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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Venda de produtos fitofarmacêuticos em Portugal, 2001-2008]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Sales of plant protection products in Portugal, 2001-2008]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território Instituto Nacional de Recursos Biológicos ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[A global vision about sales of plant protection products during the period 2001-2008, is given by total amount and by function (fungicides, herbicides, insecticides, mineral oil, and sterilants). The fungicides, mineral oil and sterilants with sales over 100t, and herbicides and insecticides over 50t, are analyzed. The sales evolution of products with potential for contaminate water are also analyzed.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Venda de produtos fitofarmac&ecirc;uticos em Portugal, 2001&#45;2008</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>&nbsp;</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Sales of plant protection products in Portugal, 2001&#45;2008</b></font></p>    <p>&nbsp;</p> 	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Maria Margarida Vieira*</b></font>	</p> 	    <p><font face="verdana" size="2">* Instituto Nacional de Recursos Biol&oacute;gicos/L&#45;INIA Quinta do Marqu&ecirc;s, 2780&#45;159, Oeiras E&#45;mail: <a href="mailto:margarida.vieira@inrb.pt">margarida.vieira@inrb.pt</a></font></p>      <p><font face="verdana" size="2"><b>&nbsp;</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Com o objetivo de ter uma vis&atilde;o global sobre a evolu&ccedil;&atilde;o das vendas de produtos fitofarmac&ecirc;uticos, no per&iacute;odo compreendido entre 2001 e 2008, faz&#45;se uma an&aacute;lise aos quantitativos de vendas de subst&acirc;ncias ativas de produtos fitofarmac&ecirc;uticos, tendo por base os dados divulgados pela Direc&ccedil;&atilde;o Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DGADR). Apresenta&#45;se a evolu&ccedil;&atilde;o do total das vendas de produtos fitofarmac&ecirc;uticos e, subdivididos, por grupos de fun&ccedil;&atilde;o a que se destinam: fungicidas, herbicidas, inseticidas/acaricidas, &oacute;leo de ver&atilde;o e fumigantes. S&atilde;o referenciados os produtos vendidos por tr&ecirc;s ou mais empresas, com m&eacute;dias de vendas superiores a 100 t no caso dos fungicidas, &oacute;leo mineral e fumigantes, e em rela&ccedil;&atilde;o a herbicidas e inseticidas quando as m&eacute;dias de vendas&nbsp; s&atilde;o superiores a 50 t. Tra&ccedil;a&#45;se ainda a evolu&ccedil;&atilde;o das vendas de subst&acirc;ncias ativas com potencial de contaminar &aacute;guas destinadas ao consumo humano.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2"><b>Palavras&#45;chave:</b> Fumigantes,fungicidas, herbicidas, inseticidas, &oacute;leo mineral.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>&nbsp;</b></font></p>   	    <p><font face="verdana" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">A global vision about sales of plant protection products during the period 2001&#45;2008, is given by total amount and by function (fungicides, herbicides, insecticides, mineral oil, and sterilants). The fungicides, mineral oil and sterilants with sales over 100t, and herbicides and insecticides over 50t, are analyzed. The sales evolution of products with potential for contaminate water are also analyzed.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Keywords:</b> fungicides, herbicides, insecticides, mineral oil, sterilants.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">O reconhecimento por parte da Uni&atilde;o Europeia e do Parlamento Europeu sobre o impacte negativo dos pesticidas na sa&uacute;de humana e no ambiente levou a que tivessem sido tomadas medidas de pol&iacute;tica de redu&ccedil;&atilde;o dos riscos. O in&iacute;cio destas politicas ocorreu em 1991 com a publica&ccedil;&atilde;o da Directiva 91/414/CEE de 15 de Julho, impondo que todas as subst&acirc;ncias ativas existentes no mercado europeu &agrave; data de 25 de Julho de 1993, num total de 949 (DGADR, 2010), fossem reavaliadas &agrave; luz de par&acirc;metros toxicol&oacute;gicos, ecotoxicol&oacute;gicos e ambientais.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Tendo ainda em vista refor&ccedil;ar as medidas de redu&ccedil;&atilde;o dos riscos foi revista a legisla&ccedil;&atilde;o sobre a coloca&ccedil;&atilde;o de produtos fitofarmac&ecirc;uticos no mercado (Comiss&atilde;o Europeia (2009 a) e foi aprovada legisla&ccedil;&atilde;o adicional, nomeadamente a Directiva sobre a utiliza&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel dos pesticidas (Comiss&atilde;o Europeia, 2009 b) e o Regulamento relativo &agrave;s estat&iacute;sticas sobre pesticidas (Comiss&atilde;o Europeia, 2009 c). Este Regulamento tem em vista harmonizar a recolha de dados sobre o uso de pesticidas em todos os Estados Membros e procurar calcular indicadores de risco.