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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The seed dormancy of Brachiaria brizantha is responsible for the lack of uniformity and low booth production fields. The nature, intensity and persistence of this phenomenon are not sufficiently elucidated. The objective of this work was to evaluate methods for overcoming seed dormancy of two cultivars of Brachiaria brizantha, whether or not they were treated with fungicides - carboxin (20.0% m/v) + tiram (20,0% m/v). The study was conducted in factorial scheme 2 x 4 x 2 (cultivars x treatments to overcome dormancy x without and with fungicide). The cultivars tested were ‘MG-5’ and ‘Marandu’. The four treatments for rupture of dormancy consisted of scarification with sulfuric acid (H2SO4 - 98%, 36N) during 10 and 15 minutes, treatment with water at room temperature of 21.7 ºC, besides the control. Seeds were evaluated in germination trials at 7 and 21 days (end of trial). The treatment of seeds with the fungicides had no positive effect on dormancy and percentage of germination of 'MG-5' and 'Marandu' cultivars. The seeds of the two cultivars reacted very differently to the pre-treatments.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[germinação]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[qualidade fisiológica]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[forrageira]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Quebra de dormência em sementes de <i>Brachiaria brizantha </i>(Hochst. ex A. Rich.) Stapf </b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Breaking dormancy in <i>Brachiaria brizantha</i> (Hochst. ex A. Rich.) Stapf seeds</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Ronaldo S. Vela</b><sup>1</sup>,
<b>Lia M. Moterle</b><sup>2</sup>*, <b>Renato F. Santos</b><sup>2</sup>, <b>Carolina Chichanoski</b><sup>3</sup>
e <b>Alessandro L. Braccini</b><sup>4</sup></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>1</sup> Cooperativa de Trabalho dos Profissionais de Agronomia (Unicampo), Unidade de Jussara, 87230-000, Jussara, Brasil </i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>2</sup> Planejamento e Consultoria Agrícola, 87175-000, Itambé, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>3</sup> Unicesumar, 87050-900, Maringá, Brasil</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>4</sup> Departamento de Agronomia, Universidade Estadual de Maringá (UEM), 87.020-900, Maringá, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href="mailto:lmoterle@hotmail.com">lmoterle@hotmail.com</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A dormência de sementes de <i>Brachiaria brizantha</i>
é responsável pela irregularidade e baixo estande em campos de produção. A natureza,
intensidade e persistência deste fenómeno não está suficientemente elucidada. Este
trabalho objetivou avaliar métodos para quebra de dormência de sementes de duas
cultivares de <i>Brachiaria brizantha</i>, tratadas ou não com fungicidas carboxina
(20,0% m/v) + tiram (20,0% m/v). O estudo foi conduzido em esquema fatorial 2 x
4 x 2 (cultivares x tratamentos para quebra da dormência x ausência e presença de
fungicida). As cultivares testadas foram a ‘MG-5’ e ‘Marandu’. Os quatro tratamentos
para quebra de dormência consistiram na escarificação com ácido sulfúrico (H<sub>2</sub>SO<sub>4
</sub>– 98%, 36 N) durante 10 e 15 minutos, tratamento com água à temperatura ambiente
média de 21,7ºC, além da testemunha. As sementes foram avaliadas em ensaios de germinação
aos 7 e 21 dias (final do ensaio). O tratamento de sementes com fungicida não teve
efeito positivo na quebra de dormência e na percentagem de germinação das cultivares
‘MG-5’ e ‘Marandu’. As sementes das duas cultivares reagiram de modo muito distinto
aos pré-tratamentos.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave</b>:
germinação, qualidade fisiológica, forrageira.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT </b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">The seed dormancy of <i>Brachiaria brizantha</i> is responsible for the lack
of uniformity and low booth production fields. The nature, intensity and persistence
of this phenomenon are not sufficiently elucidated. The objective of this work was
to evaluate methods for overcoming seed dormancy of two cultivars of <i>Brachiaria
brizantha</i>, whether or not they were treated with fungicides - carboxin (20.0%
m/v) + tiram (20,0% m/v). The study was conducted in factorial scheme 2 x 4 x 2
(cultivars x treatments to overcome dormancy x without and with fungicide). The
cultivars tested were ‘MG-5’ and ‘Marandu’. The four treatments for rupture of dormancy
consisted of scarification with sulfuric acid (H<sub>2</sub>SO<sub>4</sub> – 98%,
36N) during 10 and 15 minutes, treatment with water at room temperature of 21.7
ºC, besides the control. Seeds were evaluated in germination trials at 7 and 21
days (end of trial). The treatment of seeds with the fungicides had no positive
effect on dormancy and percentage of germination of 'MG-5' and 'Marandu' cultivars.
