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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA16192</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Monitorização e controlo de qualidade do ar interior em gabinetes de edifícios escolares]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Monitoring and control indoor air quality in school offices]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Instituto Politécnico de Bragança Centro de Investigação de Montanha ]]></institution>
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<institution><![CDATA[,Instituto Politécnico de Bragança Escola superior de Tecnologia e Gestão ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[An Indoor Air Quality (IAQ) monitoring and control system was built and tested with the purpose of evaluating its viability as technical solution to improve the IAQ conditions within school workrooms. The system has the ability to monitor CO, CO2, relative humidity and air temperature and also incorporates a dynamic ventilation mechanism able to regulate the IAQ levels as a function of CO and/or CO2 levels. The system was tested in three separate and distinct spaces. In each space were performed four experiments over about an 8h workday each and under different ventilation conditions - without ventilation, with natural ventilation, air insufflation and air extraction. In the first two experiments, the system was just used as monitor and in the last two as IAQ monitor and controller. The experiments showed that the studied spaces were poorly ventilated. It was also shown that the built system coupled to a fan with a nominal flow rate of 93 m³.h-1 was suitable for assuring enough ventilation to maintain adequate indoor air quality, without requiring any human intervention. No substantial differences between air insufflation and extraction were found, but air insufflation was slightly more effective.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Dióxido de carbono]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[monóxido de carbono]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[monitorização]]></kwd>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[ventilação]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[ventilation]]></kwd>
</kwd-group>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 4><b>
Monitorização e controlo de qualidade do ar interior em gabinetes de
edifícios escolares</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>Monitoring and control indoor air quality in
school offices</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><b>Samuel Fernandes</b><sup>1</sup>, <b>Getúlio Igrejas</b><sup>2</sup>
e <b>Manuel Feliciano</b><sup>1</sup></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i><sup>1</sup>Centro de Investigação de Montanha
(CIMO), Instituto Politécnico de Bragança, Campus de Santa Apolónia, 5300-253 Bragança,
Portugal;</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i><sup>2 </sup>Escola
superior de Tecnologia e Gestão, Instituto Politécnico de Bragança, Campus de Santa
Apolónia, 5300-253 Bragança, Portugal.</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>(*E-mail: <a href = "mailto:msabenca@ipb.pt">msabenca@ipb.pt</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Um sistema de monitorização e controlo de Qualidade
do Ar Interior (QAI) foi construído com o objetivo de testar a sua viabilidade como
solução na melhoria de QAI em gabinetes de edifícios escolares. O sistema tem a
capacidade de monitorizar as concentrações de CO<sub>2</sub>, CO, humidade relativa
e temperatura e integra um mecanismo de ventilação dinâmico capaz de regular os
níveis de QAI em função dos níveis de CO e/ou CO<sub>2</sub>. O sistema foi testado
em três espaços distintos. Em cada espaço realizaram-se quatro ensaios de aproximadamente
8h cada, em condições de ventilação distintas - sem ventilação, com ventilação natural,
com insuflação e com extração de ar. Nos dois primeiros ensaios, o sistema foi usado
como monitor e nos dois últimos como monitor e controlador de QAI. Os testes realizados
mostraram que os espaços estudados eram insuficientemente ventilados. Observou-se
ainda que o sistema de monitorização, acoplado a um ventilador de caudal nominal
de 93&nbsp;m<sup>3</sup>.h<sup>&#8209;1</sup>, permitiu manter as condições de ventilação
dentro dos níveis que garantem uma boa QAI, sem requerer qualquer intervenção humana.
Não foram identificadas diferenças substanciais entre a ventilação por insuflação
e a realizada por extração, contudo a insuflação foi ligeiramente mais eficaz.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2><b>Palavras-chave:</b> Dióxido de carbono, monóxido de carbono, monitorização, arduino, ventilação.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>An Indoor Air
Quality (IAQ) monitoring and control system was built and tested with the purpose
of evaluating its viability as technical solution to improve the IAQ conditions
within school workrooms. The system has the ability to monitor CO, CO<sub>2</sub>,
relative humidity and air temperature and also incorporates a dynamic ventilation
mechanism able to regulate the IAQ levels as a function of CO and/or CO<sub>2</sub>
levels. The system was tested in three separate and distinct spaces. In each space
were performed four experiments over about an 8h workday each and under different
ventilation conditions - without ventilation, with natural ventilation, air insufflation
and air extraction. In the first two experiments, the system was just used as monitor
and in the last two as IAQ monitor and controller. The experiments showed that the
studied spaces were poorly ventilated. It was also shown that the built system coupled
to a fan with a nominal flow rate of 93&nbsp;m<sup>3</sup>.h<sup>&#8209;1</sup>
was suitable for assuring enough ventilation to maintain adequate indoor air quality,
without requiring any human intervention. No substantial differences between air
insufflation and extraction were found, but air insufflation was slightly more effective.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><b>Keywords: </b>Carbon
dioxide, carbon monoxide, monitoring, arduino, ventilation.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A Qualidade do Ar Interior (QAI)
observada em habitações, escritórios, escolas, creches, lares de idosos, hospitais
ou outros edifícios públicos ou privados é um fator essencial e determinante para
o conforto e o bem-estar dos utilizadores desses espaços. De facto, passamos grande
parte do tempo das nossas vidas nestes locais, muitas vezes expostos a atmosferas
pouco ou nada saudáveis (Farrow <i>et al</i>., 1997; Dales <i>et al</i>., 2008;
Clausen <i>et al</i>., 2009; Bluyssen <i>et al</i>., 2010; Frontczak <i>et al</i>.,
2012; Madureira <i>et al</i>., 2015). </font></p>

