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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA17230</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Produção de mudas de maracujazeiro amarelo em diferentes composições de substrato e ambiente]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Federal do Recôncavo da Bahia  ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of the present work was to evaluate the quality of yellow passion fruit seedlings in different combinations of substrates and light environments. The experimental design was completely randomized in a 3x5 factorial scheme, arranged in subdivided plots. Three proportions of substrates (A: 100% soil, B: 75% soil + 25% bovine manure and C: 75% soil + 25% Vivatto Slim Plus® commercial substrate) and five light environments: black mesh, thermo-reflective mesh, blue mesh, red mesh and full sun. Growth analysis of the seedlings was carried out at 50 days after sowing. Significant interaction between the substrates and light environments was observed for variables the chlorophyll A, B, total and A/ B, root length and volume, leaf area, total dry mass and dry shoot mass, increasing plant growth. The red mesh provided higher values for most of the analyzed variables. Therefore it can be concluded that passion fruit seedlings are influenced by different light environments and substrates.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[crescimento]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[luminosidade]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Passiflora edulis]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Produção de mudas de
maracujazeiro amarelo em diferentes composições de substrato e ambiente </b></font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Production of seedlings of yellow passion fruit in different
compositions of substrate and environment</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Francielle Medeiros Costa</b>*, <b>Gilvanda Leão dos Anjos</b>, <b>Geise
Bruna da Mata Camilo</b>, <b>Uasley Caldas de Oliveira</b>, <b>Girlene Santos de Souza</b> e <b>Anacleto
Ranulfo dos Santos</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Universidade
Federal do Recôncavo da Bahia, Cruz das Almas, Bahia, Brasil</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href = "mailto:fran-eng@hotmail.com">fran-eng@hotmail.com</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O objetivo do presente trabalho foi avaliar&nbsp;a qualidade
de mudas de maracujá amarelo em diferentes combinações de substratos e ambientes
de luz.  O delineamento experimental foi inteiramente casualizado em esquema fatorial
3x5, disposto em parcelas subdivididas. Foram utilizadas três proporções de substratos
(A: 100% solo; B: 75% solo + 25% de esterco bovino e C: 75% solo + 25% substrato
comercial Vivatto Slim Plus®) e cinco ambientes de luz: malha preta, malha termorrefletora,
malha azul, malha vermelha e a pleno sol. Foi realizado análise de crescimento das
mudas aos 50 dias após semeadura. Observou-se interação significativa entre os substratos
e ambientes de luz para as variáveis clorofila A, B, total e A/B, comprimento e
volume de raiz, área foliar, massa seca total e massa seca da parte aérea, proporcionando
incrementos no crescimento da planta. As melhores mudas de maracujazeiro amarelo
foram formadas utilizando o substrato C ou A. A malha vermelha proporcionou maiores
valores para grande parte das variáveis analisadas. Portanto pode-se concluir que
as mudas de maracujazeiro são influenciadas por diferentes ambientes de luz e substratos.
</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave</b>: crescimento,
luminosidade,<i> Passiflora edulis.</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">The objective of the present work was to
evaluate the quality of yellow passion fruit seedlings in different combinations
of substrates and light environments. The experimental design was completely randomized
in a 3x5 factorial scheme, arranged in subdivided plots. Three proportions of substrates
(A: 100% soil, B: 75% soil + 25% bovine manure and C: 75% soil + 25% Vivatto Slim
Plus® commercial substrate) and five light environments: black mesh, thermo-reflective
mesh, blue mesh, red mesh and full sun. Growth analysis of the seedlings was carried
out at 50 days after sowing. Significant interaction between the substrates and
light environments was observed for variables the chlorophyll A, B, total and A/
B, root length and volume, leaf area, total dry mass and dry shoot mass, increasing
plant growth. The red mesh provided higher values for most of the analyzed variables.
