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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA17029</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Aplicação de extrato etanólico de própolis em doenças da cultura da soja]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Application of ethanolic propolis extract in soybean diseases]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Mato Grosso Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais ]]></institution>
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<fpage>180</fpage>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The application of fungicides is the main management of soybean diseases, but due to the environmental appeal and the emergence of resistant fungi, there is a need for studies with alternative products. The objective of this work was to verify the effect of ethanolic propolis extract (EPE) on the management of fungal diseases, on growth, reduction of water stress and soybean yield. The experimental design was a randomized complete block design (DBC), with five replications in a 4 × 2 factorial scheme. The first factor was four EPE doses: 0, 106, 212, 318 g of crude propolis ha-1 and the second with two levels: without and with the sequential application of fungicides (two applications of fungicides trifloxystrobin + prothioconazole and one of mancozeb). The foliar application of EEP reduced the severity of the target spot with the greatest efficacy at the concentration of 212 g ha-1. Water content and vegetative growth increase with the application of EEP. The application of fungicide management increases the yield of soybean grains by 12%. The application of EEP increases soybean productivity by up to 23%, due to the reduction of the target spot severity and increase in the water content in the plant tissues.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Glycine max]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Conteúdo de água nas plantas]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Crescimento vegetativo]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Manejo de fungicidas]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Severidade das doenças na cultura da soja]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Glycine max]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[content of water in plants]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[vegetative growth]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[management of fungicides]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[severity of diseases in soybean crop]]></kwd>
</kwd-group>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 4><b>Aplicação
de extrato etanólico de própolis em doenças da cultura da soja</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size
= 3><b>Application of ethanolic propolis extract in soybean diseases</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><b>Cassiano Spaziani
Pereira</b>*, <b>Djovane Rempel</b>, <b>Adilson Paulo Sinhorin</b>, <b>Hocelayne Fernandes</b> e <b>Ivan Vilela
Fiorini</b><sup></sup></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais
(ICAA), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) campus Sinop-MT, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>(*E-mail: <a href="mailto:caspaziani@yahoo.com.br">caspaziani@yahoo.com.br</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A aplicação de fungicidas é a principal forma
de manejo das doenças da soja, porém devido ao apelo ambiental e o surgimento de
fungos resistentes, existe a necessidade de estudos com produtos alternativos. O
objetivo do trabalho foi verificar o efeito do extrato etanólico de própolis (EEP)
no manejo de doenças fúngicas, sobre o crescimento, redução de stress hídrico e
a produtividade da soja. O delineamento experimental foi em blocos casualizados
(DBC), com cinco repetições em esquema fatorial 4 × 2. O primeiro fator foi as doses
de EEP: 0, 106, 212, 318&nbsp;g de própolis bruta ha<sup>&#8209;1</sup>. O segundo
com dois níveis sem e com a aplicação sequencial de fungicidas (duas aplicações
de fungicidas trifloxistrobina+protioconazol e uma de mancozeb). A aplicação foliar
de EEP reduz a severidade da mancha alvo de forma mais eficiente na dose 212&nbsp;g&nbsp;ha<sup>&#8209;1</sup>.
O teor de água nas folhas e o crescimento vegetativo aumentam com a aplicação de
EEP. A aplicação de manejo de fungicidas aumenta a produtividade de grãos de soja
em 12%. A aplicação de EEP aumenta a produtividade da soja em até 23%, atribuindo-se
este efeito à redução da severidade da mancha alvo e aumento no teor de água nos
tecidos foliares das plantas.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><b>Palavras-chave:</b>
<i>Glycine max</i>, Conteúdo de água nas plantas, Crescimento vegetativo, Manejo
de fungicidas, Severidade das doenças na cultura da soja.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 3><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>The application of fungicides is the main management
of soybean diseases, but due to the environmental appeal and the emergence of resistant
fungi, there is a need for studies with alternative products. The objective of this
work was to verify the effect of ethanolic propolis extract (EPE) on the management
of fungal diseases, on growth, reduction of water stress and soybean yield. The
experimental design was a randomized complete block design (DBC), with five replications
in a 4 × 2 factorial scheme. The first factor was four EPE doses: 0, 106, 212, 318&nbsp;g
of crude propolis ha<sup>&#8209;1</sup> and the second with two levels: without
and with the sequential application of fungicides (two applications of fungicides
trifloxystrobin + prothioconazole and one of mancozeb). The foliar application of
EEP reduced the severity of the target spot with the greatest efficacy at the concentration
of 212&nbsp;g&nbsp;ha<sup>&#8209;1</sup>. Water content and vegetative growth increase
with the application of EEP. The application of fungicide management increases the
yield of soybean grains by 12%. The application of EEP increases soybean productivity
by up to 23%, due to the reduction of the target spot severity and increase in the
water content in the plant tissues.</font></p>

