e Cottard, F. (2002) &#45; <i>MINEO Southern Europe environment test site., contamination impact mapping and modeling, Final Report</i>. Lisboa, Instituto Geol&oacute;gico e Mineiro, 131 p. (IST&#45;1999&#45;10337).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S0871-018X201100020000400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Saraiva, J.; Nunes, C. e Coimbra, M. (2007) &#45; Purification and characterization of olive (<i>Olea europaea</i> L.) peroxidase &#45; Evidence for the occurrence of a pectin binding peroxidase. <i>Food Chemistry,</i> 101: 1571&#45;1579.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S0871-018X201100020000400028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Schmid, B. (1992) &#45; Phenotypic variation in plants. <i>Evolutionary Trends in Plants,</i> 6: 45&#45;60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S0871-018X201100020000400029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Sun, M. e Zigman, S. (1977) &#45; An improved spectrophotometic assay for superoxide dismutase based on epinephrine autoxidation. <i>Analytical Biochemistry,</i> 90: 81&#45;89.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S0871-018X201100020000400030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Tavares, M.T.; Sousa, A.J. e Abreu, M.M. (2008) &#45; Ordinary kriging and indicator kriging in the cartography of trace elements contamination in S&atilde;o Domingos mining site (Alentejo, Portugal). <i>Journal of Geochemical Exploration,</i> 98: 43&#45;56.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S0871-018X201100020000400031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Wong, D.W.S. e Whitaker, J.R. (2003) &#45; Catalase. <i>In</i>: Whitaker, J. R.; Voragen, A. G. J. e Wong, D. W. S. (Eds) <i>Handbook of Food Enzymology</i>. New York, Marcel Dekker Inc., p. 389&#45;401.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S0871-018X201100020000400032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    ]]></body>
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