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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA17227</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Lamas de ETAR: Aplicação em solos agro-florestais]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[WWTP sewage sludge: Application in agroforestry soils]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária Unidade Estratégica de Investigação e Serviços de Sistemas Agrários e Florestais e Sanidade Vegetal ]]></institution>
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<country>Portugal</country>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Agriculture is one of the obvious targets for recycling "sewage sludge" from WWTP, because of its potential in the physical, chemical and biological correction of agroforestry soils, being an advantageous option if it is ensured - by an analysis performed by a legal entity - that its application is allowed. This analysis, in addition to being an indicator of a possible harmful effect on the environment and on the targeted crop (preventing its use), makes it possible to assess the most adequate amount to be applied in each case, and the remaining deficiencies to be supplied by the chemical fertilization.]]></p></abstract>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Lamas de ETAR: Aplicação
em solos agro-florestais</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>WWTP sewage sludge: Application in agroforestry
soils</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Regina Menino</b>*,
<b>Amélia Castelo-Branco</b> e <b>José Casimiro Martins</b></font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Unidade
Estratégica de Investigação e Serviços de Sistemas Agrários e Florestais e Sanidade
Vegetal, Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, Quinta do Marquês,
2784 – 505 Oeiras, Portugal.</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href="mailto:regina.menino@iniav.pt">regina.menino@iniav.pt</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A agricultura é um dos alvos óbvios na reciclagem das “Lamas
de Depuração” das ETAR, pela sua potencialidade na correção física, química e biológica
dos solos agro-florestais, podendo constituir uma opção muito vantajosa se for garantida
- por análise efetuada por entidade idónea - que a sua aplicação é legal, tendo
em conta a legislação vigente. Esta análise, para além de constituir um indicador
de um eventual efeito nocivo para o ambiente e para a cultura (impeditivo da sua
utilização), permite avaliar as dotações mais adequadas e eventuais carências remanescentes,
em cada caso, sendo imprescindível face à variabilidade da composição das lamas.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Agriculture
is one of the obvious targets for recycling &quot;sewage sludge&quot; from WWTP,
because of its potential in the physical, chemical and biological correction of
agroforestry soils, being an advantageous option if it is ensured - by an analysis
performed by a legal entity - that its application is allowed. This analysis, in
addition to being an indicator of a possible harmful effect on the environment and
on the targeted crop (preventing its use), makes it possible to assess the most
adequate amount to be applied in each case, and the remaining deficiencies to be
supplied by the chemical fertilization.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O aumento demográfico e do consumo <i>per
capita</i>, bem como das atividades industriais e comerciais, têm obrigado os governos
a pensar numa forma de eliminação do volume crescente dos lixos e “Lamas de Depuração”
(LD), que resultam do tratamento de águas residuais (domésticas ou da atividade
agropecuária) em instalações designadas por Estações de Tratamento de Águas Residuais
(ETAR) onde se originam como subproduto.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Tal como é referido no relatório da <i>European Commission</i> (2002),
a eliminação destes resíduos pode ser feita, principalmente, por incineração, por
descarga em aterro sanitário e por reciclagem. De acordo com HMEPPPW (Kelessidis
e Stasinakis, 2012), em média, em 2007, nos países da união europeia, os destinos
elegidos para a eliminação de ‘lamas de ETAR’ são: agricultura (41%), incineração
(19%), pastagens (17%), compostagem (12%) e outros destinos (11%).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A deposição em aterros é, sem dúvida, a alternativa
menos desejável, não só pelas consequências ambientais nefastas que daí advêm, mas
principalmente por não se integrarem numa lógica de sustentabilidade, dada a potencialidade
das LD em alguns sectores da atividade económica.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A coincineração, permite uma integração no circuito económico,
muito embora a necessidade de recurso a tratamentos prévios venha a onerar a sua
utilização, o aproveitamento energético é, como refere Lopes (2016), “bastante utilizado”
em alguns países.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Cabe, assim,
à reciclagem um papel mais relevante na solução do problema das LD, tendo-se prefigurado,
à partida, dois sectores privilegiados para o efeito - a ‘Agricultura’, pelo potencial
das LD na fertilização do solo agro-florestal, e a ‘Construção Civil’, pelo aproveitamento,
como matéria-prima, na produção de tijolos, cimentos, argamassas, etc.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">No presente trabalho é abordado o tema das
vantagens e desvantagens do uso de ‘lamas residuais’ na agricultura, na perspectiva
da sua composição e do seu potencial na fertilização e correção do solo agro-florestal.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>LAMAS DE DEPURAÇÃO</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Nas ETAR, as ‘águas residuais’, também designadas
por ‘águas de esgoto’ (caracterizadas por elevados níveis de sólidos suspensos,
carência bioquímica de oxigénio e presença de microrganismos de origem fecal - eventualmente
patogénicos) são sujeitas a uma série de tratamentos, dos quais resultam efluentes
“limpos”, que são restituídos ao ambiente (nos cursos de água), e resíduos sólidos
- LD - que resultam da remoção de produtos sólidos que se encontravam suspensos
em concentração variada, da Matéria Orgânica (MO) do efluente original e da multiplicação
de microrganismos (material biológico não estabilizado).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">De acordo com a alínea a) do artigo 3º do Decreto-Lei
nº 276/2009 de 2 de Outubro, LD são “i) As lamas provenientes de estações de tratamento
de águas residuais domésticas, urbanas e de outras estações de tratamento de águas
residuais de composição similar às águas residuais domésticas e urbanas; ii) As
lamas de fossas sépticas e de outras instalações similares, para o tratamento de
águas residuais; iii) As lamas provenientes de estações de tratamento de águas residuais
de actividades agro–pecuárias”. Ainda, de acordo com a alínea c) do mesmo artigo,
‘lamas tratadas’ são “as lamas após serem submetidas a tratamento por via biológica,
química ou térmica, por armazenagem a longo prazo ou por qualquer outro método adequado
que reduza significativamente o seu poder de fermentação e os inconvenientes sanitários
da sua utilização”.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As LD -
de composição variável ao longo do ano, de ano para ano e de região para região
- apresentam, em regra, elevados teores de humidade, de MO, de macronutrientes e
de micronutrientes. Em contrapartida, podem conter elevados teores de metais pesados,
podendo ainda conter uma concentração importante de microrganismos patogénicos.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Antes de serem enviadas para utilização agro-florestal
(ou sujeitas a um processo intercalar de valorização) estas lamas são submetidas
a diversos tratamentos, nomeadamente:</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Espessamento (redução do volume);</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Estabilização (eliminação dos organismos patogénicos);</font></p>

