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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA17224</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeito de diferentes doses e volumes de calda do herbicida aclonifena no controlo em pré-emergência de infestantes na cultura do grão-de-bico]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Effect of different doses and spray volumes of the herbicide aclonifen for pre-emergence weed control in Chickpea crop]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade de Évora Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais Mediterrânicas, Instituto de Investigação e Formação Avançada Escola de Ciências e Tecnologia]]></institution>
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<institution><![CDATA[,Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária  ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[During a two year period (2015/2016 and 2016/2017) two field trials were carried out on the Experimental farms of Almocreva (Beja) and Passinho (Elvas) respectively. The aim of these trials was to study the effect of a pre-emergence herbicide aclonifen (60%) applied in different doses in interaction with two water volumes, in the weed control and grain yield of chickpea (Cicer arietinum L.) crop. The herbicide doses studied were 1500, 1800, 2100 and 2400 g a.i. ha-1, corresponding the lower dose to the minimum recommended by the herbicide manufacturer for this crop, and the highest dose, to the maximum recommended. The water volumes were 300 and 400 L ha-1 with the recommended application volume varying between 300 and 500 L ha-1. Both, doses and spray volumes used are recommended in Spain, being this herbicide in the final phase of approval for Portugal. There was a higher reinfestation at the second year of the trials, but the interaction year x dose x volume was not significant in relation to the grain yield per unit of area, with significant differences in this parameter, only to herbicide doses and to the interaction year x dose. The correlation between the efficacy of the herbicide and grain yield was highly significant for the two experimental years and different modalities (dose x volume). For each year, there was a significant correlation between seed yield per unit of area and number of pod per plant, plant height and number of seeds per unit of area. The opposite was registered regarding the number of plants per unit area and mean seed weight.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[grão-de-bico]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[controlo de infestantes]]></kwd>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[defeniléter]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[diphenylether]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Efeito de diferentes doses e volumes de calda do herbicida
aclonifena no controlo em pré-emergência de infestantes na cultura do grão-de-bico</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Effect of different doses and spray volumes
of the herbicide aclonifen for pre-emergence weed control in Chickpea crop</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>José Barros</b><sup>1,*</sup>, <b>José Calado</b><sup>1</sup>, <b>Mário Carvalho</b><sup>1</sup>
e <b>Isabel Duarte</b><sup>2</sup></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>1</sup> Departamento de Fitotecnia, Escola
de Ciências e Tecnologia, Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais Mediterrânicas,
Instituto de Investigação e Formação Avançada, Universidade de Évora, Núcleo da
Mitra, 7002-554, Évora, Portugal</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>2</sup> INIAV, Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária,
Pólo de Elvas, Apt.6, 7350-901 Elvas, Portugal</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href="mailto:jfcb@uevora.pt">jfcb@uevora.pt</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Nos anos agrícolas de 2015/2016 e 2016/2017, realizaram-se
dois ensaios de campo, na Herdade da Almocreva (Beja) e na Herdade do Passinho (Elvas),
respetivamente. O objetivo destes ensaios foi estudar o efeito de diferentes doses
do herbicida de pré-emergência aclonifena, em interação com dois volumes de calda,
no controlo das infestantes e na produtividade da cultura do grão-de-bico (<i>Cicer
arietinum</i> L.). As doses de herbicida estudadas foram 1500, 1800, 2100 e 2400
g s.a ha<sup>-1</sup>, correspondendo a dose menor à mínima recomendada pelo fabricante
do produto para esta cultura e a dose mais elevada, à dose máxima recomendada. Os
volumes de calda aplicados foram 300 e 400 L ha<sup>-1</sup>, com os volumes recomendados
a variarem entre 300 e 500 L ha<sup>-1</sup>. Quer as doses, quer os volumes de
calda usados, são recomendados em Espanha, estando este herbicida, em fase final
de homologação para Portugal. Verificou-se, uma maior reinfestação no segundo ano
de ensaio, mas a interação ano x dose x volume não foi significativa relativamente
à produção de grão por unidade de área, havendo diferenças significativas relativamente
a este parâmetro, apenas para as doses de herbicida e para a interação ano x dose.