The seeds of the two cultivars reacted very differently to the pre-treatments.</pre>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords</b>:
germination, physiological quality, forage.</pre>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A expansão das áreas de pastagens cultivadas com
espécies do género <i>Brachiaria </i>(Trin.) Griseb. tem aumentado no Brasil, quando
comparada com outras forrageiras, e vem ganhando espaço, principalmente por serem
rústicas, permitindo adaptação às mais variadas condições, tanto de clima, quanto
de solo (Valle, 1990; Lima <i>et al</i>., 2015). O género <i>Brachiaria</i> (Trin.)
Griseb., Poaceae forrageira de origem africana, inclui mais de 100 espécies. No
Brasil destacam-se com expressão forrageira as espécies: <i>Brachiaria brizantha
</i>(Hochst. ex A. Rich.) Stapf, <i>B. decumbens </i>Stapf<i>., B. humidicola </i>(Rendle)
Schweick. e<i> B. ruziziensis</i> (Germ. &amp; Evrard) Ndab. (Machado <i>et al</i>.,
2010).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Tais forrageiras desempenham
papel primordial na produção de carne e de leite no Brasil, por viabilizarem a pecuária
em solos ácidos e fracos, predominantes nos cerrados brasileiros (Karia <i>et al</i>.,
2006). Além de sua expressão e importância na alimentação animal e sistemas integrados
lavoura–pecuária, a <i>Brachiaria</i> se destaca como pastagem perene nos sistemas
agrícolas, como cobertura vegetal para o plantio direto e tem sido uma importante
ferramenta para a diversificação de sistemas de produção agrícola (Machado <i>et
al</i>., 2011). Esta forrageira apresenta um valor nutritivo satisfatório e alta
quantidade de produção por hectare, até 20 toneladas por ano (Munhoz <i>et al</i>.,
2009).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Atualmente, o Brasil é o maior
produtor e exportador de sementes do género <i>Brachiaria</i> com valor cultural
de 80%, para cerca de 40 países (Lasca <i>et al</i>., 2004; Dias e Alves, 2008;
Cardoso <i>et al</i>., 2014; Carvalho <i>et al</i>., 2015). No entanto, diversos
autores (Martins e Silva, 2003; Munhoz <i>et al</i>., 2007, 2009; Lima <i>et al</i>.,
2015) referiram que, em especial, as sementes da espécie <i>Brachiaria brizantha</i>
apresentam dificuldades no seu processo de germinação, apresentando irregularidade
na maturação, na desgrana e na dormência, cuja natureza, intensidade e persistência
não são ainda suficientemente conhecidas. Carvalho <i>et al</i>. (2015) referem
também dificuldades na germinação das sementes de<i> B. brizantha </i>devido à sua
dormência, o que acaba por prejudicar o estabelecimento uniforme das plantas. Aqueles
autores salientam que a “baixa taxa de germinação de sementes é comum em espécies
forrageiras, e sementes viáveis não germinam, mesmo quando submetidas a condições
ambientais consideradas favoráveis, sendo as mesmas classificadas como dormentes”
(Taiz e Zeiger, 2004).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Neste contexto,
há necessidade de pré-tratamentos para quebra de dormência das sementes (Marcos
Filho, 2005) que contribuam para uma germinação rápida e uniforme.  Diferentes pré-tratamentos
podem ser utilizados para quebrar a dormência de sementes, designadamente tratamentos
térmicos e escarificação química ou mecânica (Marcos Filho, 2005). Segundo Lima
<i>et al</i>. (2015), a maioria dos trabalhos realizados para a quebra de dormência
de sementes de braquiária mencionam o tratamento químico, com imersão das sementes
em ácido sulfúrico, como o mais usual. Conforme Marcos Filho (2005), o mesmo é utilizado
por promover a permeabilidade do tegumento à água e às trocas gasosas. Para Cardoso
