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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Influência da dose e época de aplicação de um compostado na cultura de cebola biológica]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The response of organic onion to the application of increasing rates of composted animal manure (0, 20 and 40 t/ha) and application timing (one month before planting and at planting), combined with a commercial organic fertilizer Monterra (2 t/ha), was evaluated at NW Portugal. At the site, a conventional onion experiment was also carried out, with 150 kg/ha of mineral N. Both crops were evaluated 5 times throughout the growing period to assess plant fresh and dry weights and bulb diameter, firmness, entitled total acidity, pH and nutrient content of the bulbs. The moment of compost application and the organic fertilizer Monterra did not significantly affect crop growth, but yield increased with increasing compost rate, from 19.6 t/ha to 28.9 t/ha and 34.9 t/ha, respectively for 0, 20 and 40 t/ha compost rate. Onion yield with maximum compost rate was near to conventional onion yield (39.3 t/ha). Organic onions compared to conventional ones, had higher values of firmness, total acidity and K content.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Azoto]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[  	    <p><b><font face="verdana" size="2">Influ&ecirc;ncia da dose e &eacute;poca de aplica&ccedil;&atilde;o de um compostado na cultura de cebola biol&oacute;gica</font></b></p>     <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	     <p><font face="verdana" size="2"><b>Isabel Mour&atilde;o<sup>1</sup>, Luis Miguel    Brito<sup>1</sup> e Jo&atilde;o Coutinho<sup>2</sup></b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><sup>1</sup>Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o de Montanha (CIMO), Escola Superior Agr&aacute;ria de Ponte de Lima, Instituto Polit&eacute;cnico de Viana do Castelo, Ref&oacute;ios, 4990&#45;706 Ponte de Lima. E&#45;mail: <a href="mailto:isabelmourao@esa.ipvc.pt">isabelmourao@esa.ipvc.pt</a>;</font></p>      <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;<sup>2</sup>C Qu&iacute;mica, DeBA, EC Vida e Ambiente, Universidade de Tr&aacute;s&#45;os&#45;Montes e Alto Douro, ap 1013, 5001&#45;911 Vila Real. E&#45;mail: <a href="mailto:j_coutin@utad.pt">j_coutin@utad.pt</a>&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>      <p><font face="verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="verdana" size="2">No presente estudo avaliou&#45;se o crescimento e a produtividade da cultura da cebola no modo de produ&ccedil;&atilde;o biol&oacute;gico (MPB), na regi&atilde;o NW de Portugal, com a aplica&ccedil;&atilde;o ao solo de um compostado em diferentes &eacute;pocas (&agrave; planta&ccedil;&atilde;o e um m&ecirc;s antes da planta&ccedil;&atilde;o), nas doses de 0, 20 e 40 t/ha, com e sem aplica&ccedil;&atilde;o do fertilizante org&acirc;nico Monterra na dose de 2 t/ha &agrave; planta&ccedil;&atilde;o. Avaliou&#45;se a mesma cultura no modo de produ&ccedil;&atilde;o convencional (MPC, 150 kg N/ha). Realizaram&#45;se 5 colheitas para quantifica&ccedil;&atilde;o do peso fresco e seco, di&acirc;metro, firmeza, acidez total, pH e concentra&ccedil;&atilde;o de nutrientes do bolbo.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">A produtividade da cebola no MPB n&atilde;o aumentou significativamente com a antecipa&ccedil;&atilde;o na aplica&ccedil;&atilde;o do compostado, nem com a aplica&ccedil;&atilde;o do fertilizante Monterra, mas aumentou com a dose de aplica&ccedil;&atilde;o de compostado ao solo, resultando numa produtividade m&eacute;dia de 19,6 t/ha, 28,9 t/ha e 34,9 t/ha, respectivamente, para as doses de 0, 20 e 40 t/ha de compostado. As taxas aparentes de utiliza&ccedil;&atilde;o do N org&acirc;nico do compostado aplicado &agrave; planta&ccedil;&atilde;o sem Monterra, foram de 14,5% e 7,7%, respectivamente, para as doses de 20 e 40 t/ha. A utiliza&ccedil;&atilde;o de 40 t/ha compostado contribuiu para alcan&ccedil;ar produ&ccedil;&otilde;es de cebola pr&oacute;ximas das obtidas no MPC (39,3 t/ha). Os bolbos produzidos no MPB revelaram uma tend&ecirc;ncia de maior firmeza, maior acidez e maiores teores de K, em compara&ccedil;&atilde;o com o MPC.</font>	</p>     <p><font face="verdana" size="2"><b>Palavras&#45;chave</b>: Azoto, fertiliza&ccedil;&atilde;o org&acirc;nica, modo de produ&ccedil;&atilde;o biol&oacute;gico, nutrientes.