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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Resposta da produção de matéria seca e remoção de nutrientes pela cenoura a diferentes fracionamentos e doses de azoto]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,UNESP FCA Departamento de Horticultura]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The appropriate handling of nitrogen fertilization aims to reduce losses and facilitate an efficient use of nutrients by plants. The objective of this research was to evaluate nitrogen split dressings and doses on yield dry matter and macronutrients removal by carrot. The experiment was carried out using a completely randomized design with a factorial (4x2) consisting of four doses of nitrogen (60, 90, 120 and 150 kg ha-1) and two split dressings (1/3+1/3+1/3 and 1/6+2/6+3/6 of the total dose). The dry matter yield and macronutrients removal by the shoot, root and whole plant were evaluated. The highest dry matter yield of the root was obtained in the fractionation 1/6 + 2/6 + 3/6 in the dose 140 kg of N ha-1. The maximum root removal of N, P, K, and Ca was obtained also in the fractionation 1/6 + 2/6 + 3/6, with a dose of 140 kg of N ha-1, while the maximum removal of Mg and S was obtained with doses between 120 and 134 kg of N ha-1, respectively. Macronutrients removed by culture, in decreasing order, were: potassium>nitrogen>calcium>phosphorus>magnesium>sulfur.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Daucus carota L.]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[adubação azotada]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[nutrients]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>   

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Resposta da produção de
matéria seca e remoção de nutrientes pela cenoura a diferentes fracionamentos e
doses de azoto</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Response
of carrots dry matter yield and nutrients removal to nitrogen splitting and rates</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Lidiane Fernandes Colombari</b><sup>*</sup>, <b>Natália
de Brito Lima Lanna</b>, <b>Leysimar Ribeiro Pitzr Guimarães</b>, <b>Bruno Novaes Menezes Martins</b>
e <b>Antonio Ismael Inácio Cardoso</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>UNESP-FCA, Departamento de Horticultura, Caixa Postal 237, 18603-979,
CP 237, Botucatu SP, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href="mailto:colombarifl@yahoo.com.br">colombarifl@yahoo.com.br</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO </b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O manejo adequado da adubação azotada visa reduzir perdas
e favorecer um eficiente aproveitamento dos nutrientes pelas plantas. Assim, o objetivo
do estudo foi avaliar o efeito de diferentes formas de fracionamento e doses de
azoto em cobertura na produção de matéria seca e na remoção de macronutrientes na
cultura da cenoura. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados,
em esquema fatorial (4x2), com 4 repetições. Os tratamentos experimentais consistiram
na combinação de 4 níveis crescente de nitrogênio (60, 90, 120 e 150 kg ha<sup>-1</sup>)
com dois tipos de fracionamento da sua aplicação (1/3+1/3+1/3 da dose total e 1/6+2/6+3/6
da dose total) considerando ainda um tratamento testemunha sem adubação azotada
As características avaliadas foram a massa de matéria seca produzida e a remoção
de macronutrientes pela parte aérea, raiz e total. A maior produção de matéria seca
da raiz foi obtida no fracionamento 1/6+2/6+3/6 na dose 140 kg de N ha<sup>-1</sup>.
As remoções máximas de N, P, K e Ca pela raiz foram obtidas também no fracionamento
1/6+2/6+3/6, com a dose de 140 kg de N ha<sup>-1</sup>, enquanto que as remoções
máximas de Mg e S foram obtidas com doses entre cerca de 120 e 134 kg de N ha<sup>-1</sup>,
respectivamente. A ordem decrescente de remoção dos macronutrientes pela planta
nos fracionamentos foi: potássio&gt;azoto&gt;cálcio&gt;fósforo&gt;magnésio&gt;enxofre.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave</b>: <i>Daucus carota
</i>L., adubação azotada, biomassa, nutrientes.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">The appropriate handling
of nitrogen fertilization aims to reduce losses and facilitate an efficient use
of nutrients by plants. The objective of this research was to evaluate nitrogen
split dressings and doses on yield dry matter and macronutrients removal by carrot.
