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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA18100</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Fixação do potássio nos solos portugueses]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade de Lisboa Instituto Superior de Agronomia Linking Landscape, Environment, Agriculture and Food Research Centre]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[In Portugal, since the 1930s, the results of experimentation on potassium fertilization have frequently caused perplexity among researchers. In such cases, where clear responses to K were expected due to low K concentrations in the soils, they did not occur or were very slow in manifesting themselves, particularly in the south of the country. In this review paper a retrospective of the existing experimentation was carried out where the inefficacy of K fertilization was evident. In addition, an inventory of soil types was made where evidence of K fixation had been most often detected, either through experimental trials or through laboratory tests. The laboratory data refer to the determination of soil K fixation capacity. With regard to K fixation, in addition to the identification of the K-fixing soils, the propitious factors for fixation of this nutrient are discussed, highlighting the mineralogical composition of soils in the clay, silt and fine sand fractions. Finally, based on the studies already carried out, some strategies to be followed in potassium fertilization were proposed.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[filossilicatos]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ 

    <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Fixação do potássio nos solos portugueses</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Potassium fixation in Portuguese soils</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Ester Portela</b><sup>1</sup> e <b>Maria Manuela Abreu</b><sup>2</sup></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>1</sup>Centro de Investigação e Tecnologias
Agro-Ambientais e Biológicas (CITAB), Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro,
5001-801, Vila Real, Portugal</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>2</sup>
Linking Landscape, Environment, Agriculture and Food Research Centre (LEAF), Instituto
Superior de Agronomia, Universidade de Lisboa, Tapada da Ajuda, 1349-017 Lisboa,
Portugal</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href = "mailto:eportela@utad.pt">eportela@utad.pt</a>)</i></font></p>


<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em Portugal, desde os anos 30 do século XX, os
resultados da experimentação relativa à adubação potássica têm amiúde causado perplexidade
entre os investigadores. Nos casos em que se esperariam respostas evidentes ao K,
devido às suas baixas concentrações no solo, elas ou não se verificaram, ou tardaram
a surgir, sobretudo no Sul do país. Neste trabalho de revisão, faz-se uma retrospectiva
da experimentação realizada, na qual parece evidente a ineficácia da adubação potássica.
Inventariaram-se as unidades-solo onde foram detectados indícios da fixação do K
através de ensaios experimentais, bem como as unidades-solo submetidas a ensaios
laboratoriais em que foi evidente a sua elevada capacidade de fixação do K. Relativamente
à fixação, além da identificação dos solos fixadores de K, discutiram-se ainda os
factores propícios à fixação deste nutriente, dos quais se salienta a composição
mineralógica dos solos nas fracções argila, limo e areia fina. Por fim, com base
nos estudos já realizados apontam-se estratégias a seguir na adubação potássica.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave</b>: filossilicatos, mineralogia das fracções do solo, potássio
extraível, potássio de troca, capacidade de fixação do potássio</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">In Portugal, since the 1930s, the results of experimentation
on potassium fertilization have frequently caused perplexity among researchers.
In such cases, where clear responses to K were expected due to low K concentrations
in the soils, they did not occur or were very slow in manifesting themselves, particularly
in the south of the country. In this review paper a retrospective of the existing
experimentation was carried out where the inefficacy of K fertilization was evident.
In addition, an inventory of soil types was made where evidence of K fixation had
been most often detected, either through experimental trials or through laboratory
tests. The laboratory data refer to the determination of soil K fixation capacity.
With regard to K fixation, in addition to the identification of the K-fixing soils,
the propitious factors for fixation of this nutrient are discussed, highlighting
the mineralogical composition of soils in the clay, silt and fine sand fractions.
