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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA17176</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Nutrição mineral, densidade de plantio, caracterização biométrica e fenológica de Rumex acetosa L.]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Mineral nutrition, planting density, biometric and phenological characterization of Rumex acetosa L.]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Lavras Departamento de Agricultura ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The sorrel (Rumex acetosa L.) is an example of underutilized human food specie, characterized as unconventional vegetable in Brazil. There is little information on the suitable technical for the agricultural production. The objective was to evaluate the crop behavior at different levels of fertilization, evaluate the behavior of the crop when conducted at different planting densities, as well as to characterize the phenological stages of this specie. The statistical design adopted was randomized blocks, with split plots. The production rate of sorrel varied significantly when culture were subjected to different levels of spacing and fertilization, and the best productive results obtained from the crops 75 Mg ha-1. The crop was most productive when conducted in less dense spacing, corresponding to 30 cm between plants per 35 cm between rows, when in combination to fertilization of 150 kg ha-1 of N, 60 kg ha-1 of K2O and 100 kg ha-1 of P2O5. The cycle of crop, from planting to harvest, was established in 100 days after planting.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[azedinha]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[ciclo produtivo]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[indicações agronômicas de cultivo]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[hortaliças não convencionais]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[crop cycles]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[agronomic cultivation techniques]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[unconventional vegetables]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Nutrição mineral, densidade
de plantio, caracterização biométrica e fenológica de <i>Rumex acetosa</i> L.</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Mineral nutrition, planting density, biometric and phenological characterization
of <i>Rumex acetosa</i> L.</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Luis F. L. Silva</b>, <b>Douglas C.de Souza</b>*,
<b>Luciane V. Resende</b>, <b>Wilson M. Gonçalves</b>, <b>Thiago de A. Pereira</b> e <b>Sylvia D. Vieira</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Departamento de Agricultura/Universidade
Federal de Lavras (UFLA), Campus universitário, 37200-000, Lavras, MG, Brasil</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href = "mailto:douglascorrea@ymail.com">douglascorrea@ymail.com</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A azedinha (<i>Rumex acetosa</i> L.) é um
exemplo de espécie alimentícia subutilizada, caracterizada no Brasil como hortaliça
não convencional. Existem poucas informações disponíveis no que se refere às técnicas
indicadas para o seu cultivo e para a sua produção agrícola. Diante isso, objetivou-se
avaliar o comportamento da cultura da azedinha em diferentes níveis de adubação,
avaliar o comportamento da cultura quando conduzida em diferentes densidades de
plantio, bem como realizar a caracterização dos estádios fenológicos dessa espécie.
O delineamento estatístico adotado foi de blocos ao acaso, com parcelas subdivididas.
O índice produtivo variou significativamente quando a cultura foi submetida aos
diferentes níveis de espaçamentos e adubações, sendo que o melhor resultado produtivo
obtido foi de 75 Mg ha<sup>-1</sup>, mediante condução em espaçamento mais adensado,
de 30 cm entre plantas e 35 cm entre linhas, associada à adubação de 150, 60 e de
100 kg ha<sup>-1</sup> de NPK respectivamente. O ciclo da cultura, do plantio à
colheita, foi estabelecido em 100 dias após o plantio. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave: </b>azedinha, ciclo produtivo, indicações
agronômicas de cultivo, hortaliças não convencionais.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">The sorrel (<i>Rumex acetosa</i> L.) is an example of underutilized human
food specie, characterized as unconventional vegetable in Brazil. There is little
information on the suitable technical for the agricultural production. The objective
was to evaluate the crop behavior at different levels of fertilization, evaluate
the behavior of the crop when conducted at different planting densities, as well
