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<journal-title><![CDATA[Revista de Ciências Agrárias]]></journal-title>
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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA18011</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Biometria do hipocarpo, fruto e semente e desenvolvimento das plântulas de Anacardium humile A. St. Hil. (Anacardiaceae)]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Biometry of hipocarp, fruit and seed and seedlings development of Anacardium humile A. St. Hil. (Anacardiaceae)]]></article-title>
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<surname><![CDATA[Zuffo]]></surname>
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<institution><![CDATA[,Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Departamento de Produção Vegetal Unidade Universitário de Cassilândia]]></institution>
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<fpage>191</fpage>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The ‘cajuzinho-do-cerrado’ (Anacardium humile) is a forest species with economic potential for the food, drug and cosmetic industries. The objective of this study was to determine and correlate the main biometric characteristics of hipocarps, fruits, seeds (cashew nuts) and the identification of the ideal substrate, as well as to correlate the biometric characteristics of the ‘cajuzinho-do-cerrado’ seedlings. In 100 fresh hipocarps and 100 fruits the following biometric characteristics were analyzed: for length, width, thickness, fresh mass, dry mass, volume, water content and dry mass of the nuts. For the determination of the ideal substrate, the test was a completely randomized design, with two treatments (substrates) and 10 replicates, each plot was composed of 20 seeds. The substrates evaluated were washed sand and commercial substrate (Plantmax HT®). Plant height, root length, shoot diameter, dry mass of roots and shoot, total dry mass and morphological indexes were evaluated: ratio between shoot dry mass/roots, robustness quotient and the Disckson Quality Score. The hipocarps, fruits and seeds (cashew nuts) of the ‘cajuzinho-do-cerrado’ have large biometric variations, as well as a significant and positive correlation between them. For the initial development of ‘cajuzinho-do-cerrado’ plants of the substrate used may be washed sand or commercial substrate.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[cajuzinho-do-cerrado]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Cerrado]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[correlação Spearman]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[‘cajuzinho-do-cerrado’]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Cerrado]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Spearman correlation]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Biometria do hipocarpo, fruto e semente e desenvolvimento das plântulas
de <i>Anacardium humile </i>A. St. Hil. (Anacardiaceae)</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Biometry of hipocarp, fruit and seed and seedlings development of <i>Anacardium
humile </i>A. St. Hil. (Anacardiaceae)</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Alan Mario Zuffo</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul,
Departamento de Produção Vegetal, Unidade Universitário de Cassilândia, MS 306,
km 6,4, CEP: 79540-000, Cassilândia, MS, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(E-mail: <a href="mailto:alan_zuffo@hotmail.com">alan_zuffo@hotmail.com</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O cajuzinho-do-cerrado (<i>Anacardium humile</i>)
é uma espécie florestal com potencial económico para a indústria alimentar, farmacêutica
e cosmética. Este trabalho teve como objetivo determinar e correlacionar as principais
características biométricas dos hipocarpos, dos frutos (núculas) e da semente (castanha)
e a identificação do substrato ideal para a germinação das sementes, bem como correlacionar
as características biométricas das plântulas de cajuzinho-do-cerrado. Analisaram-se
em 100 hipocarpos frescos e 100 frutos as seguintes características biométricas:
comprimento longitudinal, largura, espessura, massa fresca, massa seca, volume,
teor de água e, a massa seca de 100 sementes. Para a determinação do substrato ideal,
o ensaio foi inteiramente casualizado, com dois tratamentos (substratos) e dez repetições,
cada parcela foi composta por 20 sementes. Os substratos avaliados foram: areia
lavada e substrato comercial (Plantmax HT<sup>®</sup>). Avaliou-se a altura de plantas,
o comprimento radicular, o diâmetro do hipocótilo, a massa seca de raízes e parte
aérea, a massa seca total e os índices morfológicos: relação entre a massa seca
da parte aérea/raízes, o quociente de robustez e o índice de qualidade de Dickson.
Os hipocarpos, frutos e sementes de cajuzinho-do-cerrado possuem grandes variações
biométricas, bem como correlação significativa e positiva predominante entre elas.