The experiment was carried out using a completely randomized design with a factorial
(4x2) consisting of four doses of nitrogen (60, 90, 120 and 150 kg ha<sup>-1</sup>)
and two split dressings (1/3+1/3+1/3 and 1/6+2/6+3/6 of the total dose). The dry
matter yield and macronutrients removal by the shoot, root and whole plant were
evaluated. The highest dry matter yield of the root was obtained in the fractionation
1/6 + 2/6 + 3/6 in the dose 140 kg of N ha<sup>-1</sup>. The maximum root removal
of N, P, K, and Ca was obtained also in the fractionation 1/6 + 2/6 + 3/6, with
a dose of 140 kg of N ha<sup>-1</sup>, while the maximum removal of Mg and S was
obtained with doses between 120 and 134 kg of N ha<sup>-1</sup>, respectively. Macronutrients
removed by culture, in decreasing order, were: potassium&gt;nitrogen&gt;calcium&gt;phosphorus&gt;magnesium&gt;sulfur.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords</b>:<i> Daucus carota </i>L.,
nitrogen fertilization, biomass, nutrients.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O azoto é um nutriente com elevada mobilidade no solo,
perdendo-se facilmente por volatilização ou lixiviação (Alves <i>et al</i>., 2009).
As perdas são mais intensificadas em solos arenosos, nos quais, devido à pouca ou
ausência de elementos agregadores como a matéria orgânica e a argila e menor capacidade
de armazenamento de água, ocorre maior percolação de partículas de solo e de nutrientes.
Em função das perdas, menos de 50% do azoto fornecido é aproveitado pelas plantas
durante o seu desenvolvimento, devendo a adubação azotada ser realizada em maiores
quantidades e em maior número de aplicações (Bortolini, 2000).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Nas culturas em geral, uma pequena parte do azoto deve
ser fornecida antes da sementeira, juntamente com o fósforo e o potássio, e o restante
distribuído em cobertura, em uma ou mais vezes, coincidindo com o período de maior
exigência da cultura (Silva <i>et al</i>., 2004), tendo-se verificado que, quanto
maior o número de aplicações em cobertura, maior o aproveitamento pela cultura de
cenoura (Vieira Filho <i>et al</i>., 2014).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em cenoura, do azoto aplicado, apenas cerca de 10 a 15% é absorvido no
início e no final do seu crescimento, sendo o restante (85-90%) absorvido durante
a fase de crescimento da planta (Moniruzzaman <i>et al</i>., 2013), evidenciando
que durante os vários estádios de crescimento, a planta necessita de quantidades
diferentes de nutrientes, isto é, quando a planta é jovem, a absorção de nutrientes
é pequena, depois segue-se um período de acumulação logarítmica e num período final
há uma fase de estabilização. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Na
cultura de cenoura, os nutrientes que são extraídos em maior quantidade são o azoto
e o potássio (Souza <i>et al</i>., 2003; Cecílio Filho e Peixoto, 2013), sendo necessário
a reposição dos mesmos ao se instalar uma nova cultura. No entanto, a quantidade
removida pela planta pode variar em função da cultivar, das condições ambientais
e das características do solo, entre outros fatores (Cecílio Filho e Peixoto, 2013).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em virtude das perdas do azoto e devido às
plantas requererem quantidades diferentes de nutrientes durante os seus vários estádios
de crescimento, o fornecimento dos adubos na época de maior exigência e a utilização
nas doses recomendadas é de grande importância, tanto pela forma como as plantas
respondem a essa prática, como pelos custos envolvidos na aquisição dos mesmos.
