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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Rendimento e qualidade de sementes de soja produzidas sob diferentes manejos nutricionais]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Soybean has great economic importance in Brazilian agriculture and the productivity and the profitability are key aspects. The employ of seeds with high germination and vigor associated with fertilizer availability and rates is very important to achieve an adequate plant stand, high yield and quality of seeds. In this context, this study aimed to evaluate the effect of the fertilization management through seed treatment and foliar application on yield components and physiological quality of soybean seeds. The experimental design was a randomized block with four replications and six treatments, composing by a control and five different nutrient combinations (CoMo, Complet, Phosphorous Potassium, Manganese and CaB). These combinations were applied through seed treatment or foliar at different times. Considering the set of agronomic traits the treatment 2 is the most efficient technically. Seed produced under the treatment 4 showed physiological quality inferior to the other, considering the variables analyzed.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO</b></p>     <p><b>Rendimento e qualidade de sementes de soja produzidas sob diferentes manejos nutricionais</b></p>     <p><b>Yield and quality of soybean seeds produced under different nutritional managements</b></p>     <p><b>Cristiane Deuner<sup>1,*</sup>, G&eacute;ri E. Meneghello<sup>1</sup>, Carolina T. Borges<sup>1</sup>, Lucas Griep<sup>1</sup>, Andr&eacute;ia S. Almeida<sup>1 </sup>e Sidnei Deuner<sup>2</sup></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><sup>1,* </sup>PPG em Ci&ecirc;ncia e Tecnologia de Sementes, Departamento de Fitotecnia, Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel, Universidade Federal de Pelotas, Campus Universit&aacute;rio S/N, Caixa Postal 354: 96010900. Cap&atilde;o do Le&atilde;o &ndash; RS, Brasil. <i>E-mail: </i><a href="mailto:cdeuner@yahoo.com.br">cdeuner@yahoo.com.br</a>, author for correspondence.</p>     <p><sup>2 </sup>Instituto de Biologia, Departamento de Bot&acirc;nica, Universidade Federal de Pelotas, Campus Universit&aacute;rio S/N, Caixa Postal 354: 96010-900. Cap&atilde;o do Le&atilde;o - RS, Brasil.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>A soja possui grande import&acirc;ncia econ&oacute;mica na agricultura brasileira e, assim como em outras culturas, a produtividade e a lucro s&atilde;o aspectos fundamentais. A utiliza&ccedil;&atilde;o de sementes com elevada germina&ccedil;&atilde;o e vigor associados a disponibilidade de fertilizantes na dose apropriada &eacute; de suma import&acirc;ncia para se atingir adequado estande de plantas, elevada produtividade e sementes de qualidade. Nesse contexto, o presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito do manejo da aduba&ccedil;&atilde;o via tratamento de sementes e aplica&ccedil;&atilde;o foliar sobre os componentes do rendimento e a qualidade fisiol&oacute;gica de sementes de soja. O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados, com quatro repeti&ccedil;&otilde;es e seis tratamentos, constitu&iacute;dos por uma testemunha e cinco combina&ccedil;&otilde;es de diferentes nutrientes (CoMo, Completo, Fosfito de pot&aacute;ssio, Mangan&ecirc;s e CaB). As combina&ccedil;&otilde;es foram aplicadas via tratamento de sementes ou via foliar em diferentes &eacute;pocas. Considerando o conjunto de caracter&iacute;sticas agron&oacute;micas avaliadas o T2 foi o mais eficiente tecnicamente. A semente produzida sob o tratamento 4 apresentou qualidade fisiol&oacute;gica inferior aos demais, considerando as vari&aacute;veis analisadas.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Palavras-chave</b>: aduba&ccedil;&atilde;o foliar, Glycine max (L.) Merril, tratamento de sementes</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Soybean has great economic importance in Brazilian agriculture and the productivity and the profitability are key aspects. The employ of seeds with high germination and vigor associated with fertilizer availability and rates is very important to achieve an adequate plant stand, high yield and quality of seeds. In this context, this study aimed to evaluate the effect of the fertilization management through seed treatment and foliar application on yield components and physiological quality of soybean seeds. The experimental design was a randomized block with four replications and six treatments, composing by a control and five different nutrient combinations (CoMo, Complet, Phosphorous Potassium, Manganese and CaB). These combinations were applied through seed treatment or foliar at different times. Considering the set of agronomic traits the treatment 2 is the most efficient technically. Seed produced under the treatment 4 showed physiological quality inferior to the other, considering the variables analyzed.