  
    <p><font face = "Verdana" size = "2">Desidratação (maior facilidade de transporte e evita a libertação de odores).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A sua valorização através do tratamento por
compostagem é vista, como bem afirma Tavares (2014), “como uma estabilização das
lamas, que aproveita todas as vantagens agronómicas com a segurança de um produto
acreditado”. Cabe à investigação tecnológica, em parceria com a agronómica, o desenvolvimento
de novas técnicas de valorização das LD, que ampliem o âmbito agronómico da sua
utilização.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>USO DE LAMAS DE DEPURAÇÃO NA AGRICULTURA</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em Portugal, a generalidade dos solos é pobre em MO e estes resíduos aportam
uma quantidade considerável deste constituinte, conferindo ao solo maior capacidade
de retenção da água, maior resistência à erosão e permitindo o uso de menores quantidades
de fertilizantes químicos. Por outro lado, as lamas também atuam no solo como condicionador,
elevando o seu pH, o que é na maioria das vezes favorável, já que 87,4% dos solos
em Portugal são consideravelmente ácidos. Segundo Carvalho (2012), cerca de 83%
dos solos portugueses apresentam um pH&lt;5,5 e teores de MO&lt;1%. Para além disso,
estes resíduos têm ainda interesse do ponto de vista da fertilização mineral, pois
contêm elementos essenciais à nutrição das plantas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Dada a variabilidade da sua composição, para que se proceda
a uma utilização adequada de lamas de ETAR, deverá ter-se em conta os seguintes
aspetos:</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Origem do resíduo;</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Caracterização
química e microbiológica do resíduo;</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Possibilidade
de utilização na agricultura;</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Seleção
do local para aplicação, avaliando a sua viabilidade económica.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As questões ambientais, relacionadas com o uso indevido
de LD na agricultura, incluem o risco de lixiviação de nutrientes, impacte negativo
na biodiversidade do solo e nas emissões de gases de efeito estufa. O metano e o
óxido nitroso, ambos potentes gases de efeito estufa, são produzidos aquando da
aplicação das lamas em terras agrícolas, pelo que a gestão do tratamento e aplicação
das lamas deve ser realizada de modo a minimizar a produção e emissão dos mesmos.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Tal como é referido no relatório da <i>European
Comission</i> (2008), a Diretiva 86/278/CEE foi adotada há mais de 30 anos, com
vista a incentivar a aplicação de LD na agricultura e para regulamentar o seu uso,
com o intuito de prevenir os efeitos nocivos nos solos, vegetação, animais e seres
humanos. Entretanto, o Decreto-Lei N.º 118/2006, transpôs para a ordem jurídica
interna a Diretiva n.º 86/278/CE, do Conselho, de 12 de Junho de 1986.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Mais recentemente, o Decreto-Lei n.º 276/2009,
atualiza o Decreto-Lei n.º 118/2006, adequando e tornando mais simples o procedimento
de licenciamento da utilização agrícola das LD nele previsto e harmonizando-o com
os outros regimes jurídicos entretanto aprovados, designadamente o regime geral
dos resíduos, aprovado pelo Decreto-Lei n.º178/2006, e o regime de proteção das
albufeiras de águas públicas de serviço público e das lagoas de águas públicas,
aprovado pelo Decreto-Lei n.º 107/2009.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O Decreto-Lei n.º 276/2009 dispõe sobre requisitos de qualidade para
as lamas e para os solos, verificáveis através da conformidade das análises requeridas
com os valores limite estabelecidos, define um conjunto de restrições à utilização
das lamas no solo, prevê procedimentos específicos de aplicação das lamas, bem como
deveres de registo e informação por parte dos operadores de gestão de lamas.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>VANTAGENS E DESVANTAGENS</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Uma vez salvaguardadas todas as restrições
legais para a sua utilização, e para além do inquestionável benefício económico
de uma reintrodução segura no circuito produtivo, as vantagens da utilização de
LD como factor de produtividade do solo agro-florestal tem sido demonstrada, em
diversas iniciativas experimentais, em função de algumas das suas características,
nomeadamente:</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Pelo seu elevado teor em MO, determinando uma melhoria da estrutura dos
solos, do seu arejamento e capacidade de retenção para a água e para os nutrientes
das plantas;</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Pelo elevado teor em cálcio, proporcionando uma correção do pH em solos
ácidos e pelo seu poder tampão desta característica dos solos;</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Pelo elevado teor em macro e micronutrientes, conducentes a uma redução
assinalável do custo da adubação mineral;</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A vantagem decisiva das LD, no entanto, reside no seu baixo custo real,
resultante do “custo negativo” da “matéria-prima” que as origina, e do crescente
“encargo social” para a sua - sempre periclitante - “eliminação”.</font></p>

