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<article-id>S0871-018X2017000500053</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA16210</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeito da amamentação no anestro pós-parto em ovelhas CGB - outono]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Nursing effects on postpartum anestrus in CGB ewes on autumn]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Instituto Politécnico de Bragança Centro de Investigação de Montanha ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The main aim of this paper was to study the effects of three different nursing protocols - 24 hours/day (Control), by night (Nocturne) and twice/day for 30 minutes periods (Bi-diary) - on returning to postpartum ovarian cyclicity. Fifty nine adult Portuguese Churra Galega Bragançana ewes were used. All ewes presented eutocia delivery during the first two weeks of October. Nocturne and bi-diary lambs were first separated from their mothers at the age of 1 week. Cyclicity assessment started at the same time by measuring progesterone (P4) plasmatic levels. Ewes were considered in postpartum anestrus as P4 levels were lower than 0.5 ng/ml. Plasmatic levels of P4 rose over 0.5 ng/ml for the first time about 31.6 ± 10.2 days after partum. Most ewes presented a first short-term Corpus Luteum. Nursing protocol had no significant effect on returning to ovarian cyclicity.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Ovinos]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[anestro pós-parto]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[regime de amamentação]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Churra Galega Bragançana]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Sheep]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[postpartum anestrus]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[nursing protocol]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Churra Galega Bragançana]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana
size = 4><b>
Efeito da amamentação no anestro pós-parto em ovelhas CGB – outono</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size
= 3><b>Nursing effects on postpartum anestrus in CGB ewes on autumn</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><b>Armindo Álvaro</b><sup>1</sup>, <b>Teresa Correia</b><sup>1,2</sup>, <b>Raimundo Maurício</b><sup>1</sup>,
<b>Hélder Quintas</b><sup>1,2</sup>, <b>Óscar Mateus</b><sup>1</sup>, <b>Marina Dendena</b><sup>1</sup>
e <b>Ramiro Valentim</b><sup>1,2,*</sup></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i><sup>1</sup>Escola
Superior Agrária de Bragança – Departamento de Ciência Animal, Apartado 1172, 5301-855
Bragança, Portugal</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i><sup>2</sup>Centro
de Investigação de Montanha – Instituto Politécnico de Bragança, Apartado 1172,
5301-855 Bragança, Portugal</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>(*E-mail: <a href = "mailto:valentim@ipb.pt">valentim@ipb.pt</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size
= 2>O presente estudo foi realizado com o objectivo de estudar os possíveis efeitos
de três regimes de amamentação diferentes – 24 horas/dia (Testemunha), durante a
noite (Nocturno) e 2 vezes/dia (períodos de meia hora cada) (Bi-diário) – sobre
a retoma da actividade ovárica pós-parto. Para o efeito foram utilizadas 59 ovelhas
adultas da raça autóctone portuguesa Churra Galega Bragançana (CGB), que pariram
sem qualquer problema. Os partos ocorreram na primeira quinzena do mês de Outubro
2013. As crias dos grupos Nocturno e Bi-diário foram separadas das ovelhas, pela
primeira vez, uma semana após o parto. Nessa altura, deu-se início à avaliação da
actividade ovárica pós-parto com base nos níveis plasmáticos de progesterona (P<sub>4</sub>).
Considerou-se que as ovelhas estavam em anestro pós-parto sempre que os níveis plasmáticos
de P<sub>4</sub> eram inferiores a 0,5&nbsp;ng/ml.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A primeira elevação dos níveis plasmáticos de P<sub>4 </sub>acima
dos 0,5&nbsp;ng/ml registou-se 31,6&nbsp;±&nbsp;10,2 dias após o parto. Na maioria
das ovelhas, a duração da primeira fase lútea foi de curta duração 7,7&nbsp;±&nbsp;6,7
dias. O regime de amamentação não afectou significativamente a retoma da actividade
ovárica pós-parto.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2><b>Palavras-chave</b>: Ovinos, anestro pós-parto, regime
de amamentação, Churra Galega Bragançana.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>ABSTRACT</b></font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>The main aim of this
paper was to study the effects of three different nursing protocols – 24 hours/day
(Control), by night (Nocturne) and twice/day for 30 minutes periods (Bi-diary) –
on returning to postpartum ovarian cyclicity. Fifty nine adult Portuguese Churra
Galega Bragançana ewes were used. All ewes presented eutocia delivery during the
first two weeks of October. Nocturne and bi-diary lambs were first separated from
their mothers at the age of 1 week. Cyclicity assessment started at the same time
by measuring progesterone (P<sub>4</sub>) plasmatic levels. Ewes were considered
in postpartum anestrus as P<sub>4</sub> levels were lower than 0.5&nbsp;ng/ml.</font></p>


