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<article-id>S0871-018X2017000500051</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA16204</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Controlo reprodutivo em ovelhas Churras Galegas Bragançanas]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Control of breeding activity in Churra Galega Bragançana ewes]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Instituto Politécnico de Bragança Centro de Investigação de Montanha ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The main aim of this paper was to study the effect of exogenous melatonin and the efficiency of two short-term progestogens protocols in controlling breeding activity of Portuguese Churra Galega Bragançana ewes on May. Forty five adult ewes were divided in two groups: Control (n=24) and Melatonin (n=21). Melatonin ewes received a subcutaneous implant of melatonin (18 mg). Forty five days later ewes were divided in two subgroups: FGA (n=22) and MAP (n=23). FGA ewes were treated with 20 mg of FGA and MAP ewes with 60 mg of MAP (intravaginal devices). At sponge insertion all ewes were injected with PGF2&#945; (100 µg). Progestagen treatment lasted for six days. At sponge removal 500 IU of eCG were administered. Ovarian activity was assessed by measuring the plasmatic levels of progesterone. Four adult rams with markers harnesses were used to estrus detection. Pregnancy diagnosis was carried out by transrectal ultrasonography (5 MHz). Two weeks before sponge insertion 64.4% of all ewes presented plasmatic levels of progesterone higher than 0.5 ng/ml. Difference between Control and Melatonin ewes was no statistically significant. Melatonin improved the rate of ewes presenting high plasmatic levels of progesterone (95.2% vs. 83.3%) and fertility (95.2% vs. 75.0%). FGA and MAP treatments were equally efficient in controlling breeding activity in Churra Galega Brgançana ewes.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Ovinos]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Churra Galega Bragançana]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[sazonalidade]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[controlo da actividade reprodutiva]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Sheep]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Churra Galega Bragançana]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[seasonality]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[breeding control]]></kwd>
</kwd-group>
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</front><body><![CDATA[ <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 4><b>Controlo reprodutivo em ovelhas Churras Galegas Bragançanas</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>Control of breeding activity in Churra Galega Bragançana ewes</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><b>Raimundo Maurício</b><sup>1</sup>, <b>Óscar Mateus</b><sup>1</sup>,
<b>Hélder Quintas</b><sup>1,2</sup>, <b>Teresa Correia</b><sup>1,2</sup>, <b>Marina Dendena</b><sup>1</sup>
e <b>Ramiro Valentim</b><sup>1,2,*</sup></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i><sup>1</sup>Escola
Superior Agrária de Bragança – Departamento de Ciência Animal, Apartado 1172, 5301-855
Bragança, Portugal</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i><sup>2</sup>Centro
de Investigação de Montanha – Instituto Politécnico de Bragança, Apartado 1172,
5301-855 Bragança, Portugal</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>(*E-mail: <a href = "mailto:valentim@ipb.pt">valentim@ipb.pt</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Este estudo teve como
principais objectivos estudar os efeitos do uso de implantes subcutâneos de melatonina
exógena e a eficácia relativa de dois tratamentos progestagénicos curtos no controlo
da actividade reprodutiva em ovelhas da raça Churra Galega Bragançana, no período
de transição entre as estações de anestro e reprodutiva. No dia 15 de março, 45
ovelhas adultas foram divididas em dois grupos: Controlo (n=24) e Melatotina (n=21).
As ovelhas do grupo Melatonina receberam um implante subcutâneo de Melatonina exógena
(18&nbsp;mg). No dia 29 de abril, as ovelhas dos dois grupos foram divididas em
dois subgrupos: 22 ovelhas foram tratadas com esponjas vaginais impregnadas com
20&nbsp;mg acetato de Fluorogestona (FGA) e 23 ovelhas com esponjas vaginais contendo
60&nbsp;mg de acetato de medroxiprogesterona (MAP). Na mesma altura, todas as ovelhas
receberam uma injecção intramuscular de PGF<sub>2&#945;</sub> (100&nbsp;µg). A duração
dos tratamentos progestagénicos foi de seis dias. Quando da remoção das esponjas
vaginais foram administradas 500&nbsp;UI de eCG. A actividade ovárica foi avaliada
através do doseamento dos níveis plasmáticos de progesterona. A detecção de cio
efectuou-se por quatro carneiros adultos munidos de arnês marcador. O diagnóstico
de gestação foi realizado por ultra-sonografia, com uma sonda rectal de 7,5&nbsp;MHz.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Quando da colocação das esponjas vaginais, 64,4%
das ovelhas apresentavam actividade ovárica completa. Os efeitos da melatonina exógena
revelaram-se estatisticamente não significativos. Contudo, esta hormona melhorou
significativamente a percentagem de ovelhas que ovularam (95,2% <i>vs.</i> 83,3%)
e a taxa de fertilidade aparente (95,2% <i>vs.</i> 75,0%) das ovelhas que responderam
