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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA17278</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Secagem e difusividade de sementes de melão]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Drying and diffusivity of melon seeds]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The melon seeds contain high water content after extraction, requiring drying to maintain their physiological qualities. The objective of this work was to model drying curves of melon seeds at different temperatures, to determine the effective diffusion coefficient and the activation energy. Drying was carried out under controlled conditions at temperatures of 35, 40, 45, and 50 °C using three replicates of 10 g of seeds, which were weighed periodically until reaching constant mass. The experimental data were adjusted to different mathematical models frequently used in the representation of seed drying. The effective diffusion coefficient, calculated from the mathematical model of net diffusion to spheroid prolat, was used to obtain the activation energy. The results showed that the Page model is the one that best fits the experimental data. The increase of the drying temperature reduces the drying time and promotes an increase of the effective diffusion coefficient. The relation of the diffusion coefficient to the drying temperature can be described by the Arrhenius equation, presenting an activation energy of 55.81 kJ mol-1 in the drying process of the melon seeds.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[difusão]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Secagem e difusividade de sementes de melão</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Drying and diffusivity of melon seeds</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Isneider L. Silva</b><sup>1</sup>*, <b>Hellismar W. da Silva</b><sup>2</sup>, <b>Fernando R. T. de Camargo</b><sup>1</sup>,
<b>Hiago F. L. de Farias</b><sup>1</sup> e <b>Elaine de F. M. Freitas</b><sup>1</sup></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>1</sup> Universidade Estadual de Goiás, Campus Ciências Exatas e tecnológicas
- Henrique Santillo (CCET), Anápolis, Goiás, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><sup>2</sup> Universidade Federal de Lavras, Lavras, Minas Gerais, Brasil</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">(*-Email: <a href="mailto:Isneider.luiz@gmail.com">Isneider.luiz@gmail.com</a>)</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">As sementes do melão contêm alto teor de água
após a extração, necessitando da secagem para manter as suas qualidades fisiológicas.
O objetivo deste trabalho consistiu em modelar curvas de secagem das sementes de
melão em diferentes temperaturas, determinar o coeficiente de difusão efetivo e
a energia de ativação. A secagem foi realizada em condições controladas, nas temperaturas
de 35, 40, 45, e 50 °C, utilizando-se três repetições de 10 g de sementes, as quais
foram pesadas periodicamente até atingirem massa constante. Os dados experimentais
foram ajustados a diferentes modelos matemáticos frequentemente utilizados na representação
da secagem de sementes. O coeficiente de difusão efetivo, calculado a partir do
modelo matemático da difusão líquida para esferoide prolato, foi utilizado para
obtenção da energia de ativação. Os resultados evidenciaram que o modelo de Page
é o que melhor se ajusta aos dados experimentais. A elevação da temperatura de secagem
reduz o tempo de secagem e promove aumento do coeficiente de difusão efetivo. A
relação do coeficiente de difusão com a temperatura de secagem pode ser descrita
pela equação de Arrhenius, apresentando uma energia de ativação de 55,81 kJ mol<sup>-1</sup>
no processo de secagem das sementes de melão.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave</b>: difusão, energia de ativação, modelagem matemática,
secagem.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">The melon seeds contain high water content after extraction, requiring drying
to maintain their physiological qualities. The objective of this work was to model
drying curves of melon seeds at different temperatures, to determine the effective
diffusion coefficient and the activation energy. Drying was carried out under controlled
conditions at temperatures of 35, 40, 45, and 50 °C using three replicates of 10
g of seeds, which were weighed periodically until reaching constant mass. The experimental
data were adjusted to different mathematical models frequently used in the representation
of seed drying. The effective diffusion coefficient, calculated from the mathematical
model of net diffusion to spheroid prolat, was used to obtain the activation energy.