     <p><font face = Verdana size = 2>Plasmatic levels of P<sub>4</sub> rose over 0.5
ng/ml for the first time about 31.6&nbsp;±&nbsp;10.2 days after partum. Most ewes
presented a first short-term Corpus Luteum. Nursing protocol had no significant
effect on returning to ovarian cyclicity.</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2><b>Keywords</b>: Sheep, postpartum anestrus, nursing protocol, Churra Galega Bragançana.</font></p>


<hr noshade size = 1>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A amamentação pode afectar negativamente a actividade ovárica pós-parto, em
resposta a estímulos nervosos e endócrinos. A sucção dos tetos suprime a produção
de factores inibidores da PRL (Álvaro, 2014). Por outro lado, a amamentação inibe
a actividade hipotálamo-hipofisária (Schirar <i>et al</i>., 1989; Hafez, 1995).
No início do período pós-parto, a amamentação inibe a secreção pulsátil de LH (Mandiki
<i>et al</i>., 1990), devido às elevadas descargas de oxitocina e de PRL. Mais tarde,
a secreção de PRL diminui, possibilitando o regresso à actividade ovárica cíclica
(Kann e Martinet, 1975).</font></p>



     <p><font face = Verdana size = 3><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>Este
estudo realizou-se em Bragança, mais especificamente na Quinta de Santa Apolónia
(latitude&nbsp;41°&nbsp;49'&nbsp;N, longitude 6°&nbsp;40'&nbsp;W e altitude 720
metros) do Instituto Politécnico de Bragança, entre 2 de Outubro e 12 de Dezembro
de 2013.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A alimentação foi feita
<i>ad libitum</i> com feno de prados naturais e uma média de 350-400&nbsp;g de alimento
concentrado comercial. A distribuição do alimento foi feita em grupo.</font></p>



    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2><i>Animais</i></font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>Neste trabalho foram usadas 59 ovelhas adultas
da raça Churra Galega Bragançana, que pariram sem qualquer problema na primeira
quinzena de Outubro de 2013. Eram todas multíparas (2-8 anos de idade). A taxa de
prolificidade foi de 139%. A percentagem de partos simples (61,0%) foi superior
à de partos duplos (39,0%) (c<sup>2</sup>&nbsp;=&nbsp;9,7; P&#8804;0,01). A percentagem
de cordeiras nascidas (62,2%) foi superior à de cordeiros (37,8%) (c<sup>2</sup>&nbsp;=&nbsp;11,5;
P&#8804;0,001).</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2><i>Pesagem e condição corporal</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Depois
da expulsão das placentas, todas as ovelhas foram pesadas em uma balança com jaula.
Na mesma altura foi determinada a condição corporal (CC), de acordo com a técnica
de Russel <i>et al</i>. (1969) – intervalos de 0,25 pontos.</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2><i>Determinação do estado fisiológico</i></font></p>



