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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA17216</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Aptidão de híbridos de milho para o consumo in natura]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Suitability of corn hybrids for in natura consumption]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study was to evaluate the potential of corn hybrids for grain productivity and the possibility of commercialization in natura. The experiment design was a randomized block with three replications, in two crops. Ten hybrids indicated for the Midwest region of Goiás state were used, namely AG1051 (control), 2B512PW, 2B587PW, 2B707PW, 30F35HR, 30F53YH, BRS1055, BM3061, P3646H and P3862YH. The characteristics evaluated were ear-setting height, unhusked ear productivity, husked ear productivity, straw, marketable ear productivity, reject, marketable ear length, marketable ear diameter and grain mass. There is a significant difference for most of the analyzed variables, except for reject, ear length and ear diameter, in the 2014/15 harvest, indicating that there is variability between the hybrids and among the harvests studied. The hybrid 2B587PW presents better performance for the commercialization of husked ear and the hybrids 30F35HR, 30F53YH and BRS3061 for sale in trays, besides being above commercial standards required, principally for length and ear diameter, higher than the control hybrid, being the most suitable for consumption in natura.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Zea mays L.]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[espigas empalhadas]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[espigas comerciais]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[massa de grãos]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[unhusked ears]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[marketable ears]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[grain mass]]></kwd>
</kwd-group>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Aptidão
de híbridos de milho para o consumo <i>in natura</i></b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Suitability of corn hybrids for <i>in natura</i> consumption</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Fabrício Rodrigues</b><sup>1,*</sup>, <b>Patrícia Guimarães Santos Melo</b><sup>2</sup>,
<b>Cecília Leão Pereira Resende</b><sup>1</sup>, <b>Francieli Mrojinski</b><sup>1</sup>, <b>Rafael
Correia Mendes</b><sup>1</sup> e <b>Mariana Aguiar Silva</b><sup>1</sup></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>1</sup>Departamento
de Melhoramento, Universidade Estadual de Goiás (UEG), Melhoramento Vegetal, Câmpus
Ipameri, GO, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>2</sup>Universidade
Federal de Goiás (UFG), Setor de Melhoramento Vegetal, Goiânia, GO, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href="mailto:fabricio.rodrigues@ueg.br">fabricio.rodrigues@ueg.br</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O objetivo do trabalho foi avaliar o potencial de híbridos de milho destinados
à produção de grão e a possibilidade de comercialização <i>in natura</i>. O delineamento
experimental utilizado foi o de blocos casualizados, com três repetições, em duas
safras. Foram utilizados dez híbridos indicados para a região Centro-Oeste de Goiás,
sendo os híbridos AG1051 (controle), 2B512PW, 2B587PW, 2B707PW, 30F35HR, 30F53YH,
BRS 1055, BM 3061, P3646H e P3862YH. As características avaliadas foram altura de
espiga, produtividade de espigas empalhadas, produtividade de espigas despalhadas,
palha, produtividade de espigas comerciais, refugo comprimento de espigas comerciais,
diâmetro de espigas comerciais e massa de grãos. Verificou-se existir diferença
significativa para a maioria das variáveis analisadas, com exceção de refugo, comprimento
e diâmetro, na safra 2014/15, indicando que existe variabilidade entre os híbridos
e entre as safras estudadas. O híbrido 2B587PW apresentou melhor desempenho para
a comercialização de espigas empalhadas e os híbridos 30F35HR, 30F53YH e BRS3061
em bandejas, além de estarem acima dos padrões comerciais exigidos, principalmente
para comprimento e diâmetro da espiga, superior ao do híbrido controle, sendo os
mais indicados para o consumo in <i>natura</i>.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave:</b>
