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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA17036</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeito da inundação do solo nos índices fisiológicos da cana-de-açúcar]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Effects of waterlogging on physiological indexes of sugarcane]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade de São Paulo Escola Superior de Agronomia Luiz de Queiroz Departamento de Engenharia de Biossistemas]]></institution>
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<institution><![CDATA[,Universidade Federal Rural do Semi-Árido Centro de Ciências Agrárias ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[In sugarcane cultivation, waterlogging is an acute problem particularly where surface drainage facilities are not adequate. Physiological indexes were studied in sugarcane (Saccharum sp. cultivar RB 867515 genotype) at normal and logging water. A greenhouse experiment was conducted in a randomized blocks design, arranged in factorial scheme (5 x 3 + 1) x 4, which are, 5 demotion velocities of the water table (30 cm depth in 3, 6, 9, 12 and 15 days) and, 3 plant growth stages (67, 210 and 305 days after planting - DAP) + a control (irrigation without waterlogging) with 4 replications. The analysis results indicated that logging water stress condition to different downgrade rate of water table did not interfere on average absolute growth rate, liquid assimilation rate and growth rate of sugarcane. The highest relative growth and leaf area ratio were obtained when water logging soil condition occurs at 210 DAP.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[drenagem]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[encharcamento]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[nível freático]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[drainage]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[waterlogging]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[water table]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Efeito da inundação do solo
nos índices fisiológicos da cana-de-açúcar<sup>¥</sup></b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Effects of waterlogging on physiological indexes
of sugarcane</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Antonio C. S. Tavares</b><sup>1</sup>, <b>Sergio
N. Duarte</b><sup>2</sup>, <b>Nildo da S. Dias</b><sup>3</sup>, <b>Jarbas H. de Miranda</b><sup>2</sup>,
<b>Francisco D. D. Arraes</b><sup>2</sup>, <b>Osvaldo N. de Sousa Neto</b><sup>3 </sup>e <b>Cleyton
dos S. Fernandes</b><sup>3,*</sup></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><sup>¥</sup><i>Trabalho
extraído da Tese de Doutorado do primeiro autor.</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>1</sup>Instituto Federal do Norte de Minas Gerais
- Campus Almenara, BR 367, km 07, s/n, Zona Rural, 39900-000, Almenara-MG, Brasil;</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>2</sup>Departamento de Engenharia
de Biossistemas, Escola Superior de Agronomia “Luiz de Queiroz”, Universidade de
São Paulo. Avenida Pádua Dias 11, CEP 13418-900, Piracicaba - SP, Brasil;</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>3</sup>Centro de Ciências Agrárias,
Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Avenida Francisco Mota, 572, CEP 59525
– 900, Mossoró – RN, Brasil.</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href="mailto:cleyton1959@hotmail.com">cleyton1959@hotmail.com</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">No cultivo da cana-de-açúcar, a inundação é um problema sério, particularmente
onde os sistemas de drenagem superficiais não são adequados. Foram estudados os
índices fisiológicos da cana-de-açúcar (<i>Saccharum </i>sp., cultivar RB 867515)
em condições normais e inundadas. Um experimento em ambiente protegido foi conduzido
em delineamento de blocos casualizados, arranjado em esquema fatorial (5 x 3 + 1)
x 4, quais sejam, 5 velocidades de rebaixamento do nível freático (30 cm de profundidade
em 3, 6, 9, 12 e 15 dias) e 3 estádios de desenvolvimento (67, 210 e 305 dias após
a plantação- DAP) + um tratamento controle (irrigação sem inundação do solo) com
4 repetições. As análises dos resultados indicam que a inundação do solo nas diferentes
velocidades de rebaixamento do nível freático não interferiu nas taxas de crescimento
absoluto, de assimilação líquida e de crescimento da cana-de-açúcar. A maior taxa
de crescimento relativo e razão de área foliar da cana-de-açúcar foram obtidas quando
a inundação do solo ocorreu no período de 210 DAP.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave</b>: drenagem, encharcamento, nível
freático.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">In sugarcane cultivation, waterlogging is
an acute problem particularly where surface drainage facilities are not adequate.
