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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA17115</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeito da condutividade elétrica da solução nutritiva na qualidade de frutos de maxixeiro (Cucumis anguria) cultivado em substrato]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Effect of the electrical conductivity of the nutrient solution in the quality of gherkins fruits (Cucumis anguria) cultivated in substrate]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Rural do Semi-Árido Dpto. de Ciências Ambientais e Tecnológicas ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of this work was to evaluate the effect of the electrical conductivity of the nutrient solution on fruit quality in gherkin cultivars. A randomized complete block design was used in a 4 x 4 factorial design, with three replicates, four cultivars (Do Norte, 163, Liso de Calcutá e Liso Gibão) with four concentrations of nutrients in the nutrient solution with different electrical conductivities (1.4, 1.9, 2.4 and 2.9 dS/m). The fruits were harvested at commercial maturity, immature with intense green color and analyzed the following characteristics: soluble solids, pH, electrical conductivity of the juice (CEsuco), titratable acidity and SS/TA ratio. With the exception of pH, the other quality characteristics of the fruit were affected by the cultivation of the gherkin in the different nutrient solutions and of different form for each cultivar. The fruits of cultivar 163 showed lower SS, pH, CEsuco for CEsn of 1.4 dS/m and SS/AT ratio, but presented higher TA and CEsuco for CEsn above 1.4 dS/m). Considering the SS/TA ratio, the cultivars Do Norte and Liso Gibão presented, in general, better quality for in natura consumption. The fruits with better quality, higher SS/TA ratio, were obtained for all cultivars in nutrient solution with higher electrical conductivity.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Cucumis anguria]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[fertirrigação]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[cultivo sem solo]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[fertigation]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[soilless culture]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Efeito da condutividade elétrica da solução nutritiva na qualidade de
frutos de maxixeiro (<i>Cucumis anguria</i>) cultivado em substrato</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Effect of the electrical conductivity of the nutrient solution in the quality
of gherkins fruits (<i>Cucumis anguria</i>) cultivated in substrate</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Francisco de A. de Oliveira</b><sup>*</sup>, <b>Sandy T. dos Santos</b>, <b>Jessilanne P.
B. de M. Costa</b>, <b>Edna M. M. Aroucha</b>, <b>José Gustavo L. de Almeida</b>, <b>Mychelle K. T. de
Oliveira</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Universidade Federal de Rural do Semi-Árido,
Dpto. de Ciências Ambientais e Tecnológicas, Campus Mossoró, CEP: 59625-900, Mossoró,
RN, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href="mailto:thikaoamigao@ufersa.edu.br">thikaoamigao@ufersa.edu.br</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Este trabalho foi desenvolvido objetivando avaliar
o efeito da condutividade elétrica da solução nutritiva sobre a qualidade dos frutos
em cultivares de maxixeiro. Utilizou-se o delineamento de blocos casualizados, em
esquema fatorial 4 x 4, com quatro repetições, sendo quatro cultivares de maxixe
(<i>Cucumis anguria)</i> (‘Do Norte’, ‘163’, ‘Liso de Calcutá’ e ‘Liso Gibão’) fertirrigadas
com soluções nutritivas apresentando diferentes condutividades elétricas (1,4; 1,9;
2,4 e 2,9 dS m<sup>-1</sup>). Os frutos foram analisados quanto as seguintes características:
sólidos solúveis totais (SST), pH, condutividade elétrica do suco (CEsuco), acidez
titulável (AT) e razão SST/AT. Com exceção do pH, as demais características de qualidade
do fruto foram afetadas pelo cultivo do maxixeiro nas diferentes soluções nutritivas
e de forma diferente para cada cultivar. Os frutos da cultivar ‘163’ apresentam
menor SST, pH, CEsuco para a condutividade elétrica da solução nutritiva (Cesn)
de 1,4 dS m<sup>-1</sup> e relação SST/AT, mas apresentou maior AT e CEsuco para
CEsn acima de 1,4 dS m<sup>-1</sup>). Considerando a relação SST/AT, as cultivares
‘Do Norte’ e ‘Liso de Calcutá’ apresentaram, de forma geral, melhor qualidade para
consumo <i>in natura</i>. Frutos com maior razão SST/AT, foram obtidas para todas