</p>     <p><b>Keywords</b>: foliar fertilization, Glycine max (L.) Merril, seed treatment</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>A soja (<i>Glycine max </i>(L.) Merril) &eacute; uma cultura de grande express&atilde;o no Brasil, ocupando cerca de 28 milh&otilde;es de hectares, com produ&ccedil;&atilde;o de 81,5 milh&otilde;es de toneladas em 2012/2013 (Conab, 2013). O crescimento da produ&ccedil;&atilde;o e o aumento da capacidade produtiva da soja brasileira foram alcan&ccedil;ados, em parte, gra&ccedil;as aos avan&ccedil;os cient&iacute;ficos e &agrave; disponibiliza&ccedil;&atilde;o de tecnologias ao setor produtivo, dentre as quais est&aacute; a utiliza&ccedil;&atilde;o de fertilizantes minerais foliares (Suzana <i>et al.,</i> 2012) e a produ&ccedil;&atilde;o e utiliza&ccedil;&atilde;o de sementes de elevada qualidade (Peske <i>et al., </i>2012). Em geral, aumentos sucessivos na produtividade implicam a necessidade de maior disponibilidade de nutrientes &agrave;s plantas. Sendo assim, a busca de fontes e formas alternativas para o fornecimento de nutrientes &eacute; de grande import&acirc;ncia, contribuindo para o aumento da produtividade das culturas de forma ecologicamente aceit&aacute;vel e economicamente sustent&aacute;vel (Staut, 2006).</p>     <p>V&aacute;rios fatores afetam a qualidade fisiol&oacute;gica das sementes, dentre os quais destaca-se o estado nutricional das plantas. A disponibilidade de nutrientes influencia a forma&ccedil;&atilde;o do eixo embrion&aacute;rio e dos cotil&eacute;dones, com resultados eficazes na qualidade fisiol&oacute;gica (Teixeira <i>et al.,</i> 2005). Segundo Delouche (1981), para produzir sementes de alta qualidade &eacute; indispens&aacute;vel a realiza&ccedil;&atilde;o de aduba&ccedil;&atilde;o adequada.</p>     <p>Conforme Maeda e Mascarenhas (1984), sementes de soja oriundas de plantas desenvolvidas em solos com boa fertilidade e adequado manejo nutricional apresentaram maior germina&ccedil;&atilde;o e vigor, quando comparadas com aquelas provenientes de plantas cultivadas em solos originalmente sob cerrado, que geralmente apresentam defici&ecirc;ncias nutricionais, particularmente de micronutrientes.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Desta forma, o uso de adubos foliares, visando complementar ou suplementar as necessidades nutricionais das plantas, tem papel importante no crescimento e aumento da capacidade produtiva, pois a defici&ecirc;ncia de nutrientes limita a produtividade da cultura, al&eacute;m de influenciar nos aspectos fitossanit&aacute;rios das plantas e na qualidade das sementes. Segundo Boaretto e Rosolem (1989), a aduba&ccedil;&atilde;o foliar deve ser utilizada para complementar a aduba&ccedil;&atilde;o no solo e, de acordo com Martens e Westermann (1991), as aplica&ccedil;&otilde;es foliares devem ser empregadas quando houver aparecimento de defici&ecirc;ncias durante os est&aacute;dios de crescimento das plantas.</p>     <p>O tratamento de sementes com nutrientes tamb&eacute;m se tem mostrado um forte aliado no incremento da produtividade de diversas culturas (Meschede <i>et al.,</i> 2004; Peske <i>et al.,</i> 2009; Tunes <i>et al.,</i> 2012). Pesquisas comprovam que a aplica&ccedil;&atilde;o de cobalto (Co) e molibd&eacute;nio (Mo) pode proporcionar acr&eacute;scimos de 558 kg ha<sup>-1</sup> na produtividade da soja. Esse ganho de rendimento acontece, evidentemente, em condi&ccedil;&otilde;es de fertilidade dos solos perfeitamente equilibradas, com disponibilidade de macro e micronutrientes, suficientes para atender &agrave; demanda de altas produtividades. Entretanto, em fun&ccedil;&atilde;o da defici&ecirc;ncia de alguns micronutrientes, os rendimentos esperados podem n&atilde;o ser obtidos (Sfredo e Oliveira, 2010).</p>     <p>V&aacute;rias pesquisas analisando a aplica&ccedil;&atilde;o de nutrientes via tratamento de sementes e via foliar t&ecirc;m apresentado resultados controversos no que tange aos componentes do rendimento, produtividade e qualidade fisiol&oacute;gica das sementes produzidas, em distintas culturas e sob diferentes condi&ccedil;&otilde;es nutricionais. Nesse contexto, o objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do manejo da aduba&ccedil;&atilde;o via tratamento de sementes e aplica&ccedil;&atilde;o foliar sobre os componentes do rendimento e qualidade fisiol&oacute;gica de sementes de soja.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Material e m&eacute;todos</b></p>     <p>O estudo foi conduzido no campo, no ano agr&iacute;cola de 2011/2012, numa &aacute;rea experimental localizada no estado do Paran&aacute;(coordenadas 25&deg; 52' 23'' Sul e 50&deg; 23&rsquo; 01&rdquo; Oeste), em um solo classificado como Argissolo Vermelho Distr&oacute;fico (Flores e Garrastazu, 2010) e empregando sementes de soja da cultivar NA 5909 RR.