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">O conhecimento da evolu&ccedil;&atilde;o dos quantitativos de vendas de subst&acirc;ncias ativas de produtos fitofarmac&ecirc;uticos &eacute; um instrumento importante para a defini&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas de redu&ccedil;&atilde;o do risco. Este conhecimento permite, entre outros:</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">&middot;&nbsp;Elabora&ccedil;&atilde;o fundamentada de Planos Nacionais de A&ccedil;&atilde;o no &acirc;mbito da Directiva da Utiliza&ccedil;&atilde;o Sustent&aacute;vel dos Pesticidas;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&middot;&nbsp;Adotar crit&eacute;rios para o estabelecimento de listas de subst&acirc;ncias ativas a pesquisar nos programas de controlo de &aacute;guas para consumo humano;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&middot;&nbsp; Identificar riscos para a sa&uacute;de humana e para o ambiente;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&middot;&nbsp;Dispor de informa&ccedil;&atilde;o para a elabora&ccedil;&atilde;o de planos anuais de pesquisa de res&iacute;duos de pesticidas em vegetais e produtos de origem vegetal;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&middot;&nbsp;Divulgar a n&iacute;vel nacional e internacional informa&ccedil;&atilde;o sobre o uso de pesticidas</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&middot;&nbsp;Delinear projetos de investiga&ccedil;&atilde;o sobre o uso de determinadas subst&acirc;ncias ativas;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&middot;&nbsp;Definir planos de forma&ccedil;&atilde;o no &acirc;mbito do uso e aplica&ccedil;&atilde;o de produtos fitofarmac&ecirc;uticos.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Em Portugal, apesar das insistentes chamadas de aten&ccedil;&atilde;o para a problem&aacute;tica da redu&ccedil;&atilde;o do risco do uso de pesticidas feitas pelo Prof. Pedro Amaro (2007, 2009, 2010 a), poucos s&atilde;o os dados que nos permitam ter uma vis&atilde;o global sobre a evolu&ccedil;&atilde;o das vendas de produtos fitofarmac&ecirc;uticos que fundamentem medidas de pol&iacute;tica de redu&ccedil;&atilde;o do risco.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&Eacute; nessa perspetiva, e no seguimento de trabalho apresentado anteriormente para o per&iacute;odo 1996&#45;2000 (Vieira, 2004b), que se analisam os resultados das vendas para o per&iacute;odo de 2001&#45;2008, quer das vendas totais, quer por fun&ccedil;&atilde;o, e, das subst&acirc;ncias ativas referenciadas como potenciais contaminantes de &aacute;guas subterr&acirc;neas e superficiais, destinadas ao consumo humano. A informa&ccedil;&atilde;o disponibilizada pela DGADR (Vieira, 2004 a; Abreu <i>et al</i>., 2009) indica que em 2001 existiam 274 subst&acirc;ncias ativas autorizadas. Dessas foram comercializadas 226. Em 2008 existiam 272 mas apenas foram comercializadas 218.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>&nbsp;</b></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2"><b>MATERIAL E M&Eacute;TODOS&nbsp;</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Os elementos foram trabalhados com base na divulga&ccedil;&atilde;o anual sobre vendas de produtos fitofarmac&ecirc;uticos da responsabilidade da Autoridade Fitossanit&aacute;ria Nacional (DGADR) (Abreu <i>et al.</i>, 2009,Vieira, 2004a,c, 2005a,b, 2006, 2007 e 2008). A ado&ccedil;&atilde;o, a partir de 2004, da classifica&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica preconizada pelo EUROSTAT (Eurostat, 2005), tendo em vista a harmoniza&ccedil;&atilde;o de dados dos diferentes Estados Membros, levou a que, os dados relativos aos anos de 2001, 2002 e 2003 tivessem que ser revistos, de acordo com a nova classifica&ccedil;&atilde;o, pelo que os valores agora apresentados, nem sempre correspondem aos anteriormente divulgados. S&atilde;o considerados os seguintes grupos de produtos fitofarmac&ecirc;uticos: fungicidas, herbicidas, inseticidas e acaricidas, &oacute;leo mineral, fumigantes e outros pesticidas. S&atilde;o referenciadas as subst&acirc;ncias ativas, quando vendidas por tr&ecirc;s ou mais empresas, com m&eacute;dias de vendas superiores a 100 t para fungicidas, &oacute;leo ver&atilde;o e fumigantes, e com m&eacute;dias de vendas superiores a 50 t, no caso de herbicidas e inseticidas. Sendo o volume de vendas insuficiente para analisar as altera&ccedil;&otilde;es verificadas ao longo dos oito anos, adotamos a metodologia semelhante &agrave; seguida pelo Eurostat (Muthmann e Nadin, 2007) e pela OECD (2009), criando &iacute;ndices de quantidade de produtos fitofarmac&ecirc;uticos vendidos, tomando como refer&ecirc;ncia o ano 2001, a que corresponde o &iacute;ndice 100.