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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Óxido nítrico na germinação de sementes de baixo vigor de Dalbergia nigra]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Nitric oxide is a compound that participates in many plant physiological processes, among which works by stimulating the germination both under normal and under stress conditions. This study aimed to investigate the effectiveness of potassium nitrate (KNO3) and sodium nitroprusside (SNP), forming nitric oxide, on the germination of seeds of low vigor of Dalbergia nigra, to determine the best conditions for the conditioning of the seeds of the species in these solutions. The seeds were pre-soaked in water or in solutions of KNO3 or SNP at the following concentrations: 0.01, 0.1, 1 and 10 mmol L-1, for periods of six, 12, 24 and 48 hours. Then, tests were conducted in germination chamber at 25 °C for 12 days, calculating the percentage of germination of seeds by counting daily that issued radicle and germination speed index (GSI). In pre-soaked seeds in solutions of KNO3 and SNP, the seed germination at concentrations of 0.1 and 1 mmol L-1was higher than the others, and also higher than the control, that had averaged 48% seed. It is concluded that the application of KNO3 and SNP increased seed germination and seed vigor of Dalbergia nigra seeds.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b>ARTIGO</b></p>     <p><b>&Oacute;xido n&iacute;trico na germina&ccedil;&atilde;o de sementes de baixo vigor de Dalbergia nigra</b></p>     <p><b>Nitric oxide on the germination of Dalbergia nigra seeds with low vigor</b></p>     <p><b>Glauciana M. Ata&iacute;de<sup>1*</sup>, Eduardo E.L. Borges<sup>2</sup>, Andressa V. Flores<sup>3</sup> e Renato V. O. Castro<sup>4</sup></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><sup>1</sup> Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Instituto de Florestas, BR 465, km 07, CEP 23890-000, Serop&eacute;dica, RJ, Brasil.<i> E-mail: </i>*<a href="mailto:glaucianadamata@yahoo.com.br">glaucianadamata@yahoo.com.br</a>, author for correspondence.</p>     <p><sup>2</sup> Universidade Federal de Vi&ccedil;osa, Departamento de Engenharia Florestal, Avenida pH Rolfs, s/n, CEP 36570-000, Vi&ccedil;osa, MG, Brasil.</p>     <p><sup>3 </sup>Universidade Federal de Santa Catarina, Departamento de Engenharia Florestal, Rodovia Ulisses Gaboardi, Km 3, CEP 89520-000, Curitibanos, SC, Brasil.</p>     <p><sup>4 </sup>Universidade Federal de S&atilde;o Jo&atilde;o Del-Rei, Departamento de Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias, Rodovia MG 424, km 47, CEP 35701-970, Sete Lagoas, MG, Brasil.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>RESUMO</b></p>     <p>O &oacute;xido n&iacute;trico &eacute; um composto que participa de in&uacute;meros processos fisiol&oacute;gicos vegetais, dentre os quais atua estimulando a germina&ccedil;&atilde;o tanto sob condi&ccedil;&otilde;es normais quanto sob estresse. O presente trabalho teve como objetivo investigar a efici&ecirc;ncia de nitrato de pot&aacute;ssio (KNO<sub>3</sub>) e de nitroprussiato de s&oacute;dio (SNP), formadores de &oacute;xido n&iacute;trico, na germina&ccedil;&atilde;o de sementes de baixo vigor de<i> Dalbergia nigra</i>, de modo a determinar as melhores condi&ccedil;&otilde;es de condicionamento das sementes da esp&eacute;cie. As sementes foram pr&eacute;-embebidas em &aacute;gua ou nas solu&ccedil;&otilde;es de KNO<sub>3</sub> ou SNP nas seguintes concentra&ccedil;&otilde;es: 0,01; 0,1; 1 e 10 mmol L<sup>-1</sup>, por per&iacute;odos de tempo de seis, 12, 24 e 48-h. Em seguida, foram conduzidos testes de germina&ccedil;&atilde;o em c&acirc;maras de germina&ccedil;&atilde;o a 25 &deg;C durante 12 dias, estimando-se a porcentagem de germina&ccedil;&atilde;o pela contagem di&aacute;ria das sementes que emitiram rad&iacute;cula e o &iacute;ndice de velocidade de germina&ccedil;&atilde;o (IVG). Nas sementes pr&eacute;-embebidas em solu&ccedil;&otilde;es de SNP e KNO<sub>3</sub>, as percentagens de germina&ccedil;&atilde;o nas concentra&ccedil;&otilde;es de 0,01 e 0,1 mmol L<sup>-1</sup>foram significativamente superiores &agrave;s outras concentra&ccedil;&otilde;es e &agrave; testemunha, que apresentou germina&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de 48%. Conclui-se que a aplica&ccedil;&atilde;o de KNO<sub>3</sub> e SNP aumentou a germina&ccedil;&atilde;o e o vigor das sementes de <i>Dalbergia nigra</i> de baixo vigor.