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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Qualidade de sementes de alface avaliada pelo teste de envelhecimento acelerado]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Lettuce seeds quality evaluated by accelerated aging test]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Pelotas Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel Departamento de Fitotecnia]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Accelerated aging as a vigor test has been one of the most used, and its application suits many crops. The aim of this research was to analyze the applicability of the accelerated aging test in the vigor of lettuce seeds (Lactuca sativa) by its correlation with other tests for the expeditious evaluation of the physiological quality of the horticultural seeds. Six lots of lettuce seeds were used. The first count of germination, standard germination, electrical conductivity, accelerated aging, controlled deterioration, and seedling's field emergence was performed. The design was completely randomized, with four replications. The use of the accelerated aging test at 41°C per 24 h period using saturated NaCl solution is indicated for the evaluation of lettuce seed vigor.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[condutividade elétrica]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[deterioração controlada]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[emergência em campo]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Lactuca sativa L.]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[electrical conductivity test]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[controlled deterioration]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[seedling’s field emergence]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

     <p><font face = Verdana size = 4><b>Qualidade
de sementes de alface avaliada pelo teste de envelhecimento acelerado</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>Lettuce seeds quality evaluated by accelerated
aging test</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><b>Denize Cristina Leite Frandoloso</b>, <b>Daniele Brandstetter
Rodrigues</b><sup>*</sup>, <b>Thais D Avila Rosa</b>, <b>Andréia da Silva Almeida</b>, <b>Vanessa Nogueira
Soares</b>, <b>André Pich Brunes</b> e <b>Lilian Vanusa Madruga de Tunes</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>Universidade
Federal de Pelotas (UFPel), Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel, Departamento de
Fitotecnia, Caixa Postal 354, 96010-610, Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil</i></font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2><i>(*E-mail: <a href="mailto:ufpelbrandstetter@hotmail.com">ufpelbrandstetter@hotmail.com</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana
size = 3><b>RESUMO </b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>O objetivo
deste estudo consistiu em analisar a aplicabilidade do teste de envelhecimento acelerado
no vigor de sementes de alface (<i>Lactuca sativa</i>) em seis lotes de sementes
de alface, através da sua correlação com outros testes para avaliação expedita da
qualidade fisiológica das sementes da hortícola. Foram realizados os testes de primeira
contagem de germinação, germinação, condutividade elétrica, envelhecimento acelerado,
deterioração controlada e emergência em campo. O delineamento utilizado foi inteiramente
casualizado, com quatro repetições. A utilização do teste de envelhecimento acelerado
a 41°C durante 24&nbsp;h com solução saturada de NaCl foi o mais indicado para a
avaliação do vigor de sementes de alface.</font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 2><b>Palavras-chave:</b> condutividade elétrica, deterioração controlada,
emergência em campo, <i>Lactuca sativa</i> L.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 3><b>ABSTRACT </b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Accelerated aging as a vigor test has been one
of the most used, and its application suits many crops. The aim of this research
was to analyze the applicability of the accelerated aging test in the vigor of lettuce
seeds (<i>Lactuca sativa</i>) by its correlation with other tests for the expeditious
evaluation of the physiological quality of the horticultural seeds. Six lots of
lettuce seeds were used. The first count of germination, standard germination, electrical
conductivity, accelerated aging, controlled deterioration, and seedling's field
emergence was performed. The design was completely randomized, with four replications.
The use of the accelerated aging test at 41°C per 24&nbsp;h period using saturated
NaCl solution is indicated for the evaluation of lettuce seed vigor.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><b>Keywords: </b>electrical conductivity test,
controlled deterioration, <i>Lactuca sativa</i> L., seedling’s field emergence.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana
size = 3><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>No sistema
de produção de sementes, a avaliação da qualidade fisiológica é fator fundamental
para a tomada de decisões quanto ao aproveitamento das mesmas, como material de
propagação e para as operações subsequentes a que são submetidas. O teste de germinação
mostra-se bastante preciso e eficaz, além de ser padronizado. No entanto, os resultados
apresentados pelo teste de germinação evidenciam o máximo percentual de qualidade
das sementes, por ser conduzido com temperatura, tempo de exposição, presença ou
ausência de luz e umidade recomendada para cada espécie (Brasil, 2009). Geralmente
o teste padrão superestima o potencial fisiológico dos lotes de sementes, sendo,
por isso necessário o uso de testes adequados (Santos <i>et al</i>., 2011). É, portanto,
cada vez mais necessário investigar sobre a capacidade de testes para a avaliação
do vigor de sementes, especialmente em relação à consistência dos resultados e,
se possível, com redução do tempo necessário para o teste (Radke <i>et al</i>.,
2014).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>No Brasil, nas Regras
para Análise de Sementes (Brasil, 2009), não existem testes de vigor padronizados
para nenhuma cultura, independente da espécie. No entanto, nas Regras Internacionais
(ISTA, 2014) há testes padronizados como o teste de envelhecimento acelerado e condutividade
elétrica massal para a cultura da soja, ervilha e feijão; deterioração controlada
para brassicas e comprimento da raiz primária em milho.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>O valor comercial das sementes de hortícolas da família
Asteraceae vem aumentando e, para se conseguir detectar as alterações na qualidade
de sementes ao longo do processo produtivo, é necessário o desenvolvimento de novos
testes, rápidos e padronizados.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Os
testes de vigor permitem determinar diferenças de qualidade de lotes com germinação
semelhante; avaliar o potencial de emergência das plântulas no campo, no armazenamento
e seu grau de deterioração. Também podem ser ferramentas para controlar a qualidade
pós maturação, para selecionar cultivares com potencial fisiológico elevado, identificar
problemas futuros e direcionar o marketing e a promoção de vendas da empresa de
sementes (Tunes <i>et al</i>., 2011).</font></p>