Physiological indexes were studied in sugarcane (<i>Saccharum </i>sp. cultivar RB
867515 genotype) at normal and logging water. A greenhouse experiment was conducted
in a randomized blocks design, arranged in factorial scheme (5 x 3 + 1) x 4, which
are, 5 demotion velocities of the water table (30 cm depth in 3, 6, 9, 12 and 15
days) and, 3 plant growth stages (67, 210 and 305 days after planting – DAP) + a
control (irrigation without waterlogging) with 4 replications. The analysis results
indicated that logging water stress condition to different downgrade rate of water
table did not interfere on average absolute growth rate, liquid assimilation rate
and growth rate of sugarcane. The highest relative growth and leaf area ratio were
obtained when water logging soil condition occurs at 210 DAP.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords</b>: drainage, waterlogging, water table.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A cana-de-açúcar
é a <i>commodity</i> agrícola que mais cresceu nos últimos anos no Brasil e sua
área cultivada está aumentando acentuadamente em razão de sua utilização na produção
de etanol e de açúcar refinado, com valor económico elevado (Galon <i>et al</i>.,
2012).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Existem grandes áreas
produtivas do território brasileiro, potencialmente aptas para o cultivo da cana-de-açúcar,
onde há problemas relacionados à deficiência natural de drenagem, destacando-se
as áreas de várzeas localizadas à meia encosta sujeitas à interferências temporária
do lençol freático. Condições temporárias ou permanentes de alagamento (formação
de lâmina de água) ou encharcamento (saturação com água) do solo são problemas que
podem trazer sérios prejuízos para o desenvolvimento das culturas (Dias-Filho e
Lopes, 2012; Hasan <i>et al</i>., 2003).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O déficit na disponibilidade de oxigénio (hipoxia e anoxia) é o principal
fator de stresse em solos encharcados. Nas plantas, o impacto do excesso de água
no solo é, na maioria dos casos, sentido diretamente pelas raízes e indiretamente
pela parte aérea, sendo a eficiência das estratégias adaptativas das espécies e
dos genótipos de uma mesma espécie que determinará a tolerância da planta a períodos
de hipoxia e anoxia (Malik
e</a> Tomer,
2003</a>; Yin <i>et al</i>., 2009; Islam <i>et al</i>., 2011).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Na maioria dos estudos tem-se pesquisado os efeitos
da deficiência ou da ausência temporária do oxigénio no solo sem a verificação simultânea
de fatores que podem interferir na capacidade das plantas de resistir ao stresse
anoxítico. Entre tais fatores destacam-se o tempo de duração do stresse e o estádio
de desenvolvimento das plantas, além da cultivar e das condições ambientais (Tavares
<i>et al</i>., 2015).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Deste
modo, objetivou-se investigar respostas de diferentes velocidades de rebaixamento
do nível freático, em três estádios de desenvolvimento de um ciclo de cana-planta,
nos índices fisiológicos da cana-de-açúcar.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O experimento foi desenvolvido em ambiente protegido no Departamento de Engenharia
de Biossistemas da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” – ESALQ/USP,
no município de Piracicaba - SP (22° 42’ de latitude sul e 47° 38’ de longitude
oeste e altitude de 540   m). O ambiente protegido tem cobertura em arco, com 6,40
m de largura e 22,50 m de comprimento, paredes laterais e frontais confecionadas
com telas antiafídeas e rodapé de 0,20 m em concreto armado.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em função das características do experimento, e sendo
a cana-de-açúcar plantada em manilhas de concreto simples (sem armação), com 1,20
m de altura acima do piso da estufa, e considerando o facto da cultura ter um desenvolvimento