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> jacarand&aacute;-da-Bahia, nitrato de pot&aacute;ssio, nitroprussiato de s&oacute;dio, sementes florestais</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Nitric oxide is a compound that participates in many plant physiological processes, among which works by stimulating the germination both under normal and under stress conditions. This study aimed to investigate the effectiveness of potassium nitrate (KNO3) and sodium nitroprusside (SNP), forming nitric oxide, on the germination of seeds of low vigor of <i>Dalbergia nigra</i>, to determine the best conditions for the conditioning of the seeds of the species in these solutions. The seeds were pre-soaked in water or in solutions of KNO3 or SNP at the following concentrations: 0.01, 0.1, 1 and 10 mmol L<sup>-1</sup>, for periods of six, 12, 24 and 48 hours. Then, tests were conducted in germination chamber at 25 &deg;C for 12 days, calculating the percentage of germination of seeds by counting daily that issued radicle and germination speed index (GSI). In pre-soaked seeds in solutions of KNO<sub>3</sub> and SNP, the seed germination at concentrations of 0.1 and 1 mmol L<sup>-1</sup>was higher than the others, and also higher than the control, that had averaged 48% seed. It is concluded that the application of KNO<sub>3</sub> and SNP increased seed germination and seed vigor of <i>Dalbergia nigra</i> seeds.</p>     <p><b>Keywords:</b> forest seeds, jacaranda-da-bahia, potassium nitrate, sodium nitroprusside</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>A conserva&ccedil;&atilde;o da biodiversidade dos ecossistemas florestais tropicais apresenta-se como uma das principais preocupa&ccedil;&otilde;es da humanidade nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas. Em decorr&ecirc;ncia da devasta&ccedil;&atilde;o florestal para a extra&ccedil;&atilde;o de madeira, tem sido observado uma regress&atilde;o do potencial gen&eacute;tico de muitas esp&eacute;cies, levando inclusiv&eacute; &agrave; extin&ccedil;&atilde;o de diversas esp&eacute;cies florestais nativas e colocando em risco a sobreviv&ecirc;ncia dos ecossistemas (Kaviani<i>,</i> 2011).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Desta forma, a produ&ccedil;&atilde;o de sementes de esp&eacute;cies florestais ganhou grande import&acirc;ncia em programas de reposi&ccedil;&atilde;o florestal, reflorestamento, recupera&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas degradadas, arboriza&ccedil;&atilde;o urbana, entre outras atividades. A qualidade fisiol&oacute;gica, gen&eacute;tica e f&iacute;sica das sementes &eacute; fator preponderante para o sucesso dos programas de produ&ccedil;&atilde;o das mudas a serem utilizadas para os diversos fins.</p>     <p>O vigor das sementes &eacute; definido como o conjunto de caracter&iacute;sticas que determinam o seu potencial fisiol&oacute;gico, ou seja, conferem &agrave; semente o potencial para germinar, emergir e resultar rapidamente em pl&acirc;ntulas normais, quando expostas a diferentes condi&ccedil;&otilde;es ambientais (Marcos Filho, 2005). Sementes de baixo vigor s&atilde;o caracterizadas por apresentarem menor velocidade nos processos metab&oacute;licos, propiciando emiss&atilde;o mais lenta e desigual da raiz prim&aacute;ria no processo de germina&ccedil;&atilde;o, menores taxas de crescimento e pl&acirc;ntulas com menor tamanho inicial (Schuch <i>et al</i>., 1999).