    <p><font face = Verdana size
= 2>Para sementes de hortícolas, como as de alface (<i>Lactuca sativa</i> L.), a
investigação é limitada no que diz respeito aos procedimentos apropriados para a
avaliação do vigor, o que muitas vezes limita a disponibilidade de lotes de qualidade
superior. Os testes de vigor mais recomendados seriam o de condutividade elétrica,
envelhecimento acelerado e deterioração controlada relacionados com a emergência
de plântulas em campo. Os testes de vigor selecionados para avaliar a qualidade
de lotes de sementes devem atender a determinados requesitos, designadamente, serem
simples, rápidos, objetivos, reproduzíveis, de baixo custo e correlacionados com
a emergência no campo.  </font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Face aos
pressupostos anteriormente referidos, o objetivo deste estudo consistiu em analisar
a aplicabilidade do teste de envelhecimento acelerado no vigor de diferentes lotes
de sementes de alface (<i>Lactuca sativa</i> L.) através da sua correlação com outros
testes para avaliação expedita da qualidade fisiológica das sementes da hortícola.</font></p>




    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana
size = 3><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size =
2>O presente trabalho foi realizado na empresa Brasil Sementes e Tecnologia Ltda.
(BST) localizada em Santa Cruz do Sul e no Laboratório Didático de Análise de Sementes
“Flavio Rocha” da Universidade Federal de Pelotas, localizado na cidade de Pelotas,
ambos no estado do Rio Grande do Sul, Brasil.</font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 2>Foram utilizados seis lotes de sementes de alface fornecidos pela empresa
Sakata<sup>®</sup>. As sementes apresentaram um teor de umidade médio de 6,4% e
pureza de 98%. Foram realizados os testes: primeira contagem de germinação, germinação,
condutividade elétrica, envelhecimento acelerado, deterioração controlada e emergência
em condições de campo.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>O teor de
umidade inicial das sementes de alface foi semelhante para os seis lotes testados
- lote 1 (6,4%), lote 2 (6,5%), lote 3 (6,3%), lote 4 (6,5%), lote 5 (6,4%) e lote
6 (6,4%). Os dados obtidos para o teor de umidade das sementes apresentaram variação
de até 0,2 pontos percentuais, variação essa abaixo da amplitude máxima aceitável,
que é de 3 a 4 pontos percentuais (Marcos Filho, 1999).</font></p>

