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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Manejo da rega na cultura do crisântemo de corte cultivado em ambiente protegido]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Estadual Paulista Faculdade de Ciências Agronômicas Departamento de Engenharia Rural]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this research was to identify the soil water tension that results in the best quality of the cut chrysanthemum. The experimental design was totally randomized with 3 repetitions, subdivided in 30 parcels, each one controlled by a register, with drip tape lines. Treatments were defined for 10 soil water tension levels: 5, 10, 15, 20, 25, 30, 35, 40, 45 e 50 kPa. Evaluations of leaf area, driy weight, diameter and plant hight were done each 14 days period, using 3 plants per parcel. Results showed that there was no difference between treatments for most of the evaluated variables. 50 kPa resulted in taller stems and larger number of packets A1. but induced high water loss by percolation. We suggest growers to use tension between 10 at 20 kPa for a good balance between irrigation cost and flower quality.]]></p></abstract>
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<kwd lng="en"><![CDATA[soil water tension]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Manejo da rega na cultura do cris&acirc;ntemo de corte cultivado em ambiente protegido</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>&nbsp;</b></font></p> 	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Cut chrysanthemum irrigation schudeling under greenhouse conditions</b></font></p>    <p>&nbsp;</p> 	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Maryz&eacute;lia Furtado de Farias<sup>1</sup>, Jo&atilde;o Carlos Cury Saad<sup>2</sup>, Roberto Lyra Villas B&ocirc;as<sup>3 &nbsp;</sup>e Jussara Silva Dantas<sup>4</sup></b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><sup>1</sup>UFMA, CCAA, BR 222 Km 04 S/N, 65500&#45;000 Chapadinha&#45;MA, <u><a href="mailto:maryzelia@ig.com.br"><u>maryzelia@ig.com.br</u></a></u> </font></p> 	    <p><font face="verdana" size="2"><sup>2</sup>UNESP, FCA, Departamento de Engenharia Rural, Caixa Postal 237, 18603&#45;970 Botucatu&#45;SP, <a href="mailto:joaosaad@fca.unesp.br"><u>joaosaad@fca.unesp.br</u></a></font></p> 	    <p><font face="verdana" size="2"><sup>3</sup>UNESP, FCA, Departamento de Recursos Naturais, Caixa Postal 237, 18603&#45;970 Botucatu&#45;SP, <a href="mailto:rlvboas@fca.unesp.br"><u>rlvboas@fca.unesp.br</u></a> </font></p> 	    <p><font face="verdana" size="2"><sup>4</sup>UFMA,CCAA, BR 222 Km 04 S/N, 65500&#45;000 Chapadinha&#45;MA, <a href="mailto:jussara@ufma.br">jussara@ufma.br</a></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">O objetivo deste experimento foi identificar a tens&atilde;o de &aacute;gua no solo que resultasse na melhor qualidade comercial do cris&acirc;ntemo de corte. O delineamento experimental adotado foi inteiramente casualizado com 3 repeti&ccedil;&otilde;es, dividido em 30 parcelas, cada uma controlada por registro, com 4 fitas gotejadoras. Os tratamentos foram definidos por dez n&iacute;veis de tens&atilde;o de &aacute;gua no solo: 5, 10, 15, 20, 25, 30, 35, 40, 45 e 50 kPa. Foram realizadas avalia&ccedil;&otilde;es da &aacute;rea foliar, mat&eacute;ria seca, di&acirc;metro e altura das plantas, em intervalos de 14 dias, utilizando&#45;se 3 plantas por parcela, escolhidas ao acaso. Os resultados demonstram n&atilde;o haver diferen&ccedil;a significativa entre os tratamentos para a maioria dos par&acirc;metros avaliados. O tratamento regado com a tens&atilde;o de 50 kPa resultou na maior altura de hastes e no maior n&uacute;mero de pacotes A1. Por&eacute;m, foi o tratamento com a maior dota&ccedil;&atilde;o de rega, gerando muitas perdas por percola&ccedil;&atilde;o. Recomenda&#45;se que os produtores rurais usem as tens&otilde;es entre 10 e 20 kPa para um bom equil&iacute;brio entre o custo de rega e qualidade da flor.