A correlação entre a eficácia do herbicida e a produção de grão foi altamente significativa
para os dois anos de ensaio e diferentes modalidades (dose x volume). Em cada um
dos anos de ensaio, a produção de grão por unidade de área está correlacionada significativamente
com o número de vagens por planta, a altura das plantas e o número de sementes por
unidade de área, o mesmo não sucedendo com o número de plantas por unidade de área
e com o peso médio da semente.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras–chave: </b>grão-de-bico, controlo de infestantes, doses de herbicida, leguminosas,
defeniléter</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">During a two year period (2015/2016 and 2016/2017) two field trials
were carried out on the Experimental farms of Almocreva (Beja) and Passinho (Elvas)
respectively. The aim of these trials was to study the effect of a pre-emergence
herbicide aclonifen (60%) applied in different doses in interaction with two water
volumes, in the weed control and grain yield of chickpea (<i>Cicer arietinum</i>
L.) crop. The herbicide doses studied were 1500, 1800, 2100 and 2400 g a.i. ha<sup>-1</sup>,
corresponding the lower dose to the minimum recommended by the herbicide manufacturer
for this crop, and the highest dose, to the maximum recommended. The water volumes
were 300 and 400 L ha<sup>-1</sup> with the recommended application volume varying
between 300 and 500 L ha<sup>-1</sup>. Both, doses and spray volumes used are recommended
in Spain, being this herbicide in the final phase of approval for Portugal. There
was a higher reinfestation at the second year of the trials, but the interaction
year x dose x volume was not significant in relation to the grain yield per unit
of area, with significant differences in this parameter, only to herbicide doses
and to the interaction year x dose. The correlation between the efficacy of the
herbicide and grain yield was highly significant for the two experimental years
and different modalities (dose x volume). For each year, there was a significant
correlation between seed yield per unit of area and number of pod per plant, plant
height and number of seeds per unit of area. The opposite was registered regarding
the number of plants per unit area and mean seed weight.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords</b>: chickpea, weed control, herbicide doses,
leguminous, diphenylether</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O grão-de-bico (<i>Cicer arietinum</i> L.) é uma leguminosa para
grão de elevado e crescente consumo em algumas regiões do mundo, como é o caso de
Portugal, utilizando-se normalmente como cultura integrada na rotação de cereais.
Tem sido demonstrado o seu benefício em termos de fornecimento de azoto ao trigo,
quando em rotação com este, além de ser uma cultura muito importante para o controlo
de doenças nos cereais (Taran <i>et al</i>., 2013).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O grão-de-bico apresenta uma baixa competitividade com as infestantes,
consequência da sua taxa de crescimento lenta e do crescimento limitado da sua área
foliar, nos primeiros estados de desenvolvimento, apresentando uma canópia curta
e aberta (Knights, 1991). A quebra de produção devido à competição com as infestantes
depende do nível de infestação, da duração da competição, das espécies presentes
e das condições climáticas (Tanveer <i>et al</i>., 2010). A flora infestante presente
é função do clima, do tipo de solo e sua fertilidade, da rotação de culturas, da
gestão da água, da tecnologia usada no controlo das infestantes e da data de sementeira
(Knott e Halila, 1988). Na região Mediterrânica há mais de 75 espécies referenciadas
como infestantes do grão-de-bico, sendo estas espécies principalmente dicotiledóneas
anuais e pertencentes a 26 famílias diferentes (Solh e Pala, 1990). Não obstante
as infestantes terem diferentes efeitos na quebra de produção do grão-de-bico, são
as dicotiledóneas anuais, as que mais competem com esta cultura, devido ao seu padrão
similar de crescimento e, a severidade dessa competição, aumenta com o avanço no
desenvolvimento da cultura (Bhan e Kukula, 1987). A quebra na produção de grão poderá
variar de 20 - 49,5 % (Bhuatada e Bhale, 2015) ou 40-90 % (Gore <i>et al</i>., 2015),
havendo um acréscimo na quebra de produção de grão por unidade de área e nos componentes
da produção, com o acréscimo da densidade de infestantes (Mohammadi <i>et al</i>.,
2005). Para Kaushik <i>et al</i>. (2014), a redução na produção do grão-de-bico
pode ser atribuída à competição das infestantes, particularmente nos estádios de
desenvolvimento mais tardios, quando o efeito dos herbicidas já for reduzido e a
cultura sofrer um segundo fluxo de infestação. Segundo Bhutada e Bhale (2015), um
controlo eficaz nos primeiros estados de desenvolvimento, resulta num aumento da
produtividade, sendo também importante, a eliminação das infestantes nas fases mais
tardias do desenvolvimento da cultura. Solh e Pala (1990) e Singh e Singh (1992)
referem o período inicial de 60 dias, como o período crítico para a competição do
grão-de-bico com as infestantes. Por sua vez, Tepe <i>et al</i>. (2011) referem,
que o período crítico varia com as condições ambientais, o nível de infestação,
a composição da população de infestantes, a humidade do solo e o nível de fertilidade
do mesmo. Para Patel <i>et al</i>. (2006), o controlo eficaz de infestantes em fases
críticas da competição destas com a cultura, conduz a um aumento da absorção de
nutrientes, com consequência num maior crescimento da cultura e enchimento das sementes,
ou seja, a um maior peso de 1000 sementes.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O controlo de infestantes na cultura do grão-de-bico beneficia a cultura,
favorecendo o número de ramos/planta, o número de vagens/planta, a altura das plantas
e o peso das sementes (Kaushik <i>et al</i>., 2014). Hasanuzzaman <i>et al</i>.
