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<article-id>S0871-018X2017000400017</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA17083</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Desempenho de genótipos de mandioca via metodologia de modelos mistos em Santa Catarina, Brasil]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Genotypic performance of cassava using mixed model in Santa Catarina, Brazil]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Estação Experimental de Urussanga  ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The present work aimed to study via mixed models, the performance of cassava genotypes in the state of Santa Catarina. The experiments were conducted for two consecutive seasons (2010/11 and 2011 /12) in six locations in cassava producers of three regions of the state. Twelve cassava genotypes for industry were evaluated in a randomized block design with three replications. The plots were composed of 30 plants arranged in six rows of five plants with useful area equivalent to the twelve central plants. Productivity of roots at each experiment and the average of all places, stability (MHVG), adaptability (PRVG) and both stability and adaptability (MHPRVG) were evaluated. The cassava clones 269, 849 and 422 stood out among the genotype, being considered promising for cultivation in Santa Catarina. The mixed model methodology is a good tool for evaluating the performance of cassava genotypes in advanced stages of selection.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[adaptabilidade]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 4><b>Desempenho
de genótipos de mandioca via metodologia de modelos mistos em Santa Catarina, Brasil</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>Genotypic performance of cassava using mixed
model in Santa Catarina, Brazil</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><b>Alexsander L. Moreto</b>*, <b>Enilto de O. Neubert</b>, <b>Luiz
A. M. Peruch</b>, <b>Augusto C. Pola</b>, <b>Érica F. P. De Lorenzi</b> e <b>Eduardo C. Nunes</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>Epagri, Estação Experimental de Urussanga,Caixa Postal 49, CEP 88840-000,
Urussanga,SC,  Brasil</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>(*E-mail: <a href="mailto:alexsandermoreto@epagri.sc.gov.br">alexsandermoreto@epagri.sc.gov.br</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 2>O presente trabalho teve como objetivo estudar via modelos mistos, o desempenho
de genótipos de mandioca no estado de Santa Catarina. Os delineamentos experimentais
foram conduzidos durante duas safras consecutivas (2010/11 e 2011/12), em seis municípios
produtores de mandioca de três regiões do estado. Foram avaliados 12 genótipos de
mandioca de indústria no experimento em blocos casualizados com três repetições.
As parcelas eram compostas de 30 plantas dispostas em seis linhas de cinco plantas
com área útil equivalente às doze plantas centrais. Foi avaliada a produtividade
de raízes em cada local e na média de todos os locais, a estabilidade (MHVG), a
adaptabilidade (PRVG) e a estabilidade e a adaptabilidade simultaneamente (MHPRVG).
Os clones de mandioca 269, 849 e 422 destacaram-se entre os genótipos avaliados,
sendo considerados promissores para o cultivo em Santa Catarina. A metodologia de
modelos mistos é uma boa opção para avaliação do desempenho de genótipos de mandioca
em fases avançadas de seleção.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><b>Palavras-chave:</b> adaptabilidade, estabilidade,
<i>Manihot esculenta</i> Crantz, modelos mistos, REML/BLUP.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size
= 3><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>The present work
aimed to study via mixed models, the performance of cassava genotypes in the state
of Santa Catarina. The experiments were conducted for two consecutive seasons (2010/11
and 2011 /12) in six locations in cassava producers of three regions of the state.
Twelve cassava genotypes for industry were evaluated in a randomized block design
with three replications. The plots were composed of 30 plants arranged in six rows
of five plants with useful area equivalent to the twelve central plants. Productivity
of roots at each experiment and the average of all places, stability (MHVG), adaptability
(PRVG) and both stability and adaptability (MHPRVG) were evaluated. The cassava
clones 269, 849 and 422 stood out among the genotype, being considered promising
for cultivation in Santa Catarina. The mixed model methodology is a good tool for
evaluating the performance of cassava genotypes in advanced stages of selection.</font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 2><b>Keywords:</b> adaptability, stability,<i> Manihot esculenta</i> Crantz,
mixed models, REML/BLUP.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A
cultura da mandioca (<i>Manihot esculenta</i> Crantz) tem grande importância social
e económica em Santa Catarina, Brasil, envolvendo 235 municípios de todo o estado
e milhares de produtores. Com uma área plantada de cerca de 22,4 mil hectares e
produção anual de 442 mil toneladas, Santa Catarina figura como o 13º produtor nacional
de mandioca, mas fica em quinto lugar quando o assunto é produtividade, atingindo
19,7 toneladas por hectare. Da produção total, considerando a safra 2017 com 22.400
hectares, estima-se que 100 mil toneladas sejam destinadas à fabricação da farinha,
100 mil toneladas para produção de polvilho e fécula e 242 mil toneladas consumidas
<i>in natura</i>, na alimentação animal e humana (CEPA, 2017).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>No estado, diversos trabalhos de pesquisa vêm sendo realizados
com a finalidade de disponibilizar novos cultivares de mandioca aos produtores das
várias localidades onde se cultiva a mesma.</font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 2>É sabido que o ambiente em que um cultivar/genótipo é cultivado afeta a
sua expressão fenotípica. Assim, quanto mais variar as condições ambientais maiores
serão as chances de ocorrer variações inclusive na expressão dos caracteres de interesse
agronómico da cultura. Esse fenómeno é conhecido como interação genótipos <i>versus</i>
ambientes (GxE) e é um complicador nos trabalhos de melhoramento. Vários autores
vêm estudando essa interação em culturas de interesse económico como arroz (Borges
<i>et al</i>., 2010; Regitano Neto <i>et al</i>., 2013), trigo (Silva <i>et al</i>.,
2011), cana-de-açúcar (Zeni Neto <i>et al</i>., 2008), milho (Milani <i>et al</i>.,
2012), feijão (Carbonell <i>et al</i>., 2007), pêssego (Moreto e Della Bruna, 2013),
cenoura (Silva <i>et al</i>., 2012), entre outros.</font></p>

