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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA17020</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Influência de manipueira sobre Meloidogyne javanica na soja]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Federal do Piauí Departamento de Agronomia ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Searching alternatives for the control of plant parasitic nematodes, nematicide effect of secondary metabolites or plant residues has been studied. Thus, the manipueira, a liquid residue obtained from the industrialization of cassava (Manihot esculenta), has as its composition cyanogenic glycosides with antimicrobial properties. The objective of this study was to evaluate the potential of the manipueira applied to the soil, aiming at the control of Meloidogyne javanica in the soybean crop. The manipueira was applied at the concentrations of 0, 10, 20, 30, 40, 50, 60, 70, 80, 90 and 100%. The experimental design was completely randomized, in an 11 × 2 factorial arrangement (concentrations of manipueira × forms of application - single and fractionated), with five replicates. Soybean plants were inoculated with 3000 eggs and J2 of M. javanica per pot. Sixty days after the first application of the manipueira, agronomic characteristics and parasitism were evaluated. The single application of the manipueira promoted greater growth and root development, as well as a reduction in the number of eggs and juveniles in the roots and in the reproduction factor of M. javanica, for all concentrations. The split application had more effect on reducing the number of galls and egg mass. The lethal manure concentrations for 50% of the soil and root nematode populations were 37.90% and 29.67%, respectively.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Glycine max]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[manejo alternativo]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[root-knot nematode]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Influência de manipueira
sobre <i>Meloidogyne javanica </i>na soja</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Influence
of manipueira on <i>Meloidogyne javanica</i> in soybean</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Wéverson Lima Fonseca</b><sup>*</sup>, <b>Fernandes Antonio de Almeida</b>, <b>Maria
Lucia Tiburtino Leite</b>, <b>Augusto Matias de Oliveira</b>, <b>Jeissica Taline Prochnow</b>,
<b>Lisandro da Luz Ramos</b>, <b>Tiago Pieta Rambo</b>, <b>Francisco de Alcântara Neto</b>, <b>Francisco Fernandes Pereira</b> e <b>Rezanio
Martins Carvalho</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Universidade Federal do Piauí (UFPI), Campus Professora Cinobelina Elvas,
Departamento de Agronomia, 64900-000, Bom Jesus, Piauí, Brasil</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href="mailto:weversonufpi@gmail.com">weversonufpi@gmail.com</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Na busca de alternativas para o controle de fitonematoides, vem sendo
estudado o efeito nematicida de metabolitos secundários ou resíduos vegetais. Dessa
forma, a manipueira, resíduo líquido da industrialização da mandioca (<i>Manihot
esculenta</i>), tem como composição glicosídeos cianogênicos com propriedades antimicrobianas.
Objetivou-se avaliar o potencial da manipueira aplicada no solo, visando o controle
de <i>Meloidogyne javanica </i>na cultura da soja. A manipueira foi aplicada nas
concentrações de 0, 10, 20, 30, 40, 50, 60, 70, 80, 90 e 100%. O delineamento experimental
foi inteiramente casualizado, em arranjo fatorial 11 × 2 (concentrações de manipueira
× formas de aplicação - única e parcelada), com cinco repetições. As plantas de
soja foram inoculadas com 3000 ovos e J2 de<i> M. javanica</i> por vaso. Sessenta
dias após a primeira aplicação da manipueira, foram avaliadas características agronômicas
e de parasitismo. A aplicação única da manipueira promoveu maior crescimento e desenvolvimento
radicular, bem como redução do número de ovos e J2 na raiz e do fator de reprodução
de <i>M. javanica</i>, para todas as concentrações. A aplicação parcelada teve maior
efeito na redução do número de galhas e massas de ovos. As concentrações letais
de manipueira para 50% da população de nematoides no solo e na raiz foram de 37,90%
e 29,67%, respetivamente.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave</b>: <i>Glycine max</i>, manejo alternativo, manipueira, <i>Meloidogyne javanica</i>,
nematoide das galhas.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Searching alternatives for the control
of plant parasitic nematodes, nematicide effect of secondary metabolites or plant
residues has been studied. Thus, the manipueira, a liquid residue obtained from
the industrialization of cassava (<i>Manihot esculenta</i>), has as its composition
cyanogenic glycosides with antimicrobial properties. The objective of this study
was to evaluate the potential of the manipueira applied to the soil, aiming at the
control of <i>Meloidogyne javanica</i> in the soybean crop. The manipueira was applied
at the concentrations of 0, 10, 20, 30, 40, 50, 60, 70, 80, 90 and 100%. The experimental
design was completely randomized, in an 11 × 2 factorial arrangement (concentrations
of manipueira × forms of application - single and fractionated), with five replicates.