    <p><font face = Verdana size
= 2>A realidade mostra que um vasto conjunto de substâncias nocivas para os seres
vivos são emitidas a partir de materiais de construção, mobiliário, fumo do tabaco,
queima de combustíveis fosseis, equipamentos diversos, entre outros (Gennaro <i>et
al</i>., 2015; Almeida <i>et al</i>., 2016). Estes poluentes induzem o aparecimento
de um amplo espectro de problemas de saúde, desde situações frequentes de desconforto
e com interferência no desempenho cognitivo, associadas a exposições a atmosferas
com substâncias libertadas pelo próprio metabolismo humano (e.g. bioodores, dióxido
de carbono (CO<sub>2</sub>)) (Usha <i>et al</i>., 2012; Eide <i>et al</i>., 2013;
Melikov e Dzhartov, 2013), a situações mais gravosas que, em alguns casos, podem
mesmo ser fatais (e.g. monóxido de carbono (CO)) (Samet <i>et al</i>., 1988; Hardin
<i>et al</i>., 2003; Burroughs e ShirlEy, 2011; Chan <i>et al</i>., 2015). A exposição
a atmosferas interiores é uma das causas mais relevantes de morbidade e mortalidade,
pelo que não surpreende que no início deste século a USEPA (<i>United States Environmental
Protection Agency</i>) e a SAB (<i>Science Advisory Board</i>) tenham colocado a
poluição do ar interior entre os cinco principais riscos ambientais para a saúde
pública (Zhang e Xu, 2004).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Várias
tecnologias podem ser utilizadas de forma eficiente na monitorização e na gestão
de QAI, incluindo utilização de sensores de CO<sub>2</sub>, ventilação controlada
em função dos níveis de contaminantes, ventilação com recuperação de energia, sistemas
de ar dedicados, irradiação de UV germicida, deslocamento de ventilação, distribuição
de ar aquecido, pressurização diferencial dos espaços, entre outras (Sherman, 2014;
Chan <i>et al</i>., 2015; Mendell <i>et al</i>., 2015). Estas e outras opções são,
no entanto, dispendiosas e a sua implementação em edifícios novos não é concretizável
de uma forma imediata. Em edifícios existentes, não dotados com estas tecnologias,
torna-se especialmente difícil o controlo da QAI por parte dos ocupantes, muitas
vezes por falta de conhecimentos e, noutros casos, por falta de equipamento adequado
para o efeito. Nestas situações, recorrer a tecnologias simples, económicas e fáceis
de implementar como o acionamento de insufladores/extratores, em função dos níveis
de alguns dos parâmetros mais relevantes em QAI (e.g. o CO<sub>2)</sub>, pode ser
uma excelente solução (Schell e Inthout, 2001).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>O presente estudo teve por objetivo principal a construção e avaliação
do funcionamento de um sistema de monitorização e controlo de QAI em espaços de
trabalho escolares, de uma instituição de ensino de Bragança, com vista a constituir-se
como uma solução técnica, fiável e económica, de avaliação e controlo da QAI de
diferentes espaços.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2><i>Sistema de monitorização e controlo de QAI</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>O sistema de monitorização e controlo de QAI integra
diversos módulos/componentes, com funções distintas, mas que no seu todo permitem
estabelecer uma malha de controlo do processo de QAI (ver <a href = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea37f1.jpg" target = "_blank">Figura 1</a>), dos quais se
destacam:</font></p>

