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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA17264</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Erosividade da chuva para a região do Planalto Serrano de Santa Catarina, Brasil]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Rainfall erosivity for the Planalto Serrano Region of Santa Catarina, Brazil]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina  ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of this work was to estimate the rainfall erosivity factor and evaluate the temporal distribution pattern of the erosive rains for the Planalto Serrano region of Santa Catarina, Brazil. The pluviograms of the meteorological stations of São Joaquim (from the period of 1970 to 2014) and of Lages (from 1969 to 2014) were analyzed. Rainfall erosivity was determined by the EI30 index. Based on the results obtained, the equations for estimating the EI30 index were adjusted according to the Modified Fournier Index (IFM). The equations recommended respectively for Lages and São Joaquim are EI30 =148.3 IFM0.584 and EI30 = 35.4 IFM + 49.1.The frequencies of erosive rains were also determined according to the temporal distribution pattern. Erosive rains represent 83.6% and 81.5% of the rainfall volume of São Joaquim and Lages, respectively. The adjusted equations allow estimating the erosivity factor for the places where only information measured in rain gauges exists. The estimated erosivity factor for São Joaquim is 7579.3 MJ mm ha-1 h-1, classified as High Erosivity, and for Lages the value was 5546.8 MJ mm ha-1 h-1, classified as Medium. In both stations the erosive rains of the Advanced pattern predominate, followed by Intermediate and Delayed.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[erosão]]></kwd>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[erosividade]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[water erosion]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Erosividade da chuva para a região do Planalto Serrano de Santa Catarina, Brasil</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Rainfall erosivity for the Planalto Serrano Region of Santa Catarina, Brazil</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Álvaro J. Back</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina,
Epagri, Urussanga, SC, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(E-mail: <a href="mailto:ajb@epagri.sc.gov.br">ajb@epagri.sc.gov.br</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Este trabalho teve como objectivo estimar o factor
erosividade das chuvas e avaliar o padrão de distribuição temporal das chuvas erosivas
para a região do Planalto Serrano de Santa Catarina. Foram analisados os pluviogramas
das estações meteorológicas de São Joaquim (do período de 1970 a 2014) e de Lages
(do período de 1969 a 2014). A erosividade das chuvas foi determinada pelo índice
EI30. Com base nos resultados obtidos foram ajustadas as equações para estimativa
do índice EI30 em função do Índice de Fournier Modificado (IFM). As equações indicadas
para estimativa da erosividade de Lages e São Joaquim são respectivamente EI30 =148,3
IFM<sup>0,584</sup> e EI30 = 35,4 IFM + 49,1.Também foram determinadas as frequências
de chuvas erosivas de acordo com o padrão de distribuição temporal. As chuvas erosivas
representam 83,6% e 81,5% do volume das chuvas de São Joaquim e Lages, respectivamente.
As equações ajustadas permitem estimar o factor de erosividade para os locais onde
somente existem dados observados em pluviômetros. O factor erosividade estimado
para São Joaquim é de 7579,3 MJ mm ha<sup>-1 </sup>h<sup>-1</sup>, é classificado
como erosividade Alta, e para Lages o valor foi 5546,8 MJ mm ha<sup>-1 </sup>h<sup>-1</sup>,
classificado com Média. Em ambas estações predominam as chuvas erosivas do padrão
Avançado, seguido do Intermediário e Atrasado.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave: </b>erosão; erosão hídrica, erosividade, factor R,
índice EI30.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">The objective of this work was to estimate the rainfall erosivity
factor and evaluate the temporal distribution pattern of the erosive rains for the
Planalto Serrano region of Santa Catarina, Brazil. The pluviograms of the meteorological
stations of São Joaquim (from the period of 1970 to 2014) and of Lages (from 1969
to 2014) were analyzed. Rainfall erosivity was determined by the EI30 index. Based
on the results obtained, the equations for estimating the EI30 index were adjusted
according to the Modified Fournier Index (IFM). The equations recommended respectively