</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Assim, objetivou-se estudar
o efeito de formas de fracionamento e doses de azoto em cobertura na produção de
matéria seca e na remoção de macronutrientes pela cultura da cenoura.</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O trabalho foi desenvolvido na Fazenda Experimental
São Manuel, localizada no município de São Manuel-SP, pertencente à Faculdade de
Ciências Agronômicas (FCA) da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita
Filho” (UNESP), Campus de Botucatu-SP. As coordenadas geográficas da área são: 22°
46’ de latitude sul, 48° 34’ de longitude oeste e altitude de 740 m.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O solo é um Latossolo Vermelho Distrófico
Típico (EMBRAPA, 2006). É um solo arenoso e os resultados obtidos na análise química,
na camada de 0-20 cm de profundidade, antes da instalação do ensaio foram: pH<sub>CaCl2</sub>:
5,3; M.O: 7 g dm<sup>-3</sup>; P<sub>resina:</sub> 40 mg dm<sup>-3</sup>; H+Al:
20 mmol<sub>c</sub> dm<sup>-3</sup>; K: 1,9 mmol<sub>c</sub> dm<sup>-3</sup>; Ca:
37 mmol<sub>c</sub> dm<sup>-3</sup>; Mg: 6 mmol<sub>c</sub> dm<sup>-3</sup>; SB:
45 mmol<sub>c</sub> dm<sup>-3</sup>; CTC: 65 mmol<sub>c</sub> dm<sup>-3</sup> e
V: 70 %.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Dois meses antes da
instalação do dispositivo experimental foi feita a calagem para elevar a saturação
em bases para 80%, que é a saturação recomendada para o plantio da cenoura (Trani
e Raij, 1997). Na adubação de plantio foram fornecidos 360 kg ha<sup>-1</sup> do
formulado 4-14-8, sendo o adubo incorporado a uma profundidade de 20 cm com a enxada
rotativa encanteiradora. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Foram
avaliados nove tratamentos experimentais, em esquema fatorial 4x2 mais 1 testemunha
(sem adubação azotada em cobertura), no delineamento experimental de blocos ao caso,
com quatro repetições. O primeiro fator foi constituído de quatro doses de N em
cobertura (60, 90, 120 e 150 kg de N ha<sup>-1</sup>) e o segundo de duas formas
de fracionamento. No primeiro fracionamento as doses foram divididas em três aplicações
iguais 1/3+1/3+1/3 da dose em cada aplicação e no segundo fracionamento foi de 1/6+2/6+3/6
da dose, na primeira, segunda e terceira aplicação, respectivamente. As aplicações
foram realizadas aos 15, 30 e 50 dias após a emergência (DAE), juntamente com a
adubação potássica (45 kg de K<sub>2</sub>O ha<sup>-1</sup>, com fracionamento de
1/3+1/3+1/3), conforme as recomendações de Trani e Raij (1997). A fonte de azoto
utilizada foi o sulfato de amônio que contem 21% de N, para o potássio utilizou-se
o cloreto de potássio (60% de K<sub>2</sub>O).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As parcelas experimentais tinham dimensões de 2,0 x 1,0 m, correspondendo
a uma área de 2 m<sup>2</sup>. Cada parcela experimental foi constituída por quatro
linhas espaçadas de 0,25 m, sendo consideradas como área útil as duas linhas centrais
de cada parcela experimental.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Foi
utilizada como planta teste o híbrido Belgrado da cenoura (<i>Daucus carota</i>
L.). A sementeira foi realizada manualmente no dia 31 de julho de 2013 e o desbaste
das plantas 21 dias após a sementeira (DAS), deixando uma população de 20 plantas
por metro de linha, espaçadas de 0,05 m. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O controle das plantas espontâneas foi realizado através de mondas e
o de doenças (queima das folhas) foi necessário apenas no final do ciclo. Na ausência
de chuva, foi realizada a irrigação utilizando o sistema por aspersão.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A colheita das plantas foi realizada dia
08 de novembro de 2013, aos 100 DAS, onde foram avaliadas a produção de matéria
seca da parte aérea e da raiz e a remoção de macronutrientes pela parte aérea, pela
raiz e no total (parte aérea+raiz). A produção de matéria seca foi obtida após a
secagem em estufa de circulação de ar forçada a 65 ºC, até atingirem massa constante
e posterior pesagem em balança digital, com precisão de 0,1 g.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As amostras utilizadas para a determinação das concentrações
de macronutrientes foram lavadas com detergente neutro e água corrente e, em seguida,
com água destilada. Depois de se retirar o excesso de água, as amostras foram colocadas
em sacos de papel, identificadas e levadas para secagem em estufa de circulação
de ar forçada à 65 ºC, até atingirem massa constante. Após a secagem, as amostras
foram pesadas para obter a produçao em matéria seca e, em seguida, foram moídas
utilizando um moinho tipo Willey e, posteriormente, estas amostras foram levadas
para o Laboratório de Análise Química de Plantas do Departamento de Solos e Recursos
Ambientais da FCA/UNESP, para obter os teores de azoto, fósforo, potássio, cálcio,
magnésio e enxofre, em g kg<sup>-1 </sup>da matéria seca. A quantidade dos nutrientes
removidos foi obtida pela multiplicação do teor de cada nutriente pela massa da
matéria seca da amostra. </font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Os
dados foram submetidos à análise de variância utilizando-se o software Sisvar 5.3.