    <p><font face
= Verdana size = 2><i>Germinação</i>: foram utilizadas quatro subamostras de 50
sementes por lote. As sementes foram distribuídas sobre duas folhas de papel mata-borrão,
umedecidas com quantidade de água destilada equivalente a 2,5 vezes o peso do substrato
seco e colocadas para germinar a temperatura constante de 20ºC, na presença de luz
durante 16&nbsp;h. Aos quatro e sete dias após a sementeira foi realizada a primeira
e segunda contagem respectivamente (Brasil, 2009). Os resultados foram expressos
em porcentagem média de plântulas normais para cada lote.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>Emergência no campo</i>: utilizaram-se quatro subamostras
de 50 sementes, distribuídas em canteiros de 5,0 × 1,2 × 0,9 m de comprimento, largura
e profundidade, respectivamente, preenchido com solo obtido do horizonte A1 de um
Planossolo Háplico Eutrófico Solódico da região de Pelotas-RS. As sementes foram
cobertas com uma camada de fina de solo. A avaliação ocorreu aos 14 dias após a
sementeira, ou seja, após a estabilização da emergência.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>Condutividade elétrica</i>: utilizou-se o método de massa
(AOSA, 1983), em quatro subamostras de 50 sementes (sem danos, detectadas visualmente)
previamente pesadas em balança analítica de precisão (0,001&nbsp;g), imersas em
50&nbsp;mL de água destilada, permanecendo em incubadora BOD (modelo EL202 – marca
Eletrolab), a 20ºC durante 6&nbsp;h (Franzin <i>et al</i>., 2004). Após o período,
realizou-se leitura da condutividade elétrica em condutivímetro, sendo os resultados
expressos em µS&nbsp;cm<sup>&#8209;1</sup>&nbsp;g<sup>&#8209;1</sup> de semente.</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2><i>Deterioração controlada</i>: seguiu-se a metodologia
descrita por Matthews e Powell (1981) com modificações. Inicialmente o grau de umidade
das sementes foi elevado para 20%, para isso, as sementes foram distribuídas sobre
papel toalha umedecidas e mantidas em germinador a 20ºC, monitorando-se o grau de
umidade das sementes por meio de pesagens sucessivas até obtenção dos valores desejados.
Em seguida, cada amostra foi colocada em recipientes aluminizados e hermeticamente
fechados, mantidos durante 16&nbsp;h em refrigerador (5-8ºC) e transferidos para
banho-maria a 45ºC, durante 24&nbsp;h (Matthews e Powell, 1981). Posteriormente,
os recipientes foram imersos rapidamente em água fria para reduzir e uniformizar
a temperatura, sendo realizada, em seguida, a sementeira, utilizando-se quatro subamostras
de 50 sementes por lote. Aos quatro dias após a sementeira determinou-se a porcentagem
média de plântulas normais para cada lote.</font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 2><i>Envelhecimento acelerado (EA)</i>: foi conduzido utilizando-se caixas
plásticas transparentes (11,5 × 11,5 × 3,5 cm) como compartimentos individuais (minicâmaras),
possuindo no seu interior suportes para apoio de uma tela metálica. Na superfície
de cada uma destas, após a pesagem (aproximadamente 1,5&nbsp;g) as sementes foram
distribuídas de maneira a formar uma camada uniforme e entre as sementes e a tela
foi adicionado um tecido voal, que auxilia na absorção mais lenta de água pelas
sementes de alface. Para condução do teste de envelhecimento acelerado foram adicionados
ao fundo de cada caixa plástica: a) 40&nbsp;mL de água destilada (Costa <i>et al</i>.,
2008; Barbosa <i>et al.,</i> 2011) (envelhecimento tradicional); b) 40&nbsp;mL de
solução diluída de NaCl (11&nbsp;g de NaCl por 100&nbsp;mL de água) (envelhecimento
solução não saturada de NaCl) (Marcos Filho, 2005) e c) 40&nbsp;mL de solução saturada
de NaCl (40&nbsp;g de NaCl por 100&nbsp;mL de água) (envelhecimento solução saturada
de NaCl). As caixas foram mantidas a uma temperatura de 41ºC, durante 24, 48, e
72&nbsp;h e, de seguida realizou-se o teste de germinação, de acordo com as Regras
para Análise de Sementes (Brasil, 2009) e a contagem de plântulas foi realizada
no quarto dia.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>O teor de água das
sementes foi determinado de acordo com as Regras para Análise de Sementes (Brasil,
2009). Foi utilizado o método da estufa com regulação da temperatura a 105°C ± 3°C.
Para a realização do teste foram utilizadas duas subamostras de 4,0&nbsp;g que foram
acondicionadas em recipientes de alumínio com tampa. Antes de receber as sementes,
os recipientes foram secos durante uma hora em estufa a 130°C e resfriados em dessecador
contendo sílica gel. Após a secagem, os recipientes foram pesados com suas respectivas
tampas. As sementes foram colocadas nesses recipientes para se obter o peso úmido
(peso do recipiente + peso das sementes). Os recipientes foram colocados na estufa
a 105ºC ± 3°C durante 24&nbsp;h, depois, foram retirados da estufa, resfriados em
dessecador e pesados novamente, para obter o peso seco das sementes. Os resultados
foram expressos em porcentagem, sendo o teor de água (%) calculado pelo resultado
da multiplicação do peso úmido (peso do recipiente mais o peso da semente úmida)
subtraído do peso seco (peso do recipiente mais o peso da semente seca), dividido
pelo resultado da subtração do peso úmido (peso do recipiente mais o peso da semente
úmida) pelo peso do recipiente com sua tampa. O resultado final foi multiplicado
por 100.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>O delineamento experimental
foi inteiramente casualizado, com quatro repetições, e os dados obtidos em cada
teste foram analisados através de análise de variância e mínima diferença significativa,
com comparação de médias pelo teste de Tukey a 1 e 5% de probabilidade e teste de
correlação linear de Person simples para as variáveis resposta. O teste de Tukey
a 5% de probabilidade para a comparação das médias entre os lotes. O R Software<sup>®</sup>,
versão 3.1.1 e o pacote de dados &quot;ExpDes.pt&quot; foram utilizados para o procedimento
estatístico.</font></p>




