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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA17149</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Características físicas e anatômicas da madeira de Tectona grandis L.f. aos 7 anos de idade]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Anatomical and physical properties of wood of 7-year-old Tectona grandis L.f.]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This work aimed at the physical and anatomical characterization of Tectona grandis wood obtained from thinning, at 7 years. Five commercially planted trees were selected and wood discs were cut in different base-top positions (0, 25, 50, 75 and 100% of the total height) for the determination of wood basic density and samples were obtained in three radial positions to fibers (length, width, diameter of lumen and wall thickness) and vessels (diameter, occupied area and frequency) dimensions. Tortoises were also cut from the basal area of the trunk and test specimens were obtained to determine wood retractability (retraction, swelling and anisotropic factor). The mean wood density found was 0.40 g.cm-3. The mean values of axial and radial retraction, volumetric retractability and anisotropic retraction factor are considerably high, indicating dimensional instability of the species. The evaluations of the physical and anatomical characteristics of wood indicated that the structures formed by the cambium have not yet reached the stabilization of their dimensions, and it is not indicated for the applications of the adult Teak wood as in the construction naval and furniture.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Teca]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[posições base-topo e radiais]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[qualidade de madeira]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[base-top and radial positions]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[wood quality]]></kwd>
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</article-meta>
</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Características físicas
e anatômicas da madeira de <i>Tectona grandis </i>L.f. aos 7 anos
de idade</b></font></p>

 
    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Anatomical and physical properties of wood of
7-year-old <i>Tectona</i> <i>grandis </i>L.f.</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Júlia
Lobo Ribeiro Anciotti Gil</b><sup>1,*</sup>, <b>Frederico Severino Barboza</b><sup>1</sup>, <b>Ademilson Coneglian</b><sup>2</sup>,
<b>Carlos Roberto Sette Jr.</b><sup>3</sup>, <b>Macksuel Fernades da Silva</b><sup>4</sup> e <b>Mariana Dianese
Alves de Moraes</b><sup>5</sup></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>1</sup>Graduanda do curso de Engenharia Florestal
da Universidade Estadual de Goiás,Campus Ipameri, Ipameri, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>2</sup>Docente do Departamento de Engenharia Florestal
da Universidade Estadual de Goiás, Campus Ipameri, Ipameri, GO, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>3</sup>Docente do Departamento de Engenharia
Florestal da Universidade Federal de Goiás; Campus Samambaia, Goiânia, GO, Brasil</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>4</sup>Mestre em Agronomia e Técnico do
Laboratório de Qualidade da Madeira e Bioenergia, da Universidade Federal de Goiás,
Campus Samambaia,Goiânia, GO, Brasil.</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>5</sup>Mestre em Agronomia e Doutoranda em Agronegócio pela Universidade
Federal de Goiás, Campus Samambaia,Goiânia, GO, Brasil.</i></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href="mailto:julialoboribeiroanciottigil@hotmail.com">julialoboribeiroanciottigil@hotmail.com</a>)</i></font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Este trabalho objetivou a caracterização física e anatômica da madeira de <i>Tectona
grandis</i> obtida do desbaste, aos 7 anos. Foram selecionadas cinco árvores de
plantio comercial e cortados discos de madeira em diferentes posições base-topo
(0, 25, 50, 75 e 100% da altura total) para a determinação da densidade básica e
obtidos corpos de prova em três posições radiais (0, 50 e 100% do raio), por disco
de madeira, para a determinação das dimensões das fibras (comprimento, largura,
diâmetro do lúmen e espessura da parede) e dos vasos (diâmetro, área ocupada e frequência).