As médias dos fracionamentos de azoto foram comparadas pelo teste de Tukey (5%)
e foi feita análise de regressão para verificar o efeito das doses de azoto nas
características avaliadas. A testemunha foi considerada dose zero na análise de
regressão.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Não houve interação
entre fracionamentos e doses de N em cobertura para a produção da matéria seca da
parte aérea, raiz e total e remoção de todos os macronutrientes. Desse modo, foram
analisados os efeitos dos fatores separadamente.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Efeito das doses de azoto</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A produção de matéria seca da parte aérea apresentou
aumento linear nos dois fracionamentos, com valores mais elevados de 6,77 g e 9,42
g por planta para a maior dose (150 kg de N ha<sup>-1</sup>), nos fracionamentos
1/3+1/3+1/3 e 1/6+2/6+3/6, respectivamente (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a04f1.jpg" target = "_blank">Figura 1</a>). Estes resultados confirmam
a importância do azoto no desenvolvimento das plantas, pois, segundo Malavolta (2006),
este nutriente é fundamental nos processos de absorção iônica, fotossíntese, respiração,
multiplicação e diferenciação celular, entre outros, além de favorecer o desenvolvimento
vegetativo. Em relação à produção obtida neste estudo, Cecílio Filho e Peixoto (2013)
obtiveram, ao final do cultivo de cenoura cultivar Forto, valor inferior, de 5,45
g planta<sup>-1</sup>. Já Souza <i>et al</i>. (2003) verificaram produção superior,
de 15,5 g planta<sup>-1</sup>, para a cultivar Brasília, o que pode estar relacionado
ao facto desta cultivar normalmente apresentar maior desenvolvimento vegetativo
em comparação às cultivares de inverno, como a utilizada no presente estudo.</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A produção de matéria seca da raiz respondeu
de acordo com o modelo quadrático às doses crescentes de N nos dois fracionamentos
(<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a04f1.jpg" target = "_blank">Figura 1</a>). As médias máximas estimadas para a produção de matéria seca da raiz
foram de 14,55 e 17,03 g por planta, obtidos com as doses estimadas em 125 e 140
kg de N ha<sup>-1</sup> nos fracionamentos 1/3+1/3+1/3 e 1/6+2/6+3/6, respetivamente.
Portanto, ao contrário da parte aérea, doses elevadas, dentro da faixa estudada,
podem prejudicar a produção de biomassa da raiz, favorecendo mais a formação da
parte aérea, conforme relatado por alguns autores (Malavolta, 2006). Em relação
aos valores observados, resultados semelhantes foram obtidos por Cecílio Filho e
Peixoto (2013), que obtiveram produção de matéria seca na raiz de cenoura cultivar
Forto de 17,81 g planta<sup>-1</sup>. </font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Para a produção de matéria seca total (parte aérea + raiz) o melhor modelo
de resposta às doses de azoto foi o quadrático nos dois fracionamentos (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a04f1.jpg" target = "_blank">Figura 1</a>).