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Referenciam&#45;se tamb&eacute;m as subst&acirc;ncias ativas com potencial para contaminar &aacute;guas destinadas ao consumo humano tendo em vista a pesquisa de pesticidas, de acordo com o Decreto&#45;lei n&ordm; 306/2007 que estabelece o regime de qualidade da &aacute;gua destinada ao consumo humano.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>&nbsp;</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>RESULTADOS &nbsp;</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">No Quadro 1 indica&#45;se o quantitativo total de subst&acirc;ncias ativas vendido de 2001 a 2008, expressos em toneladas e o respetivo &iacute;ndice.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Quadro 1</b> &#150; Total de subst&acirc;ncias ativas, em toneladas, vendido de 2001 a 2008 e respetivos &iacute;ndices.</font></p> 	    <p><font face="verdana" size="2"><img src="/img/revistas/rca/v35n1/35n1a02q1.jpg" width="650" height="72"></font></p>     
<p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">Verifica&#45;se um de crescimento de 10% nas vendas totais de produtos fitofarmac&ecirc;uticos de 2001 para 2008 e de 8% no total dos 7 anos. Tomando como refer&ecirc;ncia (100) o ano de 1991, altura em que surgem os primeiros dados sobre vendas de produtos fitofarmac&ecirc;uticos (Rosa, 1999), com o valor de 9355 t, verifica&#45;se que at&eacute; 2001 o aumento de vendas foi de 66% e at&eacute; 2008 de 82%, tendo o valor mais alto sido atingido em 2002 (&iacute;ndice 187). Salienta&#45;se que a partir de 1995 e 1998 por exig&ecirc;ncia da Portaria n&ordm; 563/95 de 12 de Junho e do Decreto&#45;Lei 94/98 de 15 de Abril se passou a englobar dados de vendas de pequenas empresas que at&eacute; a&iacute; n&atilde;o tinham sido inclu&iacute;dos, o que justifica o aumento de vendas verificado nesses anos (Rosa, 1999).&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Fungicidas</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">No Quadro 2 apresentam&#45;se os quantitativos de fungicidasvendidos durante o per&iacute;odo de 2001 a 2008, com e sem a inclus&atilde;o do enxofre e os &iacute;ndices respetivos.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Quadro 2</b> &#150; Quantitativos de fungicidas, em toneladas, vendidos de 2001 a 2008,&nbsp; com e sem a inclus&atilde;o do enxofre e &iacute;ndices respetivos.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><img src="/img/revistas/rca/v35n1/35n1a02q2.jpg" width="650" height="127">&nbsp;</font></p> 	    
<p>&nbsp;</p>      <p><font face="verdana" size="2">Os valores das vendas de fungicidas totais indicam que houve um ligeiro aumento de vendas de fungicidas. Contudo se for retirado o valor correspondente aos quantitativos de enxofre verifica&#45;se que houve um decr&eacute;scimo de vendas dos outros fungicidas.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Na Figura 1 apresenta&#45;se a evolu&ccedil;&atilde;o das vendas do total de fungicidas e de enxofre ao longo dos 8 anos. A venda deste produto representou sempre valores acima de 72% do total de fungicidas, chegando a atingir 83,2% no ano de 2005, e, no total dos 8 anos correspondeu a 58% do total de produtos fitofarmac&ecirc;uticos vendido.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2"><b>Figura 1</b> &#150; Evolu&ccedil;&atilde;o das vendas de fungicidas e de enxofre.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font><img src="/img/revistas/rca/v35n1/35n1a02f1.jpg" width="500" height="311"></p> 	    
<p>&nbsp;</p>      <p><font face="verdana" size="2">No Quadro 3 compara&#45;se os &iacute;ndices de vendas de enxofre com o &iacute;ndice total de produtos fitofarmac&ecirc;uticos. O valor de vendas de enxofre mais elevado atingiu&#45;se em 2002 (127).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Quadro 3</b> &#45; &Iacute;ndices de vendas de enxofre e de total de produtos fitofarmac&ecirc;uticos (pf).</font></p>  	    <p><img src="/img/revistas/rca/v35n1/35n1a02q3.jpg" width="650" height="94"><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>     