(2007) encontraram uma relação linear positiva e significativa entre a produção
de grão por unidade de área e o número de vagens/planta. Por sua vez Kayan e Adak
(2012), obtiveram altos coeficientes de determinação entre a produção de grão, a
altura das plantas e o número de vagens/planta.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O controlo de infestantes nas culturas poderá ser realizado manualmente,
mecanicamente, culturalmente, incluindo as rotações de culturas e a competição da
própria cultura, através de métodos biológicos e, quimicamente, pela aplicação de
herbicidas. Vários estudos têm demonstrado um substancial controlo de infestantes
e um acréscimo significativo na produção de grão na cultura do grão-de-bico com
aplicação de diferentes herbicidas (Yadav <i>et al</i>., 2007). Segundo Ramakrishna
<i>et al</i>. (1992), na cultura do grão-de-bico, obtém-se um melhor controlo de
infestantes com os herbicidas de pré-emergência do que com os de pós-emergência,
além de os primeiros não causarem fitotoxidade na cultura. Também Denish <i>et al</i>.
(2011) referem, que em condições de sequeiro, devido ao baixo teor de humidade
na camada superficial do solo, os herbicidas de pré-emergência são pouco eficazes
e as aplicações em pós-emergência necessitam de muito cuidado para não provocar
fitotoxidade na cultura, sendo o estado de desenvolvimento desta e a temperatura,
fatores extremamente importantes (Bhan e Kukula, 1987), assim como a própria cultivar
e a dose de herbicida aplicada (VanGessel <i>et al</i>., 2000). Por sua vez, Taran
<i>et al</i>. (2013) referem, que o controlo de infestantes no grão-de-bico restringe-se
à aplicação de herbicidas de pré-emergência, para evitar danos na cultura, o que
limita significativamente a eficácia do seu controlo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Kayan e Adak (2005) demonstraram, que a produção de grão por
unidade de área e os componentes da produção no grão-de-bico, não aumentaram significativamente
pela aplicação de herbicidas, mas sim quando o controlo de infestantes se realizou
manualmente. Segundo Thakar <i>et al</i>. (1995), o controlo manual 30 e 60 dias
após a sementeira eliminou o efeito adverso da competição das infestantes. Por sua
vez, Kaushik <i>et al</i>. (2014), obtiveram um maior e significativo número de
vagens/planta em talhões onde o controlo de infestantes foi realizado manualmente
e um menor e significativo número de vagens/planta em talhões testemunha (sem controlo
de infestantes). Também Ahmad <i>et al</i>. (1990), em ensaios realizados com um
herbicida de pré-emergência (pendimetalina) concluíram, que o controlo manual de
infestantes foi o que obteve o maior controlo e a maior produção de grão por unidade
de área. Por sua vez, Khope <i>et al</i>. (2011) referem um maior número de vagens/planta,
peso de 1000 sementes, produção de grão por unidade de área e de palha com dois
controlos manuais de infestantes, consequência do efeito indireto do maior crescimento
das plantas em talhões livres de infestantes durante os estádios críticos do desenvolvimento
da cultura. Segundo os mesmos autores, a redução da produção de grão em talhões
testemunha (sem controlo de infestantes) foi cerca de 68 %, consequência da redução
do número de vagens/planta e do número de grãos/vagem. Também Pooniya <i>et al</i>.
(2009) e Gore <i>et al</i>. (2015) obtiveram menores produções de grão e de palha
em talhões testemunha, consequência de uma maior população de infestantes, que competem
com o grão-de-bico pelo espaço, água e nutrientes.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A aclonifena (2-cloro-nitro-3-fenoxianilina, IUPAC) pertence ao
grupo químico dos difeniléteres. É um herbicida de pré-emergência que atua por contato,
indicado em Espanha, para o controlo de infestantes mono e dicotiledóneas em várias
culturas, entre as quais o grão-de-bico (Terralia, 2017). É absorvido exclusivamente
pelos órgãos aéreos das plântulas infestantes e a sua translocação no interior destas,
é muito limitada. Não existe absorção radicular e tem dois modos de ação, atuando
por inibição da biossíntese dos carotenóides e da biossíntese das clorofilas (Kilinc
<i>et al</i>., 2010). Não apresenta grande dependência da humidade do solo para
ser ativo. A humidade não influencia a sua atividade, mas sim a temperatura, correspondendo
uma maior atividade com temperaturas mais altas. Em solos ligeiros, são necessárias
doses mais reduzidas do que em solos argilo-húmicos, degradando-se por via microbiana
e sendo a sua vida média de 7 a 12 semanas (Terralia, 2017).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"> O presente trabalho tem como objetivo estudar o efeito