for Lages and São Joaquim are EI30 =148.3 IFM<sup>0.584</sup> and EI30 = 35.4 IFM
+ 49.1.The frequencies of erosive rains were also determined according to the temporal
distribution pattern. Erosive rains represent 83.6% and 81.5% of the rainfall volume
of São Joaquim and Lages, respectively. The adjusted equations allow estimating
the erosivity factor for the places where only information measured in rain gauges
exists. The estimated erosivity factor for São Joaquim is 7579.3 MJ mm ha<sup>-1</sup>
h<sup>-1</sup>, classified as High Erosivity, and for Lages the value was 5546.8
MJ mm ha<sup>-1</sup> h<sup>-1</sup>, classified as Medium. In both stations the
erosive rains of the Advanced pattern predominate, followed by Intermediate and
Delayed.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords</b>: EI30 index,
erosion, erosivity, R factor, water erosion.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A erosão hídrica é apontada como um dos maiores
problemas ambientais, sendo também responsável pela diminuição da produtividade
agrícola dos solos (Lee e Lin, 2015; Wang <i>et al</i>., 2016; Sadeghi <i>et al</i>.,
2017). Melhores práticas de uso e manejo de solos e estimativas de perdas de solos
por erosão hídrica vêm sendo estudadas com o emprego de modelos matemáticos (Amorim
<i>et al</i>., 2010; Kinnell, 2010).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Entre os modelos de perdas de erosão destacam-se a Equação Universal de Perda
do Solo (USLE), desenvolvida por Wischmeier e Smith (1958), em que a estimativa
das perdas médias de solo é dada pelo produto de seis factores, que são o factor
erosividade da chuva (factor R), expresso por um índice numérico que estima a capacidade
da chuva de provocar erosão, MJ mm ha<sup>–1</sup> h<sup>–1</sup> ano<sup>–1</sup>;
o factor erodibilidade do solo (factor K), representando a susceptibilidade do solo
à erosão, em t h MJ<sup>–1</sup> mm<sup>-1</sup>; o factor comprimento do declive
(factor L), que é a relação de perdas de solo entre uma encosta com certo comprimento
e a padrão com 25 m; o factor grau de declive (factor S), que é a relação de perdas
de solo entre uma encosta com certo declive e a padrão com 9%, sendo as demais condições
iguais; factor de uso e manejo (factor C), que é a relação de perdas de solo entre
um solo cultivado com determinada cultura e esse mesmo solo mantido constantemente
sem cobertura, isto é, nas mesmas condições do factor K; e factor prática conservacionista
(factor P) que é a relação de perdas de solo entre um solo com determinada prática
de controle da erosão e um solo sem prática conservacionista.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Algumas modificações e revisões foram realizadas na USLE
possibilitando a criação de modelos MUSLE (Equação Universal de Perda do Solo Modificada)
e RUSLE (Equação Universal Revista de Perda do Solo), além de vários outros modelos
empíricos, bem como físicos e conceituais. A RUSLE permite estimar a perda média
anual de solos resultantes do impacto de gotas de chuva e escoamento sobre superfícies
inclinadas, é o modelo mais utilizado em larga escala espacial (Kinnell, 2010; Panagos
<i>et al</i>., 2015).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O factor R
tem sido considerado um dos mais importantes componentes da USLE (Wischmeier e Smith,
1978) e RUSLE (Renard <i>et al</i>., 1997). Nas regiões de clima temperado, a variável
que tem fornecido melhores resultados para avaliar a erosividade da chuva é o produto
da sua energia cinética (EC) por sua intensidade máxima em 30 minutos (I30), sendo
expressa como EI30. Wischmeier e Smith (1958), pesquisando a relação entre as diferentes
características físicas da chuva e as perdas de solo evidenciadas nos Estados Unidos,
observaram que o índice EI30 foi capaz de explicar de 72% a 97% das perdas de solo
causadas pelas chuvas. Vários trabalhos realizados no Brasil correlacionando as
perdas de solo com índices de erosividade mostram que o índice EI30 é um bom estimador
da erosividade (Marques <i>et al</i>., 1997; Eltz <i>et al</i>., 2013).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A metodologia para a determinação da erosividade
de uma chuva individual é baseada na análise dos pluviogramas, sendo necessárias
longas séries de dados para obtenção de um valor médio representativo. A dificuldade
de obter esses dados, tanto no Brasil como em outros países foi apontada por vários
autores (Beskow <i>et al</i>., 2009; Mello <i>et al</i>., 2007; Lobo e Bonilla,
2015; Yin <i>et al</i>., 2015). Um método alternativo muito usado é a estimativa
do índice de erosividade a partir das médias pluviométricas mensais, que Waltrick
