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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Sistema de semeadura cruzada na cultura da soja: avanços e perspectivas]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[In the last few years some farmers of soybeans have been testing a sowing technique called "Cross Sowing". The adoption of cross-sowing in soybean cultivation may represent a viable alternative for producers. The objective of this study was to analyze the cross-sowing system in the soybean crop, verifying the degree of technology adopted by the producers and the results achieved by the adoption of the technique in the production areas. The methodology used was the Literature Review, performing a detailed analysis on the importance of the soybean crop for Brazilian agribusiness, as well as its growth and development in the agricultural production environment for a better understanding of the cross sowing system. In view of these considerations, it is worth noting that the cross-sowing system is a promising technique. However, new experiments should be conducted verifying the real answers of this new arrangement of plants, taking into account the particularities of each producer.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Arranjo de plantas]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Glycine max (L.) Merrill]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Sistemas de produção]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[Production systems]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Sistema de semeadura cruzada na cultura da soja: avanços e perspectivas</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Cross-sowing system in soybean crop: advances and perspectives</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Bruno G.R Rocha</b><sup>1</sup>, <b>Hugo T.R Amaro</b><sup>1*</sup>,
<b>Edson M.V Porto</b><sup>1</sup>, <b>Charles C. Gonçalves</b><sup>2</sup>, <b>Andréia M.S.S David</b><sup>3</sup>
e <b>Elen B. Lopes</b><sup>1</sup></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>1</sup> Universidade Estadual de Montes
Claros – Unimontes, Depto de Ciências Agrárias, Campus Paracatu, CEP 38600-000,
Paracatu, MG, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>2</sup> Destilaria
Vale do Paracatu Agroenergia S.A – DVPA, CEP 38600-000, Paracatu, MG, Brasil</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>3</sup> Universidade Estadual de Montes
Claros – Unimontes, Depto de Ciências Agrárias, Campus Janaúba, CEP 39440-000, Janaúba,
MG, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href="mailto:hugo.amaro@unimontes.br">hugo.amaro@unimontes.br</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Nos últimos anos alguns produtores de soja vêm
testando uma técnica de semeadura denominada “Semeadura Cruzada”. A adoção da semeadura
cruzada na cultura da soja pode representar uma alternativa viável para os produtores.
O presente trabalho objetivou-se analisar o sistema de semeadura cruzada na cultura
da soja, verificando o grau de tecnologia adotada pelos produtores e os resultados
alcançados pela adoção da técnica nas áreas de produção. A metodologia utilizada
foi a Revisão de Literatura, realizando uma análise detalhada sobre a importância
da cultura da soja para o agronegócio brasileiro, bem como seu crescimento e desenvolvimento
no ambiente de produção agrícola para melhor compreensão do sistema de semeadura
cruzada. Diante destas considerações, destaca-se que o sistema de semeadura cruzada
é uma técnica  promissora. Entretanto, novos experimentos devem ser conduzidos verificando
as reais respostas deste novo arranjo de plantas, atendendo as particularidades
de cada produtor.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave:</b> Arranjo de plantas, <i>Glycine
max</i> (L.) Merrill, Sistemas de produção.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">In the last few years some farmers
of soybeans have been testing a sowing technique called &quot;Cross Sowing&quot;.
The adoption of cross-sowing in soybean cultivation may represent a viable alternative
for producers. The objective of this study was to analyze the cross-sowing system
in the soybean crop, verifying the degree of technology adopted by the producers
and the results achieved by the adoption of the technique in the production areas.