Therefore it can be concluded that passion fruit seedlings are influenced by different
light environments and substrates.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords</b>: growth, luminosity,<i> Passiflora edulis.</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para obtenção de uma plantação uniforme em campo é necessário o emprego de
mudas de boa qualidade, uma vez que mudas com qualidade inferior causam prejuízos
ao desempenho final da planta, levando a danos na produção e retardando o ciclo
produtivo (Costa <i>et al</i>., 2013). </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A necessidade da procura por bons substratos se justifica, que para uma
boa germinação e desenvolvimento da muda, é necessário um meio que ofereça condições
adequadas de umidade, densidade, oxigênio e nutrientes, sendo a escolha do substrato
o primeiro item a ser planejado no processo de produção de mudas de qualidade (Araújo
&amp; Paiva Sobrinho, 2011). Atualmente, a busca por substratos constituídos principalmente
de resíduos orgânicos se expande a fim de diminuir os custos com adubação química
(Leal <i>et al</i>., 2016), o que promove ganhos ambientais e econômicos.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Vários estudos vêm demonstrando que a qualidade
da luz tem influência em muitos aspectos do desenvolvimento de plantas, tais como
o conteúdo de nitrogênio, pigmentos foliares e a partição de biomassa entre folhas,
caules e raízes (Melo &amp; Alvarenga, 2009).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Tendo em vista a capacidade que a luz possui em influenciar no desenvolvimento
dos vegetais, surgiu no mercado um novo conceito de cultivo, as malhas fotoconversoras,
que possuem a capacidade de alterar a quantidade e qualidade da radiação solar transmitida,
gerando variações ópticas da dispersão e reflectância da luz (Chagas <i>et al</i>.,
2013). </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A malha vermelha possui
uma maior transmitância em comprimentos de onda acima de 590 nm (vermelho) e um
pico menor em torno de 400nm (violeta), reduzindo ondas azuis, verdes e amarelas.
Na malha azul a transmitância de luz ocorre em uma banda larga em 470 nm (azul),
com picos também na região do vermelho distante e infravermelho (acima de 750 nm)
(Souza <i>et al</i>., 2011).  </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A
malha termorrefletora permite manobrar a diferença de temperatura entre o dia e
a noite, gerando a formação de diferentes microclimas, além de proteger as plantas
da radiação solar demasiada e manter o calor no interior do ambiente e adicionar
luz difusa ao ambiente. (Costa <i>et al</i>., 2012). Já a malha preta (sombrite)
é cada vez mais utilizada em condições de temperaturas altas para reduzir a incidência
direta da radiação nas plantas, que precisam de menor fluxo de energia radiante
para seu crescimento (Tullio <i>et al</i>., 2013).  </font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O maracujazeiro (<i>Passiflora</i> spp.), originário da América
Tropical, é uma das espécies frutíferas mais cultivadas no Brasil. A passicultura
apresenta grande potencial produtivo e de comercialização, no entanto, alguns fatores,
como exemplo o baixo uso de tecnologia, entre outros, comprometem a formação de
mudas e o estabelecimento da cultura no momento de implantação (Bezerra <i>et al</i>.,
2016). </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O objetivo do trabalho
foi avaliar a qualidade de mudas de maracujá amarelo em diferentes combinações de
substratos e ambientes de luz.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O experimento foi conduzido na Estação Experimental do Centro de Ciências Agrárias,
Ambientais e Biológicas da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - UFRB, em
Cruz das Almas-Bahia, com altitude média de 225 m e a 12°40’19”S e 39°06’22”W, no
período de maio a junho de 2017.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A semeadura foi realizada em sacos de polietileno preto com dimensões de 22
cm de altura e 18 cm de diâmetro, utilizando-se três sementes por saco.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os tratamentos foram constituídos de três
proporções de substratos (A: 100% solo; B: 75% solo + 25% de esterco bovino e C:
75% solo + 25% substrato comercial Vivatto Slim Plus®) e cinco ambientes de luz
(malha vermelha, malha azul, malha termorrefletora e  malha preta, todas com 50%
de irradiância e a pleno sol). O solo utilizado foi coletado na camada de 0-20 cm