<i>et al</i>. (2015) denominaram de método pluviométrico. Para uso deste método
alternativo há necessidade de equações relacionando os dois métodos.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Outra característica da chuva relacionada com
o processo de erosão hídrica do solo é o padrão hidrológico, que diz respeito à
distribuição da chuva durante a sua duração. Neste sentido, as chuvas erosivas têm
sido classificadas em padrões avançado, intermediário e atrasado, conforme o terço
da duração em que ocorre o pico de intensidade da chuva (Oliveira <i>et al</i>.,
2011; Eltz <i>et al</i>., 2013). Para chuvas de padrão atrasado espera-se maior
escoamento superficial, e por isso são consideradas mais problemáticas do ponto
de vista de erosão.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O estudo do padrão
de distribuição temporal de chuvas é realizado com objectivo de caracterizar o padrão
de chuva mais frequente. Eltz <i>et al</i>. (2001) ressaltam que a maioria dos estudos
com chuvas simuladas utiliza um único padrão de chuva, o padrão constante, o que
não é coerente em regiões tropicais onde as perdas de solo são mais correlacionadas
às chuvas de alta intensidade e curta duração. Evangelista <i>et al</i>. (2005)
ressaltam que o conhecimento das características físicas das chuvas com relação
aos padrões de precipitação permite realizar com maior exactidão estudos com chuva
simulada, por utilizar condições mais próximas às condições reais, ou seja, das
chuvas naturais.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Agnese e Bagarello
(1997) afirmam que a ocorrência dos picos de intensidade durante a chuva afecta
a predição da infiltração de água no solo, sendo que as intensidades médias não
representam a realidade dos eventos naturais de precipitação. Salomão (1999) afirma
que para adoptar medidas de controlo preventivo e correctivo da erosão é imprescindível
entender os processos da dinâmica de funcionamento hídrico sobre o solo.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">De acordo com Bemfica <i>et al</i>. (2000), os
modelos hidrológicos chuva-vazão têm como entrada dados de precipitação, e o conhecimento
da distribuição temporal da intensidade da chuva durante as tormentas assume grande
importância, pois condiciona o volume infiltrado e a forma do hidrograma de escoamento
superficial directo. Diversas metodologias foram desenvolvidas para a obtenção da
chuva de projecto, que na sua grande maioria não visam a reprodução de eventos reais,
mas sim situações com efeitos críticos de escoamento. Tais procedimentos são obtidos
a partir da análise de dados observados de precipitação da região em estudo e podem
ser aplicados em projectos dessa mesma região.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Na maioria dos trabalhos realizados sobre chuvas erosivas de Santa Catarina
foi dado ênfase na determinação do factor erosividade da chuva pelo índice EI30,
e faltam estudos sobre as características das chuvas erosivas, principalmente em
regiões de grande altitude. Bertol (1993) com dados de apenas 10 anos de Lages não
obteve ajuste significativo para a equação de estimativa do índice EI30 em função
do índice de Fournier modificado e já sugeria realizar estudos no futuro com maior
quantidade de dados visando obter melhor correlação. Schick <i>et al</i>. (2014),
apesar de utilizar dados de 1989 a 2012 de Lages não apresentaram as equações para
a estimativa de EI30 com base nos dados pluviométricos.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Este trabalho teve como objetivos analisar as características
das chuvas erosivas, ajustar a equação para estimativa da erosividade com base nos
dados pluviométricos e determinar o padrão de distribuição temporal das chuvas erosivas
da região do Planalto Serrano de Santa Catarina.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Foram usados os dados das estações meteorológicas
de São Joaquim e Lages (<a href = "#q1">Quadro 1</a>), pertencentes à Empresa de Pesquisa Agropecuária
e Extensão Rural de Santa Catarina (EPAGRI, 1999). O clima da região do Planalto
Serrano de Santa Catarina é classificado segundo Köppen como clima Cfb, ou seja,
clima temperado constantemente húmido, sem estação seca, com verão fresco (<a href = "#f1">Figura
1</a>). Em São Joaquim a precipitação pode variar de 1450 a 1650 mm, com total de dias
de chuva anual em torno de 135 dias. Em Lages a precipitação pluviométrica pode
variar de 1360 a 1600 mm, com um total de dias de chuva anual variando de 123 a
140 dias (EPAGRI, 1999).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f1"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a02f1.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