Soybean plants were inoculated with 3000 eggs and J2 of <i>M. javanica</i> per pot.
Sixty days after the first application of the manipueira, agronomic characteristics
and parasitism were evaluated. The single application of the manipueira promoted
greater growth and root development, as well as a reduction in the number of eggs
and juveniles in the roots and in the reproduction factor of <i>M. javanica</i>,
for all concentrations. The split application had more effect on reducing the number
of galls and egg mass. The lethal manure concentrations for 50% of the soil and
root nematode populations were 37.90% and 29.67%, respectively.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords</b>: <i>Glycine max, </i>alternative
management, manipueira, <i>Meloidogyne javanica</i>, root-knot nematode.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

   
    <p><font face = "Verdana" size = "2">A cultura da soja (<i>Glycine max </i>L.)
de grande potencial econômico e social, se destaca ao longo dos anos, como a mais
explorada em todos os segmentos da atividade agrícola no Brasil, correspondendo
a 57,12% do total de área cultivada (Conab, 2016). Todavia, diversos são os agentes
fitopatogênicos como fungos, bactérias, vírus e nematoides, que podem inviabilizar
a cultura e tendem a ser cada vez mais importantes à medida que se intensifica o
seu cultivo (Santos <i>et al</i>., 2011; Araujo <i>et al</i>., 2012). </font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Entre os patógenos de maior potencial destrutivo
na cultura estão os “fitonematoides”, que originam perdas da ordem de 30 a 50%,
pela interferência direta no sistema radicular das plantas, dificultando a absorção
de água e nutrientes (Dias <i>et al.</i>, 2010; Embrapa, 2010; Araujo <i>et al</i>.,
2012). O gênero <i>Meloidogyne</i> destaca-se pela facilidade de adaptação às mais
variadas condições edafoclimáticas, o que lhe confere vasta distribuição geográfica,
grande capacidade de sobrevivência e ampla gama de hospedeiros, conferindo-lhe grande
relevância econômica (Freitas <i>et al</i>., 2001). </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Visando a mitigação de perdas de produção causadas por fitonematoides,
a utilização de nematicidas ainda permanece como o principal método de manejo, especialmente
por apresentar resultados imediatos (Araujo <i>et al</i>., 2012). No entanto, o
seu poder de ação é limitado, não garantindo a erradicação dos nematoides no solo
tratado, reduzindo apenas a sua atividade parasitária enquanto persistir o princípio
ativo do produto aplicado (Ferraz, 2006). O uso indiscriminado e contínuo de nematicidas
causa também sérios problemas ambientais (Vilas-Boas <i>et al.</i>, 2002), o que
tem levado à adoção de políticas de redução do uso de pesticidas, contribuindo também
para a obtenção de alimentos com melhor qualidade.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Na tentativa de reduzir os impactes negativos dos nematicidas,
o uso de subprodutos vegetais com propriedades nematicidas ou nematostáticas representa
mais uma opção, por apresentar menor risco de contaminação da natureza em razão
de sua característica biodegradável (Gardiano <i>et al</i>., 2009). Nessa perspectiva,
novas técnicas de manejo devem ser pesquisadas, a exemplo do emprego de manipueira,
resíduo líquido extraído da mandioca (<i>Manihot esculenta </i>L<i>.)</i> durante
o processo de fabricação de farinha e/ou amido (Cassoni e Cereda, 2011). </font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A manipueira apresenta na sua composição
química, diversas substâncias entre as quais alguns macro e micronutrientes e dois
glicosídeos “cianogênicos”, a lotaustralina e a linamarina (ácido cianídrico), que
são tóxicos para vários microrganismos (Magalhães <i>et al</i>., 2000). Por esse