As médias máximas estimadas para a massa da matéria seca total foram de 14,66 e
18,09 g, obtidos com as doses estimadas de 120 e 129 kg de N ha<sup>-1</sup> nos
fracionamentos 1/3+1/3+1/3 e 1/6+2/6+3/6, respectivamente. Portanto, a produção
de massa seca total acompanhou o modelo obtido para a raiz tuberosa, que é o principal
sumidouro da planta nesta fase do ciclo.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A remoção
de azoto, fósforo, potássio, cálcio e magnésio pela parte aérea, no fracionamento
1/3+1/3+1/3, apresentou resposta quadrática para as doses de N em cobertura (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a04f2.jpg" target = "_blank">Figura
2</a>). Os maiores valores foram estimados em 172; 34; 334; 97 e 73 mg<sup> </sup>planta<sup>-1</sup>
de N, P, K, Ca e Mg, respectivamente, para doses estimadas de N em cobertura variando
entre cerca de 100 a 105 kg de N ha<sup>-1</sup>. Para a remoção de enxofre não
houve efeito significativo das doses de N em cobertura, com média aproximada de
20 mg<sup> </sup>planta<sup>-1</sup> (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a04f2.jpg" target = "_blank">Figura 2</a>). As remoções dos nutrientes não
acompanharam o aumento da massa da matéria seca da parte aérea que foi linear (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a04f1.jpg" target = "_blank">Figura
1</a>). Talvez tenha ocorrido o denominado efeito de diluição, ou seja, menores concentrações
dos nutrientes nas maiores doses. No entanto, não foram observados sintomas de deficiências
nas plantas. </font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">No fracionamento
1/6+2/6+3/6 verificou-se uma resposta da remoção de todos os macronutrientes na
parte aérea segundo o modelo quadrático às doses de N em cobertura (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a04f2.jpg" target = "_blank">Figura 2</a>), não
acompanhando a produção de matéria seca, que, por sua vez, foi linear (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a04f1.jpg" target = "_blank">Figura 1</a>).
As remoções máximas de N, P, K, Ca Mg e S foram estimadas em 178; 37; 338; 96; 76
e 27 mg<sup> </sup>planta<sup>-1</sup>, respectivamente, obtidos nas doses estimadas
entre cerca de 135 a 140 kg de N ha<sup>-1</sup> (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a04f2.jpg" target = "_blank">Figura 2</a>). Valores semelhantes
de remoção de azoto na parte aérea foram obtidos por Cecílio Filho e Peixoto (2013),
em cenoura cultivar Forto, de 173 mg planta<sup>-1</sup>. Esses mesmos autores obtiveram
menor remoção de fósforo (12 mg planta<sup>-1</sup>) e maiores de potássio (381
mg planta<sup>-1</sup>) e cálcio (117 mg planta<sup>-1</sup>). As diferenças nas
quantidades produzidas de matéria seca da parte aérea podem ser devidas, primeiramente,
a cultivar e também às condições de fertilidade do solo e nutrição da planta.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A quantidade de macronutrientes removida pela raiz (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a04f3.jpg" target = "_blank">Figura
3</a>), nos dois fracionamentos, com exceção do enxofre no fracionamento 1/3+1/3+1/3,
apresentaram tendências semelhantes à produção de biomassa da matéria seca da raiz
(<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a04f1.jpg" target = "_blank">Figura 1</a>) e ajustaram-se à equação quadrática, tendo as maiores médias estimadas
para doses entre cerca de 120 e 135 kg de N ha<sup>-1</sup>.</font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">No fracionamento 1/3+1/3+1/3, as maiores remoções estimadas
na raiz foram de 202; 60; 516; 36 e 30 mg planta<sup>-1</sup> de N, P, K, Ca e Mg,
respectivamente, para doses entre 120 a 130 kg de N ha<sup>-1</sup>. A remoção de
S não apresentou resposta significativa às diferentes doses de N em cobertura, com
uma média de 16 mg<sup> </sup>planta<sup>-1</sup> (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a04f3.jpg" target = "_blank">Figura 3</a>). As maiores remoções
obtidas na raiz no fracionamento 1/6+2/6+3/6 de N, P, K, Ca foram de 210; 63; 522
e 39 mg planta<sup>-1</sup>, respectivamente, obtidos com doses estimadas próximas
a 140 kg de N ha<sup>-1</sup> e de Mg e S, em mg planta<sup>-1</sup>, foram de 34
e 22, respetivamente, com as doses de 127 e 134 kg de N ha<sup>-1</sup> (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a04f3.jpg" target = "_blank">Figura
3</a>). Cecílio Filho e Peixoto (2013) obtiveram maiores remoções de macronutrientes
pela raiz, em cenoura cultivar Forto, para nitrogénio (265 mg planta<sup>-1</sup>),
fósforo (75 mg planta<sup>-1</sup>) e potássio (525 mg planta<sup>-1</sup>) e remoção
semelhante de cálcio (38mg planta<sup>-1</sup>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Para a remoção total de
todos os macronutrientes pelas plantas de cenoura nos dois fracionamentos, a resposta
às doses de N em cobertura também seguiu o modelo quadrático (<a href = "#f4">Figura 4</a>). Os valores
máximos acumulados estimados, em mg planta<sup>-1</sup>, de N, P, K, Ca, Mg e S
no fracionamento 1/3+1/3+1/3, foram de 380; 92; 851; 132; 99,59 e 40, respectivamente,
obtidos com doses estimadas variando entre cerca de 105 a 127 kg de N ha<sup>-1</sup>.
