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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA17034</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Teste da condutividade elétrica na avaliação fisiológica em sementes de Vigna unguiculata]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Electrical conductivity test in the physiological evaluation of Vigna unguiculata seeds]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study evaluated the physiological quality of seeds of five cultivars of cowpea using the electrical conductivity test in comparison to the classical analysis of seed vigor. The seeds were previously submitted to six different imbibition periods - 2, 5, 8, 16, 20 and 24 h and at two temperatures in BOD (25ºC and 30ºC). The traditional vigor analysis was evaluated in 200 seeds, by germination, first germination count, and emergency speed index and accelerated aging. The design was completely randomized with four replicates of 50 seeds. The results showed that the electrical conductivity was efficient in distinguishing the physiological quality of cowpea cultivars independent of the temperature used, the cultivars ‘Setentão’ and ‘Gurgueia’, obtained the best responses for leachate release, this trend was also observed using the traditional vigor evaluation methodology. The cultivars ‘BRS Paraguaçu’ and ‘BRS Guariba’ showed higher leachate release and the latter also obtained lower result for accelerated aging and first germination count. The electrical conductivity test was efficient in determining the physiological quality of cowpea cultivars, with a low temperature effect, which could be reduced to 20 h of imbibition.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[feijão-caupi]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[feijão-frade]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[germinação]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[qualidade fisiológica]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[vigor]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[physiological quality]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[vigor]]></kwd>
</kwd-group>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 4><b>Teste
da condutividade elétrica na avaliação fisiológica em sementes de <i>Vigna unguiculata</i></b></font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 3><b>Electrical conductivity test in the physiological evaluation of <i>Vigna
unguiculata</i> seeds</b></font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 2><b>Maria da Conceição Freitas Moura</b>¹<sup>,*</sup>, <b>Lucas Kennedy Silva Lima</b>²,
<b>Camila Castro Santos</b>¹ e <b>Alek Sandro Dutra</b>¹</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>¹ Universidade
Federal do Ceará, Departamento de Fitotecnia, Fortaleza, Brasil. </i></font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2><i>² Universidade Federal do Recôncavo da Bahia,
Departamento de Fitotecnia, Cruz das Almas, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>(*E-mail: <a href="mailto:ceicaomoura@hotmail.com">ceicaomoura@hotmail.com</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Avaliou-se a qualidade fisiológica de sementes
de cinco cultivares de feijão-caupi por recurso ao teste da condutividade elétrica
comparativamente à análise clássica de vigor de sementes. As sementes foram submetidas,
a seis diferentes períodos de embebição - 2, 5, 8, 16, 20 e 24&nbsp;h - e a duas
temperaturas em BOD, 25ºC e 30ºC. A análise tradicional de vigor foi avaliada em
200 sementes, pela germinação, primeira contagem de germinação, índice de velocidade
de emergência e envelhecimento acelerado. O delineamento conduzido foi o inteiramente
casualizado com quatro repetições de 50 sementes. Os resultados evidenciaram que
a condutividade elétrica foi eficiente na distinção da qualidade fisiológica das
cultivares de feijão-caupi independente da temperatura utilizada. As cultivares
‘Setentão’ e ‘Gurgueia’ apresentaram as melhores respostas na libertação de lixiviados,
essa tendência também foi observada utilizando a metodologia tradicional de avaliação.
As cultivares ‘BRS Paraguaçu’ e ‘BRS Guariba’ apresentaram maior libertação de lixiviados
e esta última cv. também obteve resultado inferior no envelhecimento acelerado e
primeira contagem de germinação. O teste da condutividade elétrica foi eficiente
na determinação da qualidade fisiológica das cultivares avaliadas, com baixo efeito
da temperatura, podendo ser reduzida para 20&nbsp;h de embebição.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana
size = 2><b>Palavras-chave: </b>feijão-caupi, feijão-frade, germinação, qualidade
fisiológica, vigor.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face =
Verdana size = 2>This study evaluated the physiological quality of seeds of five
cultivars of cowpea using the electrical conductivity test in comparison to the
classical analysis of seed vigor. The seeds were previously submitted to six different
imbibition periods - 2, 5, 8, 16, 20 and 24&nbsp;h and at two temperatures in BOD
(25ºC and 30ºC). The traditional vigor analysis was evaluated in 200 seeds, by germination,
first germination count, and emergency speed index and accelerated aging. The design
was completely randomized with four replicates of 50 seeds. The results showed that
the electrical conductivity was efficient in distinguishing the physiological quality
of cowpea cultivars independent of the temperature used, the cultivars ‘Setentão’
and ‘Gurgueia’, obtained the best responses for leachate release, this trend was
also observed using the traditional vigor evaluation methodology. The cultivars
‘BRS Paraguaçu’ and ‘BRS Guariba’ showed higher leachate release and the latter
also obtained lower result for accelerated aging and first germination count. The
electrical conductivity test was efficient in determining the physiological quality
of cowpea cultivars, with a low temperature effect, which could be reduced to 20&nbsp;h
of imbibition.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><b>Keywords:</b> cowpea, seed germination, physiological
quality, vigor </font></p>