The methodology used was the Literature Review, performing a detailed analysis on
the importance of the soybean crop for Brazilian agribusiness, as well as its growth
and development in the agricultural production environment for a better understanding
of the cross sowing system. In view of these considerations, it is worth noting
that the cross-sowing system is a promising technique. However, new experiments
should be conducted verifying the real answers of this new arrangement of plants,
taking into account the particularities of each producer.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords:</b> Arrangement of plants, <i>Glycine max</i>
(L.) Merrill, Production systems.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO </b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Espécie pertencente à família Fabaceae, a soja [<i>Glycine max</i>
(L.) Merrill] é uma cultura de destaque no cenário mundial de grãos, sendo considerada
atualmente uma <i>commodity</i> no Brasil, representando um dos principais produtos
da pauta de nossas exportações. O grande potencial de mercado externo da soja e
sua excelente adaptação às diferentes condições edafoclimáticas do Brasil impulsionaram
o seu cultivo em todas as regiões do país. Diversos fatores fazem com que a soja
alcance tamanha importância no cenário agrícola brasileiro, uma vez que, além de
manter milhares de empregos diretos e indiretos, seu cultivo tem impulsionado outros
setores da economia.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A expansão
da soja no Brasil se deu a partir da região Sul do país e sua introdução em novas
áreas de plantio foi viabilizada graças à adoção de novas tecnologias, como o uso
de sementes de melhor qualidade física, fisiológica, genética e sanitária; a adoção
do sistema de plantio direto; o melhoramento da soja para baixas latitudes e para
maior resistência às pragas e doenças, introduzindo cultivares mais produtivas e
adaptadas às diferentes condições de cultivo. Em adição, nos últimos anos alguns
sojicultores têm testando uma nova técnica de distribuição de sementes denominada
“Semeadura Cruzada”. Com esse novo arranjo, as plantas são dispostas de formas paralelas
e em linhas cruzadas, formando um quadriculado, assim o número de plantas por hectare
aumenta (Lima <i>et al</i>., 2012).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Este sistema de semeadura em linhas cruzadas mantém a população ideal de plantas
na área, favorece uma melhor distribuição das plantas proporcionando uma melhor
utilização dos recursos do ambiente, favorece rápida cobertura do solo e alta interceptação
de radiação solar no início do ciclo, além de garantir um domínio da cultura sobre
as plantas daninhas no processo de interferência (Bianchi <i>et al</i>., 2010).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A adoção da semeadura cruzada na
cultura da soja pode representar uma alternativa viável para os produtores. Entretanto,
é importante destacar que na literatura há carência de trabalhos científicos que
demonstrem os efeitos desta técnica sobre a produtividade de grãos, bem como sua
relação com outras práticas de manejo (Balbinot Junior <i>et al</i>., 2015a).</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Diante destas considerações, o presente trabalho
objetivou-se analisar o método de semeadura cruzada na cultura da soja, verificando
o grau de tecnologia adotada pelos produtores e os resultados alcançados pela adoção
da técnica nas áreas de produção.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>METODOLOGIA </b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para atender
aos objetivos deste trabalho, a metodologia utilizada foi a Revisão de Literatura,
realizando uma análise detalhada sobre a importância da cultura da soja para o agronegócio
brasileiro, bem como aspectos relacionados ao seu crescimento e desenvolvimento
no ambiente de produção agrícola para melhor compreensão do sistema de semeadura
em linhas cruzadas. Após consulta realizada em literaturas especializadas, realizou-se
a análise e as considerações finais, enfatizando a relevância da pesquisa para o
fornecimento de informações que avaliem a nova tecnologia.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>DESENVOLVIMENTO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>A cultura da soja: aspectos gerais e importância socioeconômica</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A soja [<i>Glycine
max</i> (L.) Merrill] é uma planta anual e herbácea, da família Fabaceae. O gênero
<i>Glycine</i> é dividido em dois subgêneros: <i>Glycine</i> e <i>Soja</i>. O subgênero
<i>Soja</i> abrange as sojas cultivadas <i>Glycine max</i>  e a soja selvagem <i>Glycine
soja,</i> sendo ambas espécies anuais. O subgênero <i>Glycine</i> abrange outras
espécies mais distantes, sem valor comercial (Abboud <i>et al</i>., 2013).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A rápida expansão da soja se deu devido às diversas
características verificadas em seus grãos, como baixo nível de água, valor nutritivo
e a grande variedade de produtos que podem ser produzidos para alimentação humana
e animal. O óleo e derivados industriais reduzem às flutuações de mercado e sua
vulnerabilidade, os custos de transporte e estocagem. Além disso, maiores investimentos