    <p><font face = Verdana size = 3><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>A qualidade inicial dos seis lotes de sementes
de alface, obtida através dos testes de germinação, primeira contagem do teste de
germinação e teste de emergência no campo está apresentada na <a href = "#f1">Figura 1</a>. De acordo
com o teste de comparação de médias, na <a href = "#f1">Figura 1A</a>, a germinação inicial dos seis
lotes de alface foi de 98%, sem diferenças significativas entre os lotes. Lotes
com mesma germinação podem ter comportamento diferente no campo, principalmente
na uniformidade e rapidez da estabilização da emergência. No teste de primeira contagem
da germinação, houve diferenças significativamente inferiores nos lotes 3, 4 e 5,
em relação aos restantes (<a href = "#f1">Figura 1B</a>). Esses resultados corroboram os encontrados
por Goulart e Tillmann (2007) nos quais o teste de primeira contagem de germinação
estratificou lotes de sementes de rúcula em níveis de vigor. O teste de emergência
no campo (<a href = "#f1">Figura 1C</a>) ranqueou os lotes 1, 2, 3 e 6 em mais vigorosos; o lote 5 de
médio vigor e o lote 4 como baixo vigor. Os lotes de maior vigor tiveram uma média
de emergência superior a 75%, garantindo um bom stand no campo.</font></p>