<hr noshade size = 1> 

    <p><font face = Verdana size = 3><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face
= Verdana size = 2>O feijão-caupi (<i>Vigna unguiculata</i> L. Walp.) é um alimento
básico que fornece grandes quantidades de proteínas, calorias, vitaminas e minerais
essenciais para a alimentação humana em muitos países, principalmente na África,
América Latina, sudeste da Ásia e regiões sudoeste da América do Norte, com uma
produção global anual de 3,9 milhões de toneladas (Vasconcelos <i>et al.,</i> 2010;
Sreerama <i>et al.,</i> 2012). No Brasil, é considerada uma das principais leguminosas
no âmbito económico e social. Segundo Galvão <i>et al.,</i> (2013) os maiores produtores
do feijão-caupi encontram-se nas regiões Norte e Nordeste do país.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Entre as dificuldades enfrentadas pelos produtores,
destaca-se a baixa produtividade da cultura (Freitas <i>et al.,</i> 2012) e, em
parte, essa limitação está associada a baixa qualidade genética e fisiológica das
sementes (Wamalwa <i>et al.,</i> 2016). Nesse contexto, a manutenção da qualidade
fisiológica é fundamental para formação de plântulas viáveis e consequente rendimento
produtivo (Mendonça <i>et al</i>., 2003).</font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 2>Diversas técnicas são utilizadas para avaliação da qualidade fisiológica
das sementes, sendo os testes de vigor mais eficazes, pois fornecem índices mais
sensíveis do potencial fisiológico, quando comparados aos testes de germinação (AOSA,
2002). Dentre as técnicas de vigor, a condutividade elétrica tem-se mostrado eficiente
na estimativa do vigor, pois fornece informações rápidas, objetividade e de baixo
custo, além de possuir base teórica consistente, sendo capaz de identificar a deterioração
das sementes no seu estado inicial (Hampton e Tekrony, 1995).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>O teste de condutividade elétrica (CE) é baseado no princípio
de que, com o processo de deterioração, ocorre a lixiviação dos constituintes celulares
das sementes embebidas em água devido à perda da integridade dos sistemas de membranas
celulares (Gonzales <i>et al.,</i> 2009). O valor da condutividade da solução de
embebição da semente é função direta da quantidade de lixiviados, isto é, quanto
maior o valor da condutividade elétrica, menor é o vigor das sementes, pois a condutividade
elétrica tem como princípio o aumento da permeabilidade das membranas celulares
à medida que a semente se deteriora, aumento este ocasionado pela desestruturação
das membranas celulares (Tunes <i>et al</i>., 2008).</font></p>