<i>Zea mays</i> L., espigas empalhadas, espigas comerciais e massa de grãos.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">The aim of this study
was to evaluate the potential of corn hybrids for grain productivity and the possibility
of commercialization <i>in natura</i>. The experiment design was a randomized block
with three replications, in two crops. Ten hybrids indicated for the Midwest region
of Goiás state were used, namely AG1051 (control), 2B512PW, 2B587PW, 2B707PW, 30F35HR,
30F53YH, BRS1055, BM3061, P3646H and P3862YH. The characteristics evaluated were
ear-setting height, unhusked ear productivity, husked ear productivity, straw, marketable
ear productivity, reject, marketable ear length, marketable ear diameter and grain
mass. There is a significant difference for most of the analyzed variables, except
for reject, ear length and ear diameter, in the 2014/15 harvest, indicating that
there is variability between the hybrids and among the harvests studied. The hybrid
2B587PW presents better performance for the commercialization of husked ear and
the hybrids 30F35HR, 30F53YH and BRS3061 for sale in trays, besides being above
commercial standards required, principally for length and ear diameter, higher than
the control hybrid, being the most suitable for consumption <i>in natura</i>.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords: </b><i>Zea mays</i> L., unhusked ears, marketable ears, grain
mass.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Introdução</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O milho (<i>Zea
mays</i> L.) representa um dos principais cereais cultivados em todo o mundo, inclusive
no Brasil, podendo ser utilizado na alimentação humana, animal e, também, como matéria-prima
para indústria, principalmente devido à sua qualidade nutricional e versatilidade
na gastronomia brasileira. A região Centro-Sul do país representa 90% da produção
nacional, sendo a região Centro-Oeste responsável por 30% do total produzido na
safra 2016/17, segundo dados da CONAB (2017). O estado de Goiás possui produtividade
acima da média nacional, aproximadamente, 1000 kg maior, com 1.520 mil hectares
plantados, denotando a importância da cultura para a região e o seu potencial produtivo
(CONAB, 2017).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A tecnologia necessária
para a obtenção de semente de milho é enorme, não só pela flexibilidade de cultivo,
mas também pela maior eficiência e resposta aos diferentes nutrientes e/ou pela
tecnologia transgênica, os quais estão associados ao potencial produtivo, atualmente
com grande impacto na economia brasileira. Assim, o mercado brasileiro possui um
número elevado de sementes de milho, sendo que que para a safra 2016/17 encontravam-se
disponíveis para os produtores, 315 cultivares de milho. No entanto, como somente
1,3% destas cultivares estavam disponíveis para o consumo <i>in natura </i>(Pereira
Filho e Borghi, 2016), os produtores optam por utilizar sementes de híbridos destinados
a outros nichos de mercado para a produção de milho verde, o que pode ter, como
consequência, a obtenção de um produto de baixa qualidade ou que não satisfaça as
exigências mínimas do mercado consumidor.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A semente é a principal matéria-prima da lavoura, sendo que a seleção correta
merece maior atenção, pois, irá promover maior rentabilidade e retorno económico
(Galvão <i>et al</i>., 2014). Porém, com um número baixo de cultivares e a diferença
entre os tipos e níveis tecnológicos a serem adotados, as probabilidades de atender
as exigências do mercado e aos diferentes ambientes de plantação, são baixas, o
que nem sempre estimula o mercado (Moraes <i>et al</i>., 2010).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para que a produção do milho verde seja economicamente viável
e o produtor satisfaça e atenda a região, é necessário que se obtenham produtividades
elevadas e sustentáveis (Paiva <i>et al</i>., 2012). Dessa forma, existem híbridos
destinados a grãos que podem ser opções interessantes para o cultivo de milho verde
(Costa <i>et al</i>., 2015), cabendo ao produtor efetuar estudos de mercado e decidir
se o comercializa na forma de grão ou <i>in natura</i>.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Desta forma, o objetivo do trabalho foi avaliar o potencial de
híbridos de milho destinados a grãos e com possibilidade de comercialização <i>in