em pesquisa científica e de tecnologias de novos produtos e desenvolvimento ocorreram
devido ao aumento na demanda mundial por soja (Kaimowitz e Smith, 2001).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento
– CONAB, o Brasil é o segundo maior produtor mundial do grão, com uma produção,
na safra 2016/17, de 113,923 milhões de toneladas. A área plantada de soja no Brasil
foi de 33,890 milhões de hectares e produtividade de 3362 kg ha<sup>-1</sup>. A
maior liquidez da sojicultura e a possibilidade de melhor rentabilidade em relação
a outras culturas fazem que a estimativa seja de crescimento de área de produção,
podendo atingir entre 34,6 e 35,3 milhões de hectares, na safra 2017/18, o que seria
incremento médio de aproximadamente 3,2% em relação à safra anterior (CONAB, 2017).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A soja é a cultura agrícola que
mais se destacou no Brasil nas últimas três décadas e representa 49% da área cultivada
em grãos no país. Os avanços tecnológicos, juntamente com o manejo eficiente dos
produtores, proporcionaram o aumento da produtividade. Cultivada especialmente nas
regiões Centro Oeste e Sul do país, o cultivo da soja tornou-se viável no cerrado,
graças aos resultados alcançados pelos trabalhos de pesquisas da Embrapa, em parceria
com outras instituições (Brasil, 2016).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Arranjos espaciais na cultura da soja</i></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">De acordo com Assis <i>et al</i>. (2014), o “arranjo de plantas” representa
as várias alternativas de combinações de espaçamentos e densidades de plantas, ou
seja, é a distribuição das plantas na área, na fileira e o espaçamento entre fileiras.
Teoricamente, o melhor arranjo de plantas é aquele que proporciona uma distribuição
mais uniforme das plantas na fileira plantada, proporcionando melhor utilização
da água, luz e nutrientes. Dentre as práticas utilizadas para maior produtividade
da soja, pode-se destacar a escolha do melhor arranjo entre as plantas e da densidade
adequada de semeadura.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O ajuste da
densidade de plantas na cultura da soja é uma prática de manejo importante para
obtenção de alta produtividade de grãos, com menor custo possível (Balbinot Junior
<i>et al</i>., 2015b). Esses mesmos autores relatam que a quantidade de plantas
por área determina a competição entre plantas de soja pelos recursos do meio, como
água, luz e nutrientes, podendo também alterar o crescimento das plantas, a velocidade
de fechamento das entrelinhas, a incidência de pragas, a penetração de agrotóxicos
no dossel da cultura, o acamamento de plantas e, por consequência, a produtividade
e a qualidade de grãos.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Zito <i>et
al</i>. (2007) comentam que a população de plantas está ligada às características
da cultivar, destacando que informações sobre a população ideal de determinada cultivar
devem ser obtidas junto às instituições que a desenvolveu. Esses mesmos autores
recomendam que populações excessivamente altas ocasionem gasto desnecessário de
sementes, uma vez que não acarretam incrementos no rendimento da cultura, ao contrário,
aumentam as possibilidades de acamamento, o que pode prejudicar a colheita mecânica.
Além disso, falhas ou populações muito baixas geralmente aumentam os gastos com
o controle de plantas daninhas e reduzem o rendimento.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Quando se implanta uma cultura, o espaçamento entre fileirasé
um fator determinante para que esta se desenvolva adequadamente, até que se inicie
a competição entre si, provocando mudanças fisiológicas e alterações morfológicas,
ocasionando transferência de fotoassimilados e modificações do surgimento e da senescência
de flores, folhas e ramos, bem como influência no rendimento, que é resultado da
densidade de plantas existentes na área (Costa <i>et al</i>., 1983). A produção
individual depende do arranjo de sua população no campo e da flexibilidade morfológica
da espécie, que é altamente influenciada pelo clima e genótipo (Fronza <i>et al</i>.,
1994).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Segundo Assis <i>et al</i>.
(2014), é prática comum entre os produtores de soja diminuir os espaços entre as
fileiras de plantas e aumentar a densidade de plantas por área cultivada, buscando
otimizar a produção de grãos. É importante destacar que, para aumentar a quantidade
da semeadura, alguns fatores devem ser observados, como o nível de fertilidade,
a cultivar a ser utilizada, a umidade do solo e tecnologia a ser aplicada.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A redução do espaçamento entre as fileiras aumenta
o número de plantas; esta redução do espaço está diretamente relacionada à competição
com as plantas daninhas, dificultando sua germinação. A redução do espaçamento também
ocasiona melhor distribuição espacial das plantas, proporcionando um melhor arranjo,
com melhor absorção de água e nutrientes. As novas tecnologias de plantio vem ganhando
espaço, dentre elas as que mais se destacam são: o plantio em linhas duplas, adensamento
de plantas na linha de cultivo e o plantio cruzado (Assis <i>et al</i>., 2014).
