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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The effect of nitrogen application prior transplanting on aboveground growth and root growth of the short- day onions (cv. Mineutaka), from transplanting to bulb initiation was studied in a pot experiment. The pot experiment was carried out with ten treatments, including two soil types (clay-sandy and sandy soil) and five levels of N application (0, 10, 30, 40 and 50 kg N ha-1) applied prior transplanting. Aboveground and root growth and biomass allocation (root: shoot ratio) were not significantly affected by nitrogen level or interaction nitrogen level * soil type. The residual soil inorganic N and the released N from organic matter, most nitrogen introduced by irrigation water (20 mg N plant-1), was sufficient for plant growth before bulb initiation. Plant growth and biomass allocation were significantly affected by soil type. Plant biomass in clay-sandy soil was 30% higher than in sandy soil. Total root length of plants grown in sandy soil (43.74 m) was 2.3 times higher than in clay-sandy soil (19.26 m). Root biomass, specific root length (SLR) and root-shoot ratio were higher in plants grown in sandy soil.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Adubação azotada]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Influ&ecirc;ncia do azoto no crescimento da cebola antes do inicio da forma&ccedil;&atilde;o do bolbo</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font face="verdana" size="2"><b>Influence of nitrogen on onion growth before bulb initiation</b><b></b></font></p>    <p>&nbsp;</p> 	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Rui Manuel de Almeida Machado<sup>1</sup>, Pedro Fraz&atilde;o Alpendre<sup>1</sup>, Shakib Shahidian<sup>2</sup> e Ricardo Azevedo Jesus<sup>1</sup></b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><sup>1</sup>Universidade de &Eacute;vora, Departamento de Fitotecnia, Instituto de Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias Mediterr&acirc;nicas e Ambientais (ICAAM), Apartado 94, 7002&#45;554, &Eacute;vora, Portugal, E&#45;mail: <a href="mailto:rmam@uevora.pt">rmam@uevora.pt</a> </font></p> 	    <p><font face="verdana" size="2"><sup>2</sup>Universidade de &Eacute;vora, Departamento de Engenharia Rural, Instituto de Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias Mediterr&acirc;nicas e Ambientais (ICAAM), Apartado 94, 7002&#45;554, &Eacute;vora, Portugal</font></p>      <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">Este trabalho teve como objectivo estudar a influ&ecirc;ncia da aplica&ccedil;&atilde;o de azoto, em pr&eacute;&#45;planta&ccedil;&atilde;o, em dois solos distintos, no crescimento a&eacute;reo e radical de cebolas de dia curto (cv. Minuetaka), entre a transplanta&ccedil;&atilde;o e o in&iacute;cio da forma&ccedil;&atilde;o do bolbo. Para o efeito, realizou&#45;se um ensaio em vasos com 10 tratamentos: dois solos (argilo&#45;arenoso e arenoso) e cinco n&iacute;veis de azoto (0, 10, 30, 40 e 50 kg de N ha<sup>&#45;1</sup>) aplicados antes da planta&ccedil;&atilde;o. O crescimento a&eacute;reo e radical da cebola, entre a transplanta&ccedil;&atilde;o e o in&iacute;cio da forma&ccedil;&atilde;o do bolbo, n&atilde;o foi influenciado pelo n&iacute;vel de azoto, nem pela interac&ccedil;&atilde;o n&iacute;vel de azoto * tipo de solo. Assim, o azoto fornecido pelo solo (9 kg solo vaso<sup>&#45;1</sup>), residual e proveniente da mineraliza&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria org&acirc;nica, mais o azoto inserido pela &aacute;gua de rega (20 mg N planta<sup>&#45;1</sup>) foi suficiente para o crescimento das plantas antes do in&iacute;cio da forma&ccedil;&atilde;o do bolbo. O tipo de solo afectou significativamente o crescimento e a aloca&ccedil;&atilde;o de mat&eacute;ria seca. A biomassa das plantas no solo argilo&#45;arenoso foi 30 % superior &agrave; do arenoso, mas a biomassa das ra&iacute;zes, o comprimento radical total e espec&iacute;fico e a aloca&ccedil;&atilde;o de mat&eacute;ria seca nas ra&iacute;zes foram maiores no solo arenoso. O comprimento radical total das plantas no solo arenoso (43,74 m) foi 2,3 vezes superior ao do argilo&#45;arenoso (19,26 m).