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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA17040</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Gestão de infestantes em vinhas, olivais e pomares]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Weed management in vineyards, olive groves and orchards]]></article-title>
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<fpage>170</fpage>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This article reviews literature about weed management in vineyards and the most important fruit orchards in Portugal. Data from 2015 for the areas and the most important perennial fruit crops areas and yields in Portugal - grapevine, olive, apple, pear and citrus - are presented. The major losses and benefits arising from weed interference in these crops are detailed. Studies about weed competition, major control methods (mechanical control, chemical control, and cover cropping) are presented, as well as their advantages and disadvantages. Finally, it is discussed the suitability of the integration of the three weed control techniques to maximize the advantages of each one and avoid their drawbacks.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[citrinos]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[enrelvamento]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[soil tillage]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 4><b>Gestão
de infestantes em vinhas, olivais e pomares</b></font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 3><b>Weed management in vineyards, olive groves and orchards</b></font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 2><b>João Portugal</b><sup>1,*</sup>, <b>Ana Monteiro</b><sup>2</sup> e <b>João Pedro Luz</b><sup>3</sup></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i><sup>1</sup>Instituto Politécnico de Beja,
Escola Superior Agrária, Rua Pedro Soares, 7800-295 Beja, Portugal</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i><sup>2</sup>Linking Landscape, Environment,
Agriculture and Food (LEAF), Instituto Superior de Agronomia, Universidade de Lisboa,
Tapada da Ajuda, 1349-017 Lisboa, Portugal</i></font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 2><i><sup>3</sup>Instituto Politécnico de Castelo Branco, Escola Superior
Agrária, Quinta da Senhora de Mércules, 6001-909 Castelo Branco, Portugal</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>(*E-mail: <a href="mailto:jportugal@ipbeja.pt">jportugal@ipbeja.pt</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>RESUMO</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>A implementação de culturas perenes, em Portugal,
sofreu nas últimas décadas grandes alterações quer na instalação da cultura quer
nas técnicas de gestão. Este artigo revê a gestão das infestantes nas principais
culturas perenes em Portugal, o que se julga pertinente dado que se tem verificado
a implementação de sistemas de modo de produção biológica (MPB) e de produção integrada
(MProdi). Por infestante, os autores, consideram as populações de uma dada espécie
vegetal que acima de determinados níveis e sob condicionalismos ecológicos particulares
sejam responsáveis por prejuízos &quot;líquidos&quot; (balanço benefícios-prejuízos
negativo) inaceitáveis em termos económicos e/ou ecológicos ou sociais. Primeiramente,
apresentam-se os dados de 2015 relativamente às áreas e produções das culturas perenes
mais importantes em Portugal – vinha, olival, pomares de macieira, pereira e citrinos.
De seguida, referem-se os principais prejuízos e benefícios das infestantes, salientando-se
os estudos relativos aos prejuízos na vinha e os meios de controlo disponíveis mais
adotados–mobilização do solo, controlo químico e enrelvamento, as vantagens e inconvenientes
de cada método. Por último, refere-se a conveniência da integração das técnicas
de gestão, de modo a potenciar os benefícios de cada uma e evitar as suas limitações.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><b>Palavras-chave: </b>citrinos, enrelvamento,
herbicidas, macieira, pereira, proteção integrada, mobilização do solo.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana size
= 3><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>This article
reviews literature about weed management in vineyards and the most important fruit
orchards in Portugal. Data from 2015 for the areas and the most important perennial
fruit crops areas and yields in Portugal - grapevine, olive, apple, pear and citrus
- are presented. The major losses and benefits arising from weed interference in
these crops are detailed. Studies about weed competition, major control methods
(mechanical control, chemical control, and cover cropping) are presented, as well
as their advantages and disadvantages. Finally, it is discussed the suitability
of the integration of the three weed control techniques to maximize the advantages
of each one and avoid their drawbacks.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><b>Keywords: </b>apple,
citrus, cover cropping, herbicides, IWM, pear, soil tillage.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Em Portugal, o sistema convencional, ainda amplamente
usado pelos fruticultores, tem vindo a ser substituído pelo modo de produção biológico
(MPB) e pela produção integrada (MProdi). Esta mudança deve-se a fatores económicos,
à consciencialização do produtor para questões ambientais e às exigências do mercado.
São diversas as causas que têm provocado uma alteração na gestão das infestantes
nas culturas perenes. Salienta-se a implementação do regadio em muitas áreas afetas
a estas culturas, o aumento do preço dos combustíveis, com o consequente aumento
dos custos das mobilizações, a diminuição das substâncias ativas (s.a.) herbicidas
disponíveis (<a href="/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a18q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>) e o baixo custo do herbicida glifosato, mas também a atribuição
de ajudas da Política Agrícola Comum (PAC) a práticas como o enrelvamento. A razão
de alguns herbicidas terem deixado de estar homologados resultou da reanálise feita
aos pesticidas em consequência de Directiva 91/414/EEC, de 15 de julho de 1991,
de que resultou uma diminuição significativa de s.a. disponíveis no mercado.</font></p>