Foram cortados ainda toretes da região basal do tronco e obtidos corpos de prova
para a determinação da retratibilidade da madeira (retração, inchamento e fator
anisotrópico). A densidade média encontrada foi de 0,40 g.cm<sup>-3</sup>. Os valores
médios encontrados de retração axial e radial, retratibilidade volumétrica e fator
anisotrópico de retração são consideravelmente altos, indicando instabilidade dimensional
da espécie. As avaliações das características físicas e anatômicas da madeira de
desbaste de <i>T. grandis</i>, aos sete anos, indicaram que as estruturas formadas
pelo câmbio ainda não atingiram a estabilização das suas dimensões, não sendo indicada
para as aplicações da madeira adulta de Teca como na construção naval e movelaria.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave</b>: Teca; posições base-topo e radiais; qualidade de madeira.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">This work aimed
at the physical and anatomical characterization of <i>Tectona grandis </i>wood obtained
from thinning, at 7 years. Five commercially planted trees were selected and wood
discs were cut in different base-top positions (0, 25, 50, 75 and 100% of the total
height) for the determination of wood basic density and samples were obtained in
three radial positions to fibers (length, width, diameter of lumen and wall thickness)
and vessels (diameter, occupied area and frequency) dimensions. Tortoises were also
cut from the basal area of the trunk and test specimens were obtained to determine
wood retractability (retraction, swelling and anisotropic factor). The mean wood
density found was 0.40 g.cm<sup>-3</sup>. The mean values of axial and radial retraction,
volumetric retractability and anisotropic retraction factor are considerably high,
indicating dimensional instability of the species. The evaluations of the physical
and anatomical characteristics of wood indicated that the structures formed by the
cambium have not yet reached the stabilization of their dimensions, and it is not
indicated for the applications of the adult Teak wood as in the construction naval
and furniture.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords</b>: Teak; base-top and radial
positions; wood quality</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Com uma área de 7,84 milhões de hectares de reflorestamento,
o setor brasileiro de árvores plantadas é responsável por 91% de toda a madeira
produzida para fins industriais e 6,2% do PIB Industrial no País, com destaque para
as plantações de Teca (<i>Tectona grandis </i>L.f.), com um total de 87 mil hectares
de área plantada (Indústria Brasileira De Árvores, 2017).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A Teca destaca-se devido a sua fácil adaptabilidade as condições
edafo-climáticas de diversas regiões do Brasil, com taxas de incremento médio na
ordem de 25 a 35m³.ha.ano<sup>-1</sup> e pela qualidade de sua madeira, com propriedades
anatômicas e físico-mecânica que permitem uma ampla gama de aplicações de alto valor
agregado como na construção naval, movelaria, objetos de luxo e construção civil
(Shimizu <i>et al</i>., 2007; Paes <i>et al</i>., 2015).</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">No centro sul da Índia, de onde é originaria, a Teca tem
sua madeira explorada com idades entre cinqüenta e oitenta anos (Jayaraman, 2010;
Miranda <i>et al</i>.,2011). No Brasil, o período de exploração foi reduzido para
idades entre vinte a vinte cinco anos, ocorrendo desbastes ao longo do ciclo, sendo
o primeiro normalmente feito entre cinco e sete anos um considerável volume de madeira
juvenil, que costumam ser descartados ou utilizados como lenha ou carvão vegetal
(Finger <i>et al</i>., 2003; Paes <i>et al</i>., 2015).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A madeira oriunda das árvores cortadas no desbaste, não são,
normalmente, apropriadas para aplicações tradicionais da Teca, devido ao diâmetro
reduzido das toras, alto incide de conicidade e elevada quantidade de lenho juvenil
que, quando comparada a madeira adulta formada em árvores de maior idade, apresenta
características tecnológicas inferiores (Bufalino <i>et al</i>., 2012; Chagas <i>et
al</i>., 2014; Coneglian, 2014; Coneglian <i>et al</i>., 2016).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As características anatômicas e físicas da madeira influenciam
o seu comportamento tecnológico quando em uso e refletem diretamente no processo
de industrialização, tendo como destaque as dimensões das fibras e vasos e a densidade
e a retratibilidade, com forte variação destas características no sentido radial
e longitudinal do tronco das árvores (Bonduelle <i>et al</i>., 2015; Freitas <i>et
al</i>., 2015; Gallio <i>et al</i>., 2016).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">No Brasil e no mundo, são escassos os estudos tecnológicos da madeira juvenil
de Teca, provenientes do desbaste das plantações florestais. Essa pesquisa tem o
objetivo avaliar as características físicas e anatômicas da madeira juvenil de <i>T.