Finally, based on the studies already carried out, some strategies to be followed
in potassium fertilization were proposed.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords</b>: phyllosilicates, mineralogy of soil fractions, extractable
potassium, exchangeable potassium, potassium fixation capacity</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O K é um macronutriente essencial a todos os organismos
vivos e o mais importante catião sob o ponto de vista da sua concentração nos tecidos
das plantas, mas é, também, crucial às suas funções fisiológicas e bioquímicas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A libertação do K resultante da
meteorização de vários minerais foi o suporte quase exclusivo da nutrição potássica
das culturas durante centenas de anos. Porém, este processo não é ilimitado e, em
muitos solos, haverá a tendência para se esgotarem as reservas de K. Ou seja, as
taxas de libertação do K não são suficientemente elevadas para satisfazer as necessidades
das plantas, portanto, para se assegurar a produtividade das culturas é necessário
recorrer à fertilização potássica.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em Portugal, desde o início do século XX, que a importação de adubos potássicos,
bem como o seu consumo era muito baixa (Graça, 1939). Todavia, o seu consumo e a
experimentação informal com adubos potássicos feita por agricultores do Baixo Alentejo,
já decorria nos finais do século XIX assim como a execução de análises químicas
aos solos, que, nessa data, eram efectuadas por Rebelo da Silva e destinavam-se
à avaliação da disponibilidade do P e do K nos solos (Fernandes, 1899).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em 1937, as taxas de aplicação de adubo potássico
ainda eram bastante reduzidas, em particular se se tiver em conta os valores médios
de consumo por hectare de área cultivada (Graça, 1939). Este autor indica que o
consumo médio de K por área cultivada era cerca de 0,8 kg K<sub>2</sub>O ha<sup>-1</sup>,
o qual em comparação com o de outros países europeus (0,9–46 kg K<sub>2</sub>O ha<sup>-1</sup>),
era manifestamente baixo. Vinte anos depois, esta situação mantinha-se quase na
mesma. De facto, em 1957-1958, registou-se uma subida para um valor ainda insignificante,
1,9 kg K<sub>2</sub>O ha<sup>-1</sup>, quando em Espanha, esse valor era de 4,4
kg K<sub>2</sub>O ha<sup>-1 </sup>e, na Holanda e Alemanha, era superior a 60 kg
K<sub>2</sub>O ha<sup>-1</sup>. É de salientar que já nessa altura se realizava
experimentação de adubação com trigo e batata (Oliveira, 1960). Durante 30 anos
(1929–1959), a grande maioria dos campos de ensaio localizava-se a sul do rio Tejo
para a cultura do trigo (70%), e a norte para a batata (78%), sendo que as taxas
médias de aplicação não foram além dos 37 kg K<sub>2</sub>O ha<sup>-1</sup> no trigo,
mas na batata atingiram 117 kg K<sub>2</sub>O ha<sup>-1</sup>. Porém, enquanto as
respostas ao N e P eram razoavelmente consistentes por região agrícola, as respostas
ao K pelo trigo eram praticamente nulas (quando não negativas), mas as respostas
ao K pela batata eram apreciáveis (Oliveira, 1960), particularmente na região Norte.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A ideia generalizada de que os solos
do Baixo Alentejo eram genericamente bem abastecidos de K parece vir dos finais
do século XIX. Fernandes (1899: pp. 180), referindo-se às análises químicas destes
solos, efectuadas por Rebelo da Silva, escreveu: «O resumo deste notável trabalho
foi que os dois principais tipos de terra submetidos à análise, galegas e barros
pretos, tinham ambos potassa e ‘cal’ mais que suficiente.» Mais tarde, aquando da
calibração do método de Riehm (extracção pelo lactato de amónio) para determinação
do P e K ‘assimiláveis’, Almeida e Balbino (1960: pp. 41) concluem que a maioria
dos solos do país é «bem dotada de potássio assimilável»<sup>1</sup>.</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">De igual modo, a análise dos resultados da experimentação
realizada até ao fim dos anos 70 do século passado revela que a maioria dos solos
em Portugal manifesta uma resposta fraca das culturas ao K, particularmente no Sul
do país (Alves e Silva, 1958; Balbino, 1961, 1963a; Alves, 1965–1967; Alves e Cardoso,
1967; Alves <i>et al.</i>, 1979). Só excepcionalmente foram observadas reacções
positivas à adubação potássica em termos de acréscimos significativos da produtividade
das culturas (Almeida, 1958; Mourão, 1960; Oliveira, 1960; Balbino, 1961; Alves,
1968; Alves <i>et al</i>., 1979; Marcelo, 2001, Jordão <i>et al</i>., 2003). Igualmente,
as aplicações de K não produziram os efeitos esperados na subida das concentrações
foliares de K ou nos órgãos reprodutivos (Brito, 1968; Jordão, 1990; Carranca <i>et
al</i>., 1993). Os resultados da experimentação com certas culturas mostram que
havia bastante perplexidade por parte dos investigadores quanto à adubação potássica,
pois onde se esperariam respostas notórias à aplicação de K em termos de produtividade,
devido às baixas concentrações iniciais de K nos solos e nas folhas, elas tardavam
em surgir. Segundo Balbino (1961), no caso do trigo, era praticamente ponto assente
que o K era dispensável na quase totalidade dos casos. Ao longo do tempo, houve
várias tentativas para explicar a ausência de respostas das culturas ao K (Almeida,
1958), mas também havia quem entendesse que a reacção ao K não era evidente devido
às baixas doses utilizadas (Balbino, 1961), o que limitaria a eficácia da sua aplicação.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Com o trabalho laboratorial de Gama
(1961, 1963, 1966), iniciam-se os estudos sobre a fixação do K, particularmente