    <p><font face = Verdana size =
2><b>Keywords: </b><i>Glycine max</i>, content of water in plants, vegetative growth,
management of fungicides, severity of diseases in soybean crop.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana size
= 3><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Na safra 2016/2017,
o Brasil produziu 106 milhões de toneladas de grãos de soja, sendo o segundo maior
produtor mundial do grão, e a região centro-oeste é responsável por 50% dessa produção
(Conab, 2016). Para atingir este patamar de produção a cultura deve ser protegida
de inúmeras doenças, principalmente as de origem fúngica com a utilização de fungicidas,
sempre que ocorre o aparecimento dos sintomas ou preventivamente (Goulart <i>et
al</i>., 2011).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Apesar da necessidade
de controle de doenças, deve-se atentar para o uso equilibrado dos defensivos químicos
nos cultivos agrícolas, dentre esses defensivos utilizados, ressaltam-se os fungicidas
que podem deixar resíduos em alimentos e contaminar os sistemas hídricos do meio
ambiente de forma irreversível por meio da lixiviação e contaminando do lençol freático
(Bohner <i>et al.</i>, 2013).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Dentre
as opção ao uso de defensivos químicos, pode-se citar o uso de produtos alternativos,
que não causem danos ambientais, sejam estes químicos, biológicos, orgânicos ou
naturais (Gouvea <i>et al.</i>, 2011). Apesar do risco ambiental da aplicação de
fungicidas e dos grandes prejuízos causados pelas doenças na cultura da soja, estudos
com caldas fitoprotetoras tem se concentrado apenas em hortaliças e fruteiras (Rodrigues<i>
et al.</i>, 2006), não havendo trabalhos com o foco em aplicação de produtos alternativos
aos fungicidas na cultura da soja. Para outras culturas, algumas opções que se pode
citar são:  urina de vaca, o leite e o soro, sabão de côco, caldas sulfocálcica
e bordalesa e extratos vegetais (Sousa<i> et al.</i>, 2012).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Diante do quadro exposto anteriormente é necessário ampliar
os estudos sobre novas tecnologias para produção sustentável, com o menor impacto
possível ao meio ambiente. Como alternativa, Pereira<i> et al.</i> (2008) estudaram
a aplicação de uso de extrato etanólico de própolis (EEP) no controle de doenças
na cultura do café, vindo os autores a verificar resultados promissores da aplicação
de EEP sobre a ferrugem do cafeeiro <i>Hemileia vastatrix </i>Berk. &amp; Br. e
a cercosporiose <i>Cercospora coffeicola </i>Berk. &amp; Cooke, sugerindo os autores
a aplicação/estudo dos efeitos do EEP sobre outras doenças em outras culturas.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Diante do exposto, objetivou-se determinar o efeito
de doses de EEP, isoladamente e associado com fungicidas a base de estrobilurinas
e trizóis, no manejo de doenças fúngicas, sobre o crescimento, redução de stress
hídrico e produtividade da soja.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana
size = 2>O experimento foi conduzido
de dezembro de 2013 a abril de 2014, na área experimental da UFMT, campus Sinop-MT,
(11º86’48”&nbsp;S, 55º48’48”&nbsp;W, altitude 372&nbsp;m), segundo Köppen-Geiger
o clima da região é do tipo Am (tropical com estação seca), caracterizado pela presença
de duas estações bem definidas a “chuvosa” (outubro a abril) e a “seca” (maio a
setembro). Os dados meteorológicos no período da condução do experimento foram coletados
junto a Estação Meteorológica da UFMT campus Sinop (<a href="#f1">Figura 1</a>).</font></p>