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Compost rate and application timing effects on organic onion crop</b>&nbsp;</font></p>      <p><font face="verdana" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="verdana" size="2">The response of organic onion to the application of increasing rates of composted animal manure (0, 20 and 40 t/ha) and application timing (one month before planting and at planting), combined with a commercial organic fertilizer Monterra (2 t/ha), was evaluated at NW Portugal. At the site, a conventional onion experiment was also carried out, with 150 kg/ha of mineral N. Both crops were evaluated 5 times throughout the growing period to assess plant fresh and dry weights and bulb diameter, firmness, entitled total acidity, pH and nutrient content of the bulbs.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">The moment of compost application and the organic fertilizer Monterra did not significantly affect crop growth, but yield increased with increasing compost rate, from 19.6 t/ha to 28.9 t/ha and 34.9 t/ha, respectively for 0, 20 and 40 t/ha compost rate. Onion yield with maximum compost rate was near to conventional onion yield (39.3 t/ha). Organic onions compared to conventional ones, had higher values of firmness, total acidity and K content.</font>	</p>     <p><font face="verdana" size="2"><b>Key&#45;words</b>: Compost, mineralisation, nitrogen, nutrients, organic matter</font></p>     <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">A cebola (<i>Allium cepa</i> L.) em Portugal &eacute; principalmente cultivada como cultura intensiva de ar livre. Em 2003, ocupava uma &aacute;rea de 1617 ha, concentrada nas regi&otilde;es do Ribatejo e Oeste e Entre&#45;Douro&#45;e&#45;Minho, estimando&#45;se a produ&ccedil;&atilde;o em 38593 t (GPP, 2007). A Europa tem produtividades m&eacute;dias de 20 t/ha, sendo de 35 t/ha na UE a 25 Estados Membros e de 23,5 t/ha em Portugal (GPP, 2007). O consumo anual em Portugal foi estimado em 13,08 kg por habitante em 2005, sendo o terceiro produto hort&iacute;cola mais consumido, depois da batata e couve (FAOSTAT, 2010), facto que justifica a produ&ccedil;&atilde;o biol&oacute;gica de cebola.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">A absor&ccedil;&atilde;o de nutrientes pela cebola durante o per&iacute;odo de crescimento segue uma curva sigmoidal e o per&iacute;odo de r&aacute;pida absor&ccedil;&atilde;o coincide com o inicio da forma&ccedil;&atilde;o do bolbo (Lee, 2010). Por outro lado, o sistema radicular da cebola consiste em ra&iacute;zes superficiais, que raramente se ramificam ou formam pelos radiculares. Thorup&#45;Kristensen (2001) referiu que as ra&iacute;zes das plantas de cebola atingem 0,25&#45;0,35 m de profundidade, devido a um crescimento muito lento, apesar de apresentar um ciclo cultural relativamente longo, comparativamente com a maior parte das culturas hort&iacute;colas. Assim, a cultura de cebola revela&#45;se muito exigente na disponibilidade de nutrientes no tempo adequado e na profundidade do solo a que se encontram as ra&iacute;zes. No modo de produ&ccedil;&atilde;o convencional, estudos de fertiliza&ccedil;&atilde;o de cebola indicam que valores de azoto mineral acima de 150 kg/ha normalmente n&atilde;o se traduzem em aumentos de produtividade significativos (Drost <i>et al</i>., 2002; Brito, 2005).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">No modo de produ&ccedil;&atilde;o biol&oacute;gico, a taxa de mineraliza&ccedil;&atilde;o dos compostados org&acirc;nicos que se incorporam no solo est&aacute; directamente relacionada com a disponibilidade de azoto para as culturas e este processo tem de ser estudado para as diferentes condi&ccedil;&otilde;es de produ&ccedil;&atilde;o. Com o presente trabalho pretendeu&#45;se avaliar o crescimento e a produtividade da cultura da cebola no modo de produ&ccedil;&atilde;o biol&oacute;gico (MPB), com a aplica&ccedil;&atilde;o ao solo de um compostado em diferentes &eacute;pocas (&agrave; planta&ccedil;&atilde;o e um m&ecirc;s antes da planta&ccedil;&atilde;o), nas doses de 0, 20 e 40 t/ha, com e sem a aplica&ccedil;&atilde;o &agrave; planta&ccedil;&atilde;o do fertilizante comercial Monterra na dose de 2 t/ha.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font>	</p> 	    <p><font face="verdana" size="2"><b>MATERIAL E M&Eacute;TODOS</b></font>	</p>     <p><font face="verdana" size="2">O ensaio realizou&#45;se no concelho de Ponte de Lima (NW Portugal), num Regossolo districo (Agroconsultores e Geometral, 1995), com textura franco&#45;arenosa. No Quadro 1 apresentam&#45;se algumas das caracter&iacute;sticas qu&iacute;micas do solo. O crescimento e a produtividade da cultura da cebola no modo de produ&ccedil;&atilde;o biol&oacute;gico (MPB) foram avaliados para a cultivar regional Vermelha da P&oacute;voa (cedida pela DRAPN) em 3 blocos casualizados, com os seguintes tratamentos: 20 t/ha de compostado (140 kg N/ha) aplicado &agrave; planta&ccedil;&atilde;o (C20P) ou um m&ecirc;s antes (C20A), 40 t/ha (280 kg N/ha) &agrave; planta&ccedil;&atilde;o (C40P) ou um m&ecirc;s antes (C40A), os mesmos tratamentos acrescidos com a aplica&ccedil;&atilde;o &agrave; planta&ccedil;&atilde;o do fertilizante comercial Monterra (M) na dose de 2 t/ha (140 kg N/ha) (C20AM, C20PM, C40AM, C40PM, respectivamente), para al&eacute;m da testemunha sem qualquer fertilizante (C0).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="verdana" size="2"><b>Quadro 1</b> &#45; Caracter&iacute;sticas qu&iacute;micas do solo do ensaio.</font></p>     <p><img src="/img/revistas/rca/v34n2/34n2a10q1.jpg" width="600" height="85"></p>     