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Palavras&#45;chave:</b> Casa de vegeta&ccedil;&atilde;o, flores, tens&atilde;o de &aacute;gua no solo.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>    	    <p><font face="verdana" size="2"><b>ABSTRACT</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">The aim of this research was to identify the soil water tension that results in the best quality of the cut chrysanthemum. The experimental design was totally randomized with 3 repetitions, subdivided in 30 parcels, each one controlled by a register, with drip tape lines. Treatments were defined for 10 soil water tension levels: 5, 10, 15, 20, 25, 30, 35, 40, 45 e 50 kPa. Evaluations of leaf area, driy weight, diameter and plant hight were done each 14 days period, using 3 plants per parcel. Results showed that there was no difference between treatments for most of the evaluated variables. 50 kPa resulted in taller stems and larger number of packets A1. but induced high water loss by percolation. We suggest growers to use tension between 10 at 20 kPa for a good balance between irrigation cost and flower quality.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Keywords:</b> Greenhouse, flowers, soil water tension.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">O cris&acirc;ntemo (<i>Chrysanthemum morifolium</i> Ramat.) &eacute; uma das flores mais populares do mundo e, juntamente com as rosas, os cravos e mais recentemente as g&eacute;rberas, faz parte do elenco b&aacute;sico de todas as floriculturas. Do ponto de vista de produ&ccedil;&atilde;o, devido ao seu comportamento fotoperi&oacute;dico e ao amplo trabalho de melhoramento gen&eacute;tico desenvolvido ao longo de d&eacute;cadas, o cris&acirc;ntemo &eacute; considerado a planta de mais f&aacute;cil programa&ccedil;&atilde;o entre as flores cultivadas (Gruszynski, 2001).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Na floricultura, onde a competi&ccedil;&atilde;o por mercados &eacute; intensa, o diferencial de produtividade consiste no manejo adequado de fatores clim&aacute;ticos, ambientais e intr&iacute;nsecos da planta, para a obten&ccedil;&atilde;o de produ&ccedil;&otilde;es satisfat&oacute;rias (Ibraflor, 2000).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">A rega &eacute; pr&aacute;tica fundamental para o cultivo de cris&acirc;ntemo, por&eacute;m seu manejo adequado tem sido negligenciado pelos produtores, resultando em preju&iacute;zos no crescimento vegetal e conseq&uuml;entes decr&eacute;scimos na produtividade e na qualidade do produto final (Santos e Kiyuna, 2004).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">A resposta das plantas &agrave; tens&atilde;o de &aacute;gua no solo tem sido estudada como forma de controle da rega, j&aacute; que regas deficit&aacute;rias refletem diretamente na redu&ccedil;&atilde;o da produtividade, enquanto regas excessivas prejudicam a qualidade das flores. Dentre as dificuldades que os produtores t&ecirc;m encontrado ao adotarem o cultivo em ambiente protegido, destaca&#45;se a falta de dados espec&iacute;ficos sobre o uso racional da &aacute;gua, resultando no desconhecimento da quantidade e do momento de regar e, por isso, a rega em ambiente protegido ainda &eacute; feita empiricamente.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Tendo em vista a import&acirc;ncia da qualidade para a venda dos produtos flor&iacute;colas, este trabalho teve por objetivo identificar a tens&atilde;o de &aacute;gua no solo (potencial matricial) que resultasse em uma melhor qualidade comercial do cris&acirc;ntemo de corte, cultivar Dark Orange Reagan.