as to characterize the phenological stages of this specie. The statistical design
adopted was randomized blocks, with split plots. The production rate of sorrel varied
significantly when culture were subjected to different levels of spacing and fertilization,
and the best productive results obtained from the crops 75 Mg ha<sup>-1</sup>. The
crop was most productive when conducted in less dense spacing, corresponding to
30 cm between plants per 35 cm between rows, when in combination to fertilization
of 150 kg ha<sup>-1</sup> of N, 60 kg ha<sup>-1</sup> of K<sub>2</sub>O and 100
kg ha<sup>-1</sup> of P<sub>2</sub>O<sub>5</sub>. The cycle of crop, from planting
to harvest, was established in 100 days after planting.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords: </b>sorrel, crop cycles, agronomic cultivation
techniques, unconventional vegetables</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Muito se fala sobre a grande disponibilidade
de recursos vegetais e florísticos, entretanto, poucas são as espécies utilizadas
atualmente como alimento pelas populações. Na história da humanidade, há registro
de que mais de sete mil espécies de plantas já foram utilizadas como alimento, embora
atualmente, seja fato que poucas culturas supram a alimentação mundial. Juntos,
a cultura do arroz, do milho e o trigo são responsáveis por mais de 50% das calorias
ingeridas pelo homem (FAO, 2014). Há carência de estudos científicos sobre muitas
das espécies vegetais consideradas alimentícias e grande parte das informações sobre
possíveis utilidades e sobre as técnicas para cada cultivo é gerada por conhecimento
popular, sem que haja investigações científicas mais profundas (Moyo <i>et al.,
</i>2013). </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A azedinha (<i>Rumex
acetosa</i> L.) é caracterizada como hortaliça não convencional no Brasil, sendo
uma planta herbácea, perene, pertencente à família Polygonaceae (Brasil, 2010, 2013;
Kinupp e Lorenzi, 2014). Suas folhas são passíveis de serem utilizadas <i>in natura</i>
em forma de saladas, em refogados, <i>drinks</i> ou sucos. Tem-se dado atenção especial
a esta espécie, principalmente por possuir elevado teor de poder antioxidante (Souto,
2011). A literatura também demonstra potencial alimentício a partir de minerais,
vitaminas, fibras, nutrientes e proteínas presentes em suas folhas (Ladeji, 1993;
Brasil, 2010, 2013; Silva <i>et al</i>., 2013), entretanto, por ser rústica e agressiva,
muitas vezes é considerada espécie invasora.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Apesar do aumento do incentivo governamental para o resgate e uso desta
hortaliça não convencional na alimentação nacional, existem poucas informações disponíveis
para o seu cultivo e para a sua produção nas condições edafoclimáticas brasileiras,
tais como: ciclo da cultura, propagação, densidade de plantas por área de terreno
em um espaçamento adequado, adubação e nutrição, necessidade irrigação, controle
de pragas e doenças e colheita. Tampouco existem disponíveis cultivares e materiais
propagativos para o plantio, bem como a caracterização de algumas variedades morfogênicas
existentes (Brasil, 2010, 2013; Kinupp e Lorenzi, 2014).  </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Com isso, o objetivo foi avaliar a cultura da azedinha
em diferentes níveis de adubação e densidade de plantio, por meio das características
produtivas e biométricas de folhas, bem como realizar a caracterização dos estádios
fenológicos da espécie. Acredita-se que a cultura apresente níveis produtivos superiores
quando conduzida sob a densidade de plantio e a adubação de forma adequada. </font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os experimentos foram implantados em julho
de 2014 na área experimental do setor de Olericultura da Universidade Federal de
Lavras (UFLA), no município de Lavras, MG (21º 14’ de latitude Sul e 40º 17’ de
longitude Oeste e altitude de 918,80 m). </font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O clima da região é classificado como temperado úmido, com verão quente
e inverno seco, sendo, portanto, do tipo Cwb na classificação de Köppen (Brasil,
1992). O solo da área experimental é classificado como latossolo vermelho distroférrico
típico e apresenta textura argilosa e as seguintes características na camada arável
de 0 a 20 cm: pH (em H<sub>2</sub>0) = 6,0; Ca<sup>2+</sup> = 4,78 cmol dm<sup>-3</sup>;
Mg<sup>2+</sup> = 0,68 cmol dm<sup>-3</sup>; P- Mehlich = 49,48 mg dm<sup>-3</sup>;
K<sup>+</sup> = 92,00 mg dm<sup>-3</sup>; Matéria orgânica = 2,87 dag Kg<sup>-1</sup>;
V = 68,71% ; Soma de bases = 5,70 cmol dm<sup>-3</sup>; CTC = 5,70 cmol dm<sup>-3</sup>;