Para o desenvolvimento inicial de plantas de cajuzinho-do-cerrado o substrato utilizado
pode ser areia lavada ou substrato comercial.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave:</b> cajuzinho-do-cerrado, Cerrado, correlação Spearman.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">The ‘cajuzinho-do-cerrado’ (<i>Anacardium humile</i>)
is a forest species with economic potential for the food, drug and cosmetic industries.
The objective of this study was to determine and correlate the main biometric characteristics
of hipocarps, fruits, seeds (cashew nuts) and the identification of the ideal substrate,
as well as to correlate the biometric characteristics of the ‘cajuzinho-do-cerrado’
seedlings. In 100 fresh hipocarps and 100 fruits the following biometric characteristics
were analyzed: for length, width, thickness, fresh mass, dry mass, volume, water
content and dry mass of the nuts. For the determination of the ideal substrate,
the test was a completely randomized design, with two treatments (substrates) and
10 replicates, each plot was composed of 20 seeds. The substrates evaluated were
washed sand and commercial substrate (Plantmax HT<sup>®</sup>). Plant height, root
length, shoot diameter, dry mass of roots and shoot, total dry mass and morphological
indexes were evaluated: ratio between shoot dry mass/roots, robustness quotient
and the Disckson Quality Score. The hipocarps, fruits and seeds (cashew nuts) of
the ‘cajuzinho-do-cerrado’ have large biometric variations, as well as a significant
and positive correlation between them. For the initial development of ‘cajuzinho-do-cerrado’
plants of the substrate used may be washed sand or commercial substrate.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords: </b>‘cajuzinho-do-cerrado’, Cerrado, Spearman correlation.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O Cerrado brasileiro
possui cerca de 11627 espécies vasculares, o que representa 30% da biodiversidade
brasileira e 5% da biodiversidade mundial (Mendonça <i>et al</i>., 2008). Entre
as espécies nativas com grande potencial económico, destaca-se a espécie <i>Anacardium
humile </i>A. St. Hil., popularmente conhecido como cajuzinho-do-cerrado, pertencente
à família Anacardiaceae. O cajuzinho-do-cerrado é uma espécie arbórea neotropical
distribuída em campo sujo e cerrado <i>sensu stricto</i>, e as principais áreas
de ocorrência são as seguintes: os estados de Bahia, Distrito Federal, Goiás, Mato
Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rondônia e São Paulo (Almeida
<i>et al</i>., 1998).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A planta é
espécie florestal pertencente ao grupo das fruteiras tropicais. O hipocarpo (vulgarmente
designado por “pseudofruto” e que resulta do intumescimento após a fecundação do
receptáculo e parte terminal do pedúnculo) é mais ácido, que o do cajueiro-comum
(<i>Anacardium occidentale</i> L.). O fruto é uma núcula reniforme, já a semente
(vulgarmente designada por “castanha”) apresenta óleo, que é corrosivo e volátil,
contém cardol e ácido anacárdico, com uso medicinal, com ação antisséptica e cicatrizante
(Almeida <i>et al</i>., 1998; Barroso <i>et al</i>., 1999). O hipocarpo e a semente
do cajuzinho-do-cerrado são comestíveis e podem ser consumidos <i>in natura </i>e
torrada, respectivamente; ambos, podem também ser usados como fonte de matéria-prima
por pequenas indústrias alimentares (doces tradicionais) e para a etonobotânica
local do Centro-Oeste do Brasil (Soares <i>et al</i>., 2013).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Apesar do promissor potencial económico para a indústria
alimentar, farmacêutica e de cosmética são poucos os estudos relativos à domesticação
do cajuzinho-do-cerrado (Ressel <i>et al</i>., 2015). Também não há dados sobre
os atributos biométricos do fruto e semente.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Assim, são necessários estudos sobre os atributos biométricos dos hipocarpos,
frutos e sementes e as suas inter-relações, afim, de fornecer conhecimento da dinâmica
produtiva e exploração das espécies que facilitem os programas de melhoramento genético
tal como estudado por Gusmão <i>et al</i>. (2006) em<i> Byrsonima verbascifolia</i>.