<p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">O compostado, cujas caracter&iacute;sticas se apresentam no Quadro 2, resultou da mistura de palha e dejectos de bovinos e equinos no MPB, com tr&ecirc;s meses de compostagem. O ciclo cultural foi de 115 dias, tendo a planta&ccedil;&atilde;o sido realizada em meados de Maio, a partir de plantas produzidas no MPB no viveiro Triplanta, com cerca de 3 folhas definitivas. Avaliou&#45;se a mesma cultura no modo de produ&ccedil;&atilde;o convencional (MPC), com a aplica&ccedil;&atilde;o de um adubo composto em fundo (7:14:14 na dose de 60 kg N/ha) e um adubo nitroamoniacal em cobertura (nitrolusal 26% N na dose de 90 kg N/ha), para compara&ccedil;&atilde;o com o MPB. A rega foi efectuada pelo sistema gota&#45;a&#45;gota e o controlo das infestantes foi realizado manualmente. Realizaram&#45;se 5 colheitas, aos 40, 55, 70, 85 e 115 dias ap&oacute;s a planta&ccedil;&atilde;o, tendo&#45;se avaliado 6 plantas por cada tratamento e por cada repeti&ccedil;&atilde;o, para quantifica&ccedil;&atilde;o do peso fresco e peso seco das plantas, di&acirc;metro e concentra&ccedil;&atilde;o de nutrientes no bolbo. Na colheita comercial desterminou&#45;se ainda o peso ed&iacute;vel, a acidez total, o pH, a firmeza e os teores de N, P, K, Ca, Mg e Fe dos bolbos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="verdana" size="2"><b>Quadro 2</b> &#45; Caracter&iacute;sticas do compostado (n=6) proveniente de palha e dejectos de animais com 3 meses de compostagem e do fertilizante org&acirc;nico comercial Monterra (n=3) (<img src="/img/revistas/rca/v34n2/34n2a10e1.jpg">).</font></p>     
<p><img src="/img/revistas/rca/v34n2/34n2a10q2.jpg" width="650" height="172"></p>     
<p>&nbsp;</p>      <p><font face="verdana" size="2">A mat&eacute;ria seca foi determinada ap&oacute;s secagem das plantas numa estufa ventilada a 70 &ordm;C, at&eacute; peso constante A acidez total foi determinada por titula&ccedil;&atilde;o a pH 8,1 com uma solu&ccedil;&atilde;o 0,1N de NaOH na presen&ccedil;a de fenolftale&iacute;na e foi expressa em mg de equiv. &aacute;cido c&iacute;trico por 100g de mat&eacute;ria fresca. A leitura do pH foi realizada com um potenci&oacute;metro e a firmeza do bolbo, determinada na parte ed&iacute;vel da cebola com um penetr&oacute;metro (TR Snc), tendo sido expressa pela for&ccedil;a m&aacute;xima (kg cm<sup>&#45;2</sup>) necess&aacute;ria para penetrar cada um dos bolbos com uma sonda cil&iacute;ndrica de 8 mm, a uma velocidade de 50 mm min<sup>&#45;1</sup>.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Recorreu&#45;se &agrave; norma europeia (EN &#45; Soil improvers and growing media, 1999) para a determina&ccedil;&atilde;o da humidade (EN 13040), pH (EN 13037) e condutividade el&eacute;ctrica (EN 13038 e EN 13039) dos compostados. A raz&atilde;o C/N foi calculada considerando a concentra&ccedil;&atilde;o de carbono calculada pelo quociente entre a concentra&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria org&acirc;nica e a constante 1,8 (Gon&ccedil;alves e Baptista, 2001). A taxa aparente de utiliza&ccedil;&atilde;o do N org&acirc;nico dos compostados (%) foi estimada pela diferen&ccedil;a entre o N acumulado nas plantas produzidas com e sem compostado, ap&oacute;s subtrac&ccedil;&atilde;o do N mineral existente no compostado aplicado ao solo, a dividir pelo N org&acirc;nico do mesmo. O N mineral do solo e dos compostados, ap&oacute;s extrac&ccedil;&atilde;o com KCl 2M (1:5), foi determinado por espectrofotometria de absor&ccedil;&atilde;o molecular, em autoanalisador de fluxo segmentado, sendo a concentra&ccedil;&atilde;o de N amoniacal determinada pela reac&ccedil;&atilde;o de Berthelot e a de N n&iacute;trico atrav&eacute;s do reagente de Griess&#45;Ilosvay, ap&oacute;s redu&ccedil;&atilde;o em coluna de c&aacute;dmio. Para os teores totais de nutrientes no solo, no compostado e nas plantas, utilizou&#45;se uma digest&atilde;o sulf&uacute;rica para N e P total e uma digest&atilde;o nitro&#45;percl&oacute;rica para K, Ca e Mg. O N e P nos digeridos foram determinados por espectrofotometria de absor&ccedil;&atilde;o molecular, o K por espectrofotometria de emiss&atilde;o de chama e o Ca e Mg por espectrofotometria de absor&ccedil;&atilde;o at&oacute;mica. A an&aacute;lise de vari&acirc;ncia dos tratamentos no MPB e os testes t para a compara&ccedil;&atilde;o entre os resultados dos ensaios no MPB e no MPC foram efectuados com o programa SPSS 16.0.