</p>     <p>Na &aacute;rea de cultivo, foi realizada corre&ccedil;&atilde;o do solo com aplica&ccedil;&atilde;o de calc&aacute;rio na dose de 6 t ha<sup>-1</sup> (CaO 28%, MgO 19,5%). Para a aduba&ccedil;&atilde;o de base, foram aplicados 500 kg ha<sup>-1</sup> da f&oacute;rmula NPK 02-20-15 e termofosfato (composi&ccedil;&atilde;o: P<sub>2</sub>O<sub>5</sub> 17,5%, Ca 18%, B 0,1%, Mg 7%, Mn 0,15%, Cu 0,05%, Si 10% e Zn 0,55%), na dose de 400 kg ha<sup>-1</sup>.</p>     <p>Previamente &agrave; sementeira, realizada manualmente e utilizando 17 sementes por metro linear, realizou-se o tratamento das sementes com o fungicida Maxim XL, na dose de 1,5 mL kg<sup>-1</sup> de semente e com o inoculante Nitral urbana, estirpe Semia 5079 e Semia 5080 (<i>Bradyrhizobium japonicum</i>), na dose de 4 mL kg<sup>-1</sup> de semente.</p>     <p>O ensaio foi conduzido em blocos casualizados, constitu&iacute;dos por seis tratamentos (diferentes manejos nutricionais) e quatro repeti&ccedil;&otilde;es. O tamanho de cada parcela foi de 12 m<sup>2</sup> (4 m de comprimento por 3 m de largura), contendo sete linhas, espa&ccedil;adas 0,5 m entre si, com 1 m de espa&ccedil;amento entre parcelas e 2 m entre blocos. A &aacute;rea &uacute;til foi determinada eliminando-se 0,5 m da bordadura e a linha externa de cada parcela, resultando em 7,5 m<sup>2</sup>.</p>     <p>Os manejos nutricionais testados foram selecionados por serem de uso comum dos produtores de soja e est&atilde;o descritos no <a href="/img/revistas/rca/v38n3/38n3a10q1.jpg" target="_blank">Quadro 1</a>. Os tratamentos que receberam o produto CoMo via tratamento de sementes tiveram a sua aplica&ccedil;&atilde;o realizada concomitantemente com o fungicida, na dose de 5 mL kg<sup>-1</sup> de sementes, equivalente a 150 mL ha<sup>-1</sup>, e em seguida foi realizada a inocula&ccedil;&atilde;o com<i> Bradyrhizobium japonicum,</i> com posterior sementeira.</p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>As pr&aacute;ticas culturais como controle de plantas daninhas, insetos e doen&ccedil;as seguiram as recomenda&ccedil;&otilde;es para a cultura da soja, de acordo com a necessidade, e foram realizadas uniformemente ao longo do experimento.</p>     <p>Quando a cultura atingiu a maturidade de campo (sementes com aproximadamente 19% de umidade), primeiramente foram recolhidas 10 plantas, em sequ&ecirc;ncia, da linha central de cada parcela, para determinar as caracter&iacute;sticas morfol&oacute;gicas - altura das plantas, altura de inser&ccedil;&atilde;o da primeira vagem e di&acirc;metro do colo -, agron&oacute;micas - n&uacute;mero de ramifica&ccedil;&otilde;es por planta e de vagens por planta - e componentes do rendimento - n&uacute;mero e massa de sementes por planta. As demais plantas da &aacute;rea &uacute;til foram colhidas manualmente e posteriormente trilhadas mecanicamente para verificar o rendimento, sendo a massa estimada para kg ha<sup>-1</sup>, com umidade ajustada para 13%.</p>     <p>Na segunda etapa do estudo, desenvolvida no Laborat&oacute;rio Did&aacute;tico de An&aacute;lise de Sementes (LDAS), no departamento de Fitotecnia da Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel da UFPel, em Pelotas/RS, buscou-se avaliar a qualidade fisiol&oacute;gica das sementes produzidas, atrav&eacute;s dos seguintes testes:</p>     <p><i>Germina&ccedil;&atilde;o: </i>realizado por meio da sementeira de 200 sementes por tratamento com quatro repeti&ccedil;&otilde;es estat&iacute;sticas, em rolo de papel g<i>ermitest</i> umedecido com &aacute;gua destilada na quantidade equivalente a 2,5 x a massa do papel. Os rolos foram colocados em germinador &agrave; temperatura constante de 25 &ordm;C, sendo as avalia&ccedil;&otilde;es realizadas aos cinco e oito dias, contabilizando-se as pl&acirc;ntulas normais (Brasil, 2009); <i>Primeira contagem da germina&ccedil;&atilde;o: </i>realizado conjuntamente com o teste de germina&ccedil;&atilde;o, sendo a contagem das pl&acirc;ntulas normais executada aos cinco dias ap&oacute;s o in&iacute;cio do teste. Os resultados foram expressos em porcentagem de pl&acirc;ntulas normais (Brasil, 2009); <i>Massa de 1000 sementes: </i>para a determina&ccedil;&atilde;o, foram tomadas oito repeti&ccedil;&otilde;es contendo cada uma 100 sementes, pesadas em balan&ccedil;a anal&iacute;tica. Posteriormente, todas as amostras foram transformadas para teor de &aacute;gua de 13%, determinando-se a massa de 1000 sementes (Brasil, 2009); <i>Teste de frio:</i> foram semeadas 200 sementes por tratamento com quatro repeti&ccedil;&otilde;es estat&iacute;sticas, em rolos de papel g<i>ermitest</i>, conforme teste de germina&ccedil;&atilde;o. Os rolos contendo as sementes foram acondicionados em sacos pl&aacute;sticos e armazenados em refrigerador por sete dias a 10 &ordm;C. Ap&oacute;s esse per&iacute;odo, os rolos foram retirados dos sacos pl&aacute;sticos e levados ao germinador onde permaneceram durante cinco dias &agrave; temperatura constante de 25 &ordm;C, avaliando-se, ao final deste per&iacute;odo, o n&uacute;mero de pl&acirc;ntulas normais (Barros <i>et al.