Além disso, para a produção de mudas de espécies florestais, o substrato a ser utilizado
é um dos fatores mais importantes, por ter que fornecer condições ideais para a
emergência das plântulas e proporcionar o desenvolvimento do sistema radicular (Ajalla
<i>et al</i>., 2012).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Naqueles pressupostos,
este trabalho teve como objetivo determinar e correlacionar as principais características
biométricas dos hipocarpos, frutos e semente e determinar o substrato ideal, bem
como correlacionar as principais características biométricas das plântulas de cajuzinho-do-cerrado,
necessárias para à obtenção de informações sobre as suas potencialidades produtivas
e económicas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Biometria do hipocarpo, fruto e semente</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os hipocarpos
e frutos foram colhidos numa área de vegetação natural, cujas espécies são constituintes
da reserva natural da Fazenda União (14º 50’ 41’’ S; 52º 22’ 49’’ W), com aproximadamente
100 ha situada no vale da Serra Azul, distante 28 km do município de Nova Xavantina
e altitude de 290 m, leste do estado de Mato Grosso, Brasil. A vegetação da área
de estudo é do tipo Cerrado <i>sensu stricto</i>, encontra-se pouco antropizada,
ainda com presença de várias espécies frutíferas nativas deste bioma, entre elas
o cajuzinho-do-cerrado, que não vem sendo explorado extrativistamente, servindo
apenas como alimentação de animais selvagens.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O clima da região é do tipo Aw, segundo a classificação Köppen, com duas
estações climáticas bem definidas uma seca que vai geralmente de maio a setembro,
e uma chuvosa, de outubro a abril, com temperatura média anual de 24 °C e precipitação
média de 1.500 mm (Silva <i>et al</i>., 2008). Os dados climáticos foram coletados na estação meteorológica
do Instituto Nacional de Meteorologia – INMET encontram-se na <a href = "#f1">Figura 1</a>.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f1"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20f1.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os hipocarpos e frutos maduros (núculas) (<a href = "#f2">Figura 2</a>) foram
colhidos na copa da árvore, durante a segunda semana do mês de outubro do ano de
2017, início da estação chuvosa na região. Após a colheita, os hipocarpos, frutos
malformados, predados e chochos, foram retirados e rapidamente lavados. De seguida,
parte dos hipocarpos e frutos foram transportados para o Laboratório de Biologia
Vegetal da Universidade do Estado de Mato Grosso, <i>campus</i> de Nova Xavantina
– MT para realização dos atributos biométricos e parte dos frutos foi enviado para
o Laboratório de Fitotecnia da Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul, a fim
de determinar o efeito de dois substratos na emergência e desenvolvimento das plântulas
de cajuzinho-do-cerrado.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20f2.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Numa amostra aleatória
de 100 hipocarpos, frutos e sementes, retirada de 120 hipocarpos e núculas visualmente
sadios, inteiros e sem deformação, procedeu-se à determinação das características
biométricas. Nos hipocarpos avaliou-se: comprimento longitudinal (CLH) e largura
(LPH) com um paquímetro digital (Clarke-150 mm) e um grau de precisão de ±0,01 mm;
a massa fresca (MFH), a massa seca (MSH), o volume (VH) e o teor de água (TH). Nos
frutos foram avaliados: o comprimento longitudinal (CLF), largura (LF), espessura
(EF) dos frutos também com o paquímetro digital (Clarke-150 mm), e a massa fresca
(MFF), massa seca (MSF), volume (VF) eo teor de água (TF). Procedeu-se de seguida
à secagem do fruto e à remoção da semente após o rompimento do pericarpo dos frutos
com auxílio de martelo, e determinação da massa seca da semente (MSS). Para determinação
da massa fresca e seca foi utilizada balança analítica de precisão (0,001 g).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As características biométricas dos hipocarpos,
frutos e sementes foram analisadas mediante distribuição de frequência. Foi calculado
o coeficiente de correlação não paramétrico de Spearman (rS) e o respectivo nível
de significância (P) entre as variáveis por meio do teste t (Zar, 1996). Todas as
análises estatísticas foram realizadas utilizando o programa BIOESTAT 5.0 (Ayres