motivo diversas pesquisas vêm sendo realizadas visando potenciar a utilização deste
subproduto como nematicida e também como adubo orgânico (Almeida <i>et al</i>.,
2007; Nasu <i>et al</i>., 2010; Baldin <i>et al</i>., 2012; Fonseca et al. 2016).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A necessidade de métodos alternativos que
inviabilizem a ação desses patógenos de solo, bem como de redução do número de aplicações
de defensivos e dos custos de produção, faz com que produtos naturais como a manipueira
tenham um futuro promissor. Nesse sentido, objetivou-se avaliar o potencial da manipueira
aplicada ao solo, em diferentes concentrações e formas de aplicação, no controle
de <i>Meloidogyne javanica </i>na cultura da soja, sob condições de casa de vegetação.</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O experimento
foi conduzido em casa de vegetação e no Laboratório de Fitopatologia, na Universidade
Federal do Piauí, Campus Prof<sup>a</sup>. Cinobelina Elvas, em Bom Jesus-PI, no
período de março a agosto de 2015. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As plantas de soja foram cultivadas em substrato constituído por solo-areia-esterco,
na proporção 3:2:1, com as seguintes características: textura médio-arenosa; pH
= 6,2; matéria orgânica = 15,8&nbsp;g; areia = 710&nbsp;g&nbsp;kg<sup>&#8209;1</sup>;
silte= 50&nbsp;g&nbsp;kg<sup>&#8209;1</sup>; argila= 240&nbsp;g&nbsp;kg<sup>&#8209;1</sup>;
Ca<sup>2+</sup> = 2,6&nbsp;cmolc&nbsp;L<sup>&#8209;1</sup>; Mg<sup>2+</sup> = 1,36&nbsp;cmolc&nbsp;L<sup>&#8209;1</sup>;
P trocável = 108&nbsp;mg&nbsp;L<sup>&#8209;1</sup>; K<sup>+</sup> = 88,0&nbsp;mg&nbsp;L<sup>&#8209;1</sup>
e Zn= 6,7&nbsp;mg&nbsp;L<sup>&#8209;1</sup>. Antes de ser utilizado foi previamente
esterilizado em autoclave vertical, a 120°C e 1,05&nbsp;Kg&nbsp;cm<sup>&#8209;2</sup>,
durante duas horas. De seguida o substrato foi distribuído por vasos plásticos com
capacidade para 4,5&nbsp;L<sup>, </sup>dispostos sobre bancada na casa de vegetação.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O inóculo de <i>M. javanica</i>
foi obtido de uma população de campo de uma lavoura de soja, no município de Bom
Jesus-PI. A extração de ovos e juvenis de segundo estádio (J2) ocorreu por liquidificação
e centrifugação em solução de sacarose com caulino, conforme método de Coolen e
D’Herde (1972). O inóculo foi mantido e multiplicado em plantas de tomateiro (<i>Solanum
lycopersicum </i>L.) cv “Santa Clara” cultivadas em casa de vegetação. A identificação
da espécie foi realizada, previamente, pela técnica de configuração perineal proposta
por (Hartman e Sasser, 1985). </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A
manipueira foi obtida em casa de produção de farinha no município de Redenção do
Gurguéia, Estado do Piauí, Brasil. Antes da aplicação, a manipueira foi filtrada
e armazenada em potes de vidro com 5&nbsp;L de capacidade, acondicionados em geladeira
a 4°C até à realização do ensaio. A análise química da manipueira foi realizada
no laboratório de química da Universidade Federal do Piauí, Campus professora Cinobelina
Elvas, onde foram observadas os seguintes componentes: potássio (K); cálcio (Ca);
magnésio (Mg); manganês (Mn) e ferro (Fe), determinados por digestão nitroperclórica;
nitrogenio (N) e fósforo (P) determinados pelo método de destilação de Kjeldahl
e metavanadato de amônio, respectivamente. Os valores de demanda química de oxigênio
e de pH foram obtidos de acordo com Silva (1998) e o de cianeto livre através de
um kit colorimétrico.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A semeadura
da soja foi realizada diretamente nos vasos depositados na casa de vegetação com
delineamento experimental inteiramente casualizado, em arranjo fatorial (11×2×5).