<a name = "q1"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a02q1.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O primeiro passo na determinação da erosividade
das chuvas é a identificação e individualização das chuvas erosivas. Para a identificação
da chuva individual foram adotados os critérios sugeridos por Wischmeier e Smith
(1958) e que vem sendo usados na caracterização da erosividade das chuvas no Brasil
(Carvalho <i>et al</i>., 2005; Cassol <i>et al</i>., 2007; Martins <i>et al</i>.,
2009; Eltz <i>et al</i>., 2013), que considera chuva individual aquela separada
da anterior e da posterior por um período mínimo de 6 h sem chuva ou com menos de
1 mm. A classificação das chuvas erosivas foi realizada de acordo com critérios
descritos por Cassol <i>et al</i>. (2007), onde são consideradas chuvas erosivas
aquelas com quantidade igual ou superior a 10 mm, ou igual ou superior a 6 mm em
um período máximo de 15 min.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O cálculo
da energia cinética unitária de cada segmento uniforme de chuva foi obtido pela
expressão proposta por Wischmeier e Smith (1978) em unidades do sistema internacional:</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">    EC =0,119 + 0,0873 log i                                                                                           
(1)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">sendo: EC a energia cinética
unitária (MJ ha<sup>-1</sup> mm<sup>-1</sup>); i é a intensidade da chuva dada em
mm h<sup>-1 </sup>no segmento considerado. Para as intensidades são iguais ou superiores
a 76 mmh<sup>-1</sup> considerou-se que a energia cinética passa a ter o valor máximo
de 0,283 MJ ha<sup>-1</sup> mm<sup>-1</sup>.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O cálculo da energia cinética do segmento expressa em MJ ha<sup>-1</sup>,
multiplicando a EC pela quantidade de chuva no respectivo segmento uniforme, isto
é:</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">    Ecs = EC h                                                                                                                 
(2)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">em que: Ecs é a energia cinética
do segmento (MJ ha<sup>-1</sup>); h é a altura pluviométrica do segmento (mm).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O cálculo da energia cinética total da chuva,
somando-se a energia cinética de cada segmento uniforme, isto é:</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">    EC<sub>t</sub> = &#8721; ECs                                                                                                               
(3)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A determinação do índice EI<sub>30</sub>,
que representa a erosividade de cada chuva individual e erosiva, é dada pela expressão:</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">    EI<sub>30</sub> = EC<sub>t</sub> I30                                                                                                           
(4)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">em que: EI<sub>30</sub> é o índice
de erosividade da chuva erosiva individual (MJ mm ha<sup>-1 </sup>h<sup>-1</sup>);
EC<sub>t</sub> é a energia cinética total da chuva (MJ ha<sup>-1</sup>); I<sub>30</sub>
é a intensidade máxima média de precipitação em 30 min (mm h<sup>-1</sup>).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para analisar os resultados de erosividade da
chuva foi adaptada a classificação apresentada por Santos (2008), conforme o <a href = "#q2">Quadro
2</a>.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a02q2.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para a utilização das séries pluviométricas foram
correlacionados os índices de erosividade médios mensais com os valores do índice
de Fournier Modificado (IFM), que é calculado como</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a02eq5.jpg">                                                                                                                     
(5)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Em que IFM: é o índice de Fournier
Modificado (mm); Pm é a precipitação média mensal (mm);Pa é a precipitação média
anual (mm).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Na análise de regressão
foram testados o modelo linear e potência, dados respectivamente pelas equações:</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">EI30 =a(IFM) +b                                                                                                             