grandis </i>em diferentes posições radias e longitudinais do tronco, uma vez que
a avaliação da madeira juvenil desta espécie pode indicar utilizações diferentes
das normalmente dadas a madeira produzida em árvores jovens, sendo fundamental o
seu estudo para agregar valor a esta madeira e direcioná-la de forma correta para
as diferentes aplicações indústrias.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAIS E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Caracterização do local de estudo</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As árvores de <i>T. grandis</i> para
este estudo foram oriundas da Fazenda Paulo Uchoa, localizada no município de Urutaí-GO,
na Latitude 17°28’53.46”S e Longitude 48°14’14.25”W,a 779m de altitude, obtidas
do primeiro desbaste, aos sete anos após o plantio. O tipo climático é o Aw, segundo
a classificação de Köppen, caracterizado como tropical úmido com estação chuvosa
no verão e seca no inverno. A temperatura média anual é de 23ºC no período de setembro
a outubro, podendo chegar até a máxima de 30ºC e, entre os meses de Junho e Julho,
com mínima inferior a 15ºC. A precipitação média anual é de 1000 a 1500 mm, com
umidade relativa média do ar de 60 %. O solo, segundo o Sistema Brasileiro de Classificação
de Solos (Embrapa, 2013), é Latossolo Vermelho Amarelo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Seleção e corte das árvores</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Foram selecionadas cinco árvores de <i>T. grandis </i>com sete anos de idade de
onde foram retirados dois discos de madeira, com 5cm de espessura, nas seguintes
posições base-topo: 0, 25, 50, 75 e 100% da altura total da árvore. Na posição basal
retirou-se também toretes de 60cm de comprimento longitudinal para a determinação
da retratibilidade, conforme exemplificado na <a href = "#f1">Figura 1</a>.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f1"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a27f1.jpg"></a>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Características físicas da madeira </i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para a avaliação da densidade básica da madeira
nas diferentes posições base-topo, utilizou-se o método hidrostático recomendado
pela NBR 11941/2003 (Associação Brasileira de Normas Técnicas, 2003). Os dados obtidos
foram analisados para a determinação da variação longitudinal ao longo do tronco
e para a determinação da média, mínima e máxima da espécie.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Dos toretes de madeira cortados na porção basal do tronco das
árvores foram confeccionados corpos de prova com dimensões 2x2x5cm, baseado na NBR
7190/1997 (Associação Brasileira de Normas Técnicas, 1997) e determinada a retratibilidade
da madeira: retração e inchamento nos planos axial, radial e tangencial. Os valores
encontrados resultaram em média aritmética, assim como a capacidade de contração/inchamento
da madeira da teca.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Características anatômicas da madeira</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os discos retirados das diferentes
posições base-topo foram demarcados e deles obtidos corpos de prova nas posições
radiais: 0% (próxima a medula), 50% (intermediário) e 100% (próximo a casca). Dos
corpos de prova foram obtidos cortes histológicos em micrótomo de deslize e fragmentos
da madeira para a obtenção de fibras por maceração, conforme proposto por Franklin
(Johansen, 1940) e montadas lâminas permanente.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As lâminas com as fibras foram fotografadas sob microscopia
de luz com ampliação de 40x para a mensuração do comprimento, sendo avaliadas 30
fibras para cada posição radial (3 posições), longitudinal (5 posições) e árvore
(5 árvores), totalizando 2250 fibras medidas e ampliação de 400x para largura total,
diâmetro do lúmen e espessura da parede, avaliando-se 25 fibras para cada posição
radial (3 posições), longitudinal (5 posições) e árvore (5 árvores), totalizando
1875 fibras medidas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As lâminas histológicas
foram fotografadas sob microscopia de luz com ampliação de 40x para a medição do
diâmetro tangencial, área ocupada e frequência dos vasos, para cada posição radial
(3 posições), longitudinal (5 posições) e árvore (5 árvores). As dimensões das fibras
e vasos foram determinadas através do software <i>Image Pro Plus, </i>obedecendo
as normas da IAWA “List of Microscopic Features for Softwood Identification” (Iawa
Committee, 1989).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Análise estatística</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para a análise dos resultados foram aferidos os <i>outliers</i>,
a distribuição dos dados e a heterogeneidade da variância. Para determinar o efeito
das posições base-topo e radiais nas características da madeira foi aplicada a análise
de variância (ANOVA) e de regressão. As médias aritméticas para cada árvore foram
obtidas para (i) as características físicas com base nos valores gerados para cada
posição longitudinal (densidade básica) e para cada corpo de prova (retratibilidade)
e para (ii) as características anatômicas com base nos valores obtidos de cada posição
radial e longitudinal.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO </b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Características físicas da madeira </i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os valores da densidade básica média das árvores
de <i>T. grandis</i>, aos sete anos, variaram de 0,39 g.cm<sup>-3</sup> a 0,41 g.cm<sup>-3</sup>,