<p>&nbsp;</p>      <p><font face="verdana" size="2">Os valores evidenciam a import&acirc;ncia do enxofre no aumento de vendas de pesticidas uma vez que os seus &iacute;ndices s&atilde;o mais elevados em compara&ccedil;&atilde;o com o total de produtos fitofarmac&ecirc;uticos. Esta situa&ccedil;&atilde;o &eacute; semelhante &agrave; referenciada por Amaro (2010 b) para o per&iacute;odo de 1992 a 2008.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Na Figura 2 agrupam&#45;se as subst&acirc;ncias ativas com ac&ccedil;&atilde;o fungicida com vendas superiores a 100 t, nos anos considerados. Estas subst&acirc;ncias s&atilde;o as mesmas que as consideradas no per&iacute;odo 1996&#45;2000 (Vieira, 2004 b): folpete, mancozebe, oxicloreto de cobre e sulfato de cobre. Propinebe continua inclu&iacute;do no grupo de fungicidas com vendas superiores a 100 t, mas mant&eacute;m&#45;se o car&aacute;ter confidencial dos quantitativos de vendas, pelo que os valores n&atilde;o s&atilde;o divulgados.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Figura 2</b> &#150; Evolu&ccedil;&atilde;o das vendas de fungicidas mais vendidos.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><img src="/img/revistas/rca/v35n1/35n1a02f2.jpg" width="500" height="298">&nbsp;</font></p> 	    
<p>&nbsp;</p>      <p><font face="verdana" size="2">Das quatro subst&acirc;ncias ativas mancozebe apresentou durante 5 anos redu&ccedil;&atilde;o das vendas relativamente a 2001, mas a partir de 2007 verificou&#45;se uma tend&ecirc;ncia para aumento, que em 2008 atingiu&nbsp; mais 37% em rela&ccedil;&atilde;o ao valor inicial. Folpete teve redu&ccedil;&otilde;es de venda ao longo do per&iacute;odo, com exce&ccedil;&atilde;o do &uacute;ltimo ano em que se registou um aumento de 5%. Tanto oxicloreto de cobre como sulfato de cobre apresentam redu&ccedil;&otilde;es, que no caso do sulfato de cobre atingiram valores de 56% em 2008.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Na lista de pesticidas a pesquisar em &aacute;guas para consumo humano, elaborada pela DGADR para o ano de 2009 (DRADR, 2008), s&atilde;o mencionados os seguintes fungicidas como eventuais contaminantes: captana, cimoxanil, metalaxil, tebuconazol. As vendas destes produtos encontram&#45;se representadas na Figura 3.&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Figura 3</b> &#45; Vendas de captana, cimoxanil, metalaxil e tebuconazol, 2001&#45;2008.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><img src="/img/revistas/rca/v35n1/35n1a02f3.jpg" width="500" height="309">&nbsp;</font></p> 	    
<p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">Das 4 subst&acirc;ncias ativas, metalaxil teve significativos aumentos de vendas em 2002 e 2003, com redu&ccedil;&otilde;es acentuadas nos anos seguintes. Tebuconazol apresentou uma ligeira tend&ecirc;ncia para aumento de vendas nos 3 &uacute;ltimos anos. Captana e cimoxanil mantiveram ao longo dos 7 anos redu&ccedil;&otilde;es de vendas relativamente ao ano de 2001.&nbsp;</font></p>  	    <p>&nbsp;</p> 	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Herbicidas</b></font></p>      <p><font face="verdana" size="2">No Quadro 4 apresenta&#45;se o quantitativo de herbicidas vendido e o &iacute;ndice de vendas. Apesar do uso de herbicidas estar muito dependente das condi&ccedil;&otilde;es meteorol&oacute;gicas, com flutua&ccedil;&otilde;es anuais &eacute; no entanto not&oacute;ria a redu&ccedil;&atilde;o das vendas (25%).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Quadro 4</b> &#45; Venda de herbicidas, em toneladas, de 2001&#45;2008 e &iacute;ndice de vendas.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><img src="/img/revistas/rca/v35n1/35n1a02q4.jpg" width="650" height="65">&nbsp;</font></p> 	    
<p>&nbsp;</p>      <p><font face="verdana" size="2">A subst&acirc;ncia ativa glifosato foi a mais vendida em qualquer dos anos. Na Figura 4 apresenta&#45;se a evolu&ccedil;&atilde;o das vendas de glifosato e dos restantes herbicidas, ao longo dos 8 anos. Verifica&#45;se um acentuado crescimento de vendas de glifosato a partir de 2005. Em 2006 o quantitativo de vendas de glifosato ultrapassa os outros herbicidas e o m&aacute;ximo de vendas deste produto ocorre em 2007, com um aumento de 104% relativamente a 2001.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2"><b>Figura 4</b> &#45; Vendas de glifosato e de outros herbicidas, 2001&#45;2008.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><img src="/img/revistas/rca/v35n1/35n1a02f4.jpg" width="500" height="301">&nbsp;</font></p> 	    
<p>&nbsp;</p>      <p><font face="verdana" size="2">A Figura 5 representa a evolu&ccedil;&atilde;o das vendas dos seguintes herbicidas com valores m&eacute;dios de vendas superiores a 50 toneladas, nos oito anos: alacloro, atrazina, paraquato, propanil, simazina e terbutilazina.&nbsp; S&#45;metolacloro tamb&eacute;m registou valores de vendas superiores a 50 toneladas, mas como &eacute; comercializado por apenas uma empresa, os valores n&atilde;o s&atilde;o divulgados.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Figura 5</b> &#45; Herbicidas com vendas m&eacute;dias superiores a 50t.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><img src="/img/revistas/rca/v35n1/35n1a02f5.jpg" width="500" height="314">&nbsp;</font></p> 	    