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     <p><font face="verdana" size="2"><b>RESULTADOS E DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font face="verdana" size="2"><b>Crescimento das plantas e produtividade de cebola</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">O peso fresco e o peso seco das plantas no MPB aos 40 e 55 dias ap&oacute;s a planta&ccedil;&atilde;o foram id&ecirc;nticos para todas plantas produzidas com 40 t/ha de compostado, sendo o tratamento em que se aplicou compostado na dose de 40 t/ha &agrave; planta&ccedil;&atilde;o com incorpora&ccedil;&atilde;o de Monterra (40 PM) superior (p&lt;0,05) a todos os tratamentos onde se aplicaram 20 t/ha de compostado e ao tratamento sem fertiliza&ccedil;&atilde;o org&acirc;nica, que tiveram um peso fresco semelhante entre si (Figura 1). Aos 70 e 85 dias ap&oacute;s a planta&ccedil;&atilde;o, as plantas (rama e bolbo) produzidas com compostado na dose de 40 t/ha &agrave; planta&ccedil;&atilde;o com incorpora&ccedil;&atilde;o de Monterra (40 PM) obtiveram pesos frescos e secos significativamente superiores (p&lt;0,05) comparativamente ao tratamento C0 e ao tratamento em que se aplicou 20 t/ha de compostado um m&ecirc;s antes da planta&ccedil;&atilde;o (20A) (Figura 1, Quadro 3).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font>	</p> 	    <p><font face="verdana" size="2"><img src="/img/revistas/rca/v34n2/34n2a10f1.jpg" width="700" height="257">&nbsp;</font></p>      
<p><font face="verdana" size="2"><b>Figura 1</b> &#45; Peso fresco e peso seco da planta (rama e bolbo) (g/planta) desde a planta&ccedil;&atilde;o at&eacute; 85 dias ap&oacute;s a planta&ccedil;&atilde;o, nos tratamentos do ensaio no MPB: sem compostado (C0), com 20 e 40 t/ha de compostado (C20, C40), aplicado 1 m&ecirc;s antes planta&ccedil;&atilde;o (A) e &agrave; planta&ccedil;&atilde;o (P), sem e com aplica&ccedil;&atilde;o de Monterra (M).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b><a name="q3"></a><a href="#topq3">Quadro 3</a></b> &#45; Peso seco da rama e do bolbo (g/planta) 85 e 115 dias ap&oacute;s a planta&ccedil;&atilde;o e di&acirc;metro final do bolbo (mm/planta), nos tratamentos do ensaio no MPB: sem compostado (C0), com 20 e 40 t/ha de compostado (C20, C40), aplicado 1 m&ecirc;s antes planta&ccedil;&atilde;o (A) e &agrave; planta&ccedil;&atilde;o (P), sem e com aplica&ccedil;&atilde;o de Monterra (M) e no ensaio com fertiliza&ccedil;&atilde;o mineral (FM) no MPC. Em cada coluna as m&eacute;dias seguidas por letras diferentes correspondem a diferen&ccedil;as significativas entre os tratamentos (p&lt;0,05).</font></p>      <p><img src="/img/revistas/rca/v34n2/34n2a10q3.jpg" width="650" height="279"></p>      
<p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">O peso seco da rama no MPC foi significativamente superior ao peso da rama das plantas conduzidas no MPB, mas o peso do bolbo foi semelhante ao das plantas produzidas com 40 t/ha de compostado (Quadro 3), o que est&aacute; de acordo com os resultados apresentados por Lee (2010), em ensaios de cebola conduzidos nos dois modos de produ&ccedil;&atilde;o, biol&oacute;gico e convencional onde, apesar do peso da rama ser superior no MPC, os bolbos resultaram em pesos id&ecirc;nticos nos dois modos de produ&ccedil;&atilde;o.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Na colheita final, aos 115 dias ap&oacute;s a planta&ccedil;&atilde;o, o peso seco do bolbo das plantas em que se aplicou compostado na dose de 40 t/ha &agrave; planta&ccedil;&atilde;o com Monterra (40PM) apenas foi significativamente superior ao tratamentos C0 (p&lt;0,05). No entanto, o di&acirc;metro do bolbo das plantas do tratamento 40 PM foi significativamente superior ao di&acirc;metro das cebolas dos tratamentos C0, 20A, 20P e 40P (<a href="#q3">Quadro 3</a><a name="topq3"></a>).</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">N&atilde;o se observaram interac&ccedil;&otilde;es significativas de primeira ou de segunda ordem entre os efeitos da dose de compostado, do momento de aplica&ccedil;&atilde;o ou da aplica&ccedil;&atilde;o de Monterra, na produtividade da cultura de cebola. Na Figura 2 apresentam&#45;se a produtividade e o di&acirc;metro da cebola no MPB. A produtividade n&atilde;o aumentou significativamente com o momento de aplica&ccedil;&atilde;o do compostado, nem com a aplica&ccedil;&atilde;o do fertilizante comercial Monterra, mas aumentou com a dose de aplica&ccedil;&atilde;o de compostado ao solo (p&lt;0,05), resultando numa produtividade m&eacute;dia de 19,6 t/ha, 28,9 t/ha e 34,9 t/ha, respectivamente, para as doses de 0, 20 e 40 t/ha de compostado. O di&acirc;metro do bolbo foi id&ecirc;ntico para as culturas sem fertiliza&ccedil;&atilde;o org&acirc;nica e com aplica&ccedil;&atilde;o de 20 t/ha de compostado mas foi superior com a aplica&ccedil;&atilde;o de 40 t/ha de compostado (Figura 2).</font></p> 	    <p>&nbsp;</p> 	    <p><font face="verdana" size="2"><b><a name="topf2" id="topf2"></a></b></font><img src="/img/revistas/rca/v34n2/34n2a10f2.jpg" width="700" height="253"></p> 	    