apresentando média de 0,40 g.cm<sup>-3</sup>. O valor médio da densidade básica
mínima e máxima foi de 0,36 g.cm<sup>-3 </sup>e 0,44 g.cm<sup>-3</sup>, respectivamente
(<a href = "#q1">Quadro 1</a>).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q1"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a27q1.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os valores de densidade básica encontrados neste trabalho estão de acordo com
os apresentados por outros autores, como Gonçalves <i>et al</i>. (2007) que encontraram
valores para a madeira de <i>T. grandis</i>, aos cinco anos,variando de 0,40 g.cm<sup>-3
</sup>a 0,47 g.cm<sup>-3</sup>. Blanco Floréz (2012) obteve valor superior para
teca de 13 anos, 0,53 g.cm<sup>-3 </sup>.Miranda <i>et al</i>.(2011) ao trabalhar
com <i>T. grandis </i>aos 50-70 anos de idade em Timor Leste encontrou densidade
média de 0,61g.cm<sup>-3</sup> e variação de 0,58g.cm<sup>-3</sup> até 0,63g.cm<sup>-3</sup>
em três árvores observadas: a madeira formada em árvores jovens, apresenta, geralmente,
valores de densidade menores aos da madeira de árvores adultas (Sette Jr. <i>et
al</i>., 2012), explicando as diferenças observadas em função da idade das árvores.Essas
informações descrevem a diferença entre os valores obtidos por Chagas <i>et al</i>.
(2014) de 4 a 12 anos e Lima <i>et al</i>. (2009) aos 31 anos, o fator idade é uma
característica determinante para densidade, aumentando ao longo dos anos.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A variação longitudinal da densidade básica média
das árvores de <i>T. grandis</i> está apresentada na <a href = "#f2">Figura 2</a>.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a27f2.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As cinco árvores apresentaram o mesmo modelo de variação
da densidade básica no sentido longitudinal, com tendência de: maiores valores na
base do tronco (0% de altura), redução a 25% da altura, seguido de estabilização/aumento
até 75% e decréscimo em direção ao topo da árvore (100%). Os maiores valores de
densidade básica na base e a 75% da altura total das árvores pode estar relacionado
à necessidade de uma maior resistência para a sustentação da árvore e dos galhos
da copa (Sette Jr. <i>et al</i>., 2012). Paes <i>et al</i>. (2015) estudando a madeira
de madeira <i>T. grandis </i>entre seis e sete anos,em diferentes posições base-topo,
observou as mesmas tendências encontradas neste estudo que, normalmente é observada
para outras espécies florestais em plantações florestais, como o <i>Eucalyptus</i>
(Sette Jr. <i>et al</i>., 2012). Os valores de retração, inchamento e fator anisotrópico
estão apresentados no <a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a27q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>.</font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">As médias encontradas
para a retração e o inchamento foram: 2,6 e 2,7% no sentido radial; 5,3 e 5,5% no
tangencial; 0,25% para ambos no axial e 8,1 e 8,5% para o volumétrico. O fator anisotrópico
é o resultado da relação direta entre as contrações tangencial e radial, tendo sido
observado o valor médio de 2,1%, sendo os limites individuais superiores e inferior,
respectivamente, de 2,6 e 1,7. Blanco Floréz (2012) obteve valores de contração
no sentido radial  2,40 e tangencial de 4,21 para teca de 13 anos, resultados inferiores
aos 2,62 e 5,35 respectivamente, obtido neste estudo. Conquanto Paes <i>et al</i>.
(2015) obtiveram, com madeira de 6 e 7 anos de <i>T. grandis </i>valores de retrações
radiais, tangenciais e volumétricas na ordem de 2,7; 6,2e 9,8%, respectivamente,
e coeficiente de variação de 2,3%, estando próximo ao encontrado neste estudo.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O coeficiente de anisotrópico serve como indicador
de qualidade da madeira, relacionados aos defeitos de secagem, os valores apresentado
no <a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a27q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a> para o coeficiente de anisotropia de inchamento e retração foram de
2,1 e 2,03, respectivamente, Logsdon e Penna (2005) classificam valores de retração
acima de 2,00 e inchamento de 2,10, madeira de qualidade ruim, sendo indicada para
construção civil (observadas as características mecânicas), carvão, lenha.</font></p>




    
<p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Características anatômicas da madeira</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As características anatômicas da madeira influenciam o seu comportamento
tecnológico e variam entre as espécies e dentro da mesma espécie, nos sentidos radial
e longitudinal (Lima <i>et al</i>., 2014).Os valores médios do comprimento, diâmetro
total e do lúmen e espessura da parede das fibras da madeira de <i>T. grandis </i>estão
apresentados no <a href = "#q3">Quadro 3</a>.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q3"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a27q3.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As médias para as dimensões das fibras são: 892,7µm para comprimento; 4,3µm para
a espessura da parede; 25,1µm em seu diâmetro total e 16,5µm no diâmetro do lúmen.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os valores médios das dimensões das
fibras são diferentes dos apresentados por alguns autores, que analisaram árvores
de Teca com idades mais avançadas e com lenho de transição e adulto já formados
no seu lenho. Como exemplo, Coneglian <i>et al</i>. (2016) encontrou valores médios
para comprimento de fibras de <i>T. grandis</i>, aos dezessete anos, de 1160 µm.