de profundidade, de um Latossolo Amarelo em área de pastagem natural, do campus
da UFRB. O solo e o esterco bovino foram passados em peneira de malha de 4 mm. Os
resultados da análise química dos substratos são apresentados no <a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a15q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente
ao acaso, em esquema fatorial 3x5, com seis repetições, disposto em parcela subdividida
no espaço, totalizando 90 unidades experimentais. Nas parcelas foram alocados os
diferentes ambientes de luz e nas subparcelas os diferentes substratos. </font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">As mudas foram avaliadas 50 dias após a semeadura,
realizando-se a análise das variáveis: altura, diâmetro do caule, número de folhas,
volume de raiz, comprimento de raiz, teor de clorofila A, B, total e relação A/B,
massa seca da parte aérea, massa seca da raiz, massa seca total, área foliar, razão
de área foliar, área foliar específica, razão de massa foliar e índice de qualidade
de Dickson. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A altura foi medida
com régua a partir do colo até ápice da planta (gema terminal), o diâmetro do caule
a 1 cm do substrato, com o auxílio do paquímetro digital com precisão de 0,01 mm,
o número de folhas foi feito manualmente e o volume de raiz com o auxílio de uma
proveta graduada. Foram coletados dados de teores de clorofila utilizando o medidor
eletrônico Falker modelo-CFL1030, com leituras realizadas em três folhas do terço
médio de cada muda. A área foliar total por planta foi determinada utilizando a
relação de massa seca das folhas e massa seca de 10 discos foliares, coletados da
base até o ápice da planta, com o auxílio de um perfurador de área conhecida, evitando
a nervura central, conforme descrito em Benincasa (2003). </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As plantas foram separadas em folha, caule e raiz e
secas em estufa com circulação forçada de ar a 60 ± 2º C, até massa constante, a
partir dai foi determinado à massa seca da parte aérea e massa seca da raiz utilizando
uma balança analítica com precisão de 10<sup>–3</sup>. A razão de área foliar, razão
de massa foliar e área foliar específica foram determinadas a partir dos valores
de área foliar total, expressos em cm<sup>2</sup>, da massa seca total, expressos de acordo
com Benincasa (2003). O índice de qualidade de Dickson foi obtido pela fórmula IQD
= [MST/(RAD+ RPAR)], sendo que a RAD é a relação da altura da planta com o diâmetro
do colo e a RPAR: relação da massa seca da parte aérea com a massa seca de raízes 
(Dickson <i>et al</i>., 1960).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Os
dados foram submetidos à análise de variância com auxílio do programa estatístico
computacional “R” (R Development Core Team, 2017). Em função do nível de significância
foi aplicado o teste de Tukey a 5% de probabilidade de erro para comparação de médias.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "2">Houve efeito da interação substratos e ambientes de luz para as variáveis:
clorofila A, B, total e A/B, comprimento e volume de raiz, área foliar, massa seca
total e massa seca da parte aérea. Observou-se efeito isolado dos ambientes de luz
para as variáveis: altura da planta, área foliar específica, razão de área foliar
e razão de massa foliar. Os substratos influenciaram isoladamente nas variáveis:
altura da planta, diâmetro do caule, massa seca da raiz, área foliar específica,
razão de área foliar e índice de qualidade de Dickson. Para a variável número de
folhas não houve diferença significativa. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As mudas quando cultivadas no substrato A em diferentes ambientes de
luz apresentaram maior valor de clorofila A na malha termorrefletora, mas a mesma
não se diferenciou da malha vermelha, preta e azul, diferenciando estatisticamente
do ambiente a pleno sol (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a15q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>). </font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Os teores
de clorofila quando as mudas foram produzidas com o substrato B, na malha termorrefletora
se diferenciou da malha azul e do ambiente a pleno sol. Já o substrato C, proporcionou
maior índice de clorofila A para as mudas de maracujazeiro cultivadas na malha vermelha,
a qual não se diferenciou da malha termorrefletora, preta e do ambiente a pleno
sol. Costa <i>et al</i>. (2009) estudando o efeito dos diferentes ambientes, tipos
recipientes e diferentes substratos em mudas de maracujazeiro encontrou mudas mais