The results showed that the Page model is the one that best fits the experimental
data. The increase of the drying temperature reduces the drying time and promotes
an increase of the effective diffusion coefficient. The relation of the diffusion
coefficient to the drying temperature can be described by the Arrhenius equation,
presenting an activation energy of 55.81 kJ mol-1 in the drying process of the melon
seeds.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords</b>: activation
energy, diffusion, drying, mathematical modeling</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O melão (<i>Cucumis melo</i> L.) é uma cucurbitácea
cultivada em várias regiões do mundo e tem grande expressão económica. As sementes
de melão, bem como de outras culturas, ao serem extraídas dos frutos carnudos, apresentam
alto teor de água, próximos de 65% (base úmida), fazendo com que seja necessária
secagem para que a qualidade fisiológica não decaia (Guimarães <i>et al</i>., 2013).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O uso de modelos matemáticos é utilizado para
simular o processo de secagem de sementes, cujo princípio se fundamenta na secagem
de camadas delgadas ou finas do produto (Reis <i>et al</i>., 2011), assim, a perda
de água da semente durante o processo de secagem pode ser muito bem representada
por esses os modelos matemáticos (Mendonça <i>et al</i>., 2015).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O estudo da modelagem matemática da cinética de
secagem já é muito utilizado por diversos investigadores e também para diferentes
produtos. Na literatura, podem encontrar-se  modelos matemáticos que têm sido utilizados
para descrever a cinética de secagem de diversos produtos agrícolas, tais como sementes
de cambre (<i>Crambe abyssinica</i> Hortsh Ex. R. T.; Faria <i>et al</i>., 2012),
frutos de pimenta-cabacinha (<i>Capsicum chinense</i> L.; Silva <i>et al</i>., 2016),
sementes de abóbora (<i>Cucurbita moschata </i>Duchesne; Diógenes <i>et al</i>., 2013),
sementes de feijão (V<i>igna unguiculata</i> (L.) Walp¸Camicia <i>et al</i>., 2015).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O coeficiente de difusão (D<sub>ef</sub>) engloba
os efeitos de todos os fenômenos que podem intervir sobre a migração da água, e
seu valor é obtido pelo ajuste de valores experimentais. Todavia, pode-se entender
a difusividade como a facilidade com que a água é removida do material (Reis <i>et
al</i>., 2011).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Na literatura
os estudos com cinética de secagem de sementes de melão ainda são escassos, o que
torna necessário a obtenção de informações. De acordo com o exposto, o objetivo
do presente trabalho foi estudar o ajuste de curvas de secagem para sementes de
melão nas temperaturas de 35, 40, 45 e 50 °C, como também estimar o coeficiente
de difusividade efetiva (D<sub>ef</sub>) e a energia de ativação (E<sub>a</sub>).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS </b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Este trabalho foi desenvolvido no Laboratório de Secagem e Armazenamento de Produtos
Vegetais do Campus de Ciências e Exatas e Tecnológicas - Henrique Santillo, da Universidade
Estadual de Goiás em Anápolis – GO, Brasil.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Foram utilizadas sementes de melão amarelo (<i>Cucumis melo </i>L.)
produzidas no município de Anápolis-GO, com coordenadas geográficas centrais
16º 22’ 22” de latitude Sul e 48º 53’ 08” de longitude Oeste e 1.012 m de altitude.
