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<publisher-name><![CDATA[Sociedade de Ciências Agrárias de Portugal]]></publisher-name>
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<article-id>S0871-018X2017000500007</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA16167</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estacaria de Aloysia citrodora Palau: ensaios de enraizamento em estufa sob diferentes condições]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Cuttings of Aloysia citriodora Palau: greenhouse trials under different rooting conditions]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Instituto Politécnico de Bragança Escola Superior Agrária Centro de Investigação de Montanha]]></institution>
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<country>Portugal</country>
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<fpage>51</fpage>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Aloysia citriodora Palau, Verbenaceae, known as lemon verbena, is one of the most cultivated and marketed medicinal and aromatic plants in Portugal. Biomass quality and uniformity of the plant material according to stakeholders’ standards are market criteria requiring important amounts of biomass supplied by producers’ organic fields. However, in order to satisfy such biomass needs, horticulturists should provide vegetative propagated plant material to install new fields or to regenerate the existing ones. Producing cuttings depends on the availability of plant material throughout the year and on rooting processes which could not be easy to induce. Woody and softwood stem cuttings were prepared from plants grown in the field. Different substrates, thickness of propagated material and exogenous application of auxin were compared in their capability to induce root and shoot formation. In other experiment, the rhizogenic ability of plant material was monthly assessed for a year from plants grown in a greenhouse. Cuttings placed in perlite presented higher percentages of rooting than those in organic substrate, although in both cases values of root formation were always below 20%. Organic substrate combined with thick cuttings and absence of nebulization had a better performance than thin cuttings with nebulization. Throughout the year, the rooting percentages were highest in May, with values greater than 70%. The softwood cuttings from summer period originated particularly low rooting percentages]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[limonete]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[lúcia-lima]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[propagação vegetativa]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[enraizamento]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[estacaria]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[lemon verbena]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[vegetative propagation]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[cuttings]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[rooting rates]]></kwd>
</kwd-group>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 4><b>Estacaria de <i>Aloysia citrodora </i>Palau: ensaios de enraizamento
em estufa sob diferentes condições</b></font></p>


    <p><font face = Verdana size = 3><b>Cuttings of <i>Aloysia
citriodora</i> Palau: greenhouse trials under different rooting conditions</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><b>Ana Maria Carvalho</b>
e <b>Manuel Ângelo Rodrigues</b>*</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>Centro de Investigação de Montanha (CIMO),
Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Bragança. Campus de Santa Apolónia,
5300-253 Bragança, Portugal</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>(*E-mail: <a href = "mailto:angelor@ipb.pt">angelor@ipb.pt</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>RESUMO</b></font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>A espécie aromática e medicinal <i>Aloysia citrodora
</i>Palau, Verbenaceae, conhecida como limonete, erva-luísa ou lúcia-lima, é uma
das mais cultivadas e comercializadas em Portugal. A instalação e manutenção dos
campos de cultivo exigem material de propagação em quantidade e com a qualidade
e uniformidade que assegurem a comercialização da biomassa, de acordo com os padrões
dos compradores. A possibilidade dos produtores obterem as próprias plantas depende
da disponibilidade de material vegetativo ao longo de todo o ano e dos processos
de rizogénese que nem sempre são fáceis de induzir. </font></p>