    <p>    <br></p>

<a name = "f1"><img src = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a19f1.jpg"></a>

    
<p>    <br></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A área do experimento foi cultivada anteriormente
com arroz na safra 2011/2012 e soja na safra 2012/2013. O solo foi classificado
como Latossolo Vermelho Amareo distrófico. Antes da implantação do experimento,
realizou-se a análise do solo na profundidade de 0-0,2&nbsp;metros. A análise química
do solo: pH em H<sub>2</sub>O (5,4); P (3,69&nbsp;mg&nbsp;dm<sup>&#8209;3</sup>);
K (37&nbsp;mg&nbsp;dm<sup>&#8209;3</sup>); Ca (17&nbsp;mmol<sub>c</sub>&nbsp;dm<sup>&#8209;3</sup>);
Mg (7&nbsp;mmol<sub>c</sub>&nbsp;dm<sup>&#8209;3</sup>); V (37,5%) matéria orgânica
(27&nbsp;g&nbsp;kg<sup>&#8209;1</sup>); S-SO<sub>4</sub><sup>2&#8209;</sup> (10&nbsp;mg&nbsp;dm<sup>&#8209;3</sup>);
Zn<sup>2+</sup> (4,1&nbsp;mg&nbsp;dm<sup>&#8209;3</sup>); Mn<sup>2+</sup> (8,4&nbsp;mg&nbsp;dm<sup>&#8209;3</sup>);
Cu<sup>2+</sup> (0,7&nbsp;mg&nbsp;dm<sup>&#8209;3</sup>) e B (0,4&nbsp;mg&nbsp;dm<sup>&#8209;3</sup>).
A análise física de solo foi de 436, 147 e 417&nbsp;mg&nbsp;dm<sup>&#8209;3 </sup>de
areia, silte e argila, respectivamente.</font></p>

