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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Conflitos de uso do solo - identificação na “Quinta do Quinto”]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Instituto Politécnico de Santarém Unidade de Investigação do Instituto Politécnico de Santarém ]]></institution>
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<institution><![CDATA[,Universidade de Évora Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The use and land occupation have important consequences on ecological systems. The management of land use is important to the preservation of the environment. Increasingly sophisticated technologies can be applied to agriculture and take a leading role in the production process and in decision-making. This study aimed to identify and classify cultural conflict zones of occupation and land use. The groundwork used was a farm located in the district of Santarém. To achieve this goal it was used: a letter of land use capacity; a soil chart; the identification of the crops grown on parcels of the farm; some aerial photo; some tools of geographic information systems ArcGIS TM. This work made it possible to define conflict zones over land use, as well as having a better perception in spatial terms of the areas that should be explored.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[ocupação do solo]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[zonas de conflito]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[sistemas de informação geográfica]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[land use]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[conflict zones]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[geographic information systems]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 4><b>Conflitos de uso do solo - identificação na “Quinta do Quinto”</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>Land use conflict – identification in “Quinta
do Quinto” </b></font></p>

    <p><font face =
Verdana size = 2><b>Anabela R. Grifo</b><sup>1,2*</sup> e <b>Albertina Ferreira</b><sup>1,2,3</sup>
</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i><sup>1</sup>Escola Superior Agrária
de Santarém, Departamento de Ciências Agrárias, Santarém, Portugal</i></font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2><i><sup>2</sup>Unidade de Investigação do Instituto
Politécnico de Santarém – UIIPS, Santarém, Portugal</i></font></p>

    <p><font face
= Verdana size = 2><i><sup>3</sup>Centro Interdisciplinar de História, Culturas
e Sociedades da Universidade de Évora – CIDEHUS, Évora, Portugal</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>(*E-mail: <a href = "mailto:anabela.grifo@esa.ipsantarem.pt">anabela.grifo@esa.ipsantarem.pt</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana size
= 3><b>RESUMO</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>O uso e ocupação
de solo têm consequências relevantes nos sistemas ecológicos. A gestão do uso do
solo é importante para a preservação do meio ambiente. Tecnologias cada vez mais
sofisticadas podem ser aplicadas à agricultura e ter um papel preponderante no processo
produtivo e nas tomadas de decisão.</font></p>