natura</i>, durante duas safras agrícolas.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Material e Métodos</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O ensaio foi implantado num solo Latossolo Vermelho distrófico, conforme
os critérios descritos em EMBRAPA (2013), sendo as seguintes características químicas:
pH - 4,9; matéria orgânica -24,1 g dm<sup>-3</sup>; P - 5 mg dm<sup>-3</sup>; H+Al
- 30,3 mmol<sub>c</sub> dm<sup>-3</sup>; K - 4,1 mmol<sub>c</sub> dm<sup>-3</sup>;
Ca -18,2 mmol<sub>c</sub> dm<sup>-3</sup>; Mg - 7,5 mmol<sub>c</sub> dm<sup>-3</sup>;
SB - 27,8 mmol<sub>c</sub> dm<sup>-3</sup>; CTC - 57,6 mmol<sub>c</sub> dm<sup>-3</sup>;
V% - 47,7, com clima tropical húmido e com duas estações bem definidas, seca e chuvosa.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A semeadura foi realizada no outubro, na safra
2013/14 e, durante o mesmo período, na safra 2014/15, conforme <a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a22f1.jpg" target = "_blank">Figura 1</a>.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Os híbridos utilizados foram os recomendados para a região Centro-Oeste
de Goiás, sendo o híbrido AG1051 utilizado como padrão comercial (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a22q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>). O delineamento
experimental utilizado foi o de blocos casualizados, em esquema fatorial (2 x 10),
sendo duas safras agrícolas e dez híbridos, com três repetições.  Cada parcela foi
constituída por quatro fileiras, com quatro metros de comprimento e espaçadas 0,5
metros, com três plantas por metro linear, utilizando-se somente as duas fileiras
centrais, totalizando uma área útil de 4 m<sup>2</sup>.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Foram
aplicados 900 kg de calcário dolomítico com PRNT de 70%, incorporado na camada de
0-20. Após um período de 25 dias, iniciou-se a preparação do solo, sendo realizado
de maneira convencional com uma aração e duas gradagens, em que se utilizou um cultivador
para a abertura dos sulcos para a semeadura.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As adubações de semeadura e de cobertura foram realizadas conforme as recomendações
de adubação para cultura de milho verde, visando uma produtividade entre 15.000
a 17.000 kg ha<sup>-1 </sup>de milho verde empalhado (120 kg de N, 120 kg ha<sup>-1
</sup>de P<sub>2</sub>O<sub>5</sub> e 90 kg ha<sup>-1 </sup>de K<sub>2</sub>O),
conforme Pereira Filho (2003). O nitrogênio foi parcelado em duas doses
equitativas, sendo a primeira na semeadura e a segunda trinta dias depois, em cobertura,
utilizando-se ureia (45% de N).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Foram
efetuadas aplicações de produtos fitossanitários, nomeadamente metoxifenozida 240g
L<sup>-1</sup> (Intrepid<sup>®</sup>), na dose de 150mL ha<sup>-1</sup>, beta-cipermetrina
(Akito<sup>®</sup>), na dose de 75 mL ha<sup>-1</sup>, aliados a capinas manuais,
realizadas a cada 3 semanas. A colheita foi realizada manualmente, à medida que
as espigas atingiam o ponto de grão leitoso, estádio R<sub>3</sub>, ou seja, quando
os grãos estavam com 70 a 80% de teor de água, considerado o ponto ideal para a
comercialização <i>in natura</i>, aproximadamente 90 dias após a semeadura.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As características avaliadas foram altura da espiga
(AE), a qual foi realizada pela medição das plantas, após o florescimento feminino,
obtendo-se a altura de seis plantas representativas da área útil de cada parcela,
da região do colo da planta até a base da espiga, em cm; produtividade de espigas
empalhadas (PEE); produtividade de espigas despalhadas (PED); palha (PLH) , obtida
pela diferença entre PEE e PED, por parcela, posteriormente transformada em tonelada
por hectare; produtividade de espigas comerciais (PEC); refugo (RFG), obtido pelo
diferença entre PED e PEC, por parcela, posteriormente transformada em tonelada
por hectare; comprimento de espigas comerciais (COMP); diâmetro de espigas comerciais
(DIAM); massa de grãos (MG), obtida pela avaliação da massa dos grãos de três espigas
comerciais, rente à espiga, com auxílio de raladores e, posteriormente, pesada a
massa fresca; as variáveis PEE, PED, PEC, COMP e DIAM, foram realizadas conforme
Rodrigues <i>et al</i>. (2009).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A