    <p><font face
= Verdana size = 2>Vários estudos são encontrados na literatura utilizando a condutividade
elétrica, em espécies florestais (Gonzales <i>et al.,</i> 2009; Flavio e Paula,
2010; Ataide <i>et al</i>., 2012; Delazeri <i>et al.,</i> 2016), hortícolas (Dutra
e Vieira, 2006; Torres <i>et al</i>., 2015; Lima e Smiderle, 2013) e culturas anuais
(Torres <i>et al.,</i> 2009; Oliveira <i>et al.,</i> 2012), de acordo com os autores
a técnica apresenta eficácia substancial na determinação da qualidade fisiológica
de sementes mesmo nos estágios iniciais de armazenamento. No feijão-caupi os estudos
ainda são escassos em comparação com outras leguminosas (Araújo <i>et al</i>., 2011),
havendo necessidade de avaliar esta técnica em diferentes cultivares e períodos
de embebição. Assim, o objetivo desse trabalho foi avaliar a qualidade fisiológica
por meio do teste da condutividade elétrica comparativamente aos métodos de análise
clássica de vigor em sementes de cinco cultivares de feijão-caupi (<i>V. unguiculata</i>),
submetidas a duas temperaturas de germinação e seis diferentes períodos de embebição.
</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 3><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>O trabalho foi desenvolvido no Laboratório de
Análise de Sementes do Departamento de Fitotecnia da Universidade Federal do Ceará/UFC,
(Campus do Pici - Fortaleza) utilizando cinco cultivares de feijão-caupi: ‘Setentão’,
‘BRS Paraguaçu’, ‘BRS Marataoã’, ‘BRS Guariba’ e ‘BRS 17-Gurguéia’. As sementes
utilizadas foram oriundas do Banco de Germoplasma de feijão-caupi pertencente à
UFC, armazenadas em câmara fria, a uma temperatura de (5 ºC ± 1 ºC e &#8773; 80%
de umidade relativa do ar).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>O delineamento
utilizado foi o inteiramente casualizado (DIC) com quatro repetições de 50 sementes
por modalidade. Para o teste da condutividade elétrica, utilizaram-se 200 sementes,
com quatro repetições de 50 sementes para cada cultivar, com seis períodos de embebição
- 2, 5, 8, 16, 20 e 24&nbsp;h - e mantidas em BOD nas temperaturas de 25 ºC e 30
ºC. As sementes foram pesadas em balança com resolução de 0,001&nbsp;g e embebidas
num volume de 75&nbsp;mL de água destilada. Após cada período de embebição, a leitura
da condutividade elétrica foi determinada em condutivímetro (MA521), cujos resultados
foram expressos em µS.cm<sup>&#8209;</sup>¹.g<sup>&#8209;</sup>¹ de semente (Marcos
Filho e Vieira, 2009).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Além do teste
de condutividade elétrica, realizou-se a caracterização fisiológica das cultivares
por meio do método clássico para comparar as informações acerca das cultivares avaliadas
de acordo com Brasil (2009), submetendo estas as seguintes avaliações: 1) teste
de germinação: realizado com quatro repetições de 50 sementes, distribuídas em papel
germitest, umedecidos com água destilada o equivalente a 2,5 vezes o peso do substrato
seco, mantidas em câmaras de germinação do tipo BOD (Biochemical Oxigen Demand),
a uma temperatura de 25 ºC e fotoperíodo de 8&nbsp;h, com avaliação realizada aos
oito dias após a sementeira, determinando a porcentagem das plântulas (Brasil, 2009)
e 2) primeira Contagem de Germinação foi realizada cinco dias após a sementeira,
sendo utilizada a mesma metodologia descrita anteriormente para o teste de germinação;
3) Índice de Velocidade de Emergência (IVE): realizado com quatro repetições de
50 sementes, semeadas em canteiros com uma profundidade de ± 3&nbsp;cm, sendo o
mesmo calculado conforme Maguire (1962); 4) envelhecimento acelerado: utilizaram-se
quatro repetições de 50 sementes para cada cultivar, colocadas sobre a tela de inox
numa caixa plástica (Gerbox), contendo 40&nbsp;mL de água destilada. As caixas foram
colocadas numa BOD regulada a uma temperatura de 40 ºC por um período de 24&nbsp;h;</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Os dados foram submetidos a análise de variância
utilizando o Software SISVAR (Ferreira, 2011), não sendo transformados pois seguiram
distribuição normal e homogênea. No teste de germinação, primeira contagem de germinação,
envelhecimento acelerado e o índice de velocidade de emergência utilizou-se o teste
de comparação de média (Tukey 5% de probabilidade) e análise de regressão em função
dos períodos de embebição para a condutividade elétrica.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>RESULTADOS
E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Os resultados demonstraram
qualidade fisiológica distinta entre as cultivares testadas, com maior nitidez quando
utilizada a condutividade elétrica que apresentou comportamento variado para a libertação
de lixiviados. As cultivares ‘Setentão’ e ‘BRS Gurguéia’ foram as que apresentaram
menor libertação de lixiviados ao longo do tempo de avaliação (<a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a03f1.jpg" target = "_blank">Figura 1</a>). Variação
entre as temperaturas para a cultivar ‘Setentão’ ocorreu somente 5&nbsp;h após a
embebição, onde a temperatura de 25 °C foi 29,5% superior (<a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a03f1.jpg" target = "_blank">Figura 1A</a>). Já na cultivar
‘BRS Gurguéia’ houve maior libertação de lixiviados na temperatura de 25 °C (17,9%)
no final do período de avaliação (24-h) (<a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a03f1.jpg" target = "_blank">Figura 1B</a>).</font></p>