    <p><font face = Verdana size
= 2>O delineamento experimental foi em blocos casualizados (DBC) com cinco repetições
em esquema fatorial 4 × 2. O primeiro fator foram três aplicações, quinzenais de
quatro doses de própolis bruta: 0; 106; 212; 318&nbsp;g de própolis bruta&nbsp;ha<sup>&#8209;1</sup>.
O segundo fator, com dois níveis: a ausência e a presença da aplicação de fungicidas.
O manejo de fungicidas foi composto por três aplicações quinzenalmente, partir de
R1, de fungicidas a base de triazóis e estrobilurinas (primeira aplicação: fungicida
grupos químicos trifloxistrobina+protioconazol, dose 60+70&nbsp;g de i.a. ha<sup>&#8209;1</sup>;
segunda aplicação: grupos químicos trifloxistrobina+protioconazol, dose 60+70&nbsp;g
de i.a. ha<sup>&#8209;1 </sup>e terceira aplicação: Mancozeb, 1000&nbsp;g de i.a.
ha<sup>&#8209;1</sup>, com adição de 0,4&nbsp;L&nbsp;ha<sup>&#8209;1 </sup>de adjuvante
a óleo vegetal). As parcelas foram constituídas por cinco linhas de 5&nbsp;m, espaçadas
0,50&nbsp;m entre si, totalizando 12,5&nbsp;m². Foi considerada como parcela útil
os 7,5&nbsp;m² centrais das parcelas totais, três fileiras centrais, desconsiderando-se
0,5&nbsp;m de cada extremidade e duas linhas laterais (bordaduras).</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>A própolis utilizada no experimento era originaria
do litoral paranaense, sendo considerada como pertencente ao grupo “3”. As própolis
deste grupo apresentam em sua composição concentrações predominantes dos flavonoides,
crisina e galangina (Marcucci, 2008). A própolis foi considerada tipo “brown” de
coloração marrom clara e textura moldável e fresca. Na tabela 1, está a análise
química da própolis utilizada no trabalho, detectando-se a presença de compostos
fenólicos e flavonoides, sendo identificadas substâncias com características antifúngicas,
tais como rutina, campferol e a taxifolina, compostos identificados também por outros
autores (Becho<i> et al.</i>, 2009).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Antes da confecção do EEP, a própolis passou por uma limpeza, retirando-se as
impurezas. No preparo do EEP, inicialmente preparou-se uma solução estoque de EEP,
para futuras diluições e aplicação dos tratamentos. A solução estoque de EEP foi
preparada com álcool a 92% (álcool&nbsp;água<sup>&#8209;1</sup>) e própolis bruta.
A proporção dos componentes foi realizada em massa&nbsp;massa<sup>&#8209;1</sup>,
com 10% própolis bruta ou 100&nbsp;g de própolis bruta e 90% de álcool hidratado
(900&nbsp;g de álcool), seguindo metodologia proposta (Alencar<i> et al.</i> 2005).
</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Após a mistura dos componentes do
EEP, a solução foi diariamente agitada, em agitador tipo “vortex” por 30 minutos,
em rotação próximo a 2000&nbsp;rpm, durante 27 dias. A partir do 28º dia a solução
ficou em “repouso” por três dias e retirou-se o sobrenadante vagarosamente com o
intuito de separar o excesso de cera, ou “borra”, do sobrenadante, ou extrato etanólico
de própolis (EEP) (Marcucci, 2008).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>Com a solução estoque de EEP pronta, a mesma foi diluída em água para confecção
das caldas para aplicação dos tratamentos a campo. A diluição seguiu a proporção
de kg do EEP&nbsp;kg<sup>&#8209;1 </sup>de água, obtendo-se quatro caldas (tratamentos
com própolis). Antes da aplicação das caldas com EEP também foi adicionado 200&nbsp;mL&nbsp;ha<sup>&#8209;1</sup>
de espalhante adesivo siliconado. Foram realizadas três aplicações do EEP quinzenalmente,
sendo a primeira na fase vegetativa, estádio (V8) e a última aplicação em (R5).
As aplicações do EEP foram realizadas com o auxilio de um pulverizador manual costal,
com ponta do tipo cone vazio, aplicando-se volume de calda de 200&nbsp;L&nbsp;ha<sup>&#8209;1</sup>.
A aplicação do EEP e do fungicida foi realizada separadamente, para evitar possíveis
efeitos antagônicos entre os tratamentos.  </font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Antes da realização do experimento ao campo, foram realizadas análises
químicas da própolis, com auxílio de um HPLC, quantificando os teores de flavonoides.
Determinou-se também os teores de cera. Coletou-se 20&nbsp;g do EEP e realizou-se
uma filtragem em funil de <i>Buchner</i> forrado com papel filtro apropriado. Logo
após, o precipitado da filtragem foi lavado com etanol gelado, obtendo um resíduo
branco no papel filtro. O resíduo que ficou no papel de filtro foi seco em estufa
a 40°C por aproximadamente 24 horas. Por diferença da massa do EEP da massa filtrada