    <p><font face
= Verdana size = 2>Realizaram-se ensaios de enraizamento de estacas caulinares lenhosas
e semilenhosas, preparadas a partir de plantas-mãe cultivadas em campo comercial
ao ar livre. O delineamento experimental incluiu estacas caulinares de diferente
espessura, diferentes substratos (perlite e composto orgânico comercial), hormona
de enraizamento (com e sem auxina), condições de humidade (com e sem nebulização)
e temperatura (em bancada aquecida e sem aquecimento). Numa segunda experiência
avaliou-se a capacidade de enraizamento de material vegetal colhido ao longo de
todos os meses do ano a partir de plantas cultivadas em estufa.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font
face = Verdana size = 2>As estacas colocadas em perlite originaram percentagens
de enraizamento mais elevadas do que as estacas em substrato orgânico, embora os
valores tenham sido sempre inferiores a 20%. O substrato orgânico deu melhores resultados,
conjugando estacas grossas e ausência de nebulização, por oposição a estacas mais
finas com nebulização. Ao longo do ano, as percentagens de enraizamento foram máximas
em maio, com valores superiores a 70%. As estacas semilenhosas do período estival
originaram percentagens de enraizamento particularmente baixas.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><b>Palavras-chave:
</b>limonete, lúcia-lima, propagação vegetativa, enraizamento, estacaria.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>Aloysia
citri</i>odora Palau, Verbenaceae, known as lemon verbena, is one of the most cultivated
and marketed medicinal and aromatic plants in Portugal. Biomass quality and uniformity
of the plant material according to stakeholders’ standards are market criteria requiring
important amounts of biomass supplied by producers’ organic fields. However, in
order to satisfy such biomass needs, horticulturists should provide vegetative propagated
plant material to install new fields or to regenerate the existing ones. Producing
cuttings depends on the availability of plant material throughout the year and on
rooting processes which could not be easy to induce.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Woody and softwood stem cuttings were prepared from plants grown
in the field. Different substrates, thickness of propagated material and exogenous
application of auxin were compared in their capability to induce root and shoot
formation. In other experiment, the rhizogenic ability of plant material was monthly
assessed for a year from plants grown in a greenhouse.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Cuttings placed in perlite presented higher percentages of rooting
than those in organic substrate, although in both cases values of root formation
were always below 20%. Organic substrate combined with thick cuttings and absence
of nebulization had a better performance than thin cuttings with nebulization. Throughout
the year, the rooting percentages were highest in May, with values greater than
70%. The softwood cuttings from summer period originated particularly low rooting
percentages</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><b>Keywords</b>: lemon verbena, vegetative propagation;
cuttings, rooting rates.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face
= Verdana size = 2>A espécie <i>Aloysia citrodora</i> Palau, (sin. <i>Aloysia triphylla</i>
(L'Hér.) Britton e <i>Lippia citriodora</i> (Palau) Kunth) da família Verbenaceae,
é conhecida em Portugal como limonete, erva-luísa ou lúcia-lima. Trata-se de uma
espécie importante nos mercados internacionais devido à possibilidade de extrair
óleo essencial rico em citral a partir das suas folhas e às suas propriedades sensoriais
e medicinais. É uma planta muito apreciada em infusões, bebidas não alcoólicas e
como ingrediente aromático na indústria das fragrâncias. A indústria farmacêutica
usa limonete pelas suas propriedades carminativas, antiespasmódicas e sedativas
(Pascual <i>et al</i>., 2001). É, por isso, uma planta cujas propriedades sensoriais
e medicinais continuam a ser estudadas sobre aspetos diversos como produção e composição
dos óleos essenciais (Gil <i>et al</i>., 2007), composição química e atividade microbiana
(Parodi <i>et al</i>., 2015) e perfil farmacológico e neuroprotector (Abuhamdah
et <i>al</i>., 2015). </font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>O limonete
é uma das espécies de plantas aromáticas e medicinais (PAM) mais cultivadas e comercializadas
em Portugal. De acordo com estudo realizado em 2012, a área de cultivo de limonete
