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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA17234</article-id>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Currently, many simulation models of growth and development have been used to simulate the behavior of several crops under different edaphoclimatic and management conditions. The State of Mato Grosso is considered the largest grain producer nationally, but it is still lacking in terms of research using simulation models. In view of the above, the objective of this work was to calibrate the genetic coefficients for popcorn corn and simulate the productivity in function of different sowing times. The calibration of the genetic coefficients and simulation of the growth, development and productivity of popcorn was performed by the CERES-Maize model, inserted in the Support System for Agrotechnology Transfer (DSSAT v.4.6). For this work, daily meteorological data of the Municipality of Tangará da Serra were used between 2004 and 2015 provided by the National Institute of Meteorology (INMET). Simulations for popcorn were performed for six sowing dates (02/01, 02/10, 02/20, 03/01, 03/10 and 03/20). The average yields generated by the CERES-Maize model were decreasing as the sowing delay of the popcorn crop 4,928; 4,116; 2,868; 1,554; 1,074 and 985 kg ha-1 respectively occurred.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Modelagem]]></kwd>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[época de semeadura]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[sowing season]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Calibração dos coeficientes genéticos e simulação da produtividade do
milho pipoca de segunda safra para Tangará da Serra, Brasil</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Calibration of genetic coefficients and simulation of the productivity of
porcorn of second crop season for Tangará da Serra, Brazil</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Cleonir A. Faria Junior</b><sup>1</sup>, <b>Paulo S. L. Freitas</b><sup>1</sup>, <b>Rivanildo
Dallacort</b><sup>2</sup>, <b>Juliana M. Voroniak</b><sup>1</sup>*, <b>Ana Claudia S. Souza</b><sup>2</sup>,
<b>Liliane S. Mioto</b><sup>1</sup> e <b>João Danilo Barbieri</b><sup>1</sup></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>1</sup>Universidade Estadual de Maringá, Maringá - Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>2</sup>Universidade do Estado do Mato Grosso, Tangará da Serra - Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href="mailto:juliana.voroniak@hotmail.com">juliana.voroniak@hotmail.com</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Atualmente,
muitos modelos de simulação de crescimento e desenvolvimento vêm sendo utilizados
para simular o comportamento de diversas culturas em distintas condições edafoclimáticas
e de manejo. O Estado do Mato Grosso é considerado o maior produtor de grãos nacionalmente,
porém ainda é carente em termos de pesquisas que utilizam modelos de simulação.
Diante do exposto, o objetivo deste trabalho foi calibrar os coeficientes genéticos
para a cultura do milho pipoca e simular a produtividade em função de diferentes
épocas de semeadura. A calibração dos coeficientes genéticos e simulação do crescimento,
desenvolvimento e produtividade do milho pipoca foi realizada pelo modelo CERES-Maize,
inserido no Sistema de Suporte para Transferência de Agrotecnologia (DSSAT v.4.6).
Para a realização desse trabalho foram utilizados dados meteorológicos diários do
Município de Tangará da Serra dos anos compreendidos entre 2004 a 2015 fornecidos
pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). As simulações para o milho pipoca
foram realizadas para seis datas de semeadura (01/02, 10/02, 20/02, 01/03, 10/03
e 20/03). As produtividades médias geradas pelo modelo CERES-Maize foram decrescendo
à medida que ocorre o atraso da semeadura da cultura do milho pipoca 4928, 4116,
2868, 1554, 1074 e 985 kg ha<sup>-1 </sup>respectivamente.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave: </b>Modelagem, clima, época de semeadura.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Currently, many simulation models of growth and development
have been used to simulate the behavior of several crops under different edaphoclimatic
and management conditions. The State of Mato Grosso is considered the largest grain
producer nationally, but it is still lacking in terms of research using simulation
models. In view of the above, the objective of this work was to calibrate the genetic
coefficients for popcorn corn and simulate the productivity in function of different
sowing times. The calibration of the genetic coefficients and simulation of the
growth, development and productivity of popcorn was performed by the CERES-Maize
model, inserted in the Support System for Agrotechnology Transfer (DSSAT v.4.6).