O clima da região de acordo com a classificação de Köppen é do tipo Aw, com inverno
seco e verões quentes e chuvosos (Pereira <i>et al</i>., 2002). As sementes foram
extraídas manualmente, lavadas em água corrente, homogeneizadas, acondicionadas
em saco plástico e armazenadas por dois dias em frigorífico (4 °C) até à instalação
do ensaio (Camicia <i>et al</i>., 2015).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Antes de cada ensaio de secagem, as amostras foram retiradas do frigorífico
e mantidas à temperatura ambiente, durante cerca de 6-h, visando homogeneizar a
temperatura. O teor de água das sementes no início da secagem foi de aproximadamente
65,28±0,20% (b.u.). Para cada temperatura de secagem foram utilizadas três repetições
com 10 g de sementes em camada única, as quais foram colocadas em recipientes com
o fundo em tela. O processo de secagem das sementes foi realizado em estufa com
sistema de circulação forçada de ar ajustada para as temperaturas de 35, 40, 45
e 50 °C e UR de 42, 37, 32 e 26 %, respectivamente.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Durante o processo de secagem as amostras foram pesadas periodicamente
em balança analítica (precisão de 0,001 g) até que as sementes atingissem o equilíbrio
higroscópico, com as condições do ar de secagem, ou seja, quando a variação de massa
fosse constante na segunda casa decimal por três pesagens consecutivas (Melo <i>et
al</i>., 2016a; Silva <i>et al</i>., 2016). Para o cálculo da razão de umidade (RX),
durante as secagens nas diferentes temperaturas, foi utilizada a Equação 1 (Camicia
<i>et al</i>., 2015; Coradi <i>et al</i>., 2015).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a03eq1.jpg">                                                                              
 (1)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">em que:</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">X = teor de água do produto, decimal (b.u);</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Xe = teor de água de equilíbrio do produto, decimal
(b.u);</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Xi = teor de água inicial
do produto, decimal (b.u).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Aos dados
experimentais da secagem do melão foram ajustados modelos matemáticos empíricos
e semi-empíricos, frequentemente utilizadas para representação da secagem de produtos
agrícolas (Faria <i>et al</i>., 2012; Melo <i>et al</i>., 2016a; Silva <i>et al</i>.,
2016), cujas expressões estão apresentadas na <a href = "#q1">Quadro 1</a>.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q1"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a02q1.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para o ajuste dos modelos matemáticos de secagem
aos dados experimentais, foi realizada análise de regressão não linear pelo método
Quasi-Newton, utilizando o programa Statistica 10. O grau de ajuste de cada modelo
considerou a magnitude do coeficiente de determinação ajustado (R<sup>2</sup>),
o erro médio relativo (P), o erro médio estimado (SE) e o valor do Qui-Quadrado
(&#967;<sup>2</sup>) conforme descrito nas Equações 11, 12 e 13, respectivamente
(Siqueira <i>et al</i>., 2012; Melo <i>et al</i>., 2016b; Silva <i>et al</i>., 2016):</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a03eq11.jpg">                                                             
(11)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a03eq12.jpg">                                                                          
(12)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a03eq13.jpg">                                                                         
(13)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">em que: </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Y= valor observado experimentalmente;</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a03eq2.jpg">= valor estimado pelo
modelo;</font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">n = número de observações
experimentais;</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">GLM = graus de liberdade
do modelo (número de observações menos o número de parâmetros do modelo).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O coeficiente de difusão efetivo (D<sub>ef</sub>)
foi obtido por meio do ajuste do modelo matemático da difusão líquida (Equação 14),
com aproximação de oito termos, aos dados experimentais da secagem das sementes
de melão. Essa equação é a solução analítica para a segunda lei de Fick, considerando
a forma geométrica do produto como esferoide prolato, desconsiderando a contração
volumétrica e considerando a condição de contorno de teor de água conhecida na superfície
da semente (Brooker <i>et al</i>., 1992).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a03eq14.jpg">                                  
