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<journal-id>0871-018X</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Revista de Ciências Agrárias]]></journal-title>
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<issn>0871-018X</issn>
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<publisher-name><![CDATA[Sociedade de Ciências Agrárias de Portugal]]></publisher-name>
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<article-id>S0871-018X2017000500004</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA16175</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A biodiversidade da flora associada a ecossistemas agrários com enrelvamento natural]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The flora biodiversity associated to agrarian ecosystems with cover crops]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Instituto Politécnico de Viseu Escola Superior Agrária de Viseu ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Viseu ]]></addr-line>
<country>Portugal</country>
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<institution><![CDATA[,Universidade de Lisboa Instituto Superior de Agronomia Centro de Ecologia Aplicada Prof. Baeta Neves]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Lisboa ]]></addr-line>
<country>Portugal</country>
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<institution><![CDATA[,Instituto Politécnico de Viseu CI&DETS ]]></institution>
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<country>Portugal</country>
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<pub-date pub-type="pub">
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<month>12</month>
<year>2017</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
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<year>2017</year>
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<volume>40</volume>
<numero>spe</numero>
<fpage>1</fpage>
<lpage>10</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0871-018X2017000500004&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0871-018X2017000500004&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0871-018X2017000500004&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[As infestantes, vistas na grande maioria das vezes como um obstáculo à boa produção agrícola, traduzem, pela sua presença e dinâmica, uma imensa riqueza que pode ser analisada do ponto de vista do equilíbrio de um ecossistema agrário. Pretendeu-se com este trabalho efetuar a inventariação das espécies de flora presentes em cobertura natural do solo, em três ecossistemas agrários - olival, vinha e pomar de macieiras - localizados na quinta da Alagoa, Ranhados, Viseu. Os inventários foram realizados ao longo de 9 anos, entre 2007 e 2015, mensalmente entre setembro e dezembro, com recurso ao método dos transetos. Em cada inventário, percorreu-se o campo aleatoriamente, perfazendo 300 passos e a cada passo registou-se a espécie presente. Este trabalho, que incluiu os levantamentos florísticos realizados sistematicamente no período de tempo referido, a descrição das espécies encontradas, a análise dos dados por ecossistema e o resultado da aplicação de diversos índices de biodiversidade, permitiu contribuir para a caraterização e compreensão da biodiversidade da flora associada a diferentes ecossistemas com enrelvamento natural. No total observaram-se 18265 plantas pertencentes a 24 famílias, 64 géneros e 80 taxa, sendo que a família com maior diversidade de taxa foi a Asteraceae (26,4%). O pomar foi o ecossistema onde se registou maior diversidade da flora.