aos tratamentos progestagénicos + eCG. O FGA e o MAP mostraram-se igualmente eficazes
no controlo da actividade reprodutiva.</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2><b>Palavras-chave</b>: Ovinos,
Churra Galega Bragançana, sazonalidade, controlo da actividade reprodutiva.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>The main aim of this paper was to study the effect of exogenous melatonin and
the efficiency of two short-term progestogens protocols in controlling breeding
activity of Portuguese Churra Galega Bragançana ewes on May. Forty five adult ewes
were divided in two groups: Control (n=24) and Melatonin (n=21). Melatonin ewes
received a subcutaneous implant of melatonin (18&nbsp;mg). Forty five days later
ewes were divided in two subgroups: FGA (n=22) and MAP (n=23). FGA ewes were treated
with 20&nbsp;mg of FGA and MAP ewes with&nbsp;60 mg of MAP (intravaginal devices).
At sponge insertion all ewes were injected with PGF<sub>2&#945;</sub> (100&nbsp;µg).
Progestagen treatment lasted for six days. At sponge removal 500&nbsp;IU of eCG
were administered.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Ovarian activity
was assessed by measuring the plasmatic levels of progesterone. Four adult rams
with markers harnesses were used to estrus detection. Pregnancy diagnosis was carried
out by transrectal ultrasonography (5&nbsp;MHz).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Two weeks before sponge insertion 64.4% of all ewes presented plasmatic
levels of progesterone higher than 0.5&nbsp;ng/ml. Difference between Control and
Melatonin ewes was no statistically significant. Melatonin improved the rate of
ewes presenting high plasmatic levels of progesterone (95.2% <i>vs.</i> 83.3%) and
fertility (95.2% <i>vs.</i> 75.0%). FGA and MAP treatments were equally efficient
in controlling breeding activity in Churra Galega Brgançana ewes.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><b>Keywords:</b> Sheep, Churra Galega Bragançana, seasonality, breeding control.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Nos ovinos são vários os protocolos hormonais
que podem ser usados no controlo da actividade reprodutiva. Os progestagénios mais
usados são o FGA e o MAP. O FGA tem uma semivida mais curta do que o MAP (Romano,
1996). Por outro lado, vários autores, afirmam que o FGA promove um regresso mais
rápido à actividade ovárica cíclica e ao cio, ainda que não altere a duração do
cio (Romano, 1996). Contudo, Ungerfeld e Rubianes (2002), Zeleke <i>et al</i>. (2005)
e Mateus (2014) não encontraram qualquer diferença significativa na resposta reprodutiva
de ovelhas tratadas com FGA e com MAP.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Este estudo realizou-se em Bragança na Quinta de Santa Apolónia (latitude&nbsp;41°&nbsp;49'&nbsp;N,
longitude 6°&nbsp;40'&nbsp;W e altitude 720 metros) do Instituto Politécnico de
Bragança, entre 15 de Março e 11 de Junho de 2013. No primeiro dia, todas as ovelhas
foram pesadas numa balança com jaula.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>A alimentação foi feita com feno de prados naturais (<i>ad libitum</i>) e uma
média de 350-400&nbsp;g de alimento concentrado comercial. A distribuição do alimento
foi feita em grupo.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>Animais</i></font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>Foram usadas 45 ovelhas
adultas (2-8 anos de idade) da raça Churra Galega Bragançana (CGB), que realizaram
um parto eutócico cerca de cinco meses antes.</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2><i>Ciclicidade pré-tratamento progestagénico</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A ciclicidade ovárica pré-tratamento progestagénico
foi avaliada através da recolha de amostras de sangue e posterior determinação dos
níveis plasmáticos de progesterona (P<sub>4</sub>). As recolhas foram realizadas
no período da manhã, durante duas semanas (15-29 de abril), com intervalos de 3-4
dias.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>O sangue foi recolhido por
punção da veia jugular, para tubos de ensaio vacuonizados. Após a sua recolha, as
amostras foram centrifugadas, durante 15 minutos, a 3.000&nbsp;rpm, para separação
do plasma sanguíneo. O sobrenadante, depois de pipetado para tubos de Eppendorf
devidamente identificados, foi congelado numa arca ultracongeladora (&#8209;70°C).
Posteriormente foram determinados os níveis plasmáticos de P<sub>4</sub> através
da técnica de RIA (radioimunoensaio). Os coeficientes médios de variação intra e
inter-ensaio foram, respectivamente, de 6,1 e 13,5%.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Considerou-se que as ovelhas estavam em anestro sazonal quando,
na totalidade das amostras recolhidas, os níveis plasmáticos de P<sub>4</sub> permaneceram
inferiores a 0,5&nbsp;ng/ml. Considerou-se igualmente que níveis plasmáticos de
P<sub>4</sub> superiores a 0,5&nbsp;ng/ml significavam a existência de, pelo menos,
um corpo lúteo (CL).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>Tratamentos aplicados</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>No dia 15 de março de 2013, as ovelhas foram dividas em dois grupos: Controlo (n&nbsp;=&nbsp;24)
e Melatonina (n&nbsp;=&nbsp;21) (<a href = "#q1">Quadro 1</a>). As ovelhas do grupo Melatonina receberam
um implante subcutâneo de melatonina (18&nbsp;mg).</font></p>