     <p><font face = Verdana size = 2>Nos dois meses pós-parto, com o intuito de estudar
a actividade ovárica das ovelhas foi feita, duas vezes por semana (segundas e quintas-feiras),
pela manhã, uma recolha de sangue, com o auxílio de tubos de ensaio vacuonizados
e heparinizados, através de punção da veia jugular. Após a centrifugação do sangue,
a 3.000&nbsp;r.p.m., durante 15 minutos, procedeu-se à separação do plasma sanguíneo.
A técnica de RIA (<i>Radioimmunoassay</i>) utilizada na determinação dos níveis
plasmáticos de progesterona foi a indicada pelo fabricante dos <i>kits</i> (<i>Siemens®</i>).
Os coeficientes médios de variação inter e intra-ensaio foram, respectivamente,
de 14,4 e 6,9%.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A recolha de amostras
de sangue começou a ser feita uma semana após o parto. Considerou-se que as ovelhas
estavam em anestro, sempre que os níveis plasmáticos de progesterona eram inferiores
a 0,5&nbsp;ng/ml.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>As fases lúteas
foram consideradas de curta duração, normal ou persistente, consoante os níveis
plasmáticos de progesterona se mantiveram elevados durante 3-7 dias, 8-15 dias ou
³16 dias, respectivamente.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>Tratamentos</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>As ovelhas
estudadas foram divididas em três grupos, segundo o regime de amamentação: Testemunha
(n&nbsp;=&nbsp;20), Nocturno (n&nbsp;=&nbsp;20) e Bi-diário (n&nbsp;=&nbsp;19).
As ovelhas do grupo Testemunha foram acompanhadas em permanência pelas suas crias.
As ovelhas do grupo Nocturno só puderam amamentar as suas crias durante o período
nocturno (18 horas às 8 horas). As ovelhas do grupo Bi-diário amamentaram as suas
crias duas vezes por dia (às 8 horas e às 17 horas), por períodos de 30 minutos.
Nos grupos Nocturno e Bi-diário, a primeira separação mãe/cria foi feita uma semana
após o parto. A divisão das ovelhas/crias por grupos teve em conta o tipo de parto
e o sexo das crias.</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2><i>Análise estatística</i></font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2>Com
o objectivo de identificar diferenças estatisticamente significativas entre parâmetros
efectuaram-se análises de variância segundo o teste de Bonferroni/Dunn (Dunn, 1961).
Na comparação de frequências utilizou-se o teste de c<sup>2</sup> (Snedecor e Cochran,
1980). Os dados foram expressos em média&nbsp;±&nbsp;desvio padrão.</font></p>



    <p><font face = Verdana size = 3><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>No início deste estudo, a idade média das ovelhas
era de 4,6&nbsp;±&nbsp;1,6 anos (<a href = "#q1">Quadro 1</a>). Depois da expulsão da placenta, o peso
corporal médio era de 54,0&nbsp;±&nbsp;8,4 kg e a CC média era de 2,8&nbsp;±&nbsp;0,7.
As diferenças de idade, de peso e de CC observadas entre grupos foram estatisticamente
não significativas (P&gt;0,05). Por outro lado, a idade, o peso e a CC não afectaram
significativamente o reinício da actividade ovárica pós-parto (P&gt;0,05).<b></b></font></p>

    <br>

<a name = "q1"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea52q1.jpg"></a>

    
<br>

    <p><font face = Verdana size = 2><i>Número de Partos, Tipo de Parto e Sexo das Crias</i> Não foi encontrada
qualquer relação estatisticamente significativa entre o número de partos anteriores
e os vários parâmetros reprodutivos avaliados (P&gt;0,05). O tipo de parto afectou significativamente o momento em que as
ovelhas manifestaram a primeira e a segunda elevação dos níveis plasmáticos de progesterona
acima dos 0,5&nbsp;ng/ml (P&#8804;0,01) (<a href = "#q2">Quadro 2</a>). Em ambos os casos, elas surgiram
mais cedo entre as ovelhas de parto simples do que entre as ovelhas de parto duplo.
O tipo de parto não influenciou significativamente nenhum dos outros parâmetros
reprodutivos estudados (P&gt;0,05).</font></p>

    <br>

<a name = "q2"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea52q2.jpg"></a>

    
<br>

    <p><font face = Verdana size = 2>Da análise detalhada
dos efeitos do tipo de parto sobre os diferentes parâmetros reprodutivos verifica-se
que os resultados estatisticamente significativos se referem apenas ao grupo Testemunha
(P&#8804;0,01). Nos grupos Nocturno e Bi-diário, o tipo de parto não influenciou
a retoma da actividade ovárica (P&gt;0,05).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>O sexo das crias não condicionou significativamente nenhum dos parâmetros
reprodutivos analisados (P&gt;0,05).</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 2><i>Anestro Fisiológico Pós-parto</i></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Noventa e cinco porcento (n&nbsp;=&nbsp;19) das ovelhas
Testemunha apresentaram uma primeira elevação dos níveis plasmáticos de progesterona
(PENPP) acima dos 0,5&nbsp;ng/ml. Nos demais grupos, todas as ovelhas o fizeram.
A diferença mostrou-se estatisticamente significativa (c<sup>2</sup>&nbsp;=&nbsp;5,2;
P&#8804;0,05).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>No conjunto das ovelhas
estudadas, a PENPP ocorreu 31,6&nbsp;±&nbsp;10,2 dias após o parto. As diferenças
registadas entre grupos foram estatisticamente não significativas (P&gt;0,05) (<a href = "#q3">Quadro
3</a>).</font></p>

