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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA17124</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Variedades de mandioca sob concentrações de salinidade na água de irrigação, em cultivo protegido]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Varieties of manioc under salinity concentrations in irrigation water, under protected cultivation]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Departamento de Fitotecnia e Zootecnia ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Salinity adversely affects the growth and development of agricultural crops and the productivity of cultivated species, as these processes are limited by water deficit, ion-induced toxicity and nutritional imbalance. However, there are few studies of the cassava crop evaluating its tolerance under conditions of saline stress. In this work, the objective of this work was to compare the behavior of cassava varieties under salinity concentrations in irrigation water in protected cultivation. The experiment was conducted between April and August of 2016, at the State University of Southwest of Bahia, campus of Vitória da Conquista-BA. The treatments consisted of five varieties (BRS Mulatinha, Platinão, BRS Poti Branca, Sergipe and BRS Verdinha) submitted to four levels of irrigation water salinity (0, 2.0, 4.0, 6.0 dS m-1) , In the experimental design in randomized blocks, with 4 replicates, composing factorial 5 x 4. The experimental unit was formed by a pot (1 plant per pot). After 120 days, the following characteristics were evaluated: average plant height; stem diameter; dry mass of the stem, leaves and roots. In the experimental conditions used, the Sergipe and Platinão varieties were superior and all evaluated characteristics were influenced negatively.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Manihot esculenta Crantz]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Estresse salino]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Condutividade elétrica]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Tolerância a NaCl]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[Electric conductivity]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Tolerance to NaCl]]></kwd>
</kwd-group>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Variedades de mandioca sob concentrações de salinidade na água de irrigação,
em cultivo protegido </b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Varieties of manioc under salinity concentrations
in irrigation water, under protected cultivation</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Leandro M. Oliveira</b><sup>*</sup>, <b>Cláudio Lúcio
F. Amaral</b>, <b>Anselmo E. S. Viana</b>, <b>Adriana Dias Cardoso</b>, <b>Murilo Oliveira Guedes</b>, <b>Mayara
Cristina B. Pessoa</b> e <b>Caio Jander N. Prates</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Departamento
de Fitotecnia e Zootecnia, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Caixa Postal
95, CEP: 45. 083- 900, Vitória da Conquista, Bahia, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E- mail: <a href="mailto:leandromenezes_eng@hotmail.com">leandromenezes_eng@hotmail.com</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A salinidade afeta negativamente o crescimento
e desenvolvimento das culturas agrícolas e a produtividade das espécies cultivadas,
pois estes processos são limitados pelo déficit hídrico, toxicidade provocada por
iões e desequilíbrio nutricional. Porém, existem poucos estudos da cultura da mandioca
que avaliem a sua tolerância em condições de stresse salino. Nestas circunstâncias,
o objetivo deste trabalho foi comparar o comportamento de variedades de mandioca
sob concentrações de salinidade na água de irrigação em cultivo protegido. O ensaio
foi conduzido entre os meses de abril a agosto de 2016, na Universidade Estadual
do Sudoeste da Bahia, campus de Vitória da Conquista- BA. Os tratamentos consistiram
de cinco variedades (BRS Mulatinha, Platinão, BRS Poti Branca, Sergipe e BRS Verdinha)
submetidas a quatro níveis de condutividade elétrica da água de irrigação (0; 2,0;
4,0; 6,0 dS m<sup>-1</sup>), no delineamento experimental em blocos casualizados, 
com 4 repetições, em esquema fatorial 5 x 4. A unidade experimental foi formada
por um vaso (1 planta por vaso). Após 120 dias, foram avaliadas as características:
altura média das plantas; diâmetro do caule; massa seca do caule, folhas e raízes.