Zn<sup>2+</sup> = 7,24 mg dm<sup>-3</sup>; Fe<sup>2+</sup> = 38,16 mg dm<sup>-3</sup>;
Mn<sup>2+</sup> = 20,98 mg dm<sup>-3</sup>; Cu<sup>2+</sup> = 6,51 mg dm<sup>-3</sup>;
B= 0,26 mg dm<sup>-3</sup>; S=5,87 mg dm<sup>-3</sup>.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As mudas de azedinha (<i>Rumex acetosa </i>L.) foram multiplicadas
a partir dos propágulos presentes na coleção <i>in vivo</i> de hortaliças não convencionais
da UFLA. O delineamento estatístico adotado foi de blocos ao acaso, com parcelas
subdivididas.  As parcelas principais receberam os espaçamentos (30 cm x 35 cm e
35 cm x 40 cm) perfazendo densidade de plantio de 95.238 e 71.428 plantas por hectare,
respectivamente (Brasil, 2010; Silva-Júnior, 1997). </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As subparcelas receberam as doses de adubação NPK (formulado)
em número de 4 assim denominados: A0 = nenhuma adubação; A1 = 75 kg ha<sup>-1</sup>
de N, 30 kg ha<sup>-1</sup> de K<sub>2</sub>O e 50 kg ha<sup>-1</sup> de P<sub>2</sub>O<sub>5</sub>;
A2 = 115 kg ha<sup>-1</sup> de N; 45 kg ha<sup>-1</sup> de K<sub>2</sub>O e 75 kg
ha<sup>-1</sup> de P<sub>2</sub>O<sub>5</sub>; A3 =150 kg ha<sup>-1</sup> de N,
60 kg ha<sup>-1</sup> de K<sub>2</sub>O e 100 kg ha<sup>-1</sup> de P<sub>2</sub>O<sub>5</sub>.
Para os formulados NPK utilizou-se Sulfato de Amônio (18% de N); Superfosfato Simples
(18 % de P<sub>2</sub>O<sub>5</sub>) e Cloreto de Potássio (60 % de K<sub>2</sub>O)
como fontes de nitrogênio, fósforo e potássio respectivamente. Os tratamentos de
adubações foram adaptados das indicações para culturas de hortaliças folhosas (Ribeiro,
1999), com base em análise química do solo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Cerca de 100 dias após o plantio foi realizada a colheita e a avaliação
dos seguintes caracteres: produtividade de matéria fresca (Mg ha<sup>-1</sup>),
número total de folhas, número total de folhas comerciais (&gt; 10 cm de comprimento),
número total de folhas não comerciais (&lt; 10 cm de comprimento) e médias do comprimento
e da largura das folhas comerciais. A análise estatística foi realizada utilizando-se
a plataforma R, por meio do software Action (Estatcamp, 2014). </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As classes para os estádios fenológicos foram obtidas
de acordo com adaptações da codificação unificada dos estádios fenológicos de desenvolvimento
de culturas (BBCH-code), o qual se fundamenta na classificação binária dos estádios
fenológicos, de acordo com os macros estádios (primeiro dígito) e micros estádios
(segundo dígito) das culturas (Lancashire <i>et al</i>., 1991). Os dados coletados
foram referentes aos dias após o plantio (DAP), inferidos nos seguintes caracteres
em campo: início e fim do intumescimento dos órgãos propagativos, contagem da primeira
até nove ou mais folhas visíveis, e contagem do número de folhas desenvolvidas com
as plantas em campo, em diferentes dias após o plantio. Depois da colheita das folhas,
realizada em somente um ciclo produtivo, de cada planta foram avaliados o número
total de folhas e o número total de folhas desenvolvidas. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os dados referentes ao início e ao fim do intumescimento
dos propágulos, e início da formação das primeiras raízes, foram estimados por meio
de observações visuais, no momento em que foi constatado, que aparentemente, mais
de 80% dos propágulos exibiam essas condições em determinados dias após o plantio
(DAP), em função de que nos primeiros 10 dias após o plantio.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"> A irrigação foi suprida de modo que a umidade do solo
se mantivesse próxima à capacidade de campo aferida por meio de um tensiômetro.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">As demais avaliações foram realizadas de
dois em dois dias, contabilizando as folhas aparentes até 30 DAP. Posteriormente
aos 30 DAP, foi contabilizado o número total de folhas por planta, e o número total
de folhas desenvolvidas por planta, em diferentes fases do ciclo da espécie. Levando-se
em conta que as folhas de azedinha desenvolvidas e maiores que 10 cm de comprimento
são consideradas aptas para a comercialização (Brasil, 2010), foi realizada a contagem
do número de folhas comerciais aos 70 DAP. Após a colheita das folhas, cerca de
100 DAP, em cada planta foi avaliado o número total de folhas, e o número total
de folhas consideradas comerciais (maiores que 10 cm de comprimento). Foram estabelecidos
os seguintes estágios fenológicos: 0 – Formação de mudas; 1 – crescimento/desenvolvimento
vegetativo; e 2 – produção comercial. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">De cada conjunto de dados foram obtidos valores referentes à média, à