de quatro doses diferentes do herbicida aclonifena em interação com dois volumes
de calda, no controlo de infestantes e na produtividade da cultura do grão-de-bico,
utilizando-se a sementeira direta e a mobilização reduzida, como técnicas de instalação
da cultura. A importância deste estudo prende-se com o facto de existirem poucos
herbicidas homologados em Portugal para controlo de infestantes nesta cultura, estando
a aclonifena em fase de homologação no nosso país, mas com bons resultados obtidos
em condições edafo-climáticas idênticas às nossas, na vizinha Espanha. Deste modo,
outro objetivo da realização do presente trabalho, foi o de obter informação científica
relevante, nomeadamente para técnicos agrícolas e agricultores.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para estudar o efeito
de diferentes doses do herbicida aclonifena, em interação com dois volumes de calda,
no controlo de infestantes e na produtividade da cultura do grão-de-bico, realizaram-se
dois ensaios de campo, sendo o primeiro destes ensaios realizado no ano agrícola
de 2015/2016 (ensaio 1) e o segundo, no ano agrícola de 2016/2017 (ensaio 2).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Ensaio 1 (2015/2016)</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Este ensaio foi realizado na Herdade Experimental da Almocreva
(Beja), pertença da Universidade de Évora, num solo cartografado por Cardoso (1965a)
como Vc (solo calcário, vermelho de calcário). Este solo apresenta uma textura franco-argilosa,
pH <sub>(H2O)</sub> de 7,8 e teor de matéria orgânica, de aproximadamente 1,6 %
no horizonte superficial. Os valores da precipitação e temperaturas, tanto para
este ano de ensaio, como para o ano de 2016/2017, estão indicados no <a href = "#q1">Quadro 1</a>. A
cultura foi instalada no início de Fevereiro através da técnica da sementeira direta,
com uma densidade de 150 kg ha<sup>-1</sup>. O controlo químico das infestantes
em pré-sementeira foi realizado sete dias antes da sementeira com a aplicação da
mistura extemporânea de 1224 g s.a ha<sup>-1 </sup>de glifosato (Touchdown<sup>®</sup>,
360 g L<sup>-1</sup>, SL, Syngenta) com 345 g e.a ha<sup>-1</sup> de 2,4 – D (dimetilamónio)
+ 345 g s.a ha<sup>-1</sup> de MCPA (U 46 Combi<sup>®</sup>, 345 g L<sup>-1</sup>+
345 g L<sup>-1</sup>, SL, Nufarm). O volume de água utilizado foi de 200 L ha<sup>-1</sup>.
À sementeira, foram aplicados 140 kg ha<sup>-1</sup> do adubo 14:36:0, com 7,6 %
de enxofre. Aos primeiros sintomas de ataque do fungo <i>Ascochyta rabiei</i>, o
que sucedeu no início de Abril, aplicaram-se em 300 litros de água e por hectare,
162,5 g s.a ha<sup>-1</sup> de protioconazol + 162,5 g s.a. ha<sup>-1</sup> de tebuconazol
(Prosaro<sup>®</sup>, 125 g L<sup>-1</sup> + 125 g L<sup>-1</sup>, SL, Bayer), tendo
o tratamento sido repetido, cerca de um mês depois. Em finais de Maio, aplicaram-se
em 300 litros de água e por hectare, 10 g s.a ha<sup>-1</sup> do inseticida deltramina
(Decis Expert<sup>®</sup>, 100 g L<sup>-1</sup>, SL, Bayer), para controlar a lagarta
<i>Helicoverpa armigera</i>.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q1"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a17q1.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Ensaio 2 </i>(2016/2017)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Este ensaio foi instalado na Herdade do Passinho (Elvas),
pertença do INIAV (Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária), num
solo cartografado por Cardoso (1965b) como Vcc (Solo Mediterrâneo vermelho ou amarelo
de calcários cristalinos ou mármores ou rochas cristalofílicas cálcio-siliciosas).
Este solo apresenta uma textura franca, pH<sub>(H2O)</sub> de 7,9 e teor de matéria
orgânica, de cerca de 1,2 % no horizonte superficial. A cultura foi instalada no
início de Janeiro, utilizando-se o sistema de mobilização reduzida, sendo o controlo
de infestantes em pré-sementeira e a preparação da cama da semente, levados a cabo
com um vibrocultor. A densidade de sementeira foi de 140 kg ha<sup>-1</sup>, tendo-se
realizado simultaneamente uma adubação de fundo, onde se aplicaram 200 kg ha<sup>-1</sup>
do adubo 20:08:10. O aparecimento de uma clorose férrica no grão-de-bico, conduziu
a que no início de Março se tivesse aplicado 378 g ha<sup>-1</sup> de quelato de
ferro [Fe solúvel em água] + 189 g ha<sup>-1</sup> de Fe quelatado com [O,O] EDDHA
+ 189 g ha<sup>-1</sup> de Fe quelatado com [O,P] EDDHA (Keliron<sup>®</sup>, 60
g kg<sup>-1</sup> + 30 g kg<sup>-1</sup> + 30 g kg<sup>-1</sup>, SC, Biolchim).