Nesse sentido, a implantação de uma lavoura deve ser bem planejada, pois determina
se haverá êxito ou não ao final de um longo período de cerca de 130 dias, desde
o início da implantação, desenvolvimento das operações, até os resultados finais.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Segundo Assis <i>et al</i>. (2014), em função
de avanços na tecnologia dos sistemas de semeadura, a melhoria verificada na produtividade
dos solos, uso de semeadoras com maior precisão, cultivares mais adaptadas, adoção
de práticas conservacionistas, cobertura vegetal do solo e semeadura direta, ocasionou
nas últimas décadas uma redução gradativa da população de plantas de soja, com redução
de aproximadamente 400 mil para 300 mil plantas por hectare. Os autores ainda relatam
que os espaçamentos utilizados devem ser de 20 a 60 centímetros entre fileiras nas
épocas indicadas de semeadura.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>NOVOS SISTEMAS DE SEMEADURA NA CULTURA DA SOJA</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Plantio em fileira dupla</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Nos Estados Unidos a semeadura em fileira dupla é prática bastante utilizada.
Nesse tipo de arranjo de plantas pode haver alta penetração de luz e agroquímicos
no dossel, melhorando a taxa fotossintética, a sanidade e a longevidade das folhas
próximas ao solo, o que pode aumentar a produção de grãos na área (Bruns, 2011).</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O ajuste no arranjo espacial das plantas de soja,
por meio do espaçamento entre fileiras e densidade de plantas, pode refletir em
aumentos significativos na produtividade de grãos, sem alterar a sustentabilidade
dos sistemas de produção. Sendo assim, é possível diminuir a competição intraespecífica
por nutrientes, água e luz, aumentando o aproveitamento desses recursos pelas plantas
cultivadas (Heiffig <i>et al</i>., 2006).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Vale ressaltar que, no Brasil, foram realizados poucos trabalhos de pesquisa
para avaliar o desempenho das fileiras duplas no progresso agronômico da soja, que
abrange a maior área cultivada no país.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Plantio adensado</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A densidade de plantas, em uma determinada área,
gera um comportamento produtivo diferenciado, em função de competição por espaços,
água, luz e nutrientes que se estabelece na comunidade vegetal (Machado <i>et al</i>.,
1996). De acordo com Zanine e Santos (2004), a redução significativa no crescimento
das plantas, tanto em combinações intra como interespecíficas, é resultado da competição
por espaço entre grupos de plantas que ocupam o mesmo local em um determinado período.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A diminuição no espaçamento entre
fileiras tornou-se uma importante ferramenta que proporciona otimização do rendimento
de grãos. Este crescimento no rendimento é decorrente de vários fatores, com o sombreamento
acelerado do solo há um melhor uso de água, menor competição intra-específica, maior
capacidade de competição com plantas daninhas e rápida retenção da energia solar
(Rambo <i>et al</i>., 2003).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Segundo
Tourino <i>et al</i>. (2002), o sistema de plantio adensado de soja é uma tendência
atual. Algumas vantagens em relação ao sistema convencional podem ser consideradas
no sistema adensado, tais como: melhor aproveitamento dos fatores da terra, máquinas,
implementos e insumos, menor degradação das áreas exploradas, melhor controle de
plantas daninhas, maior eficiência do uso da água, maior interceptação da radiação
fotossinteticamente ativa e precocidade na colheita. Entretanto, também há alguns
riscos como a maior possibilidade de incidência de pragas e doenças, menor número
de vagens por planta e menor peso de 1000 grãos (Chiavegato <i>et al</i>., 2010).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Garcia <i>et al</i>. (2007) relatam que até a
década de 1980, era comum a semeadura da soja na densidade média de 400 mil plantas
ha<sup>-</sup>¹. A maior população de plantas visava garantir maior competição entre
as plantas, para aumentar altura, e sombrear em menos tempo e uniformizar o solo,
para competir com as plantas daninhas reinfestantes, após a redução do efeito residual
dos herbicidas de pré-emergência. Com o advento dos herbicidas de pós-emergência,
essa medida perdeu importância. Nos últimos anos, a cultura da soja passou por diversas