A remoção total máxima no fracionamento 1/6+2/6+3/6 de N, P, K, Ca, Mg e S, em mg
planta<sup>-1</sup>, foram estimados em 384; 97; 858; 143; 154 e 44, respectivamente,
obtidos com as doses estimadas entre cerca  de 135 a 140 kg de N ha<sup>-1</sup>.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f4"><img src = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a04f4.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A ordem decrescente de remoção de macronutrientes pela parte
aérea, raiz e total das plantas de cenoura nos dois fracionamentos, foi de: K &gt;
N &gt; Ca &gt; Mg &gt; P &gt; S; K &gt; N &gt; P &gt; Ca &gt; Mg &gt; S e K &gt;
N &gt; Ca &gt; P &gt; Mg &gt; S, respectivamente. De um modo geral, as exigências
nutricionais das hortícolas obedecem à seguinte ordem decrescente para macronutrientes:
K &gt; N &gt; Ca &gt; Mg &gt; P=S (Faquin e Andrade, 2004).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Ordens pouco diferentes foram obtidas por Cecílio Filho
&amp; Peixoto (2013) em cenoura cultivar Forto, onde na parte aérea a sequência
decrescente encontrada foi: K &gt; N &gt; Ca &gt; S &gt; Mg &gt; P, na raiz foi:
K &gt; N &gt; P &gt; Ca &gt; S &gt; Mg e na remoção total foi: K &gt; N &gt; Ca
&gt; P &gt; S &gt; Mg. Já Souza <i>et al</i>. (2003), em cenouras do grupo ‘Brasília’,
obtiveram na parte aérea a seguinte ordem decrescente: K &gt; N &gt; Ca &gt; S &gt;
P &gt; Mg, enquanto na raiz a ordem verificada foi: K &gt; N &gt; P &gt; Ca &gt;
Mg &gt; S, igual à observada neste estudo. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As diferenças na ordenação de remoção de macronutrientes nos trabalhos
citados podem ser atribuídas à cultivar, às condições ambientais nas quais as plantas
foram cultivadas, à fertilidade do solo e à nutrição das plantas (Cecílio Filho
e Peixoto, 2013). No entanto, os resultados não são tão discrepantes, mostrando
que o N e o K realmente são os nutrientes mais removidos pela planta.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A raiz foi responsável por grande parte do
azoto removido pela planta. Isso pode ser explicado pelo facto do N ser um elemento
altamente móvel dentro da planta e a sua redistribuição ser essencial para suprir
os tecidos que não participam da assimilação do N. Desse modo, os nutrientes são
translocados das folhas para órgãos em crescimento (Silva <i>et al</i>., 2014),
assim como o fósforo e o potássio, que também foram acumulados preferencialmente
nas raízes. Conforme relatado por Filgueira (2008), a maior presença do fósforo
nas raízes em relação à parte aérea pode ser atribuída ao facto da raiz tuberosa
exigir maior procura de P para promover um crescimento rápido e contínuo deste órgão.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Com relação ao K, este é um
nutriente importante para plantas com orgãos de reserva subterrâneos, o que faz
dele o nutriente mais extraído pela planta, para translocação de açúcares e assimilados
da fotossíntese. Além disto, a grande necessidade em K pela parte aérea é devido
ao seu papel funcional na abertura e fecho dos estomas e regulação osmótica. Em
geral, nas hortícolas, o azoto e o potássio são retirados em maior quantidade relativamente
ao fósforo (Malavolta, 2006).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Na
parte aérea foi acumulado em maiores proporções o cálcio, magnésio e enxofre, em
relação à raiz. A explicação da remoção de Ca ser bem maior na parte aérea é pelo
fato de não ser redistribuído pela planta, devido à sua baixa mobilidade Grangeiro
<i>et al</i>. (2007), ficando retido nas hastes e folhas, não sendo direcionado
aos órgãos de reserva e mostrando portanto, que orgãos de reserva, como, tubérculos
e raízes tuberosas não necessitam de altas concetrações de Ca para seu ótimo crescimento
(Malavolta, 2006).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Uma das prováveis
causas para a maior remoção de magnésio na parte aérea, é que o mesmo faz parte
da molécula de clorofila (Malavolta, 2006) e, dependendo da concentração de Mg na
planta, entre 6 a 25% do magnésio total está ligado à molécula de clorofila e outros