Os tratamentos consistiram da aplicação de manipueira nas concentrações de 0, 10,
20, 30, 40, 50, 60, 70, 80, 90 e 100%, aplicadas de forma única (uma única aplicação
de 100&nbsp;mL por vaso) e parcelada (aplicação de 100&nbsp;mL por vaso, parcelada
em duas aplicações de 50&nbsp;mL com intervalo de 15 dias), com cinco repetições
por tratamento. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A semeadura
foi realizada com cinco sementes de soja Intacta cv. M-Soy 8644 IPRO por vaso. Catorze
dias após a emergência realizou-se o desbaste, deixando duas plantas por vaso a
constituir a unidade experimental. As plantas foram depois inoculadas com uma suspensão
de 3000 ovos e J2 de <i>M. javanica </i>por vaso, com auxílio de uma pipeta, adicionando
10&nbsp;mL da suspensão do inóculo, distribuídos em três aberturas (furos) de 3,0&nbsp;cm
de profundidade, distanciadas 2,0&nbsp;cm entre si e do hipocótilo das plantas de
soja. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Sete dias após a inoculação
das plantas com os nematoides foi aplicado em cada vaso o volume de manipueira de
acordo com as respectivas concentrações e forma de aplicação, 100&nbsp;mL nos vasos
com aplicação única e 50&nbsp;mL nos vasos com aplicação parcelada. As concentrações
utilizadas foram preparadas através da diluição da manipueira em água destilada
2&nbsp;h antes da aplicação dos tratamentos ao solo. Quinze dias mais tarde foram
aplicados os restantes 50 mL nos vasos com aplicação parcelada.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Durante a condução do experimento foi realizado o monitoramento
dos dados de temperatura (do ar e do solo) e umidade relativa do ar. De acordo com
os dados registados na maioria dos dias a temperatura média do ar na casa de vegetação
variou de 25 a 35ºC, com temperatura do solo de 23 a 32,5ºC e umidade relativa do
ar entre 23 a 40%.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Sessenta
dias após a primeira aplicação da manipueira foram avaliados os resultados agronómicos
e de parasitismo. As variáveis agronômicas foram o comprimento radicular, medido
com régua graduada, a massa fresca do sistema radicular, pesada em balança de precisão,
e o volume de raiz, calculado pelo volume de água deslocada na proveta graduada
de 500&nbsp;mL, após a imersão das raízes.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Para as variáveis do parasitismo, foram avaliados conjuntamente os números
de galhas e de massas de ovos na raiz de cada planta. Para isso, as raízes foram
coloridas em solução de Floxine B (0,15&nbsp;g de floxine B por litro), onde foram
imersas por 2 minutos, conforme Silva <i>et al</i>. (1988). Depois foram observadas
e feitas as contagens com auxílio do microscópio estereoscópico. Para a avaliação
do número de ovos e J2 no solo usaram-se 100&nbsp;mL de solo de cada vaso que foram
processados pelo método de centrifugação e flutuação, conforme Jenkins (1964). Para
a estimativa do número de ovos e J2 nas raízes, adotou-se a metodologia de Hussey
e Barker (1973), modificada por Bonetti e Ferraz (1981). Com os valores obtidos
para os números de ovos e J2 na raiz e no solo foi determinado o fator de reprodução
(FR) para cada tratamento, através do método proposto por Oostenbrink (1966), com
FR = Pf/Pi, em que Pf consiste no somatório da população final de ovos e J2 do solo
e da raiz e Pi na população inicialmente inoculada.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os dados das análises às variáveis agronômicas e do parasitismo
foram submetidos à análise de normalidade, pelo teste de Shapiro-Wilk, e análise
de variância (ANOVA), pelo teste F (p&lt;0,05). Quando eram significativas as médias
para os tratamentos qualitativos (formas de aplicação) foram comparadas pelo teste
de Tukey (p&lt;0,05), usando o programa estatístico “R” versão 3.1.2. As médias
para os tratamentos quantitativos (concentrações de manipueira) foram ajustadas
em equações de regressão, com auxílio do software Sigma Plot 11.0. Após o ajuste
das equações de regressão, foram estimadas as concentrações de manipueira letais
(x) para matar 50% dos nematoides (CL<sub>50</sub>) (1/2*Y).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Ao analisar as variáveis agronômicas: comprimento radicular (CR), volume
de raiz (VR) e massa fresca do sistema radicular (MFSR) de plantas de soja, observou-se
interação significativa (p&lt;0,05) entre formas de aplicação e concentrações de
manipueira (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a20q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A aplicação de manipueira
ao solo contribuiu positivamente para todas as variáveis do sistema radicular, com
as formas de aplicação a ajustarem-se no modelo de regressão polinomial quadrática
em resposta às concentrações utilizadas (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a20f1.jpg" target = "_blank">Figura 1</a>). </font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Para o comprimento radicular os melhores resultados foram observados nas plantas
que receberam aplicação única de manipueira nas concentrações a partir de 60%, atingindo
o valor máximo (40,03 cm) na concentração 100%, com incremento de 127,73% em relação
à testemunha (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a20f1.jpg" target = "_blank">Figura 1A</a>). Na aplicação parcelada o comprimento radicular máximo
(26,73&nbsp;cm) na concentração 100%, aumentou apenas 65,92% relativamente à testemunha.