    <p><font face
= Verdana size = 2>No desenvolvimento de novos clones de mandioca (<i>Manihot esculenta</i>
Cranz), convive-se constantemente com problemas da interação genótipos x ambientes
(GxE). O desejável é que os cultivares possuam adaptabilidade a vários ambientes
e possuam boa estabilidade, porém o fator interação desses com o meio faz com que,
na maioria das vezes, sejam indicados a ambientes específicos e restritos a determinadas
condições ambientais (Campbell e Jones, 2005). Assim, quando se analisa clones em
vários ambientes é de se esperar que o desempenho não seja idêntico em todos esses
locais (os ambientes), refletindo as diferentes reações dos clones às mudanças ambientais
as quais foram submentidos (Ramalho <i>et al</i>., 1993; Carbonell e Pompeu, 2000).
</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A avaliação do desempenho dos clones
em locais estratégicos e dos parâmetros de estabilidade fenotípica permite a identificação
de clones promissores na região onde são avaliados.</font></p>

    <p><font face
= Verdana size = 2>É sabido que a seleção baseada em procedimento biométrico inadequado
pode ser ineficiente devido ao confundimento entre efeitos genotípicos e efeitos
ambientais. Nesta situação, o procedimento ótimo de seleção é o que envolve a estimação
de componentes de variância pelo método da máxima verossimilhança restrita (REML)
e a predição dos valores genotípicos pela melhor predição linear centrada (BLUP)
(Resende, 2007b).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>Segundo Carbonell
<i>et al</i>. (2007), a seleção simultânea para produção, estabilidade e adaptabilidade,
no contexto de modelos mistos, pode ser realizada pelo método da média harmónica
da <i>performance</i> relativa dos valores genéticos preditos (MHPRVG). Esse método,
proposto por Resende (2004), é similar às metodologias de Annicchiarico (1992) e
de Lin e Binns (1988) e permite, segundo Sturion e Resende (2005), realizar a seleção
para os três atributos mencionados de forma simultânea, além de apresentar outras
vantagens.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Nesse contexto, o presente
trabalho teve como objetivo estudar via modelos mistos, o desempenho de genótipos
de mandioca avaliados em diferentes regiões do Estado de Santa Catarina.</font></p>