Nas condições experimentais empregadas, as variedades Sergipe e Platinão se mostraram
superiores e todas as características avaliadas foram influenciadas negativamente.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave</b>: <i>Manihot esculenta</i> Crantz, Estresse salino, Condutividade
elétrica, Tolerância a NaCl.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Salinity adversely affects the growth and development of agricultural
crops and the productivity of cultivated species, as these processes are limited
by water deficit, ion-induced toxicity and nutritional imbalance. However, there
are few studies of the cassava crop evaluating its tolerance under conditions of
saline stress. In this work, the objective of this work was to compare the behavior
of cassava varieties under salinity concentrations in irrigation water in protected
cultivation. The experiment was conducted between April and August of 2016, at the
State University of Southwest of Bahia, campus of Vitória da Conquista-BA. The treatments
consisted of five varieties (BRS Mulatinha, Platinão, BRS Poti Branca, Sergipe and
BRS Verdinha) submitted to four levels of irrigation water salinity (0, 2.0, 4.0,
6.0 dS m<sup>-1</sup>) , In the experimental design in randomized blocks, with 4
replicates, composing factorial 5 x 4. The experimental unit was formed by a pot
(1 plant per pot). After 120 days, the following characteristics were evaluated:
average plant height; stem diameter; dry mass of the stem, leaves and roots. In
the experimental conditions used, the Sergipe and Platinão varieties were superior
and all evaluated characteristics were influenced negatively.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords</b>:
<i>Manihot esculenta</i> Crantz, Saline stress, Electric conductivity, Tolerance
to NaCl.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A cultura da mandioca exerce um importante papel
na dieta alimentar dos brasileiros, por seu elevado teor energético. O Brasil é
responsável por uma produção significativa a nível mundial e também como grande
consumidor, apresentando em 2013 um consumo de raízes <i>per capita</i> 36,3kg/ha/ano,
enquanto o consumo <i>per capita</i> mundial foi de apenas 14,3kg/ha/ano (FAO, 2017).
Trata-se de uma das plantas mais cultivadas do planeta, apresentando raízes ricas
em amido, constituindo-se a base energética para mais de 700 milhões de pessoas
de baixa renda, em vários países (Marcon, 2007). </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A mandiocultura é amplamente explorada na Região Nordeste, porém,
sem o uso de um manejo adequado, principalmente em relação à irrigação. É considerada
como uma cultura de subsistência na Região, e por ser tolerante à seca e pela falta
de estrutura dos pequenos produtores, o manejo de irrigação não é muito utilizado.
No entanto, o fornecimento adequado de água é essencial na fase de enraizamento
e tuberização da planta, período que ocorre entre os 5 primeiros meses. </font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Vale ressaltar que o manejo de irrigação é adotado
também para a produção de mudas de mandioca, porém, acredita-se que a qualidade
da água na maioria das vezes não é considerada. Contudo, informações e trabalhos
são escassos sobre o crescimento inicial da mandioca cultivada sob condições irrigadas,
principalmente considerando-se o aspecto da salinidade.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Holanda Filho <i>et al</i>. (2011), avaliando os efeitos
da água salina nos atributos químicos do solo e no estado nutricional da mandioca,
observaram que o uso da água salina aumentou os teores de magnésio e sódio do solo
na profundidade de 0,20 m e também a porcentagem de sódio trocável, que foi a razão
da adsorção de sódio e a condutividade elétrica do solo, nas duas profundidades
de solo avaliadas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Fogaça (2007)
avaliando a tolerância aos estresses salino e térmico em cultivares de taro e mandioca
tuberizadas <i>in vitro</i> afirma que há diferença de tolerância ao estresse salino
entre as cultivares de mandioca. Holanda Filho <i>et al</i>. (2013) avaliando os
atributos fisiológicos e de produtividade na cultura da mandioca submetidos à água