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Weeds, often seen as a barrier to obtain a high agricultural production, can be part of and contribute to the agricultural ecosystem balance. The aim of the study was to make a flora inventory in natural cover crops of three agricultural ecosystems - olive grove, vineyard and apple orchard - located at Quinta da Alagoa, Ranhados, Viseu. Between 2007 and 2015, from September to December, weeds were monitored using the transect method. In each inventory, the observer moves randomly along a 300 steps transect across the field and records the species present at each step. This study includes the flora inventory, the description of each one and a data analysis by ecosystem and based on biodiversity indexes. This information may help to know and understand the flora biodiversity found in different ecosystems with natural cover crops. A total of 18265 plants were observed belonging to 24 families, 64 genera and 80 taxa. The Asteraceae family showed the greatest diversity of taxa (26,4%). The apple orchard was the ecosystem with higher diversity.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[flora]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[biodiversidade]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[ecossistema]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[solo]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[flora]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[biodiversity]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[ecosystem]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[proprieties]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[soil]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 4><b>A biodiversidade da flora associada a ecossistemas agrários com enrelvamento
natural</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>The flora biodiversity associated to agrarian
ecosystems with cover crops</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size
= 2><b>Davide Gaião</b><sup>1</sup>, <b>Anabela Nave</b><sup>1</sup>, <b>Daniela Teixeira</b><sup>1</sup>,
<b>Leónia Nunes</b><sup>2</sup> e <b>Cristina Amaro da Costa</b><sup>1,3*</sup></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i><sup>1</sup>Escola Superior Agrária de Viseu
/Instituto Politécnico de Viseu, Quinta da Alagoa, Estrada de Nelas, Ranhados, 3500-606,
Viseu, Portugal;</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i><sup>2</sup>Centro
de Ecologia Aplicada &quot;Prof. Baeta Neves”, Instituto Superior de Agronomia,
Universidade de Lisboa, Tapada da Ajuda, 1349 - 017 Lisboa, Portugal;</i></font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2><i><sup>3</sup>CI&amp;DETS, Instituto Politécnico
de Viseu, Av. Cor. José Maria Vale de Andrade, Campus Politécnico, 3504-510, Viseu,
Portugal-</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>(* E-mail: <a href = "mailto:amarocosta@esav.ipv.pt">amarocosta@esav.ipv.pt</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font
face = Verdana size = 3><b>RESUMO</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size
= 2>As infestantes, vistas na grande maioria das vezes como um obstáculo à boa produção
agrícola, traduzem, pela sua presença e dinâmica, uma imensa riqueza que pode ser
analisada do ponto de vista do equilíbrio de um ecossistema agrário.</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>Pretendeu-se com este trabalho efetuar a inventariação
das espécies de flora presentes em cobertura natural do solo, em três ecossistemas
agrários - olival, vinha e pomar de macieiras - localizados na quinta da Alagoa,
Ranhados, Viseu.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Os inventários foram
realizados ao longo de 9 anos, entre 2007 e 2015, mensalmente entre setembro e dezembro,
com recurso ao método dos transetos. Em cada inventário, percorreu-se o campo aleatoriamente,
perfazendo 300 passos e a cada passo registou-se a espécie presente.</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>Este trabalho, que incluiu os levantamentos florísticos
realizados sistematicamente no período de tempo referido, a descrição das espécies
encontradas, a análise dos dados por ecossistema e o resultado da aplicação de diversos
índices de biodiversidade, permitiu contribuir para a caraterização e compreensão
da biodiversidade da flora associada a diferentes ecossistemas com enrelvamento
natural. No total observaram-se 18265 plantas pertencentes a 24 famílias, 64 géneros
e 80 taxa, sendo que a família com maior diversidade de taxa foi a Asteraceae (26,4%).
O pomar foi o ecossistema onde se registou maior diversidade da flora.</font></p>