mediana, à moda e ao desvio padrão, bem como, depois de confirmada a normalidade
dos dados, às análises de regressão, visando relacionar a quantidade de folhas comerciais
observada em dias após o plantio (DAP). Em cada conjunto de dados foi realizado
o teste de normalidade de Shapiro-Wilk e de homocedasticidade de Bartlett por meio
dos softwares estatísticos Action e Sisvar (Ferreira, 2011; Estatcamp, 2014), verificando
assim a possível satisfação dessas pressuposições da estatística experimental. Os
dados que apresentaram distribuição normal foram diretamente submetidos à análise
de variância, testes de média (Tukey) e regressão quando cabível; os dados que não
apresentaram distribuição normal foram transformados de acordo com técnicas de transformação
específicas para cada caso (Lima e Abreu, 2001). Posteriormente a confirmação da
normalização dos dados transformados, estes foram submetidos às análises de variância,
testes de médias (Tukey) e regressões quando necessário.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A produção total (Mg ha<sup>-1</sup>) e o número de
folhas por planta de azedinha (<i>Rumex acetosa</i> L.) variaram significativamente
entre os diferentes tratamentos utilizados para espaçamento e adubação (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a14q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>).
Não houve interação significativa entre as classes de espaçamento e adubação para
esses caracteres avaliados, e por isso, os dados referentes a cada densidade de
plantio foram submetidos à análise de regressão de forma isolada (<a href = "#q2">Quadro 2</a> e <a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a14f1.jpg" target = "_blank">Figura
1</a>), visando relacionar as produções obtidas com os diferentes tratamentos de adubação,
dentro de cada espaçamento. Os dados biométricos da cultura da azedinha não apresentaram
nenhuma diferença estatística entre si para os diferentes tratamentos avaliados,

    
<p>&nbsp;</p>

<a name = "q2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a14q2.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As análises de regressão produziram os seguintes modelos matemáticos
referentes aos índices produtivos de azedinha, conduzida com diferentes tratamentos
de adubações em cada densidade de plantio: Espaçamento E1: <i>y = 19,03x</i>; espaçamento
E2: <i>y = 22,02x</i>. Em ambas as equações, <i>y</i> se refere à quantidade produzida
e <i>x</i> à adubação formulada em cada tratamento (1, 2, 3 e 4) correspondendo
aos formulados A0, A1, A2, e A3.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O espaçamento mais adensado (30 cm entre plantas e 35 cm entre linhas) apresentou
a maior produção total entre os espaçamentos avaliados, em média de 57,40 Mg ha<sup>-1</sup>,
entretanto, menor peso e número de folhas por planta, correspondendo a 638 gramas
e 194 folhas respectivamente, permitindo assim, inferir que cada folha apresentou
peso médio de 3,29 gramas. O espaçamento menos adensado (35 cm entre plantas e 40
cm entre linhas) apresentou menor produção total entre os espaçamentos avaliados,
em média 49 Mg ha<sup>-1</sup>, entretanto, maior peso e número de folhas por planta,
em média 700 gramas e 236 folhas respetivamente, permitindo assim, inferir que cada
folha apresentou peso médio de 2,97 gramas. A cultura da azedinha, quando conduzida
em maior densidade de plantio (95.238 plantas ha<sup>-1</sup>), resultou em maiores
índices produtivos, embora em menor peso e número de folhas por planta, do que quando
conduzida em uma menor densidade de plantio (71.428 plantas ha<sup>-1</sup>).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os parâmetros de comprimento e largura foliar
não apresentaram diferenças entre os diferentes tratamentos de espaçamento utilizados
(<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a14q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>). Observando os resultados dos testes de Tukey para esses parâmetros,
confirma-se que existem pequenas diferenças de comprimento e largura das folhas
em relação aos tratamentos de adubação, entretanto, quando analisados os resultados
de 2 em 2, é notável que as classes não diferem-se estatisticamente entre uma e
outra. </font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Os índices produtivos
variaram significativamente em relação aos diferentes tipos de formulados NPK de
adubação, respondendo de forma crescente, de acordo com os acréscimos dos nutrientes
N, P e K por meio dos formulados. As testemunhas (A0), parcelas que não receberam
adubo químico, apresentaram menor média produtiva, sendo de 25 Mg ha<sup>-1</sup>.