    <br>

<a name = "q1"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea50q1.jpg"></a>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<br>

    <p><font face = Verdana size = 2>Quarenta e cinco dias mais tarde (29 abril), 22 ovelhas foram tratadas
com esponjas vaginais impregnadas com 20&nbsp;mg de FGA e 23 com esponjas vaginais
com 60&nbsp;mg de MAP. Nessa altura, todos os animais foram injectados intramuscularmente
com 100&nbsp;µg de PGF<sub>2&#945;</sub> (Prostaglandina F<sub>2</sub><sub>a</sub>),
tendo o tratamento progestagénico durado seis dias.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Aquando da remoção das esponjas vaginais, todas as ovelhas receberam
uma injecção intramuscular de 500&nbsp;UI de eCG.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>Ciclicidade pós-tratamento progestagénico</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A actividade
ovárica foi avaliada através da recolha diária de amostras de sangue, como início
24 horas após a remoção das esponjas vaginais, durante cinco dias. A demais metodologia
foi igual à aplicada na avaliação da ciclicidade pré-tratamento progestagénico.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>Detecção de cios</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A detecção de cios foi feita, durante uma semana,
por quatro carneiros adultos munidos de arnês marcador. Estes foram introduzidos
no rebanho imediatamente após a remoção das esponjas vaginais. A identificação e
o registo dos cios efectuaram-se, diariamente, ao início da manhã e ao fim da tarde.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>Diagnóstico de gestação</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Quarenta e três dias depois da aplicação dos tratamentos (11 de Junho), todas as ovelhas foram sujeitas a diagnóstico
de gestação por ultrasonografia em tempo real, com o auxílio de um ecógrafo ALOKA
SSD-500 e de uma sonda rectal de 7,5&nbsp;MHz.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>Análise estatística</i></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>Com o objectivo de identificar diferenças estatisticamente significativas entre
parâmetros efectuaram-se análises de variância segundo o teste de Bonferroni/Dunn
(Dunn, 1961). Na comparação de frequências utilizou-se o teste de c<sup>2</sup>
(Snedecor e Cochran, 1980). Os dados foram expressos em média&nbsp;±&nbsp;desvio
padrão.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>RESULTADOS</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>No início deste estudo,
as ovelhas tinham 4,3&nbsp;±&nbsp;1,5 anos de idade e pesavam 46,3&nbsp;±&nbsp;6,4&nbsp;kg.
Não houve diferenças estatisticamente significativas (P&gt;0,05) na idade e no peso
corporal observadas entre grupos. Nem a idade, nem o peso corporal afectaram significativamente
a ciclicidade pré-tratamento PGF<sub>2</sub><sub>a</sub>+progestagénio+eCG e a percentagem
de ovelhas que responderam manifestando cio e produzindo uma primeira elevação dos
níveis plasmáticos de P<sub>4</sub> acima dos 0,5&nbsp;ng/ml (PENPP) (P&gt;0,05).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>Cíclica pré-tratamento progestagénico</i></font></p>