<p><font face="verdana" size="2"><b><a href="#f2">Figura 2</a></b> &#45; Produtividade (t/ha), mat&eacute;ria seca (%) e di&acirc;metro da cebola (mm) nos tratamentos do ensaio no MPB: sem compostado (C0) e com aplica&ccedil;&atilde;o de 20 t/ha e 40 t/ha de compostado (C20, C40), considerando em conjunto os tratamentos onde se aplicaram estas doses de compostado, e no ensaio no MPC (FM). Letras diferentes correspondem a diferen&ccedil;as significativas entre os tratamentos (p&lt;0,05).</font></p> 	    <p>&nbsp;</p>  	    <p><font face="verdana" size="2">A produtividade da cultura no MPC, com aplica&ccedil;&atilde;o de 150 kg/ha de N mineral, foi de 39,3 t/ha, valor que n&atilde;o foi significativamente diferente da produtividade obtida com 40 t/ha de compostado, que correspondeu &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o de 280 kg/ha de N total, do qual apenas 0,5% era N mineral. O valor m&eacute;dio da </font><font face="verdana" size="2">mat&eacute;ria seca da cebola no ensaio conduzido no MPB foi de 12,1% e no MPC foi de 11,5%, valores que n&atilde;o foram estatisticamente diferentes (Figura 2). A parte ed&iacute;vel dos bolbos de cebola foi id&ecirc;ntica para os dois modos de produ&ccedil;&atilde;o, em m&eacute;dia 90,1%.</font></p> 	    <p>&nbsp;</p>     <p><font face="verdana" size="2"><b>Caracter&iacute;sticas f&iacute;sicas e qu&iacute;micas dos bolbos</b></font></p>     <p><font face="verdana" size="2">A firmeza dos bolbos foi superior nas cebolas produzidas sem qualquer fertiliza&ccedil;&atilde;o (7,8 kg cm<sup>&#45;2</sup>), comparativamente com as cebolas produzidas com fertilizante mineral (7,0 kg cm<sup>&#45;2</sup>). Em estudos que relacionavam a quantidade de azoto dispon&iacute;vel com a qualidade dos bolbos de cebola, Randle (2000) apontou a redu&ccedil;&atilde;o da firmeza dos bolbos com o aumento da disponibilidade de azoto no solo. No entanto, a firmeza das cebolas produzidas com compostado no MPB, comparativamente com as cebolas produzidas no MPC, n&atilde;o foi significativamente superior (Figura 3).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/rca/v34n2/34n2a10f3.jpg" width="700" height="226"></p>     
<p><font face="verdana" size="2"><b>Figura 3</b> &#45; Firmeza dos bolbos (kg cm<sup>&#45;2</sup>) e acidez total dos bolbos (mg de equiv. &aacute;cido c&iacute;trico por 100g) nos tratamentos do ensaio no MPB: sem compostado (C0) e com aplica&ccedil;&atilde;o de 20 t/ha e 40 t/ha de compostado (C20, C40), considerando em conjunto os tratamentos onde se aplicaram estas doses de compostado, e no ensaio no MPC (FM). Letras diferentes correspondem a diferen&ccedil;as significativas entre os tratamentos (p&lt;0,05).</font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="verdana" size="2">A acidez total, que estima a quantidade de &aacute;cidos org&acirc;nicos indicando a adstring&ecirc;ncia das cebolas, tal como o pH, influencia o sabor. A acidez total (Figura 3) foi superior nas cebolas produzidas sem qualquer fertiliza&ccedil;&atilde;o (75,4 mg 100 g<sup>&#45;1</sup>) comparativamente com as cebolas produzidas com fertilizante mineral (72,3 mg 100 g<sup>&#45;1</sup>). No entanto, a acidez total das cebolas n&atilde;o foi significativamente diferente entre a aplica&ccedil;&atilde;o de 0, 20 e 40 t/ha de compostado no MPB, assim como entre as cebolas onde se aplicou compostado e as cebolas do MPC (Figura 3). O pH das cebolas foi id&ecirc;ntico para todos os tratamentos no MPB e no MPC, sendo o valor m&eacute;dio de 5,5.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Apesar das diferen&ccedil;as significativas na concentra&ccedil;&atilde;o de azoto na rama das plantas do ensaio no MPB, a composi&ccedil;&atilde;o dos bolbos em azoto (N), pot&aacute;ssio (K), c&aacute;lcio (Ca), magn&eacute;sio (Mg) e ferro (Fe), foi id&ecirc;ntica para todos os tratamentos no MPB (Quadro 4). No entanto, a aplica&ccedil;&atilde;o do fertilizante comercial Monterra resultou numa menor concentra&ccedil;&atilde;o em f&oacute;sforo (P) nos bolbos, excepto para as cebolas produzidas com 40 t/ha de compostado aplicado 1 m&ecirc;s antes da planta&ccedil;&atilde;o (40A).</font></p> 	    <p>&nbsp;</p> 	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Quadro 4</b> &#45; Concentra&ccedil;&atilde;o em nutrientes, expressa na mat&eacute;ria seca (g kg<sup>&#45;1</sup> ms) na rama e no bolbo respectivamente 85 e 115 dias ap&oacute;s a planta&ccedil;&atilde;o, nos tratamentos do ensaio no MPB: sem compostado (C0), com 20 e 40 t/ha de compostado (C20, C40), aplicado 1 m&ecirc;s antes planta&ccedil;&atilde;o (A) e &agrave; planta&ccedil;&atilde;o (P), sem e com aplica&ccedil;&atilde;o de Monterra (M) e no ensaio no MPC (FM). Em cada coluna as m&eacute;dias seguidas por letras diferentes correspondem a diferen&ccedil;as significativas entre os tratamentos (p&lt;0,05).</font></p> 	    <p><img src="/img/revistas/rca/v34n2/34n2a10q4.jpg" width="650" height="304"></p> 	    