For this work, daily meteorological data of the Municipality of Tangará da Serra
were used between 2004 and 2015 provided by the National Institute of Meteorology
(INMET). Simulations for popcorn were performed for six sowing dates (02/01, 02/10,
02/20, 03/01, 03/10 and 03/20). The average yields generated by the CERES-Maize
model were decreasing as the sowing delay of the popcorn crop 4,928; 4,116; 2,868;
1,554; 1,074 and 985 kg ha<sup>-1</sup> respectively occurred.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords: </b>Modeling, climate, sowing season.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O milho pipoca (<i>Zea mays</i> L.) é considerado
um tipo de milho especial, por apresentar característica de se expandir, o que o
diferencia de outras variedades de milho. Por pertencer à mesma família botânica
do milho comum, muitas das práticas de manejo empregadas são idênticas, como exemplo,
a escolha da época de semeadura.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">No
entanto, há evidências de que essas práticas, nem sempre são apropriadas, visto
que a planta de milho pipoca, apresenta algumas particularidades como menor produtividade,
arquitetura de planta diferente do milho comum, exigências nutricionais e maior
susceptibilidade a pragas e doenças (Ziegler &amp; Ashman, 1994; Nunes <i>et al</i>.,
2003).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Por outro lado, a produtividade,
tanto do milho comum como a do milho pipoca, é influenciada pelos mesmos fatores.
Dentre esses fatores a temperatura e a precipitação são considerados os mais influentes
(Aspiazú, 1971). Assim, a escolha da melhor época de semeadura é imprescindível
para que a cultura do milho pipoca atinja altas produtividades.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Contudo, as informações a respeito da definição da melhor
época de semeadura ainda são escassas. Dessa forma, há uma necessidade de pesquisas
direcionadas para essa cultura definindo as exigências, o manejo mais adequado e
a melhor época de semeadura.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Neste
sentido, o uso da modelagem pode ser vantajoso, pois os modelos de simulação de
crescimento e desenvolvimento de plantas podem ser empregados para simular o comportamento
de diversas culturas. Segundo Hoogenboom (2000) os modelos de simulação de culturas
vêm sendo utilizados para estudar o impacto das mudanças climáticas sobre a produção
agrícola.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Atualmente, existem distintos
modelos desenvolvidos para a simulação de crescimento de diversas culturas. Dentre
esses, destaca-se o modelo <i>Crop Environment Resource Synthesis </i>(CERES-Maize),
do sistema DSSAT (<i>Decision Support System for Agrotechnology Transfer</i>) (Hoogenboom
<i>et al</i>., 2004).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O modelo é
usado para a simulação do desenvolvimento e balanço hídrico de distintas culturas,
relacionando os resultados a partir da combinação dos efeitos do clima (regime térmico,
estresse hídrico e disponibilidade de luminosidade) e do manejo (irrigação, população
e espaçamento entre fileiras, época de semeadura) no crescimento e rendimento do
milho (Andrade <i>et al</i>., 2009).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">De acordo com Amaral <i>et al</i>. (2015) o modelo CERES-Maize simula de forma
satisfatória o crescimento, desenvolvimento e a produtividade de grãos de milho.
Desta forma, o objetivo do trabalho foi calibrar os coeficientes genéticos para
a cultura do milho pipoca, simular a produtividade em função de diferentes épocas
de semeadura, e definir a melhor época em segunda safra.</font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Experimento a campo</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O experimento foi conduzido na área experimental
do Laboratório de Agrometeorologia, pertencente à Universidade do Estado do Mato
Grosso (UNEMAT), localizado no munícipio de Tangará da Serra - MT, com latitude
14º39’ S, longitude 57°25’53” W e altitude de 440 m.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O clima predominante da região é do tipo Aw – tropical úmido
megatérmico, segundo classificação de Köppen, com temperatura média anual de 24,4°C
e precipitação média anual de 1830 mm, segundo dados do INMET (2017). O município
apresenta uma estação seca entre os meses de abril a setembro e uma chuvosa de outubro
a março (Dallacort <i>et al</i>., 2011).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Durante o ciclo da cultura no tratamento 3 a temperatura média foi de 26,6 °C,
com mínima média de 19,8 °C, máxima média de 33,3 °C, precipitação de 109 mm e irrigação
de 508 mm (<a href = "#f1">Figura 1</a>).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f1"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a21f1.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A variedade utilizada
no experimento foi a AP6002 da empresa Yoki, recomendado para o Estado do Mato Grosso.