para comercialização em seco no país era de 8,9&nbsp;ha e correspondia à maior superfície
declarada para produção de PAM, atingido em modo de produção biológica (45% da área
total) o valor de produção padrão (VPP) de 10,83&nbsp;€/ha. No entanto, para a instalação
e manutenção dos seus campos, a maioria dos produtores adquiriu os propágulos a
viveiristas (59% da área declarada) e poucos utilizaram material de propagação preparado
nas próprias explorações (26% da área) (GPP, 2013).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face
= Verdana size = 2>Um dos problemas que se colocam aos produtores no momento da
instalação e regeneração dos campos de produção, ou da mera substituição de falhas,
está relacionado com a obtenção de material vegetativo para propagação, em quantidade
e com as características de qualidade e uniformidade (e.g. textura, consistência,
cor, aroma, composição química, variedade) necessárias para cumprimento dos requisitos
de comercialização da biomassa. Não tendo capacidade de produzir os seus propágulos,
os produtores ficam dependentes da disponibilidade existente nos viveiristas, que
em cada momento, podem não ter material em quantidade suficiente e com as características
botânicas, agronómicas e de qualidade ajustadas às exigências do sector. </font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>A propagação vegetativa, nomeadamente a estacaria,
pode ser uma resposta ajustada às necessidades de quem produz. Contudo, nem sempre
os resultados são favoráveis, porque a produção de estacas durante todo o ano está
limitada à disponibilidade de material vegetativo, e os processos de rizogénese
podem ser difíceis de induzir. Por outro lado, no caso concreto do limonete, não
foi ainda estabelecido se estacas de consistência diferente (estacas lenhosas, semilenhosas,
sub-herbáceas ou herbáceas) têm igual capacidade de enraizamento. Este conhecimento
facilitaria a utilização do material produzido por pés-mãe, deixados crescer sem
cortes para obtenção de material de propagação ao longo de todo o ano. </font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>A informação disponível sobre as melhores condições
de enraizamento do limonete (<i>A</i>.<i> citrodora) </i>é escassa. Paulus <i>et
al</i>. (2014) avaliaram o efeito de diferentes concentrações de ácido indol butírico
(AIB) e do comprimento de estacas caulinares no enraizamento de estacaria de limonete.
Concluíram que, para as suas condições de ensaio, a dimensão das estacas afetou
o enraizamento e o desenvolvimento inicial das plantas, tendo observado que o comprimento
de 10&nbsp;cm e a concentração de 1500&nbsp;mg&nbsp;L<sup>&#8209;1</sup> de AIB
proporcionaram maior enraizamento de estacas. </font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 2>Diversos autores (c.f. Biasi e Costa, 2003; Pimenta <i>et al</i>., 2007;
Bispo <i>et al</i>., 2016) testaram o enraizamento de estacas de outras espécies
do mesmo género. No caso de estacaria de <i>Lippia alba</i>, Biasi e Costa (2003)
verificaram que os vários tipos de estacas usados (e.g. apicais e medianas, combinadas
com ausência de folhas ou número variável de folhas) não apresentaram diferença
quanto à capacidade de enraizar. Contudo o desenvolvimento radicular foi diretamente
proporcional à área foliar da estaca, pelo que nas estacas apicais e sem folhas
se observou menor volume de raízes e fraco crescimento. No seu estudo os melhores
resultados obtidos corresponderam a estacas semilenhosas com duas folhas em substratos
porosos e sem necessidade de irrigação por nebulização; e a estacas lenhosas de
20&nbsp;cm de comprimento e sem folhas (Biasi e Costa, 2003). Bispo <i>et al</i>.
(2016) também ensaiaram diferentes modalidades de estacas e o efeito do AIB na propagação
vegetativa de <i>Lippia insignis</i>, <i>L. lasiocalycina</i> e <i>L. thymoides</i>.
Os seus resultados mostram que a aplicação de AIB não é necessária para promover
o enraizamento de estacas destas espécies. No entanto, registaram alguma variação
na capacidade de enraizamento de acordo com o tipo de estaca (apical ou mediana).
Em <i>L. insignis</i> o enraizamento foi melhor no tipo apical, enquanto nas outras
duas espécies o tipo de estaca usado foi indiferente para a formação de raízes e
respectiva biomassa. Apesar destes resultados, Pimenta <i>et al</i>. (2007), verificaram
que a propagação de espécies silvestres do género <i>Lippia</i> por estacaria é
uma alternativa pouco eficiente para a produção e multiplicação em larga escala,
considerando a baixa capacidade de enraizamento das estacas destas espécies, mesmo
com a adição de diferentes auxinas. </font></p>