</font>	</p>     <p><font face="verdana" size="2"><b>Palavras&#150;chave:</b> Aduba&ccedil;&atilde;o azotada, <i>Allium cepa</i> L., biomassa, cebola, comprimento radical total.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	      <p><font face="verdana" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">The effect of nitrogen application prior transplanting on aboveground growth and root growth of the short&#45; day onions (cv. Mineutaka), from transplanting to bulb initiation was studied in a pot experiment. The pot experiment was carried out with ten treatments, including two soil types (clay&#45;sandy&nbsp; and sandy soil) and five levels of N application (0, 10, 30, 40 and 50 kg N ha<sup>&#45;1</sup>) applied prior transplanting. Aboveground and root growth and biomass allocation (root: shoot ratio) were not significantly affected by nitrogen level or interaction nitrogen level * soil type. The residual soil inorganic N and the released N from organic matter, most nitrogen introduced by irrigation water (20 mg N plant<sup>&#45;1</sup>), was sufficient for plant growth before bulb initiation. Plant growth and biomass allocation were significantly affected by soil type. Plant biomass in clay&#45;sandy soil was 30% higher than in sandy soil. Total root length of plants grown in sandy soil (43.74 m) was 2.3 times higher than in clay&#45;sandy soil (19.26 m). Root biomass, specific root length (SLR) and root&#45;shoot ratio were higher in plants grown in sandy soil.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Keywords</b>: <i>Allium cepa</i> L., biomass, nitrogen fertilizer, onion, total root growth.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Em cebola, a absor&ccedil;&atilde;o do azoto aplicado &eacute; baixa, cerca de 37% (Brewster, 1994), n&atilde;o ultrapassa um ter&ccedil;o, mesmo quando a sua aplica&ccedil;&atilde;o &eacute; reduzida (Greenwood <i>et al.,</i> 1992, Neeraja <i>et al.,</i> 2000). Do azoto aplicado anualmente a campos de cebola, 50 (Visser, 1998) e 58% (Hayashi e Hatano, 1999) &eacute; perdido por lixivia&ccedil;&atilde;o. A baixa utiliza&ccedil;&atilde;o do azoto aplicado est&aacute; relacionada com a arquitectura do sistema radical; superficial (geralmente &#8804; 30 cm), com baixa densidade radical (Brewster, 1994, Greenwood <i>et al</i>., 1982, Melo, 2003, Machado <i>et al</i>., 2009), sem p&ecirc;los radicais (Brewster, 1994) ou muito curtos, quando presentes (F&ouml;hse <i>et al.,</i> 1991) e pouco desenvolvido lateralmente (Portas, 1973, Machado <i>et al</i>., 2009). O volume de solo explorado &eacute; menor no per&iacute;odo que decorre entre a transplanta&ccedil;&atilde;o e o in&iacute;cio da forma&ccedil;&atilde;o do bolbo, pois o sistema radical cresce lentamente. At&eacute; aos 32 dias ap&oacute;s a planta&ccedil;&atilde;o, a profundidade m&aacute;xima de enraizamento n&atilde;o ultrapassou os 10 cm (Machado <i>et al</i>., 2009). A taxa de penetra&ccedil;&atilde;o do sistema radical da cebola em profundidade &eacute; muito lenta, cerca de 0,2 mm dia<sup>&#45;1</sup> &ordm; C<sup>&#45;1</sup> (Thorup&#45;Kristensen, 2001). O per&iacute;odo entre a transplanta&ccedil;&atilde;o e o in&iacute;cio da forma&ccedil;&atilde;o do bolbo representa entre 40 a 55 % do ciclo da cultura, mas as necessidades de azoto s&atilde;o muito baixas (Halvorson <i>et al</i>., 2002), menos de 5 (Brown, 2000) e de 8% (Pire <i>et al.,</i> 2001) do total do N absorvido. Apesar disto, s&atilde;o aplicados normalmente em