(14)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">em que:</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">n = número de termos;</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A = área superficial do produto, (m<sup>2</sup>);</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">V = volume do produto, (m<sup>3</sup>).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para calcular o volume e a área superficial, 50 sementes
tiveram os eixos ortogonais (comprimento, largura e espessura) mensurados com o
auxílio de um paquímetro digital com resolução de 0,001 mm, conforme as seguintes
expressões (Mohsenin, 1986)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a03eq15.jpg">                                                                                    
(15)</font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a03eq16.jpg">                                                  
(16)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a03eq17.jpg">                          
                                                     (17)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">em que:</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">a = maior eixo do produto, (m);</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">b = eixo médio do produto, (m);</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">c = menor eixo do produto, (m);</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">e = excentricidade, adimensional.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para avaliar a influência
da temperatura de secagem sobre o coeficiente de difusão efetivo os dados foram
ajustados à equação de Arhenius (Equação 18) (Diógenes <i>et al</i>., 2013):</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a03eq18.jpg">                    
                                            (18)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">onde: </font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">D<sub>0</sub> = Fator
Pré exponencial (m<sup>2</sup> s<sup>-1</sup>);</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">E<sub>a</sub> = Energia de ativação (KJ mol<sup>-1</sup>);</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">R = Constante universal dos gases, 8,314 kJ mol<sup>-1</sup>
K<sup>-1</sup>;</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">T<sub>a</sub> = Temperatura
absoluta (K).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As comparações entre os modelos de secagem analisados são
apresentadas no <a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a03q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>, com os valores dos parâmetros estatísticos coeficientes
de determinação (R²), erros médios relativo (P), estimado (SE) e qui-quadrado X<sup>2</sup> para os modelos ajustados de secagem
de melão amarelo, nas temperaturas de 35, 40, 45 e 50 °C.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Todos os modelos ajustados, para todas as temperaturas apresentaram
coeficiente de determinação (R²) superior à 98%. Porém, o coeficiente de determinação
isoladamente não constitui um bom parâmetro para a seleção de modelos não lineares;
desta forma utilizou-se o valor do erro médio relativo (P) e estimado (SE). De acordo
com Draper e Smith (1998), quanto menor o valor de P, SE e &#967;<sup> 2</sup> maior
a precisão.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Dentre a série testada
o modelo de Page foi o que apresentou um melhor ajuste aos dados experimentais para
todas as temperaturas, com elevados valores do coeficiente de determinação (R²),
estando para todos os tratamento acima de 99% e com os menores valores de P, SE
e &#967;<sup>2</sup> .</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Jittanit (2011)
no seu trabalho com secagem de sementes de abóbora, também encontrou um melhor ajuste
para os dados experimentais com o modelo de Page. Já Diógenes <i>et al</i>. (2013)
ao ajustar modelos matemáticos para grãos de abóbora, que são morfologicamente semelhantes
às sementes de melão, para as temperaturas de 40, 50, 60 e 70 °C encontrou um melhor
ajuste para a Aproximação da difusão.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O tempo necessário para as sementes de melão amarelo alcançarem o equilíbrio
higroscópico foi de 5,87; 4,91; 4,65 e 3,42-h  nas temperaturas de 35, 40, 45 e
50 °C, respectivamente (<a href = "#f1">Figura 1</a>).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

<a name = "f1"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a02f1.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Após
o processo de secagem das sementes de melão amarelo os teores de água de equilíbrio
das amostras foram de 13,4; 10,2; 8,5 e 4,7 % base úmida, para as temperaturas de
35, 40, 45 e 50 °C, respectivamente.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A <a href = "#f1">Figura 1</a> apresenta um bom ajuste do modelo de Page na descrição dos resultados
experimentais e o cálculo da razão de umidade em função do tempo de secagem. Com
o aumento da temperatura do ar de secagem ocorreu maior taxa de remoção de água
do produto, concordando com diversos investigadores para vários produtos agrícolas,
designadamente Coradi <i>et al</i>. (2015) para grãos de milho, Silva <i>et al</i>.