    
<p><font face
= Verdana size = 2>Com ressalva da temperatura de 25°C para a cultivar ‘Setentão’
que apresentou comportamento cúbico ao longo dos períodos de avaliação, as demais
temperaturas seguiram tendência quadrática, onde foi observado maior acumulação
de lixiviados as 19,9&nbsp;h com CE de 84,2&nbsp;&#956;S&nbsp;cm<sup>&#8209;1</sup>&nbsp;g<sup>&#8209;1</sup>
a 30°C na cultivar ‘Setentão’ (<a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a03f1.jpg" target = "_blank">Figura 1A</a>). Já na cultivar ‘BRS Gurgueia’ foi identificado
maior acumulação as 22,4&nbsp;h e 19,6&nbsp;h com CE de 138,9 e 122,8&nbsp;&#956;S&nbsp;cm<sup>&#8209;1</sup>&nbsp;g<sup>&#8209;1</sup>
para as temperaturas de 25 °C e 30 °C, respectivamente (<a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a03f1.jpg" target = "_blank">Figura 1B</a>). Esses resultados
indicam uma tendência crescente na libertação de lixiviados até as 19&nbsp;h de
embebição e após esse período ocorre decréscimo na libertação de lixiviados, com
isso, o período de embebição para ambas as cultivares pode ser reduzido para 20&nbsp;h
de condicionamento sem haver prejuízo para os resultados.</font></p>

    
<p><font face = Verdana size = 2>Dutra e Vieira (2006), ao estudarem o vigor de sementes
de abobrinha (<i>Cucurbita pepo</i> L.), também verificaram que é possível reduzir
o período de condicionamento das sementes sem prejudicar a confiabilidade dos resultados.
Lopes e Franke (2010), ao trabalharem com o teste da condutividade elétrica para
avaliar sementes de azevém (<i>Lolium multiflorum </i>Lam.), verificaram que no
período de 1&nbsp;h de imersão, já foi possível separar um lote dos demais, mostrando
que este, mesmo num curto período de imersão apresentou maior potencial fisiológico.
</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A integridade fisiológica das sementes
da cultivar ‘Setentão’ demonstrou ser superior a ‘BRS Gurguéia’ pois esta última
liberou 45,8% mais lixiviados do que a cultivar ‘Setentão’ no pico de libertação
aos 30 °C (<a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a03f1.jpg" target = "_blank">Figura 1B</a>). De acordo com Vieira e Krzyzanowski (1999), sementes com
valores baixos de CE são classificadas como sementes de “alto vigor”. A cultivar
‘Setentão’ também obteve resultados favoráveis nos demais parâmetros fisiológicos
testados (<a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a03q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>).</font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>Batista <i>et al.</i>
(2012), ao trabalharem com o teste da condutividade elétrica na temperatura de 25
ºC e diferentes períodos de embebição (2, 4, 8, 12 e 24&nbsp;h) e dois diferentes
volumes de água, também verificaram eficiência na separação dos lotes de feijão-caupi
cv. ‘BRS Guariba’. Os referidos autores também verificaram que a libertação foi
consideravelmente maior quando as sementes foram submetidas a períodos de 12 e 24&nbsp;h,
independentemente das combinações de números de sementes e quantidade de água, demonstrando-se
assim, menor lixiviação nos períodos menores de avaliação.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>As cultivares ‘BRS Paraguaçu’ e ‘BRS Guariba’ apresentaram
os maiores valores de CE entre as cultivares testadas, indicando que a qualidade
fisiológica dessas variedades era inferior às demais. No entanto, quando analisado
em função dos demais atributos fisiológicos (<a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a03q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>), não foram identificadas
variações entre as cultivares, com ressalva da primeira contagem de emergência (PCE)
que foi inferior na cultivar ‘BRS Guariba’. Esses resultados sinalizam para uma
maior acurácia na avaliação do potencial fisiológico de sementes de feijão-caupi
utilizando o teste de condutividade elétrica, pois a técnica é capaz de identificar
a deterioração das sementes em seu estado inicial (Hampton e Tekrony, 1995).</font></p>