as cultivares em solução nutritiva com maior condutividade elétrica.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave</b>: <i>Cucumis anguria</i>, fertirrigação, cultivo sem solo</font></p>

<hr noshade size = 1>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">The objective of this work was to evaluate the effect of the electrical conductivity of the nutrient solution on fruit
quality in gherkin cultivars. A randomized complete block design was used in a 4 x 4 factorial design, with three replicates,
four cultivars (Do Norte, 163, Liso de Calcutá e Liso Gibão) with four concentrations of nutrients in the nutrient
solution with different electrical conductivities (1.4, 1.9, 2.4 and 2.9 dS/m). The fruits were harvested at commercial
maturity, immature with intense green color and analyzed the following characteristics: soluble solids, pH, electrical
conductivity of the juice (CEsuco), titratable acidity and SS/TA ratio. With the exception of pH, the other quality characteristics
of the fruit were affected by the cultivation of the gherkin in the different nutrient solutions and of different
form for each cultivar. The fruits of cultivar 163 showed lower SS, pH, CEsuco for CEsn of 1.4 dS/m and SS/AT ratio, but
presented higher TA and CEsuco for CEsn above 1.4 dS/m). Considering the SS/TA ratio, the cultivars Do Norte and Liso
Gibão presented, in general, better quality for in natura consumption. The fruits with better quality, higher SS/TA ratio,
were obtained for all cultivars in nutrient solution with higher electrical conductivity.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords</b>:<i> Cucumis anguria</i>, fertigation,
soilless culture.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O maxixeiro
(<i>Cucumis anguria</i>) é uma hortaliça de clima tropical pertencente à família
das Cucurbitáceas. É uma planta anual, que possui hábito de crescimento indeterminado
e prostrado, sendo caracterizado por possuir um caule principal com crescimento
contínuo, numa sucessão de nós e entrenós (Modolo &amp; Costa, 2003). No mercado
brasileiro encontram-se dois tipos de cultivares de maxixe, umas com frutos com
espículos carnosos e outras com frutos lisos; os frutos apresentam massa média que
varia de 14,57 a 45,70 g, dependendo da cultivar, época de plantio e da região produtora
(Modolo &amp; Costa, 2003).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O maxixeiro
é conhecido em todo o território brasileiro, entretanto, é mais consumido nas regiões
Norte, Nordeste e Centro-Oeste. No entanto, novos mercados estão se abrindo para
o maxixe, por exemplo, na forma de conserva (Nascimento <i>et al</i>., 2011).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O maxixe é rico em zinco, mineral importante para
o bom funcionamento de todos os tecidos do corpo, apresenta atividade antioxidante
no combate aos radicais livres e não possui efeito tóxico ao organismo animal (Sousa
<i>et al</i>., 2015). Além disso, os frutos possuem polissacarídeos em sua composição,
cuja composição monossacarídica predominante inclui arabinose, xilose e manose;
possuem 17 aminoácidos em sua composição aminoacídica, incluindo os notadamente
moduladores da homeostase glicêmica: L- arginina, L- alanina, L-leucina e Isoleucina
(Moretoni, 2008).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para atender a
crescente demanda dessa hortaliça, é necessário o desenvolvimento de mais estudos
sobre seu cultivo, pois grande parte da produção é proveniente de plantas espontâneas,
que nascem em áreas cultivadas com outras espécies, como o feijão e o milho, de
forma que não são realizadas práticas culturais específicas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O cultivo de plantas em substrato vem se difundido consideravelmente
entre os produtores de hortaliças, principalmente na produção de hortaliças de fruto,
sendo muito utilizado no cultivo de cucurbitáceas, especialmente com o meloeiro
(Dias <i>et al</i>., 2015).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para
a cultura do maxixeiro, estudos neste sistema de cultivo são recentes e os resultados
apresentados demonstram a viabilidade da produção desta cultura em substrato utilizando
solução nutritiva recomendada para a cultura do maxixeiro (Oliveira <i>et al</i>.,
2014), entretanto esses autores enfocam apenas características de crescimento e
produção de frutos, sendo escassos estudos sobre a qualidade dos frutos produzidos.</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Em outras culturas, como o morangueiro, Andriolo