    <p><font face = Verdana size =
2>Este trabalho teve como objetivo identificar e classificar zonas de conflitos
culturais de ocupação e uso do solo. A base de trabalho utilizada foi uma exploração
agrícola localizada no distrito de Santarém. Para alcançar esse objetivo recorreu-se
a: carta de capacidade de uso do solo; carta de solos; identificação das culturas
praticadas nas parcelas da exploração; fotografia aérea; ferramentas de sistemas
de informação geográfica ArcGIS<sup>TM</sup>. Este trabalho tornou possível delimitar
zonas de conflito quanto ao uso da terra, bem como ter uma melhor perceção em termos
espaciais das zonas que devem ser exploradas.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><b>Palavras-chave:</b>
ocupação do solo, zonas de conflito, sistemas de informação geográfica.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana
size = 3><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>The use
and land occupation have important consequences on ecological systems. The management
of land use is important to the preservation of the environment. Increasingly sophisticated
technologies can be applied to agriculture and take a leading role in the production
process and in decision-making.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>This
study aimed to identify and classify cultural conflict zones of occupation and land
use. The groundwork used was a farm located in the district of Santarém. To achieve
this goal it was used: a letter of land use capacity; a soil chart; the identification
of the crops grown on parcels of the farm; some aerial photo; some tools of geographic
information systems ArcGIS<sup>TM</sup>. This work made it possible to define conflict
zones over land use, as well as having a better perception in spatial terms of the
areas that should be explored.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><b>Keywords</b>: land use, conflict zones, geographic
information systems.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face
= Verdana size = 2>O crescimento da população mundial reflete-se numa crescente
pressão sobre a agricultura no sentido de se produzir mais alimentos, de forma sustentável
e socialmente responsável. Os sistemas de informação geográfica (SIG), aplicados
em conjunto com outras tecnologias e integrados no processo produtivo, mostram potencialidades
que apoiam o empresário agrícola no desenvolvimento de estratégias de gestão, auxiliando-o
nas suas tomadas de decisão e consequentemente minimizando o risco produtivo. </font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>O desenvolvimento e o fácil acesso às novas tecnologias,
tais como os SIG, <i>Global Navigation Satellite Systems</i> (GNSS), sensores remotos,
sistemas de aquisição de dados e sensores, ciência dos computadores e maquinaria
agrícola diversa permitem reduzir os custos de monitorização das culturas, do solo
e do meio ambiente, e converter esses dados em informação útil e relevante (Zhang
<i>et al.</i>, 2002; Schellberg <i>et al.,</i> 2008; Kumhálová <i>et al.,</i> 2014).</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>O acesso rápido e eficaz dos SIG a grandes conjuntos
de dados faz com que estas aplicações se destaquem pela sua utilidade na gestão
e planeamento do uso da terra (Demircioglu Yildiz <i>et al.,</i> 2015). A análise
espacial do uso da terra permite identificar os padrões espaciais mais adequados
segundo um determinado conjunto de critérios (Aimrun
<i>et al.</i>, 2009). Assim, as diferentes ocupações
do uso da terra e a sua avaliação promovem o desenvolvimento de uma grande diversidade
de estudos, por exemplo, em áreas costeiras (Pourebrahim <i>et al.</i>, 2011), bacias
hidrográficas rurais (Pacheco <i>et al.</i>, 2014) e áreas de risco (Valente, 1996).</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>Os SIG têm atualmente um papel imprescindível
na definição das aptidões dos solos e na definição de estratégias mais corretas
de utilização dos fatores de produção com benefícios económicos, sociais e ambientais. 
A exploração da terra de forma exaustiva e inadequada compromete a fertilidade do
solo e consequentemente a sua capacidade produtiva. Há que fazer a gestão correta
dos seus recursos naturais de forma a evitar agressões irreversíveis ao meio ambiente
(Pretty, 2008; Freixial e Carvalho, 2013).</font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 2>Práticas culturais incorretas, o sobre pastoreio, a não existência de coberto
vegetal, a erosão, a contaminação dos solos por excesso de fertilizantes ou por
metais pesados, a compactação e a subsequente impermeabilização, a agricultura intensiva,
os fatores climáticos através por exemplo da alteração da frequência e da severidade
de eventos extremos, a alteração de agricultura de sequeiro para uma agricultura
de regadio em áreas não adequadas, a pressão crescente da atividade humana, o declínio
da biodiversidade, entre outros, contribuem para a degradação do solo  e comprometem
a disponibilidade dos seus recursos no futuro (Silva <i>et al.</i>, 2006; Gomez
e Bermúdez, 2008; Pretty, 2008; Freixial e Carvalho, 2013; Oliveira <i>et al.</i>,
2016).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Urge a necessidade da utilização
de ferramentas que permitam a avaliação, o planeamento e a monitorização das intervenções
ocorridas nos solos de forma a conseguir a utilização sustentável dos recursos naturais
(Schellberg <i>et al.,</i> 2008). As cartas de aptidão são fundamentais na orientação
e otimização do planeamento do uso da terra, no aproveitamento dos seus recursos
e no apoio às tomadas de decisão. Cartas diversas, dados dos solos, topografia,
clima e vegetação, fotografias aéreas, reconhecimento <i>in situ</i> e interpretação
dos dados recolhidos são necessários para a otimização desse planeamento (Sampaio,
2007).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A Carta de Capacidade de Uso
do Solo (SROA) de 1960 teve como referência a cultura do trigo e não as culturas
características da paisagem mediterrânica, como o olival, a vinha e os pomares.
Após a entrada na União Europeia, alguns técnicos defendem mesmo que este tipo de
cartas interpretativas que visam avaliar a aptidão dos solos deixaram de ter sentido.
No entanto, esta carta, que teve por base as características e qualidades dos solos
(Carta de Solos – (Cardoso, 1965)) e os principais determinantes das limitações
ou riscos de utilização (SROA, 1972), continua a ser uma das utilizadas para a gestão e planificação
do espaço rural, desde que, em cada situação, a mesma seja analisada com capacidade
crítica. Em conjunto com outros tipos de informação, como atributos e propriedades
do solo, dados meteorológicos e operações de cultivo, esta carta poderá, através
de técnicas de análise espacial, contribuir para diferenciar zonas com diferentes
potenciais agrícolas (Aimrun <i>et al.</i>, 2009).</font></p>