O híbrido escolhido apresenta ciclo curto e destaca-se por apresentar alta capacidade
de expansão e boa resistência ao acamamento. A semeadura do híbrido de milho pipoca
foi realizada no dia 09/07/2014, com espaçamento entre linha de 0,45 m e 3 plantas
por metro linear. A área experimental total foi de quatro repetições de 12 metros
de comprimento por 6 fileiras de milho pipoca.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A aplicação de fertilizante foi dividida em duas etapas: inicialmente,
foram aplicados 400 kg ha<sup>-1</sup> de NPK (5-25-15) antes do plantio. A segunda
aplicação de 90 kg ha<sup>-1 </sup>de ureia foi realizada em cobertura.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O delineamento experimental foi em blocos casualizados,
com quatro níveis de irrigação (30% da ETo, 70% da ETo, 110% ETo e 150% da ETo)
e quatro repetições. Os tratamentos foram irrigados igualmente até 30 dias após
a semeadura, totalizando 132 mm. As parcelas experimentais apresentaram seis linhas
de 12 m de comprimento. As amostras foram realizadas nas duas linhas centrais com
10 m de comprimento.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Calibração do modelo</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para a realização da calibração dos coeficientes genéticos
e simulação do crescimento, desenvolvimento e produtividade da cultura do milho
pipoca, foi utilizado o programa de simulação CSM-CERES-Maize, que está inserido
dentro do pacote DSSAT V.4.6.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para
a calibração do modelo CERES-Maize, no programa DSSAT foram necessários dados meteorológicos
como: temperatura máxima e mínima, precipitação, umidade relativa, velocidade do
vento e radiação solar. Esses dados foram obtidos de uma estação automática <i>Campbell
Scientific</i> localizada na UNEMAT, compreendido entre os anos de 2004 a 2015,
totalizando um conjunto de dados de 12 anos (<a href = "#f2">Figura 2</a>).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a21f2.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Além disso, para o funcionamento do modelo são requeridos dados de solo,
que foram obtidos a partir de análises. O solo da região foi classificado como Latossolo
vermelho distroférrico, de textura muito argilosa (68,9% de argila) e relevo suavemente
ondulado, com declividade de máxima de 1% (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a21q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Para a calibração do modelo foram avaliadas as seguintes variáveis do híbrido
AP 6002: dias decorridos entre o plantio e o florescimento (quando 50% das plantas
estiverem liberando pólen), produtividade (ao final do experimento, de cada parcela
foram colhidas duas linhas centrais), massa de mil grãos em gramas (massa de mil
grãos de cada parcela secados em estufa) e grãos por espiga (avaliação aleatória
de 10 espigas).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Para a taxa de enchimento
de grãos em g dia<sup>-1</sup> foram coletados 100 grãos por espiga na região central
e levados para a estufa de circulação de ar forçada até atingirem peso constante,
sendo realizadas oito avaliações entre a fase R2 até a maturação.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Ajustes dos coeficientes genéticos do modelo</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para o ajuste dos coeficientes genéticos foram utilizadas as
seguintes variáveis: P1 (duração do período vegetativo, a partir da soma térmica
desde a emergência até o final da etapa juvenil, com temperatura base de 8ºC), P2
(refere-se a sensibilidade ao fotoperíodo, por meio dos dias de atraso na iniciação
do florescimento da parte masculina para cada hora de incremento do fotoperíodo
acima de 12,5 horas), P5 (duração da etapa reprodutiva, mediante a soma térmica
desde a emergência do estigma na espiga até o ponto de maturidade fisiológica dos
grãos, com temperatura base de 8ºC), G2 (número máximo de grãos por planta), G3