<i>et al</i>. (2009) e Portela <i>et al</i>. (2012) observaram que o teor de açúcares
é aumentado com o incremento da concentração iônica na solução nutritiva. Ianckievicz
<i>et al</i>. (2013) verificaram que o teor de SST dos frutos de <i>Physalis</i>
aumentou com o incremento da condutividade elétrica da solução nutritiva.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Surge então a necessidade do desenvolvimento de
mais estudos com a cultura do maxixeiro, especialmente com relação à concentração
iônica da solução nutritiva, pois, de acordo Portela <i>et al</i>. (2012) deve-se
buscar trabalhar com concentrações de nutrientes que promovam crescimento e produtividades
adequados, mas, ao mesmo tempo, não causem prejuízos às características sensoriais,
relacionadas com a concentração de açúcares e acidez.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Diante do exposto, este trabalho foi desenvolvido com o objetivo
de avaliar a qualidade de frutos de maxixeiros cultivados em diferentes condutividades
elétricas da solução nutritiva.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O
experimento foi desenvolvido no período de 10 de novembro de 2015 a 20 de fevereiro
de 2016, na Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) (5º11’31”S, 37º20’40”O,
altitude 18 m).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Durante o experimento
foram coletados os valores médios diários das temperaturas máximas (Tmax), médias
(Tmed) e mínimas (Tmin), umidade relativa do ar máximas (URmax), médias (URmed)
e mínimas (URmin), ocorridos no período do experimento, na estação climatológica
da UFERSA, distante cerca de 2 km do local do experimento. Ocorreram variações de
22,0 a 26,0 ºC para Tmin; 26,5 a 29,0 ºC para Tmed; 30,0 a 33,0 para Tmax; 41 a
68% para URmim; 59,5 a 81,5% para URmed; 76 a 98% para URmax. As chuvas nesse período
foram poucas, sendo as maiores precipitações ocorridas aos 4, 23 e 38 dias após
a sementeira (DAS), com 9,8, 8,4 e 7,9 mm, respectivamente.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O delineamento utilizado foi em blocos casualizado, em esquema
fatorial 4 x 4, com quatro repetições. Cada parcela experimental foi composta por
cinco vasos plásticos com capacidade para dez litros, contendo uma planta cada vaso.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os tratamentos resultaram da combinação de quatro
cultivares de maxixe (‘Do Norte’, ‘163’, ‘Liso de Calcutá’ e ‘Liso Gibão’) com quatro
concentrações de nutrientes na solução nutritiva aplicada via fertirrigação (50,
75, 100 e 125%), tomando-se como base as soluções recomendadas para as culturas
do meloeiro em cultivo hidropônico, conforme Furlani <i>et al</i>. (1999) e recomendação
de Oliveira <i>et al</i>. (2014). As concentrações de nutrientes bem como suas respectivas
condutividades elétricas estão apresentadas no <a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a23q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Para preparo das soluções nutritivas foram utilizados
os fertilizantes: KH<sub>2</sub>PO<sub>4</sub>, KNO<sub>3</sub>, Ca(NO<sub>3</sub>)<sub>2</sub>.4H<sub>2</sub>O,
KCl, CaCl<sub>2</sub>.2H<sub>2</sub>O, NaNO<sub>3</sub>, Mg(SO<sub>4</sub>)<sub>2</sub>.7H<sub>2</sub>O.
Como fonte de micronutrientes foi utilizada uma mistura de micronutrientes quelatizados
por EDTA, contendo 0,28% de Cu, 5,7% de Fe, 3,5% de Mn, 0,7% de Zn, 0,65% e B e
0,3% de Mo, na proporção de 6 g/100 L de solução. Após o preparo das soluções foram
realizadas análises de pH, utilizando um potenciómetro de bancada (marca Quimis
modelo Q400A, Brasil) e, quando necessárias, correções a partir de soluções de KOH
ou H<sub>2</sub>SO<sub>4</sub> (0,1 mol/L), mantendo-se pH entre 5,5 e 6,5.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A água utilizada no preparo das soluções de fertirrigação
apresentou as seguintes características: pH: 8,30; CE:0,50 dS/m; Ca<sup>2+</sup>:3,10;
Mg<sup>2+</sup>:1,10; K<sup>+</sup>=0,30; Na<sup>+</sup>=2,30; Cl<sup>-</sup>=1,80;
HCO<sub>3</sub><sup>-</sup>=3,00; CO<sub>3</sub><sup>2-</sup>=0,20 (mmol<sub>c</sub>/L).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Foram utilizados vasos plásticos de cor preta
apresentando as seguintes dimensões: 20 cm de diâmetro superior, 14 cm na base inferior
e 18 cm de altura, nos quais foram colocados 8 L de substrato constituído por fibra
de coco de textura fina, sem adubação de base (Golden Mix<sup>®</sup>, Amafibra,
Brasil).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O plantação foi realizado
através de mudas produzidas em placas alveoladas de polietileno com 128 células,