<i>et al</i>., 2007).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Efeito do tipo de substrato na emergência e
desenvolvimento das plântulas </i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O ensaio foi realizado numa
estufa climatizada com controle automático de temperatura e umidade relativa do
ar, localizada na Estação Experimental Agronômica da Universidade Estadual de Mato
Grosso do Sul – UEMS, em Cassilândia, MS (19º 06' 48&quot; S; 51º 44' 03&quot; W
e altitude média de 470 m), no período de outubro a dezembro de 2017. As condições
ambientais durante a condução do ensaio foram: temperatura média do ar de 25 ºC
(±2 ºC), umidade relativa do ar de 80% (±5%) e densidade de fluxo de fótons fotossintético
de 834 µmol m<sup>–2</sup> s<sup>–1</sup> (±220 µmol m<sup>–2</sup> s<sup>–1</sup>).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O delineamento experimental foi inteiramente casualizado,
com dois tratamentos (substratos) e dez repetições, cada parcela foi composta por
20 sementes. Os substratos avaliados foram: areia lavada e substrato comercial (Plantmax
HT<sup>®</sup>). A composição química do Plantmax HT<sup>®</sup> era a seguinte:
pH em CaCl<sub>2</sub> de 5,9; 0,58% de C; 0,40 cmol<sub>c</sub> kg<sup>-1</sup>
de Al<sup>+3</sup> + H; 680 mg kg<sup>-1</sup> de P; 2,90 cmol<sub>c</sub> kg<sup>-1</sup>
de K; 7,80 cmol<sub>c</sub> kg<sup>-1</sup> de Ca; 7,50 cmol<sub>c</sub> kg<sup>-1</sup>
de Mg; 18,60 cmol<sub>c</sub> kg<sup>-1</sup> de CTC.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os substratos foram colocados em tabuleiros plásticos perfurados,
com capacidade de 7 L (46 cm x 29 cm x 6,5 cm). Cada tabuleiro constituia uma repetição.
Para a sementeira, as sementes foram depositadas na posição com o “dorso” para cima,
de acordo com recomendação de Zuffo <i>et al</i>. (2014a) para o cajueiro (<i>Anacardium
microcarpum</i> Ducke, syn.: <i>A. ocidentale</i> L.).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Aos 50 dias após a sementeira (DAS) avaliou-se: altura de plantas
(cm) - determinada da superfície do solo à inserção da última folha; comprimento
radicular (cm) – denominado raiz pivotante; diâmetro do hipocótilo (cm) - medido
na altura do colo da planta , isto é, à superfície do solo, por meio de leituras
em paquímetro digital (Clarke-150 mm), com grau de precisão de ±0,01 mm. Em seguida,
as plantas foram separadas em parte aérea e sistema radicular, acondicionadas em
sacos de papel e levadas para estufa de circulação forçada por 72 horas a 65 °C
(±1,0 ºC), visando a determinação da massa seca de raízes e parte aérea, pesadas
em balança analítica com precisão de 0,001 g. A partir dessas avaliações determinou-se
a massa seca total (MST) e calcularam-se os índices morfológicos: relação entre
a massa seca da parte aérea/raízes (MSA/MSR), o quociente de robustez (QR) que foi
determinado em função da relação entre altura da planta e o diâmetro do colo (AP/DC)
e o índice de qualidade de Disckson (IQD), este de acordo com a Equação 1, proposta
por Dickson <i>et al</i>. (1960):</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20eq1.jpg">                                                                     
[Eq. 1]</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">onde, MST é a massa de matéria
seca total (g); AP é a altura da parte aérea (cm); DC é o diâmetro do colo (mm);
MSA é a massa seca da parte aérea (g); e, MSR é a massa seca das raízes (g). O índice
de qualidade de Dickson (IQD) por envolver várias variáveis na sua determinação
é considerado um excelente indicador da qualidade das plântulas (Dickson <i>et al</i>.,
1960).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os dados foram submetidos
a análise de variância (ANOVA), e quando significativas as médias foram comparadas
pelo teste F de Fisher–Snedecor, ao nível de 5% de probabilidade, utilizando-se
o programa estatístico Sisvar<sup>®</sup> versão 5.3 para Windows (Software de Análises
Estatísticas, UFLA, Lavras, MG, BRA).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Biometria do hipocarpo, fruto e semente </i></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A análise descritiva
das variáveis avaliadas nos hipocarpos, frutos e sementes de cajuzinho-do-cerrado
estão apresentadas no <a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>. Os valores de assimetria e curtose aproximaram-se