 
    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em contrapartida, são-lhe atribuídas desvantagens
- e não são despiciendas - mas que, no entanto, se prendem, exclusivamente, com
a eventual utilização inadequada deste produto (em particular pela utilização de
LD não “aprovadas” para utilização agro-florestal). Nomeadamente:</font></p>

 
    <p><font face = "Verdana" size = "2">Contaminação dos solos com metais pesados;</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Aumento da salinidade dos solos;</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Contaminação dos solos com substâncias potencialmente tóxicas (orgânicas
ou inorgânicas);</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Contaminação das águas subterrâneas e cursos de água com substâncias tóxicas;</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Infeção do homem e dos animais por parasitas, tais como vermes filamentosos.</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Outras desvantagens que lhe são frequentemente
atribuídas, são as mesmas que podem ser referidas para qualquer outra substância
orgânica a utilizar na correção dos solos, como, por exemplo, os estrumes. Nomeadamente:
</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Proporção inadequada de nutrientes para a nutrição vegetal;</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Eficiência do resíduo no fornecimento desses nutrientes;</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Desconhecimento da composição e características do material orgânico;</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Odores desagradáveis na proximidade da sua área de utilização ou deposição.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>
 
    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</b></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Carvalho, M. (2012) - <i>O uso sustentado do solo em Portugal</i>. Instituto
de Ciências Agrárias e Ambientais Mediterrânicas. Universidade de E&#769;vora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=676627&pid=S0871-018X201800010000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">European Commission (2002) - <i>Disposal
and Recycling Routes for Sewage Sludge. Part 4 - Economic report</i>. [cit. 2017].
&lt;<a href = "http://ec.europa.eu/environment/archives/waste/sludge/pdf/sludge_disposal4.pdf" target = "_blank">http://ec.europa.eu/environment/archives/waste/sludge/pdf/sludge_disposal4.pdf</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=676629&pid=S0871-018X201800010000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">European Commission (2008) - <i>Environmental,
economic and social impacts of the use of sewage sludge on land. Final report. Part
I: Overview Report</i>. [cit. 2017}. &lt;<a href = "http://ec.europa.eu/environment/archives/waste/sludge/pdf/part_i_report.pdf" target = "_blank">http://ec.europa.eu/environment/archives/waste/sludge/pdf/part_i_report.pdf</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=676631&pid=S0871-018X201800010000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Kelessidis, A. &amp; Stasinakis, A.S. (2012)
- Comparative study of the methods used for treatment and final disposal of sewage
sludge in European countries. <i>Waste Management</i>, vol. 32, n. 6, p. 1186–1195.
<a href = "https://doi.org/10.1016/j.wasman.2012.01.012" target = "_blank">https://doi.org/10.1016/j.wasman.2012.01.012</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=676633&pid=S0871-018X201800010000700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Lopes, J.V.S. (2016) - <i>Análise e melhoria dos processos de gestão
de lamas de depuração de efluentes líquidos</i>. Dissertação de Mestrado em Engenharia
do Ambiente na Especialidade de Tecnologias e Gesta&#771;o do Ambiente. Universidade
de Coimbra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=676634&pid=S0871-018X201800010000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Tavares, R.M.S.
(2014) - <i>Gestão de lamas de depuração provenientes de ETAR: compostagem, valorização
agrícola e aterro</i>. Dissertação de mestrado integrado em Engenharia Biológica
(área de especialização em Tecnologia do Ambiente). Universidade do Minho.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=676636&pid=S0871-018X201800010000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido/received: 2017.09.04</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Aceite/accepted: 2017.09.07</font></p>

     ]]></body><back>
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