nos solos do Sul de Portugal. Assim, Gama (1966, 1968) admitiu que a eficácia da
adubação potássica podia ser limitada devido à fixação do K por certos solos e que
esse processo devia ser considerado aquando das recomendações de adubação. Todavia,
os estudos da fixação do K, iniciados por Gama, não tiveram nenhum seguimento, nem
laboratorialmente nem em ensaios de campo. Os seus alertas (Gama, 1968) também não
surtiram efeito em termos agronómicos.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Tem-se constatado que a fraca resposta das culturas à adubação potássica pode
dever-se às elevadas reservas de K facilmente mobilizáveis, existentes em certos
solos (Portela, 1993), e/ou às baixas exigências de K de algumas culturas. Ou pode,
ainda, atribuir-se à baixa eficácia da adubação potássica. Com efeito, a eficácia
da aplicação do K pode ser acentuadamente reduzida devido à fixação do K ou, ainda,
à existência de um outro factor limitante.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Aquando da avaliação da adubação potássica em ensaios de campo nos vários
trabalhos, é comum surgirem apreciações do tipo: ‘Os nossos solos continuam a não
reagir ao potássio’; ou ‘só se registaram acréscimos significativos de produção
com a aplicação do nível mais elevado de potássio’; ou ‘foram necessárias incorporações
sucessivas de potássio’; ou ainda ‘houve morosidade na resposta ao K’. Porém, a
persistência da adição do K ao solo acabou por dar resultados na oliveira ao fim
de 2, 4, 8, 10 anos consecutivos da sua aplicação, como constataram Brito (1968),
Jordão (1990) e Marcelo (2001). É manifesto, nestes casos, que o K adicionado ao
solo não fica disponível para absorção pelas plantas, mas acaba por ser retido (fixado)
na fase sólida do solo em formas pouco acessíveis às plantas. Com efeito, a aplicação
de K a solos cujas reservas foram esgotadas neste nutriente resulta na sua fixação
pela transferência do K da solução do solo para locais específicos dos espaços intercamada
de alguns filossilicatos 2:1 (Rich, 1968; Mengel, 1985).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Neste artigo de revisão, foram tidos em conta os trabalhos
iniciados no fim do século XIX, resultados de ensaios de campo realizados desde
1929 e os ensaios laboratoriais executados a partir da década de 50 do século XX.
Além disso, também se avaliaram e consideraram: i) resultados empíricos obtidos
em parcelas de agricultores; ii) relatórios internos do Ministério da Agricultura,
de centros de investigação e de instituições de ensino superior; e, por fim, consideraram-se
dados publicados e não publicados pertencentes às autoras do presente trabalho.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Neste trabalho, começa-se por fazer
uma retrospectiva da experimentação realizada, na qual parece evidente a ineficácia
da adubação potássica e a perplexidade revelada por diversos investigadores quanto
à ausência de respostas das culturas à aplicação de K. Serão tidos em conta três
aspectos relativos à fixação do K: capacidade de fixação do K de diversos solos
e os factores que favorecem a fixação do K; os solos propícios à fixação do K, e
ainda a reversibilidade da fixação do K. Por último, apresentam-se as conclusões
mais relevantes e as ilações a retirar sob o ponto de vista agronómico. Finaliza-se
com sugestões de algumas estratégias para corrigir a carência deste macronutriente,
cuja importância para a produtividade das culturas é incontestável. Dada a variação
dos sistemas de classificação dos solos de Portugal utilizados no presente trabalho,
o que se traduz na dificuldade de utilização e uniformização da informação existente,
usaram-se, sempre que possível, as classificações dos solos de Portugal (Cardoso,
1965, 1974), as legendas da FAO/Unesco (1988) e a WRB (2006) na identificação das
unidades-solo.</font></p>

 


    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>FIXAÇÃO DO POTÁSSIO NOS SOLOS</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Na <a href = "#f1">Figura 1</a>, apresentam-se as relações de equilíbrio
entre as diversas formas do K existentes no solo. A taxa e o sentido das reacções
indicam se o K existente em formas menos disponíveis é mobilizado para a solução,
ou se o K aplicado ao solo será lixiviado para horizontes inferiores, absorvido
pelas plantas ou convertido em formas mais disponíveis ou menos disponíveis. Assim,
tendo em conta a localização/mobilidade do K, podem distinguir-se várias fracções
do K no solo: o K que faz parte da estrutura dos minerais primários (ex. feldspatos);
o K existente no espaço intercamada dos filossilicatos 2:1, o qual não pode ser
utilizado pelas plantas e que vários autores designam por ‘K não permutável’ ou
por ‘K fixado’; o K adsorvido maioritariamente nos locais de carga negativa localizados
na superfície exterior dos filossilicatos, vulgarmente designado por K de troca
ou permutável e, por último, o K em solução que está em equilíbrio instantâneo com
o K em posição de troca. Note-se que não existem compartimentos estanques entre
as diversas formas do K do solo, havendo sempre alguma sobreposição entre elas.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f1"><img src = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a01f1.jpg" target = "_blank"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A planta e o solo formam um sistema dinâmico em
permanente interacção. O K em solução está imediatamente disponível para a planta,
mas a sua concentração no solo é, em qualquer instante, demasiado baixa para fornecer
à planta a quantidade suficiente do nutriente ao longo de todo o ciclo vegetativo.