</br>

<a name = "f1"><img src = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a02f1.jpg"></a>

</br>

    
<p><font face = Verdana size = 2>Os resultados médios do teor de água atingido após a realização
do teste de envelhecimento acelerado tradicional (água) nos períodos de 24, 48 e
72&nbsp;h de exposição, estão apresentados na <a href = "#f2">Figura 2</a>. Observa-se que sementes
de alface envelhecidas no procedimento tradicional, atingiram teores de água com
variações de 7,1 a 7,5% de grau de umidade; diferindo até valores de 0,5 pontos
percentuais (p.p.), no período de 24&nbsp;h de exposição (<a href = "#f2">Figura 2A</a>). Para os períodos
de 48 e 72&nbsp;h, verificaram-se variações maiores entre os lotes em relação ao
menor período e diferindo 1,7 pontos percentuais, destacado o lote 5 com maior absorção
de água (<a href = "#f2">Figuras 2B e 2C</a>).</font></p>

    <p>    <br></p>

<a name = "f2"><img src = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a02f2.jpg"></a>

</br>    
<p>    <br></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Para o teor de água
com SNS no período de exposição de 24&nbsp;h (<a href = "#f3">Figura 3A</a>), o lote 5 foi o que apresentou
maior percentual de absorção de água (7,3%). Para os períodos de 48 e 72&nbsp;h
os lotes 4 e 5 foram os que se destacaram com maior grau de umidade entre os lotes
de alface com germinação similar, tanto com solução não saturada como o de solução
saturada de NaCl (<a href = "#f4">Figura 4B e 4C</a>). Para o uso de SNS, os teores mais elevados de
água foram verificados entre 8,1 e 8,4%; e para o SSS de 7,5 a 84% de absorção de
água nas sementes, nos períodos de 48 e 72&nbsp;h de exposição, respectivamente
(<a href = "#f3">3B; 3C</a>; <a href = "#f4">4B e 4C</a>).</font></p>

    <p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br></p>

<a name = "f3"><img src = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a02f3.jpg"></a>

    
<p>    <br></p>

<a name = "f4"><img src = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a02f4.jpg"></a>

    
<p>    <br></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Os resultados demonstraram que o uso de solução
não saturada assim como a saturada de NaCl proporcionaram menor absorção de água
pelas sementes, resultados semelhantes foram encontrados por Tunes <i>et al</i>.
(2013) em pepino (<i>Cucumis sativus </i>L.) e salsa (<i>Petroselinum crispum</i>
(Mill.) Nyman ex. A.W. Hill; por Radke <i>et al</i>. (2016) em coentro (<i>Coriandrum
sativum</i> L.) e por Souza <i>et al.</i> (2015) em grama (<i>Cynodon dactylon</i>
(L.) Pers).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>De acordo com o teste
de comparação de médias, a germinação após o teste de envelhecimento acelerado tradicional
no período de 24&nbsp;h foi semelhante entre todos os lotes de alface (<a href = "#f5">Figura 5A</a>).
Para o teste de germinação após o EA 48-h/água, na <a href = "#f5">Figura 5B</a>, os lotes classificados
como de maior vigor foram o 1, 2 e 3, de vigor intermediário o lote 4 e o mais baixo
vigor o lote 5 classificados na mesma ordem que o teste de emergência no campo (Figura
2C). No entanto, o EA 72&nbsp;h/água estratificou mais o lote 3, classificando-o
como de vigor intermediário, juntamente com o lote 4, os lotes 1, 2 e 6 como mais
vigorosos e o 5 como de pior vigor (<a href = "#f5">Figura 5C</a>). Nascimento e Pereira (2007) constataram
que o período de 48&nbsp;h de envelhecimento de sementes de alface a 41°C mostrou
ser adequado para estimar a qualidade fisiológica e o estabelecimento de relações
com a germinação sob temperatura adversa. Santos <i>et al</i>. (2011) também verificaram
que o teste de vigor, envelhecimento acelerado de 48&nbsp;h, conduzido a 41°C, foi
eficiente quanto à diferenciação de níveis de vigor em sementes de alface e de almeirão
(<i>Cichorium intybus</i> L.). Silva <i>et al</i>. (2006), em beterraba (<i>Beta
vulgaris</i> L.), consideraram o período de envelhecimento de 48&nbsp;h pelo método
tradicional o mais adequado.</font></p>