</i>, 1999); <i>Envelhecimento acelerado:</i> analisaram-se 200 sementes por tratamento, com quatro repeti&ccedil;&otilde;es estat&iacute;sticas, empregando o m&eacute;todo do gerbox adaptado. As sementes foram espalhadas em camada &uacute;nica sobre uma tela suspensa dentro de caixas pl&aacute;sticas gerbox, contendo 40 mL de &aacute;gua. Posteriormente, as caixas permaneceram em c&acirc;mara BOD, a 41 &ordm;C, por 48-h (Krzyzanowski <i>et al.,</i> 1999). Ap&oacute;s este per&iacute;odo, as sementes foram colocadas para germinar conforme metodologia descrita para o teste de germina&ccedil;&atilde;o (Brasil, 2009). Os resultados foram expressos em porcentagem de pl&acirc;ntulas normais. <i>Comprimento de pl&acirc;ntula: </i>realizou-se a sementeira de 80 sementes por tratamento, divididas em quatro repeti&ccedil;&otilde;es de 20 sementes, distribu&iacute;das manualmente no sentido longitudinal em folhas de papel germitest, previamente umedecido com &aacute;gua destilada na propor&ccedil;&atilde;o de 2,5 x a massa do papel. Em seguida, os rolos foram colocados em posi&ccedil;&atilde;o vertical em germinador regulado &agrave; temperatura de 25 <sup>o</sup>C, por sete dias. Ap&oacute;s este per&iacute;odo, mediram-se as pl&acirc;ntulas normais, separando-se parte a&eacute;rea e raiz, utilizando r&eacute;gua milimetrada, sendo o resultado expresso em cm (Nakagawa, 1999); <i>Massa seca:</i> a determina&ccedil;&atilde;o da biomassa seca das pl&acirc;ntulas foi realizada em conjunto com o teste anterior, removendo-se os cotil&eacute;dones das pl&acirc;ntulas normais. As partes a&eacute;rea e raiz foram separadas e cada repeti&ccedil;&atilde;o colocada em sacos de papel e levada para secar em estufa com circula&ccedil;&atilde;o for&ccedil;ada de ar, regulada &agrave; temperatura de 60 &plusmn; 2 <sup>o</sup>C, at&eacute; atingir massa constante. Ap&oacute;s, as amostras foram colocadas para resfriar em dessecadores e pesadas em balan&ccedil;a com precis&atilde;o de quatro casas decimais (0,0001 g), sendo os resultados expressos em mg pl&acirc;ntula<sup>-1 </sup>(Nakagawa, 1999).</p>     <p>Os dados foram submetidos &agrave; an&aacute;lise de vari&acirc;ncia pelo programa estat&iacute;stico SASM-Agri e posteriormente, as m&eacute;dias foram comparadas pelo teste de Skott-Knott, a 5% de probabilidade. Dados em percentagem oriundos da qualidade fisiol&oacute;gica foram submetidos &agrave; transforma&ccedil;&atilde;o arc.sen (raiz x/100) (Canteri <i>et al.,</i> 2001).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Resultados e discuss&atilde;o</b></p>     <p>Para os caracteres morfol&oacute;gicos (altura de plantas, altura da inser&ccedil;&atilde;o da primeira vagem e di&acirc;metro do colo) e agron&oacute;micos (n&uacute;mero de vagens por planta e n&uacute;mero de ramifica&ccedil;&otilde;es por planta) avaliados a campo para a cv. de soja &lsquo;NA 5909 RR&rsquo;, foram observadas diferen&ccedil;as significativas entre os tratamentos para quatro das cinco vari&aacute;veis estudadas (<a href="/img/revistas/rca/v38n3/38n3a10q2.jpg" target="_blank">Quadro 2</a>). Apenas o n&uacute;mero de vagens por planta n&atilde;o diferiu entre os tratamentos.</p>     
<p>A altura das plantas foi superior no tratamento T2, onde o manejo nutricional foi constitu&iacute;do de CoMo (via tratamento de sementes), Completo + Mangan&ecirc;s (30 DAE), Completo + CaB (no in&iacute;cio do florescimento) e Fosfito Pot&aacute;ssico (no in&iacute;cio da forma&ccedil;&atilde;o das vagens), comparativamente aos demais tratamentos. Para a altura de inser&ccedil;&atilde;o da primeira vagem, apenas para o tratamento T4, constitu&iacute;do pela aplica&ccedil;&atilde;o de CoMo (via tratamento de sementes) e Completo (30 DAE), o valor observado se manteve dentro da m&eacute;dia descrita para a cultivar, que &eacute; de 16-19 cm para o estado do Paran&aacute; (Nidera Sementes, 2013. Para os demais tratamentos, estes valores foram significativamente superiores. Este resultado pode ser explicado pelo fato de que no in&iacute;cio do florescimento houve chuva de granizo que danificou parcialmente as folhas, induzindo as plantas a investirem em crescimento vegetativo por um per&iacute;odo maior.