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>MATERIAL E M&Eacute;TODOS</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">O experimento foi instalado em 28 de janeiro de 2004 na propriedade Steltenpool Flores e Plantas, no Distrito de Holambra II, munic&iacute;pio de Paranapanema (latitude de 23&ordm; 02&rsquo; 40" S e longitude 48&ordm; 44&rsquo; 17" W) e 630 m de altitude, com t&eacute;rmino em 14 de abril de 2004. A casa de vegeta&ccedil;&atilde;o onde foi realizado o experimento est&aacute; disposta no sentido leste oeste, a altura do p&eacute; direito &eacute; de 6m, com &aacute;rea total de 8800m<sup>2</sup> e cobertura de pl&aacute;stico transparente de 150 micras, fixada em cima de arcos. A &aacute;rea experimental foi de 240 m<sup>2</sup>.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Para a an&aacute;lise qu&iacute;mica do solo foram retiradas tr&ecirc;s amostras deformadas na camada de 0 a 20 cm, coletadas dentro da &aacute;rea experimental (Quadro 1)</font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2"><b>Quadro 1 &#45;</b> An&aacute;lise qu&iacute;mica do solo.</font></p>     <p><img src="/img/revistas/rca/v35n1/35n1a12q1.jpg" width="650" height="157"></p>      
<p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">A &aacute;rea dos canteiros foi preparada e uniformizada para receber as mudas, que vieram do setor de enraizamento com duas semanas. Foi utilizada uma rede (ou tela) de condu&ccedil;&atilde;o, onde foi plantada uma muda por v&atilde;o da rede de suporte. Cada canteiro possu&iacute;a 2,80 m de comprimento por 2,60 m de largura e 11 linhas de plantas com 4 fitas gotejadoras espa&ccedil;adas de 0,20 m. O comprimento total da &aacute;rea experimental foi de 42 m com 5,70 m de largura.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">A cultivar utilizada foi a Dark Orange Reagan que &eacute; do tipo margarida, possuindo uma infloresc&ecirc;ncia de tamanho m&eacute;dio com colora&ccedil;&atilde;o laranja escura e p&eacute;talas composta de uma ou mais filas de flores pistiladas externas (p&eacute;talas) e flores internas em um disco achatado central com colora&ccedil;&atilde;o laranja.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">O sistema de rega foi constitu&iacute;do de: uma bomba com uma pot&ecirc;ncia de 7,5 CV, vaz&atilde;o m&eacute;dia de 72 m<sup>3</sup>.h<sup>&#45;1</sup> e altura manom&eacute;trica de 18 mca, um filtro de disco, linhas de microaspersores (d&eacute;bito de 90 L.h<sup>&#45;1</sup>), linhas de fitas gotejadoras (vaz&atilde;o de 1,3 L.h<sup>&#45;1</sup>) por emissor, na press&atilde;o de servi&ccedil;o de 1kgf.cm<sup>&#45;2</sup>. A press&atilde;o de servi&ccedil;o foi controlada por um man&ocirc;metro instalado na entrada da &aacute;rea.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">A aduba&ccedil;&atilde;o do experimento foi realizada de acordo com a rotina do produtor, sendo que a partir da segunda semana em que as plantas foram transplantadas para a casa de vegeta&ccedil;&atilde;o elas come&ccedil;aram a ser fertirrigadas. Os fertilizantes foram colocados em caixa d&rsquo;&aacute;gua de 1000 L e as plantas recebiam uma solu&ccedil;&atilde;o nutritiva que era alterada de acordo com o seu ciclo.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Na fase vegetativa foi usado: 60kg de nitrato de c&aacute;lcio e 15kg de nitrato de am&ocirc;nia. Para a fase generativa (indu&ccedil;&atilde;o ao florescimento e o florescimento) foi aplicado: 2kg de sulfato de magn&eacute;sio; 5kg de sulfato de pot&aacute;ssio; 400g de &aacute;cido b&oacute;rico; 20g de molibidato de s&oacute;dio, para 1000 L.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Os tensi&ocirc;metros utilizados no experimento foram fabricados no Departamento de Engenharia Rural da FCA/UNESP. Foram utilizados tensi&ocirc;metros com man&ocirc;metro de merc&uacute;rio, sendo instalado um por parcela, totalizando 30 tensi&ocirc;metros.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;O experimento foi inteiramente casualizado com 3 repeti&ccedil;&otilde;es, dividido em 30 parcelas, cada uma controlada por registro, com 4 fitas gotejadoras instaladas nas fileiras centrais das plantas.