    
<p><font face = Verdana size = 2>1) bloco sensorial que
permite medir as principais variáveis do processo; </font></p>

    <p><font face
= Verdana size = 2>2) unidade de controlo que de acordo com a informação proveniente
do bloco sensorial permite avaliar o estado do processo e estabelecer uma ação de
controlo; </font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>3) atuador que permite
agir sobre o meio, de acordo com a decisão tomada pela unidade de controlo.</font></p>

     <p><font face = Verdana size = 2>O sistema, através do seu bloco sensorial, possibilita
a medição em contínuo de quatro parâmetros de QAI (CO<sub>2</sub>, CO, humidade
relativa e temperatura do ar). Os dados recolhidos são depois enviados para a unidade
de processamento e controlo que avalia os valores observados das variáveis monitorizadas,
por comparação com os valores pré-definidos (<i>setpoints)</i>. A evolução desfavorável
de uma destas variáveis face aos <i>setpoints</i> desencadeia uma ação sobre um
atuador, o ventilador, que permite extrair ou insuflar ar novo no espaço, de modo
a manter a qualidade do ar dentro dos padrões de segurança desejáveis. O controlo
do ventilador é realizado de forma dinâmica, em função dos desvios identificados.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>O sistema oferece ainda a possibilidade de enviar em tempo real os dados recolhidos
para um servidor <i>web</i>, permitindo o acesso remoto a toda a informação por
parte do utilizador. O sistema dispõe também de um mecanismo de alertas que envia
SMS (<i>Short Message Service</i>) para o telemóvel do utilizador e/ou avisos para
a página <i>web</i>.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>Descrição dos ensaios experimentais</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Os ensaios experimentais foram desenhados para avaliar o comportamento do sistema
construído quer como unidade de monitorização, quer como unidade capaz de controlar
a evolução de parâmetros de QAI. Em resposta a este objetivo, foram realizados quatro
ensaios distintos em três gabinetes (doravante identificados por sala A, sala B
e sala C) com diferenças ao nível do volume, número de ocupantes, localização, entre
outras características. As principais características desses espaços encontram-se
no <a href = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea37q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>. </font></p>

    
<p><font face = Verdana size = 2>O primeiro ensaio
consistiu na monitorização de três dos parâmetros de QAI integrados no sistema de
monitorização (dióxido de carbono, humidade e temperatura), sem recorrer a qualquer
ventilação, a não ser a que resulta da infiltração através do invólucro dos espaços
e da abertura de portas sempre que ocorria entrada e saída dos ocupantes ou de outras
pessoas não afetas ao espaço. O monóxido de carbono também foi monitorizado, mas
atendendo à tipologia do espaço não assumiu grande relevância no estudo.</font></p>