    <p>    <br></p>

<a name = "f5"><img src = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a02f5.jpg"></a>

    
<p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Neste estudo, o teste
de envelhecimento acelerado tradicional (água) proporcionou um percentual reduzido
de germinação de plântulas de alface, mostrando, assim, que o procedimento de exposição
das sementes por 72&nbsp;h é inadequado. Este efeito é provavelmente devido ao elevado
nível de umidade alcançado pelas sementes após o envelhecimento. Esta constatação
torna-se relevante na utilização da solução com NaCl, de modo que os níveis de estresse
tornem possível a avaliação dos lotes de sementes sem reduzir drasticamente a porcentagem
de germinação após o processo de envelhecimento acelerado (Ávila <i>et al</i>.,
2006).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Na percentagem de germinação,
após o teste de envelhecimento acelerado com o uso de solução não saturada de NaCl
(SNS), nos períodos de exposição de 24 e 48&nbsp;h não se observaram diferenças
significativas entre os seis lotes de sementes de alface (<a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a02f6.jpg" target = "_blank">Figuras 6A e 6B</a>). Todavia,
no período de exposição de 72&nbsp;h, além de estratificar os lotes e os classificar
em níveis de vigor, não reduziu a produção de plântulas normais, ou seja, manteve
um valor médio de germinação acima de 80%, valor excelente para sementes de alface,
e sementes com alto vigor nos lotes 1, 2, 3 e 6 e médio vigor nos lotes 4 e 5 (<a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a02f6.jpg" target = "_blank">Figura
6C</a>). Todos os lotes ficaram acima do limite mínimo de germinação para aprovação
no mercado, estabelecido pelo MAPA, que é de 80% (Brasil, 2009).</font></p>

    
<p><font face = Verdana size = 2>Assim como no uso da solução não saturada de NaCl, observou-se
também que o uso de solução saturada de NaCl promoveu valores de umidade relativa
baixos, suficientes para reduzir acentuadamente ou impedir o desenvolvimento de
microrganismos, minimizando os efeitos de interferência nos resultados do teste
(<a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a02f7.jpg" target = "_blank">Figura 7</a>).</font></p>

    
<p><font face = Verdana size = 2>A percentagem de
germinação obtida no teste de envelhecimento acelerado, com uso de solução saturada
de NaCl nos períodos de exposição de 24 e 48&nbsp;h (<a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a02f7.jpg" target = "_blank">Figuras 7A e 7B</a>), mostrou a
estratificação dos seis lotes de sementes de alface de acordo com o teste de emergência
em condições de campo (<a href = "#f2">Figura 2C</a>), considerado o mais adequado para comparação de
metodologias não padronizadas dos testes de vigor. Os lotes 1, 2, 3 e 6 apresentaram
maior vigor; o 5 de vigor intermediário e o lote 4 o de baixo vigor, ou seja, menor
estabilização desse lote em campos de produção. Já no teste de EA 72/SSS, a germinação
das sementes frente a esse estresse combinado a temperatura de 41ºC, não foi eficiente
para estratificação adequada dos lotes de sementes de alface, selecionando apenas
o 1 e 6 como de maior vigor e os demais (2, 3, 4 e 5) com vigor mais baixo (<a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a02f7.jpg" target = "_blank">Figura
7C</a>).</font></p>