utilizando substrato formado pela mistura de fibra de coco e húmus de minhoca (1:1;
v:v) e transplantadas para os vasos, no dia 10 de novembro de 2015, aos 12 dias
após a sementeira.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O ensaio foi conduzido
ao ar livre utilizando o espaçamento de 1,25 x 0,75 m, resultando numa população
de 10,7 plantas por hectare. As plantas foram conduzidas com tutoramento e sem poda
do caule principal. A cultura foi tutorada verticalmente por fitilhos amarrados
a espaldeiras verticais instaladas ao longo da linha de plantio. O sistema de tutoramento
era composto por postes de madeira distanciados de 3,0 m entre si, com 2,5 m de
altura, fincados na profundidade de 0,50 m, deixando 2,0 m de altura para condução
das plantas. Foram esticados quatro fios de arame nº 08, igualmente espaçados, a
partir de 40 cm acima da superfície do solo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Durante o experimento foram realizadas mondas nas entrelinhas, a fim de
evitar a competição com plantas daninhas. Para o controle de pragas e doenças, adotou-se
o manejo preventivo utilizando-se produtos e formulações recomendadas para a cultura
do meloeiro, por pertencer à mesma família botânica e, devido à escassez de recomendações
para a cultura do maxixeiro.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para
cada solução nutritiva foi utilizado um sistema de irrigação independente, sendo
composto por um reservatório de PVC (500 L), uma eletrobomba de circulação 8Metalcorte/Eberle,
autoventilada, modelo EBD250076, acionada por motor monofásico, 210 V de tensão,
60 Hz de frequência), linhas laterais de 12 mm, e emissores do tipo microtubo, com
vazão média de 2,5 L/h.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A lâmina
de dotação de rega aplicada foi definida como sendo a necessária para que ocorresse
a drenagem mínima dos vasos, momento em que a irrigação era cessada. As fertirrigações
foram realizadas com frequência de cinco eventos diários, em intervalos de duas
horas (8:00, 10:00, 12:00, 14:00, 16:00 e 18:00 h), controlados com um temporizador
digital (modelo TE-2, Decorlux®, Brasil).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os frutos foram colhidos na maturidade comercial, imaturos com coloração
verde intenso, que ocorre aproximadamente aos 20 dias após a antese, pois nesta
fase os frutos encontram-se verdes e tenros, apresentando sementes brandas, o que
os torna agradáveis ao paladar.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Após
a colheita, os frutos foram limpos e transportados para o Laboratório de Tecnologia
de Alimentos do Departamento de Agrotecnologia e Ciências Sociais da UFERSA, onde
foram analisadas as seguintes características: sólidos solúveis totais (SST), pH,
condutividade elétrica do suco (CEsuco), acidez titulável (AT) e razão SST/AT.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para determinação dos sólidos solúveis totais
(SST), expressos em ºBrix, foi retirada uma fatia longitudinal do fruto e após a
extração das sementes e inserções de cortes sobre o mesocarpo, a fatia foi comprimida
e o suco liberado para a leitura, diretamente no prisma do refratômetro digital
(modelo PR – 100, Palette, Atago Co., Ltd., Japão), com escala variando de 0 até
32% e compensação automática de temperatura.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O pH foi medido no suco dos frutos de cada tratamento com um potenciômetro
digital com membrana de vidro (mPA-210, MS tecnopon instrumentação, Brasil), calibrado
com tampões de pH 7,0 e 4,0 (AOAC, 1992)</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A condutividade elétrica dos frutos (CEsuco) foi determinada em amostras de
suco do fruto utilizando um condutivímetro digital com resolução de 0,01 dS/m (mCA-150,
MS tecnopon instrumentação, Brasil).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A acidez titulável foi determinada conforme o Instituto Adolfo Lutz (IAL, 1985),
titulando-se uma alíquota de 10g de suco, contendo 40 mL de água destilada, na presença
de fenolftaleína 1%, com solução de NaOH a 0,02N, até a mudança de cor para levemente
róseo, sendo os resultados expressos em % de ácido cítrico.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A relação sólidos solúveis totais e acidez titulável (SST/AT)
foi determinada por meio do cálculo da razão entre as duas variáveis.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os dados obtidos foram submetidos às análises
de variância pelo teste F, e as médias do fator qualitativo (cultivares) comparadas
pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. As médias referentes ao fator quantitativo
(CEsn) foram analisadas através de análise de regressão, ajustando-se a modelos
polinomiais. As análises foram realizadas utilizando o software SISVAR 5.1 (Ferreira,
2011).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As cultivares
de maxixeiro diferiram significativamente em todas as variáveis analisadas. As cultivares
‘Do Norte’ e ‘Liso de Calcutá’ foram superiores às demais para as variáveis SST
e razão SST/AT (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a23q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>). Além dessas variáveis, a cultivar ‘Do Norte’ apresentou
pH mais elevado que as demais. Por outro lado, a cultivar ‘163’ apresentou maiores
valores nas características condutividade elétrica do suco e acidez titulável.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">O teor de SST apesar de não ter grande importância
na comercialização do maxixe, influencia o sabor do fruto, pois, mesmo não sendo
habitual, essa hortaliça também pode ser consumida <i>in natura</i> na forma de
salada, substituindo com vantagem o pepino por ser menos indigesta (Modolo &amp;
Costa, 2003).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em estudo realizado
por Silva (2016) avaliando a qualidade de frutos de maxixeiro das cultivares ‘Do
Norte’ e ‘Liso de Calcutá’, verificou SST de 3,2 e 3,4 ºBrix, respectivamente, valores
inferiores aos obtidos no presente trabalho para as mesmas cultivares.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">De acordo com Monteiro <i>et al</i>. (2008), o
valor do pH torna-se muito importante quando o fruto é destinado ao processamento,
pois um pH inferior a 4,5 é desejável para impedir a proliferação de microorganismos
e valores superiores ao pH 4,5, requerem períodos mais longos de esterilização da
matéria prima em um processamento térmico, ocasionando maior consumo de energia
e maior custo de processamento. Além disso, frutos com acidez moderada (pH abaixo
de 4,5), são mais perecíveis (Lima <i>et al</i>., 2006).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Na maioria dos frutos a acidez titulável representa um dos
principais componentes do sabor, pois sua aceitação depende do balanço entre ácidos
e açúcares (Chitarra &amp; Chitarra, 2005). Os maiores valores de AT observados
na cultivar ‘163’ refletiram diretamente na relação SST/AT, na qual esta cultivar
apresentou menor relação SST/AT em todas as soluções nutritivas, enquanto os maiores
valores foram observados nas cultivares ‘Do Norte’ e ‘Liso de Calcutá (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a23q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>).</font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A elevada relação SST/AT determina sabor suave
devido à excelente combinação de açúcar e ácido, enquanto que valores baixos se
correlacionam com ácido e sabor desagradável ou adstringente, indicando ser um produto
adequado para processamento bem como consumo <i>in natura</i> (Ferreira <i>et al</i>.,
2004), assim, a cultivar ‘163’ é mais indicado para o processamento enquanto as
demais apresentam melhor qualidade para o consumo <i>in natura</i>, na forma de
saladas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O aumento da condutividade
elétrica da solução nutritiva (CEsn) afetou significativamente o teor e sólidos
solúveis solúveis (SST) dos frutos, porém de forma diferente, nas quatro cultivares
de maxixeiro (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a23f1.jpg" target = "_blank">Figura 1A</a>). Para as cultivares ‘Do Norte’ e ‘163’ ocorreram respostas
quadráticas, de forma que inicialmente ocorreu aumento no SST até os níveis de 2,4
e 2,1 dS/m, obtendo-se valores máximos de 3,5 e 3,2 ºBrix, equivalendo a aumentos
de 18,3 e 21,1%, respectivamente. Verifica-se ainda que ocorreram reduções no SST
dos frutos a partir destas CEsn (2,4 e 2,1 dS/m, respectivamente para as cultivares
‘Do Norte’ e ‘163’).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Por
outro lado, as cultivares ‘Liso de Calcutá’ e ‘Liso Gibão’ apresentaram redução
linear no SST em resposta ao aumento na CEsn, de forma que entre os níveis 1,4 e
2,9 dS/m ocorreram reduções de 13,3% e 15,4% no teor de SST das cultivares ‘Liso
de Calcutá’ e ‘Liso Gibão’, respectivamente (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a23f1.jpg" target = "_blank">Figura 1A</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Em estudo desenvolvido por Silva (2016) para avaliar o crescimento
e alterações bioquímicas de frutos de duas cultivares de maxixeiro (‘Do Norte’ e