transformações no país, melhorando a eficiência produtiva nas diversas regiões de
cultivo. Em função das mudanças ocorridas (semeadoras mais precisas, sementes com
maior qualidade, etc), a população de plantas de soja foi reduzida aproximadamente
para 300 mil plantas ha<sup>-1</sup> e, em condições favoráveis ao acamamento das
plantas, reduzida para até aproximadamente 250 mil plantas ha<sup>-1.</sup></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Altas populações de plantas de soja, em média
400 mil plantas ha<sup>-</sup>¹, apresentam melhor desenvolvimento do porte das
plantas, em regiões de temperatura elevada, contribuindo com o fechamento do dossel
da cultura (Garcia <i>et al</i>., 2007). Esses mesmos autores destacam que o aumento
da população de plantas resulta em maior sombreamento do solo. Nesse sentido, o
desenvolvimento de plantas daninhas é prejudicado, ocorre maior capacitação da energia
solar incidente, entretanto a realização de operações mecanizadas nas entrelinhas
torna-se difícil. Entretanto, Walker <i>et al</i>. (2010) comentam que o aumento
da densidade de plantas de soja pode acentuar as perdas de produtividade de grãos
decorrentes do déficit hídrico.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Estudos
recentes têm abordado o uso da prática da elevada densidade de semeadura na cultura
da soja. Entretanto, os resultados práticos dessa técnica são divergentes (Petter
<i>et al</i>., 2016), com foco nos componentes de produção e na produtividade. Esses
mesmos autores relatam que, na prática, alguns produtores, visando ao aumento de
produtividade, têm optado pelo plantio adensado na cultura da soja, utilizando,
por exemplo, o plantio cruzado nas áreas de cultivo e espaçamento entre fileiras
inferior a 45 cm, que é o espaçamento normalmente utilizado, ou o maior número de
plantas na linha de cultivo em espaçamentos de 40 cm na entrelinha.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Percebe-se que é constante a busca, pelos produtores,
por novas alternativas visando aumentar a produtividade da cultura. Nesse sentido
destaca-se a importância de experimentos que avaliem estes novos sistemas de plantio,
disponibilizando para os sojicultores informações técnicas que evidenciem os reais
benefícios da adoção destas tecnologias nos diferentes ambientes de produção.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><i>O sistema de semeadura cruzada na cultura da soja</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O sistema de semeadura cruzada surgiu com o intuito de aumentar
a quantidade de plantas de soja reduzindo a concentração demasiadamente das plantas
na linha, o que diminuiria a competição intraespecífica muito intensa. De acordo
com Lima <i>et al</i>. (2012), a semeadura cruzada é a distribuição das sementes
de soja na área, realizando-se duas passadas em sentidos contrários de forma que
as duas linhas se cruzem perpendicularmente, formando um tabuleiro quadriculado,
com ângulos de 90º em relação às linhas anteriores, ou seja, formando uma grade
de linhas sobre a área de cultivo. Dessa forma, seguindo as recomendações para esta
cultura, realiza-se a duplicação do número de sementes por hectare, das horas de
trabalho e da quantidade de insumos utilizados.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O espaçamento entre fileiras continua igual ao de uma lavoura de linhas
paralelas, de 45 a 50 cm. Este sistema vem sendo testado por vários sojicultores
no Brasil e muitos garantem sua eficácia. Enquanto alguns produtores aumentam somente
de 20 a 50% o número de plantas por hectare, outros dobram não só a população, mas
também a adubação. No plantio é necessário que a semeadora passe duas vezes na área
para que as linhas se cruzem, já a colheita ocorre da mesma forma que em uma lavoura
tradicional de linhas paralelas (Assis <i>et al</i>., 2014).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Verifica-se, no <a href = "#q1">Quadro 1</a>, um resumo de alguns resultados
observados ao avaliar a semeadura cruzada na cultura da soja.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q1"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a10q1.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Segundo <i>Assis et al</i>. (2014), a lavoura maximizará sua
produtividade, tanto pelo maior número de plantas, quanto pela melhor distribuição
destas na área. Para isso ocorrer é importante escolher um cultivar de boa qualidade
e de maior resistência ao acamamento, combinado a um bom sistema de manejo objetivando
obter bons resultados.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Ressalta-se