O reabastecimento da solução do solo a partir do K existente na fase sólida (adsorvido
e no espaço intercamada) e a taxa a que este é mobilizado para a fase aquosa são
importantes para manter um nível de K em solução adequado ao desenvolvimento das
plantas. Como se pode observar na <a href = "#f1">Figura 1</a>, o equilíbrio entre o K em solução e
o K fixado dá-se nos dois sentidos. Ou seja, o K pode ser libertado para a solução
do solo a partir do espaço intercamada dos filossilicatos ou ser aí fixado por difusão
da fase líquida para a fase sólida. Convencionou-se chamar a estes processos, respectivamente,
‘libertação do K’ e ‘fixação do K’.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">De
um modo geral, a determinação do K fixado tem-se baseado na extração do K com acetato
de amónio, sendo o K fixado calculado por diferença entre o potássio adicionado
e a variação do K extraído por troca com o ião amónio, ou seja, o K fixado refere-se
ao K<sup>+</sup> que não foi permutado com o NH<sub>4</sub><sup>+</sup>. Com efeito,
quando se adicionam ao solo sais potássicos solúveis, parte do K fica nas formas
solúvel e permutável, mas uma outra parte pode ser retida no espaço intercamada
dos minerais 2:1 (ilites e micas alteradas, vermiculites, interestratificados e
certas esmectites, como as de alta carga), ficando numa forma que não é extraível
pelo acetato de amónio. O mecanismo de fixação do K tem sido descrito como uma retenção
dos iões K<sup>+</sup> não hidratados no espaço intercamada, que estarão ligados
aos oxigénios das cavidades ditrigonais existentes no plano basal das folhas tetraédricas
das camadas 2:1 dos filossilicatos acima mencionados. A fixação do K no espaço intercamada
atribui-se quer ao perfeito ajustamento do K às cavidades ditrigonais, quer à sua
baixa energia de hidratação (Rich, 1968; Fanning <i>et al</i>., 1989). As referências
à fixação do K pelas vermiculites e minerais micáceos são frequentes, enquanto as
referentes às esmectites são mais raras. Segundo Borchardt (1989), a fixação do
K em alguns solos ricos em esmectites será possível devido à presença de mica residual
nestes filossilicatos. Também a presença, nos solos, dum tipo particular de esmectite
(a beidelite) pode levar à fixação do K, devido ao facto de uma parte considerável
da sua carga se dever às substituições isomórficas que ocorrem nas folhas tetraédricas,
levando a uma maior proximidade da carga negativa do plano basal da camada 2:1,
determinando maior energia de ligação ao K<sup>+</sup> e, deste modo, uma fixação
mais intensa do catião. Posto isto, e relativamente aos objectivos deste estudo,
o termo ‘fixação do K’ refere-se à retenção do K entre as camadas colapsadas de
filossilicatos do tipo 2:1, após a aplicação de K ao solo.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os estudos sobre a fixação do K têm dado ênfase, sobretudo,
à fracção argila (&lt; 2 µm) do solo. Porém, há muito se reconheceu que outras fracções
granulométricas são igualmente relevantes e os artigos mais recentes (Murashkina
<i>et al</i>., 2007a,b; Simonsson <i>et al</i>., 2009; Najafi-Ghiri e Abtahi, 2013)
reforçaram esta ideia. Estes autores demonstraram que os produtos de meteorização
dos minerais primários parcialmente alterados presentes nas fracções limo e areia
fina desempenham um papel crucial na fixação do K no solo. Assim, os minerais responsáveis
pela fixação do K, naquelas três fracções granulométricas, são também as vermiculites,
minerais micáceos como as ilites e as micas degradadas (micas abertas), certas esmectites
e os minerais interestratificados ilite/vermiculite. </font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>OS SOLOS PORTUGUESES RESPONDEM, OU NÃO, AO POTÁSSIO? REFLEXÃO SOBRE A AVALIAÇÃO DA DISPONIBILIDADE DO POTÁSSIO NOS SOLOS </b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">São diversas
as razões apontadas por alguns autores, para a ausência de respostas das culturas
à aplicação do K aos solos. Referindo-se ao baixo consumo de adubos potássicos em
Portugal, Almeida (1958) atribui-o a vários motivos: ao facto de a maioria dos solos
ser bem dotada de K, aos fracos rendimentos unitários das culturas e ainda às baixas
exigências das culturas ensaiadas. Mas, segundo Balbino (1961), também havia quem
entendesse que a reacção ao K não era evidente, devido às baixas doses utilizadas.