    <p><font face = Verdana size
= 2><b>Palavras-chave</b>: flora, biodiversidade, ecossistema, solo.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Weeds, often seen as a barrier to obtain a high
agricultural production, can be part of and contribute to the agricultural ecosystem
balance.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>The aim of the study was
to make a flora inventory in natural cover crops of three agricultural ecosystems
- olive grove, vineyard and apple orchard - located at Quinta da Alagoa, Ranhados,
Viseu.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Between 2007 and 2015, from
September to December, weeds were monitored using the transect method. In each inventory,
the observer moves randomly along a 300 steps transect across the field and records
the species present at each step.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>This
study includes the flora inventory, the description of each one and a data analysis
by ecosystem and based on biodiversity indexes. This information may help to know
and understand the flora biodiversity found in different ecosystems with natural
cover crops.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>A total of 18265 plants
were observed belonging to 24 families, 64 genera and 80 taxa. The Asteraceae family
showed the greatest diversity of taxa (26,4%). The apple orchard was the ecosystem
with higher diversity.</font></p>

    <p><font face = Verdana size
= 2><b>Keywords</b>: flora, biodiversity, ecosystem, proprieties, soil</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana size
= 3><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Nos sistemas agrícolas, a biodiversidade contribui
para diversos serviços ecossistémicos, como a formação do solo, ciclos de nutrientes,
regulação do clima, regulação dos processos hidrológicos, regulação da abundância
de organismos indesejáveis, entre outros (Millennium Ecosystem Assessment, 2005).
Esta componente utilitarista da biodiversidade, habitualmente denominada biodiversidade
funcional (Boller <i>et al</i>., 2004), assume especial importância no contexto
da agricultura multifuncional e sustentável.</font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 2>Atualmente, a cobertura do solo com recurso a vegetação espontânea é cada
vez mais utilizada pelos produtores, não só em agricultura biológica mas também
em agricultura convencional, pois esta técnica conduz a inúmeras vantagens, pela
sua importância enquanto componente associada à biodiversidade funcional e também
pelo contributo na gestão do solo e água, redução da erosão, entre outros (Campos
<i>et al</i>., 2006; Stein, 2006; Torres <i>et al.,</i> 2013; Nunes <i>et al</i>.,
2015). Por esta razão, a identificação das espécies que constituem a vegetação espontânea,
a análise da sua distribuição e grau de abundância e a compreensão das suas relações
com as culturas agrícolas permitem uma gestão mais eficiente deste recurso.</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>Nos estudos de comunidades de plantas presentes
em ecossistemas agrários, a utilização de índices de diversidade permite conhecer
a riqueza (número de espécies que vivem num determinado habitat, comunidade ou região,
sem considerar o seu grau de abundância) e equitabilidade (padrão de distribuição
de indivíduos entre as espécies e descrevem a estrutura específica das comunidades)
das espécies (Gomes, 2004; Rodrigues, 2007; Caetano <i>et al</i>., 2009; Mafhoud,
2009; Santos, 2011). </font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A diversidade
florística pode ser avaliada com base em diversos métodos, dos quais se destacam
o método de ponto de interceção, linha de interceção, Daubenmire, método dos quadrados,
Braun-Blanquet, métodos dos transetos, método dos quadrados e monitorização fotográfica,
por serem os mais simples e usuais (Poore, 1955; Elzinga <i>et al</i>., 1998; Cummings
e Smith, 2001; Hanbury, 2003). De entre estes, o método dos transetos revela, pela
facilidade da sua aplicação, a possibilidade de ajustamento a diversos tipos de
ecossistemas, capacidade de monitorização de espécies de portes bastante diferentes,
entre outras vantagens. Este método consiste em percorrer um trajeto com um comprimento
escolhido a velocidade constante e registar os contatos de cada espécie detetada
durante o percurso, a periodicidade ou distância previamente definida (Cummings
<i>et al.,</i> 2001; Rew e Pokorny, 2006; Pereira <i>et al</i>., 2007). </font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>Com este trabalho pretendeu-se efetuar a inventariação
das espécies de flora outono-invernal presentes em cobertura natural do solo, em
três ecossistemas agrários: olival, vinha e pomar de macieiras, localizados na Quinta
da Alagoa, Ranhados, Viseu e analisar a distribuição das espécies pelos diferentes
ecossistemas.</font></p>



    <p><font face = Verdana size = 3><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font
face = Verdana size = 2><i>Levantamentos florísticos</i></font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>Os
levantamentos florísticos foram realizados entre 2007 e 2015, na quinta da Alagoa,
Ranhados, Viseu, em três ecossistemas – olival, vinha e pomar de macieiras, mensalmente
entre setembro e dezembro, com recurso ao método dos transetos (Cummings <i>et al.,</i>
2001; Rew e Pokorny, 2006). Em cada inventário, percorreu-se o campo aleatoriamente,
perfazendo 300 passos e a cada passo registou-se a espécie presente. A identificação
das espécies foi realizada com recurso a uma ficha de identificação auxiliar e guias
de campo (Moreira <i>et al</i>., 2000; Portugal <i>et al</i>., 2000; Vasconcelos
<i>et al</i>., 2000; Silva <i>et al</i>., 2011) e através da consulta de floras
e chaves dicotómicas (Vasconcellos, 2000).</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2><i>Índices de diversidade</i></font></p>



    <p><font face = Verdana size
= 2>Para o presente trabalho calculou-se a riqueza específica (S) (número total
de espécies na comunidade) e o índice de diversidade de Margalef, que relaciona
o número de espécies diferentes (S) com o número total de indivíduos observados
(N). Quando o índice de Margalef é inferior a dois (2), significa que o habitat
analisado possui uma diversidade baixa, enquanto valores superiores a cinco (5)
são considerados indicadores de elevada diversidade (Moreno, 2001). </font></p>