    
<p><font face = Verdana size
= 2><i>Área e produtividade</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>As
principais culturas perenes em Portugal ocupam áreas muito significativas do território,
assumindo grande importância económica e social nas regiões onde estão implantadas.
É de referir que as infestantes nestas culturas podem causar prejuízos de ordem
económica não negligenciáveis. De acordo com o INE (2016), em 2015, a oliveira (<i>Olea
europaea</i> L. subsp. <i>europaea</i>) ocupava a maior área (351341&nbsp;ha), com
uma produção de 702140&nbsp;t de azeitona para azeite e 20752&nbsp;t de azeitona
de mesa. O Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo (CEPAAL, 2017) refere
que o Alentejo responsável por 76% da produção de azeite em Portugal, é a região
que sustenta o aumento da produção nacional dos últimos anos, em resultado da entrada
em produção dos novos olivais intensivos (300 a 400 árvores por hectare) e superintensivos
(com 900 a 2000 árvores por ha) de regadio. A alteração das densidades e a introdução
do regadio no olival acarretou alterações importantes em inúmeras operações culturais,
designadamente na gestão das infestantes que, tradicionalmente era feita com recurso
a mobilizações (Máximo, 2013). O uso do glifosato passou a ser uma prática corrente,
o que levou inclusivamente à ocorrência de populações resistentes em avoadinha-peluda
(<i>Conyza bonariensis</i> (L.) Cronquist) e em avoadinha (<i>Conyza canadensis</i>
(L.) Cronquist) (Mendes <i>et al</i>., 2012; Calha <i>et al</i>., 2013).</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>A vinha (<i>Vitis vinifera</i> L. subsp. <i>vinifera</i>),
em 2015, era a segunda cultura perene em termos de área, ocupando 178957&nbsp;ha,
com uma produção próxima dos sete milhões de hL de vinho e de 19032&nbsp;t de uva
de mesa. Também nesta cultura ocorreu a introdução do regadio em algumas regiões
e uma maior utilização do glifosato no controlo das infestantes. O controlo químico
baseado no glifosato, tal como no olival, induziu a resistência adquirida ao glifosato
nas vinhas do Douro, em particular na sub-região de Cima Corgo, em populações de
erva-febra e azevém-perene (<i>Lolium rigidum </i>Gaudin e <i>Lolium perenne</i>
L.) numa área de cerca de 10000&nbsp;ha (Portugal <i>et al., </i>2013).</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>Os citrinos, em 2015, ocupavam 20109&nbsp;ha,
com 83% da área com pomares de laranjeiras, doce (<i>Citrus sinensis</i> (L.) Osbeck
(pro. sp.) e azeda (C. <i>aurantium</i> L.), e uma produção de 246639&nbsp;t. No
mesmo ano, a área de tangerineiras (<i>C. reticulata</i> Blanco, <i>C. nobilis</i>
Loureiro, <i>C. sunki</i> Loureiro e <i>C. deliciosa </i>Tenore, entre outras),
pomeleiro (<i>C. paradisi </i>Macf.), torangeira (<i>C. grandis </i>Osbeck) e híbridos
(<i>Citrus clementina</i> T. x, entre outros táxones) foi de 2383&nbsp;ha com uma
produção de 37778&nbsp;t. Podem encontrar-se citrinos por quase todo o país, mas
a produção de laranjas e tangerinas, numa escala comercial, está limitada ao Algarve,
ao litoral alentejano e a algumas zonas microclimáticas espalhadas pelo país. O
limoeiro (<i>Citrus limon </i>(L.) Burm.f.) tem, além dessas localizações, uma importante zona de
produção na região Oeste mas no Algarve os pomares são, em média, três vezes superiores
à dimensão média nacional (Duarte, 2014; Clara, 2016). Tal como nas culturas anteriores,
também num pomar de laranjeiras foi confirmado um caso de resistência adquirida
ao glifosato, na espécie <i>C. bonariensis </i>(Calha <i>et al</i>., 2013a; Simões
<i>et al.,</i> 2013).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Os pomares
de macieiras (<i>Malus domestica </i>Borkh.) e pereiras (<i>Pyrus communis</i> L.),
em 2015, ocupavam áreas similares, 14006&nbsp;ha e 12115&nbsp;ha, respetivamente,
que produziram 324994&nbsp;t de maçã e 141186&nbsp;t de pera (INE, 2016). É na região
do Ribatejo e Oeste que se encontram as maiores áreas destas culturas. A adopção
de novas técnicas levou a que, em 14 anos, a produtividade média de maçã aumentasse
cerca de 72% e, a uns extraordinários 170%, no caso da pera (Batista, 2016).</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>No sector do vinho e do azeite, uma parte da produção
destina-se aos mercados externos, cujo valor das exportações atingiu, em 2015, 737
milhões de euros e cerca de 350 milhões de euros, respetivamente (IVV, 2015; AICEP,
2016). A pera ‘Rocha’, a cultivar predominante em Portugal, movimentou 120 milhões
de euros, dando emprego permanente a 4700 pessoas (ANP, 2015).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>GESTÃO
DO COBERTO DO SOLO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A gestão do
solo do pomar, senso lato, sofreu grandes alterações nas últimas décadas. A mobilização
generalizada do solo foi substituída pela não-mobilização com controlo das infestantes
através do uso de herbicidas. Posteriormente, foi reconhecido o papel positivo de
alguma vegetação espontânea no pomar. Assim, o enrelvamento da entrelinha com coberto
vegetal e a aplicação de herbicida na linha tornou-se na técnica dominante. Os receios
de competição, em particular a hídrica, entre a vegetação natural e a cultura condicionaram
no inicio a implementação do enrelvamento mas a publicação das normas de produção
integrada deram um grande incentivo nesta matéria (ref. Normas Prodi- OILB, 2017,
IOBC, 2004).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Em Portugal, o combate
à vegetação espontânea é uma prática corrente em todas as regiões e na generalidade
das culturas, existindo diferentes abordagens no modo como é feito. O agricultor
deve ter em consideração que os táxones vegetais espontâneos apresentam aspetos
benéficos e prejudiciais. Entre os aspetos benéficos apontam-se os seguintes: a)
reduzem a erosão do solo (Gyssels <i>et al</i>., 2005; Gómez <i>et al</i>., 2009;
López-Vicente <i>et al.</i>, 2016); b) melhoram a transitabilidade das máquinas
agrícolas (Reintam <i>et al.,</i> 2016); c) melhoram a fertilidade e a estrutura
do solo (Folorunso <i>et al.,</i> 1992; Gómez
<i>et al</i>., 2009, 2011); d) funcionam como reservatório de auxiliares (Carlos
<i>et al</i>., 2004; Gonçalves <i>et al</i>., 2012; Calha e Portugal, 2014; Furtado
<i>et al</i>., 2017); e) são hospedeiros alternativos e preferenciais de pragas
(Nentwing, 1998; Böller <i>et al.,</i> 2004; Franco, 2012); f) melhoram a qualidade
da produção, em períodos e em circunstâncias específicas (Lopes <i>et al.,</i> 2008;
Portugal <i>et al.,</i> 2015); g) podem constituir uma fonte de alimento para o
gado; h) alguns táxones, ainda que em pequeno número, são usados para fins medicinais,
na culinária e como aromáticas (Sabugosa-Madeira <i>et al.,</i> 2008; Cunha <i>et
al.,</i> 2011). E, outros ainda, por exemplo do género <i>Plantago</i>, beneficiam
as abelhas, polinizadores importantes dos pomares (Sabugosa-Madeira <i>et al</i>.,
2008). Os principais prejuízos apontados são: a) diminuição da produção, uma vez
que concorrem pela água e nutrientes (Afonso <i>et al</i>., 2003; Lopes <i>et al</i>.,
2011); b) diminuição da qualidade da produção (Portugal <i>et al.</i>, 2015); c)
interferência nas operações culturais, aumentando o tempo necessário para a sua
execução (Colbach <i>et al</i>., 2014); d) hospedeiros de doenças, designadamente
de viroses e micoses (Colbach <i>et al.,</i> 2014) e de pragas, por exemplode ácaros
tetraniquídeos, e outras pragas polífagas, sobretudo durante o período de repouso
vegetativo, permitindo a sobrevivência nuns casos e que prossigam o ciclo de vida
noutros (Santos, 2011).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Tendo em
consideração os benefícios e os prejuízos, perante uma infestação de plantas espontâneasa
melhor atitude a tomar é a de permitir a sua presença em condições que permitam
retirar partido dos seus aspetos benéficos, pelo menos de uma parte deles, e evitar
os aspetos negativos. Esta opção implica um conhecimento profundo da vegetação existente,
nomeadamente da biologia e ecologia das espécies presentes, da sua abundância, assim
como dos meios de controlo disponíveis, em particular, custos, vantagens e inconvenientes.
É com base nestes conhecimentos que é possível implementar um sistema de gestão
da vegetação presente que permita uma melhor sustentabilidade da cultura em termos
económicos, ecológicos e sociais. Com base no exposto, uma das estratégias preconizadas
em MProdi é a manutenção de estruturas funcionais, designadamente, enrelvamento
da entrelinha, enrelvamento em faixas alternadas, margens floridase muros de pedra
(Böller <i>et al., </i>2004; IOBC, 2004; Franco, 2012).</font></p>