    <br>

<a name = "q3"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea52q3.jpg"></a>

    
<br>

    <p><font face = Verdana size = 2>A primeira fase lútea pós-parto teve uma duração
média de 7,7&nbsp;±&nbsp;6,7 dias. As diferenças encontradas entre grupos foram
estatisticamente não significativas (P&gt;0,05). Em quatro das ovelhas Testemunha
não foi possível medir a duração da primeira fase lútea pós-parto; uma porque nunca
apresentou níveis plasmáticos de progesterona superiores a 0,5 ng/ml e as outras
três porque o fizeram próximo do momento em que terminou a recolha de amostras de
sangue (» 2 meses pós-parto).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A percentagem
relativa de ovelhas que exibiram uma primeira fase lútea Curta, Normal ou Persistente
foi igual em todos os grupos estudados (P&gt;0,05) (<a href = "#q4">Quadro 4</a>). Nos três grupos,
a percentagem de ovelhas que apresentaram uma primeira fase lútea de duração normal
foi estatisticamente inferior à das que exibiram uma primeira fase lútea de duração
anormal (P&#8804;0,001). A maioria das ovelhas mostrou uma primeira fase lútea de
curta duração (c<sup>2</sup>&nbsp;=&nbsp;20,5; P&#8804;0,001).</font></p>

    <br>

<a name = "q4"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea52q4.jpg"></a>

    
<br>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>Cinquenta e duas das ovelhas estudadas apresentaram uma segunda
elevação dos níveis plasmáticos de progesterona acima dos 0,5&nbsp;ng/ml (SENPP).
Das sete que não o fizeram, quatro pertenciam ao grupo Testemunha (20,0%), uma ao
grupo Nocturno (5,0%) e duas ao grupo Bi-diário (10,5%). As diferenças entre o grupo
Testemunha e os grupos Nocturno (c<sup>2</sup>&nbsp;=&nbsp;10,3; P&#8804;0,01) e
Bi-diário (c<sup>2</sup>&nbsp;=&nbsp;3,9; P&#8804;0,05) foram estatisticamente significativas.
A diferença entre o grupo Nocturno e Bi-diário foi estatisticamente não significativo
(c<sup>2</sup>&nbsp;=&nbsp;1,8; P&gt;0,05).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A SSNPP produziu-se 46,7&nbsp;±&nbsp;13,1 dias pós-parto, ou seja, 15,7&nbsp;±&nbsp;7,7
dias após a PENPP. As diferenças encontradas entre grupos foram estatisticamente
não significativas (P&gt;0,05) (<a href = "#q5">Quadro 5</a>).</font></p>

    <br>

<a name = "q5"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea52q5.jpg"></a>