    <p><font face = Verdana size
= 2><i>Análise estatística dos dados</i></font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>Procedeu-se a uma análise
descritiva dos dados, com base nos táxones identificados e em índices de diversidade.
Os dados foram sujeitos a um teste de normalidade (Shapiro-wilk) e, posteriormente,
a uma análise não paramétrica (Teste Kruskal Wallis). Foi utilizado o teste de Levene
para verificar a homogeneidade das variâncias e decidir o teste de comparação de
médias mais apropriado. Valores inferiores a p&lt;0.05 foram considerados significativos.
A análise estatística foi realizada com recurso ao programa IBM SPSS® versão 22.0.</font></p>



    <p><font face = Verdana
size = 3><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>No total dos três ecossistemas
observaram-se, ao longo do período em análise, 18265 plantas pertencentes a 24 famílias,
64 géneros e 80 táxones (<a href = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea03q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>). Este valor de riqueza específica é bastante
inferior ao referido para a região do Dão, onde são referidas 208 táxones em vinhas,
(Caetano, 2006, Caetano <i>et al</i>., 2009; Monteiro <i>et al.,</i> 2012) e 100
táxones em olival (Nave <i>et al.,</i> 2009), o que pode ser explicado pelo menor
número de levantamentos e pela área abrangida neste trabalho. </font></p>

    
<p><font face = Verdana size = 2>As famílias com maior diversidade de táxones foram Asteraceae
(26,4%), Poaceae (17,2%) e Polygonaceae (8%), com 19, 15 e 6 táxones, respetivamente
(<a href = "#f1">Figura 1</a>). Estes resultados são de algum modo coincidentes com os trabalhos de
Monteiro <i>et al.</i> (2012) e Nave <i>et al.</i> (2012) que referem, para esta
região, as famílias Fabaceae, Asteraceae e Poaceae entre as mais abundantes em vinhas
e as famílias Asteraceae, Fabaceae, Brassicaceae e Poaceae em olivais.</font></p>
    <br>
<a name = "f1"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea03f1.jpg"></a>
    
<br>
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>O pomar de macieiras foi o ecossistema onde se
registou maior número de famílias (22), seguido do olival com 20 famílias (<a href = "#f2">Figura
2</a>). A vinha foi o ecossistema com menor diversidade de famílias (16). Quanto ao
número de táxones registados, verificou-se a mesma tendência, com o pomar e o olival
a apresentarem uma maior riqueza específica, com 66 e 56 táxones, respetivamente.
</font></p>
    <br>
<a name = "f2"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea03f2.jpg"></a>
    
<br>

    <p><font face = Verdana size = 2>As famílias botânicas com maior número de indivíduos
(abundância) nos três ecossistemas foram Plantaginaceae, Asteraceae e Fabaceae (<a href = "#f3">Figura
3a, b e c</a>). A família mais representada no olival e pomar foi a Plantaginaceae,
enquanto na vinha foi Asteraceae. De modo inverso, a segunda família mais representada
no olival e pomar foi Asteraceae e na vinha Plantaginaceae. As famílias Poaceae
e Fabaceae apresentaram, também, grande abundância. </font></p>
    <br>
<a name = "f3"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea03f3.jpg"></a>
    
<br>
    <p><font face
= Verdana size = 2>Nos anos 2011 e 2013 registou-se o maior número de táxones e
famílias no olival, enquanto a vinha apresentou maior diversidade em 2011 (<a href = "#f4">Figura
4</a>). Relativamente ao pomar de macieiras, observou-se uma evolução constante do número
de famílias, com um decréscimo do número de táxones ao longo do tempo (cerca de
40 táxones diferentes em 2008 e 30 em 2015).</font></p>
    <br>
<a name = "f4"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea03f4.jpg"></a>
    
<br>
    <p><font face = Verdana size
= 2>As 10 espécies mais frequentes e abundantes no conjunto dos três (3) ecossistemas
foram <i>Plantago lanceolata, Hypochaeris radicata</i>, <i>Cynodon dactylon</i>,
<i>Trifolium repens</i>,<i> Plantago lagopus</i>, <i>Digitaria sanguinalis</i>,
<i>Geranium</i> sp., <i>Calendula arvenses</i>, <i>Conyza canadensis</i> e <i>Crepis
capillaris </i>(<a href = "#f5">Figura 5</a>). </font></p>
    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>
<a name = "f5"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea03f5.jpg"></a>
    