    <p><font face
= Verdana size = 2>A maioria das plantas que constituem o elenco florístico das
culturas perenes são espécies que se instalam por semente – terófitos (Domingos,
2008; Pacheco <i>et al.,</i> 2009, Sousa <i>et al.,</i> 2009; Monteiro <i>et al</i>.,
2012; Calha e Portugal, 2013a). O controlo destas espécies revela-se na grande maioria
das situações bastante mais fácil do que aquelas que se multiplicam através de órgãos
de propagação vegetativa, vivazes ou perenes, tipos biológicos designados por hemicriptófitos,
criptófitos, caméfitos e fanerófitos, de acordo com a localização das gemas de renovo.
A propagação por sementes das espécies vivazes e perenes, embora geralmente menos
importante, pode ter um papel relevante no início das infestações e na manutenção
da variabilidade genética permitindo melhorar a adaptação a novas condições ambientais.</font></p>

    <p><font face = Verdana size
= 3><b>IDENTIFICAÇÃO DA VEGETAÇÃO ESPONTÂNEA </b></font></p>

    <p><font face =
Verdana size = 2>A identificação da vegetação espontânea presente na cultura perene
constitui uma etapa decisiva para permitir elencar os táxones infestantes e a escolha
dos meios de gestão a adotar, assim como do período de intervenção em que devem
ser aplicados. De uma forma genérica é conveniente e em geral decisivo, que a identificação
dos táxones vegetais presentes na cultura seja feita nas primeiras fases da vida
das plantas, uma vez que a eficácia dos meios de controlo depende, frequentemente,
da fase de desenvolvimento em que se encontram. Deve ter-se presente que o objetivo,
quando se aplicam medidas de controlo da vegetação infestante, não é a eliminação
total e completa da vegetação, mas antes proceder à sua gestão. Para tanto, e desde
logo, é necessário que o agricultor conheça as espécies presentes e a sua biologia,
designadamente quanto ao ciclo de vida e tipo biológico ou fisionómico; quais os
períodos em que ocorrem as emergências; se são monocotiledóneas ou dicotiledóneas
e fazer uma avaliação da abundância das espécies presentes. Nesta tarefa poderá
recorrer a um técnico ou a livros ou manuais que disponham deste tipo de informação,
de que são exemplo os trabalhos de Moreira <i>et al.</i> (2000), Caixinhas (2001),
Recasens e Conesa (2009), Vasconcelos <i>et al</i>. (2014) e mais recentemente a
sítios da internet como o Flora On – Flora de Portugal interativa (flora-on.pt)
ou ainda a aplicações para telemóveis, na sua maioria gratuitas. Estas novas ferramentas
embora não sejam exaustivas têm a vantagem de estar disponíveis, na grande maioria
das situações, no local onde é necessário proceder à identificação da espécie.</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>De uma forma genérica, pode dizer-se que existe
uma vegetação outono-invernal, cujas primeiras emergências ocorrem depois das primeiras
chuvas outonais, constituída, maioritariamente por espécies anuais. No início da
primavera normalmente a partir de março ocorre novo período de emergências, dependendo
do ano e das regiões, de espécies que vulgarmente se designam de primavera/verão,
na sua maioria constituídas por espécies anuais (Pacheco <i>et al</i>., 2009) mas
também por vivazes (por ex., os geófitos <i>Convolvulus arvensis</i> L. e <i>Cynodon
dactylon </i>(L.) Kuntze) e hemicriptófitos perenes (por ex. <i>Rumex </i>sp. e
<i>Conyza </i>sp.) de difícil controlo.</font></p>