(6)</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">EI30 = a(IFM)<sup>b                                                                                                                                                     
</sup>(7)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A soma dos valores mensais
de EI30 constitui o factor R para ser usado tanto na Equação Universal de Perda
do Solo (USLE) como também na Equação Universal Revista de Perda do Solo (RUSLE)
(Renard <i>et al</i>., 1997; Kinnell, 2010).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As chuvas erosivas foram classificadas em padrões de distribuição temporal
denominados de padrão Avançado, quando a maior intensidade ocorre no terço inicial
do tempo de duração total da chuva; padrão Intermediário quando a maior intensidade
é verificada no terço intermediário; e padrão Atrasado quando a maior intensidade
ocorre no terço final do tempo total de duração da chuva.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em São Joaquim a
média de precipitação anual foi de 1616,4 mm, com médias mensais variando entre
98,9 mm a 169,8 mm (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a02q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>). Em Lages a precipitação média anual foi de 1484,9
mm e a precipitação média mensal variou de 98,0 mm a 159,0 mm. A precipitação erosiva
representou 83,6% para São Joaquim e 81,5% para Lages. Nos meses de Abril a Outubro
os percentuais de chuva erosiva são ligeiramente superiores aos demais meses do
ano. Bertol (1993) analisando dados de Lages do período de 1989 a 1990 e Schick
<i>et al</i>. (2014), analisando dados de 1989 a 2012, encontraram o valor de 83%
de chuvas erosivas. Back <i>et al</i>. (2017) observaram que para o Vale do Rio
do Peixe, no oeste de Santa Catarina o percentual de chuva erosivas variou de 81,4
a 88,5%.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Existe grande variação
nos valores das séries mensais de erosividade (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a02f2.jpg" target = "_blank">Figura 2</a>), com a presença de valores
extremos. Em São Joaquim a erosividade média dos meses de Janeiro, Fevereiro e Novembro
foi superior a 700 MJ mm ha<sup>-1</sup> h<sup>-1</sup>, classificada como Alta
erosividade, enquanto que de Abril a Junho a erosividade é inferior a 500 MJ mm
ha<sup>-1</sup> h<sup>-1</sup>, classificada como Baixa. Para Lages observou-se
que os maiores valores de erosividade ocorrem em Janeiro, e Fevereiro e Outubro,
com valores entre 500 e 700 MJ mm ha<sup>-1</sup> h<sup>-1</sup>, classificada como
Média. Os menores valores ocorrem de Junho a Agosto, com valores abaixo de 300 MJ
mm ha<sup>-1</sup> h<sup>-1</sup>. Em vários meses o coeficiente de variação é superior
a 100% (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a02q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>), evidenciando a grande dispersão dos valores de erosividade. A
elevada dispersão nos dados de erosividade de Lages já tinha sido destacada por
Bertol (1993), Bertol <i>et al</i>. (2002) e Schick <i>et al</i>. (2014).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Em São Joaquim (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a02f2.jpg" target = "_blank">Figura 2A</a>) o maior valor mensal foi observado
em Janeiro, com 3295 MJ mm ha<sup>-1</sup> h<sup>-1</sup>, no entanto pode-se observar
que ocorreram valores mensais acima de 2000 MJ mm ha<sup>-1</sup> h<sup>-1</sup>
nos meses de Janeiro, Março, Abril e de Julho. Em Lages (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a02f2.jpg" target = "_blank">Figura 2B</a>) foi registado
o maior valor de 4032 MJ mm ha<sup>-1</sup> h<sup>-1</sup> no mês de Fevereiro e
também ocorrências de valores acima de 2000 MJ mm ha<sup>-1</sup> h<sup>-1</sup>
nos meses de Janeiro, Fevereiro, Julho, Outubro e Novembro.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Em São Joaquim foi observada erosividade Alta nos meses de Janeiro, Fevereiro
e Novembro. Nos meses de Julho a Outubro a erosividade foi acima de 600 MJ mm ha<sup>-1</sup>
h<sup>-1, </sup>e com coeficiente de variação superior a 100%. Em Lages
a erosividade média mensal foi classificada como Média nos meses de Janeiro, Fevereiro
e Outubro. O coeficiente de variação de Lages na maioria dos meses foi inferior
aos observados em São Joaquim, em parte isto se deve ao maior número de falhas nos
dados de São Joaquim. A média de erosividade anual é considerada como o factor R
para uso na equação universal de perda do solo (USLE). Como existe grande variação
nesses dados, a presença de valores extremos pode alterar o valor da média. Por
isso é importante que essa determinação seja realizada com longas séries de dados.