    <p><font face = Verdana size = 2>Na segunda quinzena de abril, antes da colocação das esponjas vaginais, 64,4%
(n&nbsp;=&nbsp;29) das ovelhas estudadas apresentaram níveis plasmáticos de P<sub>4</sub>
superiores a 0,5&nbsp;ng/ml. Não houve diferenças significativas entre ovelhas Controlo
(62,5%; n&nbsp;=&nbsp;15) e ovelhas Melatonina (66,7%; n&nbsp;=&nbsp;14) (c<sup>2</sup>&nbsp;=&nbsp;0,5;
P&gt;0,05) (<a href = "#q2">Quadro 2</a>).</font></p>

    <br>

<a name = "q2"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea50q2.jpg"></a>

    
<br>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>Resposta aos tratamentos aplicados</i></font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>A totalidade das ovelhas
(n&nbsp;=&nbsp;45) manifestou cio, independentemente de terem sido pré-tratadas
ou não com melatonina (<a href = "#q3">Quadro 3</a>). De igual modo, o progestagénio usado não influenciou
significativamente o comportamento sexual (c<sup>2</sup>&nbsp;=&nbsp;3,4; P&gt;0,05).</font></p>

    <br>

<a name = "q3"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea50q3.jpg"></a>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<br>

     <p><font face = Verdana size = 2>Cerca de 88,9% (n&nbsp;=&nbsp;40) das reprodutoras
apresentaram níveis plasmáticos de P<sub>4</sub> superiores a 0,5&nbsp;ng/ml (<a href = "#q4">Quadro
4</a>). Esta percentagem foi mais elevada entre as ovelhas Melatonina (95,2%; n&nbsp;=&nbsp;20)
do que entre as ovelhas Controlo (83,3%; n&nbsp;=&nbsp;20) (c<sup>2</sup>&nbsp;=&nbsp;7,4;
P&#8804;0,01). Pelo contrário, o progestagénio empregue não afectou significativamente
a percentagem de ovelhas que formaram, pelo menos, um CL (c<sup>2</sup>&nbsp;=&nbsp;1,8;
P&gt;0,05).</font></p>

    <br>

<a name = "q4"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea50q4.jpg"></a>

    
<br>

    <p><font face = Verdana size = 2>A PENPP ocorreu 4,9±0,2
dias (c.v.&nbsp;=&nbsp;4,6%) depois de terminados os tratamentos (<a href = "#q5">Quadro 5</a>). Nem
a melatonina exógena, nem o progestagénio administrado afectaram significativamente
a duração do intervalo fim dos tratamentos - formação do primeiro CL (P&gt;0,05).</font></p>

    <br>

<a name = "q5"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea50q5.jpg"></a>