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">Os tratamentos foram definidos por dez n&iacute;veis de tens&otilde;es de &aacute;gua no solo: 5, 10, 15, 20, 25, 30, 35, 40, 45 e 50 kPa.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">As plantas foram submetidas ao final da colheita a uma classifica&ccedil;&atilde;o de acordo com o padr&atilde;o Veiling&#45;Holambra, onde s&atilde;o separadas em grupos com padr&atilde;o de qualidade A1, que estabelece que para isso, as plantas deveriam ter uma altura de no m&iacute;nimo 80 cm, hastes firmes e com uma espessura de 2 mm, os pacotes de plantas devem ter 1.400 kg (aproximadamente 25 hastes por pacote), devem est&aacute; livres de pragas, doen&ccedil;as, folhas queimadas e res&iacute;duos de defensivos (Gruszynski, 2001).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">No final do experimento todas as plantas foram classificadas de acordo com esse padr&atilde;o de qualidade, separadas em pacotes (ma&ccedil;os) com qualidade A1.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Os resultados foram submetidos &agrave; an&aacute;lise de vari&acirc;ncia pelo teste Tukey a 5% de probabilidade, utilizando o programa computacional estat&iacute;stico SISVAR.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>RESULTADOS E DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Durante a condu&ccedil;&atilde;o do experimento verificou&#45;se que os tratamentos resultaram em diferentes n&uacute;meros de regas e dota&ccedil;&atilde;o aplicada total (Quadro 2). O tratamento com a menor tens&atilde;o (5 kPa) resultou no maior n&uacute;mero de regas e na menor dota&ccedil;&atilde;o aplicada.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Quadro 2 &#45;</b> Altura da coluna de merc&uacute;rio, dota&ccedil;&atilde;o de rega, n&ordm; de regas e dota&ccedil;&atilde;o de rega total.</font></p> 	    <p><img src="/img/revistas/rca/v35n1/35n1a12q2.jpg" width="550" height="265"></p>      
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2"><b>&nbsp;</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">O tratamento submetido a uma tens&atilde;o de 50 kPa sofreu, provavelmente, o processo de percola&ccedil;&atilde;o em virtude da grande quantidade de &aacute;gua aplicada, quando comparado aos demais.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Os dados de &aacute;rea foliar e mat&eacute;ria seca ao final do ciclo da cultura mostram que n&atilde;o houve efeito significativo entre as tens&otilde;es (Quadro 3). Todos os tratamentos apresentaram a mesma tend&ecirc;ncia, aumento dos valores de &aacute;rea foliar e mat&eacute;ria seca ao longo do desenvolvimento da cultura independente da dota&ccedil;&atilde;o de rega.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Quadro 3 &#45;</b> &Aacute;rea foliar (cm<sup>2</sup>) e mat&eacute;ria seca do cris&acirc;ntemo de corte, cultivar Dark Orange Reagan, em fun&ccedil;&atilde;o das tens&otilde;es.</font></p> 	    <p><img src="/img/revistas/rca/v35n1/35n1a12q3.jpg" width="550" height="356"></p>      
<p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Esses resultados divergem dos encontrados por Farias (2003) para o cris&acirc;ntemo de vaso, cultivar Puritan, que obteve o maior ac&uacute;mulo de mat&eacute;ria seca com a tens&atilde;o de 4 kPa, por&eacute;m est&atilde;o de acordo com Scatolini (1996) que considera tens&otilde;es de at&eacute; 40 kPa como ideais para que o cris&acirc;ntemo de corte permane&ccedil;a sempre bem suprido de &aacute;gua e que n&atilde;o haja d&eacute;ficit que possa prejudicar seu desenvolvimento. Esse fato, provavelmente ocorreu em fun&ccedil;&atilde;o do cris&acirc;ntemo de vaso ser mais sens&iacute;vel a tens&otilde;es maiores, ou seja, menor frequ&ecirc;ncia de rega.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Desse modo, o tratamento com a maior frequ&ecirc;ncia de rega (5kPa) pode ser utilizado em fun&ccedil;&atilde;o da poupan&ccedil;a de &aacute;gua quando comparado aos demais tratamentos.