     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>No segundo ensaio, o objetivo visou a avaliação
do efeito da abertura voluntária de janelas e/ou portas, sempre que o limiar de
proteção estabelecido na Portaria nº353-A2013 de 4 de Dezembro para o CO<sub>2</sub>
(1250&nbsp;ppm) fosse excedido. Estabeleceu-se ainda que a abertura das janelas
e/ou portas deveria ocorrer sempre que as concentrações de CO<sub>2</sub> atingissem
o limiar de proteção referido e que o seu fecho ocorresse novamente após se alcançarem
as concentrações de CO<sub>2</sub> de aproximadamente 900&nbsp;ppm. Durante o ensaio
nunca houve restrições em relação à entrada e à saída dos ocupantes.</font></p>


     <p><font face = Verdana size = 2>Nos ensaios três e quatro, o objetivo central
foi avaliar o funcionamento do sistema desenvolvido na qualidade de controlador
dos níveis de QAI e, adicionalmente, as diferenças entre o efeito da ventilação
mecânica simples por insuflação e por extração de ar. Durante a realização destes
dois ensaios com ventilação mecânica procurou-se que a ventilação natural fosse
apenas a correspondente à infiltração (i.e., como no primeiro ensaio), pelo que
a abertura de portas ocorreu apenas com a entrada e saída dos ocupantes. </font></p>


     <p><font face = Verdana size = 2>Em ambos os casos, o ventilador operou de uma
forma dinâmica em função da concentração de CO<sub>2</sub>, de acordo com o seguinte
protocolo de operação:  o ventilador era acionado, a uma velocidade moderada, sempre
que a concentração de dióxido de carbono atingia as 1000&nbsp;ppm; acima de 1295&nbsp;ppm
de CO<sub>2</sub>, o ventilador operava à sua velocidade nominal, insuflando ou
extraindo um caudal de aproximadamente 98&nbsp;m<sup>3</sup>.h<sup>&#8209;1</sup>;
Com os níveis de CO<sub>2</sub> compreendidos entre as 1000&nbsp;ppm e as 1295&nbsp;ppm,
o ventilador funcionava a velocidade variável definida por uma relação linear em
função dos níveis de CO<sub>2</sub>; O ventilador era desligado com a redução de
CO<sub>2</sub> para níveis inferiores a 900&nbsp;ppm.</font></p>

    <p><font face
= Verdana size = 2>Importa ainda referir que os ensaios tiveram a duração de 8&nbsp;h
cada e foram realizados nos meses de junho e julho de 2015, em períodos com condições
atmosféricas características dos meses de verão na região de Bragança (Gonçalves
<i>et al.</i>, 2014): na Sala A de 17 a 19 e 22 de junho; na Sala B nos dias 25
e 26 junho e 1 e 2 de julho; na Sala C de 9 a 12 de junho.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face
= Verdana size = 2>Na <a href = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea37f2.jpg" target = "_blank">Figura 2</a> observam-se alguns dos resultados dos ensaios realizados
para um dos espaços estudados (Sala B). Em particular, apresenta-se a evolução temporal
dos níveis de CO<sub>2</sub>, do número de ocupantes, da temperatura do ar no interior
da sala e no exterior do edifício e ainda do fluxo de ar insuflado e extraído mecanicamente.
</font></p>


    
<p><font face
= Verdana size = 2>Como se pode ver pela análise da <a href = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea37f2.jpg" target = "_blank">Figura 2</a>, os resultados obtidos
nos ensaios realizados na ausência de ventilação reforçam a relevância deste estudo,
ao mostrarem inequivocamente que os níveis de CO<sub>2</sub> tendem a ultrapassar,
com relativa facilidade, o limiar de proteção legal estabelecido para este constituinte
(Portaria nº353-A2013 de 4 de dezembro). Concentrações de CO<sub>2</sub> acima de
1250&nbsp;ppm indiciam a existência de ventilação insuficiente e, além disso, podem
apresentar efeitos adversos no Homem a nível do desempenho físico e psicológico
(OMS, 2010; Usha <i>et al</i>., 2012; Fisk, 2014; Allen <i>et al</i>., 2015). Esta
situação ganha contornos mais críticos pelo facto de ocorrer com um baixo número
de ocupantes e estar-se perante condições de ventilação que são as que prevalecem
ao longo do ano, numa grande parte de espaços desta tipologia. </font></p>