    <p><font face =
Verdana size = 2>Este artigo tem como objetivo apresentar uma estratégia para a
identificação do uso adequado ou não da terra agrícola. Para atingir este objetivo,
foram considerados para a zona de estudo a ocupação cultural, a carta de solos,
a carta de capacidade de uso do solo, dados de elevação e declive.</font></p>



    <p><font face = Verdana size
= 3><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A área
de estudo (<a href = "#f1">Figura 1</a>) localiza-se 10&nbsp;km a noroeste de Santarém, próximo de Vale
Figueira. Trata-se de uma quinta que é propriedade da Escola Superior Agrária de
Santarém (ESAS), designada por Quinta do Quinto, com cerca de 86&nbsp;ha. </font></p>

    <br>

<a name = "f1"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea01f1.jpg"></a>

    
<br>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>O clima desta área é tipicamente Mediterrânico
(clima Csa de acordo com a classificação de Koppen). Baseado na normal climatológica
1971-2000 a precipitação média anual registou um valor mínimo em 1981 (541&nbsp;mm)
e um valor máximo em 1994 (912&nbsp;mm). Esta área geográfica, Lezíria do Tejo,
caracteriza-se por uma estação seca de junho a setembro em que os valores médios
de temperatura máxima, nos meses de julho e agosto, são superiores a 30ºC. Os invernos
são amenos, com temperaturas mínimas que raramente são abaixo de 0ºC. A temperatura
média anual assinalou um valor mínimo em 1972 (14,5ºC) e um valor máximo em 1998
(15,7ºC), (IPMA, 2017).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Os solos
da área de estudo estão classificados do ponto de vista pedológico como Sbc, Pdc,
Pcs e Pcs’. De acordo com SROA (1972), os solos Sbc são classificados como Solos
Incipientes - Solos de Baixas (Coluviossolos), Calcários (Para-Solos Calcários),
de textura mediana; os solos Pdc como Solos Argiluviados Pouco Insaturados - Solos
Mediterrâneos, Pardos, de Materiais Calcários, Para-Solos Hidromórficos, de arcoses
ou rochas afins associadas a depósitos calcários; os solos Pcs Solos Calcários,
Pardos dos Climas de Regime Xérico, Normais, de margas ou materiais afins e os solos
Pcs’ Solos Calcários, Pardos dos Climas de Regime Xérico, Para-Barros, de margas
ou materiais afins (Cardoso, 1965).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Os dados de
elevação do terreno e o declive do terreno foram obtidos através de uma rede irregular
de triângulos (TIN), usando a extensão <i>3D Analyst</i> do <i>software</i> ArcGIS<sup>TM</sup>
(ESRI, 2009), calculado com base nos pontos cotados obtidos por uma empresa especializada.
A topografia desta região é ondulada, localizando-se as zonas mais elevadas a noroeste
e nordeste da exploração. O declive varia de 0 a 35% (<a href = "#f2">Figura 2a</a>) e a altitude entre
30 e 66 m (<a href = "#f2">Figura 2b</a>).  </font></p>
    <br>
<a name = "f2"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea01f2.jpg"></a>
    
<br>
    <p><font face = Verdana size = 2>A carta de
declives foi classificada em seis classes conforme as classes de declive utilizadas
na Carta de Capacidade de Uso do Solo. O reconhecimento de campo mostrou que os
declives acima de 25% coincidiam com zonas de margem de valas e charcas que ocasionaram
diferenças de cotas elevadas pelo que a classe 6 foi eliminada.</font></p>

    <p><font
face = Verdana size = 2>Tendo por base a carta de solos, a carta de capacidade de
uso, a carta de declives e a ocupação cultural das parcelas, que constituem a área
de estudo, foram realizados diversos procedimentos utilizando as ferramentas e potencialidades
disponíveis no software ArcGIS<sup>TM</sup> (ESRI, 2009). As cartas de solo e de
capacidade de uso do solo à escala 1:50000, folha 27-C, foram digitalizadas e quatro
pontos, com coordenadas conhecidas, no sistema Hayford Gauss Militar, foram identificados
(<a href = "#q1">Quadro 1</a>). </font></p>
    <br>
<a name = "q1"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea01q1.jpg"></a>
    