<p>&nbsp;</p>      <p><font face="verdana" size="2">Todas as subst&acirc;ncias mencionadas foram ou ir&atilde;o ser retiradas do mercado, pelo que se regista uma diminui&ccedil;&atilde;o das suas vendas, com exce&ccedil;&atilde;o de tebutilazina. O cancelamento da autoriza&ccedil;&atilde;o de venda desta subst&acirc;ncia ativa ocorreu em 31&#45;12&#45;2010.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Na lista de contaminantes de &aacute;guas para consumo humano para al&eacute;m das subst&acirc;ncias ativas indicadas acima, figuram tamb&eacute;m os seguintes herbicidas: 2,4&#45;D, amitrol, bentazona, clortolur&atilde;o, diur&atilde;o, glufosinato&#45;am&oacute;nio, linur&atilde;o, MCPA, metribuzina, molinato, e triclopir.&nbsp; A Figura 6 traduz a evolu&ccedil;&atilde;o das vendas das referidas subst&acirc;ncias activas, com excep&ccedil;&atilde;o de bentazona, glufosinato&#45;am&oacute;nio e molinato, que s&atilde;o comercializadas por apenas uma empresa.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Figura 6</b> &#45; Evolu&ccedil;&atilde;o das vendas de oito herbicidas.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font><img src="/img/revistas/rca/v35n1/35n1a02f6.jpg" width="500" height="307"></p> 	    
<p>&nbsp;</p>      <p><font face="verdana" size="2">Neste grupo de herbicidas verifica&#45;se uma redu&ccedil;&atilde;o de vendas, com exce&ccedil;&atilde;o de metribuzina, que mostra uma tend&ecirc;ncia para um aumento de vendas, que em 2008 atingiu 100% relativamente a 2001.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Inseticidas/acaricidas</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">No Quadro 5 indicam&#45;se os quantitativos de vendas de inseticidas e acaricidas no per&iacute;odo considerado e os respetivos &iacute;ndices.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Quadro 5</b> &#45; Venda de insecticidas/acaricidas, em toneladas, 2001&#45;2008, e respectivos &iacute;ndices</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><img src="/img/revistas/rca/v35n1/35n1a02q5.jpg" width="650" height="75">&nbsp;</font></p> 	    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>      <p><font face="verdana" size="2">Apesar do valor mais baixo de vendas de inseticidas/ acaricidas ter ocorrido em 2008, em 2007 verificou&#45;se um aumento de 46% nas vendas.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Os inseticidas mais vendidos pertencem ao grupo dos organofosforados, em que clorpirifos e dimetoato registam vendas superiores a 50 t. A Figura 7 tra&ccedil;a a evolu&ccedil;&atilde;o das vendas destes dois inseticidas que s&atilde;o tamb&eacute;m referidos na lista de eventuais contaminantes de &aacute;guas para consumo humano.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Figura 7</b> &#45; Evolu&ccedil;&atilde;o das vendas de clorpirifos e dimetoato.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><img src="/img/revistas/rca/v35n1/35n1a02f7.jpg" width="500" height="298">&nbsp;</font></p> 	    
<p>&nbsp;</p>      <p><font face="verdana" size="2">Clorpirifos registou aumentos de acentuados com um m&aacute;ximo em 2007, com um aumento de 495%. A retirada do mercado de outros inseticidas que eram muito utilizados, deve ser respons&aacute;vel pelo aumento de vendas destes dois produtos. &nbsp;&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>&Oacute;leo mineral&nbsp;</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Com a classifica&ccedil;&atilde;o das subst&acirc;ncias ativas adoptada, e que veio a ficar consignada no Regulamento (CE) n&ordm; 1185/2009 os &oacute;leos minerais deixaram de estar agregados aos insecticidas, passando a integrar o grupo de "Outros pesticidas". No entanto, dado que &eacute; um produto muito utilizado, e, para que se possa ter uma vis&atilde;o da sua utiliza&ccedil;&atilde;o, representa&#45;se na Figura 8 a evolu&ccedil;&atilde;o da sua venda. O m&aacute;ximo de vendas atingiu&#45;se em 2007 com um aumento de 50% em rela&ccedil;&atilde;o a 2001.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Figura 8</b> &#45; Evolu&ccedil;&atilde;o das vendas de &oacute;leo mineral.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><img src="/img/revistas/rca/v35n1/35n1a02f8.jpg" width="500" height="309">&nbsp;</font></p> 	    