</p>     <p>O di&acirc;metro do colo foi superior nos tratamentos T2 (CoMo, Completo + Mangan&ecirc;s, Completo + CaB e Fosfito Pot&aacute;ssico), T3 (Completo + CaB, aplicado no in&iacute;cio do florescimento), T4 (CoMo e Completo) e T6 (Mangan&ecirc;s + Completo, aplicado aos 30 DAE). &Eacute; importante ressaltar que, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; altura das plantas, a melhor resposta foi observada no tratamento T2 que tamb&eacute;m resultou, numericamente, no maior di&acirc;metro do colo.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Segundo Ara&uacute;jo (2011), o caule n&atilde;o somente atua como suporte de folhas e infloresc&ecirc;ncias, mas principalmente como estrutura destinada ao armazenamento de s&oacute;lidos sol&uacute;veis que ser&atilde;o utilizados na forma&ccedil;&atilde;o das sementes. Desta forma, assim como a altura das plantas, o di&acirc;metro caulinar da planta &eacute; muito importante para obten&ccedil;&atilde;o de alta produtividade, pois quanto maior o di&acirc;metro caulinar, maior a capacidade da planta em armazenar fotoassimilados que contribuir&atilde;o para forma&ccedil;&atilde;o de fibras e sementes.</p>     <p>Em rela&ccedil;&atilde;o aos caracteres agron&ocirc;micos, o n&uacute;mero de vagens por planta n&atilde;o diferiu significativamente entre os tratamentos. Resposta semelhante foi encontrada por Marcondes e Caires (2005), onde os tratamentos contendo molibd&eacute;nio e cobalto aplicado via sementes de soja n&atilde;o diferiram da testemunha para o n&uacute;mero de vagens por planta.</p>     <p>J&aacute; o n&uacute;mero de ramifica&ccedil;&otilde;es por planta apresentou diferen&ccedil;a significativa, sendo superior nas plantas do tratamento testemunha (T1) e no tratamento T4 (CoMo e Completo). &Eacute; poss&iacute;vel que este resultado tenha ocorrido em fun&ccedil;&atilde;o da a&ccedil;&atilde;o do nutriente molibd&eacute;nio, juntamente com o nitrog&ecirc;nio, que acarreta maior desenvolvimento vegetativo, consequentemente, aumentando o n&uacute;mero de ramos nas plantas.</p>     <p>Para as vari&aacute;veis relacionadas aos componentes do rendimento apresentados no <a href="/img/revistas/rca/v38n3/38n3a10q3.jpg" target="_blank">Quadro 3</a>, n&atilde;o houve diferen&ccedil;a significativa entre os tratamentos quanto &agrave; quantidade total de sementes, mas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; massa de sementes, sendo os tratamentos T2 (CoMo, Completo + Mangan&ecirc;s, Completo + CaB e Fosfito Pot&aacute;ssico) e T6 (Mangan&ecirc;s + Completo) superiores aos demais.</p>     
<p>Ainda, analisando o rendimento das plantas atrav&eacute;s da produ&ccedil;&atilde;o de sementes expressa em Kg por hectare, pode-se inferir que a disponibilidade de nutrientes existentes no solo, somados &agrave; aduba&ccedil;&atilde;o realizada previamente &agrave; sementeira, mostrou-se eficiente, proporcionando boa produtividade de sementes, visto que as plantas do tratamento testemunha, que n&atilde;o receberam manejo nutricional durante seu cultivo, alcan&ccedil;aram rendimento de 4.032 kg ha<sup>-1</sup>, considerada alta quando comparada &agrave; m&eacute;dia do estado do Paran&aacute; nas safras de 2010/2011 e 2011/2012, que foi de 3.360 e 2.455 kg ha<sup>-1</sup>, respectivamente (Conab, 2012). Al&eacute;m do tratamento testemunha, os tratamentos T2 e T5 resultaram em rendimento significativamente superior aos demais (<a href="/img/revistas/rca/v38n3/38n3a10q3.jpg" target="_blank">Quadro 3</a>).</p>     
<p>&Eacute; importante destacar que, neste trabalho, buscou-se simular a realidade adotada pela maioria dos sojicultores, que realiza a an&aacute;lise do solo, faz a aduba&ccedil;&atilde;o de acordo com a recomenda&ccedil;&atilde;o, mas, mesmo assim, realiza rotineiramente a aduba&ccedil;&atilde;o via tratamento de sementes e/ou foliar sem, muitas vezes, ter o laudo do teor dos micronutrientes que cont&eacute;m no solo, principalmente do Co e Mo, e sem realizar posteriormente uma an&aacute;lise foliar para averiguar poss&iacute;veis car&ecirc;ncias nutricionais.</p>     <p>De forma semelhante ao rendimento, a massa de 1000 sementes tamb&eacute;m foi significativamente superior nos tratamentos testemunha, T2 e T5, incluindo valor significativamente superior tamb&eacute;m para o tratamento T3.</p>     <p>Kappes <i>et al.</i> (2008) estudando o efeito de doses e &eacute;pocas da aplica&ccedil;&atilde;o foliar de boro sobre caracter&iacute;sticas agron&ocirc;micas e a qualidade de sementes de soja n&atilde;o observaram resultados significativos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; massa de 100 sementes. Segundo Pandey e Torrie (1973), a massa de 100 sementes &eacute; uma caracter&iacute;stica determinada geneticamente, mas influenciada pelo ambiente.</p>     <p>Ben <i>et al. </i>(1993) verificaram que n&atilde;o houve efeito ben&eacute;fico dos fertilizantes foliares contendo c&aacute;lcio de forma isolada ou a 10%, ou de boro a 4,5%, junto com outros micronutrientes sobre o rendimento da cultura da soja, em duas &eacute;pocas de sementeira.