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Observa&#45;se, no Quadro 4, que houve efeito significativo entre os tratamentos com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; altura das plantas, a tens&atilde;o de 50 kPa foi respons&aacute;vel pelo maior valor m&eacute;dio de altura (97,1cm) no final do ciclo da cultura. Sendo que, todos os tratamentos se mantiveram dentro da faixa considerada ideal pelos produtores rurais (80cm). Camargo <i>et al.</i> (2005) encontraram valores similares de altura das plantas para o <i>Aster ericoides</i>.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Quadro 4 &#45;</b> Altura e di&acirc;metro do cris&acirc;ntemo de corte, cultivar Dark Orange Reagan, em fun&ccedil;&atilde;o das tens&otilde;es.</font></p> 	    <p><img src="/img/revistas/rca/v35n1/35n1a12q4.jpg" width="550" height="342"></p>      
<p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">O di&acirc;metro das hastes n&atilde;o foi influenciado pelas diferentes dota&ccedil;&otilde;es de regas (Quadro 4). Entretanto, antes de se iniciar essa pesquisa, p&ocirc;de&#45;se constatar que as hastes do cris&acirc;ntemo de corte da propriedade rural encontravam&#45;se finas e ocas, provavelmente em fun&ccedil;&atilde;o da grande quantidade de &aacute;gua utilizada pelo produtor, que regava diariamente as plantas com microaspersores a uma vaz&atilde;o de aproximadamente 90 L.h<sup>&#45;1</sup>, durante 1 hora.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">O produtor rural utilizava 25 a 30 hastes para compor um pacote que atingisse um peso de 1.400 kg, considerado como padr&atilde;o segundo Gruszynski (2001).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Durante o experimento constatou&#45;se que as hastes estavam mais firmes e com o di&acirc;metro maior que o produzido pelo produtor rural e que ao final do ciclo da cultura, para a composi&ccedil;&atilde;o dos pacotes, utilizou&#45;se um n&uacute;mero menor de hastes, com aproximadamente, 20 hastes por pacote.</font></p> 	    <p><font face="verdana" size="2">Ao final da pesquisa o produtor rural conseguiu produzir um n&uacute;mero de 20 hastes por pacote, adotando as tens&otilde;es de 10 e 20 kPa para a fase vegetativa e generativa, respectivamente. Com a redu&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de hastes por pacotes houve uma economia de 20 a 30% na forma&ccedil;&atilde;o dos pacotes (ma&ccedil;os) de cris&acirc;ntemo, aumentando a produtividade e o lucro para o produtor rural.</font></p>     <p><font face="verdana" size="2">Observa&#45;se no Quadro 5 que as plantas foram classificadas e embaladas para a comercializa&ccedil;&atilde;o em pacotes A1 e que houve diferen&ccedil;a estat&iacute;stica significativa entre os tratamentos (tens&otilde;es).</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2"><b>Quadro 5 &#45;</b> N&uacute;mero de pacotes com qualidade A1</font></p> 	    <p><img src="/img/revistas/rca/v35n1/35n1a12q5.jpg" width="550" height="253"></p>      
<p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Os tratamentos irrigados com as tens&otilde;es de 20 e 50 kPa apresentaram o maior n&uacute;mero de pacotes A1 e o menor foi obtido com a tens&atilde;o de 30 kPa.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">Esse resultado pode estar ligado &agrave; maior altura de plantas e ao fato de n&atilde;o haver diferen&ccedil;a entre os tratamentos com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de mat&eacute;ria seca, j&aacute; que um dos crit&eacute;rios para a classifica&ccedil;&atilde;o dos pacotes de cris&acirc;ntemo &eacute; que eles n&atilde;o podem ter peso inferior a 1.400 kg para serem classificados como A1. Outro fator, que pode ter contribu&iacute;do para uma maior qualidade das plantas, foi o aumento no di&acirc;metro das hastes em todas as tens&otilde;es.