‘Liso de Calcutá’), foi detectado SST dos frutos, na ocasião da colheita, de 3,2%
e 3,4%, respectivamente, valores próximos aos obtidos no presente trabalho.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Na literatura são escassos os relatos sobre o
efeito da concentração de nutrientes na qualidade de frutos de maxixeiro, no entanto,
podem ser encontrados vários estudos desenvolvidos com outras culturas da mesma
família botânica, como meloeiro cujo aumento na concentração iônica, e, consequentemente,
da condutividade elétrica da solução nutritiva de cultivo provocou aumento no SST
dos frutos (Andriolo <i>et al</i>., 2005). Em <i>Physalis,</i> Ianckievicz <i>et
al</i>. (2013) verificaram que o teor de SST dos frutos foi afetado aumentou pelo
incremento da condutividade elétrica da solução nutritiva.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O teor de sólidos solúveis fornece um indicativo da quantidade
de açúcares existentes no fruto, mas outros compostos, embora em reduzidas proporções,
também fazem parte, como exemplo, ácidos, vitaminas, aminoácidos e algumas pectinas
(Kluge <i>et al</i>., 2002). O aumento do teor de sólidos solúveis, que está relacionado
com quantidade de açúcares e, consequentemente o sabor dos frutos, confere maior
qualidade ao produto (Ianckievicz <i>et al</i>., 2013).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A condutividade elétrica do suco (CEsuco) de maxixeiro foi afetado
pela CEsn de forma quadrática nas cultivares ‘Do Norte’ e ‘Liso de Calcutá’, em
que os maiores valores ocorreram nas condutividades elétricas 2,1; 2,4 e 2,2 dS/m,
obtendo-se valores máximos de 7,0; 7,8 e 6,7 dS/m, respectivamente (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a23f1.jpg" target = "_blank">Figura 1B</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Dentre estas cultivares, o aumento mais significativo
ocorreu na cv. ‘163’, em que a maior CEsuco (7,8 dS m<sup>-1</sup>) obtida na CEsn
2,4 dS/m equivale ao ganho de 35,3% em relação ao observado na CEsn de 1,4 dS/m
(CEsuco = 5,7 dS/m). No entanto, na cultivar ‘Liso Gibão’ o aumento na CEsn provocou
redução linear na CEsuco, de forma que o maior valor (6,6 dS/m) ocorreu na menor
CEsn (1,4 dS/m) e reduziu para 4,9 dS/m na maior CEsn, resultando em redução de
26,3% (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a23f1.jpg" target = "_blank">Figura 1B</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Em estudo desenvolvido
por Gurgel <i>et al</i>. (2010) com duas cultivares de meloeiro irrigado com águas
salinas, os autores não observaram efeito do estresse salino sobre a CEsuco, no
entanto, verificaram diferença significativa entre as cultivares, assim como observado
no presente trabalho. Por outro lado, Porto Filho <i>et al</i>. (2009) também trabalhando
com águas salinizadas na cultura do meloeiro, verificaram resposta quadrática para
a variável CEsuco.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A superioridade
da cultivar ‘163’ sobre as demais cultivares nas maiores concentrações iônicas,
quanto ao aumento na condutividade elétrica do suco, pode ser um mecanismo de adaptação
à salinidade, pois, conforme observado por Porto Filho <i>et al</i>. (2009) plantas
submetidas ao estresse salino apresentam aumento na condutividade elétrica do suco,
pois as plantas tendem a fazer ajuste osmótico.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Para a acidez titulável (AT) ocorreram respostas quadráticas em todas as
cultivares, com diferenças quanto as CEns que proporcionaram maiores valores de
AT (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a23f1.jpg" target = "_blank">Figura 1C</a>). Para as cultivares ‘Do Norte’, ‘Liso de Calcutá’ e ‘Liso ‘Gibão’,
os valores máximos de AT ocorrem para a CEsn de aproximadamente 2,1 dS/m, sendo
0,20; 0,23 e 0,24% de ácido cítrico, respectivamente.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Para a cultivar ‘163’, a maior AT ocorreu para a CEsn de 2,0
dS/m (0,53% de ácido cítrico). As cultivares‘Do Norte’, ‘163’, ‘Liso de Calcutá’
e ‘Liso Gibão’ obtiveram valores de 0,11; 0,42; 0,12 e 0,18% de ácido cítrico, respectivamente
(<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a23f1.jpg" target = "_blank">Figura 1C</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Resposta quadrática
ao aumento na CEsn em relação à AT foi observada por Andriolo <i>et al</i>. (2005)
com a cultura do meloeiro em sistema hidropônico. Também para a cultura do meloeiro,
Gurgel <i>et al</i>. (2010) não observaram efeito da salinidade sobre a AT dos frutos.