Por sua vez, Balbino <i>et al</i>. (1963) consideraram que as concentrações de K
no solo eram suficientes para o nível das produções unitárias alcançadas pelo trigo
(1500 kg ha<sup>-1</sup>) na região de Elvas, e, portanto, as doses aplicadas (50
e 100 kg K<sub>2</sub>O ha<sup>-1</sup>) não foram percepcionadas como baixas. Com
efeito, o teor médio do K de troca nos solos da região de Elvas era classificado
como alto (&gt; 100 mg K kg<sup>-1</sup>) e daí aqueles autores considerarem que
era ‘bastante’, pelo menos em 50% dos casos (Alves e Silva, 1958). Por outro lado,
estes autores admitiram que, em 29% dos casos, em que o K de troca era inferior
àquele valor, se esperaria reacção das culturas ao K.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A necessidade de emprego de maiores quantidades de adubos potássicos
foi proposta por Almeida (1958). Mas note-se que este aumento foi condicionado pela
necessidade de intensificação de outros factores de produção, como o N e P, e não
pelo carácter fixador de K de diversos solos. A natureza fixadora do solo parece
bem patente no ensaio relatado por Almeida (1958). A resposta ao K por parte do
trigo, embora só se tenha manifestado no segundo ano do ensaio, parece óbvia à luz
do conhecimento actual. Por parte de Almeida, a interpretação do resultado no segundo
ano foi no sentido de desconsiderar a resposta ao K (no tratamento NPK), apesar
de o acréscimo de produtividade ter sido mais de quatro vezes superior ao tratamento
NP, isto porque aquele autor não admitiu que o solo tivesse ficado exaurido em K
no tratamento NP no segundo ano de ensaio, mas valorizou, sim, o ataque do trigo
por uma doença criptogâmica. Ou seja, não atribuiu à má nutrição potássica do trigo
a baixa produtividade do tratamento NP (isto é, K0), mas atribuiu-a a uma doença,
levando mesmo o autor a desvalorizar o acréscimo de produção de 25% do primeiro
para o segundo ano do ensaio no tratamento NPK. Com efeito, esta interpretação é
algo surpreendente, pois revela que, à data, a má nutrição potássica das plantas
ainda não era interpretada como potenciadora de doenças. Parece evidente deste ensaio
que o K aplicado no primeiro ano terá sido fixado, mas a repetição da adubação potássica
no segundo ano teve uma resposta positiva por ter permitido o aumento do nível do
K disponível no solo, não só no tratamento NPK, como comparativamente ao tratamento
NP, que, por sua vez, revela que as reservas de K do solo terão ficado esgotadas.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Além da cultura do trigo, também o centeio, a
cevada e a aveia davam respostas reduzidas ao K em diversas zonas do Alentejo. Os
ensaios de adubação potássica efectuados em 1965–1973 com aqueles cereais (Alves
<i>et al</i>., 1979), para produções de 1500–2000 kg, não produziram acréscimos
significativos na produção de grão quando as concentrações de K extraível no solo
variaram entre 28 e 162 mg kg<sup>-1</sup>. Todavia, mais tarde, Alves (1984) também
verificou que havia morosidade da resposta ao K por parte do trigo em certas unidades-solo.
Tendo realizado uma adubação potássica ao trigo em Castro Verde (solos Px e Pb)<sup>2</sup>,
este autor verificou que o cereal continuou a responder à aplicação de K (150 kg
ha<sup>-1</sup> ano) após sete anos de adubação potássica (1973–1980). Além disso,
o acréscimo de produção nos três últimos anos até foi dos mais elevados. Ou seja,
a resposta ao K encontrava-se ainda na fase ascendente da curva. Por outro lado,
o K extraível do solo subiu constantemente (de 25 mg kg<sup>-1</sup> para 72 mg
kg<sup>-1</sup> de K), sem que se tenha atingido uma concentração de K extraível,
a partir da qual tivesse abrandado a resposta da cultura do trigo ao K.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os vários casos, reportados ao longo de três décadas,
de respostas tardias aos adubos potássicos, particularmente em olival (através do
aumento de produtividade ou das concentrações foliares de K), sugerem que haveria
uma grande probabilidade de a morosidade da resposta à adubação ser devida à fixação
do K pelo solo. Em 1935, as elevadas necessidades de K da oliveira para a produção
de azeitona e as respostas do olival ao K eram conhecidas de Seabra. Em dois anos
de um ensaio (1935–1936) instalado em Elvas, Seabra (1935) obteve, em média, um
acréscimo de produção de azeitona de 675 kg ha<sup>-1</sup> com a aplicação de 125
kg de sulfato de potássio (52 kg K kg ha<sup>-1</sup>), o que originou a produção
de 13 kg de azeitona por cada kg de K aplicado. Também em Elvas, Brito (1968) apenas
obteve acréscimos significativos de produtividade de azeitona ao segundo ano num
solo Vc<sup>2</sup>. Por outro lado, só conseguiu subir as concentrações foliares
de K da oliveira acima do nível de deficiência após a aplicação de 200 kg K<sub>2</sub>O
ha<sup>-1</sup> durante dois anos (<i>i. e.</i> 400 kg K<sub>2</sub>O ha<sup>-1</sup>),
em solos de Beja (Pc’, Bp)<sup>2</sup>. De igual modo, Jordão (1990) só obteve subida
da concentração foliar do K nas folhas dum ano na oliveira em Póvoa de Santarém
(solos Vac e Pc)<sup>2</sup> apenas no quarto ano da aplicação do K (0,5 kg K por
árvore aplicado na forma de KCl). De acordo com Marcelo (2001), as respostas à adubação
potássica em olival só começaram a fazer-se sentir após oito anos consecutivos de
aplicação de 67, 163 e 200 kg K ha<sup>-1</sup> ano<sup>-1</sup> num ensaio instalado
em Elvas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O quadro anteriormente
descrito foi igualmente observado com outra fruteira por Carranca <i>et al</i>.