    
<br>

    <p><font face = Verdana size
= 2>A duração média da segunda fase lútea pós-parto foi de 8,2&nbsp;±&nbsp;3,9 dias.
As diferenças observadas entre grupos foram estatisticamente não significativas
(P&gt;0,05). Apenas 4 (20,0%) das ovelhas Testemunha, 10 (50,0%) das Nocturno (c<sup>2</sup>&nbsp;=&nbsp;19,8;
P&#8804;0,001) e 10 (52,3%) das Bi-diário (c<sup>2</sup>&nbsp;=&nbsp;22,2; P&#8804;0,001)
exibiram uma terceira elevação dos níveis plasmáticos de progesterona acima dos
0,5&nbsp;ng/ml.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>A percentagem relativa
de ovelhas que exibiram uma segunda fase lútea Curta, Normal ou Persistente foi
igual nos grupos Testemunha e Nocturno (c<sup>2</sup>&nbsp;=&nbsp;2,9; P&gt;0,05)
(<a href = "#q6">Quadro 6</a>). As diferenças observadas entre o grupo Bi-diário e os grupos Testemunha
(c<sup>2</sup>&nbsp;=&nbsp;20,8; P&#8804;0,001) e Nocturno (c<sup>2</sup>&nbsp;=&nbsp;31,7;
P&#8804;0,001) foram estatisticamente significativas. No grupo Testemunha, a percentagem
de ovelhas que apresentaram uma segunda fase lútea de duração normal foi igual à
das que exibiram uma segunda fase lútea de duração anormal (P&gt;0,05). No grupo
Nocturno, a maioria das ovelhas exibiu uma segunda fase lútea de duração Normal
(c<sup>2</sup>&nbsp;=&nbsp;11,5; P&#8804;0,001). No grupo Bi-diário, a maioria das
ovelhas mostrou uma segunda fase lútea de duração anormal (c<sup>2</sup>&nbsp;=&nbsp;42,3;
P&#8804;0,001).</font></p>

    <br>

<a name = "q6"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea52q6.jpg"></a>

    
<br>

    <p><font face = Verdana size = 2>Apenas 24 das ovelhas
estudadas apresentaram uma terceira elevação dos níveis plasmáticos de progesterona
acima dos 0,5&nbsp;ng/ml (TENPP). Quatro (20,0%) pertenciam ao grupo Testemunha,
10 (50,0%) ao grupo Bi-diário e 10 (52,6%) ao grupo Nocturno (c<sup>2</sup>&nbsp;=&nbsp;27,5;
P&#8804;0,001). As diferenças entre o grupo Testemunha e os grupos Nocturno (c<sup>2</sup>&nbsp;=&nbsp;19,8;
P&#8804;0,001) e Bi-diário (c<sup>2</sup>&nbsp;=&nbsp;23,5; P&#8804;0,001) foram
estatisticamente significativas. A diferença entre o grupo Nocturno e Bi-diário
foi estatisticamente não significativo (c<sup>2</sup>&nbsp;=&nbsp;0,2; P&gt;0,05).</font></p>


     <p><font face = Verdana size = 2>A TENPP ocorreu 58,5&nbsp;±&nbsp;7,4 dias após
o parto, ou seja, 17,7&nbsp;±&nbsp;6,0 dias após a SENPP. As diferenças encontradas
entre grupos foram estatisticamente não significativas (P&gt;0,05) (<a href = "#q7">Quadro 7</a>).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>

<a name = "q7"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea52q7.jpg"></a>

    
<br>

    <p><font face = Verdana size = 2>A duração média da terceira fase lútea pós-parto
foi de 5,2&nbsp;±&nbsp;3,2 dias. As diferenças observadas entre grupos foram estatisticamente
não significativas (P&gt;0,05). No decurso deste trabalho, apenas 2 (10,5%) ovelhas
Bi-diário apresentaram uma quarta elevação dos níveis plasmáticos de progesterona
acima dos 0,5&nbsp;ng/ml (c<sup>2</sup>&nbsp;=&nbsp;10,5; P&#8804;0,01).</font></p>


     <p><font face = Verdana size = 2>A percentagem relativa de ovelhas que exibiram
uma terceira fase lútea Curta, Normal ou Persistente foi igual nos grupos Nocturno
e Bi-diário (c<sup>2</sup>&nbsp;=&nbsp;0,0; P&gt;0,05) e diferente no grupo Testemunha
(c<sup>2</sup>&nbsp;=&nbsp;16,6; P&#8804;0,001) (<a href = "#q8">Quadro 8</a>). Neste último grupo,
nenhuma ovelha apresentou uma terceira fase lútea de duração normal. Nos grupos
Nocturno e Bi-diário, a maioria das ovelhas exibiu uma terceira fase lútea de duração
anormal (c<sup>2</sup>&nbsp;=&nbsp;128,0; P&#8804;0,001). Em todos os grupos, as
fases lúteas persistentes dominaram (P P&#8804;0,001).</font></p>