expressivo, foi necessário a construção da casa de vegetação com um pé direito de
4,0 m, de modo a permitir o desenvolvimento da cultura sem limitação.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Foram estudados os índices fisiológicos da
cana-de-açúcar (<i>Saccharum </i>spp, cultivar RB 867515) em condições normais e
inundadas. O ensaio em ambiente protegido foi conduzido sob um delineamento em blocos
casualizados, arranjado em esquema fatorial (5 x 3 + 1) x 4, quais sejam, 5 velocidades
de rebaixamento do nível freático (30 cm de profundidade em 3, 6, 9, 12 e 15 dias
- V<sub>1</sub>, V<sub>2</sub>, V<sub>3</sub>, V<sub>4</sub>, e V<sub>5, </sub>respectivamente)
em 3 estádios de desenvolvimento da cultura (P<sub>1</sub> = 67, P<sub>2</sub> =
210 e P<sub>3</sub> = 305 dias após a plantação - DAP) + um tratamento controlo
(T = irrigação sem inundação do solo) com 4 repetições. Obtiveram-se, assim, as
seguintes combinações: T, P<sub>1</sub>V<sub>1</sub>, P<sub>1</sub>V<sub>2</sub>,
P<sub>1</sub>V<sub>3</sub>, P<sub>1</sub>V<sub>4</sub>, P<sub>1</sub>V<sub>5</sub>,
P<sub>2</sub>V<sub>1</sub>, P<sub>2</sub>V<sub>2</sub>, P<sub>2</sub>V<sub>3</sub>,
P<sub>2</sub>V<sub>4</sub>, P<sub>2</sub>V<sub>5</sub>, P<sub>3</sub>V<sub>1</sub>,
P<sub>3</sub>V<sub>2</sub>, P<sub>3</sub>V<sub>3</sub>, P<sub>3</sub>V<sub>4</sub>
e P<sub>3</sub>V<sub>5,</sub> totalizando 16 tratamentos.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A cana-de-açúcar foi cultivada em 64 lisímetros, constituídos
de manilhas de concreto simples, impermeabilizadas, com 1,2 m de altura e 0,5 m
de diâmetro, área plantada de 0,20 m<sup>2</sup> e volume útil de 240 litros, instalados
na área experimental; os lisímetros foram posicionados em 4 linhas de 16 manilhas
e cada lisímetro representava estatisticamente um recipiente-parcela.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para a admissão de água e para a drenagem,
foram feitos orifícios próximos à base de cada lisímetro, nos quais se inseriram
tubos de PVC de 19 mm de diâmetro, vedados com massa epóxi e veda calha. Os tubos
tinham um comprimento de 0,60 m, com furos de 5 mm de diâmetro em seu perímetro,
espaçados entre si de 0,05 m. Para facilitar a drenagem e evitar o arrastamento
de solo, utilizaram-se como materiais filtrantes manta geotêxtil sintética (bidim
OP -20) e uma camada de 0,10 m de brita lavada.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os lisímetros possuíam uma entrada para água na parte inferior, a qual
foi conectada a reservatórios móveis auxiliares, que permitiam manter o NF no interior
dos mesmos na profundidade desejada (<a href = "#f1">Figura 1</a>). </font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f1"><img src = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a25f1.jpg"></a>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A partir dos reservatórios suspensos de cimento-amianto, o abastecimento
de água para as manilhas de concreto deu-se por meio de uma rede de tubos de PVC
e de polietileno, de 19,0 e 12,5 mm de diâmetrorespectivamente, e enterradas a 20
cm de profundidade no chão da casa de vegetação havia quatro linhas detubos de polietileno
com 16 recipientes conectados em cada linha.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Cada lisímetro dispunha de uma tomada de água diretamente da rede principal.
Os tubos de PVC foram secionados para a colocação das derivações onde foram acopladas
mangueiras de polietileno, conectadas a pequenos reservatórios retangulares confecionados
a partir de tambores de PVC, providos com chaves-boia. A saída de água para cada
lisímetro foi controlada por um registro.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os reservatórios de PVC foram utilizados para rebaixar ou manter constante
o NF no interior dos lisímetros, individualmente, durante a realização dos tratamentos.