pr&eacute;&#45;planta&ccedil;&atilde;o 1/3, ou mesmo metade, do total do adubo azotado, o qual, devido ao reduzido volume de solo explorado pelas ra&iacute;zes, associado a eventos de precipita&ccedil;&atilde;o frequentes no mediterr&acirc;neo, sobretudo em cebolas de dias curtos ou m&eacute;dios pode ser facilmente lexiviado. Contudo, pouco &eacute; conhecido relativamente &agrave; influ&ecirc;ncia da quantidade de azoto aplicada em pr&eacute;&#45;planta&ccedil;&atilde;o no crescimento a&eacute;reo e no radical durante a fase de crescimento vegetativo. Assim, este trabalho tem como objetivo estudar, em condi&ccedil;&otilde;es controladas, a influ&ecirc;ncia da aplica&ccedil;&atilde;o de azoto e do solo no crescimento a&eacute;reo e radical, entre a transplanta&ccedil;&atilde;o e o in&iacute;cio da forma&ccedil;&atilde;o do bolbo.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2"><b>Material e m&eacute;todos</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">O ensaio foi realizado em vasos e teve 10 tratamentos: dois solos (argilo&#45;arenoso e arenoso) (Quadro 1) e cinco n&iacute;veis de azoto (0, 10, 30, 40 e 50 Kg de N ha<sup>&#45;1</sup>) aplicados em pr&eacute;&#45;planta&ccedil;&atilde;o. O ensaio foi delineado em blocos casualizados com 5 repeti&ccedil;&otilde;es, 10 vasos por repeti&ccedil;&atilde;o. No dia 10 de Novembro procedeu&#45;se &agrave; transplanta&ccedil;&atilde;o de pl&acirc;ntulas de cebola de dias curtos (cv. Mineutaka), com cerca de 45 dias, para vasos individuais, com um volume de 6029 cm<sup>3</sup> (30 cm de altura e 16 cm de di&acirc;metro), semelhante ao ocupado pelo sistema radical de plantas de cebola estabelecidas em campo, em camalh&atilde;o de 60 cm de largura (20 cm entre linhas de cultura e 10 cm entre plantas) (Machado e Oliveira, 2008). A cada vaso foram adicionados 9 kg de solo, nos quais foram inseridos, nos primeiros 10 cm, antes da transplanta&ccedil;&atilde;o 1,5 g de P<sub>2</sub>O<sub>5</sub>&nbsp;e 2,25 g K<sub>2</sub>O, 1,25g de CaO, 0,12 g de MgO e 0,11g de SO<sub>3</sub>. O adubo azotado nitro&#45;amoniacal (17% NO<sub>3</sub><sup>&#45;</sup> e 17% NH<sub>4</sub><sup>+</sup>) foi distribu&iacute;do sobre o solo. Os vasos, ap&oacute;s a aduba&ccedil;&atilde;o, foram colocados numa estufa do complexo de estufas do ICAAM, situado na Mitra. A rega foi feita com base nos valores m&eacute;dios da tens&atilde;o de humidade registada atrav&eacute;s de sensores de matriz granular "Watermark" (Irrometer CO, Riverside, Calif&oacute;rnia). Para o efeito, em 4 vasos do tratamento solo arenoso 30 kg N ha <sup>&#45;1</sup> foi colocado um sensor "Watermark" a 10 cm de profundidade, no centro do vaso. Quando a tens&atilde;o m&eacute;dia da &aacute;gua do solo era &#8805; a 15 kPa procedia&#45;se a uma rega ligeira, para evitar a lexivi&ccedil;&atilde;o do nitrato. A cada vaso foram aplicados durante o per&iacute;odo experimental 1,9 L de &aacute;gua, a qual continha 35,38 &plusmn; 3,28 mg L<sup>&#45;1</sup> de NO<sub>3</sub><sup>&#45;</sup> e 3,82 &plusmn; 0,84 mg L<sup>&#45;1</sup> de NH<sub>4</sub><sup>+</sup>, ou seja a cada vaso foi aplicado 67,22 mg de NO<sub>3</sub><sup>&#45;</sup> e 7,26 mg NH<sub>4</sub><sup>+</sup> (20 mg de N planta<sup>&#45;1</sup>). Tendo em considera&ccedil;&atilde;o que a aduba&ccedil;&atilde;o azotada foi feita com base numa popula&ccedil;&atilde;o de 300000 plantas ha<sup>&#45;1</sup>, o total de N aplicado a cada planta dos diferentes tratamentos foi, respetivamente, 20, 53,3, 120, 153,3 e 186,7 mg de N.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Quadro 1</b> - Caracter&iacute;sticas f&iacute;sicas e qu&iacute;micas dos solos usados</font></p> 	    <p><font size="2" face="verdana"><img src="/img/revistas/rca/v35n1/35n1a08q1.jpg" width="450" height="388"></font></p>      