A variação longitudinal das dimensões das fibras está apresentada na <a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a27f3.jpg" target = "_blank">Figura 3</a>.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Os valores médios
das dimensões das fibras de <i>T. grandis, </i>demonstrados na <a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a27f3.jpg" target = "_blank">Figura 3</a>, obtiveram
significativo decréscimo no sentido da base para o topo, porém sem apresentar uma
tendência de variação. A largura e diâmetro do lúmen aumentaram levemente na altura
mediana das árvores, porém quando se analisa a altura total, observa-se redução
dos valores crescimento. O decréscimo da base para o topo pode ser explicado pela
necessidade de sustentação da árvore inteira.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Existem poucos estudos sobre a anatomia da madeira para árvores de <i>T.
grandis</i> no sentido longitudinal. Porém, ao analisar essa espécie, Cardoso <i>et
al</i>.(2009) concluíram uma tendência do decrescimento base-topo nas dimensões
das fibras, nem sempre linear, assim como o encontrado no presente trabalho.A variação
radial das dimensões das fibras está apresentada na <a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a27f4.jpg" target = "_blank">Figura 4</a>.</font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O comprimento da fibra e espessura da parede
aumentou significativamente no sentido medula-casca em todas as árvores de Teca
estudadas (<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a27f4.jpg" target = "_blank">Figura 4</a>): esse aumento ocorre durante toda a fase juvenil das árvores,
até atingiram a idade adulta quando esses valores se estabilizam e mantêm-se constantes
(Trugilho <i>et al</i>., 1996). O aumento do comprimento das fibras em função da
idade é resultado do aumento do comprimento das células que as originam, denominadas
de iniciais fusiformes e a sua estabilização, para inúmeras espécies de florestais,
somente irá ocorrer quando as células do câmbio atingirem comprimento máximo, iniciando
a formação do lenho adulto (Tomazello Filho, 1987).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A literatura científica reporta extensa lista de artigos relatando
a variação das dimensões das fibras, no sentido radial do lenho de árvores de diferentes
espécies florestais e condições de crescimento. Diversos modelos de variação radial
das dimensões das fibras no lenho das árvores tem sido reportado, indicando, entre
outros, o aumento do comprimento e da espessura da parede das fibras da medula para
a casca, como Silva<i> et al</i>. (2007), Sette Jr. <i>et al</i>. (2009) e outros.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Apesar dos artigos científicos relatados, para
a madeira de Teca os estudos são escassos. Gonçalves <i>et al</i>. (2007) analisou
a variação do comprimento das fibras no sentido medula-cascada madeira de Teca e
também encontrou que as fibras próximas a medula apresentaram menor crescimento
e diâmetro, considerados instáveis pela idade das árvores.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Uma das principais células da madeira de angiospermas dicotiledôneas
são os vasos, responsáveis pelo transporte de seiva e penetração de preservativos,
caracterizando a sua permeabilidade. Esses são influenciados por idade, material
genético, disponibilidade de nutrientes, tipo de solo e clima (Chagas <i>et al</i>.,
2014). Os valores médios de área ocupada, frequência e diâmetro tangencial dos vasos
por árvores estão apresentados no <a href = "#q4">Quadro 4</a>.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "q4"><img src = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a27q4.jpg"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A média de área ocupada por vasos foi de 20,8%, a frequência variou entre
5,5 vasos/mm² a 7,5 vasos/mm² entre árvores e 5,9 vasos/mm² a 7,9 vasos/mm² longitudinalmente,
sendo esses os valores mínimos e máximos, respectivamente. O diâmetro tangencial
médio foi de 109,55 µm e desvio padrão de 8,46.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">No sentido longitudinal, as três dimensões analisadas foram crescentes da base