</p>     <p>O condicionamento osm&oacute;tico consiste na pr&eacute;-embebi&ccedil;&atilde;o das sementes em solu&ccedil;&otilde;es com potencial osm&oacute;tico conhecido, permitindo assim, a ocorr&ecirc;ncia das fases iniciais do processo de germina&ccedil;&atilde;o (fases I e II), sem, contudo, atingir o estado de emerg&ecirc;ncia da raiz prim&aacute;ria (fase III) (Bewley <i>et al</i>., 2013). Dessa forma, o condicionamento osm&oacute;tico permite &agrave;s sementes se hidratarem lentamente, resultando em acr&eacute;scimos na taxa e uniformidade de germina&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>O &oacute;xido n&iacute;trico (NO) &eacute; um radical livre, incolor, inorg&acirc;nico, sintetizado a partir da L-arginina por a&ccedil;&atilde;o da &oacute;xido n&iacute;trico sintetase (NOS) (Beligni e Lamattina, 1999; Leite e Sarni, 2003), sendo a sua participa&ccedil;&atilde;o evidenciada em in&uacute;meros processos fisiol&oacute;gicos vegetais, entre os quais: fun&ccedil;&atilde;o protetora contra o estresse oxidativo (Wink <i>et al.,</i> 1993), antioxidante por impedir rea&ccedil;&otilde;es de peroxida&ccedil;&atilde;o de lip&iacute;dios decorrentes de d&eacute;ficit h&iacute;drico (Cheng <i>et al.,</i> 2002) e estresse salino (Uchida <i>et al</i>., 2002), e regula&ccedil;&atilde;o nas respostas de defesa da planta &agrave; infec&ccedil;&atilde;o por pat&oacute;genos (Noritake <i>et al</i>., 1996).</p>     <p>Em sementes, o NO estimula a germina&ccedil;&atilde;o tanto sob condi&ccedil;&otilde;es normais quanto sob estresse (Kopyra e Gw&oacute;&#378;d&#378;, 2003; Souza, 2007; Zheng <i>et al</i>., 2009), favorece a quebra de dorm&ecirc;ncia de sementes de algumas esp&eacute;cies (Bethke <i>et al</i>., 2006; Renata e Agnieszka, 2006) e atua promovendo o alongamento e forma&ccedil;&atilde;o das ra&iacute;zes advent&iacute;cias (Beligni e Lamattina, 2001).</p>     <p>Os estudos sobre os efeitos do NO na fisiologia das plantas, apesar de recentes, t&ecirc;m-se concentrado principalmente em definir a aplica&ccedil;&atilde;o ex&oacute;gena de doadores do NO numa ampla gama de concentra&ccedil;&otilde;es e tempos (Beligni e Lamatina, 2001), sendo as subst&acirc;ncias mais utilizadas o nitroprussiato de s&oacute;dio (SNP), o nitrato de pot&aacute;ssio (KNO<sub>3</sub>), o S-nitroso-Nacetilpenicilamino (SNAP) e o S-Nitrosoglutationa (GSNO). Assim, sua influ&ecirc;ncia nas altera&ccedil;&otilde;es fisiol&oacute;gicas e bioqu&iacute;micas decorrentes do envelhecimento das sementes, assim como poss&iacute;veis meios para reverter as baixas taxas de germina&ccedil;&atilde;o das sementes deterioradas s&atilde;o um novo e estimulante campo de estudos da biologia vegetal.</p>     <p>A esp&eacute;cie jacarand&aacute;-da-Bahia (<i>Dalbergia nigra </i>(Vell.) Allem&atilde;o ex Benth.) pertence &agrave; fam&iacute;lia Fabaceae (Caesalpinoidea) e ocorre nos biomas Mata Atl&acirc;ntica e no cerrado brasileiros, especialmente nos Estados de Minas Gerais, S&atilde;o Paulo e Mato Grosso do Sul. &Eacute; uma esp&eacute;cie tardia a cl&iacute;max, recomendada para arboriza&ccedil;&atilde;o de pastos ou para arboriza&ccedil;&atilde;o de culturas, e a sua madeira &eacute; muito usada em de m&oacute;veis de luxo (Lorenzi, 2009). Atualmente, encontra-se na lista das esp&eacute;cies da flora brasileira amea&ccedil;adas de extin&ccedil;&atilde;o, na categoria vulner&aacute;vel (MMA, 2008).</p>     <p>V&aacute;rios trabalhos t&ecirc;m sido desenvolvidos com sementes da esp&eacute;cie, tais como a avalia&ccedil;&atilde;o do seu comportamento germinativo durante o armazenamento (Aguiar <i>et al.</i>, 2010), a defini&ccedil;&atilde;o da metodologia adequada para a condu&ccedil;&atilde;o do teste de condutividade el&eacute;trica (Marques <i>et al.</i>, 2002), a cin&eacute;tica de embebi&ccedil;&atilde;o das sementes (Ata&iacute;de <i>et al.</i>, 2014) e a mobiliza&ccedil;&atilde;o de reservas e atividade enzim&aacute;tica durante a germina&ccedil;&atilde;o (Ata&iacute;de <i>et al.</i>, 2013a,b).