Para melhor visualização do NF no interior dos recipientes e aplicação dos tratamentos,
instalaram-se poços de observação de PVC com 0,80 m de profundidade, perfurados
com orifícios com 4,0 mm de diâmetro e espaçados de 0,03 m, e envolvidos com manta
sintética (bidim OP-20). Também foram instalados piezómetros, na parte externa de
todas as parcelas, utilizando mangueiras cristal de 7 mm de diâmetro, apoiadas em
sarrafos de madeira.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Cada lisímetro
foi inundado apenas uma vez, no momento em que a planta atingiu o estádio fenológico
estabelecido, exceto o tratamento controlo, que foi somente irrigado.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O material de solo utilizado no preenchimento
dos lisímetros foi coletado num perfil natural de um Latossolo Vermelho Amarelo,
de textura franco-arenosa, presente no Campus da ESALQ/USP, denominado Série “Sertãozinho”,
na profundidade de 0 a 0,50 m. Com coleta de amostras deformadas, foram determinados
os atributos físicos e químicos do solo (<a href = "#q1">Quadros 1</a> e <a href = "#q2">2</a>).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q1"><img src = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a25q1.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

<a name = "q2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a25q2.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A calagem do solo foi realizada na ocasião do preenchimento dos lisímetros,
aplicando-se 2 Mg ha<sup>-1</sup> de calcário dolomítico (40 g por lisímetro). A
adubação química foi aplicada em três etapas durante o ensaio, garantindo o pleno
desenvolvimento vegetativo e produtividade, utilizando-se a recomendação de Dias
e Rosseto (2006).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">No estádio
inicial da cana-planta, houve o cuidado em se proporcionar condições de humidade
ideais para a brotação e enraizamento dos toletes (estacas do colmo). Nos primeiros
20 DAP, foram realizadas irrigações diárias com água da rede de abastecimento a
fim de manter o solo na capacidade de campo (6 kPa), caracterizada pela curva característica
de retenção da água no solo apresentada na <a href = "#f2">Figura 2</a>, momento em que os registros
eram fechados. No período de 20 a 30 DAP, estacionou-se o NF a 0,30 m da superfície,
por meio do reservatório auxiliar, uma vez que o sistema radicular ainda se encontrava
em desenvolvimento, evitando assim que a cultura sofresse algum stresse hídrico.
Após os 30 DAP, o NF foi rebaixado a 0,40 m de profundidade para estimular o desenvolvimento
do sistema radicular, ocasião em que se instalaram tensiómetros de cápsula porosa
(cápsulas construídas com porosidade tal que apresente pressão de borbulhamento
superior a 100 kPa) nos lisímetros a 30 cm de profundidade, visando o controlo da
irrigação.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a25f2.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A cana-de-açúcar foi irrigada
ao longo de todo o ciclo, exceto no período em que os tratamentos com inundação
estavam sendo aplicados, garantindo que as diferenças obtidas fossem proporcionadas
apenas pelo stresse por excesso de humidade (hipoxia). Depois da aplicação dos tratamentos,
rebaixou-se o NF até a 0,80 m da superfície do solo; a irrigação destas plantas
recomeçava no momento em que o valor das leituras dos tensiómetros instalados nos
lisímetros atingia o valor de tensão crítica de 50 kPa. A leitura dos tensiómetros
foi realizada semanalmente com um tensímetro digital.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O sistema de irrigação idealizado foi a subirrigação (sistema
de irrigação que é instalado abaixo da superfície das raízes e a humidade atinge
as raízes das plantas por meio da ascensão capilar) utilizando o mesmo sistema de
inundação dos lisímetros. O nível do reservatório auxiliar ficou estacionado a 0,40
m de profundidade, e quando se detectava que as leituras dos tensiómetros estavam
acima da tensão especificada para a irrigação, os registros dos reservatórios eram
abertos e o NF permanecia por um período de 24 horas nesta profundidade. Durante
este período a lâmina aplicada por capilaridade era suficiente para elevar novamente
a humidade do solo para um valor próximo ao da humidade da capacidade de campo (6
kPa); decorridas as 24 horas os registros eram fechados. A irrigação foi contínua
ao longo de todo o ciclo da cana e mantida até sua paralização, que ocorreu aos
45 dias antes do corte, pois estudos têm constatado que se o déficit hídrico não
for tão limitante a ponto de prejudicar a fotossíntese, não há argumento fisiológico
contrário ao corte da água para a obtenção da maturação.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Foram avaliados os seguintes índices fisiológicos: taxa de assimilação líquida (NAR), razão de área foliar (LAR),