(2016) para frutos de pimenta e Melo <i>et al</i>. (2016a) para grãos de feijão-carioca.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">As curvas obtidas (<a href = "#f1">Figura 1</a>) demonstram para todas
as temperaturas que o teor de umidade existente é reduzido com o aumento da temperatura
do ar de secagem, até alcançar o teor de umidade de equilíbrio. Estes resultados
estão de acordo com os trabalhos realizados sobre a secagem de diversos produtos
como para curvas de secagem de grão de abobora (Diógenes <i>et al</i>., 2013) e
de sementes de feijão-caupi (Camicia <i>et al</i>., 2015).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">No <a href = "#q3">Quadro 3</a> estão apresentados os valores dos coeficientes
do modelo ajustado de Page, para cada temperatura.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q3"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a02q3.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Com relação aos valores da difusividade efetiva (D<sub>ef</sub>), notou-se
que aumentaram com a elevação da temperatura de secagem (<a href = "#q4">Quadro 4</a>), com valores
de 1,553 x 10<sup>-10 </sup>m² s<sup>-1</sup>; 1,709 x 10<sup>-10</sup> m² s<sup>-1</sup>;
1,917 x 10<sup>-10</sup> m² s<sup>-1</sup> e 2,091 x 10<sup>-10 </sup>para as temperaturas
de 35, 40, 45 e 50 °C, respectivamente. Quando as temperaturas são elevadas a viscosidade
da água diminuiu, facilitando a sua remoção das sementes (Reis <i>et al</i>., 2011).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q4"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a02q4.jpg"></a>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Jittanit (2011) trabalhando com sementes de abóbora
verificou valores de 3,76 × 10<sup>-10</sup> a 5,09 × 10<sup>-10</sup> para as temperaturas
60, 70 e 80 ºC. Guiné <i>et al</i>. (2012) secando também sementes de abóbora a
temperaturas entre 30 e 70 °C, constataram o aumento dos valores do coeficiente
de difusão conforme a elevação da temperatura do ar de secagem.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Constatou-se, na presente situação, que a energia de ativação
para difusão líquida das sementes de melão amarelo, foi de aproximadamente 55,81
kJ mol<sup>-1</sup> (valor obtido na resolução da equação 18). Destaca-se que nos
processos de secagem quanto menor a energia de ativação maior será a difusividade
de água no produto (Melo <i>et al</i>., 2016b).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A energia de ativação encontrada neste trabalho foi maior que a encontrada
por Silva <i>et al</i>. (2016), cujo valor foi de 36,09 kJ mol<sup>-1</sup> durante
a secagem de frutos de pimenta com faixa de temperatura de 60 a 100 ºC. Estas diferenças
surgem porque os  valores de energia de ativação variam de acordo com a higroscopicidade
do produto, a sua morfologia e as condições ambientais em que estão encontradas.
Jittanit (2011) e Guiné <i>et al</i>. (2012) estudaram a secagem das sementes de
abóbora, porém encontraram valores diferentes de energia de ativação.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O modelo matemático
de Page apresentou o melhor ajuste aos dados experimentais nas diferentes condições
de secagem.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As sementes entraram
em equilíbrio higroscópico com 13,4; 10,2; 8,5 e 4,7 % base úmida, com o tempo de
5,87; 4,91; 4,65 e 3,42 horas, para as temperaturas de 35, 40, 45 e 50 °C, respectivamente.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O coeficiente de difusão aumenta
com a elevação da temperatura, apresentando valores entre 1,553 x 10<sup>-10 </sup>a
2,091 x 10<sup>-10</sup>, para a faixa de temperatura de 35 à 50 ºC, respectivamente.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A relação entre o coeficiente de difusão efetivo
e a temperatura de secagem pode ser descrita pela equação de Arrhenius, que apresenta
uma energia de ativação de 55,81 kJ mol<sup>-1</sup>.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências Bibliográficas</b></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Brooker, D.B.;
Bakker-Arkema, F.W. &amp; Hall, C.W. (1992) - <i>Drying and Storage of Grains and
Oilseeds</i>. Westport: The AVI Publishing Company, 450 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680421&pid=S0871-018X201800020000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Camicia, R.G.M.; Christ, D.; Coelho, S.R.M. &amp; Camicia,
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/1983-21252015v28n323rc" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/1983-21252015v28n323rc</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680423&pid=S0871-018X201800020000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Coradi, P.C.; Milane, L.V.; Dias, C.F. &amp; Baio
F.H.R. (2015) - Mathematical modeling of drying maize grains in different temperatures.