    
<p><font face = Verdana size = 2>A maior libertação de lixiviados não esteve diretamente
relacionado com a perca do poder germinativo da semente. Porém, pode estar associado
ao menor crescimento e velocidade na protrusão da radícula como observado por Silva
<i>et al</i>. (2014) em sementes de feijão (<i>Phaseolus vulgaris</i> L.). Diferenças
no valor da condutividade também podem estar relacionadas a certas características
intrínsecas da cultivar, como o teor de lignina no tegumento da semente (Alvarez
<i>et al</i>., 1997). No entanto, Teixeira <i>et al</i>. (2010) não identificaram
associação com o aumento do teor de lignina e libertação de lixiviados no feijão-caupi.
De acordo com Munizzi <i>et al</i>. (2010) sementes com baixo vigor, no campo, apresentam
desigualdade na emergência e plântulas menos vigorosas do que as das sementes com
alto vigor, consequentemente diferenças nas taxas de crescimento durante o período
juvenil.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Na cultivar ‘BRS Paraguaçu’
foi observado comportamento bastante semelhante na libertação de lixiviados em função
das temperaturas, com distinção somente às 20&nbsp;h de embebição (<a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a03f2.jpg" target = "_blank">Figura 2A</a>). Já
na cultivar ‘BRS Guariba’ a temperatura de 25 °C apresentou tendência linear ao
longo do tempo de embebição, com máxima acumulação de lixiviados às 24&nbsp;h de
embebição, com CE de 201,1&nbsp;&#956;S&nbsp;cm<sup>&#8209;1</sup>&nbsp;g<sup>&#8209;1</sup>.
Em função desse comportamento, variação entre as temperaturas foram observadas as
16, 20 e 24&nbsp;h de embebição (<a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a03f2.jpg" target = "_blank">Figura 2B</a>). A temperatura de 30 °C influenciou
a libertação de lixiviados de forma crescente até 22,6&nbsp;h, com CE de 150,5&nbsp;&#956;S&nbsp;cm<sup>&#8209;1</sup>&nbsp;g<sup>&#8209;1</sup>
(<a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a03f2.jpg" target = "_blank">Figura 2B</a>).</font></p>

    
<p><font face = Verdana size = 2>Entre os vários fatores
que envolvem o teste de condutividade elétrica, o período de embebição pode afetar
os resultados, mas precisa ser monitorizado com cuidado para assegurar a precisão
desses valores (Marcos Filho, 2005). Outro fator importante é a temperatura durante
o período de embebição que, segundo Vieira e Carvalho (1994), a elevação da temperatura
de embebição provoca danos térmicos nas membranas, o que proporciona aumento da
energia de ativação das moléculas, modificando assim a viscosidade da água e, consequentemente,
ocorre aumento dos valores da condutividade elétrica. Neste estudo as temperaturas
apresentaram resultados semelhantes ao longo das avaliações, com sutil libertação
de lixiviados na temperatura de 25 °C utilizando a cultivar ‘BRS Guariba’ (<a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a03f2.jpg" target = "_blank">Figura
2B</a>).</font></p>

    
<p><font face = Verdana size = 2>A cultivar ‘BRS Marataoã’ apresentou
ajuste quadrático para ambas as temperaturas, que diferiram entre si em 8 e 16&nbsp;h
de embebição, sendo libertado mais lixiviado na temperatura de 25°C. O ponto máximo
de CE foi alcançado com 22,2&nbsp;h e 22,5&nbsp;h para as temperaturas de 25°C e
30°C equivalendo a 172,9 e 162,3&nbsp;&#956;S&nbsp;cm<sup>&#8209;1</sup>&nbsp;g<sup>&#8209;1</sup>,
respectivamente (<a href = "#f3">Figura 3</a>). De acordo com Rosa <i>et al.</i> (2000), a libertação
inicial de eletrólitos é intensa, tanto pelas sementes vigorosas quanto pelas sementes
deterioradas, tornando-se difícil diferenciar lotes no começo da embebição. Assim,
à medida que as sementes vão reorganizando as suas membranas, a libertação de íons
estabiliza, sendo possível a diferenciação dos lotes em níveis de qualidade (Dalanhol
<i>et al</i>., 2014).</font></p>