<p><font face="verdana" size="2"><b>&nbsp;</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">As plantas foram colhidas aos 66 dias ap&oacute;s a planta&ccedil;&atilde;o, antes do in&iacute;cio da forma&ccedil;&atilde;o do bolbo. A parte a&eacute;rea foi cortada &agrave; superf&iacute;cie do solo e separada em folhas e bolbo (2,5 cm da base das folhas). As ra&iacute;zes foram separadas do solo por lavagem e para medir o comprimento radical utilizou&#45;se um "scanner", modelo "Comair" (Hawker De Havilland Victoria Ltd., Port Melbourne, Victoria, Australia).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">A determina&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria seca foi feita por secagem, em estufa com ventila&ccedil;&atilde;o for&ccedil;ada, a uma temperatura de 70 &ordm;C durante 48 horas. O azoto total nas folhas, nos bolbos e nas ra&iacute;zes foi determinado com um analisador de combust&atilde;o (Leco, 1998).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">O tratamento dos dados foi feito atrav&eacute;s de an&aacute;lise de vari&acirc;ncia (ANOVA) e teste de compara&ccedil;&atilde;o de m&eacute;dias, com recurso ao programa de an&aacute;lise estat&iacute;stica SPSS (Chicago, Illinois, USA).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>&nbsp;</b></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2"><b>Resultados e discuss&atilde;o</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">As plantas dos diferentes tratamentos n&atilde;o mostraram sintomas visuais de defici&ecirc;ncia de azoto. O crescimento a&eacute;reo e radical da cebola n&atilde;o foi influenciado significativamente pelo n&iacute;vel de azoto, nem pela interac&ccedil;&atilde;o n&iacute;vel azoto* tipo de solo. A biomassa a&eacute;rea e radical, o comprimento radical total e o especifico (m g<sup>&#45;1</sup>; comprimento radical total/peso seco das ra&iacute;zes) n&atilde;o aumentaram significativamente com o n&iacute;vel de azoto (<i>P</i>&gt;0,05). Assim, o azoto n&iacute;trico residual, contido em 9 kg de solo (respetivamente 93,5 e 12,3 mg NO<sub>3</sub><sup>&#45;</sup> Kg<sup>&#45;1</sup> no solo argilo&#45;arenoso e no arenoso), mais o inserido pela &aacute;gua de rega (20 mg N planta<sup>&#45;1</sup>) foi suficiente para o crescimento das plantas. Estes resultados est&atilde;o em concord&acirc;ncia com o preconizado para o Oregon, USA, por Sullivan <i>et al.</i> (2001), que consideram que durante a fase de crescimento vegetativo, concentra&ccedil;&otilde;es de NO<sub>3</sub><sup>&#45;</sup> no solo &lt;5 mg kg<sup>&#45;1</sup> limitam o crescimento e que com superiores a 20 mg kg<sup>&#45;1</sup> n&atilde;o se deve aplicar azoto. A aloca&ccedil;&atilde;o de mat&eacute;ria seca nas ra&iacute;zes n&atilde;o foi afectada pelo n&iacute;vel de azoto, o que &eacute; um comportamento diferente do usual; redu&ccedil;&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o entre a mat&eacute;ria seca da raiz e da parte a&eacute;rea da planta com o aumento do N aplicado (Marschner, 1988, Robinson,1985, Sattelmacher <i>et al.,</i> 1990, Machado <i>et al.</i>, 2008). Em ensaio de campo, Melo (2003) tamb&eacute;m observou que, em plantas de cebola com 65 dias ap&oacute;s a planta&ccedil;&atilde;o, a concentra&ccedil;&atilde;o de azoto no solo n&atilde;o afectou a rela&ccedil;&atilde;o entre a mat&eacute;ria seca da raiz e da parte a&eacute;rea da planta. Algumas culturas de crescimento lento, tais como a cebola, que &eacute; uma cultura bienal, mostram pouca flexibilidade nas rela&ccedil;&otilde;es raiz parte a&eacute;rea em condi&ccedil;&otilde;es de defici&ecirc;ncia, ambos os componentes sofrem redu&ccedil;&otilde;es proporcionais (Clarkson, 1985).