de zero para o comprimento, o diâmetro e a massa seca do hipocarpo, do fruto e da
semente, tais resultados indicam distribuição aproximadamente normal. Também foi
observada grande variação para todas as variáveis dos hipocarpos e frutos. O coeficiente
de variação (CV) variou de 3,28 a 40,63% para o hipocarpo e de 13,33 a 32,96% no
fruto, sendo que a maioria das variáveis avaliados apresentou valores superiores
a 20%, o que indica grande variação das características morfométricas. Estes valores
são semelhantes aos observados por Zuffo <i>et al</i>. (2014b) nas características
biométricas do baru (<i>Dipteryx alata</i> Vog.), por Zuffo <i>et al</i>. (2016a)
na mirindiba (<i>Buchenavia tomentosa</i> Eichler) e no inajá (<i>Attalea maripa</i>
Aubl. Mart.), por Zuffo <i>et al</i>. (2016b), na acácia-rubra (<i>Delonix regia</i>
(Bojer ex Hook.) Raf.) e, por Zuffo <i>et al</i>. (2017) na canafístula (<i>Peltophorum
dubium</i> (Spreng.) Taub.).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Dentre as variáveis
biométricas obtidas para os hipocarpos de cajuzinho-do-cerrado, cerca de 60% destas
apresentaram comprimento longitudinal (CLH) compreendido em duas classes entre 18,2
a 23,5 mm (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20f3.jpg" target = "_blank">Figura 3a</a>), 
com média de 20,28 mm (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>). Esses resultados estão
abaixo dos verificados por Alves<i> et al</i>. (2011), que estudaram os frutos do
cajuzinho-do-cerrado oriundos de diferentes matrizes colhidas na região Sudoeste
do estado de Goiás. Estes autores encontraram valores médios para o comprimento
do hipocarpo de 23,79 mm. O diâmetro (DH) apresentou média de 19,10 mm (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>),
sendo que 36% se concentraram entre 19,1 a 21,5 mm (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20f3.jpg" target = "_blank">Figura 3b</a>). Para a massa fresca
(MFH), 72% dos hipocarpos apresentaram valores situados entre 3,2 a 6,5 g (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20f3.jpg" target = "_blank">Figura
3c</a>), com média de 4,94 g (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>), sendo que em aproximadamente 84% dos casos
massa seca (MSH) foi responsável por peso compreendido entre 0,3 a 1,0 g (<a href = "#f1">Figura
1d</a>), o que representa um grande potencial para o rendimento do teor de água, tendo
em vista, que em 56% dos casos o teor de água (TH) apresentou valores compreendidos
81,8 a 85,0% (<a href = "#f1">Figura 1f</a>), com média 83,61% 
(<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>). Dessa forma, é possível inferir
que para se obter 1 L de suco de cajuzinho-do-cerrado são necessários aproximadamente
cerca de 230 hipocarpos. Em 62% dos hipocarpos avaliados foram obtidos valores de
volume (VH) situados entre 3,7 a 6,0 cm³ (<a href = "#f1">Figura 1e</a>), com média de 5,21 cm³ (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20q1.jpg" target = "_blank">Quadro
1</a>), sendo esta a característica com maior variação observada entre os hipocarpos.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Para as variáveis obtidas nos frutos de cajuzinho-do-cerrado,
cerca de 64% destas apresentaram comprimento (CLF) compreendido entre 17,7 a 20,8
g (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20f4.jpg" target = "_blank">Figura 4a</a>), sendo esta a característica com a menor variação observada entre
os frutos. Já para a largura (LF), cerca de 62% dos frutos concentraram-se na classe
de 15,5 a 18,2 g (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20f4.jpg" target = "_blank">Figura 4b</a>) e, para a espessura (EF), 93% apresentaram valores
entre 8,3 a 13,1 mm (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20f4.jpg" target = "_blank">Figura 4c</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Em
relação a massa fresca (MFF), cerca de 77% agruparam nas classes 1,4 a 2,2 g (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20f4.jpg" target = "_blank">Figura
4d</a>), com média de 1,92 g (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>). Esses resultados assemelham aos obtido por
Alves <i>et al</i>. (2011), os quais, verificaram valores médios do comprimento,
largura e massa fresca do fruto do cajuzinho-do-cerrado de 17,14 mm, 12,68 mm e
2,47 g, respectivamente.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Para a massa