(taxa de enchimento do grão (mg dia<sup>-1</sup>) sob condições ótimas de crescimento)
e PHINT (intervalo correspondente ao filocromo em tempo térmico (Graus-dia) entre
a aparição de folhas subsequentes).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Inicialmente, ajustaram-se os dados referentes ao desenvolvimento fenológico do
milho pipoca, como a data do florescimento (dias) e a maturidade fisiológica (dias),
e em foram ajustados os coeficientes relativos a produtividade. O ajuste foi realizado
aumentando e diminuindo o valor de determinados coeficientes por processo de tentativa
e erro, até que se obteve os resultados de desejados.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para o ajuste dos coeficientes genéticos, foram utilizados os
dados obtidos no tratamento 3 (110% da ETo) e para a verificação dos mesmos utilizou-se
os dados do tratamento 1, 2 e 4.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Simulações</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As simulações foram realizadas para seis datas de semeaduras
(01/02, 10/02, 20/02, 01/03, 10/03 e 20/03) entre os anos de 2004 a 2015 na região
de Tangará da Serra – MT.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em que
o fator limitante ao crescimento e desenvolvimento da cultura foi a demanda hídrica,
sendo que a mesma era suprida apenas pela precipitação durante seu ciclo, expressando
diferentes respostas a variabilidade nos índices de precipitação durante e entre
os anos simulados.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Avaliação do ajuste dos dados</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para avaliar a qualidade das simulações, foram
calculadas as porcentagens de desvios (PD) dos valores simulados, em relação à média
dos dados observados, multiplicando-se por 100, para convertê-lo em porcentagem
(equação 1). De acordo com Pereira <i>et al</i>. (2010) a porcentagem de desvio
negativo indica subestimativa enquanto que porcentagem de desvios positivas indicam
superestimativa.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Os índices estatísticos
da eficiência da modelagem (EFM) e o índice “d” de concordância, foram calculados
conforme descrito nas equações 2 e 3.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a21eq1.jpg"> (Equação 1)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a21eq2.jpg"> (Equação 2)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a21eq3.jpg"> (Equação 3)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Em que &#119909; é a média dos valores experimentais; &#119910; é o valor simulado
pelo modelo CERES-Maize; &#119909;&#773; é a média de &#119909;;</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A qualidade da simulação foi comparada utilizando-se o quadrado
médio do erro (RMSE) (Equação 4). E a relação dos valores medidos e estimados quanto
as variações (R<sup>2</sup>) (Equação 5).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a21eq4.jpg"> (Equação 4)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a21eq5.jpg"> (Equação 5)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Em que Yi é o valor observado experimentalmente; &#374; é o valor estimado pelo modelo; Y é o valor simulado pelo modelo e n é o número de dados.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O coeficiente EFM
é considerado um bom indicador do ajuste dos dados, assumindo valores que podem
variar de um a menos infinito (Tedeschi, 2006). Quando o ajuste dos dados é perfeito,
o índice EFM é igual 1.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O índice
“d” de concordância é empregado para avaliar a exatidão do modelo, podendo variar
de 0, que significa nenhuma concordância, para 1, concordância perfeita (Willmott
<i>et al</i>., 1985). Enquanto o quadrado médio do erro (RMSE) indica a diferença
relativa entre os valores simulados e estimados (Pereira <i>et al</i>., 2010).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">No <a href = "#q2">Quadro 2</a> pode-se
observar os coeficientes genéticos ajustados para o híbrido de milho pipoca AP 6002.