    <p><font face = Verdana size
= 2>Estudos realizados com outras espécies de famílias botânicas diferentes têm
mostrado que o êxito no enraizamento pode depender do tipo de substrato utilizado
(Wojtusik <i>et al</i>., 1994; Ofori <i>et al</i>., 1996; Tchinda <i>et al.,</i>
2013), do tipo de estacas (Haile <i>et al</i>., 2011; Lima <i>et al</i>., 2013;
Tchinda <i>et al</i>., 2013), da época do ano (Guo <i>et al</i>., 2009; Haile <i>et
al</i>., 2011; Tchinda <i>et al</i>., 2013) e do uso de reguladores de crescimento,
designadamente pré-tratamentos com auxinas (Guo <i>et al</i>., 2009; Cope e Rupp,
2013; Lima <i>et al</i>., 2013). Os resultados entretanto obtidos variam em função
da espécie, o que justifica que as condições de enraizamento devem ser estabelecidas
caso a caso.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Foi objetivo deste trabalho
contribuir para o esclarecimento das melhores condições de enraizamento de limonete
(<i>A. citrodora</i>). Numa primeira experiência foram comparados meios de enraizamento
(perlite e substrato orgânico comercial), condições de enraizamento (com e sem nebulização,
com e sem aquecimento, com e sem hormona de enraizamento) e tipo de estacas (finas,
médias e grossas). O material vegetal utilizado neste primeiro ensaio veio diretamente
de um campo comercial de um produtor de limonete. Numa segunda experiência procurou
observar-se em que altura do ano as condições de enraizamento são mais favoráveis,
colocando estacaria a enraizar mensalmente durante todo o ano, o que envolveu o
uso de estacas com dois nós, da mesma dimensão, em diferente grau de lenhificação
e com espessura variável de acordo com a região da vara (basal, mediana, apical)
de onde foi retirada. Neste caso o material vegetal (varas) foi colhido mensalmente
de pés-mães cultivados em estufa.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font
face = Verdana size = 2>As experiências de enraizamento decorreram em Bragança,
numa estufa com cobertura em placa ondulada em poliéster reforçado com fibra de
vidro. A estufa dispõe de uma bancada de enraizamento aquecida por resistências
eléctricas, com proteção em poliamida, distribuídas ao longo da bancada. A temperatura
é regulada por dois termostatos digitais e sensores em bainha de aço inox. Durante
a experiência estiveram regulados a 22ºC. A bancada dispõe de um sistema de rega
por nebulização intermitente programável. O condicionamento ambiental da estufa
é conseguido através de um sistema <i>cooling</i> (arrefecimento) e de um queimador
de gás (aquecimento). A temperatura no interior da estufa é regulada com um termostato
digital que aciona o mecanismo de arrefecimento quando a temperatura do ar interior
atinge 27ºC. </font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A primeira experiência
cujo objetivo foi comparar substratos, condições de enraizamento e espessura das
estacas foi estabelecida em 13 de fevereiro de 2014. Nesta experiência ensaiaram-se
10 modalidades: </font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>(i)Perlite e nebulização em tabuleiro com alvéolos, estacas finas, médias
e grossas, aleatoriamente;</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>(ii)Perlite
e nebulização em bancada aquecida, estacas finas e grossas, aleatoriamente;</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>(iii)Perlite, nebulização em bancada aquecida e hormona de enraizamento, estacas
finas, médias e grossas, aleatoriamente;</font></p>