e seca, encontrou-se o teor de cera da amostra.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A cultivar utilizada foi a TMG 133 RR, de ciclo, semi-tardio, 120 dias.
A semeadura foi realizada no dia 2 de Dezembro de 2014, de forma manual, com 12&nbsp;sementes&nbsp;m<sup>&#8209;1</sup>,
população de 240 mil plantas&nbsp;ha<sup>&#8209;1</sup>, com espaçamento entre fileiras
de 0,50&nbsp;m, seguindo as recomendações de Embrapa (2004). Na adubação de base
utilizou-se 100&nbsp;kg&nbsp;ha<sup>&#8209;1 </sup>de P<sub>2</sub>O<sub>5 </sub>e
50&nbsp;kg&nbsp;ha<sup>&#8209;1</sup> de K<sub>2</sub>O e aos 30 DAE a mesma dose
de K<sub>2</sub>O foi aplicada em cobertura.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>O controle de plantas daninhas foi realizada com capinas manuais até 30
dias após a semeadura, período considerado crítico de competição para a cultura
da soja. Para o controle de lagartas desfolhadoras, fez-se uma aplicação de inseticida
em R1, com inseticida de ação sistêmica, contato e ingestão do grupo Acefato, na
dose de 700&nbsp;g&nbsp;ha<sup>&#8209;1</sup>.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Avaliou-se a severidade das doenças: ferrugem, mancha alvo e antracnose
da soja, em duas épocas a cada 20 dias, a partir de R1. Para estas avaliações foram
escolhidas 10 plantas aleatoriamente no meio de cada parcela experimental, as mesmas
foram demarcadas e avaliadas atribuindo-se notas a severidade das doenças de acordo
com escalas diagramáticas.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A severidade
da ferrugem da soja foi determinada utilizando-se de escala proposta por (Cantieri
e Godoy, 2003). Para a avaliação da mancha alvo foi utilizada a escala diagramática
proposta por Soares<i> et al.</i> (2009), a severidade da mancha alvo foi quantificada
atribuindo-se valores em porcentagem. A antracnose foi avaliada em folhas e pecíolos,
de acordo com a escala proposta por Costa<i> et al.</i> (2006). Após a atribuição
das notas, calculou-se a área abaixo da curva de progresso de lesões das doenças
AACPD (Campbell e Maden, 1990).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>No
pleno florescimento, R2, avaliou-se o teor de água nas folhas da soja, a altura
das plantas, o diâmetro de caule, número de folhas por planta, área foliar e a massa
seca da parte aérea da soja. Para a obtenção destas características foram retiradas
cinco plantas parcela<sup>-1</sup> da primeira linha do lado direito da parcela
útil. A altura das plantas foi obtida com auxilio de uma trena, medindo-se do solo
até o meristema apical das plantas. O diâmetro de caule foi obtido a 5&nbsp;cm de
altura do solo com auxílio de um paquímetro digital. Após as medições à campo, as
plantas foram cortadas rente ao solo, acondicionadas em sacolas de papel e levadas
para o laboratório de sementes da UFMT campus Sinop. No laboratório as folhas das
plantas foram destacadas e contadas, obtendo-se o número de folhas por planta. Logo
após obteve-se a área foliar em cm<sup>2</sup>, com o auxílio de um integrador de
área foliar LICOR modelo LI -3010. Por fim as amostras foliares foram recondicionadas
em sacos de papel e colocadas em estufa de circulação de ar forçado a 60ºC, até
atingirem o peso constante, para obtenção da massa seca da parte aérea, segundo
recomendações de Pereira<i> et al.</i> (2014a). Avaliou-se o teor relativo de água
das folhas onde foram coletados manualmente, antes do nascer do sol, três trifólios,
totalmente expandidos do terço médio das plantas. Os trifólios foram colocados imediatamente
em sacos plásticos e condicionados em uma caixa de isopor com gelo, de modo a evitar
perda de água pelas folhas no transporte.</font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 2> No laboratório de sementes da UFMT campus Sinop, com o auxílio de um anel
circular de metal, de 1,3&nbsp;cm de diâmetro, foram retirados dos trifólios, três
discos de tecidos foliares, procurando-se evitar nos discos a presença de nervuras
ou qualquer tipo de dano às folhas. Os referidos discos tiveram suas massas determinadas
em balança de precisão, obtendo-se a massa fresca (<i>m<sub>f</sub></i>). Os mesmos
discos, depois de pesados foram colocados em béqueres com água destilada por 12
horas até atingir a turgescência, quando determinou-se a massa túrgida (<i>m<sub>t</sub></i>)
através de pesagem. Por fim os discos passaram por secagem, acondicionados em sacos
de papel e colocados em estufa de circulação forçada de ar a 60ºC até atingirem
massa constante, obtendo-se a massa seca (<i>m<sub>s</sub></i>). Com os dados de
mf; mt e ms, obteve-se, através da aplicação da formula, o teor relativo de água
do tecido foliar (TRA%):</font></p>