5 a 10% estão firmemente ligados a pectatos, na parede celular, ou como sal solúvel,
no vacúolo (Marschner, 1995). Outra justificação, é que o Mg é um nutriente essencial
para o fornecimento de energia nos processos da fotossíntese, respiração, reações
de síntese de compostos orgânicos (carbohidratos, lipidos e proteínas) e absorção
iônica (Malavolta, 2006).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Quanto
ao enxofre, este é o nutriente removido em menor proporção, não somente na cenoura,
mas na maioria das horticolas (Malavolta, 2006).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Efeito dos fracionamentos</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Não foram obtidas
diferenças entre os fracionamentos para a massa da matéria seca da parte aérea,
da raiz e total (parte aérea+raiz) (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a04q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>). Já para a remoção de nutrientes algumas
diferenças foram significativas, tendo obtido maiores valores no fracionamento 1/6+2/6+3/6
para o S na parte aérea e para o P, Ca, Mg e S na raiz e também no total (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a04q1.jpg" target = "_blank">Quadro
1</a>). Ressalta-se que estas diferenças foram significativas mesmo sem que tenha havido
diferenças na massa da matéria seca, tanto da parte aérea, como da raiz e total
em função dos fracionamentos (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a04q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Pode-se perceber que com o fracionamento
crescente (1/6+2/6+3/6) as plantas acumularam maior quantidade total dos nutrientes
P, Ca, Mg e S, ou seja, foram mais eficientes em aproveitá-los, provavelmente porque
quando as plantas apresentavam maior necessidade nutricional foi aplicada maior
quantidade de N, enquanto que no fracionamento 1/3+1/3+1/3 foi colocado, demasiado
N no início do ciclo quando a planta ainda não necessitava de grande quantidade
do nutriente, mostrando que as exigências nutricionais da planta variam de acordo
com o estádio de desenvolvimento, sendo que quando a planta é jovem, a absorção
de nutrientes é pequena. De acordo com Cecilio Filho e Peixoto (2013), a absorção
de macronutrientes pela cenoura cultivar Forto ocorre em quantidades reduzidas até
50 DAS, tanto pela raiz como pela parte aérea. A partir desse momento, as taxas
de extração são intensas dos 80 aos 90 DAS dependendo do nutriente. Dessa maneira,
o fracionamento dos adubos, além de minimizar as perdas, permite que os nutrientes
sejam aplicados conforme o desenvolvimento e a necessidade da planta, favorecendo,
o aproveitamento de forma mais eficiente (Barbosa Filho <i>et al</i>., 2004). No
entanto, justamente para o azoto não foram observadas diferenças na remoção entre
os fracionamentos. De acordo com Villas Bôas (2001), a eficiência no aproveitamento
dos nutrientes varia com as condições de climáticas, tipo de solo, sistema de irrigação,
manejo cultural, entre outros fatores.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A
maior produção de matéria seca da raiz foi obtida no fracionamento 1/6+2/6+3/6 na
dose de 140 kg de N ha<sup>-1</sup>.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As remoções máximas de N, P, K e Ca, pela raiz foram obtidas também no fracionamento
1/6+2/6+3/6, com a dose de 140 kg de N ha<sup>-1</sup>. E para as remoções de Mg
e S com as doses entre cerca de 120 a 134 kg de N ha<sup>-1</sup>, respectivamente.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A ordem decrescente dos macronutrientes acumulados
pela planta no total (parte aérea+raiz) nos fracionamentos foi: potássio &gt; azoto
&gt; cálcio &gt; fósforo &gt; magnésio &gt; enxofre.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências bibliográficas</b></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Alves, A.U.; Oliveira, A.P.; Alves, E.U.; Oliveira, A.N.P.; Cardoso,
E.A. &amp; Matos, B.F. (2009) - Manejo da adubação nitrogenada para a batata-doce:
fontes e parcelamento de aplicação. <i>Ciência e Agrotecnologia,</i> vol. 33, n.