<p>&nbsp;</p>      <p><font face="verdana" size="2"><b>Fumigantes</b>&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Tamb&eacute;m o grupo dos fumigantes de solo passou a estar inclu&iacute;do nos "Outros pesticidas" mas, o seu volume de vendas, justifica a sua individualiza&ccedil;&atilde;o nesta an&aacute;lise. Este grupo inclui as subst&acirc;ncias ativas 1,3&#45;diclopropeno, dazomete, metame&#45;s&oacute;dio e brometo de metilo (Quadro 6).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Quadro 6</b> &#45; Venda de fumigantes, em toneladas, 2001&#45;2008 e respetivos &iacute;ndices.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><img src="/img/revistas/rca/v35n1/35n1a02q6.jpg" width="650" height="65">&nbsp;</font></p> 	    
<p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">A venda de fumigantes tem sido crescente, registando um m&aacute;ximo de 136% em 2007. Este aumento tem sido sobretudo suportado pelo metame&#45;s&oacute;dio, j&aacute; que a venda de brometo de metilo decresceu a partir de 2001, com a aplica&ccedil;&atilde;o do Regulamento Comunit&aacute;rio n&ordm; 2037/2000 (Comiss&atilde;o Europeia, 2000) que imp&ocirc;s a elimina&ccedil;&atilde;o progressiva das subst&acirc;ncias que empobrecem a camada de ozono, tendo deixado de ser utilizado, em 2005, como fumigante de solo. As vendas de metame&#45;s&oacute;dio est&atilde;o representadas na Figura 9.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Figura 9</b> &#45; Vendas de metame&#45;s&oacute;dio, 2001&#45;2008.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><img src="/img/revistas/rca/v35n1/35n1a02f9.jpg" width="500" height="313">&nbsp;</font></p> 	    
<p>&nbsp;</p>      <p><font face="verdana" size="2"><b>Influ&ecirc;ncia da Directiva 91/414/CE na evolu&ccedil;&atilde;o da venda de Produtos Fitofarmac&ecirc;uticos</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">A reavalia&ccedil;&atilde;o das cerca de 1000 subst&acirc;ncias ativas (s.a.) existentes no mercado europeu &agrave; data de 25 de Julho de 1993 levou a que apenas 26% fossem aprovadas e 7% eliminadas, em virtude da avalia&ccedil;&atilde;o ter evidenciado n&atilde;o terem um uso seguro para a sa&uacute;de humana e para o ambiente. As restantes 67% foram retiradas por insufici&ecirc;ncia de dados ou por a ind&uacute;stria de prote&ccedil;&atilde;o das plantas ter desistido de apresentar novos estudos que suportassem o seu uso seguro (Comiss&atilde;o Europeia, 2009 d).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Em Portugal o programa de reavalia&ccedil;&atilde;o traduziu&#45;se at&eacute; final de 2010 na retirada de 116 subst&acirc;ncias ativas. Durante o per&iacute;odo em estudo foram canceladas as autoriza&ccedil;&otilde;es de venda de 70 (60%) dessas subst&acirc;ncias activas. A possibilidade dada pelo Regulamento Comunit&aacute;rio n&ordm;33/2008 de 18 de Janeiro (Comiss&atilde;o Europeia, 2008) sobre a ressubmiss&atilde;o para reavalia&ccedil;&atilde;o das subst&acirc;ncias ativas n&atilde;o aprovadas, permitiu a reinclus&atilde;o de 20 dessas subst&acirc;ncias ativas (quadro 7). Contudo para que essas subst&acirc;ncias ativas se mantenham no mercado &eacute; necess&aacute;rio que as empresas detentoras dos produtos apresentem novos dossi&ecirc;s de homologa&ccedil;&atilde;o.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Quadro 7</b> &#45; Numero de subst&acirc;ncias activas retiradas do mercado, em Portugal.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2"><img src="/img/revistas/rca/v35n1/35n1a02q7.jpg" width="650" height="349">&nbsp;</font></p> 	    
<p>&nbsp;</p>      <p><font face="verdana" size="2">Apesar da retirada do mercado das 116 subst&acirc;ncias activas, algumas delas com elevados valores de venda, n&atilde;o se verificou uma diminui&ccedil;&atilde;o do volume total de vendas. A substitui&ccedil;&atilde;o dessas subst&acirc;ncias ativas por outras existentes no mercado ou por novas subst&acirc;ncias entretanto autorizadas, bem como a crescente autoriza&ccedil;&atilde;o do uso de produtos fitofarmac&ecirc;uticos nos chamados <b>usos menores</b>, tem levado ao aumento do volume de vendas.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>&nbsp;</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Ao longo dos 8 anos assistiu&#45;se a um aumento m&eacute;dio de cerca de 8% das vendas de produtos fitofarmac&ecirc;uticos. O aumento deveu&#45;se sobretudo &agrave;s vendas de enxofre, de inseticidas, em especial organofosforados, de &oacute;leo mineral e de metame&#45;s&oacute;dio.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">O enxofre tem em Portugal grande import&acirc;ncia, em particular na cultura da vinha (Amaro, 2010 b), e representou mais de 58% do total das vendas de produtos fitofarmac&ecirc;uticos.