    <p><font face = Verdana size= 2>(iv)Substrato
orgânico, nebulização e bancada aquecida, estacas finas, médias e grossas, aleatoriamente;</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>(v)Substrato orgânico, nebulização em bancada aquecida e hormona de enraizamento,
estacas finas, médias e grossas, aleatoriamente</font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 2>(vi)Substrato
orgânico, nebulização, bancada aquecida e estacas finas;</font></p>

    <p><font
face = Verdana size = 2>(vii)Substrato
orgânico, nebulização, bancada aquecida e estacas grossas;</font></p>

    <p><font
face = Verdana size = 2>(viii)Substrato
orgânico, estacas finas em tabuleiro com alvéolos;</font></p>

    <p><font face =
Verdana size = 2>(ix)Substrato
orgânico, estacas grossas em tabuleiro com alvéolos; e</font></p>

    <p><font face
= Verdana size = 2>(x)Substrato orgânico e estacaria do produtor, estacas de espessura variável.</font></p>

    <p><font face = Verdana size
= 2>O material vegetal veio diretamente do campo de pés-mães de um produtor. As
estacas foram colhidas de lançamentos do ano, aproveitando o ramo desde a base até
aproximadamente 20&nbsp;cm do ápice, eliminando a zona mais herbácea. Cada estaca
incluiu sempre dois nós e quando tinha folhas, a superfície foliar foi reduzida
para evitar perda excessiva de água por transpiração. Prepararam-se estacas com
diferentes espessuras. As estacas mais grossas da base do ramo com espessura média
de 0,43&nbsp;mm de diâmetro e as estacas mais finas, feitas a partir da ponta da
vara (depois de retirados os 20&nbsp;cm apicais) com cerca de 0,22&nbsp;mm de diâmetro.
As estacas médias correspondem à região mediana da vara e apresentavam aproximadamente
0,33&nbsp;mm de espessura. De cada tratamento foram preparadas três repetições de
40 estacas. </font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>Adicionalmente foram
incluídas estacas preparadas por um produtor e instaladas em substrato orgânico
em tabuleiros alveolados. Neste tratamento usaram-se 950 estacas e a sua espessura
não foi tida em conta, visto que o produtor faz um corte e usa as varas sobrantes
para fazer as estacas, aproveitando todo o material disponível. De um modo geral,
estas estacas da modalidade (x) eram visualmente mais grossas que as dos restantes
tratamentos.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A hormona de enraizamento
utilizada foi uma auxina sintética, ácido indol-3-butírico, numa concentração de
0,3%. As estacas foram desinfetadas numa solução cúprica [pó molhável com 50% (p/p)
de cobre sob a forma de oxicloreto de cobre].</font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 2>No segundo ensaio avaliou-se a capacidade de enraizamento do material vegetal
ao longo do ano, com colocação das estacas a enraizar na primeira semana de cada
mês. O material vegetal usado para as estacas foi retirado de pés-mãe cultivados
e mantidos na própria estufa. Todas as estacas incluíam dois nós e tinham o mesmo
comprimento, aproximadamente 12&nbsp;cm. A superfície foliar foi também reduzida.
Utilizou-se um substrato orgânico comercial como meio de enraizamento e todas as
plantas foram colocadas em tabuleiros alveolados em bancada aquecida com nebulização.
Foram usadas três repetições de 40 estacas, num total de 120 estacas colocadas a
enraizar em cada mês. A experiência iniciou-se em 2 de outubro de 2014 e repetiu-se
na primeira semana de cada mês até setembro de 2015. A consistência das estacas
variou ao longo do ano. De outubro a maio dominavam as estacas lenhosas. Em maio
a experiência foi efetuada em duplicado, tendo sido usadas estacas lenhosas provenientes
da lenha de inverno e estacas semilenhosas provenientes dos lançamentos do ano.
A partir de junho a consistência das estacas passou a ser semilenhosa. Esta diversidade
de material vegetal estava prevista no delineamento experimental inicial e tem a
ver com o tipo de vegetação disponível para enraizamento em cada época do ano. Tal
como na experiência anterior as estacas foram desinfetadas numa calda cúprica.</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>O resultado de enraizamento do primeiro ensaio
foi avaliado ao fim de três meses e de acordo com os seguintes critérios: (i) ausência
de parte aérea desenvolvida; (ii) presença de parte área pouco desenvolvida (i.e.
pequenos lançamentos com menos de 3&nbsp;cm de comprimento); (iii) parte aérea bem
desenvolvida (lançamentos maiores de 3&nbsp;cm; (iv) ausência de primórdios radiculares;
(v) presença de primórdios radiculares; (vi) presença de raízes bem desenvolvidas.</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>Os ensaios de enraizamento ao longo dos doze meses
do ano foram também avaliados ao fim de três meses de instalação e considerando
os seguintes aspectos: (i) ausência de parte aérea desenvolvida; (ii) presença de
parte área bem desenvolvida; (iii) ausência de primórdios radiculares; (iv) presença
de raízes bem desenvolvidas. </font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Dado
o elevado número de modalidades experimentais, a apreciação dos resultados efetuou-se
através do cálculo das médias e do intervalo de confiança entre médias (&#945;=0,05)
para os parâmetros analisados. </font></p>