    <p><font face = Verdana size
= 2>Os dados conhecidos relativamente ao elenco florístico que se instala nas culturas
perenes, designadamente em vinhas (Monteiro <i>et al</i>., 2008, 2012), em olivais
(Pacheco <i>et al</i>., 2009; Simões <i>et al</i>., 2014) e em citrinos (Domingos
<i>et al</i>., 2009), mostram claramente que existe uma boa base para a instalação
de enrelvamentos naturais nestas culturas. Os trabalhos de Pacheco <i>et al</i>.
(2009), Calha e Portugal (2013b) e Simões <i>et al.</i> (2014) em olivais no Alentejo,
de Ribeiro <i>et al.</i> (1993) em vinhas no Alto Minho, de Rodrigues (1996) e Sousa
<i>et al</i>. (2009) em vinhas do Alentejo e de Monteiro <i>et al. </i>(2012) na
região vitícola do Dão, ao identificarem a vegetação natural destas culturas para
estas regiões, ajudam os decisores na escolha de táxones para enrelvamento. Pacheco
(2009) chama atenção para a influência do tipo de solo na vegetação espontânea que
se instala, bem como da utilização herbicidas na linha, uma prática relativamente
comum, em olivais intensivos, que conduzem ao aumento de espécies vivazes.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>TÉCNICAS DE GESTÃO DAVEGETAÇÃO ESPONTÂNEA</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>As opções de técnicas para a gestão da vegetação
espontânea são limitadas porque a longevidade das culturas perenes impede o uso
da rotação em períodos curtos e, na maior parte dos casos, da mobilização do solo
(lavoura). As principais técnicas sejam, mecânicas, químicas ou culturais têm todas
vantagens e desvantagens que serão abordadas seguidamente: Prevenção; Mobilização
do solo; Controlo químico (herbicidas); Enrelvamentos; Combinações de técnicas.</font></p>

    <p><font face = Verdana size
= 2><i>Prevenção</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A prevenção
é um pré-requisito para um bom programa de gestão da vegetação natural ou residente.
O gestor deve estar ciente da origem das plantas presentes e tomar as medidas adequadas
para evitar infestações. Em culturas perenes, as ações devem incluir a triagem da
água de irrigação para evitar a importação de sementes, a cuidadosa seleção e limpeza
dos materiais usados em coberturas orgânicas (palhagem) e das alfaias de mobilização,
a utilização de estrumes e outros materiais orgânicos corretamente compostados,
de modo a eliminar propágulos, e a utilização de material de multiplicação vegetativa
isento de sementes estranhas à cultura (Maciel, 2014).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>Mobilização
do solo</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A mobilização é uma
prática corrente em algumas regiões do país, podendo ser feita tanto na entrelinha
como na linha, neste caso com recurso a alfaias específicas para o efeito. No caso
da vinha,o número de mobilizações varia de região para região, porém é relativamente
comum serem efetuadas duas mobilizações na entrelinha, a primeira entre a queda
da folha e o início do abrolhamento (mobilização de outono-inverno) e a segunda
na primavera. Nas regiões quentes e secas faz-se uma mobilização na entrelinha,
normalmente antes de junho, com o objetivo de fazer a amontoa na linha e assim,
conservar a humidade junto das raízes, evitando o escaldão do colo da cepa (Portugal
e Monteiro, 2006). Ao adotar esta técnica, em qualquer das culturas perenes consideradas,
deve ter-se presente o seguinte (Pinheiro <i>et al</i>., 2005; Gómez
<i>et al</i>., 2009; Gucci
<i>et al</i>., 2012; Maciel, 2014; Portugal, 2014):</font></p>

    <p><font face
= Verdana size = 2>-as mobilizações tendem a agravar
a erosão das camadas superficiais do solo, em particular nas parcelas de maior declive,
o que é tanto mais grave na medida em que a camada superficial do solo, que é a
primeira a ser arrastada, é a mais fértil;</font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 2>-os efeitos na fertilidade fazem-se também
sentir pela maior degradação que provocam na matéria orgânica, e tem consequências
particularmente negativas, em particularnas propriedades físicas e biológicas do
solo;</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>-as
mobilizações causam frequentemente danos no sistema radicular, não só porque diminuem
a superfície de assimilação, mas também porque as feridas que causam poderão ser
uma porta de entrada a doenças; </font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>-a grade de disco e a fresa têm um efeito multiplicador
das infestantes vivazes, uma vez ao fragmentarem as estruturas vegetativas de táxones
com rizomas monopodiais (ex. <i>Equisetum </i>sp.) ou simpodiais (ex. <i>Cynodon
dactylon </i>(L.) Pers., <i>Elymus repens </i>(L.) Gould e <i>Panicum repens</i>
L.), cormos (ex. <i>Arrhenatherum elatius </i>Presl subsp. <i>bulbosum </i>(Willdenow)
Hylander), e gemas radiculares (ex. <i>Cardaria draba </i>(L.) Desv., <i>Convolvulus
arvensis </i>L. e <i>Cirsium arvense </i>(L.) Scop.) aumentam o número de propágulos
vegetativos; </font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>-a
fresa tem um efeito negativo na estrutura do solo, sobretudo nos solos mais pesados,
onde promove a compactação do solo, fazendo diminuir a macroporosidade, com consequências
negativas na infiltração da água, no arejamento e a médio prazo no crescimento das
raízes;</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>-os
custos inerentes à sua adoção, tendo em consideração os gastos de energia, as horas
de trabalho e a manutenção das alfaias, são frequentemente superiores ao das outras
técnicas; </font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>-de
uma forma geral as mobilizações promovem a emergência de espécies anuais devido
ao arejamento do solo e ao facto de muitas infestantes serem fotoblásticas positivas;</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>-as mobilizações,
a realizarem-se, deverão ser sempre superficiais e em número reduzido.</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>Salienta-se, todavia, que em situações de resistência
a herbicidas ou de inversão da vegetação é recomendável proceder a mobilizações
de solo na linha e na entrelinha. Por exemplo, a mobilização do olival no caso de
resistência de <i>Conyza </i>sp. ao glifosato (Calha, 2011) ou utilização de inter
cepas no controlo de <i>Lolium </i>spp. resistente ao glifosato na linha das vinhas
do Douro (Calha e Portugal, 2013b; Portugal <i>et al</i>., 2013).</font></p>