    
<p><font face = Verdana size = 2>Em síntese, no presente trabalho
foi possível classificar os lotes de sementes em níveis de vigor de forma eficiente
com 48&nbsp;h utilizando o procedimento tradicional e o modificado com solução saturada
de NaCl com 24 e 48&nbsp;h (<a href = "#f5">Figuras 5B</a>; <a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a02f7.jpg" target = "_blank">7A e 7B</a>).</font></p>

    
<p><font face = Verdana size = 2>No teste de condutividade elétrica, os lotes 4 e 5 apresentaram
maiores teores de lixiviação de eletrólitos para o meio aquoso, fato esse, que esclarece
o baixo vigor, já identificado nos testes anteriores de vigor, com maior aceleração
do processo de deterioração (<a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a02f8.jpg" target = "_blank">Figura 8A</a>); permitindo uma classificação em menos tempo
e, consequentemente, obtenção de resultados mais rápidos (seis horas). Resultados
semelhantes foram encontrados em abobrinha (<i>Cucurbita pepo</i> L.) onde os lotes
foram classificados com 8 e 24&nbsp;h de embebição (Dutra e Vieira, 2006).</font></p>

    
<p><font face = Verdana size = 2>No teste de deterioração controlada (<a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a02f8.jpg" target = "_blank">Figura 8B</a>),
verificou-se que foi possível classificar os lotes comparado os resultados ao teste
de emergência em condições de campo (<a href = "#f2">Figura 2C</a>). Entretanto, a metodologia com a
temperatura de 45ºC, durante 24&nbsp;h, foi muito drástica para as sementes de alface,
pois ocorreram reduções nos valores do teste de germinação, todos abaixo de 80%,
e destacando o de mais baixo vigor, o lote 4, com percentual médio de 13% de plântulas
normais (ISTA, 2014), reduzindo sensivelmente a germinação. Essa queda ocorre porque
há a exposição das sementes a alta temperatura e umidade relativa do ar, provocando
alterações que influenciam a síntese de proteínas, de ácidos nucléicos e o metabolismo
do DNA (Vásquez <i>et al.,</i> 1991). O teste de envelhecimento acelerado tradicional
proporciona um estresse acentuado na perda do poder germinativo das sementes de
alface, nas condições de combinação de alta temperatura (41ºC), período de exposição
(24-h) e umidade relativa próxima a 100% (<a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a02q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>). Fato que pode também ser esclarecido
em relação ao baixo teor de água inicial das sementes que ao serem expostas a alta
umidade relativa, o processo de absorção de água pode ter ocorrido bruscamente não
havendo tempo necessário de organização interna das membranas celulares, relacionada
ao processo inicial de embebição.</font></p>

    
<p><font face = Verdana size = 2>Comparando-se
os coeficientes de correlação simples (<a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a02q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>) no teste envelhecimento acelerado
com solução não saturada de NaCl por 72&nbsp;h com a emergência em condições de
campo verifica-se que estes foram significativos, de forma que, quando há exposição
das sementes ao estresse com alta temperatura e umidade relativa abaixo de 100%,
ou seja, média de 88%, o desempenho germinativo não é afetado, e mesmo assim pode
ser utilizado para estratificar lotes de vigor. A correção entre as duas variáveis
foi de r = 0,59, entre a metodologia do teste de envelhecimento adaptada em laboratório
e a emergência em condições de campo.</font></p>