<br>
    <p><font face = Verdana size = 2>A georreferenciação
das referidas cartas foi realizada sobre um ortofotomapa anteriormente adquirido
pela ESAS. Posteriormente, realizaram-se as operações necessárias para que essas
cartas representassem apenas a área de estudo, sendo foi necessário digitalizar,
sobre o ortofotomapa, os limites da quinta. Criou-se um ficheiro em formato <i>shapefile</i>,
atribuindo-se-lhe o tipo de dados polígono. Estes limites foram utilizados para
efetuar a extração das áreas que representam a exploração agrícola. Para concretizar
esta operação manipulou-se a ferramenta <i>Extract by mask</i>. </font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font
face = Verdana size = 2>Após criar os ficheiros, em formato <i>shapefile</i> com
tipo de dados polígono, correspondentes a cada uma das cartas referidas anteriormente,
digitalizaram-se os tipos de solos e a respetiva capacidade de uso. Para tal efeito,
foram manipuladas as diversas ferramentas de edição de dados disponibilizadas pelo
ArcGIS<sup>TM</sup> (ESRI, 2009). Foi igualmente necessário criar os respetivos
ficheiros e digitalizar as diversas ocupações culturais. Consideraram-se as ocupações
anteriores 2013 (ano em que foi feita uma reocupação cultural) e as ocupações realizadas
durante esse ano (<a href = "#f3">Figuras 3a e b</a>). </font></p>
    <br>
<a name = "f3"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea01f3.jpg"></a>
    
<br>
    <p><font face = Verdana size = 2>Para todos os ficheiros vetoriais criados manipularam-se
as respetivas tabelas de atributos, nomeadamente criando os campos e inserindo-se
nestes os dados necessários ao presente estudo.</font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 2>Para a construção da carta de conflitos consideraram-se quatro tipos de
resultados possíveis: adequado, moderadamente adequado, sobreuso e subuso. Uma parcela
é considerada com ocupação de solo adequada quando está de acordo com a sua aptidão.
Considerou-se uma ocupação moderadamente adequada sempre que esta está de acordo
com a sua aptidão, mas a necessitar de alguma atenção relativamente às técnicas
culturais utilizadas. Ocorre uma situação de sobreuso quando o solo está a ser utilizado
acima do seu potencial ou de forma a que a sua preservação não seja assegurada.
Se a ocupação do solo ficar aquém das suas potencialidades está-se perante uma ocorrência
de subuso.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>O conflito de uso do solo
ocorre quando a ocupação do solo está em desacordo com a sua aptidão, provocando
alterações que podem conduzir a consequentes prejuízos sobre o ambiente. Estas situações
de conflito poderão ocasionar problemas em termos ambientais, principalmente no
que respeita à conservação de solo.</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 3><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>Os resultados do mapa de declives mostram um predomínio
da classe com valores inferiores a 9%, não sendo de prever que o relevo seja um
fator limitante para o desenvolvimento das atividades agrícolas nestas zonas. Contudo,
a ocorrência de declives acima de 9%, embora pequena em extensão, pode dificultar
algumas das operações agrícolas e ocasionar alguns problemas relativamente à conservação
do solo (<a href = "#f2">Figura 2a</a>).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Apresenta-se
na <a href = "#f4">Figura 4</a> a carta de capacidade de uso do solo (a) e a carta de tipo de solos
(b) para a área em estudo. </font></p>
    <br>
<a name = "f4"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea01f4.jpg"></a>
    