(1993). Estes autores também não conseguiram, num laranjal de Setúbal, num solo
Aac<sup>2</sup>, e após sete anos de aplicação de 250 kg K ha<sup>-1</sup> ano<sup>-1</sup>,
elevar as concentrações foliares de K além dos níveis de deficiência (6,23 g kg<sup>-1</sup>),
nem produzir efeitos significativos na qualidade dos frutos, quando comparados com
os obtidos com níveis de aplicação de K mais reduzidos.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">É oportuno introduzir aqui uma reflexão sobre o método químico
utilizado oficialmente para a avaliação da disponibilidade do K do solo para as
plantas. No laboratório oficial português, o Laboratório Químico Agrícola Rebelo
da Silva (LQARS), e antes dos anos 70 (séc. XX) era o K de troca o índice utilizado
para avaliação da disponibilidade do K no solo, sendo o método em vigor na altura
o do cloreto de bário-TEA (trietanolamina). Era com base neste método que, inicialmente
(e antes da calibração do método de Egnér-Riehm) se decidia da necessidade de adubação
potássica (Alves e Silva, 1958) e se esboçaram as primeiras classes de fertilidade
do solo para a cultura do trigo.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">A
calibração do método de Riehm (mais tarde designado por Egnér-Riehm) com vista ao
estabelecimento das classes de fertilidade do solo para o K terá sido efectuada
durante os anos 50 do século passado, tendo esse trabalho sido publicado no fim
dessa década por Almeida e Balbino (1960). Com efeito, a extracção do K com uma
mistura de lactato de amónio e ácido acético a pH 3,7 produziu a melhor correlação
com os ensaios experimentais em vaso, segundo o método de Mitscherlich, tendo a
cevada como planta-teste, tanto em solos derivados de calcários como nos solos derivados
de materiais não calcários. Os solos testados eram sobretudo do Sul do país e, no
final, foram classificados quanto ao K dito ‘assimilável’ em cinco categorias: de
muito pobres a muito ricos, de acordo com a sua produção relativa (produção com
aplicação NPx100/produção com aplicação NPK).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A calibração do método de Egnér-Riehm foi posteriormente efectuada por
Balbino (1963b) com o trigo, tanto em ensaios em vaso como em ensaios de campo.
O autor agrupou os solos testados em três classes de fertilidade para o K: baixo,
com &lt; 50 mg kg<sup>-1</sup> de K<sub>2</sub>O; médio, com 51–100 mg kg<sup>-1</sup>
de K<sub>2</sub>O; e alto, com &gt; 100 mg kg<sup>-1</sup> de K<sub>2</sub>O. Os
solos pobres correspondiam a uma produção relativa de 70%–80 % e os ricos a uma
produção relativa de 90%–95% e médio entre aqueles dois intervalos. Quando o K<sub>2</sub>O
excedia 100 mg kg<sup>-1</sup> (caso da maioria dos campos experimentais), a resposta
ao K não era significativa. Note-se, porém, que Balbino (1963b) aclara que as classes
estabelecidas se basearam apenas em ensaios em vaso, isto porque os ensaios de campo
não mostravam respostas nítidas do trigo à adubação potássica. Portanto, aquelas
classes deveriam ser tidas como provisórias e utilizadas com certas reservas. Analisando
hoje os ensaios de campo, verifica-se que foram utilizados dois níveis de aplicação
de K<sub>2</sub>O (50 e 100 kg ha<sup>-1</sup>), o que corresponde a taxas de aplicação
de K muito baixas (no máximo a 42 mg de K kg<sup>-1 </sup>de solo), o que significa
que, para solos fixadores de K, não é de esperar resposta ao K.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O método de Egnér-Riehm foi adoptado em 1962 pelo laboratório
da CUF (Companhia União Fabril) para a recomendação da adubação potássica (Balbino,
1968), mas durante a década de 60 (século XX) ainda se prosseguiu o estudo da calibração
deste método, que visava uma melhor definição dos limites das classes de fertilidade.
A sua adequação aos solos do país serviu de base à recomendação de Balbino (1968)
no sentido de que o método de Egnér-Riehm se tornasse o método oficial português.