<i>et al</i>. (2014), a expressão da dormência estará associada a causas físicas,
provavelmente relacionadas a restrições impostas pela cobertura da semente (lema,
pálea, pericarpo e tegumento) à entrada de oxigénio e causas fisiológicas presentes
em sementes recém-colhidas, progressivamente suprimidas durante o armazenamento.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Silva <i>et al</i>. (2014) referem
que as espécies do género <i>Brachiaria</i> possuem um tegumento duro e impermeável
que pode limitar os mecanismos de embebição e germinação. Diversos trabalhos demonstraram
que a escarificação reduziu a dormência de sementes e apresentou efeitos positivos
na germinação (Munhoz <i>et al</i>., 2009; Santos <i>et al</i>., 2011; Chiodini
<i>et al</i>., 2013; Silva <i>et al</i>., 2014). Silva <i>et al</i>. (2014) constataram
ainda que o pré-tratamento das sementes com H<sub>2</sub>SO<sub>4</sub> afetou o
tegumento com aumento significativo da taxa de germinação. Todavia, o ácido sulfúrio
apresenta riscos para os trabalhadores e meio ambiente e, além disso, pode causar
danos às sementes (Lima <i>et al</i>., 2015).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Contudo, Cardoso <i>et al</i>. (2014) verificaram que a escarificação química
com ácido sulfúrico, apesar de ser um método eficaz para a quebra de dormência de
sementes, as mesmas ficam mais suscetíveis aos processos que levam a deterioração
durante o armazenamento. Pires (1992) também sugeriu que, para sementes de <i>B.
brizantha</i>, não é indicado o tratamento com H<sub>2</sub>SO<sub>4</sub> se as
mesmas tiverem baixo vigor ou forem armazenadas por um período superior a seis meses.
Assim, pressupõe-se que existem condições e características  nas cultivares em que
o ácido sulfúrico, apesar de ser indicado pela RAS (Brasil, 2009), nem sempre seja
o ideal na quebra de dormência das sementes. Além das características morfológicas
das sementes de determinadas cultivares que possam estar associadas a diferentes
respostas ao pré-tratamento com ácido sulfúrico, os autores Garcia e Cicero (1992)
e Cardoso <i>et al</i>. (2014), elencaram outros fatotes importantes, tais como:
o sistema de produção, as condições edafoclimáticas, o processamento da semente, 
as condições e tempo de armazenamento e o vigor inicial das sementes.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Deste modo, entre as diversas técnicas apontadas
pela RAS (Brasil, 2009) a utilização da água aquecida ou em temperatura ambiente,
conforme demonstrado por Montório <i>et al</i>. (1997) pode proporcionar resultados
satisfatórios na quebra de dormência de sementes de <i>Brachiaria</i> podendo, até
mesmo, substituir a escarificação ácida das mesmas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Além de todas as afirmativas aqui apontadas, em relação à importância
dessa forrageira para a economia brasileira, bem como a quantidade de espécies e
técnicas empregues para facilitar a quebra de dormência das sementes de <i>B. brizantha</i>,
torna-se necessário enfatizar o emprego de fungicidas, buscando avaliar os efeitos
destes no processo de quebra da dormência e germinação das sementes Quando presentes
nas sementes, diversos fungos podem provocar redução do seu poder germinativo, diminuindo
sua qualidade e seu valor comercial (Lasca <i>et al</i>., 2004). Dias e Toledo (1993)
observaram que os fungicidas aplicados sobre as sementes escarificadas contribuíram
para uma melhor germinação e para a redução na ocorrência de microrganismos.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Perante os pressupostos, objetivou-se, neste trabalho,
avaliar métodos para a quebra da dormência de sementes de duas cultivares de <i>B.