que, devido ao aumento da população de plantas na mesma área, ocorrerá uma maior
competição entre elas, culminando com maior altura de plantas. Neste sistema é necessário
um cuidado especial com pragas e doenças, uma vez que verificando maior quantidade
de plantas em um mesmo espaço cria-se um microclima que as deixam mais suscetíveis
a um ataque, necessitando maior monitoramento para que a produção não seja afetada.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A semeadura cruzada pode representar uma nova
opção para aumentar a produtividade média nacional da soja. Entretanto, devem ser
feitas algumas observações sobre esse método. Como já mencionado, a semeadura cruzada
é realizada sendo feitas duas operações de semeadura em uma mesma área, tendo o
rendimento reduzido, o que poderá ocasionar atrasos na semeadura. Na semeadura cruzada
a compactação do solo tende a aumentar, devido ao trânsito de máquinas ser dobrado
na área (durante a semeadura). Balbinot Junior <i>et al</i>. (2014) chamam a atenção
quanto ao sentido das linhas de semeadura nesse sistema, pelo fato de uma das linhas
estar em sentido contrário às curvas de nível, favorecendo o processo erosivo, podendo
ser agravado em áreas de declividade.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em sua pesquisa, Poersch <i>et al</i>. (2015) observaram que a diferença entre
as semeaduras cruzada e linear é de 3,69 sacas por hectare. Levando em conta que
os custos para a instalação da semeadura cruzada foram R$ 113,00 a mais por hectare,
uma vez que os tratos culturais utilizados foram os mesmos, aplicados da mesma forma
que na semeadura linear, a diferença está na semeadura que foi feita duas vezes
na mesma área, aumentando apenas o custo de mão-de-obra e maquinário. Esse aumento
no rendimento alcançou valores de R$ 239,85, tendo como base o valor da soja na
data da colheita, de R$ 65,00 por saca. Entre os custos de produção e ganhos, o
lucro líquido foi de R$ 126,85 por hectare. Na semeadura cruzada, o controle de
ervas daninha foi mais eficiente, devido a cobertura do solo ser mais rápida.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Em experimento conduzido por Procópio <i>et al</i>.
(2013), avaliando o crescimento e a produtividade da cultivar de soja de hábito
indeterminado em arranjos espaciais distintos, duas densidades de semeadura foram
testadas (375.000 e 562.500 sementes ha<sup>-1</sup>) comparando duas formas de
plantio, o plantio cruzado e não cruzado. Esses autores observaram que no plantio
cruzado a quantidade de plantas diminuiu, mas a produtividade não foi afetada. A
menor produção de grãos por plântula e menor acúmulo de fitomassa, provocado pelo
aumento na densidade da semeadura, não afeta a produtividade de grãos. A maior densidade
de plantas (redução do espaçamento entre fileiras) aumentou a formação de grãos
de soja nas hastes, no entanto reduziu a formação nos ramos; fazendo com que a produtividade
não fosse alterada.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Silva <i>et al</i>.
(2015a) avaliando a rentabilidade na semeadura cruzada da cultura da soja, concluíram
que a maior produtividade encontrada foi para o sistema de semeadura cruzada, quando
utilizaram uma população (plantas ha<sup>-1</sup>) em dobro, associada com adubação
recomendada. Em adição, concluíram que a semeadura tradicional em linhas paralelas
apresenta receita líquida maior do que o sistema de semeadura cruzada na cultura
da soja. Esses mesmos autores fizeram outras observações (<a href = "#q2">Quadro 2</a>) úteis para a
tomada de decisão da adoção ou não do sistema de semeadura cruzada.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a10q2.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em trabalho realizado por Lima <i>et al</i>. (2012),
foi verificado que a semeadura cruzada conferiu produtividade de grãos superior
à semeadura convencional, embora a semeadura cruzada tenha apresentado aumento na
severidade da ferrugem asiática. Esses mesmos autores relatam que a formação de
lavouras muito adensadas na semeadura cruzada pode diminuir a interceptação de fungicidas
e inseticidas pelas folhas próximas ao solo, aumentando os problemas com pragas
e doenças. Em suas considerações, Balbinot Junior <i>et al</i>. (2013) relataram
que ainda não se conhece a real contribuição da semeadura cruzada no aumento de
produtividade na cultura da soja, uma vez que foram utilizadas outras técnicas de
manejo de forma concomitante nas áreas onde a técnica foi adotada.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">De acordo com o <a href = "#q3">Quadro 3</a>, Silva <i>et al</i>.