</p>     <p>Face &agrave; relev&acirc;ncia de tais estudos para a germina&ccedil;&atilde;o de sementes da esp&eacute;cie e &agrave; escassez de mais informa&ccedil;&otilde;es com sementes de esp&eacute;cies florestais, este trabalho teve como objetivo avaliar a efici&ecirc;ncia de nitrato de pot&aacute;ssio (KNO<sub>3</sub>) e de nitroprussiato de s&oacute;dio (SNP), formadores de &oacute;xido n&iacute;trico, na germina&ccedil;&atilde;o de sementes de baixo vigor de <i>Dalbergia nigra</i>, com a finalidade de determinar as melhores condi&ccedil;&otilde;es para o condicionamento osm&oacute;tico da esp&eacute;cie nestas solu&ccedil;&otilde;es.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Materiais e m&eacute;todos</b></p>     <p>O presente trabalho foi conduzido no Laborat&oacute;rio de Sementes Florestais do Departamento de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Vi&ccedil;osa (UFV). Foram utilizadas sementes de <i>Dalbergia nigra</i> colhidas em v&aacute;rias &aacute;rvores na regi&atilde;o de Vi&ccedil;osa, Minas Gerais. Durante a limpeza foram eliminadas as sementes imaturas, deterioradas ou danificadas. As sementes selecionadas foram acondicionadas em tambores de fibra e armazenadas em c&acirc;mara fria a 5 &deg;C e 60% humidade relativa do ar, durante duas semanas, at&eacute; a realiza&ccedil;&atilde;o dos testes.</p>     <p>De seguida, as sementes de <i>D. nigra</i> foram colocadas sobre duas folhas de papel germtest em placas de vidro e pr&eacute;-embebidas em &aacute;gua ou em 14 mL de solu&ccedil;&otilde;es de nitrato de pot&aacute;ssio (KNO<sub>3</sub>) ou nitropussiato de s&oacute;dio (SNP) nas concentra&ccedil;&otilde;es de 0,01, 0,1, 1 e 10 mmol L<sup>-1</sup>, por seis, 12, 24 e 48-h &agrave; temperatura de 25 &deg;C, sob luz constante. As placas foram vedadas com fita crepe para evitar a evapora&ccedil;&atilde;o das solu&ccedil;&otilde;es.</p>     <p>Ap&oacute;s cada tempo de pr&eacute;-embebi&ccedil;&atilde;o, as sementes foram retiradas das solu&ccedil;&otilde;es e colocadas para germinar em placas de Petri com 9 cm de di&acirc;metro, forradas duplamente com papel de filtro do tipo germtest umedecido com &aacute;gua destilada. Essas placas foram mantidas em c&acirc;mara de germina&ccedil;&atilde;o a 25&deg;C e sob luz constante durante 12 dias. As sementes pr&eacute;-embebidas em &aacute;gua foram empregadas como testemunha.</p>     <p>Foram utilizadas 5 repeti&ccedil;&otilde;es de 20 sementes, sendo a germina&ccedil;&atilde;o determinada pela contagem di&aacute;ria das sementes que emitiram rad&iacute;cula (&gt; 2 mm), e os resultados expressos em porcentagem m&eacute;dia. Para o c&aacute;lculo do &Iacute;ndice de Velocidade de Germina&ccedil;&atilde;o (IVG), foi utilizada a f&oacute;rmula proposta por Maguire (1962):</p> <a name="e1"></a> <img src="/img/revistas/rca/v38n3/38n3a19e1.jpg">     
<p></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>onde, n<sub>i</sub> &eacute; o n&uacute;mero de sementes por dia e t<sub>i</sub> &eacute; o tempo (dias).</p>     <p>O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado (DIC). Os resultados foram submetidos &agrave; an&aacute;lise de vari&acirc;ncia (ANOVA), sendo a compara&ccedil;&atilde;o entre os diferentes tratamentos feita pelo teste de Tukey a 5% de signific&acirc;ncia. As m&eacute;dias dos tratamentos de pr&eacute;-embebi&ccedil;&atilde;o nas solu&ccedil;&otilde;es de SNP e KNO<sub>3</sub> foram comparadas &agrave;s m&eacute;dias da testemunha (sementes pr&eacute;-embebidas em &aacute;gua) pelo teste de Dunett, tamb&eacute;m a 5% de signific&acirc;ncia. O software utilizado foi o Statistica 8.0 (Statsoft, 2008).