    <br>

<a name = "q8"><img src = "/img/revistas/rca/v40nspe/v40nspea52q8.jpg"></a>

    
<br>

    <p><font face = Verdana size = 2>A quarta elevação dos níveis plasmáticos de progesterona acima
dos 0,5&nbsp;ng/ml ocorreu 60,0&nbsp;±&nbsp;2,8 dias após o parto, ou seja, 12,0&nbsp;±&nbsp;7,1
dias após a TENPP. Não foi possível avaliar a duração da quarta fase lútea, pois
entretanto terminou a recolha de amostras de sangue.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>De acordo com Bettencourt e Oliveira (1993), Guedon <i>et al</i>. (1999), Correia
<i>et al</i>. (2000), Yavas e Walton (2000), Correia <i>et al</i>. (2003) e Hayder
e Ali (2008), a CC ao parto afecta a retoma da actividade reprodutiva pós-parto.
Contudo, neste trabalho, a CC ao parto das ovelhas CGB, não afectou significativamente
o reinício da actividade ovárica pós-parto. No mesmo sentido, o trabalho desenvolvido
por Guedon <i>et al</i>. (1999) este efeito só foi observado em fêmeas primíparas,
pois estas fêmeas têm maiores dificuldades em satisfazer as suas necessidades nutricionais
em energia e em proteína (Soltner, 1989; Guedon <i>et al</i>., 1999). No presente
estudo, todas as ovelhas eram multíparas. </font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Neste estudo, o anestro fisiológico pós-parto terminou, em média, 31,6&nbsp;±&nbsp;10,2
dias depois do parto. Este valor é semelhante ao observado por outros autores. De
acordo com Gonzalez <i>et al</i>. (1987) (citados por Hayder e Ali, 2008), 67% e
75% das ovelhas apresentam um CL, respectivamente, 20 e 30 dias após o parto. Em
outros trabalhos realizados com ovelhas da raça CGB, paridas no Outono, a duração
do período de anestro pós-parto oscilou entre os 20,5&nbsp;±&nbsp;7,6 e os 27,6&nbsp;±&nbsp;5,9
dias, dependendo da CC ao parto e do regime de aleitamento (Correia <i>et al</i>.,
2000). Por outro lado, ela pode apresentar variações anuais (Azevedo <i>et al</i>.,
2002).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>O número de partos anteriores
é um dos factores que pode condicionar o reinício da actividade ovárica pós-parto
(Guedon <i>et al</i>., 1999; Yavas e Walton, 2000; El-Wishy, 2007). No presente
ensaio, não foi encontrada qualquer correlação estatisticamente significativa entre
o número de partos anteriores e a retoma da actividade ovárica pós-parto. Segundo
Soltner (1989) e Guedon <i>et al</i>. (1999), as fêmeas primíparas tendem a reiniciar
a sua actividade reprodutiva mais tarde do que as fêmeas multíparas. De novo, este
efeito não pôde ser determinado, pois todas as ovelhas estudadas eram multíparas.
</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>O tipo de parto pode condicionar
a retoma da actividade reprodutiva (Yavas e Walton, 2000). Neste trabalho, as ovelhas
que pariram uma cria retomaram a actividade ovárica mais cedo do que as ovelhas
que pariram duas. Contudo, este efeito só se produziu entre as ovelhas que foram
acompanhadas em permanência pelas suas crias. De acordo Wettemann <i>et al</i>.
(1978) (citados por Lamb, 2009), a amamentação de gémeos tende a aumentar a duração
do intervalo parto primeira ovulação pós-parto. Segundo Yavas e Walton (2000), a
percepção inguinal da cria a mamar determina o prolongamento do período de anestro
pós-parto. Neste sentido, é possível que a diferença encontrada no Grupo Testemunha
não se tenha podido manifestar nos demais grupos porque foi limitado o período de
amamentação (interacção mãe/cria).</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Os efeitos negativos da amamentação sobre a duração do anestro pós-parto podem
ser reduzidos através da amamentação restringida (Odde <i>et al</i>., 1986 e Bluntzer
<i>et al</i>., 1989; citados por Rodríguez e Segura, 1995). No presente estudo,
a redução do período diário de contacto mãe/cria à noite ou a dois intervalos de
meia hora cada (manhã e tarde), resultou numa maior percentagem de ovelhas que apresentaram
uma e duas vezes níveis plasmáticos de progesterona superiores a 0,5&nbsp;ng/ml.
</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>O regime de amamentação não afectou
significativamente a duração da primeira fase lútea pós-parto. Nos vários grupos
estudados, a percentagem de ovelhas que apresentaram uma primeira fase lútea de
duração normal foi estatisticamente inferior à das que exibiram uma primeira fase
lútea de duração anormal. De acordo com Soltner (1989) e Frizzo (2002), o primeiro
CL pós-parto é normalmente de curta duração. Efectivamente, a maioria das ovelhas
estudadas realizou uma primeira fase lútea pós-parto de curta duração. Segue-se,
normalmente, um ciclo ovárico de duração normal (Dominguez <i>et al</i>., 1989).
Os resultados encontrados neste trabalho apontam no mesmo sentido.</font></p>