</p>     <p>Por&eacute;m, Melo Filho <i>et al.</i> (2011), estudando o efeito da aduba&ccedil;&atilde;o mol&iacute;bdica em feijoeiro no Cone Sul de Rond&ocirc;nia, constataram que o n&uacute;mero de vagens por planta foi influenciado pelas doses de molibd&eacute;nio. A produ&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia com a dose estimada de 60 g ha<sup>-1</sup> de Mo foi 12,9% superior &agrave; obtida sem a aduba&ccedil;&atilde;o mol&iacute;bdica. Por&eacute;m, com dose acima de 60 g ha<sup>-1</sup> de Mo, houve tend&ecirc;ncia de queda no n&uacute;mero de vagens por planta.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Lima (2006), estudando o efeito do molibd&eacute;nio e c&aacute;lcio via aplica&ccedil;&atilde;o nas sementes, verificou que n&atilde;o houve efeito significativo das doses de molibd&eacute;nio no desenvolvimento, na nodula&ccedil;&atilde;o e na produ&ccedil;&atilde;o de sementes de soja, dados que concordam com os observados por Meschede <i>et al.</i> (2004), que n&atilde;o obtiveram diferen&ccedil;as significativas para a altura de plantas, quando da aplica&ccedil;&atilde;o de molibd&eacute;nio e cobalto via tratamento de sementes e tamb&eacute;m via foliar, diferentemente do observado neste trabalho, onde observou-se incrementos de 12 cm na altura de plantas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; testemunha. Salienta-se, por&eacute;m, que este aumento n&atilde;o significa necessariamente aumento de produtividade, podendo inclusive ser um aspecto negativo por predispor as plantas ao acamamento.</p>     <p>Marcondes e Caires (2005) tamb&eacute;m n&atilde;o encontraram influ&ecirc;ncia significativa das doses de molibd&eacute;nio utilizadas (0 e 48 g ha<sup>-1</sup>) sobre a altura das plantas de soja, n&uacute;mero de vagens por planta, n&uacute;mero de gr&atilde;os por vagem, massa de 100 gr&atilde;os e rendimento de gr&atilde;os. Por outro lado, Meschede <i>et al.</i> (2004) conclu&iacute;ram que o tratamento com molibd&eacute;nio e cobalto via sementes promoveu aumento significativo (7%) na produtividade da soja.</p>     <p>Segundo Gris <i>et al</i>. (2005), a calagem pode corrigir a defici&ecirc;ncia de molibd&eacute;nio, desde que o solo tenha teores adequados deste micronutriente, considerando que a atividade do molibdato aumenta 100 vezes para cada unidade de aumento de pH.</p>     <p>Al&eacute;m da calagem, outras pr&aacute;ticas culturais tendem a afetar a disponibilidade dos micronutrientes, como: aduba&ccedil;&atilde;o fosfatada (H<sub>2</sub>PO<sub>4</sub><sup>- </sup>x Zn<sup>2+</sup> ou Cu<sup>2+</sup> ou Mn<sup>2+</sup>), isto &eacute;, forma&ccedil;&atilde;o de precipitados pouco sol&uacute;veis do H<sub>2</sub>PO<sub>4</sub><sup>- </sup>com c&aacute;tions met&aacute;licos; desbalanceamento entre c&aacute;tions met&aacute;licos, causando a chamada inibi&ccedil;&atilde;o competitiva, na qual a presen&ccedil;a de um &iacute;on A diminui a absor&ccedil;&atilde;o do &iacute;on B por competirem pelo mesmo carregador, como por exemplo, o Cu<sup>2+</sup> que inibe o Zn<sup>2+</sup> e o Fe<sup>2+</sup>; o Fe<sup>2+</sup> inibe o Mn<sup>2+</sup> e o Mn<sup>2+</sup> que inibe o Zn<sup>2+</sup> (Vitti e Trevisan, 2000). Esta complexa intera&ccedil;&atilde;o entre os diversos nutrientes contribui para que os resultados das in&uacute;meras pesquisas realizadas sobre o assunto ainda n&atilde;o apontem para um resultado preciso.</p>     <p>As sementes oriundas da primeira etapa do experimento realizado a campo foram submetidas &agrave; an&aacute;lise de sua qualidade fisiol&oacute;gica em condi&ccedil;&otilde;es de laborat&oacute;rio (<a href="/img/revistas/rca/v38n3/38n3a10q4.jpg" target="_blank">Quadro 4</a>). No teste de germina&ccedil;&atilde;o, a maior percentagem foi observada nos tratamentos testemunha (T1), T3 (Completo + CaB) e T6 (Mangan&ecirc;s + Completo), diferindo significativamente dos demais, embora todos os tratamentos tenham apresentado valores acima do exigido para comercializa&ccedil;&atilde;o de sementes de soja no Brasil, que &eacute; de 80 % (Brasil, 2005).</p>     
<p>Na primeira contagem da germina&ccedil;&atilde;o, nenhuma diferen&ccedil;a entre os tratamentos foi observada (<a href="/img/revistas/rca/v38n3/38n3a10q4.jpg" target="_blank">Quadro 4</a>). Quanto ao teste de frio, as sementes que apresentaram melhor resposta foram as dos tratamentos T2 (CoMo, Completo + Mangan&ecirc;s, Completo + CaB, Fosfito Pot&aacute;ssico), T5 (Completo, Completo + CaB) e T6 (Mangan&ecirc;s + Completo) e, em rela&ccedil;&atilde;o ao envelhecimento acelerado, a testemunha (T1) e o tratamento T3 (Completo + CaB) apresentaram resultados superiores. Para a produ&ccedil;&atilde;o de biomassa, a vari&aacute;vel comprimento de pl&acirc;ntula apresentou menor incremento somente no tratamento T4 (CoMo e Completo) e para a massa seca, m&eacute;dia inferior foi observada no T3 (Completo + CaB).</p>     