desenvolvidas nos ambientes malha preta e termorrefletora.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As mudas quando cultivadas a pleno sol e sob malha vermelha
no substrato C proporcionou o maior valor de índice de clorofila A, enquanto que
o menor valor de clorofila A foi obtido com o substrato B. Apesar da análise química
do referido substrato ter se apresentado superior aos demais, a mineralização do
esterco bovino é lenta, e como consequência pode ter ocorrido uma menor disponibilidade
dos nutrientes.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O maior valor
de clorofila B foi obtido quando as mudas foram cultivadas com o substrato A na
malha preta, e o menor valor foi na malha azul no substrato B. A clorofila B maximiza
a captura energética atuante nas reações fotoquímicas, pois sua absorção energética
em comprimento de onda difere da clorofila A e a transfere para o centro de reação,
por isso a clorofila B pode ser considerada uma característica importante na adaptação
da planta em ambientes sombreados (Taiz &amp; Zeiger, 2013). </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O maior valor de clorofila total foi observado nas mudas
cultivadas com o substrato C na malha vermelha e o menor valor com o substrato B
em condições a pleno sol.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As
mudas cultivadas nos diferentes substratos sob a malha termorrefletora, não se diferenciam
significativamente para a variável relação clorofila A/B. O mesmo não ocorreu para
os demais ambientes. Sob pleno sol o substrato A, proporcionou maior relação clorofila
A/B, contudo sob as malhas vermelha, preta e azul o substrato B proporcionou o maior
valor (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a15q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A relação clorofila A/B está relacionada com a capacidade das
plantas em aumentar a captura por luz em ambientes sombreados (Souza <i>et al</i>.,
2011). O menor valor de clorofila A/B na malha preta pode estar relacionado com
a maior quantidade da clorofila b neste ambiente juntamente com o substrato A. </font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">As mudas cultivadas a pleno sol e sob malha
vermelha, com substrato C apresentaram um maior comprimento de raiz.  O substrato
A nos diferentes ambientes, não apresentou diferença significativa, já o B proporcionou
o maior comprimento de raiz para as mudas cultivadas sob a malha preta e menor comprimento
na malha vermelha. Diferente de Costa <i>et al</i>. (2011), que ao avaliarem o crescimento
de mudas de maracujazeiro variando recipientes e condições de cultivo diferentes,
verificou que o comprimento do sistema radicular não apresentou diferenças significativas
para o ambiente de cultivo termorrefletor em relação ao sombrite.  </font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O substrato C proporcionou o maior comprimento
de raiz no ambiente a pleno sol e o menor na malha azul.  O substrato C refere-se
ao substrato contendo solo e Vivatto, o mesmo é um produto formulado com ótimo balanço
de nutrientes segundo o fabricante, conferindo as mudas produzidas a pleno sol,
melhor crescimento de raiz e consequentemente melhor condições de adaptação em campo
em função do sistema radicular mais desenvolvido.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O maior volume de raiz foi proporcionado quando as mudas foram
cultivadas com o substrato C na malha vermelha. Há uma relação direta entre a quantidade
de raiz e nutrientes disponíveis, no intervalo entre o transplante e a formação
de novas raízes. As mudas ao serem transplantadas para o campo quando apresentam
alguma restrição no desenvolvimento do sistema radicular, possuem dificuldade de
compensar a evapotranspiração, mesmo a água sendo fornecida em quantidades suficientes
para o bom desenvolvimento das plantas (Echer <i>et al</i>., 2007).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para se adaptarem em ambientes de alta luminosidade
as plantas podem alocar os fotoassimilados nas raízes, em detrimento de folhas,
aumentando sua capacidade de absorção de água e nutrientes (Chagas <i>et al</i>.,
2013).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A área foliar das mudas
cultivadas com o substrato A e C nos diferentes ambientes, sob malha vermelha proporcionou
o maior valor. Enquanto que utilizando o substrato B os melhores resultados foram
obtidos nas plantas cultivadas sob a malha termorefeltora (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a15q4.jpg" target = "_blank">Quadro 4</a>). Souza <i>et