Os coeficientes genéticos do modelo CERES-Maize podem ser divididos em dois grupos,
o primeiro refere-se ao desenvolvimento fenológico (P1, P2 e P5), enquanto o segundo
está relacionado com a produtividade (G2 e G3). Enquanto, o PHINT refere-se ao intervalo
térmico entre as sucessivas aparições das folhas. Após a calibração dos coeficientes
genéticos o modelo CERES-Maize prediz o crescimento e o desenvolvimento do milho
pipoca.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a21q2.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para a calibração do modelo CERES-Maize foi utilizada
a massa de grãos, e analisando o índice de concordância “d” e o RMSE (<a href = "#f1">Figura 1</a>),
pode-se concluir que houve um bom ajuste dos valores de massa de grãos (MG) medidos
e estimados. Pois, o índice de concordância “d” foi de 0,97, o que configura um
bom ajuste dos valores de massa de grãos medidos e estimados. O RMSE foi menor que
20%, indicando que as simulações são de boa qualidade, conforme descrito por Jamieson
<i>et al</i>. (1991). O índice R<sup>2 </sup>apresenta a relação dos valores medidos
e estimados quanto as variações.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f3"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a21f3.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Outros autores vêm empregando
o RMSE, R<sup>2 </sup>e o índice “d” de concordância para a verificação da qualidade
da parametrização para distintas culturas (Soler <i>et al</i>., 2007; Pereira <i>et
al</i>., 2010; Nassif <i>et al</i>., 2012).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para avaliação da eficiência do modelo foi realizada a comparação dos valores
simulados e observados das variáveis florescimento (dias), maturação (dias), massa
de mil grãos (g) e produtividade (kg ha<sup>-1</sup>) (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a21q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>).</font></p>


    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O índice de concordância “d” foi elevado para
os quatro tratamentos, com valores de 0,99 para todas as variáveis analisadas, demonstrando
boa concordância entre os valores simulados e observados. Dados semelhantes foram
encontrado por Pereira <i>et al</i>. (2010) que obteve índice “d” considerado muito
elevado (0,98) para a produtividade de grãos de milho.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">De acordo, com resultados obtidos neste trabalho, como o índice
de concordância com valores próximos a unidade e valores baixos para a porcentagem
de desvio, demonstraram a eficácia do modelo em simular a produtividade do milho
pipoca.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O EFM manteve-se próximo
a 1, com valores variando de 0,97 a 0,99. Demonstrando que o modelo CERES-Maize
apresenta ótima eficiência em simular a data de florescimento, maturação, MMG e
produtividade do híbrido de milho pipoca.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">No tratamento 1, pode-se observar que o desvio percentual das variáveis
florescimento e produtividade foram de -3,03 e -14,34, respectivamente. E no tratamento
2 a variável massa de mil grãos foi de -2,05. Esses valores indicam que o modelo
subestimou o período de florescimento, produtividade e massa de mil grãos para esses
tratamentos. De acordo com Soler <i>et al</i>. (2007) a porcentagem de desvio negativo
indica subestimativa, enquanto que o desvio positivo indica uma superestimativa.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Observa-se também uma superestimativa nos valores
estimados para produtividade no tratamento 1, 2 e 3. O modelo subestimou a produtividade
para o tratamento 1, obtida com a aplicação da menor lâmina (30% da ETo), mas tendeu
a superestimar a produtividade para os outros tratamentos, nos quais foram aplicadas
maiores lâminas (70%, 110% e 150%).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Podemos
observar que o modelo CERES-Maize após devidamente calibrado responde as variações
do clima quanto ao ciclo no decorrer das datas simuladas (<a href = "#q4">Quadro 4</a>). Analisando
o florescimento, nota-se que o atraso da semeadura do dia 01/02 para o dia 20/03,
aumentou o número de dias do florescimento (<a href = "#q4">Quadro 4</a>). Isso ocorre, pois, a época
de semeadura tardia é afetada pelo baixo regime de chuvas e por limitações de radiação