    
<p><font face = Verdana size
= 2>No teste de envelhecimento acelerado com uso de solução saturada de NaCl, observaram-se
correlações positivas significativas na germinação nos períodos de 24; 48 e 72&nbsp;h
e os valores da emergência de plântulas em campo (<a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a02q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>), indicando que o comportamento
da variável germinação dessa metodologia alternativa do teste de envelhecimento
acelerado pode estar associado às alterações de comportamento das sementes de alface
no campo de produção, faixa de zonagem da cultura. O mesmo foi verificado por Franzin
<i>et al.</i> (2004) que mostraram o efeito dos fatores extrínsecos na qualidade
dos lotes.  </font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>Entre muitas características
desejáveis num teste de vigor está a relação com a emergência de plântulas (Marcos
Filho, 2005). Essa relação está evidenciada nos valores de correlação simples entre
os resultados dos testes de laboratório e a emergência de plântulas.</font></p>

    <p>    <br></p>

    <p><font face = Verdana
size = 3><b>CONCLUSÃO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A utilização
do teste de envelhecimento acelerado a 41°C por período de 24&nbsp;h com uso de
solução saturada de NaCl foi indicado para a avaliação do vigor de sementes de alface.
</font></p>

    <p>    <br></p>

    <p><font face
= Verdana size = 3><b>Referências Bibliográficas</b></font></p>

    <!-- ref --><p><font face
= Verdana size = 2>AOSA (1983) - <i>Association of Official Seed Analysts</i>. <i>Seed
vigor testing handbook</i>. AOSA, East Lansing. 88 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=666891&pid=S0871-018X201700040000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face
= Verdana size = 2>Ávila, P.F.V.; Villela, F.A. &amp; Ávila, M.S. (2006) - Teste
de envelhecimento acelerado para avaliação do potencial fisiológico de sementes
de rabanete. <i>Revista Brasileira de Sementes</i>, vol. 28, n. 3, p. 52-58. 
<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0101-31222006000300008" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0101-31222006000300008</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=666893&pid=S0871-018X201700040000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Barbosa, R.M.; Costa, D.S. &amp; Sá, M.E. (2011)
- Envelhecimento acelerado em sementes de alface. <i>Ciência Rural</i>, vol. 41,
n. 11, p. 1899-1902. 
<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782011005000138" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782011005000138</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=666894&pid=S0871-018X201700040000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face = Verdana size = 2>Brasil (2009) - <i>Instrução Normativa nº 25,
de 16 de dezembro de 2005. Anexo XII: Padrões para produção e comercialização de
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Costa, C.J.; Trzeciak, M.B. &amp; Villela, F.A.
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Dutra, A.S. &amp; Vieira, R.D. (2006) - Teste
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0101-31222006000200015" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0101-31222006000200015</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=666898&pid=S0871-018X201700040000200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Franzin, S.M.; Menezes, N.L.M.; Garcia, D.C. &amp;
Wrasse, C.F. (2004) - Métodos para avaliação do potencial fisiológico de sementes
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0101-31222004000200009" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0101-31222004000200009</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=666899&pid=S0871-018X201700040000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Goulart, L.S. &amp; Tillmann, M.A.A. (2007) -
Vigor de sementes de rúcula (<i>Eruca sativa</i> L.) pelo teste de deterioração
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0101-31222007000200024" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0101-31222007000200024</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=666900&pid=S0871-018X201700040000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>ISTA (2014) - <i>International Rules for Seed
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    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Marcos Filho, J. (1999) - Teste
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Marcos Filho, J.
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Matthews, S. &amp; Powell,
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0101-31222007000300021" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0101-31222007000300021</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=666909&pid=S0871-018X201700040000200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Radke, A.K.; Reis, B.B.; Almeida, A.S.; Meneghello,
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Radke, A.K.; Reis, B.B.; Gewehr, E.; Almeida,
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/0103-8478cr20140188" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/0103-8478cr20140188</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=666912&pid=S0871-018X201700040000200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Santos, F.; Trani, P.E.; Medina, P.F. &amp; Parisi, J.J.
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Silva, J.B.; Vieira, R.D. &amp; Panobianco, M.
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Tunes, L.M.; Tavares,
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