brizantha</i> tratadas ou não com fungicida.</font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O estudo foi conduzido entre
os meses de agosto a setembro de 2016, no Laboratório de Tecnologia de Sementes
do Centro Universitário Uningá em Maringá, Estado do Paraná com sementes das cultivares
‘MG-5’ e ‘Marandu’ de <i>Brachiaria brizantha</i>.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os tratamentos foram distribuídos em esquema fatorial 2 x 4 x 2
(duas cultivares x quatro pré-tratamentos para a quebra da dormência x ausência
e presença de fungicida).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A metodologia
utilizada para quebra de dormência consistiu nos seguintes procedimentos: i) imersão
das sementes em H<sub>2</sub>SO<sub>4</sub> concentrado (98%, 36N), durante 10 e
15 minutos, seguida de lavagem em água corrente por 5 minutos. Em seguida as sementes
foram secas sobre folhas de papel-toalha, por 24 horas; ii) imersão das sementes
em água destilada a temperatura de 21,7ºC, durante 24-h, seguida de secagem sobre
folhas de papel-toalha, por uma hora; e iii) Testemunha: foram utilizadas sementes,
sem qualquer acondicionamento. O substrato de germinação foi umedecido com água
destilada a temperatura ambiente média de 21,7ºC.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Após o pré-tratamento para a quebra de dormência, metade das sementes
das duas cultivares foram tratadas com o fungicida sistémico e de contato para tratamento
de sementes do grupo químico carboxanilida (carboxina, 20,0% m/v) e tetramethylthiuram
disulfide (tiram, 20,0% m/v), produto técnico Vitavax-Thiram 200 SC<sup>®</sup>,
na dose de 3 mL 100 kg<sup>-1</sup> de sementes.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Procedeu-se, então, à avaliação da germinação das sementes. No ensaio-padrão
de germinação, quatro subamostras de 50 sementes de cada tratamento foram acondicionadas
em caixas plásticas (“gerbox”), contendo duas folhas de papel mata-borrão, previamente
umedecidas com água destilada, 2,5 vezes o peso do substrato seco. Em seguida, as
sementes foram levadas para câmaras de germinação do tipo “Mangelsdorf”, regulados
à temperatura constante de 25±2ºC. O substrato foi reumedecido com água destilada,
sempre que necessário. As porcentagens de germinação foram obtidas pela contagens
aos 7 e 21 dias após a instalação do ensaio. Foram consideradas como germinadas
as sementes que originaram plântulas normais, de acordo com as prescrições contidas
nas Regras para Análise de Sementes (Brasil, 2009), sendo os resultados expressos
em porcentagem.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O delineamento experimental
adotado foi o inteiramente casualizado, com quatro repetições por tratamento. Os
dados foram submetidos à análise de variância e o teste F foi conclusivo na comparação
das médias de cultivares e uso ou não do fungicida. As médias dos diferentes tratamentos
para quebra da dormência foram comparadas pelo teste de Tukey, em nível de 5% de
probabilidade.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os resultados obtidos revelaram efeitos significativos sobre
a interação cultivar x tratamentos para a quebra de dormência x tratamento com fungicida
para todas as variáveis resposta. Isso significa haver diferenças quando realizado
o desdobramento desses três fatores.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Nos <a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a05q1.jpg" target = "_blank">Quadros 1</a> e <a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a05q2.jpg" target = "_blank">2</a> apresenta-se a germinação observada, sete dias após a instalação
do ensaio, nas sementes das duas cultivares de braquiária, tratadas ou não com fungicida,
sob efeito de quatro pré-tratamentos para a quebra da dormência.</font></p>

 
    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Verificou-se que houve diferenças significativas
na porcentagem de germinação entre as cultivares de <i>B. brizantha</i> nos diferentes
tratamentos testados (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a05q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>). Tanto na ausência como na presença do tratamento
de sementes com o fungicida a cultivar ‘Marandu’ apresentou maior percentagem de
plântulas normais na primeira contagem em relação à ‘MG-5’, no tratamento testemunha
e, no pré-tratamento com imersão das sementes em H<sub>2</sub>O durante 24-h. Enquanto
que, a ‘MG-5’ se sobressaiu, em relação à ‘Marandu’, nos tratamentos com ácido sulfúrico.