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;Relativamente aos herbicidas, verificou&#45;se um decr&eacute;scimo m&eacute;dio de vendas de cerca de 10%, mas um significativo aumento da venda de glifosato (44%). A altera&ccedil;&atilde;o verificada poder&aacute; estar relacionada com a retirada do mercado, a partir de 2005 das subst&acirc;ncias ativas atrazina e simazina, que tinham elevados valores de vendas e a sua substitui&ccedil;&atilde;o por glifosato. Por outro lado, glifosato est&aacute; autorizado em protec&ccedil;&atilde;o e produ&ccedil;&atilde;o integrada, em diversas culturas o que tamb&eacute;m poder&aacute; justificar esse aumento.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">A venda de inseticidas/acaricidas apresentaram uma flutua&ccedil;&atilde;o durante os 8 anos, mas, globalmente registou&#45;se um aumento de cerca de 7%. A subida acentuada de clorpirifos causa alguma preocupa&ccedil;&atilde;o pois revela que h&aacute; um uso intensivo desta subst&acirc;ncia ativa devido &agrave; retirada do mercado de outros inseticidas que tinham elevados valores de vendas, nomeadamente endossulf&atilde;o, quinalfos e metidati&atilde;o e ainda ao alargamento de espectro desta subst&acirc;ncia ativa no &acirc;mbito de usos menores.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">O valor crescente de vendas de &oacute;leo mineral &eacute; compreens&iacute;vel dado tratar&#45;se de uma subst&acirc;ncia ativa muito utilizada em tratamentos de inverno, dirigidos a formas hibernantes de insetos e &aacute;caros, em diferentes culturas e recomendado em prote&ccedil;&atilde;o e produ&ccedil;&atilde;o integrada e em agricultura biol&oacute;gica.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">Apesar das vendas dos fumigantes de solo apresentarem uma tend&ecirc;ncia crescente ao longo do per&iacute;odo, esta situa&ccedil;&atilde;o dever&#45;se&#45;&aacute; alterar a curto prazo, j&aacute; que as subst&acirc;ncias ativas que comp&otilde;e este grupo de pesticidas 1,3&#45;dicloropropeno e metame&#45;s&oacute;dio ir&atilde;o ser retiradas do mercado (Decis&atilde;o 2011/36/UE e Decis&atilde;o 2009/562/UE do Conselho Europeu) e os produtos com base em dazomete apenas poder&atilde;o ser aplicados de 3 em 3 anos (Directiva 2011/53/UE) (Comiss&atilde;o Europeia, 2011).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">A evolu&ccedil;&atilde;o das vendas de produtos fitofarmac&ecirc;uticos, em Portugal, tem contrariado o que se verifica na maioria dos pa&iacute;ses europeus, em que se tem vindo a&nbsp; assistir a uma redu&ccedil;&atilde;o do uso (Amaro, 2010 a), com a consequente redu&ccedil;&atilde;o dos riscos. &Eacute; importante que Portugal tenha em conta esta realidade, e elabore Planos de Ac&ccedil;&atilde;o, com metas e calend&aacute;rios que tenham em vista a redu&ccedil;&atilde;o dos riscos&nbsp; de utiliza&ccedil;&atilde;o de pesticidas, tal como prev&ecirc; o Artigo 4&ordm; da Directiva 2009/128/CE de 21 de Outubro.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</b></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Abreu, J.V; Mour&atilde;o, M.P. e Vieira, M.M. (2009) &#45; <i>Vendas de produtos fitofarmac&ecirc;uticos em Portugal em 2008</i>. DGADR&#45;DSPFSV&#45;5/09. S&eacute;rie Relat&oacute;rios n&ordm; 156. (Acesso Dezembro 2009) Dispon&iacute;vel em &lt;<a href="http://www.dgadr.pt" target="_blank">http://www.dgadr.pt</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S0871-018X201200010000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Amaro, P. (2007) &#45; <i>A pol&iacute;tica de redu&ccedil;&atilde;o dos riscos dos pesticidas em Portugal</i>. ISA/Press, Lisboa, 167 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S0871-018X201200010000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Amaro, P (2008) &#45; O uso com risco aceit&aacute;vel dos pesticidas deve ser generalizado. <i>Vida Rural,</i> n&ordm; 1735, 35&#45;37.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S0871-018X201200010000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Amaro, P. (2009) &#45; A Evolu&ccedil;&atilde;o do Consumo de Pesticidas em Portugal e na Uni&atilde;o Europeia. <i>Espa&ccedil;o Rural,</i> 17: 13&#45;17.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S0871-018X201200010000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Amaro, P. (2010 a) &#150; Portugal Pa&iacute;s Maravilha para os Pesticidas.<i>O Segredo da Terra</i><b>,</b> 30, 37&#45;40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S0871-018X201200010000200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Amaro, P. (2010 b) &#45; O enxofre &eacute; o pesticida com maior consumo em Portugal e na vinha. <i>Livro de Actas do 8&ordm; Simp&oacute;sio de Viticultura do Alentejo</i>, p 221&#45;231. &Eacute;vora, 5&#45;7 Maio de 2010.