para o topo, considerando assim uma tendência para estas variáveis na madeira de
<i>T. grandis</i>. No topo, os vasos são mais frequentes e a área ocupada é maior,
esta tendência pode estar relacionado a presença de madeira juvenil no topo da árvore,
enquanto na base ocorre a presença de madeira juvenil, transição de madeira juvenil
para adulta e madeira adulta (Trugilho <i>et al</i>., 1996).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Avaliando árvores de <i>T. grandis</i> de 70 – 80 anos,
Cardoso <i>et al</i>. (2009) obteve uma variação de 7 a 10 vasos/mm² de diferentes
árvores. Quanto a variação longitudinal, na base, a média foi de 9 vasos/mm² e no
topo, 11 vasos/mm². Mesmo observando a tendência existente para essa espécie, a
quantidade de vasos é influenciada pela idade da madeira.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As variações radiais da área ocupada, diâmetro
tangencial e frequência estão apresentados na <a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a27f6.jpg" target = "_blank">Figura 6</a>.</font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Para as posições radiais, a área ocupada e a frequência de vasos
decresceram no sentido medula-casca, por outro lado, o diâmetro tangencial aumentou
(<a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a27f6.jpg" target = "_blank">Figura 6</a>). Esta tendência observada ocorre, pois na proximidade da medula ocorre
maior quantidade de vasos com menor diâmetro, devido à menor atividade fisiológica
nesta posição. Entretanto, quanto mais próximo do câmbio, maior é a necessidade
de transporte de água e nutrientes, influenciando assim para que ocorra menor frequência
e maior diâmetro de vasos (Tomazello Filho, 1987). Sob o aspecto fisiológico as
alterações no diâmetro, frequência e disposição dos vasos são interpretadas pela
necessidade das plantas aumentarem sua capacidade de transporte de água e sais minerais
à medida que se processa o seu crescimento e consequente aumento de suas dimensões.
Sob o aspecto tecnológico essas alterações refletem nas propriedades físico-mecânicas
do lenho, na secagem e na penetração de licor nos cavacos durante o processo deslignificação.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A variação
radial das dimensões e frequência dos vasos apresentados na <a href = "/img/revistas/rca/v41n2/v41n2a27f6.jpg" target = "_blank">Figura 6</a>, corroboram
com o dados apresentados por Lima <i>et al</i>. (2011) afirmam que,a frequência
dos vasos diminui e o diâmetro dos vasos aumentam no sentido sentido medula-casca
para <i>T. grandis</i> aos 31 anos. Em consoante Silva <i>et al</i>. (2007) descreve
que <i>Eucalyptus grandis</i>, aos 10, 14, 20 e 25 anos, apontam um aumento no diâmetro
dos vasos no sentido medula-casca, consequente da maior dependência da posição radial
do que da idade da árvore.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Para
a indicação de usos da madeira juvenil de <i>T. grandis</i>, provenientes do desbaste
das plantações florestais, faz-se necessária a realização de ensaios complementares,
como os químicos e mecânicos.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As avaliações das características físicas e
anatômicas da madeira de desbaste de <i>T. grandis</i>, aos sete anos, indicaram
que as estruturas formadas pelo câmbio ainda não atingiram a estabilização das suas
dimensões, não sendo indicada para as aplicações da madeira adulta de Teca como
na construção naval e movelaria.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A
densidade básica média encontrada foi de 0,40 g.cm<sup>-3 </sup>e os valores médios
encontrados de retração axial foi de 0,25, retração radial de 2,62, retratibilidade
volumétrica de 8,11% e fator anisotrópico de retração 2,03, são consideravelmente
altos, indicando instabilidade dimensional da espécie.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências bibliográficas</b></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Associação Brasileira
de Normas Técnicas (1997) - <i>Projeto de estruturas de madeira</i>. <i>NBR 7190/97</i>.