    <p><font face = Verdana size = 3><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font
face = Verdana size = 2>A perlite parece ter oferecido melhores condições gerais
de enraizamento que o substrato orgânico (<a href = "#f1">Figura 1</a>). Com substrato orgânico apenas
o uso de estacas grossas e a estacaria do produtor (também com predomínio de estacas
grossas) originou resultado equivalente ao uso de perlite. Em estudos de enraizamento
com Njangsa [<i>Ricinodendron heudelotii </i>(Baill.) Heckel], Tchinda <i>et al.</i>
(2013) registaram melhores resultados usando areia em comparação com um substrato
de serrim e serrim misturado com areia. Talvez o substrato orgânico não tenha assegurado
arejamento regular ao longo do tempo. Dentro de uma estufa as condições ambientais
modificam-se muito rapidamente. Em dias de céu limpo a temperatura sobe rapidamente
aumentando as perdas de água pelo substrato. Em dias de céu nublado ocorre o contrário,
o excesso de humidade reduz o arejamento. Apesar do sistema de nebulização permitir
ajustar as dotações e intervalos de tempo entre regas, não foi possível reagir a
estas flutuações de curta duração das condições ambientais ao longo do tempo, e
isso pode ter dificultado o enraizamento no substrato orgânico. As estacas grossas,
incluindo a estacaria preparada pelo produtor, originaram maiores percentagens de
enraizamento, eventualmente por conterem mais reservas nos seus tecidos. Pimenta
<i>et al</i>. (2007) registaram uma média de 0-11,1 raízes por estaca no caso de
espécies silvestres de <i>Lippia</i>. Pelo contrário, Bispo <i>et al</i>. (2016),
que também estudaram várias espécies do género <i>Lippia,</i> obtiveram percentagens
de enraizamento relativamente elevadas, variando de 79,0% a 95,5% (em estacas apicais)
e 69,5% a 91,5% (em estacas medianas). De acordo com estes autores, a melhor zona
da vara para estacas varia com a espécie e com a condição fisiológica da planta
(Bispo <i>et al</i>., 2016).</font></p>

    <br>
<a name = "f1"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea06f1.jpg"></a>
    
<br>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>Melhor
enraizamento devido ao uso de estacaria mais grossa foi ainda observado em <i>Boswellia
papyrifera</i> (Del) Hochst por Haile <i>et al</i>. (2011), em purgueira (<i>Jatropha
curcas</i> L.) por Severino <i>et al</i>. (2011) e em chá-da-índia [<i>Camellia
sinensis</i> (L.) Kuntze] por Lima <i>et al</i>. (2013). </font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Com o aumento da artificialização das condições de enraizamento,
quer com bancada aquecida quer com o uso de hormona, não advieram ganhos relevantes
na percentagem de enraizamento. Contudo, em estudos anteriores o uso de ácido indolbutírico
mostrou ter um efeito favorável no enraizamento de <i>Paeonia suffruticosa</i> Andrews
(Guo <i>et al</i>., 2009), <i>Juniperus osteosperma</i> (Torr.) Little (Cope e Rupp,
2013), <i>Camellia sinensis</i> (L.) Kuntze (Lima <i>et al.,</i> 2013) e <i>Ricinodendron
heudelotii</i> (Tchinda <i>et al</i>., 2013). Ofori <i>et al</i>. (1996) não registaram
diferenças significativas pelo pré-tratamento das estacas com ácido indolbutírico
em <i>Milicia excelsa</i> (Welw.) C.C. Berg, tendo a percentagem de enraizamento
decrescido com o aumento da dose. Deve notar-se que nos estudos anteriormente citados,
não se utiliza a hormona em concentrações superiores a 0,2%. Na nossa experiência
foi usada uma concentração de 0,3%, tendo esta decisão sido baseada na prática corrente
que se faz naquela estufa para enraizamento comercial da oliveira. A aceitar esta
possibilidade, talvez a concentração de hormona escolhida tenha sido excessivamente
elevada para esta espécie, o que deverá ser testado em trabalho posterior. </font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>O desenvolvimento da parte aérea apresentou performances
equivalentes ao desenvolvimento radicular, uma vez que estão intimamente relacionados.
A <a href = "#f2">Figura 2</a> apresenta, contudo, situações de desenvolvimento de primórdios da parte
aérea mais favoráveis que o desenvolvimento radicular. Contudo, para efeitos práticos
estacas com parte aérea em desenvolvimento mas sem sistema radicular não têm valor
comercial por não assegurarem viabilidade na transplantação. Em algumas estacas
que apresentam primórdios da parte aérea e que não têm parte radicular, aqueles
estarão suportados nas reservas das estacas e nas condições de humidade conferidas
pela nebulização.</font></p>