seca (MSF), 48% destas foram observadas entre 1,3 a 1,5 g (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20f4.jpg" target = "_blank">Figura 4e</a>), com média
de 1,40 g (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>). Já, para o volume (VF), cerca de 53% agrupou na classe de
1,6 a 2,2 g (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20f4.jpg" target = "_blank">Figura 4f</a>), com média de 1,96 g (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>). Em relação ao teor de água
(TF), cerca de 56% concentram-se na classe de 19,3 a 27,9 %, com média de 26,50%
(<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20f4.jpg" target = "_blank">Figura 4g</a>). Já para a massa seca da semente (MSS), foram distribuídas em duas classes
centrais que representam 71% das sementes amostradas, na classe 0,28 a 0,39 g (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20f4.jpg" target = "_blank">Figura
4h</a>), com média de 0,37g (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>). Portanto, para a obtenção de 1 kg de semente
seca de cajuzinho-do-cerrado são necessários aproximadamente cerca de 2703 frutos.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Para Zuffo <i>et al</i>. (2016a), além do estudo das características
intrínsecas aos frutos e sementes, também é necessário avaliar a associação entre
estas características. Os autores relatam, ainda, que a associação entre características
é importante pois permite verificar o grau de interferência de uma característica
sobre outra com interesse económico, bem como praticar a seleção indireta. Neste
contexto, o coeficiente de correlação de Spearman (rS) é utilizado para expressar
o grau de associação entre duas variáveis numéricas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os valores obtidos para a correlação de Spearman do cajuzinho-do-cerrado
(<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>) indicaram que houve correlação positiva e significativa entre o comprimento
longitudinal do hipocarpo (CLH) com a sua largura (LH), volume (VH), massa fresca
(MFH) e massa seca (MSH), e teor de água (TH), e ainda com diversas características
biométricas do fruto, designadamente, comprimento (CLF), largura (LF) e espessura
(EF). A massa seca do hipocarpo (MSH) também apresentou interação positiva e significativa
com o volume do hipocarpo (VH), e com o comprimento longitudinal (CLF), largura
(LF) e espessura do fruto (LF). O volume do hipocarpo está também apresentou interação
positiva e significativa correlacionado com o seu teor de água (TH) e com todos
os atributos biométricos do fruto e semente. A massa seca do fruto (MSF) está correlacionada
positivamente com o seu volume (VF) e a massa seca da semente (MSS) (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Os maiores coeficientes de correlação foram observados
entre a massa fresca do hipocarpo (MFH) e massa seca do hipocarpo (MSH) (rS=0,909;
p=0,01) e, entre a massa fresca do fruto (MFF) e massa seca do fruto (MSF) (rS=0,897;
p=0,01). Em ambos os casos estes resultados eram esperados, considerando a associação
existente entre a massa fresca dos frutos e hipocarpos com a massa seca de ambos,
provavelmente, devido à sua contribuição na definição desta última variável.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Dessa forma, a seleção de plantas que possuam
hipocarpos com maior tamanho favorece o melhoramento da espécie, tendo em vista,
que a seleção de plantas que possuam hipocarpos com maiores valores de algumas destas
características, culminará no aumento do rendimento de polpa e de suco.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Por outro lado, nos atributos do fruto obteve-se
uma relação inversamente proporcional entre as seguintes variáveis: a sua massa
seca (MSF) e o seu teor de água (TF) e, entre o teor de água (TF) e a massa seca
da semente (MSS), sendo estas as variáveis, que apresentaram o maior coeficiente
de correlação negativa (rS=-0,273; p=0,01) (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>).</font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Efeito do tipo de substrato no desenvolvimento de plântulas</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em relação ao desenvolvimento inicial das plântulas de cajuzinho-do-cerrado,
evidenciou-se que independente do substrato utilizado, não houve diferença na altura