    
<br>

     <p><font face = Verdana size = 2>Quarenta e três dias após o término dos tratamentos,
84,4% (n&nbsp;=&nbsp;38) das ovelhas CGB estavam gestantes (<a href = "#q6">Quadro 6</a>). A percentagem
de ovelhas gestantes foi mais elevada no grupo Melatonina (95,2%; n&nbsp;=&nbsp;20)
do que entre o de Controlo (75,0%; n&nbsp;=&nbsp;18) (c<sup>2</sup>&nbsp;=&nbsp;15,7;
P&#8804;0,001). A taxa de fertilidade não variou em função do tratamento progestagénico
aplicado (FGA: 81,8% <i>vs</i>. MAP: 87,0%; c<sup>2</sup>&nbsp;=&nbsp;1,0; P&gt;0,05).</font></p>

    <br>

<a name = "q6"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea50q6.jpg"></a>

    
<br>

     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>A taxa de prolificidade média foi de 1,5&nbsp;±&nbsp;0,5
(c.v.&nbsp;=&nbsp;33,2%). A melatonina exógena e o progestagénio utilizado não influenciaram
significativamente o valor desta taxa reprodutiva (P&gt;0,05).</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 3><b>DISCUSSÃO</b></font></p>



    <p><font face = Verdana size = 2>Nas ovelhas, as principais taxas reprodutivas (fertilidade aparente, prolificidade
e fecundidade) são afectadas pela alimentação e pelo balanço energético (Scaramuzzi
e Martin, 2008). Estes factores condicionam o peso e a CC dos animais. Neste estudo,
não foi encontrada qualquer relação estatisticamente significativa entre o peso
corporal das ovelhas e a sua resposta aos tratamentos aplicados. O bom maneio alimentar
do rebanho do IPB-ESA contribui seguramente para esta ocorrência.</font></p>

 
    <p><font face = Verdana size = 2>A idade das ovelhas estudadas não influenciou a
resposta aos tratamentos empregues. Geralmente, os tratamentos de controlo da actividade
reprodutiva são significativamente menos eficazes nas malatas do que nas ovelhas
adultas (Ainsworth e Wolynetz, 1982; Abecia e Forcada, 2010). No presente estudo,
as ovelhas tinham, pelo menos, dois anos de idade e a esmagadora maioria era multíparas
(88,9%; n&nbsp;=&nbsp;40).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Na região
mediterrânea, os ovinos são animais poliéstricos sazonais cuja estação reprodutiva
tem início no fim da Primavera - início do Verão, quando o fotoperíodo é de “dias
decrescentes” (Valentim, 2004; Azevedo <i>et al</i>., 2006; Abecia <i>et al</i>.,
2012). Em Abril, estes animais estão normalmente em anestro (Correia, 1996). No
presente trabalho, na segunda quinzena de Abril, 62,5% das ovelhas Controlo apresentaram
níveis plasmáticos de P4 superior a 0,5&nbsp;ng/ml. Este resultado indicia que o
rebanho tinha saído naturalmente da estação de anestro sazonal.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Nos ovinos mediterrânicos, a administração de melatonina
exógena é eficaz na interrupção do anestro sazonal (Valentim, 2004; Fernandes, 2008;
Abecia <i>et al</i>., 2012; Correia <i>et al</i>., 2012). Contudo, a sua eficácia
depende de vários factores como a profundidade do anestro sazonal e o momento relativo
à colocação dos implantes subcutâneos de melatonina. Ela pode elevar as percentagens
de ovelhas que manifestam sinais detectáveis de cio e que ovulam e as taxas ovulatória
e de sobrevivência embrionária (fertilidade aparente) (Azevedo <i>et al</i>., 2006;
Fernandes, 2008; Abecia <i>et al</i>., 2012). </font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Nos trabalhos de Fernandes (2008) e Correia <i>et al</i>. (2012), a colocação
de implantes subcutâneos de melatonina em Fevereiro-Março, resultou em uma redução
da percentagem de ovelhas que continuavam em anestro no mês de Maio. Pelo contrário,
Correia <i>et al</i>. (2011) não identificaram qualquer efeito da melatonina exógena
sobre a percentagem de ovelhas que estavam em anestro sazonal na mesma altura do
ano. Na segunda quinzena de Abril, a administração de melatonina exógena (45 dias
antes) também não alterou 23 significativamente a percentagem de ovelhas que exibiam
níveis plasmáticos de P4 superior a 0,5&nbsp;ng/ml. Aparentemente, a maioria das
ovelhas estudadas estava a entrar na estação reprodutiva. A colocação das ovelhas
estudadas nas novas instalações do IPB-ESA (com melhores condições térmicas) pode
ter contribuído para reduzir os gastos energéticos com a termorregulação e consequentemente
aumentado a formação de reservas corporais de energia (balanço energético positivo).
Nestas condições, a retoma da actividade reprodutiva tende a ser antecipada.</font></p>