al</i>. (2014) ressalta à importância das folhas na produção biológica do vegetal,
podendo a área foliar ser considerada como um índice de produtividade. </font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">As plantas
tendem a expandir a superfície foliar como estratégia de adaptação à ambientes de
baixa luminosidade, garantindo um maior aproveitamento da luz (Chagas <i>et al</i>.,
2013). </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Na malha vermelha, as
mudas de maracujá amarelo que obtiveram os maiores valores de massa seca total foram
produzidas no substrato A e C, sendo que ambos diferiram do substrato B. As mudas
cultivadas com o substrato C obtiveram as melhores médias para os ambientes com
a malha vermelha, malha preta e pleno sol, sendo que estes dois últimos não diferiram
das malhas termorrefletora e azul.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Resultados semelhantes de massa seca total foram obtidos por Melo &amp; Alvarenga
(2009) no cultivo de <i>Catharanthus roseus</i> sob malha vermelha, sendo que a
distribuição de massa seca entre os diferentes órgãos de uma planta compõe uma conduta
própria das espécies vegetais e demonstra a adaptação das mesmas às diferentes condições
do ambiente.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os diferentes substratos
dentro dos ambientes a pleno sol, malha termorrefletora, preta e azul, não proporcionaram
diferença significativa para massa seca da parte aérea das mudas. Na malha vermelha
o substrato C apresentou o maior valor de massa seca da parte aérea. </font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">As maiores alturas das mudas de maracujazeiro
foram observadas na malha vermelha e termorrefletora, sendo que a última não se
diferenciou dos demais ambientes. Os menores valores foram obtidos no ambiente a
pleno sol (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a15q5.jpg" target = "_blank">Quadro 5</a>). </font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Para a variável área foliar
específica, os maiores valores foram encontrados para as mudas produzidas na malha
vermelha, porém a mesma não se diferenciou da malha termorrefletora. Já os menores
valores foram observados nas mudas cultivadas a pleno sol. Essa variável está relacionada
com a espessura das folhas, plantas cultivadas sob radiação intensa desenvolvem
folhas espessas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Com relação
aos dados da variável razão de área foliar, os maiores valores foram obtidos para
a malha vermelha e a malha termorrefletora, ambas se diferindo dos demais ambientes
de luz. A razão da área foliar representa a área foliar útil, ou seja, a área fotossinteticamente
ativa (Freitas, 2013). Para a variável razão de massa foliar, os maiores valores
foram encontrados para as malhas vermelha, termorrefletora e azul, sendo estas diferentes
dos demais ambientes.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os maiores
valores de altura das mudas de maracujazeiro foram obtidos quando as mesmas foram
produzidas com os substratos A e C, ambos diferindo do substrato B (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a15q6.jpg" target = "_blank">Quadro 6</a>). </font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Em relação ao diâmetro do caule, os maiores valores foram
observados para o substrato C e A, porém este último não diferiu do substrato B.
Já para a variável massa seca da raiz os maiores valores foram obtidos no substrato
C e A, sendo que este último não diferiu do substrato B. O transplantio para o local
definitivo ocasiona um estresse nas mudas, sendo que um bom enraizamento é o reinício
do desenvolvimento da planta, após esse processo são favorecidos por tecidos ricos
em matéria seca (Filgueira, 2003). </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Com relação à área foliar específica, o maior valor observado foi no substrato
B, sendo que diferiu dos substratos A e C. Para a variável razão de área foliar
os maiores valores foram obtidos no substrato B e C, sendo o que o substrato C não
diferiu do substrato A.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">No índice
de qualidade de Dickson, os maiores valores foram obtidos no substrato C, porém
o mesmo não diferiu do substrato A, e esse último não diferiu do substrato B. Esse
índice serve como indicador da qualidade de mudas, por considerar em seu cálculo
uma fórmula balanceada que inclui as relações entre os parâmetros morfológicos (Saraiva
<i>et al</i>., 2014). Recomendações semelhantes foram propostas por Costa et al.