Entretanto, verificaram diferença significativa entre cultivares, assim como observado
no presente trabalho, evidenciando que esta característica de qualidade, além de
condições ambientais, pode variar entre cultivares de uma mesma espécies, fato também
observado por Silva (2016) em cultivares de maxixeiro. O mesmo autor relata que
a AT varia durante o crescimento dos frutos, e na colheita, frutos das cultivares
‘Do Norte’ e ‘Liso de Calcutá’, apresentam AT de 0,15 e 0,22% de ácido cítrico,
respectivamente.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A relação SST/AT
foi afetada de forma diferente pelo aumento na CEsn de acordo com as cultivares
estudadas (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a23f1.jpg" target = "_blank">Figura 1D</a>). Não obstante, houve resposta semelhante para as cultivares
‘Do Norte’, ‘Liso de Calcutá’ e ‘Liso Gibão’, cujos decréscimos na relação SST/AT
ocorreram inicialmente até as CEsn de 2,0; 2,2 e 2,1 dS/m (valores mínimos de 20,5;
18,9 e 12,2, respectivamente). Ressalta-se que a partir destas CEsn houve aumento
na relação SST/AT, de forma que na maior CEsn (2,9 dS/m) ocorrem valores de relação
SST/AT) próximos aos obtidos na menor CEsn (1,4 dS/m) para cv. ‘Do Norte’ (24,6
e 26,9, respectivamente); ‘Liso de Calcutá’ (26,5 e 26,2, respectivamente) e ‘Liso
Gibão’ (16,7 e 17,4, respectivamente) (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a23f1.jpg" target = "_blank">Figura 1D</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Para a cultivar ‘163’, verificou-se aumento linear na relação SST/AT
com o aumento da condutividade elétrica da solução nutritiva (CEsn), sendo observado
máxima relação (9,1) na maior CEsn, resultando em aumento de 79,6% em relação ao
valor obtido na menor CEsn (5,1) (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a23f1.jpg" target = "_blank">Figura 1D</a>). A relação SST/AT, também conhecido
como índice de maturação, é uma característica importante na avaliação do sabor,
sendo mais representativo do que a mensuração isolada de açúcares e acidez (Pedro
&amp; Ferreira, 2005). Desta forma, para se produzir frutos de maior palatabilidade
deve-se dar atenção à condutividade eléctrica da solução nutritiva.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os frutos da cultivar ‘163’ apresentaram menor
SST, pH, CEsuco (CEsn = 1,4 dS/m) e relação SST/AT, mas maior AT e CEsuco (CEsn
&gt; 1,4 dS/m).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As cultivares ‘Do
Norte’ e ‘Liso de Calcutá’ apresentaram, de forma geral, melhor qualidade para consumo
<i>in natura</i>, com maior equilíbrio entre teor de açúcares e acidez da polpa.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Com exceção do pH, as demais características foram
afectadas pela CE das soluções nutritivas e de forma diferente para cada cultivar.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Frutos de melhor qualidade, considerando a variável
SST/AT, para todas as cultivares foram obtidas com solução de nutritiva de maior
condutividade elétrica (2,9 dS/m).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</b></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Andriolo, J.L.; Luz, G.L.; Bortolotto, O.C. &amp;
Godoi, R.S. (2005) - Produtividade e qualidade de frutos de meloeiro cultivado em
substrato com três doses de solução nutritiva. <i>Ciência Rural</i>, vol. 35, n.
4, p. 781-787. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782005000400005" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782005000400005</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682485&pid=S0871-018X201800020002300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">AOAC (1992) - <i>Official methods of analysis of the Association
of Official Analytical Chemistry</i>. Washington: Association of Official Agricultural
Chemists, 1992. 1115 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682486&pid=S0871-018X201800020002300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Chitarra,
M.I.F. &amp; Chitarra, A.B. (2005) - <i>Póscolheita de frutos e hortaliças: fisiologia
e manuseio</i>. 2. Ed. Lavras: Editora UFLA. 785p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682488&pid=S0871-018X201800020002300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Dias, N.S.; Palácio, V.S.; Moura, K.C. &amp; Sousa Neto, O.N. (2015)
- Crescimento do meloeiro em substrato de fibra de coco com solução nutritiva salina.