<a name = "f2"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea06f2.jpg"></a>

    
<p><font face = Verdana size = 2>A época do ano em
que se conseguiram maiores percentagens de enraizamento foi em maio usando estacas
lenhificadas, tendo-se atingido valores ligeiramente superiores a 70% (<a href = "#f3">Figura 3</a>).
Durante o período outono/inverno as percentagens de enraizamento foram mais baixas
e sempre inferiores a 50%. A partir de maio, e usando estacas herbáceas, as percentagens
de enraizamento reduziram-se substancialmente. Em diversas espécies tem sido demonstrado
que a época de colheita influencia a percentagem de enraizamento (Guo <i>et al</i>.,
2009; Haile <i>et al</i>., 2011; Tchinda <i>et al.,</i> 2013), normalmente devido
a diferente acumulação de reservas nos tecidos e/ou diferente atividade fisiológica
das plantas. Em maio foram usadas estacas lenhosas e estacas herbáceas de plantas
em franca atividade biológica o que terá favorecido o enraizamento. Nas datas seguintes,
as percentagens de enraizamento foram particularmente baixas. O material vegetal
usado nestas experiências foi recolhido de plantas cultivadas dentro da estufa.
Como se referiu, é uma estufa com cobertura em placa ondulada em poliéster reforçado
com fibra de vidro e que se encontra já bastante envelhecida. As plantas de limonete
apresentaram-se muito estioladas durante todo o verão, indicação das deficientes
condições de luminosidade para o processo fotossintético. Deverá ter sido esta a
razão pela qual as estacas originadas a partir de material herbáceo de plantas estioladas
(com poucas reservas) originaram resultados de enraizamento tão baixos. Por exemplo,
Paulus <i>et al</i>. (2014) obtiveram percentagem de enraizamento de 90% em estacas
com 10&nbsp;cm e 65% de enraizamento em estacas com 4&nbsp;cm de comprimento.</font></p>

<a name = "f3"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea06f3.jpg"></a>

    
<p><font face = Verdana size = 3><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face
= Verdana size = 2>Na experiência iniciada em fevereiro, as estacas colocadas em
perlite originaram percentagens de enraizamento mais elevadas que as estacas colocadas
em substrato orgânico, embora os valores tenham sido sempre inferiores a 20% de
enraizamento. Usando substrato orgânico conseguiram-se melhores resultados conjugando
ausência de nebulização e estacas grossas, por oposição ao recurso a nebulização
e estacas mais finas. As melhores percentagens de enraizamento ocorreram em maio,
atingindo-se valores ligeiramente acima de 70%. Nas condições destas experiências,
as estacas semilenhosas do período estival originaram percentagens de enraizamento
particularmente baixas.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>As maiores
limitações do estudo terão sido a impossibilidade de ajustar adequadamente o sistema
de nebulização às condições meteorológicas prevalecentes e o facto de se ter usado
material vegetal proveniente de plantas com sintomas evidentes de estiolamento,
por serem cultivadas dentro de uma estufa cuja cobertura restringe fortemente a
radiação solar incidente.</font></p>

</br>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>Referências bibliográficas</b></font></p>


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</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=670546&pid=S0871-018X201700050000700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Paulus, D.; Valmorbida, R.; Toffoli,
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    <p><font face = Verdana size = 2>Recebido em versão revista/received in revised form: 2017.04.10</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Aceite/accepted: 2017.04.11</font></p>

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