As plantas submetidas ao tratamento A1 (75 kg ha<sup>-1</sup> de N, 30 kg ha<sup>-1</sup>
K<sub>2</sub>O e 50 kg ha<sup>-1</sup> de P<sub>2</sub>O<sub>5</sub>) apresentaram
média produtiva de 49 Mg ha<sup>-1</sup>; e os índices produtivos médios das plantas
aumentaram para os tratamentos que se seguiram: 65 Mg ha<sup>-1</sup> referentes
ao tratamento A2 (115 kg ha<sup>-1</sup> de N, 45 kg ha<sup>-1</sup> de K<sub>2</sub>O
e 75 kg ha<sup>-1</sup> de P<sub>2</sub>O<sub>5</sub>) e 75 Mg ha<sup>-1</sup> em
A3 (150 kg ha<sup>-1</sup> de N; 60 kg ha<sup>-1</sup> de K<sub>2</sub>O e 100 kg
ha de P<sub>2</sub>O<sub>5</sub>). Os resultados indicam que a cultura da azedinha
respondeu positivamente à adubação, dentro dos limites avaliados. </font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Após a colheita, a qual foi realizada em
um único corte, as plantas apresentaram cerca de 70% de suas folhas em tamanho comercial
(maiores que 10 cm de comprimento). O número de folhas não comerciais também foi
aferido, visando elucidar a capacidade de regeneração das touceiras, baseada no
número de folhas ainda não desenvolvidas completamente (&lt; 10 cm de comprimento),
onde se observou que cerca de 30 a 40% das folhas colhidas, ainda estavam em desenvolvimento.
</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O melhor resultado produtivo
obtido foi de 75 Mg ha<sup>-1</sup>, mediante condução em espaçamento mais adensado,
de 30 cm entre plantas e 35 cm entre linhas, associada à adubação de 150, 60 e de
100 kg ha<sup>-1</sup> de NPK respectivamente. As espécies de hortaliças folhosas
apresentam diferentes respostas produtivas quando conduzidas em diferentes manejos.
Na cultura da alface, por exemplo, quando manejada em cultivo protegido, é esperado
se produzir em média 56 Mg ha<sup>-1</sup> (Ribeiro, 1999), entretanto, quando cultivada
em condições de manejo em campo, é esperado se produzir cerca de 20 Mg ha<sup>-1</sup>,
sendo que, para cada tipo de cultivo, existe uma recomendação de adubação específica
(Ribeiro, 1999; Ziech <i>et al</i>., 2014). Os maiores resultados produtivos obtidos
com <i>R. acetosa</i> (75 Mg ha<sup>-1</sup>), foram superiores ao que se espera
obter com a cultura da alface em cultivo protegido (56 Mg ha<sup>-1</sup>) (Ribeiro,
1999), entretanto, foram observados no cultivo em campo, demonstrando assim o grande
potencial produtivo desta espécie. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Normalmente, em culturas de hortaliças folhosas, é grande a demanda por nutrição,
e geralmente os índices produtivos dessas culturas variam de acordo com os níveis
de adubação e densidades de plantio (Ribeiro, 1999; Radin <i>et al</i>., 2004; Ziech
<i>et al</i>., 2014). Em geral, os diferentes níveis de densidade de plantio e adubação
utilizados, exibiram influências significativas no índice produtivo. </font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A colheita de <i>Rumex acetosa </i>L. foi
realizada em uma única colheita cerca de 100 dias após o plantio, momento determinado
por meio das observações, onde boa parte das folhas por planta apresentava tamanho
comercial, e algumas das folhas mais antigas, já apresentava descoloração. A cultura
não floresce nas condições climáticas da região do sul de Minas Gerais, pois não
há temperaturas amenas o suficiente para que isso ocorra, e por isso, somente foram
definidos o macro estádio 0 (enraizamento e brotações dos órgãos propagativos),
o macro estádio 1 (brotação das folhas) e o macro estádio 2 (crescimento/desenvolvimento
das folhas) (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a14q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">No macro
estádio 0 foram definidas as médias das observações referentes ao enraizamento e
brotações dos órgãos propagativos. O estádio inicial foi definido no momento em
que os órgãos propagativos estavam em fase dormente, antes de serem transplantados
ao campo, em 0 DAP. A partir desse momento, foi observado quando a média geral dos
propágulos começaram seu intumescimento, o que ocorreu cerca de 3 DAP, e quando
a maior parte deles não apresentavam mais variação em seu tamanho ou turgidez, marcando
essa data como fim do intumescimento, o que ocorreu cerca de 5 DAP. As primeiras
raízes e folhas produzidas por planta foram visíveis em média aos 7 DAP.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O macro estádio 1 foi definido como a fase
de brotação das folhas, onde foi inferido a quantidade de folhas visíveis em DAP.