<p>Conforme observado nos resultados de germina&ccedil;&atilde;o das sementes, os tratamentos contendo cobalto e molibd&eacute;nio (T2 e T4), juntamente com o tratamento T5 (Completo: 30 DAE e Completo + CaB aplicado no in&iacute;cio do florescimento) apresentaram m&eacute;dias inferiores aos demais. Bassan <i>et al.</i> (2001) citam que a germina&ccedil;&atilde;o de sementes de feij&atilde;o, cv. P&eacute;rola, foi prejudicada pela aduba&ccedil;&atilde;o mol&iacute;bdica, tendo a dose de 75 g ha<sup>-1</sup> deste nutriente reduzido a germina&ccedil;&atilde;o. Marcondes e Caires (2005) observaram sintomas de toxicidade em soja, com aplica&ccedil;&otilde;es superiores a 3,4 g ha<sup>-1</sup> de cobalto, com reflexos na produtividade acima de 5%. Conforme Bays <i>et al.</i> (2007), a aplica&ccedil;&atilde;o conjunta de micronutrientes (CoMoB) at&eacute; a dose de 2 mL kg<sup>-1</sup> de sementes juntamente com fungicida (carbendazima+tirame) e pol&iacute;mero sint&eacute;tico n&atilde;o prejudica a qualidade fisiol&oacute;gica da semente de soja, desde que observado o limite de 6mL kg<sup>-1</sup> de sementes em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; calda final.</p>     <p>Conforme Teixeira <i>et al.</i> (2005), a qualidade fisiol&oacute;gica de sementes de feij&atilde;o n&atilde;o &eacute; influenciada pela aduba&ccedil;&atilde;o foliar com zinco. De forma semelhante, Marcarello <i>et al. </i>(2012) verificaram que a aplica&ccedil;&atilde;o foliar de Co e Mo n&atilde;o interferiu na melhoria da qualidade fisiol&oacute;gica de sementes de feij&atilde;o. Silva <i>et al.</i> (2007), estudando a aplica&ccedil;&atilde;o de micronutrientes em cultivares de feij&atilde;o, entre eles Co e Mo, n&atilde;o observaram diferen&ccedil;as significativas para o vigor avaliado pelo teste de envelhecimento acelerado considerando a aduba&ccedil;&atilde;o. Entretanto, as cultivares estudadas apresentaram valores diferentes entre si. Em contrapartida, Guerra <i>et al.</i> (2006) conclu&iacute;ram que o Mo e Co aplicados via tratamento das sementes incrementaram a germina&ccedil;&atilde;o e a emerg&ecirc;ncia a campo em sementes de soja.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Conclus&otilde;es</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Considerando o conjunto de caracter&iacute;sticas agron&oacute;micas avaliadas o tratamento&nbsp; - CoMo (via tratamento de sementes), Completo + Mangan&ecirc;s (30 DAE), Completo + CaB (in&iacute;cio do florescimento) e Fosfito Pot&aacute;ssico (in&iacute;cio da forma&ccedil;&atilde;o da vagem) - foi o mais eficiente tecnicamente.</p>     <p>A semente produzida sob o tratamento - CoMo (via tratamento de sementes) e Completo (30 DAE) - apresentou qualidade fisiol&oacute;gica inferior aos demais, considerando as vari&aacute;veis analisadas.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas</b></p>     <!-- ref --><p>Ara&uacute;jo, &Eacute;. de O. (2011) - <i>Intera&ccedil;&atilde;o boro e zinco no cultivo do algodoeiro</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado. Mato Grosso do Sul. Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul. 55p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000067&pid=S0871-018X201500030001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Barros, A.S.R.; Dias, M.C.L.L.; C&iacute;cero, S.M. e Krzyzanowski, F.C. (1999) - Testes de frio. <i>In</i>: Krzyzanowski, F.C.; Vieira, R.D. e Fran&ccedil;a-Neto, J.B. (Eds.). <i>Vigor de sementes: conceitos e testes</i>. Londrina: ABRATES. cap.5, p.1-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S0871-018X201500030001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Bassan, D.A.Z.; Arf, O.; Buzetti, S.; Carvalho, M.A.C.; Santos, N.C.B. e S&aacute;, M.E. (2001) - Inocula&ccedil;&atilde;o de sementes e aplica&ccedil;&atilde;o de nitrog&ecirc;nio e molibd&eacute;nio na cultura do feij&atilde;o de inverno: Produ&ccedil;&atilde;o e qualidade fisiol&oacute;gica de sementes. <i>Revista Brasileira de Sementes</i>, vol. 23, n. 1, p.76-83.</p>     <!-- ref --><p>Bays, R.; Baudet, L.; Henning, A.A; Lucca Filho, O. (2007) - Recobrimento de sementes de soja com micronutrientes, fungicida e Pol&iacute;mero.<i> Revista Brasileira de Sementes</i>, vol. 29, n. 2, p.60-67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S0871-018X201500030001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ben, J.R.; Pottker, D. e Medeiros, L.A. (1993) -Avalia&ccedil;&atilde;o de fertilizantes foliares para a soja. In: <i>REUNI&Atilde;O DE PESQUISA DE SOJA DA REGI&Atilde;O SUL</i>, 21. Santa&nbsp;Rosa.&nbsp;Soja; Resultados de Pesquisa 1992-1993. Santa Rosa: Cooperativa Mista Miss&otilde;es. (Embrapa-CNPT. Documentos, 9). 