salina, constataram que a produtividade diminui com o uso da água salina na irrigação.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Diante disso, foi objetivo deste trabalho comparar
o comportamento de variedades de mandioca sob concentrações distintas de salinidade
na água de irrigação.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O experimento foi conduzido entre os meses de Abril e Agosto
de 2016, em casa de vegetação na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, em
Vitória da Conquista (<a href = "#f1">Figura 1</a>), Bahia. Este município está situado a 14º 51’ de
latitude Sul e 40º 50’ de longitude Oeste, e apresenta altitude média de 941 m,
clima tropical de altitude (Cwa), de acordo com Köppen e precipitação média anual
de 717 mm 28 (SEI, 2011).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f1"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a26f1.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As variedades
foram obtidas a partir do Banco de germoplasma da fecularia Coopasub (Cooperativa
Mista Agropecuária dos Pequenos Agricultores do Sudoeste da Bahia), Vitória da Conquista-
BA, sendo elas: BRS Mulatinha, BRS Poti Branca, BRS Verdinha, Sergipe e Platinão.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os tratamentos consistiram de cinco variedades
(BRS Mulatinha, Platinão, BRS Poti Branca, Sergipe e BRS Verdinha) submetidas a
quatro níveis de condutividade elétrica da água de irrigação (0; 2,0; 4,0; 6,0 dS
m<sup>-1</sup>), no delineamento experimental em blocos casualizados,  com 4 repetições,
compondo um fatorial 5 x 4, totalizando 20 tratamentos e 80 parcelas. A unidade
experimental foi formada por um vaso (uma planta por vaso).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O plantio foi realizado colocando-se uma maniva por vaso,
disposta horizontalmente a uma profundidade de 10 cm, cada uma apresentando 15 cm
de comprimento. A irrigação durante 30 dias foi realizada com a água fornecida pela
Companhia de Água e Esgoto do Estado da Bahia (EMBASA), com uma lâmina de água que
representava 50% da capacidade de vaso.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Após os 30 dias, quando foi atingida a uniformidade das plantas, iniciou-se
a irrigação, cuja água apresentava uma condutividade elétrica correspondente ao
respectivo tratamento salino, tendo sido realizada de acordo com as necessidades
hídricas das plantas, estimada com base na capacidade de vaso mediante a metodologia
descrita por Casaroli &amp; Jong van Lier (2008), pelo método das pesagens. </font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">As águas para irrigação foram preparadas a partir
do sal NaCl (sal de cozinha), o qual foi diluído em um tambor (capacidade de 80
L) contendo água fornecida pela EMBASA, até se obter a condutividade elétrica da
água de irrigação do respectivo nível salino. A condutividade de cada solução foi
medida utilizando o condutivímetro digital portátil, tipo caneta, modelo CD-880,
expressa em CEa – condutividade elétrica aparente.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Após 120 do plantio, as plantas foram colhidas e foram avaliadas
as seguintes características: altura das plantas<b>-</b> determinada no momento
da retirada das plantas, medindo-se a partir do nível do solo até a extremidade
da planta com auxílio de régua graduada; diâmetro do caule<b>- </b>determinado no
momento da retirada das plantas, medindo-se o diâmetro do caule a 10 cm de altura
da planta a partir do solo, com auxílio de paquímetro digital; massa seca das folhas,
caules e raízes<b>- </b>obtido após secagem do material, acondicionado em sacos
de papel colocados em estufa, com ventilação forçada de ar a 65 °C, até obter peso
constante. </font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Os dados obtidos foram
testados quanto à normalidade e homogeneidade de variância. Em seguida, foi realizada
a análise de variância, sendo que as médias do fator variedade foram comparadas
pelo teste Tukey e os níveis de salinidade foram analisados por meio da regressão
polinomial, ambos a 5% de probabilidade, utilizando o programa estatístico SAEG
9.1 (Ribeiro Junior, 2001).</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para a característica altura de planta, observou-
se efeito significativo isolado, tanto para o fator salinidade, quanto para variedade.