<i>Irriga</i>, vol. 20, n. 1, p. 1-12. <a href = "http://dx.doi.org/10.15809/irriga.2015v20n1p01" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.15809/irriga.2015v20n1p01</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682490&pid=S0871-018X201800020002300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Ferreira, D.F. (2011) - Sisvar: a computer statistical
analysis system. <i>Ciência e Agrotecnologia</i>, vol. 35, n. 6, p. 1039-1042. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S1413-70542011000600001" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S1413-70542011000600001</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682491&pid=S0871-018X201800020002300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Ferreira, S.M.R.; Freitas, R.J.S. &amp; Lazzari,
E.N. (2004) - Padrão de qualidade e identidade do tomate (<i>Lycopersicon esculentum</i>
Mill) de mesa. <i>Ciência Rural</i>, vol. 34, n. 1, p. 329-335. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782004000100054" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782004000100054</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682492&pid=S0871-018X201800020002300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Furlani, P.R.; Silveira, L.C.P.; Bolonhezi, D.
&amp; Faquim, V. (1999) - <i>Cultivo hidropônico de plantas</i>. Campinas: IAC.
52p. (Boletim Técnico, 180).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682493&pid=S0871-018X201800020002300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Gurgel,
M.T.; Oliveira, F.H.; Gheyi, H.R.; Fernandes, P.D. &amp; Uyeda, C.A. (2010) - Qualidade
pós-colheita de variedades de melões produzidos sob estresse salino e doses de potássio.
<i>Revista Brasileira de Ciências Agrárias</i>, vol. 5, n. 3, p. 398-405. <a href = "http://dx.doi.org/10.5039/agraria.v5i3a507" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.5039/agraria.v5i3a507</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682495&pid=S0871-018X201800020002300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Ianckievicz, A.; Takahashi, H.W.; Fregonezi, G.A.F.
&amp; Rodini, F.K. (2013) - Produção e desenvolvimento da cultura de <i>Physalis</i>
L. submetida a diferentes níveis de condutividade elétrica da solução nutritiva.
<i>Ciência Rural</i>, vol. 43, n. 3, p. 438-444. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782013000300010" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782013000300010</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682496&pid=S0871-018X201800020002300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">IAL (1985) - <i>Normas analíticas
do Instituto Adolfo Lutz</i>: métodos químicos e físicos para análise de alimentos.
São Paulo: Instituto Adolfo Lutz. v. 1, p. 533.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682497&pid=S0871-018X201800020002300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Kluge, R.A. (2002) - <i>Fisiologia e manejo pós-colheita de frutas de clima
temperado</i>. 2.Ed. Campinas: Livraria e Editora Rural. 214p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682499&pid=S0871-018X201800020002300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Lima, A.S.; Trancoso, F.O.; Moura, K.M.; Almeida, L.B.;
Silva, T.N.S.; Souza, W.M. &amp; Marcellini, P.S. (2006) - Caracterização centesimal
de maxixe e sua aplicação na produção de picles. <i>Alimentos e Nutrição</i>, vol.
17, n. 4, p. 407-412.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682501&pid=S0871-018X201800020002300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Modolo, V.A.
&amp; Costa, C.P. (2003) - Avaliação de linhagens de maxixe paulista cultivadas
em canteiros com cobertura de polietileno. <i>Horticultura Brasileira</i>, vol.
21, n. 3, p. 534-538. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0102-05362003000300024" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0102-05362003000300024</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682503&pid=S0871-018X201800020002300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Monteiro, C.S.; Balbi, M.E.; Miguel, O.G.; Penteado,
P.T.P.S. &amp; Haracemiv, S.M.C. (2008) - Qualidade nutricional e antioxidante do
tomate “tipo italiano”. <i>Alimentos e Nutrição</i>, vol. 19, n. 1, p. 25-31.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682504&pid=S0871-018X201800020002300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Moretoni, C.B. (2008) - <i>Avaliação fitoquímica
e das atividades antioxidante, citotóxica e hipoglicemiante dos frutos de</i> <i>Cucumis
anguria</i> L. (<i>Cucurbitaceae</i>). Curitiba: UFPR. 91p (Dissertação de Mestrado).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682506&pid=S0871-018X201800020002300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Nascimento, A.M.C.B.; Nunes, R.G.F.L. &amp; Nunes,
L.A.P.L. (2011) - Elaboração e avaliação química, biológica e sensorial de conserva
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n. 1, p. 123-136.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682508&pid=S0871-018X201800020002300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Oliveira, F.A.;
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<a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0102-05362012000200014" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0102-05362012000200014</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=682512&pid=S0871-018X201800020002300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Porto Filho, F.Q.; Medeiros, J.F.; Senhor, R.F.; Morais, P.L. &amp;
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