(2015a) observaram que o uso do sistema de semeadura cruzada apresentou um custo
operacional total maior que a semeadura convencional, elevando os custos do plantio.
Os autores atribuem esse aumento dos custos ao fato de ser preciso realizar ressemeadura
em uma mesma área.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q3"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a10q3.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Garcia (2015) relata
que na maioria dos experimentos realizados no período de 2012 a 2015, a semeadura
cruzada diminuiu a produtividade de grãos. Esse mesmo autor observa que, em casos
eventuais, pode haver ganhos de produtividade nesse novo sistema de semeadura, ressaltando
que esses ganhos são pouco expressivos, sendo dependentes da população de plantas,
da cultivar utilizada e das condições climáticas, necessitando de mais estudos nos
diferentes ecossistemas para se obter respostas mais conclusivas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Balbinot Junior <i>et al</i>. (2016), observando
as cultivares BRS 294 RR e  BRS 359 RR, constataram que o sistema de semeadura cruzada
não aumentou a produtividade de grãos em relação ao sistema sem o cruzamento das
fileiras. Entretanto, em seu trabalho, Silva <i>et al</i>. (2015b) observaram que
o arranjo espacial exerce efeito nas características agronômicas da soja, verificando
também que a semeadura cruzada, usando o espaçamento de 0,5 m, eleva a produtividade
de grãos na cultura. Buso <i>et al</i>. (2016) avaliando o cultivo de soja em relação
aos sistemas de semeadura e diferentes densidades populacionais, observaram que
os sistemas de semeadura não influenciaram a produtividade de grãos, relatando também
que a semeadura não cruzada proporciona menor uso de operação mecanizada.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Nesse sentido, percebe-se que em alguns casos
o sistema de semeadura cruzada tem apresentado resultados contraditórios, muito
em função da diversidade de cultivares disponíveis para o plantio e a amplitude
de condições de cultivo do Brasil. Com isso, há necessidade de maiores estudos que
demonstrem o desempenho do sistema de semeadura cruzada sobre os componentes de
produção, rendimento de grãos, bem como sobre a dinâmica de pragas e doenças de
cultivares de soja em diferentes ambiente<b>s </b>de produção.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONSIDERAÇÕES FINAIS </b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Nos últimos anos, em
função da importância socioeconômica da cultura da soja para o país, a sojicultora
passou por vários ajustes em seu sistema de produção, objetivando aumentar os índices
de produtividade com o mínimo de impacto ambiental. Alterações no arranjo de plantas
nas áreas de produção tem sido uma alternativa viável adotada pelos produtores.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A adoção do sistema de semeadura
cruzada, tema enfatizado nesta pesquisa, representa uma destas alterações no arranjo
de plantas, sendo uma técnica recentemente adotada pelos produtores brasileiros.
Nesse sentido, observa-se que a maioria dos trabalhos abordando a utilização da
semeadura cruzada relata que os ganhos em produtividade da cultura e a viabilidade
da adoção da técnica pelos produtores são dependentes de vários fatores, como a
cultivar utilizada e as condições climáticas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Diante destas considerações,novos experimentos devem ser conduzidos verificando
as reais respostas deste novo arranjo de plantas, atendendo as particularidades
de cada produtor.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS </b></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Abboud, A.C.S.; Fiorini, C.V.A.; Lopes, C.A.;
Viegas, E.C.; Jacob Neto, J.; Moreira, L.B.; Tozani, R.; Vsconcellos, M.A.S.; Carmo,
M.G.F.; Coneglian, R.C.C.; Busquet, R.N.B &amp; Mary, W. (2013) - As principais
lavouras. In: Abboud, A.C.S (Org.). <i>Introdução à agronomia</i>. 1. ed. Rio de
Janeiro: Interciência, 644 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=681458&pid=S0871-018X201800020001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Assis,
R.T.; Zineli, V.P.; Silva, R.E.; Costa, W.C.A. &amp; Olivato, I. (2014) - Arranjo
Espacial de plantas na cultura da Soja.Araxá. Instituto de Ciências da Saúde, Agrárias
e Humanas. 7 p. (<i>Circular Técnica</i>, 04).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=681460&pid=S0871-018X201800020001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Balbinot Junior, A.A.; Procópio, S.O.; Debiasi, H. &amp; Franchini, J.C.