Hernando e Romana (2016) apontam a necessidade de séries com mais de 20 anos de
registos pluviográficos para a estimativa do factor erosividade. Wischmeier e Smith
(1978), ao descrevem a metodologia para o cálculo do índice de erosividade, afirmaram
que o factor R deveria ser obtido da análise de um período mínimo de 22 anos, de
forma a incluir períodos relativamente secos e outros períodos mais chuvosos.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Na <a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a02f3.jpg" target = "_blank">Figura 3</a> constam as equações ajustadas para
a estimativa dos valores de EI30 em função do IFM. Para São Joaquim obteve-se ajuste
ligeiramente superior com o modelo potencial (EI30 = 148,3IFM<sup>0,584</sup>; r²=0,80)
em relação ao linear (EI30 = 32,0 IFM + 243,7; r²= 0,79). Para Lages o modelo linear
(EI30 = 35,4 IFM + 49,1; r²= 0,51) foi superior ao modelo potencial (EI30 = 46,1IFM<sup>0,926</sup>;
r²= 0,48). Os valores de r² das equações ajustadas para Lages foram inferiores aos
obtidos para São Joaquim. No entanto, tanto para Lages como para São Joaquim tanto
o modelo linear como o modelo potência foram significativos (p &lt; 0,01) e podem
ser usados na estimativa da erosividade. Os valores do coeficiente de determinação
obtidos estão coerentes com os valores apresentados na maioria dos estudos realizados
no Brasil. Oliveira <i>et al</i>. (2012) apresentaram 73 equações de regressão de
diferentes locais do Brasil, mostrando que o coeficiente de determinação variando
de 0,61 a 0,94. Alguns trabalhos realizados com dados do Rio Grande do Sul obtiveram
valores de r² mais baixos, porém estatisticamente significativos (Cassol <i>et al</i>.,
2007; Martins <i>et al</i>., 2009).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">No <a href = "#q4">Quadro 4</a>
constam os dados de precipitação média mensal observada nos pluviômetros das respectivas
estações e a erosividade estimada com a equação ajustada. As médias de chuva das
séries pluviométricas são em geral superiores aos valores das séries pluviográficas.
Essas diferenças se devem em parte pelas falhas existentes nas séries pluviográficas,
com ausência de dados em alguns meses durante o período de observação, e também
pelo fato de haver perdas de água durante a sifonagem. Essas perdas, embora pequenas,
levam a erros sistemáticos no registo dos pluviogramas, em que os totais de chuva
registados nos pluviômetros são, na maioria dos casos, um pouco superiores aos totais
de chuva registados nos pluviogramas. As diferenças no total anual de chuva da série
pluviométrica e pluviográfica foram de 5,3% e 10,1%, respectivamente para São Joaquim
e Lages. As diferenças no total de EI30 foram de 2,9% e 9,7% respectivamente para
São Joaquim e Lages. No entanto, comparando os valores mensais de EI30 calculados
da série de dados pluviográficos (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a02q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>) com os valores estimados da série pluviométrica
(<a href = "#q4">Quadro 4</a>) observa-se que em alguns meses existem diferenças acima de 30%, para
São Joaquim, e acima de 60 % para Lages. Esses altos valores devem-se em parte pelas
diferenças nos valores de precipitação e principalmente pelo ajuste da equação de
regressão.</font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

<a name = "q4"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a02q4.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O valor médio anual da erosividade de São Joaquim
é de 7579,3 MJ mm ha<sup>-1 </sup>h<sup>-1</sup> é classificado como erosividade
Alta. Para Lages o valor foi 5546,8 MJ mm ha<sup>-1 </sup>h<sup>-1 </sup>é classificado
com Média. Esses valores estão coerentes com outros trabalhos de erosividade realizados
no Brasil (Lombardi Neto, 1977; Gonçalves <i>et al</i>., 2006) e principalmente
com outros estudos realizados em Santa Catarina (Bertol, 1993, 1994; Valvassori
e Back, 2014; Back <i>et al</i>., 2017). Bertol <i>et al</i>. (2002) analisando
dados de1989 a 1998 de Lages encontraram o valor de 5790 MJ mm ha<sup>-1</sup> h<sup>-1</sup>
ano<sup>-1. </sup>Schick <i>et al</i>. (2014) analisando dados de 1989 a 2012 anos
de Lages, encontraram o valor R de 5033 MJ mm ha<sup>-1</sup> h<sup>-1</sup> ano<sup>-1</sup>.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Com relação às frequências de chuva erosivas de
acordo com o padrão de distribuição temporal, nas duas estações foi observado comportamento
semelhante, com predomínio de chuvas do padrão Avançado (56,1% e 53,5 %, respectivamente
para São Joaquim e Lages) seguido do padrão Intermediário (25,5% e 30,7 %, respectivamente