     <p><font face = Verdana size = 2>Nas ovelhas, os tratamentos com melatonina exógena
promovem, no período de 30-40 dias, a retoma da actividade ovárica (CEVA <i>Santé
Animal</i>, 2001). No mesmo sentido, Viguié <i>et al</i>. (1995) (citados por Abecia
<i>et al</i>., 2012) afirmam que, nas ovelhas em anestro sazonal, a administração
desta hormona determina, no período de 40 dias, um aumento da secreção de GnRH.
Ainda de acordo com estes autores, 34 dias depois (74 dias pós-colocação dos implantes),
a libertação pulsátil de GnRH e de LH torna-se muito elevada. Azevedo <i>et al</i>.
(2006) referem que outros autores registaram um incremento significativo da libertação
pulsátil de LH 40-60 dias depois da colocação dos implantes.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Fernandes (2008) verificou que a administração de melatonina
exógena, seguida 65 dias depois de um tratamento de controlo da actividade ovárica
de progestagénios + eCG, determinou um aumento da percentagem de ovelhas que manifestaram
cio e da taxa de fertilidade aparente. Correia <i>et al</i>. (2012) observaram que
a administração desta hormona, seguida 45 dias depois de um tratamento de progestagénios
+ eCG, não modificou as percentagens de ovelhas que apresentaram sinais detectáveis
de cio e que ovularam e a taxa de fertilidade aparente. Correia <i>et al</i>. (2011)
constataram que a melatonina exógena, seguida 44 dias depois de um tratamento de
progestagénios + eCG, não afectou significativamente a percentagem de ovelhas que
ovularam, mas reduziu a percentagem de ovelhas que manifestaram sinais detectáveis
de cio e a taxa de fertilidade aparente. No presente ensaio, os implantes subcutâneos
de melatonina não condicionaram a percentagem de ovelhas que apresentaram sinais
detectáveis de cio, a duração do intervalo fim do tratamento progestagénico - formação
do primeiro CL e a taxa de prolificidade. Pelo contrário, influenciaram positivamente
a percentagem de ovelhas que ovularam e a taxa de fertilidade aparente. Os resultados
anteriormente apresentados, relativamente às ovelhas da raça CGB, sugerem que alguns
dos efeitos positivos da melatonina sobre a actividade reprodutiva são já visíveis
44-45 dias pós-colocação dos implantes subcutâneos de melatonina.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>-Na segunda quinzena de abril, 64,4% das ovelhas
CGB produziu, pelo menos, 1 CL.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>-Trinta e um a quarenta e cinco dias após a colocação dos implantes subcutâneos de melatonina,
esta hormona não alterou significativamente a percentagem de ovelhas que apresentavam
níveis plasmáticos de P<sub>4</sub> superiores a 0,5&nbsp;ng/ml.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>-Após a aplicação dos tratamentos progestagénicos, a melatonina
melhorou a percentagem de ovelhas que realizaram uma PENPP e a taxa de fertilidade
aparente.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>-A melatonina exógena não
modificou a percentagem de ovelhas que manifestaram sinais detectáveis de cio, o
momento em que se produziu a PENPP e a taxa de prolificidade.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>-O FGA e o MAP foram igualmente eficazes no controlo da
actividade reprodutiva.</font></p>

</br>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>Referências bibliográficas</b></font></p>

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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Correia, T.; Azevedo,
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size
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    ]]></body>
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    <p><font face = Verdana size = 2>Recebido/received: 2016.12.22</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Recebido em versão revista/received in revised form: 2017.03.19</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Aceite /accepted: 2017.03.20</font></p>

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