</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Resultados e discuss&atilde;o</b></p>     <p>As sementes de <i>Dalbergia nigra</i> colocadas a germinar em &aacute;gua (testemunha) apresentaram porcentagem de germina&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de 48% e IVG m&eacute;dio de 1,30, valores considerados como de baixo vigor numa avalia&ccedil;&atilde;o de qualidade de sementes (Bonner, 1998), considerando que as sementes foram colhidas pouco antes da condu&ccedil;&atilde;o do teste de germina&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Na <a href="/img/revistas/rca/v38n3/38n3a19f1.jpg" target="_blank">Figura 1</a> s&atilde;o apresentadas as m&eacute;dias de germina&ccedil;&atilde;o das sementes colocadas em embebi&ccedil;&atilde;o nas solu&ccedil;&otilde;es de SNP. Os maiores valores de germina&ccedil;&atilde;o foram observados nas concentra&ccedil;&otilde;es de 0,01 e 0,1 e mmol L<sup>-1</sup>, que n&atilde;o diferiram entre si, mas foram estatisticamente superiores &agrave;s outras concentra&ccedil;&otilde;es, com exce&ccedil;&atilde;o no tempo de 48-h, no qual estas foram iguais estatisticamente &agrave; concentra&ccedil;&atilde;o 1 mmol L<sup>-1</sup>. Dentro de cada concentra&ccedil;&atilde;o utilizada, somente foram observadas m&eacute;dias significativamente diferentes entre os tempos de embebi&ccedil;&atilde;o na concentra&ccedil;&atilde;o de 1 mmol L<sup>-1</sup>, onde a porcentagem de germina&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s embebi&ccedil;&atilde;o por 48-h foi semelhante &agrave; embebi&ccedil;&atilde;o por 24-h e superior aos tempos de 6 e 12-h. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; testemunha, valores significativamente superiores foram observados para as concentra&ccedil;&otilde;es 0,01 e 0,1 mmol L<sup>-1</sup>nos tempos de 12, 24 e 48-h de embebi&ccedil;&atilde;o e na concentra&ccedil;&atilde;o 1 mmol L<sup>-1</sup>em 48-h de embebi&ccedil;&atilde;o. As maiores percentagens alcan&ccedil;adas corresponderam a 73 e 74 % de germina&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s embebi&ccedil;&atilde;o por 48-h nas concentra&ccedil;&otilde;es 0,01 e 0,1 mmol L<sup>-1</sup>, respectivamente. Tais resultados representam acr&eacute;scimos de 25 e 26% na germina&ccedil;&atilde;o inicial. Dessa forma, a pr&eacute;-embebi&ccedil;&atilde;o das sementes de <i>D. nigra</i> em solu&ccedil;&otilde;es de SNP durante maiores per&iacute;odos de tempo alterou positivamente a capacidade germinativa das sementes da esp&eacute;cie.</p>     
<p>Segundo Grub&iacute;&scaron;ic <i>et al.</i> (1992), o nitroprussiato de s&oacute;dio (SNP) e outros nitratos na sua forma org&acirc;nica e inorg&acirc;nica foram capazes de estimular a germina&ccedil;&atilde;o de sementes em concentra&ccedil;&otilde;es &oacute;timas variando entre 1 e 10 mM. Estes autores sugerem que os efeitos positivos est&atilde;o relacionados &agrave; redu&ccedil;&atilde;o do SNP para ON. Apesar dos trabalhos recentes com SNP abrangerem apenas algumas esp&eacute;cies, tem sido observado que esse doador atua tanto na redu&ccedil;&atilde;o da dorm&ecirc;ncia das sementes, quanto no aumento dos efeitos da luz sobre a germina&ccedil;&atilde;o ou na porcentagem final de germina&ccedil;&atilde;o de sementes n&atilde;o dormentes (Bethke <i>et al.,</i> 2007).</p>     <p>Concentra&ccedil;&otilde;es de SNP de 0,1 e 1,0 mmol L<sup>-1 </sup>tamb&eacute;m estimularam a germina&ccedil;&atilde;o de sementes de <i>Vigna unguiculata </i>(L.) Walp e <i>Phaseolus vulgaris </i>L. submetidas ao estresse h&iacute;drico, as quais apresentaram acr&eacute;scimos entre 26 e 36% na germina&ccedil;&atilde;o final (Zimmer-Prados, 2007). Resultados semelhantes foram encontrados por Gniazdowska <i>et al.</i> (2010), onde a porcentagem de germina&ccedil;&atilde;o de <i>Malus domestica</i> Borkh.,inicialmente de 5% sem aplica&ccedil;&atilde;o do tratamento com SNP, atingiu 64% ap&oacute;s a imers&atilde;o dos embri&otilde;es na solu&ccedil;&atilde;o por 3-h, na concentra&ccedil;&atilde;o de 5 mM.