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">O tipo de solo afectou significativamente o crescimento a&eacute;reo e radical. A biomassa das folhas e da planta foi significativamente maior no solo argilo&#45;arenoso (<i>P</i>&lt;0,001) (Quadro 2). A aloca&ccedil;&atilde;o de mat&eacute;ria seca nas ra&iacute;zes, o comprimento radical e o espec&iacute;fico foram maiores no solo arenoso (<i>P</i>&lt;0,001) (Quadro 2). A rela&ccedil;&atilde;o entre a mat&eacute;ria seca das ra&iacute;zes e da parte a&eacute;rea no solo argilo&#45;arenoso e arenoso foi respectivamente de 0,043 e 0,114. Em solos com diferentes n&iacute;veis de azoto, Melo (2003) observou valores semelhantes (0,049 e 0,039) aos do argilo&#45;arenoso. A biomassa das plantas no solo arenoso foi 23 % inferior &agrave; do argilo&#45;arenoso, o que associado a maior aloca&ccedil;&atilde;o de mat&eacute;ria seca nas ra&iacute;zes e inexist&ecirc;ncia de resposta ao azoto aplicado, pode indiciar a exist&ecirc;ncia de um factor limitante ao crescimento. Em condi&ccedil;&otilde;es que limitam o crescimento das plantas, estas aumentam a aloca&ccedil;&atilde;o de biomassa nas ra&iacute;zes, o que ajuda a manter o equil&iacute;brio funcional entre a aquisi&ccedil;&atilde;o de carbono pela parte a&eacute;rea e de nutrientes minerais pelas ra&iacute;zes (Eissenstat e Volder, 2005; Gregory, 2006). O comprimento radical total no solo arenoso (43,74 m) foi 127 % maior do que no solo argilo&#45;arenoso (19,26 m) (Quadro 2).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Quadro 2</b> &#45; Influ&ecirc;ncia do tipo de solo na produ&ccedil;&atilde;o de mat&eacute;ria seca, na sua distribui&ccedil;&atilde;o e no comprimento radical total e espec&iacute;fico.</font></p> 	    <p><img src="/img/revistas/rca/v35n1/35n1a08q2.jpg" width="700" height="209"></p>      
<p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">A concentra&ccedil;&atilde;o de N na biomassa das folhas e bolbos aumentou com o n&iacute;vel de azoto, mas n&atilde;o significativamente. A extrac&ccedil;&atilde;o de N pelas folhas e pela planta (N g planta<sup>&#45;1</sup>) aumentou com o n&iacute;vel de azoto (P&lt;0,05) (Figura 1). Assim, aparentemente, a adi&ccedil;&atilde;o de N em pr&eacute;&#45;planta&ccedil;&atilde;o apenas resultou numa maior extrac&ccedil;&atilde;o desse pelas plantas, o qual n&atilde;o beneficiou o seu crescimento, mas que pode ser utilizado mais tarde, por exemplo, durante in&iacute;cio do crescimento do bolbo, quando as necessidades N s&atilde;o maiores (Brown, 2000, Sullivan <i>et al.</i> 2001, Mohanty e Das, 2001).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p> 	    <p><img src="/img/revistas/rca/v35n1/35n1a08f1.jpg" width="550" height="489"></p>      
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2"><b>Figura 1</b> &#150; Efeito do azoto aplicado na extrac&ccedil;&atilde;o de N pelas folhas e pela planta. Os tra&ccedil;os verticais representam o erro padr&atilde;o da m&eacute;dia.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">A concentra&ccedil;&atilde;o de N na biomassa e a sua extrac&ccedil;&atilde;o pelas folhas, bolbos e planta foi maior no solo solo argilo&#45;arenoso (P&lt;0,001) (Quadro 3).&nbsp; A extrac&ccedil;&atilde;o de azoto pelas ra&iacute;zes foi maior no solo arenoso devido ao acr&eacute;scimo na mat&eacute;ria seca.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Quadro 3</b> &#45; Influ&ecirc;ncia do solo na concentra&ccedil;&atilde;o de azoto na mat&eacute;ria seca e na sua extrac&ccedil;&atilde;o.</font></p> 	    <p><img src="/img/revistas/rca/v35n1/35n1a08q3.jpg" width="650" height="157"></p>      