Estes resultados evidenciam diferenças morfológicas nas sementes das cultivares
testadas que interferem na quebra da dormência, o que está de acordo com Silva <i>et
al</i>. (2014). Presume-se que tais diferenças devem estar associadas ao tamanho,
a forma, a presença e comprimento dos pêlos, assim como a presença de nervuras nas
glumas inferior e superior, bem como a composição química dos invólucros e da própria
semente. Entretanto, na literatura são escassos os dados de comparação entre cultivares
de <i>B. brizantha</i>, uma vez que a maioria dos trabalhos avalia a quebra de dormência
de uma cultivar isoladamente (Garcia e Cícero, 1992). Há que enfatizar também, a
carência de informações científicas a respeito das características morfológicas
específicas das sementes desta gramínea, bem como suas diferenças.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Observou-se ainda que o tratamento das sementes com fungicida
não influenciou positivamente a qualidade fisiológica das sementes, obtida por meio
da percentagem de plântulas normais na primeira contagem (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a05q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>). Esses resultados
discordam dos estudos de Marchi <i>et al</i>. (2006), quando mencionam que o tratamento
das sementes com fungicida proporciona a otimização e obtenção de estande, bem como
de Dias e Toledo (1993), quando os mesmos afirmam que o emprego de fungicidas contribuiu
para a redução da ocorrência de microrganismos, facilitando a interpretação do ensaio
e as contagens das sementes.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Segundo Carvalho <i>et
al</i>. (2015), o tratamento de sementes com fungicidas protege as sementes no seu
desenvolvimento inicial e influência no seu poder germinativo. Entretanto, pelos
resultados obtidos neste estudo verificou-se que as sementes que passaram previamente
por processos para a quebra de dormência, o fungicida provavelmente provocou toxicidade
nas sementes, refletindo-se negativamente sobre a qualidade fisiológica das mesmas.
Esse fato está de acordo com os resultados de Marchi <i>et al</i>. (2006) que também
observaram fitotoxicidade provocada por fungicidas aplicados nas sementes da cultivar
‘Marandu’.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Diferenças significativas
entre os tratamentos utilizados para a quebra de dormência, para cada cultivar avaliada,
também foram observadas (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a05q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>). A cultivar ‘MG-5’ apresentou maior porcentagem
de germinação (55,5%), quando não foi tratada com fungicida e em relação aos outros
tratamentos para quebra de dormência, quando foi submetida ao tratamento com ácido
sulfúrico durante 15-min. Do mesmo modo, na comparação dos tratamentos para a quebra
da dormência, a cultivar ‘Marandu’ destacou-se na germinação na primeira contagem
quando não foi realizado o tratamento de sementes com fungicida (53,5%) apenas no
tratamento com imersão das sementes em água. Por estes resultados fica evidente
que o tratamento com H<sub>2</sub>SO<sub>4</sub> (98%, 36N) durante 15-min influenciou
positiva e significativamente a germinação das sementes da cultivar ‘MG-5’. Estes
resultados corroboram os observados por outros autores (Silva <i>et al</i>., 2014;
Lima <i>et al</i>., 2015) quando verificaram que a aplicação de H<sub>2</sub>SO<sub>4</sub>
proporcionou aumento significativo na germinação de sementes de braquiária. Anteriormente,
Munhoz <i>et al</i>. (2009) já tinham constatado que a utilização de ácido sulfúrico
na quebra de dormência de sementes de <i>B. brizantha</i> cv. ‘MG-5’ acelera o crescimento
inicial da radícula e da parte aérea e não prejudica o desenvolvimento da biomassa
das plântulas. Contudo, neste estudo o ácido sulfúrico não foi tão eficiente na
quebra de dormência de sementes da cultivar ‘Marandu’. Para a cultivar ‘Marandu’
o tratamento com água destilada foi o mais indicado para a quebra de dormência de
sementes (42,5-53,5%), observado na percentagem de plântulas normais na primeira