O modelo que se ajustou melhor para demonstrar o comportamento das plantas submetidas
aos níveis de salinidade foi o quadrático, verificando-se decréscimo na curva a
partir da testemunha (0 dS m<sup>-1</sup>), à medida que aumentou a concentração
salina, afetou negativamente o crescimento das plantas (<a href = "#f1">Figura 1</a>).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Resultados semelhantes foram obtidos por Nery
<i>et al</i>. (2009), ao submeterem o pinhão-manso a níveis crescentes de concentração
salina na água de irrigação, verificaram que a altura das plantas foi afetada pela
condutividade elétrica da água, com redução de 3,78 por unidade de CEa. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Elevadas concentrações de sais na zona radicular podem provocar
alterações na fisiologia das plantas (Parida e Das, 2005), como desequilíbrio no
balanço osmótico, desorganização das membranas, inibição na divisão e expansão celular
(Mahajan e Tuteja, 2005), características que podem promover a diminuição do crescimento
de plantas, evento passível de se manifestar em reduções em altura de planta, no
número de folhas e no diâmetro de caule (Zhu <i>et al</i>., 2008; Silva <i>et al</i>.,
2009; Oliveira <i>et al</i>., 2009).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Foi observado efeito significativo entre as variedades para essa variável, sendo
que as variedades BRS Mulatinha e BRS Poti Branca se destacaram entre as demais
(<a href = "#q1">Quadro 1</a>). A variedade BRS Poti Branca, é caracterizada como uma planta de porte
alto, entretanto, a variedade BRS Mulatinha, apresentou uma brotação mais rápida
do que as demais, o que favoreceu seu crescimento e desempenho para essa característica.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q1"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a26q1.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Resultado semelhante foi encontrado
por Guimarães (2013), quando avaliou genótipos de mandioca no momento da colheita
em Cândido Sales- BA, verificou que a variedade BRS Poti Branca apresentou a maior
altura entre 28 genótipos avaliados, enquanto a variedade BRS Mulatinha obteve média
intermediária, e as variedades BRS Verdinha e Sergipe, obtiveram as menores médias.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Analisando o efeito dos níveis salinos sob o diâmetro
do caule, verificou-se efeito quadrático decrescente sobre o comportamento de plantas
de mandioca (<a href = "#f2">Figura 2</a>). O tratamento testemunha obteve a maior média, com 10 mm
de diâmetro, e o de maior concentração salina (6 dS m<sup>-1</sup>) obteve a menor
média, com 7,20 mm, ou seja, representa uma redução de 28% pra essa característica.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

<a name = "f2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a26f2.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para o tratamento testemunha e o subsequente (2
dS m<sup>-1</sup>), houve uma redução de 14%, vale ressaltar que a maioria das culturas
toleram essa concentração salina de 2 dS.m<sup>-1</sup>, no entanto, verifica-se
que essa redução representa 50% da redução entre o tratamento testemunha e o de
maior concentração salina, que foi citado acima (28%), é um valor de redução considerável,
constatando que a o aumento da salinidade afeta negativamente o diâmetro de caule
em plantas de mandioca. Foi observado que o aumento unitário da salinidade reduziu
em média 0,5 mm do diâmetro do caule das plantas de mandioca.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Resultados semelhantes foram encontrados por Nobre
<i>et al</i>. (2010), avaliando o crescimento do girassol sob estresse salino, constataram
que a salinidade crescente da água de irrigação proporcionou decréscimo linear do
diâmetro do caule, com um decréscimo de 0,62 mm por aumento unitário da condutividade
elétrica da água de irrigação. Nery <i>et al</i>. (2009), avaliando os efeitos da
salinidade em pinhão-manso, observaram redução no diâmetro das plantas, decrescendo
7,35%, por aumento unitário de CEa. Para o diâmetro do caule, observa- se que a
variedade BRS Poti Branca foi superior em relação a Sergipe (<a href = "#q2">Quadro 2</a>).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a26q2.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A massa seca da folha foi influenciada tanto pelo fator
salinidade, quanto pelo fator variedade. No <a href = "#q3">Quadro 3</a>, observa- se diferença entre
as variedades quanto à massa seca da folha, sendo que a variedade Platinão obteve
a maior média, em relação a BRS Mulatinha, BRS Poti Branca e BRS Verdinha. A Platinão
é uma variedade muito utilizada na região, sendo considerada adaptada às condições
adversas, apresenta folhas grandes e em grande quantidade, justificando seu desempenho
para essa característica.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q3"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a26q3.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para os níveis
salinos, constatou-se efeito quadrático para massa seca da folha, com redução na
produção de ambas às características com o aumento da salinidade. Foi constatado
que o aumento unitário da salinidade reduziu em média 1,30 g na massa seca da folha
(<a href = "#f3">Figura 3</a>). </font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

<a name = "f3"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a26f3.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A redução na massa seca das folhas pode ser associada