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">De um modo geral, constatou&#45;se que as plantas produzidas no decorrer desse experimento tiveram uma excelente qualidade, quando comparadas &agrave;s do produtor rural, provavelmente, em fun&ccedil;&atilde;o do manejo adequado da rega.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>&nbsp;</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">As tens&otilde;es de 20 e 50 kPa apresentaram o maior n&uacute;mero de pacotes A1.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">O tratamento de 50 kPa gerou as maiores perdas por percola&ccedil;&atilde;o, em fun&ccedil;&atilde;o da maior dota&ccedil;&atilde;o de rega.</font></p>  	    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">Recomenda&#45;se que os produtores rurais adotem tens&otilde;es entre 10 e 20 kPa como valores de umidade ideal no solo para a produ&ccedil;&atilde;o do cris&acirc;ntemo de corte.</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>REFER&Ecirc;NCIAS BIBIOGR&Aacute;FICAS</b></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Camargo, M. S.; Mello, S. C.; Anti, G. R. e Carmello, Q. A. C. (2005) &#45; Crescimento e absor&ccedil;&atilde;o de nutrientes pelo <i>Aster ericoides</i> cultivado em solo sob estufa. <i>Horticultura Brasileira,</i> 23, 2: 271&#45;274.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S0871-018X201200010001200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Farias, M.F. (2003) &#45; <i>Manejo da irriga&ccedil;&atilde;o na cultura do cris&acirc;ntemo (Dendranthema grandiflora) cultivado em vaso, em ambiente protegido.</i> Disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado em Agronomia/ Irriga&ccedil;&atilde;o e Drenagem. Botucatu, Universidade Estadual Paulista, 83 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S0871-018X201200010001200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Gruszynski, C. (2001) &#45; <i>Produ&ccedil;&atilde;o comercial de cris&acirc;ntemos vaso, corte e jardim.</i> Gua&iacute;ba, Agropecu&aacute;ria, 166 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S0871-018X201200010001200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Ibraflor (Instituto Brasileiro de Floricultura) (2000) &#45; <i>Padr&atilde;o Ibraflor de qualidade</i>. S&atilde;o Paulo, IBRAFLOR, 87 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S0871-018X201200010001200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</font></p>  	    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Santos, V.F. e Kiyuna, I. (2004) &#45; Floricultura do Estado de S&atilde;o Paulo: Novas Fronteiras. <i>In</i>: <i>XLII Congresso Brasileiro de</i> <i>Economia e Sociologia Rural</i>, <i>Anais</i> <i>eletr&ocirc;nicos...</i>( em linha). (Acessado em 20 de agosto de 2010). Dispon&iacute;vel em &lt; </font><font face="verdana" size="2"><a href="http://www.iea.sp.gov.br/out/verTexto.php?codTexto=1470" target="_blank">http://www.iea.sp.gov.br/out/verTexto.php?codTexto=1470</a> &gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S0871-018X201200010001200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->. <b>&nbsp;&nbsp;</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">Scatolini, M. E. (1996) &#45; <i>Estimativa da evapotranspira&ccedil;&atilde;o da cultura de cris&acirc;ntemo em estufa a partir de elementos meteorol&oacute;gicos.</i> Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado em Agronomia / Irriga&ccedil;&atilde;o e Drenagem. Piracicaba, Universidade de S&atilde;o Paulo, 70 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S0871-018X201200010001200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2">&nbsp;</font></p>  	    <p><font face="verdana" size="2"><b>Recep&ccedil;&atilde;o/Reception: 2011.02.09    <br> 	Aceita&ccedil;&atilde;o/Acception: 2011.11.22</b></font></p>      ]]></body><back>
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