]]></body>
<body><![CDATA[<br>
    <p><font face = Verdana size = 2>De
acordo com a classificação portuguesa de solos, sobressai da carta de capacidade
de uso e da carta de solos da exploração (<a href = "#f4">Figuras 4a e 4b</a>) a existência de solos
Incipientes de Baixa, numa faixa central e sudeste da exploração que, embora sejam
geneticamente pouco evoluídos e com horizonte superficial de espessura reduzida,
apresentam com frequência acumulação de matéria orgânica neste horizonte. Estes
solos são classificados em classe de uso B, isto é, como solos com uma capacidade
de uso agrícola elevada, com limitações e riscos de erosão moderados, suscetíveis
de uma utilização agrícola moderadamente intensiva (SROA, 1972). Neste caso particular,
poderão ocorrer algumas limitações do solo na zona radicular (Classe B, subclasses,
(<a href = "#f4">Figura 4a</a>)). Considerou-se que toda esta área está com cultura adequada, já que
é habitualmente ocupada com milho regado por rampa rotativa, com exceção de uma
pequena parte onde está instalado um pomar de oliveiras (<a href = "#f3">Figuras 3a e 3b</a>). O olival
parece ser uma cultura adequada a esta pequena área, porque, embora se encontre
a uma altitude média, entre 40 a 50&nbsp;m (<a href = "#f2">Figura 2b</a>), regista maioritariamente
valores de declives entre 9% e 16% (<a href = "#f2">Figura 2a</a>). Por isso, é uma área com sensibilidade
elevada, cujas potencialidades de uso agrícola/florestal são limitadas devido ao
declive, pelo que as boas práticas agrícolas de conservação de solo e ambiente deverão
ser uma constante.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A zona oeste é
composta por um complexo de solos Calcários e solos Argiluviados Pouco Insaturados
(<a href = "#f4">Figura 4b</a>). No que toca à capacidade de uso do solo, as classes de capacidade de
uso que se verificam nesta área de estudo correspondem essencialmente à classe C
(<a href = "#f4">Figura 4a</a>). Esta classe considera solos com uma capacidade de uso moderada, limitações
acentuadas e riscos de erosão elevados (subclasse e), sendo suscetíveis de utilização
agrícola pouco intensiva (SROA, 1972). Aproximadamente metade desta área (45,3%)
tem um declive superior a 9% e apenas 28,4% dessa área um declive inferior a 6%
(<a href = "#f2">Figura 2a</a>). Assim, parece que uma boa parte desta superfície está em sobreuso,
já que é habitualmente ocupada por milho, uma cultura exigente, regada por rampa
rotativa (<a href = "#f4">Figuras 4a e 4b</a>). As mobilizações necessárias para todas as operações
culturais até à fase de milho “joelheiro” e/ou a ocorrência de períodos de chuva
intensa irão, muito provavelmente, ocasionar problemas de erosão do solo. Por este
motivo, sugere-se especial atenção à maior parte da área sob a influência da rampa
rotativa com adoção de práticas agrícolas de conservação de solo e a opção por rotações
culturais que protejam o solo. A área correspondente ao olival (nesta zona e na
restante área da exploração) está sujeita a irrigação por rega gota-a-gota e o solo
encontra-se revestido através de enrelvamento. O enrelvamento permite limitar os
efeitos erosivos que poderiam ser provocados quer pela precipitação sazonal quer
pela transitabilidade inerente às operações culturais. De salientar o possível enriquecimento
em matéria orgânica do solo e a melhoria na estrutura do solo com reflexo no aumento
do volume de água no solo e na capacidade de campo (Jordão, 2007). Por esta razão
parece que a cultura da oliveira se encontra adequada à área onde está implementada.</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>O quadrante Nordeste da exploração é constituído
por um complexo de solos Calcários Pardos (Pcs+Pcs’) e solos Mediterrânicos Pardos
(Pdc), com predomínio dos primeiros na generalidade da zona em foco e exclusividade
dos últimos na parte norte do quadrante (<a href = "#f4">Figura 4b</a>). Esta zona foi classificada
com capacidade de uso na classe Ce+Bs (<a href = "#f4">Figura 4a</a>). Trata-se de uma zona cuja ocupação
estava, antes de 2013, repartida por diferentes tipos de pomares (amendoeiras, nogueiras,
macieiras, pereiras, pessegueiros, alperceiros e oliveiras), vinha e pequenas zonas
habitualmente incultas ou de pousio (<a href = "#f4">Figura 4a</a>). Esta zona carateriza-se por uma
superfície ligeiramente ondulada em que 55,7% da área tem um declive inferior a
6% e 34,5% tem um declive entre 6% e 9%. Apesar da área com pomares ter sido classificada
como adequada sugere-se: (i) a redução do número de espécies no pomar com o fim
de obter uma gestão racionalizada das operações culturais e (ii) a cobertura do
solo por enrelvamento. Segundo Santos e Potes (2014), o enrelvamento é uma técnica
que apresenta diversas vantagens para as culturas permanentes, tais como: a redução
dos riscos de erosão do solo, o aumento do teor de matéria orgânica do solo e de
armazenamento de carbono e o aumento da capacidade de armazenamento de água no solo
e da transitabilidade.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Relativamente
às zonas inculta e de pousio as mesmas situam-se em áreas com um declive acima de
9% e uma vez desprotegidas poderão conduzir a perdas significativas de solo por
erosão. Assim, a adoção da plantação de um pomar com enrelvamento entrelinhas poderá
ser uma medida que beneficie o solo pela diminuição das perdas por escorrimento
e redução dos riscos de erosão pelo que, esta área, antes de 2013, estava em subuso.</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>A <a href = "#f5">Figura 5</a> e a respetiva tabela de atributos (<a href = "#q2">Quadro
2</a>) mostram que, antes de 2013, 56% da área da exploração estava em uso adequado,
2% em uso moderadamente adequado, e 42% em conflito, ou seja 35% em sobreuso e 7%
em subuso.</font></p>
    <br>
<a name = "f5"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea01f5.jpg"></a>
    