Em finais de Março e como prevenção para o ataque do fungo <i>Ascochyta rabiei</i>,
aplicaram-se em 300 litros de água e por hectare, 125 g s.a. ha<sup>-1</sup> de
protioconazol + 125 g s.a. ha<sup>-1</sup> de tebuconazol (Prosaro<sup>®</sup>,
125 g L<sup>-1</sup> + 125 g L<sup>-1</sup>, SL, Bayer).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Em ambos os ensaios, a variedade de grão-de-bico estudada
foi a “Krema”, que possui um ciclo longo e porte ereto, sendo tolerante ao frio,
admitindo sementeiras de inverno (Janeiro, ou Fevereiro). Apresenta grãos de calibre
elevado (9 mm), semiesféricos, com o embrião ligeiramente bicudo e de textura rugosa
com sulcos pronunciados. A sua cor externa é castanha para o alaranjado.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os ensaios foram delineados em blocos casualizados,
estando as modalidades, em combinação factorial de dois factores (dose e volume
de calda), sendo quatro, o número de repetições. O herbicida aplicado (pré-emergência)
foi a aclonifena (Challenge<sup>®</sup>, 600 g s.a L<sup>-1</sup>, SL, Bayer). As
doses estudadas foram: D1-1500, D2-1800, D3-2100 e D4-2400 g s.a. ha<sup>-1</sup>,
em interação com dois volumes de calda (V1-300 e V2-400 L ha<sup>-1</sup>). Além
das modalidades anteriores, o ensaio incluiu também, uma modalidade LIVRE, em cujos
talhões, as infestantes foram controladas manualmente 30, 60, 90 e 120 dias após
a sementeira e, uma modalidade testemunha (D0), em que não houve qualquer controlo
de infestantes.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em Espanha, as doses
recomendadas deste herbicida para o grão-de-bico, variam entre 1500 e 2400 g s.a.
ha<sup>-1</sup> e os volumes de calda, entre 300 e 500 L ha<sup>-1</sup>. Este herbicida
foi aplicado, em ambos os anos de ensaio, três dias após a sementeira. Para aplicar
o herbicida, bem como o fungicida e o insecticida, utilizou-se um pulverizador de
jato projetado próprio para ensaios, marca Baumann Saatzuchtbedarf e modelo PL1.
Este pulverizador tem uma barra horizontal de 3 m de largura e está equipado com
bicos de fenda, espaçados de 50 cm, com um ângulo de abertura do jato de 110º e
diâmetro do orifício, variável em função do volume de calda aplicado, tendo-se adaptado
os bicos com 1,2 mm de diâmetro do orifício para aplicar 300 L ha<sup>-1</sup> e
os de 1,4 mm para aplicar os 400 L ha<sup>-1</sup>. A pressão de funcionamento foi
de 300 kPa fornecida por oxigénio armazenado em garrafa de ar comprimido e a presença
de um velocímetro, auxilia a manter uma velocidade de avanço constante ao longo
do comprimento dos talhões. As espécies de infestantes foram identificadas e contadas
numa área fixa (quadrados com 50 cm x 50 cm), em cada um dos talhões do ensaio,
tendo essa contagem sido efetuada 30, 60, 90 e 120 dias após a sementeira da cultura.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para determinar a eficácia do herbicida utilizou-se a fórmula de Abbott:</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Eficácia (%) = (1- T/Co) * 100</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Onde, </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">T – número de infestantes após o tratamento</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Co – número de infestantes nos talhões testemunha.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A dimensão dos talhões foi de 10 m x 3m e a área de colheita correspondeu a
13,5 m<sup>2</sup> (10 x 1,35) da parte central de cada talhão, para evitar o efeito
de bordadura, usando-se para tal, uma ceifeira-debulhadora própria para ensaios,
cuja largura de trabalho é de 1,35 m. Para determinar a produção total de matéria
seca, o número de vagens por planta e o índice de colheita, colheram-se 10 plantas
na parte central de cada talhão.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A
análise de dados consistiu na análise de variância e ajustamento de modelos de regressão
à produção de grão por unidade de área, à eficácia do herbicida e aos componentes
da produção. A análise de variância fez-se de acordo com o delineamento experimental.
A separação de médias foi efetuada com recurso ao teste F para um nível de significância
de 5 % (p&#8804;5%), de acordo com o teste de separação múltipla de médias de Duncan.