    <p>    <br></p>

<img src="/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a19eq1.jpg">

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>    <br></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A dessecação da soja ocorreu no final de março de 2014,
120 DAE, utilizando herbicida Diquat (400&nbsp;g&nbsp;ha<sup>&#8209;1</sup>). A
colheita foi realizada manualmente, quando os grãos estavam por volta de 180&nbsp;g&nbsp;kg<sup>&#8209;1
</sup>água de umidade. Após a colheita, determinou-se por contagem o número de vagens
por planta e realizou-se a trilha mecânica das plantas em uma trilhadeira estacionária.
Os grãos passaram por uma pré-limpeza manual, com auxílio de peneiras e foram acondicionados
em sacolas de papel. A umidade dos grãos foi corrigida de para 130&nbsp;g&nbsp;kg<sup>&#8209;1</sup>
em estufa de circulação forçada de ar, a 60ºC (Brasil, 2009). A produtividade de
grãos foi obtida com auxílio de uma balança digital, em kg de grãos por parcela
e transformada para kg&nbsp;ha<sup>&#8209;1</sup>. Separaram-se amostras dos grãos
colhidos e determinou-se a massa de 1000 grãos.</font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 2>Os dados obtidos, foram submetidos à análise de variância a 5% de probabilidade
pelo teste F, para as variáveis qualitativas aplicou-se o teste de Tukey e para
as variáveis quantitativas foi utilizada a regressão polinomial, sendo utilizado
o programa estatístico SISVAR<sup>®</sup> (Ferreira, 2011).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size
= 2>Não houve diferença significativa entre os tratamentos
para a AACPD da ferrugem e da antracnose, devendo-se ressaltar que a severidade
destas doenças na área do experimento foi insignificante. A doença com maior severidade
foi a mancha alvo e os tratamentos reduziram AACPD da mancha alvo (<a href="#f2">Figura 2a</a>). Verificou-se
que a cada 1&nbsp;g de própolis bruta adicionada ao EEP ocorreu redução de 197 unidades
de AACPD da mancha alvo. Pereira<i> et al.</i> (2014b) observaram controle da antracnose
do feijoeiro <i>Coletothichum lindemuntianum, </i>com aplicação de EEP, atribuído
segundo os autores a presença de cera e substâncias “sólidas” presentes na composição
da própolis, que formam uma camada de protetora de “impedimento físico”, sobre as
folhas, impedindo a entrada do patógeno.</font></p>

    <p>    <br></p>

<a name = "f2"><img src = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a19f2.jpg"></a>

    
<p>    <br></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size
= 2>Além da camada de impedimento, a própolis possui compostos fenólicos com propriedades
antifúngicas que comprovadamente podem: inibir de germinação de esporos, reduzir
o tamanho dos tubos germinativos e inibir o crescimento micelial, efeitos estes
dependentes da concentração utilizada (Pereira<i> et al.</i>, 2001, 2008; Marini<i>
et al.</i>, 2012). Com a análise química da própolis utilizada neste trabalho detectou-se
a presença de compostos de compostos como a Rutina, um bioflavonóide, na concentração
de 514,9&nbsp;mg&nbsp;kg<sup>&#8209;1 </sup>da própolis (<a href="#q1">Quadro 1</a>), sendo rutina,
campferol e a taxifolina identificadas na própolis com efeito antifúngico (Becho<i>
et al.</i>, 2009).</font></p>

    <p>    <br></p>

<a name = "q1"><img src = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a19q1.jpg"></a>