normalidade residual foi verificada pelo teste de Shapiro-Wilk, e o teste de Bartlett
foi utilizado para verificar a homocedasticidade residual. Posteriormente, os dados
experimentais foram submetidos a análise variância pelo teste F e, quando significativo,
as médias comparadas e agrupadas pelo teste de Scott &amp; Knott a 5% de probabilidade,
no programa computacional SISVAR 5.3 (Ferreira, 2011).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Resultados e discussão</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O resultado da análise
de variância está apresentado no <a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a22q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>, pode-se verificar que para todas as características
houve diferença significativa (p&gt;0,05), indicando variabilidade entre os híbridos
testados para essas características, além de diferença entre as safras e para a
interação S x H.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Com base no banco
de dados do INMET (Instituto Nacional de Meteorologia), as médias de precipitação
pluviométrica, considerando o período experimental sendo comparado as médias durantes
as safras 2011/12 até a 2014/15, é de aproximadamente 778 mm. A precipitação ocorrida
durante todo o ensaio na safra 2013/14 foi de 830 mm, porém, para a safra 2014/15
foi de apenas 450 mm. Dessa forma, o desempenho observado pelos híbridos na safra
2013/14, neste caso, representam melhor as condições da região sudeste de Goiás.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Verifica-se, também, que para a variável AE, os
híbridos BRS3061, P3646H e P3862YH apresentaram os menores valores na safra 2013/14
e, o híbrido 2B707PW, foi o que apresentou melhor desempenho na safra 2014/15 (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a22q3.jpg" target = "_blank">Quadro
3</a>). Entretanto, os híbridos 2B707PW, 30F35HR, 30F53YH e o BRS1055, foram os únicos
que apresentaram diferenças entres as safras estudadas, indicando maior sensibilidade
a estresse hídrico.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Observa-se que
as médias apresentadas pelos híbridos pelas diferentes variáveis foram maiores na
safra 2013/14, em comparação com 2014/15, valores esses mais evidentes para as produtividades,
com reduções de 47, 54 e 48% para PEE, PED e PEC, respectivamente (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a22q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>). Vale
ressaltar que durante as safras ocorreram veranicos em períodos distintos de desenvolvimento
da planta, sendo na primeira avaliação, safra 2013/14, no início do desenvolvimento,
entre os estádios V<sub>1</sub> e V<sub>3 </sub>(17 a 31/10/13), afetando pouco
o desempenho dos híbridos e com maior volume de chuvas durante a condução do ensaio
(<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a22f1.jpg" target = "_blank">Figura 1</a>). Entretanto, na safra 2014/15, entre o final do ciclo vegetativo e início
do reprodutivo, entre os estádios V<sub>10</sub> e R<sub>1</sub> (09 a 30/01/15),
com maiores consequências sobre a produtividade.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Segundo Galon
<i>et al</i>. (2010), a cultura do milho necessita de 400 a 600 mm de precipitação
pluvial para alcançar o seu potencial genético máximo, valor este superior para
apenas uma safra e mal distribuídos, principalmente na safra 2014/15. Entretanto,
Wagner <i>et al</i>. (2013) afirmam que se o déficit hídrico ocorrer durante os
estádios V<sub>E</sub> a V<sub>6 </sub>(emergência a sexta folha), a redução na
produção de grãos é de apenas 5%, porém, quando o déficit ocorre durante os estádios
V<sub>T</sub> a R<sub>1</sub> (pendoamento a florescimento), essa porcentagem se
eleva e pode chegar a 35%, a depender da duração do estresse.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para PEE, o híbrido com maior valor foi o 2B587PW, com média
de 16,9 t ha<sup>-1</sup>, sob menor precipitação pluviométrica, foram os híbridos
2B707PW, 30F35HR, 30F53YH e o AG1051, com valor médio de 7,5 t ha<sup>-1 </sup>(<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a22q3.jpg" target = "_blank">Quadro
3</a>). Favarato <i>et al</i>. (2016) encontraram valores 17,4 t ha<sup>-1</sup> sob
diferentes sistemas de cultivo, utilizando o AG1051, sendo de 5,1 (2013/14) e de
9,8 t (2014/15) superiores aos valores apresentados pelo mesmo híbrido neste trabalho.