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Comiss&atilde;o Europeia (2000) &#45; Regulamento (CE) N&ordm; 2037/2000 do Parlamento e do Conselho relativo &agrave;s subst&acirc;ncias que empobrecem a camada do ozono. <i>J.O. L224 de</i> <i>29.09.2000</i>.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Comiss&atilde;o Europeia (2008) &#150; Regulamento (CE) N&ordm; 33/2008 da Comiss&atilde;o que estabelece regras de execu&ccedil;&atilde;o da Directiva 91/414/CEE do Conselho no que respeita a um procedimento normal e a um procedimento acelerado de avalia&ccedil;&atilde;o de subst&acirc;ncias ativas n&atilde;o inclu&iacute;da no anexo I dessa Directiva. <i>J.O. L 15</i> .</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Comiss&atilde;o Europeia (2009 a) &#45; Regulamento (CE) N&ordm; 1107/2009 do Parlamento e do Conselho relativo &agrave; coloca&ccedil;&atilde;o dos produtos fitofarmac&ecirc;uticos no mercado. <i>J.O. L309 de 24.11.2009</i>.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Comiss&atilde;o Europeia (2009 b) &#45; Directiva 2009 /128/CE do Parlamento e do Conselho que estabelece um quadro de ac&ccedil;&atilde;o a n&iacute;vel comunit&aacute;rio para a utiliza&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel dos pesticidas. <i>J.O. L309 de 24.11.2009</i>.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Comiss&atilde;o Europeia (2009 c) &#45; Regulamento (CE) N&ordm; 1185/2009 do Parlamento e do Conselho relativa &agrave;s estat&iacute;sticas sobre pesticidas. <i>J.O. L 324 de 10.12.2009</i>.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Comiss&atilde;o Europeia (2009 d) &#150; <i>EU action on pesticides "our food has become greener"</i>. Dispon&iacute;vel em &lt;<a href="http://ec.europa.eu/food/plant/protection/evaluation/docs/factsheets&#45;pesticides_en.pdf" target="_blank"> http://ec.europa.eu/food/plant/protection/evaluation/docs/factsheets-pesticides_en.pdf</a> &gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S0871-018X201200010000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>      <p><font face="verdana" size="2">Comiss&atilde;o Europeia (2011) &#150; Directiva de execu&ccedil;&atilde;o 2011/53/UE da Comiss&atilde;o. <i>J.O.L 105 de 21.04.2011</i>.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Conselho Europeu (2009) &#45; Decis&atilde;o 2009/562/UE relativa &agrave; n&atilde;o inclus&atilde;o da subst&acirc;ncia metame no anexo I da Directiva 91/414/CEE. <i>J.O. L 196 de 28.7.2009</i>.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Conselho Europeu (2011) &#45; Decis&atilde;o 2011/36/UE relativa &agrave; n&atilde;o inclus&atilde;o da subst&acirc;ncia activa 1,3&#45;dicloropropeno no anexo I da Directiva 91/414/CEE. <i>J.O. L 18 de 21.01.2011</i>.</font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">DGADR (2008) &#45; <i>Pesticidas a pesquisar em 2009 em &aacute;guas para consumo humano</i>. DSPFSV. (Acesso Julho 2008). Dispon&iacute;vel em &lt;<a href="http://www.dgadr.pt" target="_blank">http:// www.dgadr.pt</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000168&pid=S0871-018X201200010000200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">DGADR (2010) &#45; <i>Produtos fitofarmac&ecirc;uticos. Informa&ccedil;&atilde;o referente ao 4&ordm; trimestre de 2010</i>. DGADR/DSPFSV, DHPF&#45;8/10. (Acesso Abril 2011). 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European Comission, Eurostat, PEST/06/02/2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000172&pid=S0871-018X201200010000200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Muthmann, R. e Nadin, P. (2007) &#45; <i>The use of plant protection products in European Union.</i> <i>Data 1992&#45;2003</i>. Eurostat, 222 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000174&pid=S0871-018X201200010000200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Rosa, L. (1999) &#150; <i>Vendas de subst&acirc;ncias ativas de produtos fitofarmac&ecirc;uticos em Portugal em 1997. Evolu&ccedil;&atilde;o das vendas de 1991 a 1997</i>. DGPC&#45;DSPF. 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(2004 b) &#45; Evolu&ccedil;&atilde;o das vendas de produtos fitofarmac&ecirc;uticos em Portugal (1996&#45;2000). <i>Revista de Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias,</i> 27, 2/4, 229&#45;235.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000182&pid=S0871-018X201200010000200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Vieira, M.M. (2004 c) &#45; <i>Vendas de produtos fitofarmac&ecirc;uticos em Portugal em 2002</i>. DGPC&#45;DSPF. PPA(AB)&#45;01/04. (Acesso Dezembro 2009). 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