A manipueira, além de apresentar compostos como a linamarina, tóxicos para os nematoides,
disponibiliza nutrientes para o solo favorecendo o desenvolvimento da planta (Baldin
<i>et al</i>., 2012). Cereda e Fioretto (1981) já sinalizavam a existência de diferentes
nutrientes na manipueira como teores de fósforo (219&nbsp;mg&nbsp;L<sup>&#8209;1</sup>),
potássio (1675&nbsp;mg&nbsp;L<sup>&#8209;1</sup>), cálcio (225&nbsp;mg&nbsp;L<sup>&#8209;1</sup>)
e magnésio (366&nbsp;mg&nbsp;L<sup>&#8209;1</sup>), além de micronutrientes essenciais,
viabilizando a sua utilização como fonte nutricional para as plantas. Resultados
positivos com a utilização da manipueira sobre as variáveis agronômicas da soja,
também foram observados por Fonseca <i>et al</i>. (2016), em que verificaram um
incremento de 100,41% no comprimento radicular em plantas tratadas com manipueira
a 100%.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Ao analisar o volume
radicular (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a20f1.jpg" target = "_blank">Figura 1B</a>) e a massa fresca do sistema radicular (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a20f1.jpg" target = "_blank">Figura 1C</a>) das plantas
de soja, verificou-se que houve um aumento significativo dessas variáveis com a
aplicação única de manipueira na concentração de 100%, atingindo valores máximos
de 24,71&nbsp;mL e 17,65&nbsp;g, respectivamente. Estes resultados representam acréscimos
nestas variáveis de 82,24 e 62,38%, respectivamente, relativamente à testemunha.
Na aplicação parcelada, os valores máximos para o volume radicular e a massa fresca
foram obtidos com manipueira nas respectivas concentrações de 100 e 80%, com acréscimos
de 50,61 e 38,46%, respectivamente, relativamente à testemunha. Em estudo realizado
por Baldin <i>et al</i>. (2012), obtiveram com a aplicação de manipueira a 50%,
aumento do peso das raízes de 101,30%, demonstrando ser eficiente tanto quanto ao
nematicida Carbofuran 50 G. Enquanto que, Fonseca <i>et al</i>. (2016), observaram
incrementos no volume e massa fresca do sistema radicular da soja na ordem de 81,53
e 52,33%, respectivamente, em plantas tratadas com manipueira a 100%.</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Já foram realizados outros estudos que revelaram
a eficiência da manipueira na agricultura. Formentini <i>et al</i>. (2008), com
a aplicação sequencial de manipueira em figueira cv. ´Roxo de Valinhos´ em campo,
observou aumento da fertilidade dos solos da rizosfera das figueira tratadas, quando
comparadas com as plantas-controle sem adição de manipueira. Nasu (2008) relataram
maior produção de massa seca de tomateiro após o uso contínuo de manipueira. Num
estudo realizado por Comerlato (2009), sobre o efeito de manipueira no controle
do nematoide de cisto da soja, foi observado um ganho positivo das características
agronômicas da soja após a aplicação deste subproduto. Resultados dessa natureza
demonstram que a manipueira pode ser mais uma opção tanto para a nutrição de plantas
como para a utilização da sua ação antimicrobiana. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Nas variáveis do parasitismo houve interação significativa
(p&lt;0,05) entre as formas de aplicação e as concentrações de manipueira, apenas
para os números de galhas (NG) e de massas de ovos (NMO) (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a20q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>). As outras variáveis
foram influenciadas pela atuação individual dos fatores. O efeito individual das
concentrações de manipueira foi significativo (p&lt;0,01) para todas as variáveis
enquanto a atuação individual das formas de aplicação foi significativa (p&lt;0,05)
apenas para o número de ovos e J2 na raiz (NJR) e para o fator de reprodução (FR).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A manipueira influenciou de forma negativa o número de J2