6, p. 1554-1559. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S1413-70542009000600014" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S1413-70542009000600014</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=676396&pid=S0871-018X201800010000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Barbosa Filho, M.P.; Fageria, N.K. &amp;
Silva, O.F. (2004) - Fontes e métodos de aplicação de nitrogênio em feijoeiro irrigado
submetido a três níveis de acidez do solo. <i>Ciência e Agrotecnologia,</i> vol.
28, n. 4, p. 785-792. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S1413-70542004000400009" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S1413-70542004000400009</a>&nbsp;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=676397&pid=S0871-018X201800010000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bortolini, C.G. (2000) - <i>Eficiência do
método de adubação nitrogenada em pré-semeadura do milho implantado em semeadura
direta após aveia preta</i>. Dissertação de Mestrado. Rio Grande do Sul, Universidade
Federal do Rio Grande do Sul. 48 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=676399&pid=S0871-018X201800010000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Cecílio Filho, A.B. &amp; Peixoto, F.C. (2013). Acúmulo e exportação de nutrientes
em cenoura ‘Forto’. <i>Revista Caatinga,</i> vol. 26, n. 1, p. 64-70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=676401&pid=S0871-018X201800010000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">EMBRAPA (2006) - <i>Sistema brasileiro de
classificação dos solos</i>. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Brasília,
DF: 306 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=676403&pid=S0871-018X201800010000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Faquin, V. &amp;
Andrade, A.T. (2004) - <i>Nutrição mineral e diagnose do estado nutricional das
hortaliças</i>. [cit.15-09-2013]. &lt;<a href = "http://www.dcs.ufla.br/site/_adm/upload/file/pdf/Prof_Faquin/Nutricao_mineral_diagnose_hortalicas2_ed.pdf" target = "_blank">http://www.dcs.ufla.br/site/_adm/upload/file/pdf/Prof_Faquin/Nutricao_mineral_diagnose_hortalicas2_ed.pdf</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=676405&pid=S0871-018X201800010000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Filgueira, F.A.R. (2008) -<i> Novo manual
de olericultura: Agrotecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças</i>.
3.ed. Viçosa: Universidade Federal de Viçosa, 421 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=676407&pid=S0871-018X201800010000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Grangeiro, L.C.; Negreiros, M.Z.; Souza, B.S.; Azevedo, P.E.;
Oliveira, S.L. &amp; Medeiros, M.A. (2007) - Acúmulo e exportação de nutrientes
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Malavolta E. (2006) - <i>Manual de nutrição
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Marschner H. (1995) - <i>Mineral nutrition of higher plants</i>. 2th.
London, Academic Press, 889 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=676413&pid=S0871-018X201800010000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Moniruzzaman,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Souza, A.F.; Mesquita Filho, M.V.; Vieira,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Trani, P.E. &amp; Raij, B. (1997) - Hortaliças.
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Vieira Filho, P.S.; Oliveir, G.O.; Biscaro,
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    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Villas
Bôas, R. L. (2001) - <i>Doses de nitrogênio para pimentão aplicadas de forma convencional
e através da fertirrigação</i>. Tese de Livre Docência. Botucatu, Universidade Estadual
Paulista, Faculdade de Ciências Agronômicas. 123 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=676425&pid=S0871-018X201800010000500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>

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