    <p><font face = Verdana size
= 3><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Os delineamentos experimentais foram realizados
durante duas safras consecutivas (2010/11 e 2011/12), em seis municípios produtores
de mandioca, os quais estão representadas as três regiões produtoras do estado de
Santa Catarina. Foram avaliados 12 genótipos de mandioca no delineamento blocos
casualizados com três repetições. As parcelas eram compostas de 30 plantas dispostas
em seis linhas de cinco plantas com área útil equivalente às doze plantas centrais.
Os 12 tratamentos (genótipos) foram compostos por seis clones: 70 (raiz branca);
110 (raiz marrom); 269 (raiz branca); 422 (raiz marrom); 530 (raiz marrom) e 849
(raiz marrom), escolhidos em função do bom desempenho nas avaliações realizadas
na Estação Experimental de Urussanga e no Campo Experimental de Jaguaruna e seis
testemunha correspondentes aos cultivares mais plantados em cada município produtor,
entre eles os cultivares Rama Preta (raiz com película externa marrom), Vermelhinha
(marrom), Mandim Branca (raiz com película externa branca), IAC 14 (marrom), CETREC
(branca) e o cultivar SCS 253 Sangão (marrom clara) (<a href="#q1">Quadro 1</a>). Foram utilizados
dados de produtividade (toneladas de amido/hectare), obtidos pela multiplicação
da produção de raízes e o percentual de amido determinado pelo método da balança
hidrostática (amostra de 3 kg de raízes).</font></p>

    <p>    <br></p>

<a name = "q1"><img src = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a17q1.jpg"></a>

    
<p>    <br></p>

    <p><font face = Verdana
size = 2>Os delineamentos experimentais foram conduzidos pelos produtores parceiros
e submetidos às mesmas condições que sua lavoura comercial.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Para as análises estatísticas, utilizou-se o seguinte modelo
matricial:</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>y = Xf + Zg + Qa + Ti
+ Wt + e</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>em que: y o vetor de observações;
<i>f </i>o vetor dos efeitos das combinações repetição-local-ano (efeitos fixos
do modelo) somados à média geral; <i>g </i>o vetor de efeitos genotípicos (assumido
como aleatórios); <i>a </i>é o vetor dos efeitos da interação de genótipos com anos
(aleatórios); <i>i </i>o vetor dos efeitos das interações de genótipos x locais
(aleatório); <i>t </i>o vetor dos efeitos da interação tripla genótipos x locais
x anos (assumidos como aleatórios); <i>e </i>o vetor de erros (aleatórios). As letras
maiúsculas representam as matrizes de incidência para os referidos efeitos (Resende,
2007a).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Como foram avaliados 12 genótipos,
os efeitos foram considerados como aleatórios, conforme Resende e Duarte (2007),
que recomendam tratar efeitos genotípicos como aleatórios quando o número de tratamentos
for igual ou superior a 10.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Foi realizada
a análise de <i>deviance</i>, recomendada para análise de série de ensaios desbalanceados
(Resende, 2007a) e a significância dos efeitos do modelo foi testada por meio da
razão da verosimilhança (Likelihood Ratio Test ou LRT). As <i>deviance</i> foram
obtidas por meio de análises com e sem os efeitos de <i>g, ga, gl </i>e <i>gla</i>.
Em seguida, subtraiu-se de cada <i>deviance</i> do modelo completo a <i>deviance</i>
do modelo reduzido, e confrontando-o com o valor do qui-quadrado com um grau de
liberdade, a 1% e 10% de probabilidade.</font></p>