    <p>    <br></p>

<a name = "f3"><img src = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a03f3.jpg"></a>

    
<p>    <br></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>Quando analisado
o potencial fisiológico das cultivares de feijão-caupi a partir das variáveis clássicas,
foi observado maior vigor na cultivar ‘BRS Gurgueia’ (<a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a03q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>) que também obteve
reduzida libertação de lixiviados (<a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a03f1.jpg" target = "_blank">Figura 1B</a>). Essa cultivar, foi semelhante estatisticamente
a ‘Setentão’ e ‘BRS Paraguaçu’, uma vez que, pelo teste de condutividade elétrica,
esta última obteve os maiores valores de lixiviados independentemente da temperatura
utilizada (<a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a03f2.jpg" target = "_blank">Figura 2A</a>).</font></p>

    
<p><font face = Verdana size = 2>Avaliando
o potencial fisiológico de diferentes cultivares de feijão-caupi Teixeira <i>et
al</i>. (2010) obtiveram comportamento semelhante para ‘BRS Gurguéia’, ‘BRS Paraguaçu’
e ‘BRS Marataoã’ que, no entanto, ficaram abaixo das médias obtidas neste estudo.
Teófilo <i>et al.</i> (2008), verificaram qualidade fisiológica superior, nas cultivares
de feijão-caupi ‘Aparecido’ e ‘BRS Marataoã’, resultados que estão de acordo com
os encontrados neste trabalho, pois ao avaliar o teste de germinação e o envelhecimento
acelerado observou que a cultivar ‘BRS Marataoã’ apresentou resultados promissores
nestas avaliações (<a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a03q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>). Porém, os dados encontrados pelos autores para a cultivar
’Setentão’ são inferiores quando comparados a ‘BRS Marataoã’.</font></p>

    
<p><font face = Verdana size = 2>A germinação das cultivares ficou acima de 90% indicando
excelente potencial germinativo em todas as cultivares (<a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a03q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>), no entanto, o
teste da primeira contagem de germinação (PCG) e envelhecimento acelerado (EA) apresentaram
redução para cultivar ‘BRS Guariba’ que também obteve elevada libertação de lixiviados
(<a href = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a03f2.jpg" target = "_blank">Figura 2B</a>), além disso, como não foi contabilizado a porcentagem de plântulas normais
e anormais não sendo possível verificar se as cultivares com maior libertação de
lixiviados também apresentaram formação de plântulas anormais. Vanzolin <i>et al.</i>
(2007) verificaram que o lote de sementes de soja (<i>Glycine max </i>(L.)Merr.)
que apresentou maior CE resultou na redução do comprimento do hipocótilo, epicótilo
e comprimento da plântula.  </font></p>

    
<p><font face = Verdana size = 2>Os resultados
identificados neste estudo demonstram a importância e eficácia da utilização da
condutividade elétrica na determinação do potencial fisiológico de diferentes cultivares
de feijão-caupi, promovendo expressiva antecipação na obtenção de resultados precisos
e confiáveis, que estão disponíveis com 20&nbsp;h de embebição das sementes.</font></p>

    <p>    <br></p>

    <p><font face = Verdana
size = 3><b>CONCLUSÃO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>O teste
de condutividade elétrica mostrou-se eficaz na determinação da qualidade fisiológica
das cultivares de feijão-caupi testadas. A sensibilidade do teste de condutividade
elétrica foi maior do que os testes clássicos de vigor de sementes. As cultivares
‘Setentão’ e ‘BRS Gurguéia’ apresentaram melhor potencial fisiológico com base no
teste de condutividade elétrica, que também seguiram a mesma tendência na metodologia
tradicional. As cultivares ‘BRS Paraguaçu’ e ‘BRS Guariba’ apresentaram inferior
qualidade fisiológica pelo teste de condutividade, enquanto a cultivar ‘BRS Marataoã’
obteve resposta intermédia.  </font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>O tempo
de imersão pode ser reduzido para 20&nbsp;h em todas as cultivares testadas com
temperatura de 20 ou 30 °C.</font></p>