199 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S0871-018X201500030001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Boaretto, A.E. e Rosolem, C.A. (1989) - Aduba&ccedil;&atilde;o foliar: Conceitua&ccedil;&atilde;o em pr&aacute;tica. In: Boaretto, A.E. e Rosolem, C.A. <i>Aduba&ccedil;&atilde;o foliar.</i> 2. ed. Campinas: Funda&ccedil;&atilde;o Cargill, vol. 2, p. 301-320.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S0871-018X201500030001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brasil (2005) - Padr&otilde;es para produ&ccedil;&atilde;o e comercializa&ccedil;&atilde;o de sementes de soja [em linha]. [citado 2014-04-22]. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.agricultura.pr.gov.br/arquivos/File/PDF/padroes_soja.pdf"target="_blank">http://www.agricultura.pr.gov.br/arquivos/File/PDF/padroes_soja.pdf</a> Acesso em: dezembro de 2013.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S0871-018X201500030001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brasil (2009) - <i>Regras para an&aacute;lise de sementes</i>. Minist&eacute;rio da Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento. Bras&iacute;lia: Mapa/ACS. 399 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S0871-018X201500030001000008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Canteri, M.G.; Althaus, R.A.; Virgens Filho, J.S.; Giglioti, E.A. e Godoy, C.V. (2001) - SASM-Agri: Sistema para an&aacute;lise e separa&ccedil;&atilde;o de m&eacute;dias em experimentos agr&iacute;colas pelos m&eacute;todos Skott-Knott, Tukey e Duncan. <i>Revista Brasileira de Agrocomputa&ccedil;&atilde;o</i>, vol. 1, n. 2, p.18-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S0871-018X201500030001000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Conab (2012). Acompanhamento da safra brasileira de gr&atilde;os: D&eacute;cimo levantamento Julho/2012. [citado 2013-01-16]. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.conab.gov.br"target="_blank">http://www.conab.gov.br</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S0871-018X201500030001000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Conab (2013) - Acompanhamento da safra brasileira de gr&atilde;os. v. 1 - Safra 2013/14, n. 2 - <i>Segundo Levantamento</i>, Bras&iacute;lia, p. 1-66. [citado 2014-03-15]. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.conab.gov.br/OlalaCMS/uploads/arquivos/13_11_11_08_54_13_boletim_portugues_novembro_2013_-_ok.pdf"target="_blank">http://www.conab.gov.br/OlalaCMS/uploads/arquivos/13_11_11_08_54_13_boletim_portugues_novembro_2013_-_ok.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S0871-018X201500030001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Delouche, J.C. (1981) - Metodologia de pesquisa em sementes: III. Vigor, envigoramento e desempenho no campo. <i>Revista Brasileira de Sementes</i>, vol. 3, n. 2, p. 57-64.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S0871-018X201500030001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Flores, C.A. e Garrastazu, M.C. (2010) -Levantamento Detalhado dos Solos: &Aacute;rea Experimental 1 - Petrobras/SIX S&atilde;o Mateus do Sul, PR. <i>Documentos</i>, 314. Pelotas: Embrapa Clima Temperado. 60 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S0871-018X201500030001000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gris, E.P.; Conte, A.M. e Oliveira, F.F. (2005) - Produtividade da soja em resposta &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o de molibd&eacute;nio e inocula&ccedil;&atilde;o com <i>Bradyrhizobium japonicum</i>. <i>Revista Brasileira Ci&ecirc;ncia Solo</i>, vol. 29, p. 151-155.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S0871-018X201500030001000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Guerra, C.A.; Marchetti, M.E.; Robaina, A.D.; De Souza, C.F.; Gon&ccedil;alves, M.C. e Novelino, J.O. (2006) - Soybean seed physiological quality in function of phosphorus, molybdenum and cobalt fertilization. <i>Acta Scientarum Agronomy</i>, vol. 8, n. 1, p. 91-97.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S0871-018X201500030001000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kappes, C.; Golo, A.L. e Carvalho, M.A.C. (2008) -Doses e &eacute;pocas de aplica&ccedil;&atilde;o foliar de boro nas caracter&iacute;sticas agron&ocirc;micas e na qualidade de sementes de Soja. <i>Scientia Agraria</i>, vol. 9, n.3, p. 291-297.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S0871-018X201500030001000016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Recebido/Received: 2014.08.17</p>     <p>Aceite/Accepted: 2015.04.17</p>      ]]></body><back>
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<surname><![CDATA[Araújo]]></surname>
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<source><![CDATA[Interação boro e zinco no cultivo do algodoeiro]]></source>
<year>2011</year>
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