de <i>M. javanica</i> no solo, com decréscimo exponencial em função das concentrações
utilizadas (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a20f2.jpg" target = "_blank">Figura 2A</a>). Esses resultados demonstram que a mortalidade de 50% de
nematoides no solo foi possível com a aplicação da concentração letal (CL<sub>50</sub>)
de 37,90% de manipueira, atingindo-se a redução máxima de 88,66% na concentração
de 100% de manipueira (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a20f2.jpg" target = "_blank">Figura 2A</a>). O menor número de nematoides após o tratamento
do solo com manipueira deve-se, provavelmente, à presença de substâncias como linamarina
e lotaustralina que, quando hidrolisadas, dão origem, respectivamente, a ácido cianídrico
(HCN) e cianeto livre (CN<sup>&#8209;</sup>), apresentando ação nematicida, como
comprovado por Ponte (2001) e observado nesta pesquisa. O HCN interfere nas atividades
enzimáticas do nematoide (Fioretto e Brinholi, 1985) e o CN<sup>-</sup> age sobre
células nervosas do nematoide provocando reações com alguns compostos da célula,
formando a cianohemoglobina, a qual provoca paralisa no sistema nervoso incluindo
a cadeia respiratória (Nasu, 2008). </font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Em testes
<i>in vitro</i> realizados por Camara (2015), ao empregar a manipueira, a partir
de 30&nbsp;mg.L<sup>&#8209;1</sup> de CN<sup>-</sup>, em manipueira pura, obteve
100% de mortalidade de J2 de <i>M. javanica</i> na concentração de manipueira a
25%. Nasu <i>et al</i>. (2010), ao estudarem o efeito de diferentes concentrações
da manipueira sobre <i>M. incognita</i>, <i>in vitro</i>, observaram que os tratamentos
com manipueira pura e até 10% de diluição, tiveram resultados de 100% de mortalidade.
Esses mesmos autores, comprovaram a ação nematicida da manipueira a partir da concentração
do cianeto de 40&nbsp;mg.L<sup>&#8209;1</sup>.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para o número de J2 de <i>M. javanica</i> na raiz, houve diferenças significativas
entre as formas de aplicação da manipueira, com destaque para a aplicação única,
que proporcionou valores 24,18% menores que a aplicação parcelada (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a20q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>). Em
função das concentrações de manipueira verificou-se uma redução exponencial dos
nematoides na raiz, com taxa de mortalidade de 50% após a aplicação da CL<sub>50</sub>
(29,67%) deste subproduto (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a20f2.jpg" target = "_blank">Figura 2B</a>). Reduções mais supressivas ocorreram com o
aumento das concentrações de manipueira, atingindo-se os valores mínimos de nematoides
no solo com a manipueira a 100%.  Resultados semelhantes foram observados por Fonseca
<i>et al</i>. (2016), que ao estudarem o efeito da manipueira sobre <i>M. incognita</i>
na soja, verificaram maior eficiência de controle do nematoide com aplicação única
de manipueira e  estimaram uma CL<sub>50</sub> de 4,37% de manipueira que ocasionou
mortalidade de 50% dos nematoides na raiz.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Para os números de galhas (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a20f2.jpg" target = "_blank">Figura 2C</a>) e de massas de ovos (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a20f2.jpg" target = "_blank">Figura 2D</a>)
de <i>M. javanica</i>, os melhores resultados foram observados com a aplicação parcelada
da manipueira. Nas concentrações de 13,20 e 5,75% houve uma redução de 50% nessas
variáveis, em relação à testemunha. As máximas reduções dessas variáveis, de 67,72
e 68,10%, foram obtidas para as concentrações de 40 e 20% de manipueira, respectivamente.