Entretanto, Blanco <i>et al</i>. (2011) verificaram que o híbrido AG1051 apresentou
valores entre 10 e 12 t, com irrigação, com lâminas acima de 450 mm e, entre 6 a
8 t, com precipitação, demonstrando e confirmando a interferência da precipitação
nos valores obtidos no ensaio, valores estes similares aos obtidos por Araújo <i>et
al</i>. (2014), em duas safras, respetivamente com 13 e 10 t, sem utilização de
<i>Azospirilum brasilense</i> e com aplicação de 150 kg ha<sup>-1</sup> de ureia.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">De acordo com os dados do CEASAGO
(CEASAGO, 2014, 2015), o valor pago para espigas empalhadas em 2014, na época da
colheita foi de 15 reais por saco de 25 kg e, em 2015, o valor foi de 25 reais.
Assim, utilizando o AG1051 como exemplo e os valores de PEE obtidos (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a22q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>),
o rendimento bruto seria de aproximadamente 7.380 e 7.580 reais, nas respectivas
safras, indicando que mesmo com o estresse sofrido, a diferença no valor final seria
pequena, devido ao valor pago no momento da venda, o qual está relacionada a lei
da oferta e procura.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Observa-se
que para a variável PED ocorre um maior equilíbrio entre as produtividades apresentadas,
com apenas o híbrido P3646H com baixo desempenho, com valor de 5,83 t, já sob estresse
hídrico, com valor médio de 4,75 t (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a22q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>). Segundo Costa <i>et al</i>. (2015),
os híbridos AG1051 e P30F53Y obtiveram o máximo rendimento em torno de 6,5 t de
espigas despalhadas, sendo os valores 3 t inferiores aos obtidos nesta pesquisa
pelos mesmos híbridos e, em torno de 1,4 t inferior, sob influência do estresse
na safra 2014/15.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Além disso, verificou-se
que a maior parte da variação observada para PEE foi devido à palha, o qual o híbrido
2B587PW apresentou aproximadamente 7,3 t de palha, indicando maior proteção contra
danos durante o transporte, contra os ataques de pragas e, também, maior produção
de silagem, conforme <a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a22q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>. Deve-se ressaltar que os híbridos, com tecnologia
PowerCore<sup>TM </sup>(três proteínas inseticidas e duas inseticidas), foram
os que tiveram melhor desempenho para PLH, com valores acima de 6 t ha<sup>-1</sup>,
entretanto, sob influência hídrica, os híbridos com tecnologia Herculex<sup>® </sup>(uma
proteína inseticida), sobressaem, com valor médio 2,2 t, além do AG1051 e 12B182PW,
na safra 2014/15 (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a22q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Detectou-se
que para a variável PEC, o híbrido 30F53YH foi o que obteve melhor desempenho para
as duas safras e que o AG1051 (controle) apresentou baixo desempenho para as duas
safras (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a22q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>), fato este não esperado, pois o híbrido é mais utilizado para
a produção de milho verde e altamente comercializado em bandejas. Os dados obtidos
por Albuquerque <i>et al</i>. (2008) apresentam valores de produtividade média em
torno de 4,3 t para os híbridos experimentais, incluindo o AG1051, com valor médio
de 3,4 t ha<sup>-1</sup>. Estes valores estão mais próximos à média observada na
safra com menor índice pluviométrico (2014/15), que é aproximadamente metade da
média observada na safra anterior (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a22q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>). Já Queiroz <i>et al</i>. (2010) obteve
valores de produtividade variando de 4,9 a 6,5 t sob diferentes coberturas vegetais,
em sistema orgânico, utilizando o híbrido HTMV 02.</font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O refugo (RFG) representa a quantidade de espigas que foram danificadas
por lagartas e/ou não estão dentro dos padrões exigidos pelo mercado consumidor,
os quais as espigas devem ter comprimento maior que 15 cm, diâmetro superior a 3
cm e boa granação, assim, o híbrido com maior valor foi o AG1051, com de 4,6 t (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a22q3.jpg" target = "_blank">Quadro
3</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Os híbridos 12B182PW, 30F35HR,
BRS3061 e P3646H obtiveram os menores valores, demonstrando o potencial destes híbridos
para consumo <i>in natura</i> e sem diferença para a outra safra (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a22q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>). Os