para São Joaquim e Lages) e Atrasado. Este predomínio de chuvas dos padrões Avançado
foi observados em alguns trabalhos realizados com estações pluviográficas localizadas
no estado do Rio Grande do Sul (Mehl <i>et al</i>., 2001; Peñalva-Bazzano <i>et
al</i>., 2007; Eltz <i>et al</i>., 2013), Santa Catarina (Valvassori e Back 2014),
Goiás (Oliveira <i>et al</i>., 2011; Silva <i>et al</i>., 2013; Rezende <i>et al</i>.,
2015), Rio de Janeiro (Carvalho <i>et al</i>., 2005) e Pernambuco (Santos e Montenegro
2012), Segundo Mehl <i>et al</i>. (2001), a distribuição de chuva concentradas no
padrão avançado permite esperar menores perdas de solo devido ao fato de que no
momento do pico da chuva este estaria menos húmido que no caso dos outros padrões,
dessa forma, a desagregação, o selamento e o transporte seriam menores.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Na <a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a02f4.jpg" target = "_blank">Figura 4</a> estão representados os valores médios
do número de chuvas erosivas de acordo com o padrão de distribuição temporal. Em
São Joaquim <a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a02f4.jpg" target = "_blank">Figura (4A)</a> ocorrem maior número de chuvas erosivas nos meses de Janeiro
e Fevereiro e menor nos meses de Abril a Junho. Entre Julho e Dezembro não existe
variação acentuada no número médio de chuvas erosivas. Para Lages (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a02f4.jpg" target = "_blank">Figura 4B</a>), embora
se observa menor variação entre os meses, pode-se notar um comportamento bimodal,
com maiores valores nos meses de Janeiro e Fevereiro e também Outubro e Novembro.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As chuvas erosivas representam 83,6% e 81,5% do
volume da chuva total de São Joaquim e Lages.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O ajuste das equações, tanto para o modelo linear como para o modelo potencial,
foi satisfatório e estatisticamente significativo, permitindo estimar a erosividade
média anual com base nos dados de precipitação observada nos pluviômetros da região.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As equações indicadas para estimativa
da erosividade de Lages e São Joaquim são respectivamente EI30 =148,3 IFM<sup>0,584
</sup>e EI30 = 35,4 IFM + 49,1.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O
valor médio anual da erosividade estimada para São Joaquim é de 7579,3 MJ mm ha<sup>-1
</sup>h<sup>-1</sup>, classificado como erosividade Alta. Para Lages o valor foi
5546,8 MJ mm ha<sup>-1 </sup>h<sup>-1,</sup> classificado como Média.</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Em São Joaquim as chuvas erosivas ocorrem com
frequência de 56,1% no padrão Avançado; 25,6% do padrão do padrão Intermediário
e 18,3% do padrão Atrasado. Para Lages as frequências são respectivamente 53,5%,
30,7% e 15,8%.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências bibliográficas</b></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Agnese, C. e Bagarello, V. (1997) - Describing rate variability of storm events
for infiltration prediction. <i>Transactions of the ASAE</i>, vol. 40, n. 1, p.61-70.
<a href = "http://dx.doi.org/10.13031/2013.21249" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.13031/2013.21249</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680220&pid=S0871-018X201800020000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Amorim, R.S.S.; Silva, D.D. da; Pruski, F.F. e Matos, A.T. (2010) - Avaliação
do desempenho dos modelos de predição da erosão hídrica USLE, RUSLE e WEPP para
diferentes condições edafoclimáticas do Brasil. <i>Engenharia Agrícola</i>, vol.30,
n. 6, p. 1046-1049.
<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-69162010000600006" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-69162010000600006</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680221&pid=S0871-018X201800020000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Back, Á.J.; Pola, A.C. Ladwig, N.I. e Schwalm,
H. (2017) - Erosive rainfall in Rio do Peixe Valley in Santa Catarina, Brazil: Part
I – Determination of the erosivity index. Revista <i>Brasileira de Engenharia Agrícola
e Ambiental</i>, vol. 21, n. 12, p. 774–779. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/1807-1929/agriambi.v21n11p774-779" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/1807-1929/agriambi.v21n11p774-779</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680222&pid=S0871-018X201800020000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bemfica, D.C.; Goldenfum, J.A. e Silveira, A.L.L.
(2000) -Análise da aplicabilidade de padrões de chuva de projeto a Porto Alegre<i>.