<br>
    <p><font face = Verdana size = 2>A abundância média
por levantamento florístico e no conjunto dos três ecossistemas, ao longo dos anos,
variou entre 167 (2007) e 264 (2013) indivíduos identificados (<a href = "#f6">Figura 6</a>). Entre
2008 e 2013, o número médio de indivíduos registados foi muito constante, mas a
partir dessa data até 2015 decresceu para os 205 avistamentos por levantamento.
A relação entre a abundância média e a temperatura média do ano é significativa
(p&lt;0,0001), sendo que nos anos mais quentes se observou maior número médio de
indivíduos por levantamento.</font></p>
    <br>
<a name = "f6"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea03f6.jpg"></a>
    
<br>
    <p><font face = Verdana size = 2>Com base no Índice
de diversidade de Margalef médio, observa-se que pomar é o ecossistema com maior
diversidade (6,64), seguido do olival (5,62) e da vinha (4,39), sendo que se pode
considerar que a diversidade florística encontrada no pomar e olival é elevada (valores
superiores a 5).</font></p>



    <p><font face = Verdana size = 3><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face
= Verdana size = 2>A riqueza florística observada nos três ecossistemas em estudo
na Quinta da Alagoa apresenta um composição florística semelhante, como seria de
esperar, quer pela proximidade quer pela semelhança das práticas culturais realizadas.
No entanto, a riqueza florística destes ecossistemas é bastante reduzida relativamente
à riqueza florística deste tipo de ecossistemas na região do Dão. É, no entanto,
importante enquadrar os resultados com o período de recolha de dados (setembro a
dezembro), pois normalmente é um período de menor abundância e diversidade florística
comparativamente a outros períodos do ano, como por exemplo o final da primavera.</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>Ao longo do período em análise e no conjunto dos
três ecossistemas, verificou-se que o pomar é o ecossistema com maior diversidade:
maior riqueza específica, maior número de famílias e maior índice de Margalef. </font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>Apesar da grande diversidade de taxa nos três
ecossistemas, importa referir que na vinha, 80,5% dos registos pertencem apenas
a 23 taxa, no olival 77,6% dos registos a 19 táxones e no pomar 71,4% a 31 taxa,
logo, é possível afirmar que os restantes táxones são pouco abundantes nestes ecossistemas.
Este facto pode derivar da ausência de rega nestes ecossistemas e também devido
aos cortes pontuais realizados principalmente na vinha.</font></p>

</br>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 3><b>Referências
Bibliográficas</b></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Boller, E.F.;
Häni, F. &amp; Poehling, H.M. (2004) - <i>Ecological infrastructures: ideabook on
functional biodiversity at the farm level temperate zones of Europe</i>. 1ª Ed.,
IOBC/WPRS Comission on Integrated Production Guidelines and Endorsement, Lindau,
Switzerland. 212 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=670168&pid=S0871-018X201700050000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Caetano, M.F.P.B.
(2006) - <i>Flora das vinhas da região do Dão</i>. Relatório do Trabalho de Fim
de Curso de Engenharia Agronómica. Instituto Superior de Agronomia. Universidade
Técnica de Lisboa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=670170&pid=S0871-018X201700050000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Caetano, F.; Monteiro,
A.; Vasconcelos, T. &amp; Moreira, I.  (2009) - Caracterização da vegetação infestante
das vinhas da Região Demarcada do Dão. <i>In</i>: Sousa, E.; Calha, I.; Moreira,
I.; Monteiro, A.; Rodrigues, L.; Portugal, J. &amp; Vasconcelos, T. (Eds.) - 2009.
<i>Herbologia e biodiversidade numa agricultura sustentável</i> - XII Congresso
da Sociedad Española de Malherbologia (SEMh), XIX Congresso da Asociacion Latinoamericana
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<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Vasconcellos,
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</br>

    <p><font face = Verdana size = 2>Recebido/received: 2016.12.22</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Recebido em versão revista/received in revised form: 2017.03.15</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Aceite/accepted: 2017.03.15</font></p>

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