valores observados por Vieira <i>et al</i>. (2010) variam de 34,5 a 45%, utilizando
quatro híbridos de milho (Penta, 30P34, DKB 214 e SWB 551). Se os valores fossem
transformados em porcentagens, a variação seria de aproximadamente 9,4 a 57,4%,
entretanto, o valor deve ser analisado com cautela. A baixa taxa de refugo do híbrido
P3646H está relacionado a baixa produtividade de espigas despalhadas, mas que, em
sua grande maioria, foram comercializáveis ao final do processo de seleção.</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">As variáveis COMP e DIAM são importantes para
a rápida aceitação e comercialização, além do menor desperdício em feiras e supermercados,
dessa forma, o AG1051 é o que apresenta maiores valores, sob condições de precipitação
melhor distribuída (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a22q4.jpg" target = "_blank">Quadro 4</a>), confirmando o seu potencial para venda em bandejas
de isopor ou a vácuo, sendo a segunda, uma nova modalidade de venda no país. Este
tipo de embalagem possui a capacidade de manter as características do alimento,
como sabor e aromas, incluindo vitaminas e minerais, por um período de tempo maior
do que as embalagens convencionais envolvidas com filme plástico (Sitthitrai <i>et
al</i>., 2015).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Observa-se, também, que a redução entre as safras
para estas variáveis foi de aproximadamente 1,8 cm, tanto para o COMP quanto para
o DIAM, porém, mesmo com a redução, os valores observados estariam dentro dos padrões
comerciais, indicando o potencial dos híbridos para o consumo fresco (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a22q4.jpg" target = "_blank">Quadro 4</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Para a variável MG observou-se,
que os híbridos AG1051, BRS1055 e P3646H, apresentaram os valores menores, enquanto
que sob estresse, somente o 30F53YH e o AG1051 foram os que apresentam os melhores
desempenhos (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a22q4.jpg" target = "_blank">Quadro 4</a>). Os valores de MG obtidos pelo agrupamento a em comparação
com b, nas safras, são 21 e 31% superiores, respectivamente.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Segundo resultados obtidos por Ribeiro <i>et al</i>. (2016),
o híbrido P30F53Y produziu 12,6 t de espigas empalhadas e 7,2 t de espigas comerciais
por hectare, com dose adequada de fósforo, valor este condizente com o de outros
trabalhos relatados anteriormente. Dessa forma, a indicação do híbrido deve ser
baseada nas características observadas na safra 2013/14, o qual o híbrido 2B587PW
apresenta maior potencial para a venda empalhado, também relacionado ao seu maior
COMP e PLH (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a22q3.jpg" target = "_blank">Quadros 3</a> e <a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a22q4.jpg" target = "_blank">4</a>). Entretanto, apesar de ter potencial acima do controle
para PEC, os híbridos 30F35HR, 30F53YH e BRS3061 possuem melhor desempenho para
a venda em bandejas, este relacionado também com o seu maior DIAM, MG e menor RFG.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Deve ser ressaltado que existe
a possibilidade destes híbridos apresentarem melhor comportamento também sob estresse,
devido ao desempenho sob as condições da safra 2014/15, com bom rendimento final,
entretanto, deve ser estudado sob condições controladas de irrigação para afirmar
e identificar o híbrido mais adequado. Todavia, os híbridos AG1051, 30F35YH, para
PEE, além do 12B182PW, para PEC, com ênfase maior para o 2B707PW e 30F53YH, para
as duas forma de venda, possivelmente possuem um número maior de mecanismos para
o uso eficiente da água ou para tolerância ao calor (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a22q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O híbrido 2B587PW apresenta
melhor desempenho para a venda de espigas empalhadas e, os híbridos 30F35HR, 30F53YH
e BRS3061 para a venda em bandejas, além de estar acima dos padrões comerciais exigidos
para comprimento e diâmetro de espiga, acima do híbrido controle (AG1051), sendo
os mais indicados para o consumo <i>in natura</i>.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICAS</b></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Albuquerque, C.J.B.;
Von Pinho, R.G. e Silva, R. (2008) - Produtividade de híbridos de milho verde experimentais
e comerciais. <i>Bioscience Journal</i>, vol. 24, n. 2, p. 69-76.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683096&pid=S0871-018X201800020002200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Araújo, R.M.; Araújo, A.S.F.; Nunes, L.A.P.L.