    <p><font face = Verdana size
= 2>Foi avaliada a produtividade em cada local e na média de todos os locais; a
estabilidade através da média harmónica dos valores genéticos através das safras
– (MHVG), em que, a seleção pelos maiores valores da média harmónica dos valores
genotípicos implica simultaneamente seleção para produtividade e estabilidade; a
adaptabilidade através da <i>performance</i> relativa dos valores genéticos em relação
a média de cada safra – (PRVG), em que, os valores genotípicos preditos são expressos
como proporção da média geral de cada local e, posteriormente, obtém-se o valor
médio desta proporção através dos locais; e a estabilidade e a adaptabilidade simultaneamente,
através da média harmónica da performance relativa dos valores genéticos (MHPRVG),
que permite selecionar pelos três atributos mencionados, conforme Resende (2007b).</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>As análises foram realizadas com a aplicação SELEGEN
REML/BLUP (Resende, 2007a).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size
= 2>No <a href="/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a17q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a> é apresentado o resultado da análise de <i>deviance</i> para os
efeitos de genótipos, efeitos das interações genótipos x anos, genótipos x locais
e genótipos x locais x anos, seus respectivos componentes de variância, coeficientes
de determinação e correlações na análise conjunta dos seis locais e dois anos safra.
Verificou-se pelo teste de qui-quadrado, aplicado sobre a razão entre as verossimilhanças
(LRT) do modelo completo ou saturado em relação ao modelo reduzido, significância
dos efeitos de genótipos (P&#8804;0,10) e da interação tripla genótipos x locais
x anos (P&#8804;0,01), bem como seus componentes de variância (V<sub>g</sub> e V<sub>gla</sub>)
e coeficientes de determinação (h<sup>2</sup><sub>g </sub>e c<sup>2</sup><sub>gla</sub>)
dos respectivos efeitos. Os efeitos das interações genótipos x anos e genótipos
x locais, assim como seus respectivos componentes de variância (V<sub>ga</sub> e
V<sub>gl</sub>) e seus coeficientes de determinação (c<sup>2</sup><sub>ga e c</sub><sup>2</sup><sub>gl</sub>)
não foram significativos para explicar a variação total dos dados nos ensaios (
<a href="/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a17q2.jpg" target = "_blank">Quadro
2</a>). A análise de <i>deviance</i> evidenciou assim, a presença de variabilidade genética
entre os genótipos testados e interação entre genótipos, locais e anos.</font></p>

    
<p><font face = Verdana size = 2>Os coeficientes de determinação (c<sup>2</sup><sub>ga</sub>
para a interação genótipos x anos; c<sup>2</sup><sub>gl</sub> para interação genótipos
x locais e c<sup>2</sup><sub>gla</sub> para a interação genótipos x locais x anos)
indicam o quanto cada componente contribui para a variância fenotípica total (Borges
<i>et al</i>., 2010). Sendo assim, a interação genótipos x locais x ano contribuiu
significativamente com 18,8% do total da variância. As demais interações, genótipos
x anos e genótipos x locais contribuíram com 3,0% e 0,5%, respectivamente, consideradas
não significativas para os níveis de teste considerados. A não detecção da significância
das interações duplas traduz que as variações das condições climáticas ocorridas
em cada localidade, durante as duas safras de avaliação, não refletiram numa mudança
significativa de comportamento dos genótipos estudados, assim como suas respostas
nos diferentes ambientes dentro da mesma safra.</font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 2>Regitano Neto <i>et al</i>. (2013), que estudaram o comportamento de 16
genótipos de arroz de terras altas no estado de São Paulo por meio de diferentes
metodologias, identificaram interação significativa apenas para genótipos x locais
x anos. Segundo eles, a participação desse tipo de interação na variância total
foi de 33%. A significância da participação da interação genótipos x ambientes na
fração total da variação fenotípica tem sido demonstrada por diversos autores, em
diversas culturas utilizando a metodologias de modelos mistos. Borges <i>et al</i>.
(2010) em seus estudos com arroz de terras altas identificaram significância para
as interações duplas genótipos x anos (V<sub>ga</sub>) e genótipos x locais (V<sub>gl</sub>),
com magnitudes superires da interação V<sub>gl</sub>. Verardi <i>et al</i>. (2009),
confirmaram em seus trabalhos de adaptabilidade e estabilidade da produção de borracha
em progênies de seringueira que a magnitude da interação genótipos x ambientes foi
alta indicando a presença de interação genótipos x ambientes do tipo complexa. Milani
<i>et al</i>. (2012) reportam contribuição de 24,3% atribuídas às interações para
rendimento de grãos de 43 híbridos de milho em estágio avançado de avaliação.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>O efeito de genótipos (h<sup>2</sup>g), considerado
significativo (P&#8804;0,1), apresentou contribuição relativa de 11,6% para a variação
observada na produtividade de amido/hectare (<a href="/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a17q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>). Estes valores significativos
e diferentes de zero indicam possibilidade de sucesso com a seleção dos melhores
genótipos.</font></p>