<p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">A concentra&ccedil;&atilde;o de N nas folhas no solo arenoso variou entre 22,53 e 27,53 g kg<sup>&#45;1</sup> e no argilo&#45;arenoso entre 36,16 e 41,85 g kg<sup>&#45;1</sup>. Estes valores est&atilde;o no intervalo considerado como suficiente (20 a 30 g kg<sup>&#45;1</sup>) para o mesmo est&aacute;dio de crescimento de cebola doce na Florida, USA (Hochmuth <i>et al.,</i> 1991) e para o solo arenoso, inferiores ao considerado como suficiente para a Calif&oacute;rnia (&gt; 40 g kg<sup>&#45;1</sup>) (VRIC, 2011). Mills e Jones (1991) prop&otilde;em valores mais elevados (50 a 60 g Kg<sup>&#45;1)</sup>, mas n&atilde;o definem com precis&atilde;o o est&aacute;dio de crescimento da cultura, o que limita a sua utiliza&ccedil;&atilde;o, pois a concentra&ccedil;&atilde;o de N diminui ao longo do ciclo das culturas (Sorensen, 2000, Ekbladh <i>et al.</i>, 2007, Machado <i>et al</i>., 2009).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">O total de azoto extra&iacute;do pela planta esteve altamente&nbsp; relacionado com o total N extraido pelas folhas (R<sup>2</sup> = 0,996) (figura 2). A elevada correla&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis pode estar relacionada com o facto de 69 a 83% do azoto total absorvido pela planta estar contido nas folhas.Em tomate de ind&uacute;stria, em diferentes fases do ciclo da cultura e campos de tomate, Hartz e Bottoms (2009) observaram que 83% da variabilidade do total do azoto absorvido pela planta era explicada pelo total de N absorvido pelas folhas. Assim, como sugerem esses autores, o azoto total extra&iacute;do pelas folhas pode ser um substituto &uacute;til para a determina&ccedil;&atilde;o do azoto total absorvido pela planta, pois a quantifica&ccedil;&atilde;o de extrac&ccedil;&atilde;o total de N pelas diferentes partes da planta para al&eacute;m de dispendiosa, &eacute; trabalhosa, sobretudo a relativa &agrave;s ra&iacute;zes. Assim, em trabalhos futuros ser&aacute; importante verificar se esta rela&ccedil;&atilde;o ocorre noutros est&aacute;dios de desenvolvimento da cultura da cebola.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/rca/v35n1/35n1a08f2.jpg" width="350" height="449"></p> 	    
<p><font face="verdana" size="2"><b>Figura 2</b> &#45; Rela&ccedil;&atilde;o entre o azoto total extraido pela planta (folhas + bolbo + raizes) e o azoto total extraido pelas folhas (y = 1,1924 X +3,73033; R<sup>2</sup>= 0,9957; <i>P</i> &lt; 0,001).</font></p>      <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">O crescimento a&eacute;reo e radical da cebola n&atilde;o foi influenciado significativamente pelo n&iacute;vel de azoto nem pela interac&ccedil;&atilde;o n&iacute;vel azoto* tipo de solo. Assim, o azoto fornecido pelo solo (9 kg de solo vaso<sup>&#45;1</sup>), residual inorg&acirc;nico e proveniente da mineraliza&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria org&acirc;nica, mais o inserido pela &aacute;gua de rega (20 mg N planta<sup>&#45;1</sup>), foi suficiente para o crescimento das plantas durante a fase de crescimento vegetativo. A aloca&ccedil;&atilde;o de mat&eacute;ria seca nas ra&iacute;zes e o comprimento espec&iacute;fico n&atilde;o foram afectados pela aplica&ccedil;&atilde;o de azoto. O tipo de solo afectou significativamente a produ&ccedil;&atilde;o de mat&eacute;ria seca e a sua distribui&ccedil;&atilde;o. A biomassa das plantas no solo argilo&#45;arenoso foi 30 % superior &agrave; do arenoso, mas a biomassa das ra&iacute;zes, o comprimento radical total e espec&iacute;fico e a aloca&ccedil;&atilde;o de mat&eacute;ria seca nas ra&iacute;zes foi maior no solo arenoso. O comprimento radical total das plantas no solo arenoso (43,74 m) foi 2,3 vezes superior ao do argilo&#45;arenoso (19,26 m).