    
<p><font
face = Verdana size = 2>Nos ensaios com ventilação natural voluntária verificou-se
uma redução generalizada dos níveis de CO<sub>2</sub> em todos os espaços, demonstrando
que a abertura de janelas e portas tem um efeito muito positivo na diluição dos
níveis de CO<sub>2</sub> e de outros contaminantes que possam estar presentes na
atmosfera interior. Como se pode ver novamente na <a href = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea37f2.jpg" target = "_blank">Figura 2</a>, os níveis de CO<sub>2</sub>
na sala B oscilaram entre 536 e 1353&nbsp;ppm, tendo-se obtido um valor médio de
954&nbsp;ppm. Esta redução global dos níveis deve-se à abertura de uma pequena janela
e da porta da sala colocada no lado oposto (ventilação cruzada) que proporcionou
uma renovação adequada do ar interior. Além disso, a ventilação do espaço introduziu
um padrão de variação muito distinto do registado no ensaio sem ventilação, no qual
as subidas dos níveis de CO<sub>2</sub>, registadas na presença de ocupantes e nas
condições de ventilação similares às do ensaio sem ventilação, contrastam com as
descidas acentuadas que resultam da abertura da janela e da porta. Nas outras salas
o efeito de diluição não foi tão pronunciado pelo facto de se proceder apenas à
abertura de uma pequena janela (ventilação unilateral). A maior eficiência da ventilação
cruzada face à ventilação unilateral tem sido comprovada e referida em vários estudos
(e.g. Allocca <i>et al</i>., 2003; Sousa <i>et al</i>., 2012; Barnes, 2014; Mao
<i>et al</i>., 2015; Sharpe <i>et al.</i>, 2015). </font></p>

    
<p><font face =
Verdana size = 2>No que concerne aos ensaios com recurso à ventilação mecânica simples,
por insuflação e extração de ar, foi possível também constatar que o sistema construído
pode ser usado com sucesso no controlo da QAI, sem necessitar de qualquer intervenção
humana. De um modo geral, a ventilação mecânica por insuflação de ar permitiu controlar
de forma mais precisa os níveis de CO<sub>2</sub>, evitando a ocorrência de variações
acentuadas e aumentos dos níveis instantâneos de CO<sub>2</sub> acima das 1250&nbsp;ppm.
A ventilação mecânica com extração de ar assegurou desempenhos de ventilação similares
aos observados para a insuflação de ar, porém com a extração de ar os níveis instantâneos
de CO<sub>2</sub> ultrapassaram em alguns momentos o <i>setpoint</i> de 1250&nbsp;ppm.
A comparação entre insuflação e extração não é linear, porque foram ensaios realizados
em dias diferentes em condições ambientais algo diferentes, mas parece notório que
a extração não permite atingir as mesmas taxas de diluição das alcançadas pela insuflação
para caudais da mesma magnitude. Para se aproximar da eficácia da insuflação, constata-se
que os caudais e os períodos de extração de ar são superiores aos observados para
a insuflação. De facto, este resultado encontra-se dentro do expectável, dado que
a insuflação introduz ar novo com uma concentração de CO<sub>2</sub> usualmente
abaixo dos 400-500&nbsp;ppm de CO<sub>2</sub> (sobretudo em regiões com níveis baixos
de poluição atmosférica) enquanto em situações de extração, o ar extraído do compartimento
que está sob controlo é substituído por ar proveniente de outros espaços interiores,
com concentrações de CO<sub>2 </sub>mais elevadas do que as prevalecentes no ar
exterior. </font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>No que concerne à influência
sobre a temperatura do ar interior, verificou-se que esta não sofreu variações dignas
de registo em qualquer um dos ensaios realizados. De certa forma, as influências
mais significativas ocorreram com a ventilação natural voluntária, através da abertura
de janelas e/ou portas, como ocorreu na sala B. Quanto à ventilação mecânica simples,
os efeitos foram praticamente negligenciáveis. No entanto, a abertura de uma janela
nos meses de Inverno pode apresentar um impacte negativo, sobretudo no bem-estar
dos ocupantes e na eficiência energética, devido às baixas temperaturas e às elevadas
humidades que se fazem sentir no exterior. Minimizar as variações de temperatura
no interior dos edifícios é crucial para o aumento da eficiência energética e do
conforto térmico humano (Ahmed <i>et al.</i>, 2015; Mandayo <i>et al.</i>, 2015).
No geral, apesar de algumas exceções, a extração é uma forma de ventilação menos
eficaz do que a insuflação na diluição de cargas de contaminantes, mas pode interferir
menos com a temperatura e a humidade relativa, pelo facto de, usualmente, possibilitar
a entrada de ar com características térmicas similares à do espaço sob controlo.
Os ensaios com insuflação não interferiram muito nessas variáveis, porém nos períodos
de Inverno pode acontecer um efeito oposto, devido às diferenças entre o ar exterior
e o ar interior quer em termos térmicos quer em termos de humidade.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face
= Verdana size = 2>A QAI é um fator de risco ambiental de especial importância,
uma vez que pode afetar a saúde, as funções cognitivas do ser humano e a produtividade
de quem permanece uma grande parte do seu tempo em espaços fechados. O presente
estudo surgiu neste contexto de procura de soluções de melhoria de QAI, ao ter como
objetivo central a construção de um sistema de monitorização e controlo de QAI autónomo,
fácil de instalar, robusto e suficientemente fiável e com um custo significativamente
inferior aos dispositivos comercializados atualmente com funcionalidades semelhantes.</font></p>