(2015b) - <i>Densidade de plantas na cultura da soja</i>. Londrina, PR. Embrapa
Soja. 36p. (Documentos, 364).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=681462&pid=S0871-018X201800020001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Balbinot Junior, A.A.; Procópio, S.O.; Debiasi, H. &amp; Franchini, J.C. (2014)
- <i>Fileiras duplas na cultura da soja. Londrina, PR</i>. Embrapa Soja. 7p. (<i>Circular
Técnica</i>, 108).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=681464&pid=S0871-018X201800020001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Balbinot Junior,
A.A.; Procópio, S.O.; Debiasi, H. &amp; Franchini, J.C. (2013) - <i>Semeadura cruzada
na cultura da soja</i>. Londrina, PR. Embrapa Soja. 7 p. (<i>Circular Técnica</i>,
98).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=681466&pid=S0871-018X201800020001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Balbinot Junior, A.A.; Procópio,
S.O.; Debiasi, H.; Franchini, J.C. &amp; Panison, F. (2015a) - Semeadura cruzada
em cultivares de soja com tipo de crescimento determinado. <i>Semina: Ciências Agrárias</i>,
vol. 36, n. 3, p. 1215-1226.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=681468&pid=S0871-018X201800020001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Balbinot
Junior, A.A.; Procópio, S.O.; Neumaier, N.; Ferreira, A.S.; Werner, F.; Debiasi,
H. &amp; Franchini, J.C. (2016) - Semeadura cruzada, espaçamento entre fileiras
e densidade de semeadura influenciando o crescimento e a produtividade de duas cultivares
de soja. <i>Revista de Ciências Agroveterinárias</i>, vol. 15, n. 2, p. 83-93.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=681470&pid=S0871-018X201800020001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bianchi, M.A.; Fleck, N.G.; Lamego, F.P. &amp;
Agostinetto, D. (2010) - Papéis do arranjo de plantas e do cultivar de soja no resultado
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da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Brasília. Julho de 2016.</font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bruns, H.A. (2011) - Comparisons of single-row
and twin-row soybean production in the Mid-South. <i>Agronomy Journal</i>, vol.
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R.S. (2016) - Cultivo de soja sob dois sistemas de semeadura e diferentes  densidades
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Chiavegato, E.J.; Silva, A.A. &amp;
Gottardo, L.C.B. (2010) - Densidade e arranjo de plantas em sistema adensado. <i>In</i>:
Belot, J.L. &amp; Vilela, P.A. (Eds.). <i>O sistema de cultivo do algodoeiro adensado
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Editora, p. 121-134.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=681477&pid=S0871-018X201800020001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">CONAB (2017)
- <i>Acompanhamento da Safra Brasileira de Grãos</i>. Companhia Nacional de Abastecimento.
Brasília. vol. 4. Safra 2017/18. n.2 – Segundo Levantamento. Novembro de 2017.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=681479&pid=S0871-018X201800020001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Costa, J.G.C.; Kohashi-Shibata,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Fronza, V.; Vieira, C.; Cardoso, A.A. &amp; Cruz, C.D. (1994) - Resposta
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Garcia, A. Pípolo, A.E.; Lopes, I.O.N &amp; Portugal,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Garcia, R.A. (2015) - <i>Modalidade
de semeadura cruzada não é garantia de aumento de produtividade de grãos de soja</i>.
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Heiffig, L.S.; Câmara, G.M.S.; Marques, L.A.;
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Lima, S.F.; Alvarez, R.C.F.; Theodoro, G.F.; Bavaresco, M. &amp; Silva
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n. 6, p. 954-962.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=681492&pid=S0871-018X201800020001000019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Machado, A.N.;
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    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido em versão revista/received in revised form: 2017.11.21</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Aceite/accepted: 2017.11.22</font></p>

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