O programa estatístico utilizado foi o MSTAT-C (modelo 19). Os modelos de regressão
foram determinados utilizando-se o programa Excel, 2013.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">No primeiro ano de ensaios (2015/2016), a população de infestantes foi constituída
essencialmente por dicotiledóneas. As infestantes mais representativas foram as
seguintes: <i>Senecio vulgaris</i> L. (tasneirinha); <i>Polygonum aviculare</i>
L. (sempre-noiva); <i>Anagallis arvensis</i> L. (morrião); <i>Lactuca serriola</i>
L. (alface-brava-menor); <i>Picris echioides</i> L. (raspa-saias); <i>Papaver rhoeas</i>
L. (papoila-das-searas) e <i>Convolvulus arvensis</i> L. (corriola).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">No segundo ano de ensaios (2016/2017), as infestantes
mais abundantes foram: <i>Daucus carota</i> L. (cenoura-brava); <i>Reseda luteola</i>
L. (lírio-dos-tintureiros); <i>Amaranthus albus </i>L. (bredo-branco); <i>Chrysanthemum
segetum</i> L. (pampilho-das-searas); <i>Sinapis arvensis</i> L. (mostarda-dos-campos);
<i>Centaurea melitensis</i> L. (beija-mão); <i>Centaurea pullata</i> L. (cardinho-das-almorreimas);
<i>Lolium rigidum</i> G. (erva-febra); <i>Avena sterilis</i> L. (balanco-maior);
<i>Cynodon dactylon</i> L. (grama) e <i>Cyperus rotundus</i> L. (junça). Como se
constata, em ambos os anos de ensaio, as infestantes mais representativas foram
as dicotiledóneas anuais, o que está de acordo com Solh e Pala (1990) os quais referem,
serem estas, as principais infestantes da cultura do grão-de-bico na região Mediterrânica.
De salientar, que no segundo ano de ensaio, as infestantes monocotiledóneas perenes
ou vivazes <i>Cynodon dactylon</i> L. (grama) e <i>Cyperus rotundus</i> L. (junça),
surgiram já numa fase adiantada do desenvolvimento da cultura. A dicotiledónea <i>Convolvulus
arvensis</i> L. (corriola), apesar de ser também perene e de ciclo mais tardio,
esteve presente em ambos os anos de ensaio.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Como se pode verificar no <a href = "#q2">Quadro 2</a>, a reinfestação após a sementeira da
cultura foi muito superior no segundo ano de ensaio (2016/2017), para todas as doses
e volumes de calda aplicados. A antecipação da sementeira em cerca de um mês relativamente
ao primeiro ano de ensaio (2015/2016) terá contribuído para uma maior reinfestação,
como se pode observar pelos talhões testemunha, o que está de acordo com Knott e
Halila (1988). Também o facto de no primeiro ano de ensaio se ter utilizado a sementeira
direta como técnica de instalação da cultura, terá sido determinante para essa menor
reinfestação, o que está de acordo com Calado <i>et al</i>. (2008). Estes autores
referem, que a sementeira direta, ao não causar distúrbio no solo, permite uma germinação
das sementes das infestantes menos escalonada ao longo do ciclo das culturas. O
<a href = "#q3">Quadro 3</a> mostra, para todos os tratamentos (dose x volume) e períodos de contagem,
que a eficácia do herbicida foi maior no ano de 2015/2016, o que terá também contribuído
para uma menor reinfestação neste ano de ensaio. A menor eficácia do herbicida no
ano de 2016/2017 terá sido consequência provável das temperaturas mais baixas verificadas
após a aplicação do mesmo, principalmente das mínimas (<a href = "#q1">Quadro 1</a>), tal como referido
em Terralia (2017).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a17q2.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

<a name = "q3"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a17q3.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">No
primeiro ano de ensaio, apenas aos 90 DAS se verificaram diferenças significativas
na eficácia do controlo das infestantes, com o tratamento D1V2 a obter uma menor
eficácia relativamente aos tratamentos D1V1, D2V1, D3V2 e D4V1 e, todos os tratamentos,
foram mais eficazes em relação ao segundo ano de ensaio (<a href = "#q3">Quadro 3</a>). No segundo ano,
só aos 60 DAS, as duas doses mais altas de herbicida, foram mais eficazes que as
duas doses mais baixas, para ambos os volumes de aplicação. Aos 90 DAS a dose menor
de herbicida, obteve uma eficácia menor que qualquer outra dose, também para ambos
os volumes de calda.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A baixa produtividade
do grão-de-bico no ano de 2016/2017 (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a17q4.jpg" target = "_blank">Quadro 4</a>) estará relacionada com diversos fatores
entre os quais, as características do próprio solo, mas também com a baixa precipitação
ocorrida nos meses de Abril e Maio (<a href = "#q1">Quadro 1</a>), quando a cultura se encontrava em
fases de desenvolvimento muito importantes na definição da produção, como a floração
e a formação e enchimento do grão. No entanto, a interação ano x dose x volume não
foi significativa, sendo essa diferença significativa para os anos de ensaio, doses
de herbicida e para a interação ano x dose (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a17q4.jpg" target = "_blank">Quadro 4</a>). A diferença não significativa
na produtividade da cultura no primeiro ano de ensaio entre os talhões LIVRE (monda
manual) e todas as doses de herbicida e, no segundo ano, entre os talhões LIVRE
e as doses mais altas de herbicida, demonstra claramente não ter havido qualquer
fitotoxidade deste, relativamente à cultura. Estes resultados estão de acordo com
Ramakrishna <i>et al</i>. (1992) e Taran <i>et al</i>. (2013), mas que contraria
Ahmad <i>et al</i>. (1990) e Kayan e Adak (2005), os quais demonstraram que o controlo
manual de infestantes aumentou significativamente a produção de grão por unidade
de área. Em ambos os anos de ensaio, os talhões testemunha foram os que menos produziram,
consequência de uma maior população de infestantes que competem com o grão-de-bico
pelo espaço, água e nutrientes, tal com referido por Pooniya <i>et al</i>. (2009)