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<a href = "http://dx.doi.org/10.18512/1980-6477/rbms.v14n2p247-259" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.18512/1980-6477/rbms.v14n2p247-259</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680424&pid=S0871-018X201800020000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Diógenes, A.M.G.; Queiroz, A.J.M.; Fiqueiredo,
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Caatinga</i>, vol.26, n. 1, p. 71-80.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680425&pid=S0871-018X201800020000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Draper, N.R. &amp; Smith, H. (1998) - <i>Applied regression analysis</i>. 3ª
ed. New York: John Wiley &amp; Sons, 712 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680427&pid=S0871-018X201800020000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Faria, R.Q.; Teixeira, I.R.; Devilla, I.A.; Ascheri, D.P.R. &amp; Resende,
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S1415-43662012000500014" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S1415-43662012000500014</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680429&pid=S0871-018X201800020000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Guimarães, M.A.; Telles, J.P.F.; Dasmaceno, L.A.;
Viana, C.S. &amp; Monteiro, L.R. (2013) - Pré-embebição de sementes e seus efeitos
no crescimento e desenvolvimento de plântulas de melancia. <i>Revista Ceres</i>,
vol. 60, n. 3, p. 442-446.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680430&pid=S0871-018X201800020000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Guiné,
R.P.F.; Henrriques, F. &amp; Barroca, M.J. (2012) - Mass Transfer Coefficients for
the Drying of Pumpkin <i>(Cucurbita moschata</i>) and Dried Product Quality<i>.
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1007/s11947-009-0275-y" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1007/s11947-009-0275-y</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680432&pid=S0871-018X201800020000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Jittanit, W. (2011) - Kinetics and
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Melo, P.C.; Devilla, I.A.; Caetano, J.M.; Reis, V.B.S.; Antunes,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Melo, P.C.; Devilla,
I.A.; Lisboa, C.F.; Santos, M.M. &amp; Duarte, P.H.T. (2016b) - Kinetics drying
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<a href = "http://dx.doi.org/10.5897/AJAR2016.11678" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.5897/AJAR2016.11678</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680437&pid=S0871-018X201800020000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Mendonça, A.P.; Sampaio, P.T.B.; Almeida, F.A.C.;
Ferreira, R.F. &amp; Novais, J.N. (2015) - Determinação das curvas de secagem das
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/1807-1929/agriambi.v19n4p382-387" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/1807-1929/agriambi.v19n4p382-387</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680438&pid=S0871-018X201800020000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Mohsenin, N.N. (1986) - <i>Physical properties
of plant and animal materials</i>. 2 ed. New York: Gordon and Breach Publishers.
841p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680439&pid=S0871-018X201800020000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Reis, R.C.; Barbosa, L.S.;
Lima, M.L.; Reis, J.S.; Devilla, I.A. &amp; Ascheri, D.P.R. (2011) - Modelagem matemática
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S1415-43662011000400003" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S1415-43662011000400003</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680441&pid=S0871-018X201800020000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Silva, H.W.; Rodovalho, R.S.; Velasco, M.F.; Silva,
C.F. &amp; Vale, L.S.R. (2016) - Kinetics and thermodynamic properties related to
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/1807-1929/agriambi.v20n2p174-180" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/1807-1929/agriambi.v20n2p174-180</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680442&pid=S0871-018X201800020000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Siqueira, V.C.; Resende, O. &amp; Chaves, T.H.
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    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido/received: 2017.11.02</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido em versão revista/received in revised form: 2018.01.03</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Aceite/accepted: 2018.01.03</font></p>

     ]]></body><back>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Modelagem do processo de secagem de sementes de feijão-caupi]]></article-title>
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