     <p><font face = Verdana size = 2>De um modo geral, o monitor de QAI permite a recolha
de informação lida pelos sensores de CO<sub>2</sub>, CO, humidade relativa e temperatura
do ar, faz processamento estatístico de médias dos dados recolhidos e é responsável
pela tomada de decisão e pelo acionamento de um ventilador que, com base num mecanismo
integrador, permite um aumento ou uma diminuição do fluxo de ar de forma suave,
em função dos desvios positivos das concentrações de CO<sub>2</sub> e/ou de CO relativamente
aos <i>setpoints </i>definidos para o efeito. O sistema estabelece ainda comunicação
com um servidor remoto que regista numa base de dados toda a informação enviada
por um período temporal de um ano (na sua versão gratuita) e que usa estratégias
de redundância que garantem a salvaguarda dos dados. O sistema foi também testado
em diferentes ensaios, de modo a poder avaliar-se o seu desempenho em situações
concretas ora como monitor ora como monitor e controlador de QAI. </font></p>


     <p><font face = Verdana size = 2>Os ensaios realizados, 12 no total, permitiram
confirmar que os espaços da tipologia estudada são deficientemente ventilados e,
portanto, com forte potencial para prejudicarem a saúde dos seus ocupantes. Constatou-se
ainda que a ventilação natural, por abertura de janelas e/ou portas, e a ventilação
mecânica simples são duas formas capazes de melhorar a QAI. No entanto, a ventilação
natural poderá&#769; apresentar variações de temperatura causando desconforto e
um maior consumo energético nos meses mais frios. A ventilação mecânica simples
tem a vantagem de não requerer qualquer intervenção dos ocupantes, não necessitar
de um diferencial térmico entre o ambiente interior e exterior para movimentar massas
de ar, estabilizar as concentrações de CO<sub>2</sub> no nível pretendido e permitir
controlar o fluxo de ar insuflado/extraído.</font></p>

    <br>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>Referências bibliográficas</b></font></p>

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    <p><font face = Verdana size = 3><b>Agradecimentos</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Os
autores agradecem à Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT, Portugal) e ao
FEDER no âmbito do programa PT2020 pelo apoio financeiro ao CIMO (UID/AGR/00690/2013).
Os autores agradecem também aos ocupantes dos espaços onde se desenvolveram os ensaios
experimentais pela disponibilidade e colaboração.</font></p>

    <br>

    <p><font face = Verdana size = 2>Recebido/received: 2016.12.22</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Recebido em versão revista/received in revised form: 2017.03.08</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Aceite/accepted: 2017.03.09</font></p>

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