<p>&nbsp;</p>      <p><font face="verdana" size="2">A concentra&ccedil;&atilde;o de nutrientes nos bolbos produzidos com fertilizante mineral no MPC apresentou um teor significativamente inferior em K, comparativamente com os bolbos produzidos no MPB com aplica&ccedil;&atilde;o de 40 t/ha (Quadro 4). Gundersen <i>et al</i>. (2000) avaliaram a qualidade de cebolas produzidas no MPB e no MPC e referiram que as cebolas produzidas no MPB apresentaram menores valores de concentra&ccedil;&atilde;o de Ca e Mg e maiores valores de Fe e de K, apesar deste &uacute;ltimo n&atilde;o ter sido um resultado significativo. No presente estudo, os teores de Fe tamb&eacute;m apresentaram uma tend&ecirc;ncia para serem superiores na cebola produzidas no MPB.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     <p><font face="verdana" size="2"><b>Extrac&ccedil;&atilde;o de nutrientes</b></font></p>     <p><font face="verdana" size="2">A extrac&ccedil;&atilde;o de azoto acumulado na rama e no bolbo (Quadro 5) foi significativamente superior na cultura produzida no MPC (77 kg/ha) comparativamente com as culturas produzidas no MPB (48&#45;65 kg/ha) e, em ambos os casos, a extrac&ccedil;&atilde;o de N foi muito inferior ao valor referido por Sullivan <i>et al</i>. (2001) de 110 kg/ha de N.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font>	</p>     <p><font face="verdana" size="2"><b>Quadro 5</b> &#45; Extrac&ccedil;&atilde;o de nutrientes (kg/ha) na rama e no bolbo respectivamente 85 e 115 dias ap&oacute;s a planta&ccedil;&atilde;o, nos tratamentos do ensaio no MPB: sem compostado (C0), com 20 e 40 t/ha de compostado (C20, C40), aplicado 1 m&ecirc;s antes planta&ccedil;&atilde;o (A) e &agrave; planta&ccedil;&atilde;o (P), sem e com aplica&ccedil;&atilde;o de Monterra (M) e no ensaio no MPC (FM). Em cada coluna as m&eacute;dias seguidas por letras diferentes correspondem a diferen&ccedil;as significativas entre os tratamentos (p&lt;0,05).</font></p>     <p><img src="/img/revistas/rca/v34n2/34n2a10q5.jpg" width="650" height="276"></p>      
<p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     <p><font face="verdana" size="2">A extrac&ccedil;&atilde;o dos nutrientes (Figura 4) aumentou de acordo com a produtividade (<a name="f2"></a><a href="#topf2">Figura 2</a>) e a extrac&ccedil;&atilde;o pelas plantas produzidas com adubos minerais foi superior a todas as plantas conduzidas no MPB. No entanto, a rela&ccedil;&atilde;o entre o N acumulado na cebola e o N acumulado no total da planta diminuiu de 73,5% nas plantas sem fertiliza&ccedil;&atilde;o (C0), para 66,2% nas plantas produzidas com compostado (C20 e C40) e 63,5% nas plantas conduzidas no MPC (FM). O mesmo ocorreu para a extrac&ccedil;&atilde;o de P, onde esta rela&ccedil;&atilde;o diminuiu, respectivamente, de 84,2% para 82,0% e 75,7% (Quadro 5).&nbsp; &nbsp;</font></p>      <p>&nbsp;</p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;<img src="/img/revistas/rca/v34n2/34n2a10f4.jpg" width="650" height="217"></font></p>      
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2"><b>Figura 4</b> &#45; Exporta&ccedil;&atilde;o (kg/ha) de azoto (N) e f&oacute;sforo (P) pelo bolbo na colheita comercial (115 dap) e pela rama (85 dap), nos tratamentos do ensaio no MPB: sem compostado (C0) e com aplica&ccedil;&atilde;o de 20 t/ha e 40 t/ha de compostado (C20, C40), considerando em conjunto os tratamentos onde se aplicaram estas doses de compostado, e no ensaio no MPC (FM).</font></p>     <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Para a cultura de cebola Lee (2010) referiu que a rela&ccedil;&atilde;o entre o N acumulado na cebola e o N acumulado no total da planta foi de 67,8% para culturas produzidas no MPB e de 64,2% no MPC e para o K os valores que encontrou foram, respectivamente, de 81,4% e de 70,8%. Estes resultados sugerem que a fertiliza&ccedil;&atilde;o org&acirc;nica aumentou o transporte de nutrientes da rama para o bolbo, comparativamente com a aduba&ccedil;&atilde;o mineral.