aos efeitos osmóticos, tóxicos e nutricionais nas raízes da planta, diminuindo a
assimilação de CO<sub>2</sub>, a expansão foliar e propiciando a aceleração da senescência
das folhas maduras (Neves <i>et al</i>., 2009). Os efeitos negativos da salinidade
sobre o crescimento das plantas estão associados à sua interferência nos processos
de assimilação líquida de CO<sub>2</sub>, de translocação de carboidratos para tecidos
drenos e no desvio de fonte de energia para outros mecanismos, sendo eles: ajustamento
osmótico, síntese de solutos compatíveis, reparos de danos causados pela salinidade
e manutenção dos processos metabólicos básicos (Paranychianakis e Chartzoulakis,
2005).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">No <a href = "#q4">Quadro 4</a>, observa- se que
as variedades BRS Mulatinha e BRS Poti Branca foram superiores no tratamento testemunha
para massa seca do caule. Verifica-se diferença significativa somente entre a variedade
BRS Poti Branca e Sergipe nesse mesmo nível de salinidade. Para os tratamentos de
4 e 6 dS m<sup>-1</sup> não houve diferença estatística entre as variedades para
essa característica.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q4"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a26q4.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para os níveis
salinos, verificou-se efeito quadrático para as variedades BRS Mulatinha e Sergipe
e para as demais prevaleceu o efeito linear decrescente (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a26f4.jpg" target = "_blank">Figura 4</a>). À medida que
se aumentou a concentração salina, a produção de massa seca do caule decresceu em
todas as concentrações estudadas.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Resultados semelhantes
foram encontrados por Lima <i>et al</i>. (2015), ao avaliarem a tolerância da berinjela
à salinidade da água de irrigação, verificaram que o aumento unitário da salinidade
promoveu uma redução na produção de massa seca do caule e constatou também que os
menores valores para essas características ocorreram na maior salinidade. </font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Verificou- se efeito da salinidade para a massa
seca de raiz, sendo adotado, o modelo quadrático, por melhor representar e explicar
os efeitos agronómicos (<a href = "#f5">Figura 5</a>).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f5"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a26f5.jpg"></a>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Percebeu-se
uma redução drástica da massa seca de raiz do tratamento de CEa 2 dS m<sup>-1</sup>,
comparando- se com o testemunha, representando um decréscimo de aproximadamente
76%. Este fato torna-se indicativo de que a planta de mandioca é sensível à salinidade
do solo, uma vez que seu produto final é a raiz tuberosa, e essa é influenciada
diretamente pela salinidade. Foi observado que o aumento unitário da salinidade
reduziu em média 3,6 g da massa seca de raiz.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A redução na massa seca da raiz foi constatada também por outros pesquisadores,
em trabalhos com estresse salino, como descrito por Oliveira <i>et al</i>. (2012),
na cultura do rabanete e Lopes e Silva (2010) em plantas de algodão.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Todas as características avaliadas foram influenciadas negativamente
pelo incremento de sais na água de irrigação. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Nas condições experimentais empregadas, a variedade BRS Poti Branca foi
superior para a maioria das características avaliadas.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências Bibliográficas</b></font></p>

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Food and Agriculture Organization. [cit. 2017.01.06]. &lt;<a href = "http://www.fao.org/faostat/en/#data" target = "_blank">http://www.fao.org/faostat/en/#data</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683665&pid=S0871-018X201800020002600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Guimarães, D.G. (2013) - <i>Avaliação de genótipos de mandioca em Cândido
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Holanda Filho, R.S.F.; Santos, D.B.; Azevedo, C.A.V.; Coelho, E.F. &amp;
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Lima, L.A.; Oliveira, F.A. de; Alves, R.C.; Linhares, P.S.F.; Medeiros, A.M.A.
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Mahajan, S. &amp;
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Nery, A.R.; Rodrigues, L.N.; Silva, M.B.R.; Fernandes, P.D.; Chaves, L.H.G.;
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Nobre, R.G.; Gheyi, H.R.;
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Paranychianakis, N.V. &amp; Chartzoulakis, K.S. (2005) - Irrigation of
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">SEI (2011) - <i>Estatística
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Silva, F.E.O.; Maracajá, P.B.; Medeiros, J.F.
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Zhu, J.;
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    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido/received: 2017.05.18</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido em versão revista/received in revised form: 2017.09.18</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Aceite/accepted: 2018.01.12</font></p>

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