</p>     <p>As sementes submetidas a pr&eacute;-embebi&ccedil;&atilde;o nas solu&ccedil;&otilde;es de KNO<sub>3</sub> apresentaram comportamento semelhante &agrave;s sementes embebidas na solu&ccedil;&atilde;o de SNP, de forma que as concentra&ccedil;&otilde;es 0,01 e 0,1 mmol L<sup>-1</sup> proporcionaram maiores percentagens de germina&ccedil;&atilde;o (<a href="/img/revistas/rca/v38n3/38n3a19f2.jpg" target="_blank">Figura 2</a>). Para as demais concentra&ccedil;&otilde;es de KNO<sub>3,</sub> os tempos avaliados n&atilde;o diferiram entre si, apesar de as maiores m&eacute;dias de germina&ccedil;&atilde;o ocorrerem nos tempos de 24 e 48-h. Ap&oacute;s 48-h de pr&eacute;-embebi&ccedil;&atilde;o, as sementes apresentaram germina&ccedil;&atilde;o de 83 e 85% nas concentra&ccedil;&otilde;es 0,01 e 0,1 mmol L<sup>-1</sup>, respectivamente. Estes valores, significativamente superiores &agrave; testemunha, implicam incrementos de 35 e 37% nas percentagens iniciais de germina&ccedil;&atilde;o.</p>     
<p>A efic&aacute;cia do nitrato de pot&aacute;ssio em promover a germina&ccedil;&atilde;o &eacute; exercida atrav&eacute;s da sua redu&ccedil;&atilde;o a nitrito, hidroxilamina ou &oacute;xido n&iacute;trico (NO) (Hendricks e Taylorson, 1974). Segundo Nonogaki <i>et al.</i> (2010), o NO &eacute; reconhecido como um componente importante de transdu&ccedil;&atilde;o de sinal, e pode acelerar o fluxo metab&oacute;lico atrav&eacute;s da via das pentoses fosfatadas, aumentando indiretamente a oxida&ccedil;&atilde;o de NADPH, embora possa estimular a germina&ccedil;&atilde;o por outras vias, tais como aquelas envolvidas no metabolismo hormonal.</p>     <p>Em <i>Arabidopsis</i>, o NO pode atuar promovendo a bioss&iacute;ntese de giberelina (GA) (Bethke <i>et al</i>., 2007), ou por meio da desativa&ccedil;&atilde;o do &aacute;ciso absc&iacute;sico (ABA) (Matakiadis <i>et al.,</i> 2009). Sirov&agrave; <i>et al.</i> (2011) destacam ainda que a aplica&ccedil;&atilde;o de nitrato e SNP afeta significativamente o fitocromo <i>a</i> espec&iacute;fico de germina&ccedil;&atilde;o, enquanto o fitocromo <i>b</i> &eacute; pouco influenciado.</p>     <p>Os <a href="/img/revistas/rca/v38n3/38n3a19q1.jpg" target="_blank">Quadros 1</a> e <a href="/img/revistas/rca/v38n3/38n3a19q2.jpg" target="_blank">2</a> apresentam as m&eacute;dias de IVG para as sementes embebidas nas solu&ccedil;&otilde;es de SNP e KNO<sub>3</sub>, respectivamente.</p>     
<p>Na embebi&ccedil;&atilde;o das sementes com SNP foi observada uma tend&ecirc;ncia de acr&eacute;scimo nos valores de IVG &agrave; medida em que se aumentou o tempo de exposi&ccedil;&atilde;o das sementes &agrave; solu&ccedil;&atilde;o proposta. Dessa forma, sementes embebidas durante 48-h apresentaram m&eacute;dias superiores de IVG em todas as concentra&ccedil;&otilde;es de SNP avaliadas.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Pereira <i>et al.</i> (2010) avaliando a influ&ecirc;ncia do &oacute;xido n&iacute;trico na germina&ccedil;&atilde;o de sementes de <i>Plathymenia reticulata</i> Benth. com baixo vigor, constataram que a partir de 12-h de embebi&ccedil;&atilde;o em solu&ccedil;&otilde;es de SNP e KNO<sub>3, </sub>todos os tratamentos diferiram significativamente da testemunha.</p>     <p>No presente trabalho, as m&eacute;dias de IVG ap&oacute;s pr&eacute;-embebi&ccedil;&atilde;o em SNP por 24-h na concentra&ccedil;&atilde;o 0,01 mmol L<sup>-1</sup> e por 48-h em todas as concentra&ccedil;&otilde;es testadas foram estatisticamente superiores &agrave; testemunha.</p>     <p>Semelhante &agrave; pr&eacute;-embebi&ccedil;&atilde;o em SNP, a embebi&ccedil;&atilde;o das sementes em solu&ccedil;&atilde;o de KNO<sub>3</sub> por per&iacute;odos de 48-h foi a que apresentou maiores valores de IVG, em todas as concentra&ccedil;&otilde;es. Nas concentra&ccedil;&otilde;es 0,1 e 1 mmol L<sup>-1</sup>, as m&eacute;dias de IVG em 24-h n&atilde;o diferiram das m&eacute;dias de IVG ap&oacute;s embebi&ccedil;&atilde;o durante per&iacute;odos de 48-h, indicando que nestas concentra&ccedil;&otilde;es a embebi&ccedil;&atilde;o das sementes em KNO<sub>3</sub> a partir de 24-h j&aacute; &eacute; significativamente ben&eacute;fica para estimular a germina&ccedil;&atilde;o das sementes de <i>Dalbergia nigra</i>.