    
<p>    <br></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Dentre os compostos
antifúngicos detectados na própolis utilizada neste estudo, o campferol atingiu
a concentração de 2688,6&nbsp;mg&nbsp;kg<sup>&#8209;1</sup> (<a href="#q1">Quadro 1</a>), esta substância
possui efeito inibitório na germinação de esporos e no crescimento de fungos micorrízicos,
dentre eles o <i>Gigaspora gigantea</i> (Baptista<i> et al.</i>, 1994). Identificou-se
também a presença de taxifolina, que segundo Heemann<i> et al.</i> (2006), apresenta
atividade antifúngica reduzindo a germinação de fungos fitopatogênicos, tais como
<i>Cladosporium cladosporioides </i>e <i>C. sphaerospermum</i>.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Além dos efeitos citados anteriormente, a própolis pode
ter estimulado a ativação de mecanismos de resistência induzida (SAR) que em muitos
casos promove efeito químico sobre as estruturas dos patógenos e em outros casos
aumenta a inclusive espessura da camada cerosa (Pereira<i> et al.</i>, 2008). Efeito
que pode ter sido mais pronunciado devido a própolis utilizada neste trabalho, descrita
como do “grupo 3”, uma das mais ricas do Brasil em compostos fenólicos, substâncias
com comprovada atividade biológica sobre organismos vivos (Park<i> et al.</i>, 2004).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A aplicação de EEP manteve os valores de teores
de água nas folhas de plantas sob patamares mais altos que as folhas das plantas
testemunha, independentemente da presença ou não a aplicação de fungicida (<a href="#f2">Figura
2b</a>). A cada 1&nbsp;g de própolis bruta diluída no EEP ocorreu o aumento de 0,0318%
no teor de água das folhas. Este efeito já havia sido verificado por Pereira<i>
et al</i>. (2014b) na cultura do feijoeiro e atribuído pelos autores a formação
pela aplicação da própolis, de uma camada cerosa de impedimento “físico” sobre as
folhas, que reduz a evaporação das plantas. Segundo Vidal e Fleck (2006) a absorção
de água e produtos químicos nas folhas é dificultada pela presença de barreiras
que naturalmente estão presentes nos vegetais. A principal é a cutícula que reveste
externamente as folhas dos vegetais e tem a função de proteger o tecido foliar da
desidratação (Vidal e Flek, 2006). Esta camada de cera natural é constituída por
substâncias lipofílicas e cerosas (Lichston e Godoy, 2006), características inerentes
a muitas das substâncias presentes na própolis. O EEP utilizado no experimento tinha
a presença de 1% de cera e 8,8% de massa seca (consituida de inúmeros compostos)
na sua composição. Com a análise química, verificou-se que a própolis do litoral
paranaense, é bastante “rica” em compostos fenólicos e flavonoides (expresso em
quercetina), com a presença de 77&nbsp;g&nbsp;kg<sup>&#8209;1</sup> da própolis
bruta, compostos com características cerosas.  </font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 2>O número de folhas, altura de plantas e massa seca da parte aérea da cultivar
TMG 133 RR, não foram influenciadas pelos tratamentos. A interação manejo de fungicidas
com EEP alterou significativamente a área foliar e o diâmetro de caule da cultivar
TMG 133 RR. Verificou-se que a aplicação de EEP com a aplicação do manejo de fungicidas
atingiu os maiores valores de área foliar (<a href="#f3">Figura 3a</a>). Com a aplicação de fungicida
o maior valor de área foliar ocorreu na dose de 318&nbsp;g&nbsp;ha<sup>&#8209;1</sup>
de própolis, com 5200&nbsp;cm<sup>2</sup> e sem a presença do fungicida a área reduziu
para aproximadamente 4000&nbsp;cm<sup>2</sup>, na dose de 231&nbsp;g&nbsp;ha<sup>&#8209;1
</sup>de própolis. Podendo-se atribuir este efeito principalmente a redução na severidade
da mancha alvo (<a href="#f3">Figura 3a</a>), com possível redução de desfolha (fato observado visualmente,
mas não determinado), além da manutenção de altos valores de teor de água nas folhas
(<a href="#f3">Figura 3b</a>).</font></p>

    <p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br></p>

<a name = "f3"><img src = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a19f3.jpg"></a>