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Taxa aparente de utiliza&ccedil;&atilde;o de N org&acirc;nico dos compostados</b></font>	</p>     <p><font face="verdana" size="2">As taxas aparentes de utiliza&ccedil;&atilde;o do N org&acirc;nico do compostado aplicado &agrave; planta&ccedil;&atilde;o sem Monterra, no per&iacute;odo de 115 dias entre a planta&ccedil;&atilde;o e a colheita da cebola, foram de 14,5 e de 7,7g N/100g Norg, respectivamente,</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">para as doses de 20 e 40 t/ha de compostado (Figura 5). A aplica&ccedil;&atilde;o do fertilizante comercial Monterra s&oacute; mostrou alguma efici&ecirc;ncia, em termos de N, no tratamento em que se aplicou 20 t/ha de compostado um m&ecirc;s antes da planta&ccedil;&atilde;o (20A). Neste tratamento, a mineraliza&ccedil;&atilde;o do compostado que decorreu no per&iacute;odo de 1 m&ecirc;s antes da planta&ccedil;&atilde;o ter&aacute; libertado N mineral que n&atilde;o ficou dispon&iacute;vel para absor&ccedil;&atilde;o pelas plantas, provavelmente por ter sido entretanto lixiviado para uma profundidade do solo fora do alcance das ra&iacute;zes das plantas. Assim, parte do azoto mineral absorvido pelas plantas produzidas com aplica&ccedil;&atilde;o ao solo de 20 t/ha de compostado um m&ecirc;s antes da planta&ccedil;&atilde;o e com aplica&ccedil;&atilde;o do fertilizante org&acirc;nico Monterra (20AM), teve origem na mineraliza&ccedil;&atilde;o deste fertilizante org&acirc;nico, que disponibilizou azoto mineral com uma efici&ecirc;ncia estimada em 9,4 g N/100g Norg (Figura 5).</font></p> 	    <p>&nbsp;</p> 	    <p><img src="/img/revistas/rca/v34n2/34n2a10f5.jpg" width="450" height="262"></p> 	    
<p><font face="verdana" size="2"><b>Figura 5</b> &#45; As taxas aparentes de utiliza&ccedil;&atilde;o do N org&acirc;nico (g N/100g Norg) dos compostados aplicados nas doses de 20 e 40 t/ha (C20, C40), aplicado 1 m&ecirc;s antes planta&ccedil;&atilde;o (A) e &agrave; planta&ccedil;&atilde;o (P), sem e com aplica&ccedil;&atilde;o de Monterra (M).</font></p> 	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>      <p><font face="verdana" size="2">A aplica&ccedil;&atilde;o ao solo de Monterra n&atilde;o revelou vantagens na produtividade da cultura de cebola para os restantes tratamentos, nomeadamente onde se aplicou compostado na dose de 20t/ha &agrave; planta&ccedil;&atilde;o e na dose de 40 t/ha 1 m&ecirc;s antes da planta&ccedil;&atilde;o ou &agrave; planta&ccedil;&atilde;o, indicando que a mineraliza&ccedil;&atilde;o aparente do compostado ter&aacute; libertado azoto em quantidade suficiente para as condi&ccedil;&otilde;es de absor&ccedil;&atilde;o pelas plantas. Este motivo poder&aacute; tamb&eacute;m explicar a menor efici&ecirc;ncia aparente do N org&acirc;nico do compostado aplicado na dose de 40 t/ha. Assim, mesmo que tenha ocorrido mineraliza&ccedil;&atilde;o acrescida com a aplica&ccedil;&atilde;o do fertilizante org&acirc;nico Monterra ou com a maior dose de compostado, uma vez que as plantas n&atilde;o absorveram mais N, este n&atilde;o pode ser estimado pelo m&eacute;todo utilizado no presente trabalho. O facto da produtividade da cultura no MPC, com aplica&ccedil;&atilde;o de 150 kg/ha de azoto mineral, n&atilde;o ter sido significativamente diferente da produtividade obtida com 40 t/ha de compostado, refor&ccedil;a o facto da absor&ccedil;&atilde;o de nutrientes, nomeadamente de azoto, pela cultura de cebola no MPB com a dose de 40 t/ha de compostado, poder ter sido suficiente para obter produ&ccedil;&otilde;es elevadas de cebola neste modo de produ&ccedil;&atilde;o, para as condi&ccedil;&otilde;es do presente estudo.</font></p>     <p><font face="verdana" size="2">A taxa de efici&ecirc;ncia do N mineral dos adubos minerais aplicados na cultura no MPC foi de 25,8%. O facto das ra&iacute;zes da cebola serem muito superficiais poder&aacute; explicar esta baixa recupera&ccedil;&atilde;o porque o N mineral poder&aacute; ter sido lixiviado para camadas mais profundas do solo. Ramos <i>et al</i>. (2002), num ensaio conduzido em Espanha com a cultura da cebola no MPC, registaram perdas por lixivia&ccedil;&atilde;o correspondentes a 66&#45;70% do azoto mineral utilizado, enquanto Halvorson <i>et al</i>. (2008) registaram uma recupera&ccedil;&atilde;o nos bolbos da cebola de apenas 11,4% dos 224 kg/ha de azoto aplicado em cobertura a esta cultura. Deste modo, confirma&#45;se a reduzida efici&ecirc;ncia desta cultura para recuperar o azoto mineral aplicado na forma de adubo referida por Shock <i>et al</i>. (2004) e Halvorson <i>et al</i>. (2008).