Associação Brasileira de Normas Técnicas. p. 1-107. [cit.2017-02-02]. &lt;<a href = "https://sag.fucamp.com.br/assets/professor/material_apoio/8851nbr7190.pdf" target = "_blank">https://sag.fucamp.com.br/assets/professor/material_apoio/8851nbr7190.pdf</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683803&pid=S0871-018X201800020002700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Associação Brasileira de Normas Técnicas (2003)
- <i>Determinação da densidade básica em madeira</i>. <i>NBR 11941/03</i>. Associação
Brasileira de Normas Técnicas. p. 1-6. [cit.2017-02-02]. &lt;<a href = "https://pt.scribd.com/document/43612844/Nbr11941DensidadeBasica-Da-Madeira" target = "_blank">https://pt.scribd.com/document/43612844/Nbr11941DensidadeBasica-Da-Madeira</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683805&pid=S0871-018X201800020002700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Blanco Flórez, J. (2012) - <i>Caracterização tecnológica
da madeira jovem de teca (Tectona grandis L. f)</i>. Dissertação de Mestrado. Lavras,
Universidade Federal de Lavras. 85 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683807&pid=S0871-018X201800020002700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bonduelle, G.M.; Iwakiri, S.; Trianoski, R.; Prata, J.G. &amp; Da Rocha, V.Y.
(2015) - Análise da massa específica e da retratibilidade da madeira de <i>Tectona
grandis</i> nos sentidos axial e radial do tronco. <i>Revista Floresta,</i> vol.
45, n. 4, p. 671–680. <a href = "http://dx.doi.org/10.5380/rf.v45i4.31991" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.5380/rf.v45i4.31991</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683809&pid=S0871-018X201800020002700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Bufalino, L.; Protásio, T. de P.; Couto, A.M.; Nassur, O.A.C.;
De Sá, V.A.; Trugilho, P.F. &amp; Mendes, L.M. (2012) - Caracterização Química e
Energética Para Aproveitamento da Madeira de Costaneira e Desbaste de Cedro Australiano.
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H. (2009) - Variabilidade anatômica da teca (<i>Tectona grandis</i>) de Timor-Leste.
<i>In:Congresso Florestal Nacional</i>. Ponta Delgada, Portugal, p. 536-543.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683811&pid=S0871-018X201800020002700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Chagas, S.F.; Evangelista, W.V.; Silva, J. de
C. &amp; Carvalho, A. M. M. L. (2014) - Propriedades da madeira de teca de diferentes
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grandis</i>). - <i>Espécies nobres do Cerrado</i>, Uberlândia, p.129-139.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683814&pid=S0871-018X201800020002700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Coneglian, A.; Campos, N.P.; Sette Jr, C.R.; Da
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Embrapa (2013) - <i>Sistema brasileiro de classificação
de solos</i>. 3ª Ed. Rio de Janeiro, Embrapa Solos, 306 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683818&pid=S0871-018X201800020002700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Finger, F.A.; Finger, Z. &amp; Logsdon, N.B. (2003) - Qualificação
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Freitas, P.C.E.;
Sette Jr, C.R.; Castro, V.R.; Tomazello Filho, M.; Chaix, G. &amp; Laclau, J. P.
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J.T.; Ravasi, R.; De Menezes, W.M.; Floss, P.A. &amp; Beltrame, R. (2016) - Caracterização
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A.M. &amp; Garcia, R.A. (2007) - Variação radial da densidade básica e comprimento
das fibras da madeira de <i>Tectona grandis</i> L.f. <i>Revista Floresta e Ambiente</i>,
vol. 14, n. 1, p. 70-75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683824&pid=S0871-018X201800020002700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Indústria
Brasileira de Árvores. (2016) - <i>Relatório anual 2016, ano referente 2015.</i>
Indústria Brasileira de Árvores. p. 10-100. [cit.2017-02-02].
&lt;<a href = "http://iba.org/images/shared/Biblioteca/IBA_RelatorioAnual2016.pdf" target = "_blank">http://iba.org/images/shared/Biblioteca/IBA_RelatorioAnual2016.pdf</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683826&pid=S0871-018X201800020002700015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Iawa Committee (1989) - List of microscopic features
for hardwood identification<i>. IAWA Bulletin</i>, vol. 10, n. 3, p. 220-359.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683828&pid=S0871-018X201800020002700016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Jayaraman, K. (2010) - Profitability of teak plantations:
The Kerala experience. <i>Teaknet Bulletin</i>, vol. 3, n. 2, p. 1-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683830&pid=S0871-018X201800020002700017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Johansen, D.A. (1940) <i>Plant microtechnique</i>.
1ª ed. Nova Iorque, McGraw-Hill, 523 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=683832&pid=S0871-018X201800020002700018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

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