Em 1974, Santos ainda se referia a três classes de fertilidade, todavia com limites
diferentes para o ‘K assimilável’ dos mencionados por Balbino (1968), isto é: &lt;
100 mg de K<sub>2</sub>O kg<sup>-1</sup>, 100–200 mg de K<sub>2</sub>O kg<sup>-1</sup>
e &gt; 200 mg de K<sub>2</sub>O kg<sup>-1</sup> de K<sub>2</sub>O com a classificação
de ‘terras pobres’, ‘terras médias’ e ‘terras ricas’, respectivamente. Mais tarde,
o Laboratório Químico Agrícola Rebelo da Silva (Dias <i>et al</i>., 1980) viria
a estipular as cinco classes de fertilidade do solo usadas em Portugal até aos dias
de hoje: muito baixa &#8804; 25 mg de K<sub>2</sub>O kg<sup>-1</sup>, baixa 26–50
mg de K<sub>2</sub>O kg<sup>-1</sup>, média 51–100 mg de K<sub>2</sub>O kg<sup>-1</sup>,
alta 101–200 mg de K<sub>2</sub>O kg<sup>-1</sup> e muito alta &#8805; 200 mg de
K<sub>2</sub>O kg<sup>-1</sup>. Estas categorias foram estabelecidas de acordo com
a probabilidade de ocorrência de resposta das culturas à aplicação do K. Genericamente,
as classes baixas apresentavam elevada probabilidade de resposta ao K, enquanto
nas classes altas a probabilidade de resposta seria reduzida. Estas classes foram
inicialmente utilizadas para qualquer solo e cultura, mas têm vindo a ser aperfeiçoadas
e ajustadas de acordo com as necessidades nutritivas próprias de certas culturas
e de certos solos (LQARS, 2000).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em
última análise, a calibração do método de Egnér-Riehm, utilizado em rotina com vista
à recomendação das adubações potássicas, baseou-se exclusivamente em ensaios em
vaso e foi testado num número limitado de solos (cerca de 90% a sul do rio Tejo)
e culturas. Como seria de esperar, estas classes não se ajustam a todo o tipo de
cultura ou tipo de solo, havendo frequentemente discrepâncias nas respostas ao K.
Por um lado, a planta-teste utilizada, o trigo, devido ao seu ciclo longo e ao tipo
de sistema radicular (elevado comprimento e densidade radiculares) tem uma grande
capacidade de explorar o K do solo, nomeadamente o K não permutável, o que se verifica
tanto nas gramíneas, como nos cereais praganosos, ao passo que as culturas de ciclo
curto, culturas industriais exigentes em K, fruteiras e outras, com baixa densidade
radicular e com absorção de K concentrada num lapso de tempo mais curto, exigem
uma maior concentração de K na zona de expansão da raiz. Além disso, é de sublinhar
que o poder tampão dos solos para o K é muito variável, dependendo muito da textura
e mineralogia dos solos e, portanto, da sua capacidade de manter o K em solução
em níveis adequados ao crescimento das plantas. Por último, há que considerar o
processo de fixação do K que ocorre em determinados solos do país, o que diminui
muito a eficácia da adubação potássica, tornando aquelas classes de fertilidade
inoperantes.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Terminado este parêntesis
metodológico, retomemos o facto de que foi Gama, em 1961, que admitiu, pela primeira
vez, que a fixação do K pudesse ocorrer em solos do Sul do país. Aparentemente,
terá tentado obter uma explicação para as discrepâncias observadas nos estudos de
Almeida e Balbino (1960) e, por isso, determinou a capacidade de fixação do K em
vários solos do Alentejo (Gama, 1963, 1966). Gama (1966, 1968) sugere, pela primeira
vez, que se tenha em conta a fixação do K em solos ávidos (elevada capacidade de
fixação) de K (Pm, Pmg, Vx)<sup>2</sup> no sentido de se melhorar a eficácia da
adubação potássica. A polémica gerada à volta das respostas do trigo à aplicação
de K levou Gama a fazer uma análise retrospectiva das respostas desta cultura à
adubação potássica, fazendo uma inventariação dos tipos de solo onde seria expectável
a resposta ao K (Gama, 1981).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">No
âmbito do aperfeiçoamento das recomendações de fertilização levadas a cabo pelo
LQARS, a hipótese duma eventual retenção (leia-se: fixação) do K por certos solos
foi admitida na sequência dos resultados experimentais de adubação potássica conduzidos
no campo. Nestes casos, foi obtido empiricamente um factor de enriquecimento a ser
considerado nas recomendações da adubação potássica, no sentido de se alcançar um
índice de fertilidade do solo mais favorável às culturas. Assim, foi demonstrado
que eram necessários, em média, cerca de 45 kg K<sub>2</sub>O ha<sup>-1</sup> para
elevar as concentrações de K no solo em 10 mg K<sub>2</sub>O kg<sup>-1</sup>, variando
aquela quantidade entre 10 e 90 kg K<sub>2</sub>O ha<sup>-1</sup> de acordo com
a natureza do solo (LQARS, 2000). Ora, com base nesta taxa de aplicação de potássio,
é possível fazer uma estimativa da capacidade de fixação do K, a qual tem um valor
de 55%. Porém, se a necessidade de aplicação de K for dupla daquela (isto é, 90
kg ha<sup>-1</sup> de K<sub>2</sub>O), como terá ocorrido em certas unidades-solo,