    
<p><font face = Verdana size = 2>As estimativas das correlações
genotípica através dos anos (r<sub>ga</sub>) e correlações genotípicas através dos
locais (r<sub>gl</sub>) foram de alta magnitude, 0,79 e 0,96 respectivamente. Valores
plausíveis uma vez que no presente estudo não foram observados efeitos significativos
(P&#8804;0,1) para as interações desse tipo. Já a estimativa da correlação genotípica
através dos anos e locais, válida para qualquer local (r<sub>gla</sub>), foi de
baixa magnitude, o que nos leva a crer na ação da interação tripla na estimação
desse tipo de correlação, corroborando no mesmo sentido com as demais estimativas
obtidas no presente estudo (<a href="/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a17q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>).</font></p>

    
<p><font face = Verdana size
= 2>Na seleção dos genótipos com melhores valores genotípicos preditos referentes
à produção de amido por hectare, para a média de todos os ambientes, obteve-se uma
classificação em função dos componentes de médias e são apresentados do <a href="#q3">Quadro 3</a>.
Entre estes, destaca-se os seguintes: clone 269; clone 849; Rama Preta; CETREC e
clone 422. Os ganhos obtidos com a seleção dos referidos genótipos foram, respectivamente:
18,1%; 10,0%; 7,2% 5,7% e 4,6% (<a href="#q3">Quadro 3</a>). Tendo em vista que entre os cinco primeiros
colocados estão três clones que estão em estágio avançado de avaliação, tais valores
tornam-se significativos, pois evidencia o sucesso quanto a disponibilização de
novos cultivares aos produtores interessados. Como se trata de um método de caráter
conservador, que penaliza os valores genotípicos preditos, o mesmo comportamento
das médias genotípicas (u+g) do caráter é esperado, quando os genótipos eleitos
forem submentidos a ambientes diversos (Maia <i>et al</i>., 2009).</font></p>

    <p>    <br></p>

<a name = "q3"><img src = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a17q3.jpg"></a>

    
<p>    <br></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>O valor genotípico médio nos vários ambientes
(u+g+gem) capitaliza uma interação média com todos os ambientes, e nessa capitalização
da interação está intrínseca a escolha de genótipos mais estáveis e mais adaptados
à gama de ambientes aos quais foram instalados os delineamentos experimentais. Aqui
se repete os genótipos escolhidos pela média genotípica livres da interação (<a href="#q3">Quadro
3</a>) e sua recomendação pode ser extrapolada para o plantio em vários ambientes, respeitando-se
o padrão da interação dos locais de experimentação (Resende, 2007a).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Considerando a seleção dos genótipos em cada local
de avaliação, o <a href="/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a17q4.jpg" target = "_blank">Quadro 4</a> mostra a classificação 
em ordem decrescente dos genótipos
avaliados em função dos valores genotípicos preditos em cada local (u+g+ge) para
o caráter produtividade de amido por hectare. No presente trabalho, os clones 269
e 849 mantiveram-se sempre entre os mais produtivos, em todos os locais testados,
o que torna-se patente inferir que esses genótipos não interagem de forma significativa
com os locais mantendo-se sempre em primeiro e segundo na ordem de classificação
(<a href="/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a17q4.jpg" target = "_blank">Quadro 4</a>). Os genótipos SCS 253 Sangão, clone 110 e Mandim Branca estão sempre
nas piores colocações em todos os locais, o que evidencia que os mesmos não contemplam
características positivas em seus genomas para componentes da produtividade. Maia
<i>et al</i>. (2009), selecionando clones de cajueiro, também identificou genótipos
promissores em todos os ambientes avaliados assim como genótipos com desempenho
ruim nos vários ambientes.</font></p>