</p>     <p>Quando aplicado exogenamente, o NO estimulou a germina&ccedil;&atilde;o de sementes de alface (<i>Lactuca sativa</i> L.) no escuro (Beligni e Lamattina, 2001), a germina&ccedil;&atilde;o de sementes de <i>Paulownia tomentosa </i>(Thunb.) Steud.,(Giba <i>et al.,</i> 1998) e a germina&ccedil;&atilde;o e crescimento radicular de tremo&ccedil;o (<i>Lupinus luteus </i>L.) (Kopyra e Gw&oacute;&#378;d&#378;, 2003) e induziu a quebra de dorm&ecirc;ncia em sementes de <i>Arabidopsis</i> e cevada (Bethke <i>et al</i>., 2006).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Conclus&otilde;es</b></p>     <p>As aplica&ccedil;&otilde;es de diferentes concentra&ccedil;&otilde;es e tempos de SNP e KNO<sub>3</sub> estimularam a germina&ccedil;&atilde;o e o IVG de sementes de <i>Dalbergia nigra</i>, por&eacute;m resultados mais expressivos foram observados nas concentra&ccedil;&otilde;es de 0,01 e 0,1 mmol L<sup>-1</sup> de ambas as solu&ccedil;&otilde;es, especialmente em per&iacute;odos de embebi&ccedil;&atilde;o de 24 e 48 horas.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Agradecimentos</b></p>     <p>Os autores agradecem a Funda&ccedil;&atilde;o de Amparo &agrave; Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) pelo apoio financeiro.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas</b></p>     <!-- ref --><p>Aguiar, F.F.A.; Tavares, A.R.; Kanashiro, S.; Luz, P.B. e Santos J&uacute;nior, N.A. (2010) - Germina&ccedil;&atilde;o de sementes de <i>Dalbergia nigra</i> (Vell.) Allemao ex Benth. (Fabaceae-Papilionoideae) no armazenamento. <i>Ci&ecirc;ncia e Agrotecnologia</i>, vol. 34, Edi&ccedil;&atilde;o Especial, p. 1624-1629.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000065&pid=S0871-018X201500030001900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ata&iacute;de, G.M.; Borges, E.E.L.; Flores, A.V. e Castro, R.V.O. (2014) - Avalia&ccedil;&atilde;o preliminar da embebi&ccedil;&atilde;o de sementes de jacarand&aacute;-da-bahia. <i>Pesquisa Florestal Brasileira</i>, vol. 34, n. 78, p. 133-139.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000067&pid=S0871-018X201500030001900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Ata&iacute;de, G.M.; Borges, E.E.L.; Goncalves, J.F.C.; Guimaraes, V.M.; Bicalho, E.M. e Flores, A.V. (2013a) - Activities of &alpha;-galactosidase and polygalacturonase during hydratation of <i>Dalbergia nigra</i> ((Vell.) FR ALL. ex Benth.) seed at different temperatures. <i>Journal of Seed Science</i>, vol. 35, n. 1, p. 92-98.</p>     <!-- ref --><p>Ata&iacute;de, G.M.; Borges, E.E.L.; Goncalves, J.F.C.; Guimaraes, V.M.; Flores, A.V. e Bicalho, E.M. (2013b) - Alterations in seed reserves of <i>Dalbergia nigra</i> ((Vell.) Fr All. ex Benth.) during hydration.&nbsp;<i>Journal of Seed Science</i>, vol. 35, n. 1, p. 56-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S0871-018X201500030001900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Beligni, M.V. e Lamattina, L. (1999) - Nitric oxide protects against cellular damage produced by methylviologen herbicides in potato plants. <i>Planta</i>, vol. 3, p. 199-208.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S0871-018X201500030001900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Beligni, M.V. e Lamattina, L. (2001) - Nitric oxide in plants: the history is just beginning. <i>Plant, Cell and Environment,</i> vol. 24, p. 267-278.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S0871-018X201500030001900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bethke, P.C.; Libourel, I.G.L. e Jones, R.L. (2006) - Nitric oxide reduces seed dormancy in Arabidopsis. <i>Journal of Experimental Botany</i>, vol. 57, n. 3, p. 517-526.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S0871-018X201500030001900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bethke, P.C.; Libourel, I.G.L.; Aoyama, N.; Chung, Y.; Still, D.W e Jones, R.L. (2007) -&nbsp; The Arabidopsis aleurone layer responds to nitric oxide, gibberellin and abscisic acid and is sufficient and necessary for seed dormancy. <i>Plant Physiology</i>, vol. 143, n. 3, p. 1173-1188.