solar e temperatura, que pode ter contribuído para o prolongamento do período do
florescimento. Sendo que o limite definido para semeadura do milho no Estado do
Mato Grosso é até 15 de março (IBGE, 2008). Em relação à duração total do ciclo,
nota-se que a data 01/02 apresentou a maior duração, enquanto a data 01/03 a menor
duração.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q4"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a21q4.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Comparando as seis épocas de semeadura, observa-se
que o atraso da semeadura promove uma redução da produtividade de grãos do milho
pipoca (<a href = "#q5">Quadro 5</a>). Para semeaduras realizadas em 01/02 e 10/02, a produtividade
média de grãos variou de 4929 a 4112 kg ha<sup>-1</sup> respectivamente, sendo superior
em relação à média do Estado do Mato Grosso, que é 4000 kg ha<sup>-1 </sup>na segunda
safra (Kist <i>et al</i>., 2016). Porém, para as semeaduras tardias, observa-se
que a partir de 01/03 as produtividades médias são menores que 2000 kg ha<sup>-1</sup>.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q5"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a21q5.jpg"></a>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os maiores valores de desvio padrão para a produtividade
foram obtidos para as datas de semeadura em 01/02, 10/02 e 20/02, enquanto o menor
valor de desvio padrão foi verificado em 20/03, sendo 1053 kg ha<sup>-1</sup> (<a href = "#q5">Quadro
5</a>). A porcentagem de redução da produtividade diminui gradativamente a medida que
as semeaduras foram realizadas em datas consideradas tardias.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para cada data de semeadura nota-se grandes oscilações da
produtividade entre os anos de 2004 a 2015. A variação da produtividade simulada
do milho pipoca, reflete a influência que os fatores climáticos exercem durante
o ciclo da cultura. Podemos observar que há uma redução da produtividade, principalmente
em semeaduras tardias (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a21q6.jpg" target = "_blank">Quadro 6</a>). A partir da data de semeadura de 01/03 a 20/03
observa-se que a produtividade do milho pipoca foi zero, em virtude da precipitação
não atender à necessidade hídrica da cultura, o que possibilitou que o modelo penalizasse
a produtividade do milho pipoca.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A probabilidade de rendimento
simulada pelo modelo apresenta maiores valores nas épocas 1 e 2, onde são alcançadas
produtividades acima de 3500 kg ha<sup>-1</sup>, com 75% e 65% de probabilidade,
respectivamente. Em épocas tardias 4, 5 e 6, a probabilidade de ocorrer produtividades
abaixo de 2000 kg ha<sup>-1</sup>, é de 75% (<a href = "#f2">Figura 2</a>).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f4"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a21f4.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As épocas 4 e 5 apresentam apenas 20% de probabilidade de ocorrer produtividade
acima de 3500 kg ha<sup>-1</sup>, o que é considerado inviável devido ao alto risco
de perda. Nota-se, quanto maior o atraso da semeadura, menor o rendimento simulado
para o híbrido.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Cardoso e Soccol
(2008) realizando simulações com a cultura do milho para as condições de Lajes-SC,
observaram que a probabilidade de ocorrência de produtividades elevadas diminui
com o atraso da semeadura, de outubro a março.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O modelo CERES-Maize foi eficiente para simular
a produtividade da cultura do milho pipoca sob diferentes condições de disponibilidade
hídrica durante a calibração, sendo capaz de simular o crescimento, o desenvolvimento
e a produtividade do milho pipoca para as condições climáticas do município de Tangará
da Serra – MT.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Para as datas de semeadura
entre 01/02 e 20/02, a produtividade média simulada foi de 4928 kg ha<sup>-1</sup>,
sendo superior à média do Estado do Mato Grosso. Além disso, a probabilidade de
produzir mais que 3500 kg ha<sup>-1</sup> é superior a 65%. No entanto, à medida
que ocorre o atraso da semeadura, os riscos para o cultivo do milho pipoca de segunda
safra aumentam.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</b></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Amaral, T.A.; De Lima, A.C.R.; De Andrade, C.D.L.T.