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</b></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Brewster, J.L. (1994) &#45; <i>Onions and other vegetable alliums</i>. UK, CAB International, 236 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000060&pid=S0871-018X201200010000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Brown, B. (2000) &#45; <i>Onions. Southern Idaho Fertilizer Guide</i>. CIS 1081. Moscow, ID, University of Idaho, 6 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000062&pid=S0871-018X201200010000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Clarkson D.T. (1985) &#150; Factors affecting mineral nutrition acquisition by plants. <i>Annual Review of plant Physiology</i>, 36: 77&#45;115</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000064&pid=S0871-018X201200010000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">De Visser, C.I.M. (1998) &#45; Effect of split application of nitrogen on yield and nitrogen recovery of spring&#45;sown onions and on residual nitrogen. <i>Journal of Horticultural Science and Biotechnology</i>, 73: 403&#45;411.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000065&pid=S0871-018X201200010000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Eissenstat, D.M. e Volder. A. (2005) &#45; The efficiency of nutrient acquisition over the life of a root. <i>In</i>: BassiriRad, H. (ed.) &#45; <i>Nutrient Acquisition by Plants: An Ecological Perspective.</i> Ecological Studies 191. New York, Springer&#45;Verlag, p. 185&#45;220.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000067&pid=S0871-018X201200010000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Ekbladh, G.; Witter, E. e Ericsson, T. (2007) &#45; Ontogenetic decline in the nitrogen concentration of field grown white cabbage: Relation to growth components. <i>Scientia Horticulturae</i>, 112, 2:149&#45;155</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S0871-018X201200010000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">F&ouml;hse, D.; Claassen, N. e Jungk, A. (1991) &#45; Phosphorus efficiency of plants. II. Significance of root radius, root hairs and cation&#45;anion balance for phosphorus influx in seven plant species. <i>Plant and Soil</i>, 132: 261&#45;272</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S0871-018X201200010000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Greenwood, D.J.; Gerwitz, A.; Stone, D.A. e Barnes, A. (1982) &#150; Root development of vegetable crops. <i>Plant and Soil</i>, 68: 75&#45;96.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S0871-018X201200010000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Greenwood, D.J.; Neeteson, J.J.; Draycott, A.; Wijnen, G, e Stone, D.A. (1992) &#45; Measurement and simulation of the effects of N&#45;fertilizer on growth, plant composition and distribution of soil mineral&#45;N in nationwide onion experiments, <i>Fertilizer </i></font><font face="verdana" size="2"><i>Research</i>, 31: 305&#45;318.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S0871-018X201200010000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Gregory P.J (2006) &#45; <i>Plant roots. Growth, activity and interaction with soils.</i> Oxford, Blackwell Publishing, 318 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S0871-018X201200010000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Halvorson, A.D.; Follett, R.F.; Bartolo, M.E. e Schweissing, C. (2002) &#45; Nitrogen fertilizer use efficiency of furrow&#45;irrigated onion and corn, <i>Agronomy Journal</i>, 94: 442&#45;449.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S0871-018X201200010000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Hartz, T. e Bottoms, T. (2009) &#45; Nitrogen requirements of drip irrigated processing tomatoes, <i>HortScience</i>, 44, 7: 1988&#45;1993.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S0871-018X201200010000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Hayashi, Y. e Hatano, R. (1999) &#45; Annual nitrogen leaching to subsurface water from clayey aquic soil cultivated with onions in Hokkaido, Japan. <i>Soil Science and Plant Nutrition</i>, 45: 451&#45;459.