    
<p>    <br></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>O diâmetro de caule
aumentou com as aplicações de EEP, independentemente da ausência ou presença da
aplicação do manejo com fungicidas (<a href="#f3">Figura 3b</a>). A dose de 164&nbsp;g&nbsp;ha<sup>&#8209;1
</sup>de própolis apresentou o maior diâmetro de caule de 8,9&nbsp;mm.</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>Pereira<i> et al.</i> (2014b) na aplicação do
EEP via foliar também verificaram aumento na área foliar de plantas de feijoeiro
e também atribuíram este efeito a manutenção dos teores de água nas folhas e ao
efeito protetor do EEP à severidade da antracnose do feijoeiro, o que possibilitou,
segundo os autores, as plantas aumentar seu crescimento vegetativo, elevando os
teores de fotoassimilados responsáveis por aumento na  produtividade das culturas
(Santana e Silveira, 2008).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Com
relação aos componentes de produtividade, a massa de mil grãos não foi influenciada
pelos tratamentos, atingindo média de 150&nbsp;g por mil grãos. O número de vagens
foi significativamente influenciado pela interação manejo de fungicidas com EEP.
Verificou-se que o número de vagens foi superior nas plantas com o manejo de fungicidas
(<a href="#f4">Figura 4a</a>). As doses de EEP influenciaram o número de vagens por planta, com o
maior número de vagens no tratamento da aplicação do manejo de fungicida e na dose
de 318&nbsp;g&nbsp;ha<sup>&#8209;1 </sup>de própolis bruta no EEP, obteve-se 47
vagens por planta. Sem aplicação de fungicida o maior número de vagens por planta<sup>
</sup>ocorreu na dose de 164&nbsp;g&nbsp;ha<sup>&#8209;1 </sup>de própolis com 40
vagens por planta. Pereira <i>et al. </i>(2014) avaliando doses e EEP em feijão
tiveram a mesma resposta quanto a massa de grãos, não significativa e aumento no
número de vagens.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A produtividade
foi influenciada pelas doses de própolis bruta no EEP e pelo manejo de fungicidas
de forma isolada, não havendo interação entre os dois fatores. O fator doses de
própolis bruta no EEP teve o ponto de máxima produtividade aplicando-se 209&nbsp;g&nbsp;ha<sup>&#8209;1
</sup>de própolis, com a produtividade de 3230&nbsp;kg&nbsp;ha<sup>&#8209;1 </sup>ou
54&nbsp;sc&nbsp;ha<sup>&#8209;1</sup>, aumento de 23%, ou 616&nbsp;kg&nbsp;ha<sup>&#8209;1</sup>
em relação a testemunha sem EEP e sem manejo de fungicidas (<a href="#f4">Figura 4b</a>).</font></p>

    <p>    <br></p>

<a name = "f4"><img src = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a19f4.jpg"></a>

    
<p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>O aumento na produtividade de grãos pode ser atribuído
ao controle da mancha alvo e a manutenção dos teores de água foliares, o que propiciou
as plantas maiores aumentos no crescimento vegetativo (área foliar e diâmetro de
caule) aumentando diretamente os teores de fotoassimilados disponíveis nos tecidos
das plantas (Santana e Silveira, 2008) e consequentemente, aumentando a produtividade
de grãos da soja.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A aplicação do
manejo de fungicidas aumentou a produtividade de grãos 12% em relação aos tratamentos
sem fungicidas 3161,65 e 2830&nbsp;kg&nbsp;ha<sup>&#8209;1</sup> respectivamente.
Provavelmente, devido à manutenção da integridade das folhas com redução da severidade
da mancha alvo, o que favoreceu a maior produtividade (<a href="#q2">Quadro 2</a>).</font></p>

    <p>    <br></p>

<a name = "q2"><img src = "/img/revistas/rca/v40n4/v40n4a19q2.jpg"></a>

    
<p>    <br></p>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>Conclusões</b></font></p>

    <p><font face
= Verdana size = 2>A aplicação foliar de EEP reduz a severidade da mancha alvo da
soja.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A aplicação de EEP mantém
os teores de água nas plantas acima dos encontrados em plantas sem aplicação de
EEP.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>A aplicação de EEP aumenta o
crescimento vegetativo das plantas de soja e a aplicação de fungicidas a base de
triazóis e estrobilurinas potencializa este efeito.</font></p>

    <p><font face
= Verdana size = 2>A aplicação de fungicidas com triazóis e estrobilurinas aumenta
a produtividade de grãos de soja em 12%.</font></p>

    <p><font face = Verdana size
= 2>A aplicação de EEP aumenta a produtividade da soja em até 23%, devido à redução
da severidade de doenças (mancha alvo) e o efeito de manutenção do teor de água
nos tecidos das plantas.</font></p>

    <p>    <br></p>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>Referências
bibliográficas</b></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Alencar, S.M.; Aguiar C.L.;
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