    
<p><font face = Verdana size = 2>De
maneira geral os genótipos que apresentaram valores negativos de g+ge são genótipos
que estão abaixo da média geral do delineamento experimental e numa seleção que
se considerasse apenas a característica produtividade de amido por hectare eles
seriam descartados. Entre os demais (g+ge positivos) fica a critério de o melhorista
estabelecer o nível de corte para suas seleções, podendo em cada local específico
selecionar algum outro genótipo de interesse além dos dois anteriormente mencionados,
fazendo alusão a seleção regionalizada.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size
= 2>A interação genótipos x ambientes é decorrente da variação do desempenho dos
genótipos nos vários ambientes, isto é, reflete as diferentes sensibilidades dos
genótipos às mudanças do ambiente e pode ser pautado na estimação da adaptabilidade
e da estabilidade fenotípica. No <a href="/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a17q5.jpg" target = "_blank">Quadro 5</a>, estão 
apresentados os resultados sobre
a estabilidade (MHVG), adaptabilidade (PRVG) e estabilidade e adaptabilidade simultaneamente
(MHPRVG), para o caráter produção de amido por hectare de raiz de mandioca colhida.</font></p>

    
<p><font face = Verdana size = 2>Os valores da MHVG – Média harmónica dos valores
genotípicos, para os doze genótipos avaliados, são os próprios valores da produtividade
de amido penalizados pela instabilidade. Esta média indica a previsibilidade, isto
é, a manutenção da produtividade, frente a ambientes diversos. Assim, a seleção
baseada neste critério contempla os dois atributos simultaneamente, genótipos produtivos
e estáveis. Segundo esse critério os seis genótipos que melhor associam essas duas
características em ordem decrescente são: Clone 269; Vermelhinha, Rama Preta; clone
849; CETREC e clone 422 (<a href="/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a17q5.jpg" target = "_blank">Quadro 5</a>). Segundo Vencovsky e Torres (1988), para o produtor
rural, é de fundamental importância que uma cultivar seja estável ao longo dos anos.</font></p>