     <p><font face = Verdana size = 2>A segunda fase lútea pós-parto surgiu, em média,
15,7&nbsp;±&nbsp;7,7 dias após a PENPP. O regime de amamentação não condicionou
significativamente a sua duração. Contudo, a maioria das ovelhas do grupo Testemunha
apresentou já uma segunda fase lútea de duração normal, indiciando um melhor funcionamento
do eixo hipotálamo-hipófise-gónadas. O mesmo não foi observado entre as ovelhas
dos grupos Nocturno e particularmente do grupo Bi-diário. É possível que esta diferença
esteja associada ao <i>stress </i>de separação. Segundo Yavas e Walton (2000), este
tipo de <i>stress </i>afecta negativamente a retoma da actividade ovárica pós-parto.
Na verdade, a manutenção do reconhecimento mãe/cria, mesmo após o desmame, pode
determinar o prolongamento do período de anestro pós-parto (Hoffman <i>et al</i>.,
1996; citados por Lamb, 2009). </font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>Com
o avançar do período de estudo, coincidente com a aproximação do fim da estação
reprodutiva, verificou-se uma perda de qualidade da actividade ovárica: diminuição
da percentagem de ovelhas que apresentaram níveis plasmáticos de progesterona superiores
a 0,5&nbsp;ng/ml e aumento da percentagem de ovelhas que exibiram fases lúteas de
duração anormal (principalmente, persistentes).</font></p>


    <p><font face = Verdana size = 3><b>CONCLUSÕES</b></font></p>



    <p><font face = Verdana size = 2>Tendo em conta as condições em que este trabalho foi desenvolvido, a metodologia
empregue e os resultados conseguidos, conclui-se que:</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>-nem a idade, nem o peso, nem a CC afectaram reinício da actividade
ovárica pós-parto;</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>-o número de partos
anteriores não condicionou o regresso à actividade ovárica pós-parto;</font></p>


     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = Verdana size = 2>-o tipo de parto afectou a retoma da actividade
ovárica apenas no grupo Testemunha; as ovelhas que pariram uma cria retomaram a
actividade ovárica mais cedo do que as que pariram duas;</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>-sexo das crias não influenciou nenhum dos parâmetros reprodutivos
avaliados;</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>-o regime de amamentação
não afectou o momento em que ocorreu a PENPP e a duração da primeira fase lútea
pós-parto;</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 2>-no Outono, a retoma da
actividade ovárica pós-parto revelou-se um processo difícil, independentemente do
regime de amamentação aplicado.</font></p>

    <p><font face = Verdana size = 3><b>Referências bibliográficas</b></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Álvaro, A.C.N. (2014) - <i>Anestro Fisiológico Pós-parto em Ovelhas
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Azevedo, J.M.; Correia, T.M.; Almeida, J.C.; Valentim, R.C.;
Fontes, P. &amp; Coelho, A. (2000) - Anestro fisiológico pós-parto em ovelhas Churras
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Bettencourt, C. &amp; Oliveira, A. (1993) - Função ovárica
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Correia, T.M.; Azevedo, J.; Valentim, R.C.; Galvão, L.;
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Correia.
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    <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Dominguez, J.C.;
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     <!-- ref --><p><font face = Verdana size = 2>Guedon, L.; Saumande, J. e Desbals, B. (1999)
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