    <p><font face = Verdana size
= 2><i>Herbicidas</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>O número
e diversidade de substâncias ativas homologadas para as culturas perenes ainda são
suficientes para garantir uma gestão química adequada da vegetação espontânea (<a href="/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a18q1.jpg" target = "_blank">Quadro
1</a>), apesar da redução verificada com a reanálise feita aos pesticidas pela Diretiva
91/414/EEC, de 15 de julho de 1991.A adoção deste meio de controlo pela maioria
dos agricultores resulta, de um modo geral, da facilidade da sua utilização, da
elevada eficácia que apresenta e do custo, em termos relativos, da sua aplicação.
Em parcelas onde as culturas perenes não estão alinhadas, situação cada vez menos
comum,é mesmo o único meio de controlo das infestantes economicamente passível de
ser usado. Contudo, a utilização de herbicidas não garante o sucesso da operação
cultural nem é isenta de riscos, pelo que a aplicação e a escolha dos produtos a
utilizar são muito importantes, devendo o aplicador atender, entre outros, aos seguintes
aspectos (Calha, 2014): a) verificar se o herbicida é eficaz em relação às principais
espécies infestantes que se pretendem eliminar; b) optar pelo(s) produto(s) menos
tóxicos para o Homem e Ambiente; c) a tratar no momento oportuno, normalmente nos
primeiros estados de desenvolvimento das plantas a controlar, no caso das espécies
anuais; d) aplicar a quantidade de produto correta, tendo em atenção o estado de
desenvolvimento das principais espécies presentes e o tipo de solo; e) pulverizar
uniformemente o produto e, no caso dos produtos de contacto e sistémicos, devem
ter-se precauções para que não se atinjam os órgãos herbáceos das culturas perenes.</font></p>

    
<p><font face = Verdana size = 2>As aplicações de herbicidas residuais são de evitar,
permitindo-se deste modo que ocorram as emergências das espécies espontâneas, fazendo-se
uma intervenção quando se inicia a competição, normalmente no início da primavera,
que poderá ser repetida mais tarde, dependendo do nível de infestação e das disponibilidades
de água no solo, mas nunca na fase final do ciclo produtivo da cultura, uma vez
que a competição já ocorreu e a presença da vegetação espontânea no outono-inverno
é uma mais-valia, em particular no controlo da erosão (Portugal e Vidal, 2013).
</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>Para combater as espécies vivazes
devem aplicar-se produtos sistémicos, porquanto afetam também os propágulos vegetativos,
o que não acontece com os herbicidas de contacto que só afetam a parte aérea das
plantas.As aplicações poderão ser feitas na entrelinha, nas linhas de cultura ou
apenas em zonas onde surgem as espécies mais competitivas (aplicação localizada)
ou ainda em toda a área (aplicação generalizada), dependendo se as aplicações são
acompanhadas de outros meios de gestão da vegetação espontânea (Maciel, 2014). Deve
fazer-se notar que em Produção Integrada só é permitida a aplicação de herbicidas
na linha podendo, no entanto, fazer-se aplicações localizadas no combate a espécies
vivazes de difícil combate. Salienta-se ainda que a não mobilização do solo, com
recurso exclusivamente a herbicidas é considerada uma prática inaceitável em Produção
Integrada (Aguiar <i>et al.,</i> 2005), uma vez que obriga à aplicação de herbicidas
residuais, que são os que deixam maiores quantidades de resíduos no solo e potencialmente
na água.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>No <a href="/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a18q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a> apresentam-se
as substâncias ativas homologadas em Portugal para culturas perenes, designadamente
para oliveiras, citrinos, macieiras e videira com os modos de actuação e modo de
ação de acordo com a classificação do <i>Herbicide Resistance Action Committee</i>
(HRAC, 2017).</font></p>

    
<p><font face = Verdana size = 2>A fim de evitar o aparecimento
de casos de resistência adquirida aos herbicidas, a escolha do herbicida a utilizar
deve ter em consideração o seu modo de ação, devendo evitar-se a repetição de herbicidas
com o mesmo modo de ação em anos consecutivos. Assim, a alternância de herbicidas
com diferentes modos de ação, bem como a adoção de misturas de herbicidas com diferentes
modos de ação, são boas práticas preventivas para evitar o surgimento de novos casos
de resistência (HRAC-BR, 2016).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Ensaios levados a
efeito na região do Douro numa vinha com <i>Lolium</i> sp. resistente ao glifosato,
verificou-se que a utilização combinada de glifosato com herbicidas com diferentes
modos de acção, como o cicloxidime, quizolofope-P-etilo (inibidores da ACCase) ou
flazassulfurão (inibidor de ALS) podem ser alternativas muito eficazes no combate
a essas populações resistentes. O corte na linha e na entre linha, efeutiado após
o afilhamento, não foi tão eficaz como as alternativas químicas descritas atrás,
mas teve um efeito muito positivo na redução do banco de sementes (Portugal <i>et
al.,</i> 2015).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>Enrelvamento</i></font></p>

    <p><font face
= Verdana size = 2>O enrelvamento é um sistema sustentável de gestão do solo recomendado
nas culturas perenes, que consiste na instalação de uma cobertura vegetal, espontânea
ou semeada, que ocupa a totalidade ou parte da parcela (normalmente a entrelinha),
podendo ter carácter temporário ou permanente. Esta técnica é hoje muito utilizada
em várias regiões frutícolas e vitícolas do mundo. Em Espanha, o enrelvamento na
entrelinha já é adoptado em cerca de 30% dos olivais (MAGRAMA,
2015), desconhecendo-se em Portugal a percentagem de olivais que adotam esta
prática, pode dizer-se com alguma segurança que nos olivais intensivos de regadio,
sobretudo nos mais recentes, já é uma prática comum.</font></p>