taxa de crescimento absoluto (AGR), taxa de crescimento relativo (RGR), taxa de
crescimento da cultura (CGR) e área foliar específica (SLA).</font></p>

  
    <p><font face = "Verdana" size = "2">A taxa de assimilação líquida (NAR) expressa
a taxa de fotossíntese líquida, em termos de massa seca produzida por unidade de
área foliar e por unidade de tempo (kg m<sup>-2 </sup>dia<sup>-1</sup>).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A razão de área foliar (LAR) é um parâmetro
morfo-fisiológico, sendo a razão entre a área foliar (LA) responsável pela interceptação
de energia luminosa e CO<sub>2</sub> e a massa seca total resultante da fotossíntese,
sendo calculada em m<sup>2 </sup>kg<sup>-1</sup>.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Na taxa de crescimento absoluto (AGR) leva-se em consideração
a variação da massa seca em um intervalo de tempo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A taxa de crescimento relativo (RGR) representa o crescimento
de uma planta ou qualquer órgão, em duas amostragens sucessivas, tendo como parâmetros
o peso seco total por unidade de peso pré existente e por unidade de tempo, expressa
em mg g<sup>-1 </sup>d<sup>-1</sup>.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A taxa de crescimento da cultura (CGR) correlaciona o índice de área foliar
(LAI) com a taxa de assimilação líquida (NAR), expressando a produção de massa seca
em relação à área cultivada.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A
área foliar específica (SLA) é um índice que permite avaliar se as plantas estão
acumulando fotoassimilados em suas folhas ou translocando para outros drenos, medida
em cm<sup>2 </sup>g<sup>-1 </sup>ou m<sup>2 </sup>kg<sup>-1</sup>.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os resultados foram analisados por meio de
análise de variância. Tendo em vista que os fatores empregues foram qualitativos
e quantitativos realizou-se o teste F, conjuntamente com os testes de Tukey e Dunnett
em nível de 5% de probabilidade para comparação das médias entre os tratamentos
e dos tratamentos como a testemunha, respectivamente, para o fator período e análise
de regressão para os efeitos das velocidades.</font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">De
acordo com a ANOVA, os fatores velocidades de rebaixamento do nível freático e períodos
do ciclo cultural não interferiram nos valores médios da taxa de crescimento absoluta
(AGR), taxa de crescimento da cultura (CGR) e taxa de assimilação líquida (NAR)
(<a href = "#q3">Quadro 3</a>). No entanto, houve efeito significativo do fator período de inundação
para as variáveis razão de área foliar (LAR), área foliar específica (SLA) e taxa
de crescimento relativo (RGR) (<a href = "#q4">Quadro 4</a>).</a></font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q3"><img src = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a25q3.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

<a name = "q4"><img src = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a25q4.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Observa-se uma tendência de redução no valor médio da LAR à medida que
as plantas se aproximam do período da colheita, uma vez que esse valor médio (0,63
m<sup>2</sup> kg<sup>-1</sup>) em condições de inundação aos 210 DAP diferiu estatisticamente
(p&lt;0,05) do valor médio obtido quando o encharcamento ocorreu aos 305 DAP (0,53
m<sup>2</sup> kg<sup>-1</sup>) (<a href = "#f3">Figura 3</a>). Esse comportamento corrobora com os estudos
de Silva <i>et al</i>. (2005), os quais constataram redução da LAR à medida que
a planta se desenvolve e a potencialidade de produção de assimilação decresce.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f3"><img src = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a25f3.jpg"></a>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em relação à SLA,
observa-se que há diferença significativa deste índice entre os períodos de rebaixamento
aos 67 e 305 DAP, sendo registados valores 3,28 e 2,18 m<sup>2</sup> kg<sup>-1</sup>,
respectivamente (<a href = "#f4">Figura 4</a>). Benincasa (2003) apresenta valores de SLA variando de
12 a 2,30  m<sup>2</sup> kg<sup>-1</sup> para sorgo granífero sob a condição de
baixa radiação.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f4"><img src = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a25f4.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Silva <i>et al</i>. (2005) encontraram valores decrescentes
de SLA com o desenvolvimento da cana-de-açúcar, mostrando que a cultura transloca
as reservas das folhas para outras partes da planta, principalmente para os colmos.