Com a aplicação única foram necessárias maiores concentrações de manipueira, 33,60
e 16,62%, para atingir o decréscimo de 50% dos números de galhas e de massas de
ovos. A maior redução dessas variáveis com a aplicação única, 79,84 e 61,88%, foi
obtida com manipueira nas concentrações de 100 e 40%, respectivamente. </font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Os resultados para os números de galhas e
de massas de ovos encontrados neste estudo demonstram que o fracionamento da manipueira
em duas aplicações proporcionou maior controle, refletido no menor número de galhas
e massas de ovos nas raízes. Esses resultados corroboram com os de Estevez (2008),
que ao avaliar o efeito da manipueira em cafeeiros infectados com o mesmo gênero
deste estudo, obteve maior eficácia no controle do nematoide quando a manipueira,
nas concentrações de 10 e 50%, foi aplicada de forma intercalada a cada 30 dias.
</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A manipueira já foi utilizada
em condições de campo com efeito satisfatório. Ponte e Franco (1981), já haviam
trabalhado com diferentes volumes de manipueira na concentração de 50%, em solo
previamente infestado com <i>M. javanica </i>e <i>M. incognita</i>, e os melhores
resultados foram observados a partir da aplicação de 1-1,5&nbsp;L de manipueira,
o que proporcionou o desenvolvimento de plantas de tomate sem galhas, ao contrário
das plantas não tratadas, que apresentaram alto índice de galhas nas raízes. Resultado
similar foi observado por Baldin <i>et al</i>. (2012), que ao testarem o efeito
da manipueira a 50% no controle do nematoide das galhas em cenoura observaram que
o número de galhas nas raízes secundárias teve uma redução em 43,88% relativamente
à testemunha. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">No entanto, a
manipueira apresenta padrões de eficácia ao longo do tempo similares aos observados
com os produtos sintéticos. Barbosa <i>et al</i>. (2008), afirmaram que o efeito
erradicante da manipueira a 60% sobre <i>Scutellonema bradys, </i>em túberas de
inhame, se fez sentir com maior intensidade somente nos primeiros 30 dias e que
ao longo do desenvolvimento da cultura o seu efeito se foi reduzido progressivamente.
À semelhança dos nematicidas sintéticos, a perda de eficácia da manipueira vai acontecendo
à medida que se vai dando a degradação dos seus componentes sob o efeito de diversos
fatores como a temperatura, pH da água, tipo de solo, forma de aplicação, etc.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Quanto aos números de ovos de <i>M. javanica</i>
na raiz (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a20f2.jpg" target = "_blank">Figura 2E</a>) e no solo (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a20f2.jpg" target = "_blank">Figura 2F</a>), houve decréscimo exponencial dessas variáveis
em função das concentrações empregadas, com redução de 50% nas concentrações de
manipueira de 9,17 e 11,03%, respectivamente. Redução mais expressiva do número
de ovos na raiz (67,73%), foi observada com manipueira a 30%. Para o número de ovos
no solo foi necessária uma concentração de manipueira de 40% para uma redução de
79,07%. Nasu (2008) demonstraram que em plantas de tomateiro inoculadas com <i>M.
incognita, </i>em casa de vegetação, o tratamento com manipueira na concentração
de 25%, reduziu em 85% o número de ovos, relativamente à testemunha. Esses resultados
também estão de acordo com os obtidos por Nasu <i>et al</i>. (2010), que ao utilizarem
manipueira a 10%, obtiveram uma redução de 84,62% no número de ovos no sistema radicular
do tomateiro.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Para o fator de
reprodução (FR) de <i>M. javanica</i> em plantas de soja, houve diferenças significativas
entre as formas de aplicação de manipueira, com destaque para a aplicação única
que reduziu o valor do FR em 23,42% comparativamente com a aplicação parcelada (<a href = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a20q2.jpg" target = "_blank">Quadro
2</a>). Após a aplicação de manipueira na CL<sub>50</sub> (33,93%) o valor do FR foi
reduzido em 50%. Redução mais elevada nessa variável foi observada com a concentração
de 70%, que reduziu o FR de 2,89 na testemunha para 0,91, com uma percentagem de
decréscimo de 68,44% (<a href = "#f3">Figura 3</a>). Esses valores do fator de reprodução indicam que
a manipueira age de forma letal sobre os nematoides que tiveram contato com o produto
reduzindo o seu número a sua reprodução. Nasu (2008) demonstraram que o tratamento
de manipueira na concentração de 25% estabeleceu um menor fator de reprodução comparado
com a testemunha. Fonseca <i>et al</i>. (2016), verificaram que com aplicação de
20% de manipueira via solo, reduziu o valor do FR (5,62) da testemunha em 71,99%,
atingindo valor de 1,58. De acordo com os autores, os melhores resultados com concentrações
de manipueira menores que 50% ocorrem, devido provavelmente, pela menor viscosidade
da manipueira e maior facilidade de penetração no solo, apresentando uma ação mais
rápida e efetiva.</font></p>

    
<p>&nbsp;</p>

<a name = "f3"><img src = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a20f3.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Inúmeros resultados promissores obtidos
pelo uso da manipueira no controle de pragas (Jesus e Mendonça, 2012), patógenos
microbiológicos (Freire, 2001) e nematoides (Ponte e Franco, 1981; Nasu <i>et al</i>.