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>&nbsp;</b></font>	</p>     <p><font face="verdana" size="2"><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></font></p>     <p><font face="verdana" size="2">No presente trabalho, a aplica&ccedil;&atilde;o ao solo do compostado um m&ecirc;s antes da planta&ccedil;&atilde;o da cebola em compara&ccedil;&atilde;o com a sua aplica&ccedil;&atilde;o imediatamente antes a planta&ccedil;&atilde;o, com o objectivo de que a mineraliza&ccedil;&atilde;o da MO disponibilize mais nutrientes para a cultura, n&atilde;o se revelou vantajosa. As doses de compostado de 20 e 40 t/ha proporcionaram aumentos de produtividade de, respectivamente, 47 e 73% relativamente &agrave; n&atilde;o aplica&ccedil;&atilde;o de qualquer tipo de fertilizante org&acirc;nico. As taxas aparentes de utiliza&ccedil;&atilde;o do N org&acirc;nico do compostado aplicado &agrave; planta&ccedil;&atilde;o sem Monterra foram de 14,5% e 7,7%, respectivamente, para as doses de 20 e 40 t/ha. A aplica&ccedil;&atilde;o do fertilizante org&acirc;nico comercial Monterra n&atilde;o teve o efeito de disponibiliza&ccedil;&atilde;o de nutrientes pretendido na cultura de cebola, &agrave; excep&ccedil;&atilde;o do tratamento com 20 t/ha de compostado aplicado um m&ecirc;s antes da planta&ccedil;&atilde;o.</font></p>  	     <p><font face="verdana" size="2">No MPB, a utiliza&ccedil;&atilde;o deste tipo    de compostados aplicados &agrave; planta&ccedil;&atilde;o, na dose de 40 t/ha,    contribuiu para alcan&ccedil;ar produ&ccedil;&otilde;es de cebola pr&oacute;ximas    das obtidas no MPC. Os bolbos produzidos no MPB revelaram uma tend&ecirc;ncia    de maior firmeza, maior acidez e maiores teores de K, em compara&ccedil;&atilde;o    com o MPC.</font></p>  	    <p>&nbsp;</p>     <p><font face="verdana" size="2"><b>REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Agroconsultores e Geometral (1995) &#45; <i>Carta de Solos e Carta de Aptid&atilde;o da Terra de Entre&#45;Douro e Minho, Escala 1:100 000. Pe&ccedil;as Desenhadas e Mem&oacute;rias Descritivas</i>. Braga, Direc&ccedil;&atilde;o Regional de Agricultura do Entre&#45;Douro e Minho.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S0871-018X201100020001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Brito, L.M. (2005) &#45; Efeitos da aplica&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos s&oacute;lidos urbanos e de azoto mineral de cobertura na cultura da cebola (<i>Allium cepa</i> L.). <i>Revista de Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias</i>, 28,2: 160&#45;166.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S0871-018X201100020001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Drost, D.; Koening, R. e Tindall, T. (2002) &#45; Nitrogen use efficiency and onion yield increased with a polymer&#45;coated nitrogen source. <i>HortScience</i>, 37,2:338&#45;342.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S0871-018X201100020001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">FAOSTAT (2010) &#45; <i>Agriculture Data</i> (em linha). Roma, Food and Agriculture Organization of the United Nations, Statistics Division. (Acesso em 2010.04.17). &nbsp;Dispon&iacute;vel em: &lt; <a href="http://faostat.fao.org" target="_blank">http://faostat.fao.org</a> &gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S0871-018X201100020001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Gon&ccedil;alves, M.S. e Baptista, M. (2001) &#45; <i>Proposta de regulamenta&ccedil;&atilde;o sobre qualidade do compostado para utiliza&ccedil;&atilde;o na agricultura.</i> Lisboa, Laborat&oacute;rio Qu&iacute;mico Agr&iacute;cola Rebelo da Silva, INIA&#45; Minist&eacute;rio da Agricultura do Desenvolvimento Rural e das Pescas, 14 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S0871-018X201100020001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">GPP (2007) &#45; <i>Horticultura</i>. Lisboa, Gabinete de Planeamento e Pol&iacute;ticas, Minist&eacute;rio da Agricultura do Desenvolvimento Rural e das Pescas, 62 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S0871-018X201100020001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Gundersen, V.; Bechmann I.E.; Behrens, A.e St&uuml;rup, S. (2000) &#45; Comparative investigation of concentrations of major and trace elements in organic and conventional Danish Agricultural Crops. 1. 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(2010) &#45; Effect of application methods of organic fertilizer on growth, soil chemical properties and microbial densities in organic bulb onion production. <i>Scientia Horticulturae</i>, 124: 299&#45;305.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S0871-018X201100020001000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Ramos, C.; Agut, A. e Lidon, A.L. 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(2000) &#45; Increasing nitrogen concentration in hydroponic solutions affects onion flavor and bulb quality. <i>Journal of the American Society for Horticultural Science</i>, 125, 2:254&#45;259.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S0871-018X201100020001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Shock, C.C.; Feibert, E.B.G. e Saunders, L.D. 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