    <p><font face
= Verdana size = 2>Esta técnica tem como principais objetivos: </font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>- diminuir a erosão da superfície do solo,o que é particularmente
importante quando as parcelas têm declives acentuados e quando ocorrem elevadas
precipitações em curtos períodos de tempo (Battany e Grismer, 2000; Hartwige &amp;
Ammon, 2002; Ruiz-Colmenero <i>et al.,</i> 2011). Esta ação deve-se ao facto da
massa vegetal reduzir substancialmente o impacto das gotas da chuva no solo;</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>- aumentar o arejamento, a infiltração, a retenção
da água do solo e, deste modo, os níveis hídricos disponíveis (o que é muito importante
nalgumas regiões), assim como diminuir as escorrências superficiais de água. Estas
alterações decorrem da melhoria da estrutura do solo, que ocorre devido ao aumento
da macro e microporosidade, resultantes da ação perfurante das raízes, e ao aumento
da matéria orgânica do solo (Folorunso <i>et al.,</i>1992). Ou seja, de acordo com
Saavedra e Muñoz-Cobo (2002), Fonseca e Salazar (2003) e Pinheiro <i>et al.</i>
(2005), o enrelvamento permanente do solo limita a erosão e a escorrência superficial
da água devido aos seus efeitos i) na interceção das gotas da chuva, protegendo
desse modo os agregados; ii) no aumento da infiltração, devido à macro e microporosidade
resultante das raízes das espécies da vegetação; e (iii) no aumento da resistência
ao escorrimento;</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>- aumentar a fertilidade
do solo, sobretudo em azoto e fósforo.O aumento em azoto acontece quando o revestimento
é constituído por leguminosas [luzernas (<i>Medicago </i>spp.), trevos (<i>Trifolium
</i>spp.), ervilhacas (<i>Vicia </i>spp.), serradelas (<i>Ornithopus </i>spp.),
etc.), devido à capacidade que têm de fixar o azoto atmosférico. Já o aumento do
teor em fósforo fica a dever-se, fundamentalmente, à decomposição das raízes da
vegetação espontânea ou semeada que constituem o revestimento vegetal, encontrando-se
este numa forma facilmente absorvida pelas plantas (Rodriguez-Lovelle <i>et al</i>.,
2000; Schreiner e Scagel, 2006; Celette <i>et al</i>., 2009; Ovalle <i>et al.,</i>
2010; Rodrigues, 2013);</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>- diminuir
a lixiviação de azoto e de resíduos de produtos fitofarmacêuticos, em particular
de herbicidas. Este objetivo é atingido porque uma parte dos resíduos são retidos
na matéria orgânica (sendo libertados lentamente através da mineralização) e outra
parte é decomposta pela flora microbiana residente. A acumulação de matéria orgânica
é também, em grande medida, responsável pela diminuição das perdas de azoto por
lixiviação (Saavedra, 2002; Pérez-Álvarez <i>et al.,</i> 2015a e 2015b). Um estudo
com oito anos de duração levado a efeito por Simões <i>et al</i>. (2014) em olival
tradicional de sequeiro, mostrou que o corte do enrelvamento natural na entre linha
efetuado na primavera comparado com o sistema de mobilização tradicional, tinha
efeitos positivos na biodiversidade, na qualidade do solo, sem afetar a produção;</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>- aumentar as micorrizas: o enrelvamento aumenta
a atividade dos fungos micorrízicos promovendo as relações de simbiose com as raízes
das plantas no que concerne à absorção da água e nutrientes (Njeru <i>et al</i>.,
2014);</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>- reduzir a pressão de pragas
e doenças (insetos, nemátodos, fungos e infestantes (Guertal <i>et al.,</i> 1998;
Aballay e Insunza, 2002; Haramoto e Gallandt, 2005; Franco, 2012). Ao aumentar as
populações de fauna auxiliar, pode contribuir para o controlo biológico de algumas
populações de insetos, evitando que atinjam o estatuto de praga. Todavia também
podem aumentar outros fatores de risco (roedores, insetos e infestantes); É de referir
neste ponto o trabalho desenvolvido em olival por Furtado <i>et al</i>. (2017),
onde foi possível constatar que as espécies <i>Anchusa azurea</i>, <i>Lavatera cretica</i>
e <i>Foeniculum vulgare</i>  eram fonte de alimento preferencial de <i>Psyttalia
concolor</i> (Sze´pligeti) (Hymenoptera: Braconidae), um importante parasitóide
de <i>Bactrocera oleae</i> (Rossi) (Diptera: Tephritidae) a praga mais importante
do olival;</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>- modificar a temperatura
do solo e reduzir a evapotranspiração, tendo em conta que a reflexão dos raios solares
se faz sobre o revestimento e não diretamente sobre o solo (Barbeau <i>et al</i>.,
1999);</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>- melhorar a transitabilidade
das máquinas e alfaias, em particular nos períodos em que a precipitação é maior,
uma vez que providencia maior tração (Pinheiro <i>et al</i>., 2005; Osborne <i>et
al</i>., 2008).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Ensaios, conducentes
à viabilidade do enrelvamento em vinha, desenvolvidos no nosso país na região dos
Vinhos Verdes, casta ‘Alvarinho’, mostraram que a permanência de um relvado natural,
dominado por grama (<i>Cynodon dactylon</i> (L.) Pers.) conduziu a perdas de produção
da ordem dos 50%, não se tendo registado contudo diferenças significativas nos parâmetros
da qualidade (Afonso <i>et al.,</i> 2003). Na região de Lisboa (Alenquer), numa
vinha, casta ‘Cabernet Sauvignon’, com relvado permanente semeado e natural, verificou-se
uma diminuição do crescimento vegetativo das videiras (Monteiro e Lopes, 2007; Lopes
<i>et al.,</i> 2008). Todavia, este efeito foi considerado positivo atendendo ao
excesso de vigor que nesta região as videiras normalmente apresentam, o que conduz
a uma maior incidência de ataques de podridão cinzenta (<i>Botrytis cinerea </i>Pers.).
Com a redução de vigor, verificou-se que o microclima dos cachos melhorou, o que
se traduziu numa melhoria da qualidade. Por sua vez, no Alentejo, na zona de Estremoz,
numa vinha regada e com enrelvamento espontâneo, assistiu-se a uma diminuição do
crescimento vegetativo das videiras e da produção, mas também sem alteração significativa
na qualidade. Todavia, concluiu-se que particular atenção devia ser dada ao início
da rega e, no caso do estudo, esta deveria ter sido iniciada mais cedo (Lopes <i>et
al.,</i> 2011).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Em olival, num ensaio
de longa duração, de sistemas de manutenção da superfície do solo, em Castelo Branco,
verificou-se que, ao fim de 12 anos, as parcelas com enrelvamento espontâneo permanente
apresentaram uma produção média superior em 25,6% em azeitona e em 29,2% em azeite,
em relação às parcelas completamente mobilizadas (Luz <i>et al.</i>, 1998). Na modalidade
com enrelvamento permanente a gestão da vegetação foi somente realizada pelo pastoreio
por ovelhas. Ainda em olival de sequeiro, os trabalhos conduzidos por Pinheiro <i>et
al</i>. (2005), no Alentejo, demonstram as vantagens das coberturas vegetais do
solo na entrelinha quando comparados com as mobilizações tradicionais, nomeadamente
na redução de custos e na protecção do ambiente. Na mesma cultura, e região, Simões
<i>et al</i>. (2014)  constataram que o corte das infestantes na primavera era uma
prática mais favorável em termos de conservação da biodiversidade, na disponibilidade
de água do solo e no seu recobrimento do que as mobilizações do solo. Gonçalves
<i>et al.</i> (2012) avaliaram, em laboratório, o efeito de algumas plantas espontâneas
desta cultura, no fomento da proteção biológica de conservação, através da análise
do seu papel no incremento da actuação da crisopa-comum [<i>Chrysoperla carnea</i>
(Stephens)].</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Relativamente à fauna
auxiliar da vinha para a região do Douro salientam-se as publicações de Carlos <i>et
al</i>. (2004) e de Gonçalves <i>et al.</i> (2013). Quanto ao efeito do enrelvamento
na fauna auxiliar, também em vinha, um ensaio desenvolvido na região Oeste mostrou
que as populações de insetos auxiliares eram maiores em vinhas com enrelvamento
permanente (espontâneo ou naturale semeado) do que nas vinhas mobilizadas (Campos
<i>et al</i>., 2006). Verificou-se ainda que a intensidade de ataque da cigarrinha-verde
(<i>Empoasca vitis </i>Goethe) foi menor nas modalidades com enrelvamento permanente,
em particular na modalidade natural, do que na modalidade mobilizada. Contudo, neste
caso, a explicação poderá não se encontrar exclusivamente no aumento das populações
de auxiliares, mas em outros aspetos como a menor atratividade das cepas, relativamente
às espécies de plantas espontâneas presentes nas modalidades enrelvadas ainda verdes
(Campos <i>et al</i>., 2006). Na mesma região amostragens efetuadas em relação às
populações de ácaros mostraram que o ácaro predador <i>Typhlodromus pyri </i>Scheuten
era particularmente frequente nas espécies <i>Conyza bonariensis </i>(L.) Cronquist
e <i>Picris echioides</i> L., pelo que a sua presença numa vinha poderá ser considerada
até certo ponto benéfica. Por sua vez,os táxones <i>Parietaria judaica </i>L. e
<i>Solanum nigrum</i> L. mostram ser hospedeiros preferenciais de dois ácaros fitófagos
[<i>Tetranychus urticae </i>Koch e <i>Tetranychus cinnabarinus</i> (Boisduval)],
pelo que a presença destas duas plantas espontâneas na vinha poderá, desde que em
pequeno número ser positiva, uma vez que funcionam como hospedeiros preferenciais,
diminuindo deste modo as populações da praga na vinha (Marques <i>et al</i>., 2005).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Os dados, contudo, são escassos, pelo que o enrelvamento
deve ser visto com algumas cautelas, sendo fundamental ter em consideração a composição
florística, atendendo à sua competitividade, capacidade das plantas espontânease
semeadas poderem ser hospedeiras preferenciais de pragas ou de auxiliares, disponibilidade
de água no solo e às castas da vinha, na medida em que estas podem responder de
forma diferente ao stress hídrico.</font></p>