Os resultados indicam que as plantas de azedinha levaram cerca de 20 dias para apresentarem
nove ou mais folhas visíveis. Vale ressaltar, que nessa etapa foi contabilizado
o número de folhas independente do tamanho e desenvolvimento de cada folha.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">No macro estádio 2 (crescimento vegetativo/desenvolvimento
de folhas comerciais), a cultura apresentou aos 30 DAP em média 35 folhas comerciais
(maiores que 10 cm), correspondendo a cerca de 20% do total das folhas nesta fase
de desenvolvimento. Aos 70 DAP, as plantas apresentaram em média 71 folhas em tamanho
comercial, correspondendo a cerca de 50% da produção total de folhas. Em ocasião
da colheita, realizada aos 100 DAP, foi constatado que as plantas produziram em
média, um total de 155 folhas, das quais 105 apresentaram tamanho comercial. Com
isso, infere-se que a cultura da azedinha apresentou após a colheita cerca de 70%
de suas folhas, em tamanho considerado comercial. Foi realizada a análise de regressão
relacionando o número de folhas comerciais apresentadas pela cultura, em diferentes
dias após o plantio, por meio da qual se obteve o seguinte modelo matemático: y
= 1,04x; onde y = número de folhas comerciais e x = dias após o plantio. </font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A azedinha é considerada uma hortaliça folhosa
por apresentar características similares às hortaliças convencionais, tal como porte
herbáceo das plantas e um cultivo anual ou bianual, e também por demandar um manejo
de cultivo semelhante, de forma intensiva tal como os utilizados nos cultivos de
alface (<i>Lactuca sativa</i> L.), rúcula (<i>Eruca sativa</i> Mill.), couve (<i>Brassica
oleracea</i> L.), entre outras. Entretanto, as maiores diferenças apresentadas para
essa cultura, se comparadas às culturas de hortaliças convencionais, é de que, apesar
da azedinha ser cultivada como hortaliças anual ou bianual, é uma espécie perene,
embora o indicado seja realizar a renovação da cultura a cada seis meses, em consequência
das respostas fenológicas desta espécie cultivada sob o clima brasileiro (Brasil,
2013). Vale ressaltar, que as caracterizações dos estádios fenológicos, foram realizadas
levando-se em consideração que a espécie não floresce na condição climática da região
do sul de Minas Gerais, e de que, por isso, ela somente apresenta sua fase de crescimento
vegetativo, sendo propagada por multiplicação vegetativa.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O ciclo produtivo da cultura (cerca de 100 DAP), comparado
com as culturas de hortaliças folhosas convencionais, tal como alface, almeirão,
cebolinha, chicória e couve (início da colheita cerca de 70 a 100 DAP) (Amaro <i>et
al</i>., 2007), apresenta demanda de tempo similar para se realizar a colheita.
Com a finalidade de se cumprir os objetivos deste estudo, a colheita foi realizada
de forma única, colhendo-se todas as folhas das plantas. Observando os resultados
do número de folhas comerciais e em desenvolvimento apresentados após a colheita,
foi possível notar que parte das folhas ainda se apresentava em desenvolvimento.
Atualmente, o mercado de hortaliças folhosas <i>baby </i>está em crescimento, caracterizando-se
pelo comércio do produto, antes que ele complete seu desenvolvimento, inserindo
assim, no comércio <i>in natura</i>, pequenas folhas (Vasconcelos <i>et al.,</i>
2011; Calori <i>et al</i>., 2014). Caso a opção do agricultor seja colher toda a
planta, as folhas menores poderiam ser comercializadas neste novo nicho de mercado.