e Figueiredo, M.D.V.B. (2014) - Resposta do milho verde à inoculação com <i>Azospirillum
brasilense</i> e níveis de nitrogênio. <i>Ciência Rural</i>, vol. 44, n. 9, p. 1556-1560.
<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/0103-8478cr20130355" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/0103-8478cr20130355</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683098&pid=S0871-018X201800020002200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Blanco, F.F.; Cardoso, M.J.; Freire Filho, F.R.; Costa, M.E.V.; Nogueira,
C.C.P. e Silva, N.D. (2011) - Milho verde e feijão&#8209;caupi cultivados em consórcio
sob diferentes lâminas de irrigação e doses de fósforo. <i>Pesquisa Agropecuária
Brasileira</i>, vol. 46, n. 5, p. 524-530.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683099&pid=S0871-018X201800020002200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">CEASAGO (2014) - Cotação diária. Central de Abastecimento de Goiás [cit.
2017-06-02] &lt; <a href = "http://www.sgc.goias.gov.br/upload/arquivos/2014-01/16_01_2014.pdf" target = "_blank">http://www.sgc.goias.gov.br/upload/arquivos/2014-01/16_01_2014.pdf</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683101&pid=S0871-018X201800020002200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">CEASAGO (2015) - <i>Cotação
diária</i>. Central de Abastecimento de Goiás [cit. 2017-06-02] &lt;<a href = "http://www.ceasa.goias.gov.br/post/ver/189393/cotacoes-diarias-2015" target = "_blank">http://www.ceasa.goias.gov.br/post/ver/189393/cotacoes-diarias-2015</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683103&pid=S0871-018X201800020002200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">CONAB (2017) - <i>Acompanhamento da Safra Brasileira
de Grãos 2016/2017 – 8º Levantamento – safra 2016/17</i>. Companhia Nacional de
Abastecimento [cit. 2017-06-02]
&lt;<a href = "http://www.conab.gov.br/OlalaCMS/uploads/arquivos/17_05_12_10_37_57_boletim_graos_maio_2017.pdf" target = "_blank">http://www.conab.gov.br/OlalaCMS/uploads/arquivos/17_05_12_10_37_57_boletim_graos_maio_2017.pdf</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683105&pid=S0871-018X201800020002200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Costa, F.R.; Damaso, L.F.; Mendes, R.C.; Marques,
D.D. e Rodrigues, F. (2015) - Desempenho de híbridos de milho para consumo <i>in
natura</i> em diferentes doses de nitrogênio. <i>Científica</i>, vol. 43, n. 2,
p. 109-116. <a href = "http://dx.doi.org/10.15361/1984-5529.2015v43n2p109-116" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.15361/1984-5529.2015v43n2p109-116</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683107&pid=S0871-018X201800020002200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">EMPRAPA (2013) - <i>Classificação Brasileira de
Solos</i>. 3<sup>a</sup>. ed. Rio de Janeiro, Embrapa - SPI, 286p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683108&pid=S0871-018X201800020002200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Favarato, L.F.; Souza, J.L.; Galvão, J.C.C.; Souza,
C.M., Guarconi, R.C. e Souza Balbino, J.M. (2016) - Crescimento e produtividade
do milho-verde sobre diferentes coberturas de solo no sistema plantio direto orgânico.