    <p><font face = Verdana size =
2>Atendendo à competitividade da cobertura vegetal, esta deverá restringir-se, na
maioria das situações, à entrelinha, apesar do enrelvamento da linha poder ser viável
com espécies de ciclo curto e prostradas. Estudos que seria pertinente desenvolver
considerando a importância de substituir o uso de herbicidas na linha por métodos
alternativos.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>A permanência da cobertura
vegetal viva durante todo o ciclo da cultura apenas é possível, e com o cuidado
de se fazerem cortes repetidos, quando a pluviosidade anual, em especial durante
o período de verão, garante uma baixa competitividade pela água. Situação que não
ocorre na grande maioria das regiões portuguesas, ou então se a cultura é regada
e não existem problemas de abastecimento de água, devendo ter em atenção o período
em que se iniciam as regas (Lopes <i>et al.</i>, 2011, Monteiro <i>et al</i>., 2012).
Nas restantes situações, o enrelvamento deverá ter caráter temporário, atendendo
à competição em especial pela água que a cobertura exerce. Assim, o enrelvamento
é recomendável durante o período outono-invernal, procedendo-se a um corte no final
do inverno/início da primavera, que poderá ser repetido No período de maior escassez
de água a cobertura vegetal já deverá ter sido eliminada de forma mecânica ou química
(Portugal e Vidal, 2013).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Dependendo
da quantidade de água no solo, da composição florística, do número de cortes e das
condições climatéricas, existem situações em que um número importante de espécies
é eliminado de forma natural.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>O
enrelvamento é desaconselhado nas parcelas onde as espécies vivazes, por exemplo
como a grama (<i>C. dactylon</i>) e as malvas (<i>Malva </i>sp.), são abundantes
atendendo ao seu elevado consumo de água (Afonso <i>et al.,</i> 2003; Lopes <i>et
al.,</i> 2004).Chama-se ainda atenção, que atendendo à fraca competitividade das
culturas quando são mais jovens o enrelvamento, pode ser adotado mas os cortes do
relvado deverão ser feitos mais cedo e mais frequentes (Saavedra, 2012).</font></p>