contagem. Nessa mesma comparação, o tratamento com ácido sulfúrico durante 10-min
proporcionou as menores porcentagens, ou seja, 5,0 e 8,0% de plântulas normais,
em sementes tratadas ou não com fungicida, respectivamente. Segundo Montório <i>et
al</i>. (1997) as sementes de ‘Marandu’ são mais sensíveis no que se refere à quebra
de dormência. Cardoso <i>et al</i>. (2014) verificaram que o ácido sulfúrico pode
acarretar em deterioração, em decorrência das sementes ficarem mais suscetíveis,
quando expostas ao produto. Provavelmente, devido ao ácido sulfúrico ser considerado
um ácido mineral forte, o mesmo pode ter danificado parte da estrutura física das
sementes da cultivar Marandu, e ter comprometido o seu desenvolvimento. Contudo,
não foi encontrado suporte na literatura para justificar a maior sensibilidade desta
cultivar a quebra de dormência.</font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Nos
<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a05q3.jpg" target = "_blank">Quadros 3</a> e <a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a05q4.jpg" target = "_blank">4</a> apresentam-se os resultados da percentagem de germinação no final
do ensaio. A germinação das sementes da cultivar ‘MG-5’ foi significativamente superior
ao observado na cultivar ‘Marandu’, com os pré-tratamentos com o ácido sulfúrico,
tanto na ausência como na presença do fungicida (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a05q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>). A cultivar ‘Marandu’,
entretanto, apresentou maior porcentagem de germinação que a ‘MG-5’, no tratamento
testemunha e quando as sementes foram imersas na água durante 24-h.</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Esse fato também evidencia a existência de diferenças
morfológicas nas cultivares estudadas (Garcia e Cicero, 1992 e Lima <i>et al</i>.,
2015), as quais influenciam na resposta à quebra de dormência.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Deve-se salientar que no final do ensaio houve expressiva taxa de germinação
das sementes, nas duas cultivares (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a05q4.jpg" target = "_blank">Quadro 4</a>). Do mesmo modo que ao 21º dia após
a instalação do ensaio (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a05q4.jpg" target = "_blank">Quadro 4</a>), com exceção do tratamento com água durante 24
h, a porcentagem de germinação não foi influenciada pela aplicação de fungicida
nas sementes, das duas cultivares. Tais resultados discordam dos descritos no trabalho
de Lasca <i>et al</i>. (2004), no qual o uso de fungicida nas sementes de <i>Brachiaria</i>
possibilitou melhoria no processo de quebra de sua dormência. Resultados contraditórios
também foram encontrados por Marchi <i>et al</i>. (2006), em trabalho conduzido
com a cultivar ‘Marandu’. Os autores observaram benefícios do tratamento de sementes
com fungicidas na germinação e estabelecimento de plantas utilizando-se tratamento
de sementes com fungicidas. Entretanto, destaca-se, que na maioria dos trabalhos
relatados na literatura, os fungicidas são aplicados em sementes que não passaram
por processos de quebra de dormência. Segundo Dias e Toledo (1993), o ácido sulfúrico
provoca assepsia das sementes, reduzindo o potencial de inóculo dos fungos presentes
nas sementes. Deste modo, provavelmente, diante do que foi testado no presente estudo,
devido às sementes ficarem mais sensíveis após os tratamentos para a quebra de dormência,
o fungicida utilizado possivelmente causou toxicidade às sementes, inviabilizando
seu uso nessas condições.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Os tratamentos mais expressivos
no tocante à quebra de dormência na ausência do fungicida para a ‘MG-5’ foi o tratamento
com H<sub>2</sub>SO<sub>4</sub> (98%, 36N) durante 15-min. (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a05q4.jpg" target = "_blank">Quadro 4</a>). Porém, na
presença do tratamento das sementes com o fungicida este mesmo tratamento não apresentou
diferenças significativa, em relação aos tratamentos com H<sub>2</sub>SO<sub>4</sub>
(98%, 36N) durante 10-min. e H<sub>2</sub>O durante 24 h, para essa mesma cultivar.