<i>Bragantia</i>, vol. 75, n. 4, p. 497-506. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/1678-4499.549" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/1678-4499.549</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683110&pid=S0871-018X201800020002200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Ferreira, D.F. (2011) - Sisvar: a computer statistical
analysis system. <i>Ciência e Agrotecnologia</i>, vol. 35, n. 6, p. 1039-1042. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S1413-70542011000600001" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S1413-70542011000600001</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683111&pid=S0871-018X201800020002200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Galon, L.; Tironi, S.P.; Rocha, A.A.; Soares,
E.R.; Concenço, G. e Alberto, C.M. (2010) - Influência dos fatores abióticos na
produtividade da cultura do milho<i>. Revista Trópica</i>, vol. 4, n. 3, p. 18-38.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683112&pid=S0871-018X201800020002200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Galvão, J.C.C.; Miranda, G.V.; Trogello, E. e
Fritsche-Neto, R. (2014) - Sete décadas de evolução do sistema produtivo da cultura
do milho. <i>Revista Ceres</i>, vol. 61, n. sup., p. 819-828. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/0034-737x201461000007" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/0034-737x201461000007</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683114&pid=S0871-018X201800020002200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">INMET (2018) - BDMEP – <i>Banco
de Dados Meteorológicos para Ensino e Pesquisa - Cotação diária</i>. Instituto Nacional
de Metereologia [cit. 2018-01-26] &lt;<a href = "http://www.inmet.gov.br/portal/index.php?r=bdmep/bdmep" target = "_blank">http://www.inmet.gov.br/portal/index.php?r=bdmep/bdmep</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683115&pid=S0871-018X201800020002200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Moraes, A.R.A.; Ramos Junior, E.U.;
Gallo, P.B.; Paterniani, M.E.A.G.Z.; Sawasaki, E.; Duarte, A.P. e Guimarães, P.S.
(2010) - Desempenho de oito cultivares de milho verde na safrinha, no estado de
São Paulo. <i>Revista Brasileira de Milho e Sorgo</i>, vol. 9, n. 1, p. 79-91.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683117&pid=S0871-018X201800020002200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Paiva, M.R.F.C.; Silva, G.F.; Oliveira, F.H.T.;
Pereira, R.G. e Queiroga, F. M. (2012) - Doses de nitrogênio e de fósforo recomendadas
para a produção econômica de milho-verde na chapada do Apodi-RN. <i>Revista Caatinga</i>,
vol. 25, n. 4, p. 1-10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683119&pid=S0871-018X201800020002200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Pereira Filho,
I.A. (2003) - <i>O cultivo do milho verde</i>. 1ª ed. Sete Lagoas: EMBRAPA Milho
e Sorgo, p. 217.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683121&pid=S0871-018X201800020002200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Pereira Filho,
I.A. e Borghi, E. (2016) - <i>Mercado de sementes de milho no Brasil Safra 2016/2017</i>.
(Documentos 202). Embrapa Milho e Sorgo: Sete Lagoas, MG. [cit. 2017-06-02].
&lt;<a href = "https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1060346/mercado-de-sementes-de-milho-no-brasil-safra-20162017" target = "_blank">https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1060346/mercado-de-sementes-de-milho-no-brasil-safra-20162017</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683123&pid=S0871-018X201800020002200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Queiroz, L.R.; Galvão, J.C.C.; Cruz, J.C.; Oliveira,
M.F. e Tardin, F.D. (2010) -Supressão de plantas daninhas e produção de milho-verde
orgânico em sistema de plantio direto. <i>Planta Daninha</i>, vol. 28, n. 2, p.
263-270.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683125&pid=S0871-018X201800020002200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Ribeiro, M.C.; Damaso, L.F.;
Costa, F.R.; Pelá, A. &amp; Rodrigues, F. (2016) - Desempenho de híbridos de milho
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