Islam <i>et al</i>. (2011) afirmam que, o efeito do stresse da inundação do solo
cultivado com cana de açúcar é a maior causa da taxa de mortalidade de colmos, bem
como da redução da taxa de crescimento e da menor produção da cana-de-açúcar, corroborando
com o presente estudo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Pode-se
verificar que, em condições normais de cultivo (irrigação sem inundação), a taxa
de crescimento relativo (RGR) diferiu apenas das plantas da parcela que sofreu o
stresse por encharcamento aos 210 DAP. Entre as plantas que sofreram encharcamento
e posterior rebaixamento do NF, não houve diferença estatística significativa para
os valores encontrados de RGR (<a href = "#f5">Figura 5</a>).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f5"><img src = "/img/revistas/rca/v41n1/v41n1a25f5.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Ainda em relação à <a href = "#f5">Figura 5</a>, observa-se leve redução
da RGR aos 305 DAP, embora não significativa. Essa taxa provavelmente chegaria a
ser diferente na época da colheita, uma vez que a RGR diminuiu à medida que a planta
cresceu devido principalmente, de acordo com Gava <i>et al</i>. (2001), ao aumento
de competição intraespecífica pelos principais fatores ambientais responsáveis pelo
crescimento vegetativo. Silva <i>et al</i>. (2005) afirmam que a diminuição contínua
da RGR pode ser explicada pela elevação da atividade respiratória devido ao auto
sombreamento, podendo aumentar com a idade da planta.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A inundação
do solo sucedida de diferentes velocidades de rebaixamento do nível freático não
interferiu nas taxas de crescimento absoluto, de assimilação líquida e de crescimento
da cana-de-açúcar;</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A maior taxa
de crescimento relativo e razão de área foliar da cana-de-açúcar foram obtidas quando
a inundação do solo ocorreu no período de 210 dias após a plantação.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</b></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Benincasa, M.M.P. (2003) - <i>Análise de
crescimento de plantas: noções básicas</i>. 2. ed. Jaboticabal, FUNEP, 41 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=679295&pid=S0871-018X201800010002600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Dias-Filho,
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    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Galon, L; Tironi, S.P.; Silva, A.F.; Beutler, A.N.;
Rocha, P.R.R.; Ferreira, E.A. &amp; Silva, A.A. (2012) - Disponibilidade de macronutrientes
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M.K. &amp; Miah, M.A.S. (2003) - Effects of water-logging on juice quality and yield
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Arefin, M.S. (2011) - Growth, yield and juice quality of some selected sugarcane
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Malik,
S.S. &amp; Tomer, B.S. (2003) - Sugarcane varietal performance under high water-logging
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Marques, M.O.; Marques, T.A. &amp; Tasso Junior, L.C.
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Silva,
D.K.T.; Daros, E.; Zambon, J.C.; Weber, H.; Ido, O.T.; Zuffellato-Ribas, K.C.; Koehler,
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Dias, N.S.; Souza, K.T.S. &amp; Arraes, F.D.D. (2015) - Velocidade de rebaixamento
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n. 3, p. 458-472.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=679311&pid=S0871-018X201800010002600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Yin, D.; Chen,
S.; Chen, F.; Guan, Z. &amp; Fang, W. (2009) - Morphological and physiological responses
of two chrysanthemum cultivars differing in their tolerance to waterlogging. <i>Environmental
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    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido/received: 2017.02.19</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido em versão revista/received in revised form: 2017.08.17</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Aceite/accepted: 2017.09.14</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">¥Trabalho extraído da Tese de Doutorado do primeiro autor.</font></p>

     ]]></body><back>
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