Neste contexto, é possível afirmar que o uso de ácido sulfúrico possibilitou maior
êxito nessas condições, especificamente para a cultivar ‘MG-5’. Provavelmente, por
ser considerado um poderoso agente oxidante, o qual destrói com facilidade tecidos
vegetais como celulose e hemicelulose, este ácido facilitou a quebra de dormência
das sementes desta cultivar.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">O método
de escarificação com ácido sulfúrico tem sido utilizado principalmente em sementes
que tem dificuldade em permeabilização à água, pois algumas apresentam envoltórios
que evitam ou retardam a germinação (Ellis <i>et al</i>., 1985). Segundo Cardoso
<i>et al</i>. (2014), em <i>B. brizantha</i>, a expressão da dormência se associa
a causas físicas, provavelmente relacionadas a restrições impostas pela cobertura
da semente (lema, pálea, pericarpo e tegumento) à entrada de oxigénio e causas fisiológicas
presentes em sementes recém-colhidas, progressivamente suprimidas durante o armazenamento.
Com relação a esse fenómeno, Popinigis (1977) afirmou, também, que a impermeabilidade
ao oxigénio é encontrada em muitas espécies de gramíneas, e, acrescentou ainda,
que determinadas estruturas, tais como pericarpo, tegumento e mesmo paredes celulares,
restringem as trocas gasosas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os
resultados obtidos no presente estudo estão de acordo com Santos <i>et al</i>. (2011)
e Silva <i>et al</i>. (2014) os quais observaram que, em condições semelhantes a
este ensaio,  a escarificação em ácido sulfúrico permite que ocorra maior eficiência
na quebra de dormência das sementes de <i>B. brizantha</i>. Para Silva <i>et al</i>.
(2014) com a utilização do acido sulfúrico a germinação da <i>Brachiaria</i> 
ocorre em menor tempo. Lima <i>et al</i>. (2015), também observaram que o ácido
sulfúrico foi superior na quebra da dormência das sementes da cultivar ‘MG-5’, quando
comparado ao tratamento térmico e KNO<sub>3</sub>. Ainda, conforme relatado por
Lima <i>et al</i>. (2015), o fato das sementes do género <i>Brachiaria </i>apresentarem
dificuldades nos mecanismos de embebição e germinação devido ao seu tegumento duro
e impermeável, pode ser contornado com o emprego de tratamentos químicos. Assim,
é possível mencionar que os melhores resultados, neste momento, foram proporcionados
com a utilização do ácido sulfúrico, visto que o mesmo proporcionou incremento na
porcentagem de germinação, decorrente do fato da escarificação química ter eliminado
o impedimento físico à entrada de água e gases nas sementes.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Na cultivar ‘Marandu’, a maior porcentagem de germinação
foi observada com o tratamento das sementes emergidas em H<sub>2</sub>O durante
24 h. É válido mencionar, ainda, que não houve diferença significativa na comparação
entre ausência e presença do fungicida, em todos os métodos utilizados na quebra
da dormência da cultivar ‘Marandu’. Entretanto, o tratamento em H<sub>2</sub>SO<sub>4</sub>
(98%, 36N) durante 10 min foi o que apresentou menor percentagem de germinação comparativamente
aos outros tratamentos. Por essa análise, notou-se que a escarificação restringiu
o período médio de germinação das sementes da cultivar ‘Marandu’. Estes resultados
discordam dos observados por Carvalho <i>et al</i>. (2015) em estudo similar, em
que a utilização de ácido sulfúrico (98%, 36N) foi eficiente na quebra da taxa de
dormência em sementes de <i>B. brizantha</i> cv. ‘Marandu’. Também, são contraditórios
aos resultados encontrados por Gaspar-Oliveira <i>et al</i>. (2008), os quais verificaram
que a escarificação de sementes da cv. ‘Marandu’ com H<sub>2</sub>SO<sub>4</sub>
e germinação sob temperatura alternada de 20-35ºC, resulta em maior germinação no
menor tempo, possibilitando o encerramento do teste 11 dias após a sua instalação.