e Gore <i>et al</i>. (2015). No primeiro ano de ensaios, não se verificaram diferenças
significativas entre as doses de herbicida aplicadas, mas no segundo ano, a produção
na dose mais baixa (1500 g s.a ha<sup>-1</sup>), foi menor relativamente à observada
nas duas doses mais altas (2100 e 2400 g s.a ha<sup>-1</sup>), consequência da sua
menor eficácia no controlo das infestantes, principalmente no período até 60 dias
após a sua aplicação (<a href = "#q3">Quadro 3</a>), o que estará de acordo com Thakar <i>et al</i>. (1995).
Para todas as doses de herbicida, o volume de calda não foi importante na definição
da produção de grão na cultura.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Quando
se correlaciona a eficácia dos diferentes tratamentos com a produção de grão por
unidade de área, verifica-se para todos os períodos, que é altamente significativa
(Equações 1, 2, 3 e 4).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Equação 1</b>: 1,277 x + 5,45 (n-1=15; r<sup>2</sup> = 0,823; p &#8804; 0,001) (30 DAS)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Equação 2</b>: 1,327 x + 13,65 (n-1= 15; r<sup>2</sup> = 0,851; p &#8804; 0,001) (60 DAS)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Equação 3</b>: 1,858 x –
35,88 (n-1= 15; r<sup>2</sup> = 0,774; p &#8804; 0,001) (90 DAS)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Equação 4: </b>2,012 x – 49,89 (n-1=
15; r<sup>2</sup> = 0,774; p &#8804; 0,001) (120 DAS)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Relativamente a todos os parâmetros de produção estudados, constata-se que a interação
ano x dose x volume, apenas foi significativa para a altura das plantas, com o segundo
ano de ensaios a apresentar para todas as modalidades, um menor valor relativamente
ao primeiro ano (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a17q5.jpg" target = "_blank">Quadro 5</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Quando se correlaciona a produção de grão por
unidade de área com a altura das plantas (<a href = "#f1">Figuras 1</a> e <a href = "#f2">2</a>), verifica-se que em ambos
os anos de ensaio, essa correlação é positiva e significativa, sendo no segundo
ano, polinomial, o que está de acordo com Kayan e Adak (2012).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f1"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a17f1.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

<a name = "f2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a17f2.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Também, em ambos os anos, o número de vagens por
planta, esteve positiva e significativamente correlacionada com a produção de grão
por unidade de área (<a href = "#f3">Figuras 3</a> e <a href = "#f4">4</a>), confirmando os resultados obtidos por Hasanuzzaman
<i>et al</i>. (2007) e Kayan e Adak (2012).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

<a name = "f3"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a17f3.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

<a name = "f4"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a17f4.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Dos dois componentes da produção (peso médio da semente e número de sementes
por unidade de área), verificou-se que o número de sementes por unidade de área,
apresentou uma correlação positiva e altamente significativa com a produção de grão
por unidade de área (equação 5), enquanto a correlação entre esta e o peso médio
da semente, não foi significativa, em ambos os anos de ensaio (equação 6).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Equação 5: </b>y = 0,273 x + 16,65 (n-1= 9; r<sup>2</sup> = 0,915; p &#8804; 0,001)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Equação 6</b>: y = - 0,240 x + 213,3 (n-1 = 9; r<sup>2</sup> = 0,027; n.s)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A eficácia
do herbicida de pré-emergência aclonifena na cultura do grão-de-bico depende de
diversos fatores, sendo a temperatura o mais importante de todos eles, mas também
o próprio solo. No entanto, e tendo em conta as condições em que se realizaram estes
ensaios, poder-se-á afirmar que em sementeiras mais tardias e quando se utiliza
a sementeira direta como técnica de instalação da cultura, a aplicação deste herbicida
poderá ser suficiente para se obter uma boa produtividade, não dependendo a mesma,
da dose aplicada e do volume de calda utilizado. Em sementeiras mais precoces e
quando se utilizam sistemas de mobilização que causem distúrbio no solo, com uma
consequente maior reinfestação, a aplicação deste herbicida poderá não ser suficiente
para se conseguir uma produção satisfatória de grão por unidade de área, mesmo aplicando
doses mais elevadas. Neste caso, poderá ter que se recorrer a aplicações de herbicidas
de pós-emergência para se obter um satisfatório controlo das infestantes. Contudo,
atualmente em Portugal, apenas existe uma substancia ativa homologada para aplicação
em pós-emergência, que é o piridato, mas cujos resultados têm sido até agora insatisfatórios,
pelo facto de ser seletivo para muitas infestantes que surgem na cultura do grão-
de-bico e principalmente por poder causar alguma fitotoxidade na cultura. Por estas
razões, a investigação deverá no futuro, ser direcionada no sentido da procura de
substâncias ativas de pós-emergência, as quais possam ser eficazes na cultura do
grão-de-bico.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Ahmad, M.; Khalid, S. &amp; Siddiqui, S.U. (1990) – Efficacy of pre- and post-emergence
herbicides and their application methods on the growth, yield and nodulation of
chickpea (<i>Cicer arietinum</i>). <i>Pakistan Journal of Weed Science Research</i>,
vol. 3, n. 1, p. 89-97.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682349&pid=S0871-018X201800020001700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bhan, V.M.