    <p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br></p>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>Referências Bibliográficas</b></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Alvarez, P.J.C.; Krzyzanowski, F.C.; Mandarino,
J.M.G. &amp; França Neto, J.B. (1997) - Relationship between soybean seed coat lignin
content and resistance to mechanical damage. <i>Seed Science and Technology</i>,
vol. 25, n. 2, p. 209-214.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=667001&pid=S0871-018X201700040000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Araújo,
R.F.; Zonta, J.B.; Araújo, E.F.; Donzeles, S.M.L. &amp; Costa, G.M. (2011) - Teste
de condutividade elétrica para sementes de pinhão-manso (<i>Jatropha curcas </i>L.).
<i>Idesia</i> (<i>Arica</i>), vol. 29, n. 2, p. 79-86. 
<a href = "http://dx.doi.org/10.4067/S0718-34292011000200010" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.4067/S0718-34292011000200010</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=667003&pid=S0871-018X201700040000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>AOSA (2002) - <i>Seed vigor testing handbook</i>.
Association of Official Seed Analysts. Lincoln, NE, USA, 105 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=667004&pid=S0871-018X201700040000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Ataide, G.D.M.; Flôres, A.V.; Eduardo, E.D.L. &amp; Resende,
R.T. (2012) - Adequação da metodologia do teste de condutividade elétrica para sementes
de <i>Pterogyne nitens </i>Tull. <i>Revista Brasileira de Ciências Agrárias</i>,
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<a href = "https://doi:10.5039/agraria.v7i4a1688" target = "_blank">https://doi:10.5039/agraria.v7i4a1688</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=667006&pid=S0871-018X201700040000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Batista, N.A.S.; Luz, P.B.; Sobrino, S.P.; Neves, L.G. &amp;
Krause, W. (2012) - Avaliação da qualidade fisiológica de sementes de feijão-caupi
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0034-737X2012000400017" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0034-737X2012000400017</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=667007&pid=S0871-018X201700040000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face = Verdana size = 2>Brasil (2009) - <i>Regras para análise de sementes.</i> Ministério
da Agricultura e Reforma Agrária SNDA/DNDV/CLAV, Brasília. 365 p.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Dalanhol, S.J.; Rezende, E.H.; Abreu, D.C.A. &amp;
Nogueira, A.C. (2014) - Teste de Condutividade Elétrica em Sementes de <i>Bowdichia
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<a href = "http://dx.doi.org/10.4322/floram.2014.013" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.4322/floram.2014.013</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=667009&pid=S0871-018X201700040000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana
size = 2>Delazeri, P.; Garlet, J. &amp; Souza, G.F. (2016) - Electrical Conductivity
Test in Batches of <i>Schinus molle</i> L. Seeds. <i>Revista Floresta e Ambiente</i>,
vol. 23, n. 3, 413-417. 
<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/2179-8087.142615" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/2179-8087.142615</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=667010&pid=S0871-018X201700040000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Dutra, A.S. &amp; Vieira, R.D. (2006) - Teste de condutividade
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Freitas, A.D.S.;
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Gonzales, J.L.S.;
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622009000400005" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622009000400005</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=667018&pid=S0871-018X201700040000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Hampton, J.M. &amp; Tekrony, D.M. (1995) - <i>Handbook
of vigour test methods</i>. ISTA, Zürich. 117 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=667019&pid=S0871-018X201700040000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = Verdana
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<a href = "http://dx.doi.org/10.18227/1982-8470ragro.v7i1.801" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.18227/1982-8470ragro.v7i1.801</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=667021&pid=S0871-018X201700040000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Lopes, R.R. &amp; Franke, L.B. (2010) - Teste
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Marcos Filho, J. &amp; Vieira,
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Mendonça, E.A.F.; Ramos, N.P. &amp; Fessel, S.A.
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0101-31222003000100004" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0101-31222003000100004</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=667030&pid=S0871-018X201700040000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Munizzi, A.; Braccini, A.L.; Rangel, M.A.S.; Scapim,
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0101-31222010000100020" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0101-31222010000100020</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=667031&pid=S0871-018X201700040000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Oliveira, F.N.; Torres, S.B.; Vieira, F.E.R.;
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= 2>Recebido/received: 2017.02.19</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Recebido
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    <p><font face
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