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S0871-018X201200010000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Hochmuth, G.; Maynard, D.; Vavrina, C.; Hanon, E. e Simonne, E. (1991) &#150; <i>Plant tissue analysis and interpretation for vegetable crops in Florida</i>. Gainesville (FL), University of Florida Cooperative Extension Service. Publication SS&#45;VEC&#45;42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S0871-018X201200010000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">VRIC (2011) &#150; <i>Onions</i> (em linha). UC Vegetable Research and Information Center, University of Calif&oacute;rnia<i>.</i> (Acesso em 2011.03.01). Dispon&iacute;vel em: &lt; <a href="http://vric.ucdavis.edu/veginfo/commodity/onion/onion" target="_blank">http://vric.ucdavis.edu/veginfo/commodity/onion/onion</a> &gt;.</font></p>      <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Lambers H.; Chapin F S, e Pons L.T. (1998) &#45; <i>Plant Physiological Ecology</i>. New York, Springer, 539 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S0871-018X201200010000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Leco Corp. (1998) &#45; <i>Instruction manual&#45;FP&#45; 28 protein/nitrogen analyser</i>. St. Joseph, USA, Leco Corporation.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S0871-018X201200010000800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Machado, R.M.A. e Oliveira, M.R.G. (2008) &#45; Produ&ccedil;&atilde;o de cebola de dias curtos no Alentejo. Influ&ecirc;ncia da aduba&ccedil;&atilde;o localizada. <i>Revista de Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias</i>, 31, 2: 50&#45;57.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S0871-018X201200010000800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Machado, R.M.A.; Shahidian, S.; Pivetta, C.R. &nbsp;e Oliveira, M.R.G. (2009) &#45; Efeito da fertiliza&ccedil;&atilde;o azotada na din&acirc;mica de enraizamento e na produ&ccedil;&atilde;o comercial de cebola de dias m&eacute;dios no Alentejo. <i>Revista de Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias,</i> 32, 2: 111&#45;120<i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S0871-018X201200010000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Machado, R.M.A.; Bryla, D.R.; Verissimo, M.L.; Sena, A.M. e Oliveira, M.R.G. (2008) &#45; Nitrogen requirements for growth and early fruit development of drip&#45;irrigated processing tomato (<i>Lycopersicon esculentum</i> Mill.) in Portugal. <i>Journal of Food Agriculture and Environment</i>, 6, 3&amp;4: 215&#45;218.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S0871-018X201200010000800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Marschner, H. (1995) &#45; <i>Mineral Nutrition of Higher Plants.</i> 2&ordf; ed. New York, Academic Press, 889 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S0871-018X201200010000800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Melo, P.E. (2003) &#150; <i>The root systems of onions&nbsp; and Allium fistulosum in the contex of organic farming: a breeding approach</i>. Ph. Thesis, The Netherlands, Wageningen University and Research Center, 127 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S0871-018X201200010000800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Mills, H.A. e Jones, J.R. (1996) &#45; <i>Plant Analysis Handbook II</i>. &nbsp;Athens,&nbsp;Georgia,&nbsp;USA, Micro Macro&nbsp;International,&nbsp;Inc., 422 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S0871-018X201200010000800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Mohanty, B. K. e Das, J.N. 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(2001) &#45; Influence of irrigation and nitrogen levels on bulb yield, nutrient uptake an nitrogen use efficiencies in rabi onion (<i>Allium cepa</i>). <i>Indian Journal of Agricultural Sciences</i>, 7: 109&#45;112</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S0871-018X201200010000800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Pire, R.; Ram&iacute;rez, H.; Riera, J. e&nbsp; G&oacute;mez T.N. 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