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S0871-018X201500030001900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bewley, J.D.; Bradford, K.J.; Hilhorst, H.W.M. e Nonogaki, H. (2013) - <i>Seeds: physiology of development, germination and dormancy.</i> Nova York: Springer, 392 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S0871-018X201500030001900009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bonner, F.T. (1998) - Testing tree seeds for vigor: a review.&nbsp;<i>Seed Technology</i>, vol. 20, n. 1, p. 5-17.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S0871-018X201500030001900010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cheng, F.; Hsu, S. e Kao, C.H. (2002) - Nitric oxide counteracts the senescence of detached rice leaves induced by dehydration and polyethylene glycol but not by sorbitol. <i>Plant Growth Regulation</i>, vol. 38, n. 3, p. 265-272.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S0871-018X201500030001900011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Giba, Z.; Grubisic, D.; Todorovic, S.; Sajc, L.; Stojakovic, D.; Konjevic, T.(1998)<b> - </b>Effect of nitric oxide-releasing compounds on phytochrome-controlled germination of Empress tree seeds. <i>Plant Growth Regulation</i>, vol. 26, n. 3, p. 175-181.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S0871-018X201500030001900012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gniazdowska, A.; Krasuska, U. e Bogatek, R. (2010) - Dormancy removal in apple embryos by nitric oxide or cyanide involves modifications in ethylene biosynthetic pathway.&nbsp;<i>Planta</i>, vol. 232, n. 6, p. 1397-1407.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S0871-018X201500030001900013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Grub&iacute;&scaron;ic, D.; Giba, Z. e Konjevic, R. (1992) - The effect of organic nitrates in phytochrome-controlled germination of Paulownia tormentosa seeds. <i>Photochemistry and Photobiology</i>, vol. 56, n. 5, p. 629-632.</p>     <!-- ref --><p>Hendricks, S.B. e Taylorson, R.B. (1974) - Promotion of seed germination by nitrate, nitrite, hydroxylamine, and ammonium salts.&nbsp;<i>Plant Physiology</i>, vol.&nbsp;54, n. 3, p.&nbsp;304-309.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S0871-018X201500030001900015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Kaviani, B. (2011) - Conservation of plant genetic resources by cryopreservation. <i>Australian Journal of Crop Science</i>, vol. 5, n. 6, p. 778-800.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S0871-018X201500030001900016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kopyra, M. e Gw&oacute;&#378;d&#378;, E.A. (2003) - Nitric oxide stimulates seed germination and counteracts the inhibitory effect of heavy metals and salinity on root growth of <i>Lupinus luteus</i>.<i>Plant Physiology and Biochemistry</i>, vol. 41, n. 11-12, p. 1011-1017.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S0871-018X201500030001900017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Leite, H.P. e Sarni, R.S. (2003) - Radicais livres, antioxidantes e nutri&ccedil;&atilde;o. <i>Revista Brasileira de Nutri&ccedil;&atilde;o Cl&iacute;nica</i>, vol. 18, n. 2, p. 87-94.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S0871-018X201500030001900018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lorenzi, H. (2009) - <i>&Aacute;rvores brasileiras: manual de identifica&ccedil;&atilde;o e cultivo de plantas arb&oacute;reas nativas do Brasil.</i> Nova Odessa: Plantarum.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S0871-018X201500030001900019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Maguire, J.D. (1962) - Speed of germination: aid in selection and evaluating or seedling emergence and vigour. <i>Crop Science</i>, vol. 2, n. 2, p. 176-177.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S0871-018X201500030001900020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
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