(2010); Fonseca <i>et al</i>. (2016)), fazem despertar o interesse de pequenos e
médios agricultores, na busca da redução dos custos de produção. Contudo, estudos
futuros em condições de campo com manipueira é de fundamental relevância para viabilizar
o uso dessa substância em cultivos com soja. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A
aplicação única de manipueira age de forma letal sobre os nematoides, reduzindo
a sua reprodução, e favorece o crescimento e desenvolvimento do sistema radicular
da soja.  A aplicação parcelada de manipueira apresenta maior efeito na redução
dos números de galhas e massas de ovos de <i>M. javanica</i>. As concentrações de
manipueira letais (CL<sub>50</sub>) aos nematoides no solo e na raiz são de 37,90%
e 29,67%, respectivamente.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</b></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Almeida, N.S.; Carmo, D.O.; Souza, J.T. &amp;
Soares, A.C.F. (2007) - Efeito da manipueira no controle de <i>Scutellonema bradys</i>
e na germinação de túberas de inhame. <i>Fitopatologia Brasileira</i>, vol. 32,
p. 234. Suplemento.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=678525&pid=S0871-018X201800010002100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Araujo,
F.F.; Bragante, R.J. &amp; Bragante, C.E. (2012) - Controle genético, químico e
biológico de meloidoginose na cultura da soja. <i>Pesquisa Agropecuária Tropical</i>,
vol. 42, n. 2, p. 220-224. <a href = "http://dx.doi.org/10.5216/pat.v42i2.17183" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.5216/pat.v42i2.17183</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=678527&pid=S0871-018X201800010002100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Baldin, E.L.L.; Wilcken, S.R.S.; Pannuti,
L.E.R.; Schlick-Souza, E.C. &amp; Vanzei, F.P. (2012) - Uso de extratos vegetais,
manipueira e nematicida no controle do nematoide das galhas em cenoura. <i>Summa
Phytopathologica</i>, vol. 38, n. 1, p. 36-41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=678528&pid=S0871-018X201800010002100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Barbosa, L.M.; Amorim, E.P.R.; Costa, V.K.S. &amp; Peixinho, G.S. (2008)
- Efeito de extratos vegetais sobre <i>Scutellonema bradys</i>, agente causal da
casca preta do inhame. <i>Tropical Plant Pathology</i>, vol. 33, p. 119.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=678530&pid=S0871-018X201800010002100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bonetti, J.I.S. &amp; Ferraz, S. (1981) -
Modificações do método de Hussey &amp; Barker para extração de ovos de <i>Meloidogyne
exigua</i> em raízes de cafeeiro. <i>Fitopatologia Brasileira</i>, vol. 6, n. 3,
p. 553.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=678532&pid=S0871-018X201800010002100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Camara, G.R. (2015)
- <i>Toxicidade de manipueira sobre </i>Meloidogyne<i> spp</i>. Dissertação de Mestrado
em Produção Vegetal. Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, Brasil. 48
p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=678534&pid=S0871-018X201800010002100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Cassoni, V. &amp; Cereda,
M.P. (2011) - Avaliação do processo de fermentação acética da manipueira. <i>Revista
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Mandioca. Embrapa – CNPMF</i>. Cruz das Almas, BA, p. 147-183.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=678537&pid=S0871-018X201800010002100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Comerlato, A.P.<b> (</b>2009) - <i>Efeito de manipueira
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Conab
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Coolen, W.A. &amp; D’Herde, C.J. (1972) -
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    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido/received: 2017.01.31</font></p>

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<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido em versão revista/received in revised form: 2017.04.05</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Aceite/accepted: 2017.06.09</font></p>

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