No entanto, conforme Garcia e Cicero (1992), quando da utilização deste ácido na
quebra de dormência de sementes de <i>B. brizantha</i> cv. ‘Marandu’, podem ser
obtidos resultados incongruentes, devido à variação na idade e histórico das sementes,
condições de armazenamento, vigor inicial dos lotes, concentração do ácido, entre
outros, podendo não ter efeito ou mesmo depreciar a germinação de <i>B. brizantha</i>.
Provavelmente, o ácido sulfúrico (98%, 36N) acarretou prejuízos na germinação das
sementes da cultivar ‘Marandu’, em decorrência do mesmo ser um ácido mineral violento
e ter prejudicado parte da composição física das sementes, implicando em danos ao
seu desenvolvimento. Tal constatação pode ser verificada no estudo de Dias e Alves
(2008), no qual o ácido sulfúrico também foi prejudicial para as sementes não dormentes
de braquiária, nas avaliações das duas últimas épocas de avaliação.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O tratamento
de sementes com fungicida não teve efeito positivo na quebra de dormência e percentagem
de germinação das cultivares ‘MG-5’ e ‘Marandu’.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As sementes das duas cultivares reagiram de modo muito distinto
aos pré-tratamentos.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências Bibliográficas</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Brasil (2009) - <i>Instrução Normativa Nº 30,</i>
artigo 87, parágrafo único, inciso II da Constituição, Lei nº 6.198 de 26 de dezembro
de 1974, decreto 6296 de 11 de dezembro de 2007, 05 de agosto de 2009. Ministério
da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.</font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Cardoso, E.D.; Sá, M.E.; Haga, K.I.; Binotti, F.F.S.; Nogueira, D.C. e
Filho, W.V.V. (2014) - Desempenho fisiológico e superação de dormência em sementes
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<a href = "http://dx.doi.org/10.5433/1679-0359.2014v35n1p21" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.5433/1679-0359.2014v35n1p21</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680677&pid=S0871-018X201800020000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Carvalho, F.J.; Aguiar, L.M. e Sousa, L.A. (2015) - Uso do ácido sulfúrico
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Dias, D.C.F.S e Toledo,
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0103-90161993000100011" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0103-90161993000100011</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680681&pid=S0871-018X201800020000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Dias, M.C.L.L. e Alves, S.J. (2008) - Avaliação
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Garcia, J. e Cícero, S.M. (1992) - Superação de
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<a href = "https://doi.org/10.1590/s0103-90161992000400003" target = "_blank">https://doi.org/10.1590/s0103-90161992000400003</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680685&pid=S0871-018X201800020000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Gaspar-Oliveira, C.M.; Martins, C.C.; Nakagawa,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Karia,
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&lt;<a href = "https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/570263/desenvolvimento-de-cultivares-do-genero-brachiaria-trin-griseb-no-brasil" target = "_blank">https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/570263/desenvolvimento-de-cultivares-do-genero-brachiaria-trin-griseb-no-brasil</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680688&pid=S0871-018X201800020000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Lasca, C.C.; Vechiato, M.H. e Kohara,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Lima, K.N.; Teodoro, P.E.; Pinheiro,
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<a href = "https://doi.org/10.3738/1982.2278.1089" target = "_blank">https://doi.org/10.3738/1982.2278.1089</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=680692&pid=S0871-018X201800020000500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Machado, L.A.Z.; Ceccon, G. e Adegas, F.S. (2011)
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Machado, L.A.Z.; Lempp, B.; Valle, C.B. do; Jank,
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    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido/received: 2017.10.21</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido em versão revista/received in revised form: 2017.11.22</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Aceite/accepted: 2017.12.27</font></p>

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