    
<p><font face = Verdana size = 2>Dos seis melhores genótipos classificados para
MHVG, um (Vermelhinha) não está entre os seis melhores pela análise conjunta dos
valores genotípicos (<a href="#q3">Quadro 3</a>). O cultivar Vermelhinha que foi classificado como
oitavo colocado na análise conjunta, foi classificado como segundo colocado para
o parâmetro MHVG. A boa posição desse genótipo para MHVG foi por ele estar presente
apenas no ambiente com maior média geral (Treze de Maio) e não ter sofrido penalização
por estar nos demais ambientes. Por isso, segundo Zeni-Neto <i>et al</i>. (2008),
em delineamentos experimentais não equilibrados desbalanceados, a seleção baseada
somente no critério MHVG deve ser empregada com cautela, visto que genótipos podem
ser privilegiados ou penalizados por não serem testados em todos os ambientes.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A adaptabilidade de valores genéticos pode ser
predita por meio do método Performance Relativa dos Valores Genéticos (PRVG). A
adaptabilidade avalia o nível de resposta ao estimulo ambiental, ou seja, a capacidade
de os genótipos responderem de forma vantajosa à melhoria do ambiente (Mariotti
<i>et al</i>., 1976). A Tabela 5 classifica os genótipos que apresentaram maior
sinergismo adaptativo nos diferentes ambientes para o caractere estudado. Utilizando
o produto da PRVG pela média geral (MG), obteve-se a coluna PRVG*MG a qual classifica
os genótipos na seguinte ordem decrescente: clone 269; clone 849; Rama Preta; CETREC
e clone 422 e clone 70, indicado que tais genótipos respondem com vantagem a melhoria
dos ambientes.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Com relação à seleção
simultânea por produtividade, adaptabilidade e estabilidade, no contexto de modelos
mistos, Resende (2004) comenta que pode ser realizada pelo método da Média Harmónica
da Performance Relativa dos Valores Genéticos (MHPRVG). Esse método se baseia em
valores genotípicos preditos, via modelos mistos, e agrupa, numa única estatística,
a estabilidade, a adaptabilidade e a produtividade, facilitando e muito, a seleção
de genótipos superiores (Regitano Neto <i>et al</i>., 2013). Aplicando o referido
método MHPRVG, destacam-se os genótipos: clone 269; clone 849; Rama Preta; CETREC,
clone 422 e clone 70 como os seis de melhores performances para produtividade de
amido por hectare, semelhante ao observado no método PRVG.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>De acordo com Zeni-Neto <i>et al</i>. (2008) os valores
de PRVG e MHPRVG indicam exatamente a superioridade média do genótipo em relação
a média do ambiente ao qual ele foi testado, então o clone 269 tem superioridade
de 1,18 vezes a média dos locais em que foi cultivado, seguido pelos genótipos clone
849 e Rama Preta, ambos com 1,02 em relação à média dos locais. Entre os seis melhores
genótipos selecionados pelo método MHVG, apenas a Vermelhinha não foi coincidente
para os demais métodos. Dentre os melhores, o único que esteve em primeira posição
no ordenamento pelos três métodos simultaneamente foi o clone 269 (<a href="/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a17q5.jpg" target = "_blank">Quadro 5</a>). Diante
dos resultados das avaliações, optou-se pela inscrição no Registro Nacional de Cultivares
(RNC) dos clones 269 e 849, hoje então denominados SCS254 Sambaqui e SCS255 Luna,
respectivamente, os quais são indicados para o cultivo em Santa Catarina, Brasil.</font></p>

    
<p>    <br></p>

    <p><font face = Verdana size
= 3><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Os clones de mandioca 269, 849 e 422 se destacaram
entre os genótipos avaliados, sendo considerados promissores para o cultivo em Santa
Catarina.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>Entre os clones com melhor
desempenho, dois são de raízes de película marrom (clones 849 e 422) e um de película
branca (clone 269), atendendo demandas de produtores de farinha e fécula do Estado
de Santa Catarina.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>O clone 269 apresentou
o de melhor desempenho entre os genótipos avaliados para todas as estatísticas utilizadas
(MHVG, PRVG e MHPRVG), proporcionando ganhos significativos com sua seleção.</font></p>