Outra opção seria realizar a colheita escalonada, deixando nas plantas as folhas
menores, permitindo assim, que as touceiras se regenerassem, visando uma futura
colheita. Entretanto, é clara a demanda de novos estudos, visando aferir os manejos
de colheita e de pós-colheita mais apropriados para a cultura. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Sabe-se que por apresentarem grande capacidade de adaptação
a diferentes ambientes, plantas com um mesmo genótipo podem apresentar pequenas
diferenças biométricas e diferentes respostas produtivas quando conduzidas em diferentes
condições de luminosidades, solos e ambientes em geral (Radin <i>et al</i>., 2004;
Lima <i>et al</i>., 2013; Silva, 2014; Ziech <i>et al</i>., 2014). Entretanto, quando
conduzidas sob um mesmo manejo com as mesmas condições ambientais, plantas de uma
mesma variedade cultivada, normalmente respondem de forma similar ao ambiente, apresentando
seus caracteres produtivos e biométricos similares, os quais são tomados como característicos
(Radin <i>et al</i>., 2004; Flumignan <i>et al</i>., 2008; Moraes <i>et al</i>.,
2013). Características biométricas como comprimento e largura das folhas, normalmente
são úteis para a caracterização de diferentes espécies e cultivares (Filgueira,
2006; Flumignan <i>et al</i>., 2008; Brasil, 2013; Moraes <i>et al</i>., 2013; Kinupp
e Lorenzi, 2014; Zuffo <i>et al</i>., 2016). As plantas de <i>Rumex acetosa</i>
L. apresentaram suas folhas glabras e sagitadas, com comprimento médio de 12,4 cm
e largura média de 6,36 cm, produzidas em touceiras com largura média de 48,7 cm.
Estes resultados caracterizam a biometria da variedade estudada nas condições deste
trabalho.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os índices produtivos de Azedinha (<i>Rumex
acetosa</i> L.) variaram significativamente quando a cultura foi implantada em diferentes
níveis de adubo e densidade de plantio. O melhor resultado produtivo obtido foi
de 75 Mg ha<sup>-1</sup>. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A
cultura foi mais produtiva quando conduzida em espaçamento mais adensado, correspondendo
a 30 cm entre plantas por 35 cm entre linhas, quando associada à adubação de 150
kg ha<sup>-1</sup> de N; 60 kg ha<sup>-1</sup> de K<sub>2</sub>O e 100 kg ha<sup>-1</sup>
de P<sub>2</sub>O<sub>5</sub>.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O
ciclo da cultura, do plantio a colheita, foi estabelecido em 100 dias. Os tratamentos
influenciaram a produção total (Mg ha<sup>-1</sup>) e a produção em número de folhas
por planta.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências bibliográficas</b></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Amaro, G.B.; da Silva, D.; Marinha, A. &amp;
Nascimento, W. (2007) - <i>Recomendações técnicas para o cultivo de hortaliças em
agricultura familiar.</i> Embrapa Hortaliças, Brasília, DF. 16 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=677753&pid=S0871-018X201800010001500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

 
    <p><font face = "Verdana" size = "2">Brasil (1992) - <i>Normais climatológicas:
1961-1990</i>. Brasília, DF. Ministério da Agricultura e da Reforma Agrária. Departamento
Nacional de Meteorologia. 84 p.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Brasil (2010) - <i>Hortaliças não-convencionais (Tradicionais)</i>. Brasília,
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Desenvolvimento
Agropecuário e Cooperativismo. 54 p.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Brasil (2013) - <i>Manual de hortaliças não-convencionais</i>. Brasília, Ministério
da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário
e Cooperativismo. 99 p.</font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Calori,
A.H.; Factor, T.L.; Lima Júnior, S.D.; Moraes, L.A.S.D.; Barbosa, P.J.R.; Tivelli,
S.W. &amp; Purquerio, L.F.V. (2014) - Condutividade elétrica da solução nutritiva
e espaçamento entre plantas sobre a produção de beterraba e alface para baby leaf.
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em estatística e qualidade. Versão 2.8</i>. Estatcamp, São Carlos, São Paulo, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=677759&pid=S0871-018X201800010001500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">FAO (2014) - <i>Food and Nutrition in Numbers</i>.
Food and Agriculture Organization of the United Nations, Rome. [cit. 2015-06-01]
&lt;<a href = "http://www.fao.org/publications/card/en/c/9f31999d-be2d-4f20-a645-a849dd84a03e/" target = "_blank">http://www.fao.org/publications/card/en/c/9f31999d-be2d-4f20-a645-a849dd84a03e/</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=677761&pid=S0871-018X201800010001500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Ferreira, D. F. (2011). Sisvar: a computer
statistical analysis system. <i>Ciência e Agrotecnologia</i>, vol. 35, n. 6, p.