(2015) para o baru (<i>Dipteryx alata</i> Vog.), que recomendam utilizar doses de
no máximo 30% de esterco bovino nos substratos.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em relação às características químicas dos substratos (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a15q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>), os
valores de pH se classificaram como acidez média, acidez fraca e levemente alcalino,
referentes aos substratos C, A e B respectivamente. De acordo com Faleiro &amp;
Junqueira (2016), a faixa de pH adequada para a produção de mudas de maracujazeiro
é de 5 a 6, sendo neste caso  o substrato C o mais adequado para a cultura.</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Observa-se que o substrato B, possui um pH
acima da faixa ideal, sendo classificado como alcalino fraco. Os resultados obtidos
demonstram a importância da utilização de substratos comerciais com uma composição
química conhecida e balanceada, no entanto para o presente estudo, os substratos
A e C, não diferiram estatisticamente, ou seja, o solo puro proporcionou o mesmo
efeito na produção de mudas de maracujazeiro em relação ao Vivatto de acordo com
algumas variáveis avaliadas, quando o mesmo é associado ao uso de malhas fotoconversoras
e termorrefletora. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A formação
dos substratos com o objetivo para a produção de mudas podem ser constituídos a
partir de um único material ou pela combinação de diferentes componentes, mostrando
que para a produção de mudas de maracujazeiro nessas condições seria possível reduzir
os custos de produção, com o uso apenas de solo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">As mudas de maracujazeiro amarelo são influenciadas
por diferentes ambientes de luz e substratos.  A malha vermelha se destaca dos demais
ambientes para a produção de mudas de maracujazeiro juntamente com o substrato C
ou A. Pode-se considerar que, o uso de ambientes de luz e substratos, em termos
de produção de mudas exerce grande influência, já que proporcionam condições ideais
para a produção vegetal. </font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências bibliográficas</b></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Araújo, A.P. &amp; Paiva Sobrinho, S. (2011)
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(Vell.) Morong) em diferentes substratos. <i>Revista Árvore</i>, vol. 35, n. 3,
p. 581-588. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622011000400001" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622011000400001</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=677891&pid=S0871-018X201800010001600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Benincasa, M.M.P. (2003) - <i>Análise de crescimento
de plantas: noções básicas</i>. Jaboticabal, Funep, 41 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=677892&pid=S0871-018X201800010001600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bezerra, J.D.; Pereira, W.E.; Silva, J.M. &amp; Raposo,
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S.K.V.; Costa, A.G.; Jesus, H.C.R. &amp; Alves, P.B. (2013) - Produção, teor e composição
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de hortelã-pimenta cultivada sob malhas. <i>Pesquisa Agropecuária Brasileira</i>,
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P.A.M. 6 Gomes, V.A. (2011) - Volumes de substratos comerciais, solo e composto
orgânico afetando a formação de mudas de maracujazeiro-amarelo em diferentes ambientes
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F.F.S. &amp; Cardoso, E.D. (2015) - Telas de sombreamento e substratos na produção
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Santos, L.C.R. &amp; Vieira, L.C.R.&nbsp;(2009) - Efeitos da ambiência, recipientes
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Vaz-de-Melo, A. &amp; Abrahão, W.A.P. (2013) - Produção de mudas de alface em função
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de olericultura: agrotecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças.</i>
2ª ed. Viçosa UFV, 412 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=677904&pid=S0871-018X201800010001600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Faleiro,
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    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Leal, C.C.P.; Torres, S.B.; Brito, A.A.F.D.; Freitas, R.M.O.D. &amp;
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Melo, A.A.M.E. &amp; Alvarenga, A.A. (2009)
- Sombreamento de plantas de <i>Catharanthus roseus</i> (L.) G. Don 'Pacifica White'
por malhas coloridas: desenvolvimento vegetativo. <i>Ciência e Agrotecnologia</i>,
vol. 33, n. 2, p. 514-520. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S1413-70542009000200024" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S1413-70542009000200024</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=677910&pid=S0871-018X201800010001600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">R Development Core Team. (2017) - <i>R: a
language and environment for statistical computing</i>. [cit. 2017-06-20]. &lt;<a href = "http://www.r-project.org/" target = "_blank">http://www.r-project.org/</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=677911&pid=S0871-018X201800010001600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Saraiva, G.F.R., Souza, G.M. &amp; Rodrigues,
J.D. (2014) - Aclimatação e fisiologia de mudas de guarandi cultivadas em telas
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<a href = "http://dx.doi.org/10.5747/ca.2014.v10.n2.a102" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.5747/ca.2014.v10.n2.a102</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=677913&pid=S0871-018X201800010001600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Souza, G.S.; Castro, E.M.; Soares, A.M.; Santos, A.R. &amp; Alves, E.
(2011) - Teores de pigmentos fotossintéticos, taxa de fotossíntese e estrutura de
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Souza, G.S.; Silva, J. S.; Oliveira, U.C.;
Santos Neto, R.B. &amp; Santos, A.R. (2014) -Crescimento vegetativo e produção de
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    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Taiz. L. &amp; Zeiger, E. (2013) - <i>Fisiologia vegetal</i>. 5.ed. Porto
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Tullio,
J.A.; Otto, R.F.; Boer, A. &amp; Ohse, S. (2013) - Cultivo de beterraba  em  ambientes 
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    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido/received: 2017.09.05</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido em versão revista/received in revised form: 2017.10.30</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Aceite/accepted: 2017.11.05</font></p>

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<surname><![CDATA[Paiva Sobrinho]]></surname>
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