&amp; Kukula, S. (1987) – Weeds and their control in chickpea. <i>In</i>: (Saxena,
M.C. and Singh, K.B. (Eds.) - <i>The Chickpea</i>. CAB International, Wallingford,
p. 319-328.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682351&pid=S0871-018X201800020001700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bhuatada, P.O. &amp;
Bhale, V.M. (2015) – Effect of herbicides and cultural practices on nutrient uptake
by chickpea and weed. <i>Journal of Crop and Weed</i>, vol. 11, n. 1, p. 232-235.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682353&pid=S0871-018X201800020001700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Calado, J.M.G.; Basch, G. &amp; Carvalho, M. (2008)
– Aparecimento de plantas espontâneas com e sem perturbação do solo em condições
Mediterrânicas. <i>Revista de Ciências Agrárias</i>, vol. 31, n. 2, p. 68-78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682355&pid=S0871-018X201800020001700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Cardoso, J.V.C. (1965a) – <i>Os solos de Portugal</i>:
<i>sua classificação e génese</i>:<i> I</i>. <i>A sul do rio Tejo</i>. Direção Geral
dos Serviços Agrícolas, 1ª ed. p. 113-117.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682357&pid=S0871-018X201800020001700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Cardoso, J.V.C. (1965b) – <i>Os solos de Portugal: sua classificação e
génese: I. A sul do rio Tejo</i>. Direção Geral dos Serviços Agrícolas, 1ª ed. p.
190-193.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682359&pid=S0871-018X201800020001700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Denish, K.; Kumar, S. &amp;
Pannu, R.K. (2011) – Evaluation of Post-emergence Herbicides in Chickpea (<i>Cicer
arietinum</i>). <i>Indian Journal of Weed Science</i>, vol. 43, n. 1-2, p. 92-93.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682361&pid=S0871-018X201800020001700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Gore, A.K.; Gobade, S.M. &amp; Patil, P.V. (2015)
– Effect of pre and post emergence herbicides on yield and economics of chickpea
(<i>Cicer arietinum</i> L.). <i>International Journal of Tropical Agriculture</i>,
vol. 33, n. 2, p. 909-912.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682363&pid=S0871-018X201800020001700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Hasanuzzaman,
M.; Karim, M.F; Fattah, Q.A. &amp; Near, K. (2007) – Yield performance of chickpea
varieties following application of growth regulator. <i>American-Eurasian Journal
of Science Research</i>, vol. 2, n. 2, p. 117-120.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682365&pid=S0871-018X201800020001700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Kayan, N &amp; Adak, M.S. (2005). Effects of different soil tillage
methods, weed control and phosphorus fertilizer doses on yield components in chickpea
under Central Anatolian conditions. <i>Pakistan Journal of Biological Sciences</i>,
vol. 8, n. 11, p. 1503-1506.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682367&pid=S0871-018X201800020001700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Kayan,
N. &amp; Adak, M.S. (2012) – Associations of some characters with grain yield in
chickpea (<i>Cicer arietinum</i> L.). <i>Pakistan Journal of Botany</i>, vol. 44,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Kaushik, S.S.;
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    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>AGRADECIMENTOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os autores agradecem à Universidade de Évora,
à Empresa Bayer CropScience (Portugal) e ao INIAV de Elvas, a colaboração prestada
na elaboração do presente trabalho.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido/received: 2017.09.01</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido em versão revista/received in revised form: 2017.12.28</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Aceite/accepted: 2018.02.12</font></p>

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