<br>
<a name = "q2"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea01q2.jpg"></a>
    
<br>
    <p><font face = Verdana size = 2>Relativamente à ocupação cultural, as reformas
entretanto efetuadas parecem ir ao encontro das indicações anteriormente salientadas.
A <a href = "#f3">Figura 3b</a> mostra a nova distribuição espacial em termos de uso do solo. Esta figura
indica que o elevado número de espécies culturais existentes foi reduzido para três
espécies: milho, vinha e olival. No entanto, na zona onde o olival ganhou expressão
paisagística (<a href = "#f3">Figura 3b</a>) sugere-se a introdução de um enrelvamento no espaço das
entrelinhas, evitando mobilizações constantes do solo e protegendo assim o solo
da erosão.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>Em relação à área ocupada
com milho (cerca de 35% desta área foi anteriormente classificada em conflito, por
sobreuso), em virtude das razões focadas anteriormente, relacionadas com a topografia
ondulada do terreno e alguns declives consideráveis, evidencia-se a necessidade
de cuidados especiais (como a criação de covachos, o enriquecimento do solo em matéria
orgânica, evitar o pisoteio por animais e manter o restolho durante o inverno),
com o objetivo de reduzir a ocorrência de drenagem superficial que pode provocar,
além da erosão, o arrastamento de nutrientes, produtos químicos e sedimentos para
os cursos de água. Estas condicionantes impõem medidas preventivas de proteção de
solo nos períodos de maior risco climático, evitando a sua exposição.</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>Salientamos que este trabalho exemplifica apenas
uma das inúmeras metodologias de que podemos usufruir num SIG. A análise efetuada
com o tipo de solos, a capacidade de uso dos solos e o declive corroboram que este
tipo de análise pode ser aplicado com outro tipo de dados e/ou noutro âmbito. Como
trabalho futuro poder-se-á associar a esta metodologia outras componentes, como
o teor de calcário ativo, profundidade efetiva do solo, textura e permeabilidade
do solo.</font></p>


    <p><font
face = Verdana size = 3><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 2>Os SIG permitiram identificar e diferenciar áreas com diferentes potenciais
dentro da parcela agrícola, através da associação e conexão entre os atributos,
ocupação de solo, capacidade de uso do solo, tipos de solo e declive. Baseado nos
nossos resultados foi possível identificar: (i) áreas com culturas agrícolas adaptadas
ao local e adequada condução das mesmas; (ii) áreas com culturas apropriadas mas
que necessitam de cuidados especiais em termos de boas condutas de conservação do
solo; (iii) áreas que deveriam ser repensadas, quer em termos de culturas, quer
relativamente às práticas culturais executadas.</font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 2>Os SIG mostraram ser uma tecnologia muito útil e com grandes capacidades
para análise espacial do uso da terra através de dados provenientes de diversas
fontes: atributos do terreno, dados meteorológicos, fatores de produção e propriedades
do solo.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Este trabalho contribui
com informação valiosa para mostrar e evidenciar aos estudantes desta área do conhecimento
as potencialidades dos SIG e contribuir para a excelência da sua formação.</font></p>

</br>

    <p><font face = Verdana
size = 3><b>Referências bibliográficas</b></font></p>

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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Schellberg,
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Estado da Agricultura. Serviço de Reconhecimento e de Ordenamento Agrário, Lisboa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=669932&pid=S0871-018X201700050000200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


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    <p><font face = Verdana size = 2>Recebido em versão revista/received in revised version: 2017.04.14</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Aceite/accepted: 2017.04.17</font></p>

     ]]></body><back>
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