de plantas, comprimento radicular, diâmetro de colmo, massa seca radicular, coeficiente
de robustez, e na relação entre a massa seca aérea e de raízes e índice de qualidade
de Dickson (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>). Para a massa seca aérea e massa seca total, observou-se que
o substrato comercial culminou em médias significativamente superiores às da areia
para essas variáveis. A ausência do efeito dos substratos na massa seca radicular
de plantas de cajuzinho-do-cerrado também foram verificados por Rodrigues <i>et
al</i>. (2016).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">O coeficiente de
variação (CV) apresentou para a maioria das variáveis valores superiores a 20%,
o que indica que a espécie apresenta alta variabilidade das características morfológicas
das plantas. É importante ressaltar que tais variações também foram verificadas
nas características morfológicas dos frutos e hipocarpos (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>). Dessa forma,
este fato pode estar relacionado a cultura ser rústica e não ter sido domesticada.
Esses resultados já eram esperados pois a espécie possui reprodução sexuada e polinização
entomófila (Lorenzi, 2006). Para Carvalho <i>et al</i>. (2005) as sementes do cajuzinho-do-cerrado
ainda que não dormentes, apresentam baixa frequência de plântulas emergidas num
mesmo intervalo de tempo (baixa sincronia), característica que também favorece a
adaptação da espécie e, a desuniformidade no desenvolvimento das plantas.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Apesar do substrato comercial (Plantmax HT<sup>®</sup>)
ter induzido plantas com maior massa seca aérea (MSA) e a massa seca total (MST)
das plantas de cajuzinho-do-cerrado, estes resultados foram apenas de forma isolada.
Isso porque não houve influência significativa dos substratos nos índices morfológicos
e índice de qualidade de Dickson. Sendo assim, para o desenvolvimento das plântulas
de cajuzinho-do-cerrado pode ser utilizado substrato comercial (Plantmax HT<sup>®</sup>)
ou areia lavada, pois, na fase inicial as reservas contidas nas sementes são suficientes
para a necessidade nutricional das plântulas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Além do estudo das características intrínsecas as plantas, também é necessário
avaliar a associação entre estas características. Segundo Zuffo <i>et al</i>. (2016
a, b) a associação entre características é importante pois permite verificar o grau
de interferência de uma característica sobre outra. Neste contexto, o coeficiente
de correlação de Pearson (r) é utilizado para expressar o grau de associação entre
duas variáveis numéricas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os valores
obtidos para a correlação de Pearson do cajuzinho-do-cerrado indicaram correlação
positiva e significativa entre a maior parte das variáveis relativas ao crescimento
quer da parte aérea quer radicular e ainda na acumulação de biomassa. O maior coeficiente
de correlação (r=0,982; p=0,01), foi observado entre a massa seca radicular (MSR)
e o índice de qualidade de Dickson (IQD) (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20q4.jpg" target = "_blank">Quadro 4</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Por outro lado, houve correlação negativa e significativa entre
o número de folhas (NF) e as variáveis relativas à biomassa da parte aérea e raízes
e as suas relações. O maior coeficiente de correlação (r=0,672; p=0,01), foi observado
entre a relação entre a matéria seca aérea e raízes (RAR) e o índice de qualidade
de Dickson (IQD) (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a20q4.jpg" target = "_blank">Quadro 4</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Desse
modo, ao selecionar as plantas de cajuzinho-do-cerrado com maior: diâmetro de colo,
número de folhas (NF), massa seca aérea (MSA), massa seca radicular (MSR) e maior
massa seca total (MST) resultará na seleção indireta de mudas com maior índice de
qualidade de Dickson (IQD).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os hipocarpos, frutos e sementes de cajuzinho-do-cerrado possuem
grandes variações biométricas, bem como correlação significativa e positiva predominante
entre elas. O maior tamanho do fruto e da massa seca, do volume, do teor de água
e da sua massa média são indicativos importantes para a seleção de frutos para a
indústria alimentar pois garantem maior quantidade de massa fresca do hipocarpo