    <p>    <br></p>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>Referências Bibliograficas</b></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Annicchiarico, P. (1992) - Cultivar adaptation
and recommendation from alfalfa trials in Northern Italy. <i>Journal of Genetics
and Plant Breeding</i>, vol. 46, p. 269-278.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=669111&pid=S0871-018X201700040001700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = Verdana
size = 2>Borges, W.; Soares, A.A.; Reis, M.S.; Resende, M.D.V.; Cornélio, V.M.O.;
Leite, N.A. &amp; Vieira, A.R. (2010) - Desempenho genotípico de linhagens de arroz
de terras altas utilizando metodologia de modelos mistos. <i>Bragantia</i>, vol
.69, n. 4, p. 833-841. 
<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0006-87052010000400008" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0006-87052010000400008</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=669113&pid=S0871-018X201700040001700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Campbell, B.T. &amp; Jones, M.A. (2005) - Assessment
of genotype x environment interactions for yield and fiber quality in cotton performance
trials. <i>Euphytica</i>, vol. 144, p. 69-78. 
<a href = "http://dx.doi.org/10.1007/s10681-005-4336-7" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1007/s10681-005-4336-7</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=669114&pid=S0871-018X201700040001700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Carbonell, S.A.M.; Chiorato, A.F.; Resende, M.D.V.;
Dias, L.A.S.; Beraldo, A L.A. &amp; Perina, E.F. (2007) - Estabilidade de cultivares
e linhagens de feijoeiro em diferentes ambientes no estado de São Paulo. <i>Bragantia</i>,
vol. 66, n. 2, p. 193-201. 
<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0006-87052007000200003" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0006-87052007000200003</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=669115&pid=S0871-018X201700040001700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Carbonell, S.A.M. &amp; Pompeu, A.S. (2000) -
Estabilidade fenotípica de linhagens de feijoeiro em três épocas de plantio no Estado
de São Paulo. <i>Pesquisa Agropecuária Brasileira</i>, vol. 35, n. 2, p. 321-329.
<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-204X2000000200011" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-204X2000000200011</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=669116&pid=S0871-018X201700040001700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>CEPA (2017) - <i>Boletim Agropecuário</i>, n. 48. Centro de Socioeconomia
e Planejamento Agrícola [cit. 2017-06-28] &lt;
<a href = "http://docweb.epagri.sc.gov.br/website_cepa/Boletim_agropecuario/boletim_agropecuario_n48.pdf" target = "_blank">http://docweb.epagri.sc.gov.br/website_cepa/Boletim_agropecuario/boletim_agropecuario_n48.pdf</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=669117&pid=S0871-018X201700040001700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->
</font></p>

    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Lin, C.S. &amp; Binns, M.R.
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Maia, M.C.C.; Resende, M.D.V.; Paiva, J.R de;
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Mariotti, I.A.; Oyarzabal, E.S.; Osa, J.M.; Bulacio, A.N.R.
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Milani, K.F.; Miotto, A.A.; Coan, M.M.D.; Camacho,
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Moreto,
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Ramalho, M.A.P.;
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Regitano Neto, A.; Junior, E.U.R.; Gallo, P.B.; Freitas,
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S1806-66902013000300013" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S1806-66902013000300013</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=669131&pid=S0871-018X201700040001700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Resende, M.D.V. (2004) - <i>Novas abordagens estatísticas
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Resende, M.D.V.
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    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Resende, M.D.V. (2007b) - <i>Matemática e estatística
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Resende, M.D.V. de &amp; Duarte,
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Silva, R.R.; Benin, G.; Silva, G.O.da; Marchioro,
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-204X2011001100004" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-204X2011001100004</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=669140&pid=S0871-018X201700040001700018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Silva, G.O; Carvalho, A.D.F; Vieira, J.V. &amp;
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Vencovsky,
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Verardi, C.K.; Resende,
M.D.V.; Costa, R.B.da &amp; Gonçalves, P.S. (2009) - Adaptabilidade e estabilidade
da produção de borracha e seleção em progênies de seringueira. <i>Pesquisa Agropecuária
Brasileira</i>, vol. 44, n. 10, p. 1277-1282. 
<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-204X2009001000010" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-204X2009001000010</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=669147&pid=S0871-018X201700040001700022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Zeni-Neto, H.; Oliveira. R.A. de; Daros, D.;
Bespalhok Filho, J.C.; Zambon, J.L.C.; Ido, O.T. &amp; Weber, H. (2008)
- Seleção para produtividade, estabilidade e adaptabilidade de clones de cana de
açúcar em três ambientes no estado do Paraná via modelos mistos. <i>Scientia Agraria</i>,
vol. 9, n. 4, p. 425-430.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=669148&pid=S0871-018X201700040001700023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <p>    <br></p>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>Agradecimentos</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A FAPESC e ao CNPq pelo apoio financeiro e aos
produtores parceiros e aos técnicos da Epagri que contribuíram para o bom andamento
dos trabalhos em seus respectivos municípios de atuação (Araranguá, Treze de Maio,
Sangão, Jaguaruna, Trombudo Central e Chapecó).</font></p>

    <p>    <br></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>Aceite/accepted:
2017.07.29</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>Recebido/received: 2017.03.30</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Recebido em versão revista/received in revised form: 2017.07.07</font></p>

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