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Filgueira, F.A.R. (2006) - <i>Novo manual
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Flumignan, D.L.; Adami, M. &amp; De Faria,
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    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Ladeji, O. &amp; Okoye, Z.S. (1993) - Chemical analysis
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Lancashire, P.D.;
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Lima, P. &amp; Abreu, A. D. (2001). <i>Estatística experimental:
ensaios balanceados</i>: Lavras: Universidade Federal de Lavras.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=677775&pid=S0871-018X201800010001500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>

 
    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Moraes, L. de; Santos, R.K.; Zeizer, T.W.
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Moyo, M.; Amoo, S.O.; Ncube, B.; Ndhlala, A.R.; Finnie,
J.F. &amp; Van Staden, J. (2013) - Phytochemical and antioxidant properties of unconventional
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Bergamaschi, H. (2004) - Crescimento de cultivares de alface conduzidas em estufa
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</b></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Ribeiro, A.C. (1999) -
<i>Recomendações para o uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais: 5ª Aproximação</i>.
Comissão de Fertilidade do solo do estado de Minas Gerais. 359 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=677782&pid=S0871-018X201800010001500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

 
    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Silva, E.C. da; Carlos, L.D.A.; Araújo, A.P.;
Ferraz, L.D.C.; Pedrosa, M.W. &amp; Silva, L.S. (2013) - Characterization of two
types of azedinha in the region of Sete Lagoas, Brazil. <i>Horticultura Brasileira</i>,
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de adubos, espaçamento e qualidade da água de irrigação no cultivo e desenvolvimento
da alface</i>. Graduação em Agroecologia. Universidade Estadual da Paraíba, Campina
Grande, 17 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=677785&pid=S0871-018X201800010001500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Silva-Júnior,
A. (1997) - <i>Plantas medicinais e aromáticas</i>. 1ª ed. Itajaí, Epagri.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=677787&pid=S0871-018X201800010001500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->   </font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Souto, A.A. (2011) - <i>Process of obtainment
of trans-resveratrol and/or emodin and nutraceutical compositions containing them:
Google Patents</i>. [cit. 2017-03-23] &lt;<a href = "https://www.google.ch/patents/US7977516" target = "_blank">https://www.google.ch/patents/US7977516</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=677789&pid=S0871-018X201800010001500020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Vasconcelos, R.L.; Freitas,
M.D.P.N. &amp; Brunini, M.A. (2011) - Características físico-químicas da rúcula
cv. cultivada produzida no sistema convencional e no baby leaf. <i>Nucleus,</i>
vol. 8, n. 2, p. 1-8. <a href = "http://dx.doi.org/10.3738/nucleus.v8i2.607" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.3738/nucleus.v8i2.607</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=677791&pid=S0871-018X201800010001500021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Ziech, A.R.; Conceição, P.C.; Luchese, A.V.;
Paulus, D. &amp; Ziech, M. (2014) - Cultivo de alface em diferentes manejos de cobertura
do solo e fontes de adubação. <i>Revista Brasileira de Engenharia Agrícola Ambiental</i>,
vol. 18, n. 9, p. 948-954. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/1807-1929/agriambi.v18n09p948-954" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/1807-1929/agriambi.v18n09p948-954</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=677792&pid=S0871-018X201800010001500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Zuffo, A.M.; Júnior, J.M.Z.;
da Silva, L.M.A.; da Silva, R.L. &amp; de Menezes, K.O. (2016) - Análise de crescimento
em cultivares de alface nas condições do sul do Piauí. <i>Revista Ceres</i>, vol.
63, n. 2, p.113-120. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/0034-737X201663020005" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/0034-737X201663020005</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=677793&pid=S0871-018X201800010001500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Agradecimentos</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os autores agradecem a Fundação de Amparo
a Pesquisa de Minas Gerais (FAPEMIG), CNPq/Conselho Nacional de Desenvolvimento
Científico e Tecnológico (MCT), Coordenação de Aperfeiçoamento Pessoal de Nível
Superior (Capes/MEC), Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão (FAEPE) e
a Fundação de Desenvolvimento Científico e Cultural (Fundecc), pela financiamento
das pesquisas, e a Universidade Federal de Lavras (UFLA) pela disponibilização da
infraestrutura demandada. </font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido/received: 2017.07.14</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido em versão revista/received in revised form: 2017.10.13</font></p>

    ]]></body>
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