(polpa). Na seleção de frutos maiores, escolhem-se indiretamente hipocarpos com
maior rendimento de polpa.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Na obtenção
de mudas do cajuzinho-do-cerrado o substrato utilizado pode ser areia lavada ou
substrato comercial (Plantmax HT<sup>®</sup>). O diâmetro do colo, o número de folhas,
a massa seca aérea, a massa seca radicular e a massa seca total são as variáveis
mais adequadas para indicar a qualidade das plântulas de cajuzinho-do-cerrado. Com
destaque, o diâmetro do colo e o número de folhas por serem de medição rápida, simples
e não destrutiva.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências Bibliográficas</b></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Ajalla, A.C.; Volpe, E.; Vieira, M.D. &amp; Zárate,
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Ribeiro, J.F. (1988) - <i>Cerrado: aproveitamento alimentar</i>. Planaltina, Embrapa-CPAC,
188 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682840&pid=S0871-018X201800020002000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Alves, H.P.S.; Reis, E.F.R.;
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Progresso da Ciência</i>, Goiânia, SBPC, Brasil, s/n.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682842&pid=S0871-018X201800020002000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Ayres, M.; Ayres Júnior, M. &amp; Santos, A.A.S. (2007) - <i>BioEstat
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    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Barroso,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Carvalho, M.P.; Santana, D.G.
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Mendonça, R.C.; Felfili, J.M.;
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    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Ressel, K.A.; Souza, L.R.M &amp; Reis, E.F. (2015)
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<a href = "https://doi.org/10.1590/0103-8478cr20141143" target = "_blank">https://doi.org/10.1590/0103-8478cr20141143</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682856&pid=S0871-018X201800020002000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Rodrigues, F.; Pereira, C.L.; Mrojinski, F.; Silva, M.A. &amp; Mendes,
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J.M. (2014b) - Caracterização biométrica de frutos e sementes de baru (<i>Dipteryx
alata</i> Vog.) na região leste de Mato Grosso, Brasil. <i>Revista de Ciências Agrárias</i>,
vol. 37, n. 4, p. 463-471.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682864&pid=S0871-018X201800020002000017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

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<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Zuffo,
A.M.; Gesteira, G.S.; Zuffo Júnior, J.M.; Andrade, F.R.; Soares, I.O.; Zambiazzi,
E.V.; Guilherme, S.R. &amp; Santos, A.S. (2016a) - Caracterização biométrica de
frutos e sementes de mirindiba (<i>Buchenavia tomentosa</i> Eichler) e de inajá
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Júnior, J.M. (2016b) - Physical characterization of fruits and seeds of <i>Delonix
regia</i> (Bojer ex Hook.) raf. (Fabaceae – Caesalpinoideae). <i>International Journal
of Current Research</i>, vol. 8, n. 11, p. 42072-42076.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682867&pid=S0871-018X201800020002000019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Zuffo, A.M.; Steiner, F., Zoz, T.; Júnior, J.M.Z.; Douradinho,
G.Z.; Oliveira, C.P. &amp; Bortolazzo, G. (2017) - Atributos biométricos de frutos
e sementes de<i> Peltophorum dubium</i> (Spreng.) Taub. <i>Revista de Ciências Agrárias</i>,
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    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Agradecimentos</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O autor expressa seu agradecimento a CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento
de Pessoal de Nível Superior) pela concessão de bolsa de PNPD/Capes e à Universidade
do Estado de Mato Grosso e à Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul pelo apoio
logístico.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido/received: 2018.01.11</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido em versão revista/received in revised form: 2018.03.06</font></p>

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