Revista Brasileira de Recursos Hídricos</i>, vol. 5, n. 4, p. 5-16. <a href = "http://dx.doi.org/10.21168/rbrh.v5n4.p5-16" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.21168/rbrh.v5n4.p5-16</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680223&pid=S0871-018X201800020000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bertol, I. (1993) - Índice de erosividade (EI30)
para Lages (SC) – 1<sup>a</sup> aproximação. <i>Pesquisa Agropecuária Brasileira</i>,
vol. 28, n. 4, p. 515-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680224&pid=S0871-018X201800020000200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bertol,
I. (1994) - Avaliação da erosividade da chuva na localidade de Campos Novos (SC)
no período de 1981-1990. <i>Pesquisa Agropecuária Brasileira</i>, vol. 29, n. 9,
p. 1453-1458.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680226&pid=S0871-018X201800020000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bertol, I.; Schick,
J.; Batistela, O.; Leite, D.; Visentin, D. e Cogo, N.P. (2002) - Erosividade das
chuvas e sua distribuição entre 1989 e1998 no município de Lages (SC). <i>Revista
Brasileira de Ciência do Solo</i>, vol. 26, n. 2, p. 445-464. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-06832002000200019" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-06832002000200019</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680228&pid=S0871-018X201800020000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Beskow, S.; Mello, C.R.; Norton, D.L.; Curi, N.;
Viola, M.R. e Avanzi, J.C. (2009) - Soil erosion prediction in the Grande River
Basin, Brazil using distributed model. <i>Catena,</i> vol. 79, n. 1, p.49-59.
<a href = "https://doi.org/10.1016/j.catena.2009.05.010" target = "_blank">https://doi.org/10.1016/j.catena.2009.05.010</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680229&pid=S0871-018X201800020000200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Carvalho, D.F.; Montebeller, C.A.; Franco, E.M.;
Valcarcel, R. e Bertol, I. (2005) -Padrões de precipitação e índices de erosividade
para as chuvas de Seropédica e Nova Friburgo, RJ. <i>Revista Brasileira de Engenharia
Agrícola e Ambiental</i>, vol.9, n. 1, p. 7-14.
<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S1415-43662005000100002" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S1415-43662005000100002</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680230&pid=S0871-018X201800020000200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Cassol, E.A.; Martins, D.; Eltz, F.L.F.; Lima,
V.S. e Bueno, A.C. (2007) - Erosividade e padrões hidrológicos das chuvas de Ijuí
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15, n. 3, p. 220-231.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680231&pid=S0871-018X201800020000200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Eltz, F.L.F.;
Cassol, E.A.; Pascotini, P.B. e Amorim, R.S.S. (2013) - Potencial erosivo e características
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S1415-43662013000600011" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S1415-43662013000600011</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680233&pid=S0871-018X201800020000200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Eltz, F.L.F.; Mehl, H.U. e Reichert, J.M. (2001)
- Perdas de solo e água em entressulcos em um Argissolo Vermelho-Amarelo submetido
a quatro padrões de chuvas. <i>Revista Brasileira de Ciência do Solo</i>, vol. 25,
n. 2, p. 485-493. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-06832001000200024" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-06832001000200024</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680234&pid=S0871-018X201800020000200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">EPAGRI (1999) - <i>Zoneamento agroecológico e
socioeconômico do Estado de Santa Catarina</i>. 1010 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680235&pid=S0871-018X201800020000200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Evangelista, A.W.P.; Carvalho, L.G. e Bernardino, D.T. (2005)
- Caracterização do padrão das chuvas ocorrentes em Lavras, MG. <i>Irriga</i>, vol.
10, p. 306-317.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680237&pid=S0871-018X201800020000200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Gonçalves, F.A.;
Silva, D.D. da; Pruski, F.F.; Carvalho, D.F. da e Cruz, E.S. da (2006) - Índices
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S1415-43662006000200004" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S1415-43662006000200004</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680239&pid=S0871-018X201800020000200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Hernando, D. e Romana, M.G. (2016) - Estimate
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Earth System Sciences</i>, vol. 19, p. 4113-4126. <a href = "https://doi.org/10.5194/hess-19-4113-2015" target = "_blank">https://doi.org/10.5194/hess-19-4113-2015</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680276&pid=S0871-018X201800020000200042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Agradecimentos</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os autores agradecem ao Conselho Nacional de Desenvolvimento
Científico e Tecnológico (CNPq) pelo apoio financeiro a esta pesquisa.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido/received: 1017.10.18</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido em versão revista/received in revised form: 2018.01.23</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Aceite/accepted: 2017.01.30</font></p>

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