    <p><font face = Verdana size
= 3><b>COMBINAÇÕES DAS DIFERENTES TÉCNICAS DE MANUTENÇÃO DA SUPERFÍCIE DO SOLO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Tendo presente que nenhuma das técnicas apresenta
apenas vantagens, deverá a gestão das infestantes nas culturas perenes fazer-se
combinando as diferentes técnicas, tirando partido dos aspetos mais positivos de
cada uma (Young, 2012).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Uma das práticas
mais comuns consiste na realização de mobilizações na entrelinha e aplicação de
herbicida na linha. Em alternativa às mobilizações, poderá optar-se pelo enrelvamento
na entrelinha e aplicação de herbicidas e/ou mobilizações na linha.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A aplicação de herbicidas na linha afigura-se
mais adequado que as mobilizações, atendendo, nomeadamente, aos seus custos serem
menores. No caso da vinha, um número significativo de situações, poderá efetuar-se
uma aplicação antes do abrolhamento, com um herbicida sistémico, e posteriormente
outra aplicação, com um herbicida foliar de contacto.</font></p>

    <p><font face
= Verdana size = 2>Nas situações em que a presença de espécies vivazes é significativa
na entrelinha o seu combate poderá ser feito recorrendo a mobilizações com escarificador
de modo a trazer para a superfície os propágulos vegetativos, que irão abrolhar
e desta forma reduzir as reservas das plantas. Quando as novas plantas apresentam
uma superfície foliar bem desenvolvida deverá ser aplicado um herbicida sistémico.
Esta operação poderá ser repetida por forma a reduzir a população destas espécies
na parcela (Portugal e Sousa, 2014).</font></p>

    <p><font face = Verdana size
= 2>Por último, chama-se a atenção para a existência de outros meios de gestão passíveis
de serem usados, designadamente o controlo biológico e a monda térmica (Sartorato
<i>et al</i>., 2006; Muller-Stover <i>et al</i>., 2016) O revestimento total ou
parcial da parcela com casca de árvores (estilha), palhas e outros materiais orgânicos
mortos e materiais sintéticos (telas, entre outros) e inertes da mais variada origem
é uma técnica com algumas vantagens, em particular na linha e em pomares e vinhas
jovens e em agricultura biológica (Pelizza <i>et al</i>., 2009;). Contudo, estas
técnicas, até ao momento, pelas razões mais diversas, apresentam pouca expressão
na maioria das culturas perenes mas a sua  aplicabilidade e eficácia devem ser estudadas.</font></p>

    <p><font face = Verdana size
= 3><b>CONSIDERAÇÕES FINAIS</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>Um
artigo de revisão visa juntar informação que se encontra dispersa, não podendo ser
obviamente exaustivo sobre tudo o que se tem feito no âmbito da área de estudo abrangida
pelo artigo. Pretende ser uma síntese do trabalho desenvolvido por inúmeras equipas
de investigação que têm realizado estudos neste âmbito. É particularmente importante,
para os autores, chamar a atenção para as publicações que se encontram referenciadas.
Nestas, o leitor poderá obter informação mais pormenorizada sobre os diferentes
domínios de investigação aqui abordados. Constatou-se também que existem várias
lacunas ao nível da experimentação e investigação publicada na área abrangida pelo
artigo, de que se salienta a ausência de informação sobre a gestão das infestantes
na linha das culturas perenes aqui analisadas.</font></p>

    <p>    <br></p>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>Referências Bibliográficas</b></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Aballay, E. &amp; Insunza, V. (2002) - Evaluación
de plantas con propiedades nematicidas en el control de <i>Xiphinema index</i>
en uva de mesa cv. Thompson Seedless en la zona central de Chile. <i>Agricultura
Técnica</i>, vol. 62, n. 3, p. 357-365. 
<a href = "http://dx.doi.org/10.4067/S0365-28072002000300002" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.4067/S0365-28072002000300002</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=669270&pid=S0871-018X201700040001800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Afonso, J.M.; Monteiro, A.M.; Lopes, C.L. &amp;
Lourenço J. (2003) - Enrelvamento do solo em vinha na região dos vinhos verdes.
Três anos de estudo na casta ‘Alvarinho’. <i>Ciência &amp; Técnica Vitivinicola,</i>
vol. 18, n. 2, p. 47-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=669271&pid=S0871-018X201700040001800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Aguiar,
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<a href = "http://www.portugalglobal.pt/PT/ComprarPortugal/Setores/Paginas/Azeite e Vinhos.aspx" target = "_blank">www.portugalglobal.pt/PT/ComprarPortugal/Setores/Paginas/Azeite e Vinhos.aspx</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=669275&pid=S0871-018X201700040001800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

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    <!-- ref --><p><font face = Verdana
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<a href = "http://www.iniav.pt/fotos/editor2/2013_bt_02_lolium_r_glifosato_vinha_2013.pdf" target = "_blank">www.iniav.pt/fotos/editor2/2013_bt_02_lolium_r_glifosato_vinha_2013.pdf</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=669292&pid=S0871-018X201700040001800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Calha, I.M. e Portugal, J. (2013b) - Efeito da
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    ]]></body>
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Colbach, N; Biju-Duval, L.; Gardarin, A.; Granger,
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Domingos, S.I.M. (2008)- <i>Gestão da flora infestante
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Duarte,
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<a href = "http://www.agronegocios.eu/noticiasbreves-notas-sobre-a-citricultura-portuguesa/" target = "_blank">www.agronegocios.eu/noticiasbreves-notas-sobre-a-citricultura-portuguesa/</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=669314&pid=S0871-018X201700040001800025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Fonseca, M.L. &amp; Salazar, M. (2003) - <i>Enrelvamento
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Franco, J.C.F. (2012) - Infra-estruturas
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Furtado, C.; Belo, A.F.;
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana
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<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Saavedra, M.M.S. &amp; Muñoz-Cobo, M.P. (2002)
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Sartorato, I.; Zanin, G.; Baldoin, C. &amp; Zanche,
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Simões, M.P.;
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