&amp; Silva, S.D.D.A.E. (2015) - Parametrização e avaliação do modelo CSM-CERES-Maize
para cultivares de milho recomendadas para a microrregião de Pelotas, RS. <i>Revista
Brasileira de Milho e Sorgo</i>, vol. 14, n. 3, p. 371-391. <a href = "http://dx.doi.org/10.18512/1980-6477/rbms.v14n3p371-391" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.18512/1980-6477/rbms.v14n3p371-391</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682994&pid=S0871-018X201800020002100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Andrade, C.L.T.; Amaral, T.A.; Borges Júnior,
J.C.F.; Heinemann, A.B.; Garcia y Garcia, A.; Tojo-Soler, C.M.T.; Silva, D.F.; Hickmann,
C.; Santana, C.B.; Moura, B.F. &amp; Castro, L.A. (2009) – <i>Modelagem do crescimento
de culturas: aplicações à cultura do milho</i>. Embrapa Milho e Sorgo. Documento
91, 65 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682995&pid=S0871-018X201800020002100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Aspiazú, C. (1971) - Prognóstico
de fases en cultivos de maiz dentado mediante sumas de temperaturas. <i>Revista
de Ia Facultad de Agronomia y Veterinaria de Buenos Aires</i>, vol. 19, n. 1-2,
p. 61-69.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682997&pid=S0871-018X201800020002100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Cardoso, C.O. &amp; Soccol,
O.J. (2008) - Corn performance with late sowing in Planalto Catarinense, Brazil,
simulated with CERES-maize model. <i>Brazilian Archives of Biology and Technology</i>,
vol. 51, n. 4, p. 655-664. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S1516-89132008000400002" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S1516-89132008000400002</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682999&pid=S0871-018X201800020002100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Dallacort, R.; Martins, J.A.; Inoue, M.H.; Freitas,
P.S.L. &amp; Colleti, A.J. (2011) - Distribuição das chuvas no município de Tangará
da Serra, médio norte do Estado de Mato Grosso, Brasil. <i>Acta Scientiarum. Agronomy,
</i>vol. 33, n. 2, p. 193-200. <a href = "http://dx.doi.org/10.4025/actasciagron.v33i2.5838" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.4025/actasciagron.v33i2.5838</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683000&pid=S0871-018X201800020002100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Hoogenboom, G. (2000) - Contribution of agrometeorology
to the simulation of crop production and its applications. <i>Agricultural and Forest
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(2004) - From genome to crop: integration through simulation modeling. <i>Field
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<a href="https://doi.org/10.1016/j.fcr.2004.07.014" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.fcr.2004.07.014</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683002&pid=S0871-018X201800020002100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">IBGE (2008) - <i>Produção agrícola municipal.
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">INMET (2017) - <i>Banco de dados meteorológicos para ensino
e pesquisa</i>. Instituto Nacional de Meteorologia. [cit. 2017-12-12]. &lt;<a href = "http://www.inmet.gov.br" target = "_blank">http://www.inmet.gov.br</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683005&pid=S0871-018X201800020002100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Jamieson, P.D.; Porter, J.R. &amp; Wilson, D.R.
(1991) - A test of the computer simulation model ARC-WHEAT1 on wheat crops grown
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<a href="https://doi.org/10.1016/0378-4290(91)90040-3" target="_blank">https://doi.org/10.1016/0378-4290(91)90040-3</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683007&pid=S0871-018X201800020002100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Kist, B.B.; Santos, C.; Beling, R.R. (2016) <i>-
Anuário brasileiro do milho 2016</i>. Santa Cruz do Sul: Gazeta Santa Cruz, 96 p.
[cit. 2017-12-12]. &lt; <a href = "http://www.editoragazeta.com.br" target = "_blank">http://www.editoragazeta.com.br</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683008&pid=S0871-018X201800020002100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Nassif, D.S.P.; Marin, F.R.; Pallone Filho, W.J.; Resende,
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vol. 47, n. 3, p. 311-318. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-204X2012000300001" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-204X2012000300001</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683010&pid=S0871-018X201800020002100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Nunes, H.V.; Miranda, G.V.; Souza, L.V.; Galvão,
J.C.C.; Coimbra, R.R. &amp; Melo, A.D. (2003) - Comportamento de cultivares de milho-pipoca
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Pereira, A.M.A.R.; Pinho, R.G.; Paglis, C.M.;
Pereira, J.L.A.R. &amp; Altoé, T.F. (2010) - Eficiência do modelo Ceres-Maize na
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<a href = "https://doi.org/10.1016/j.agsy.2005.11.004" target = "_blank">https://doi.org/10.1016/j.agsy.2005.11.004</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683015&pid=S0871-018X201800020002100016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Willmott, C.J.; Akleson, G.S.; Davis, R.E.; Feddema, J.J.; Klink, K.M.;
Legates, D.R.; Odonnell, J. &amp; Rowe, C.M. (1985) - Statistics for the evaluation
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A.R. (Ed.) - <i>Specialty corns.</i> Ames, CRC Press, p. 189-223.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683017&pid=S0871-018X201800020002100018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

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