então a capacidade de fixação do K subirá para 78%.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Já em 1989, Jordão, tendo em conta o trabalho experimental realizado
em olival, tinha proposto o reajustamento das classes de fertilidade do solo para
níveis de aplicação de K em olival para valores 25% superiores aos propostos anteriormente,
em solos contendo carbonatos e em solos de textura fina (Jordão, 1989). Mais tarde,
Jordão <i>et al</i>. (2003) vêm a reconhecer que a fixação do K pelo solo explicaria
a necessidade de adicionar taxas elevadas de K, como foi o caso da aplicação de
1330 kg K ha<sup>-1</sup> em ensaios de fertilização da oliveira na Herdade dos
Soidos (Santarém) em solos Bc<sup>2</sup> e Pc<sup>2</sup> (Vertissolo Êutrico e
Regossolo Calcárico Êutrico, respectivamente). Segundo os autores, a dominância
de minerais do grupo dos filossilicatos 2:1 como a vermiculite (&lt; 10%), ilite
(10%–20%) e esmectite (20%–40%), poderiam explicar a fixação do K e, por isso, os
acréscimos significativos de produção no olival só ocorrerem com a aplicação do
nível mais elevado de K.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Entretanto,
o trabalho experimental de Marcelo <i>et al</i>. (2005) na região do Alto Alentejo
(Elvas), em terrenos calcários de unidades-solo Pc’<sup>2</sup> e Vc<sup>2</sup>
(Cambissolos Calcários e Cambissolos Cromo-calcários, respectivamente), levaram
a uma estimativa do factor de enriquecimento do solo para a camada superficial de
5,3 kg K ha<sup>-1</sup> para aumentar o K extraível de 1 mg K kg<sup>-1</sup> de
solo, valor este da mesma ordem de grandeza do proposto anteriormente pelo LQARS
(2000). Após efectuar os cálculos adequados, este factor de enriquecimento corresponde
a uma capacidade de fixação do K destes solos estimada em 60%. A estimativa de Marcelo
<i>et al</i>. (2005) teve como base a necessidade de adicionar K à taxa de 2000
kg ha<sup>-1</sup>, isto é, houve necessidade de aplicar 200 kg K ha<sup>-1</sup>
durante 10 anos para que se viesse a verificar enriquecimento do solo em K até atingir
um índice de fertilidade considerado adequado pelos autores. Tendo em conta a produção
do olival, os autores estimaram em 780 kg K ha<sup>-1</sup> a quantidade de K retido
(fixado) pelo solo até à profundidade de 50 cm.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em suma, embora não tendo sido obtida laboratorialmente pelo LQARS, a determinação
da capacidade de fixação do K de certos solos, foi alcançada empiricamente uma estimativa
desse valor. Note-se, porém, que não se especificaram as respectivas unidades-solo.</font></p>

 

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CAPACIDADE DE FIXAÇÃO DO POTÁSSIO DOS SOLOS PORTUGUESES</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Nesta secção registam-se vários
casos em que são manifestos os indícios de se estar perante solos fixadores de K.
Aqui também se analisam os trabalhos laboratoriais executados depois de 1950, com
vista à identificação de solos fixadores de K, e se inventariam os factores considerados
relevantes na fixação do K: por exemplo a secagem das amostras de solos, o pH, a
textura e a mineralogia dos solos. Por fim, expõem-se os resultados do trabalho
experimental das autoras do presente artigo e que constam de dois estudos nos quais
o carácter fixador dos solos foi avaliado.</font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Indícios da fixação do potássio</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O artigo de Oliveira
(1960), em que o autor fez o apuramento estatístico dos ensaios de adubação que
decorreram entre 1929 e 1959 em Portugal, revela que é evidente a ausência de resposta
do trigo ao K. Devido à taxa média de aplicação de K ter sido baixa (31 kg K ha<sup>-1</sup>)
e apesar das razões já referidas anteriormente por Almeida (1958) para a ausência
de respostas ao K, admite-se a possibilidade de o K ter sido fixado quase na sua
totalidade, já que, de entre os solos do Sul, existe um conjunto de unidades-solo
com elevada capacidade de fixação do K. Com efeito, a tomada de decisões quanto
à instalação dos 232 campos de ensaio da cultura do trigo baseou-se no tipo de solos
(embora, à data, não existisse classificação sistemática dos solos do país) e nas
práticas de fertilização antecedentes (Oliveira, 1960). Por conseguinte, é muito
provável que se tenham submetido à adubação potássica quer solos que dispensavam
a adição do K, quer solos fixadores de K.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">No entanto, e relativamente à oliveira, já não se passaria o mesmo. Num
pequeno livro de divulgação destinado a agricultores, Seabra (1935: pp. 53), reportando-se
às necessidades da oliveira, afirmava que «a oliveira requer muito anidrido fosfórico,
muita potassa, discreta quantidade de cal e azoto em quantidade suficiente». Quanto
à taxa de adubo potássico a aplicar (cloreto ou sulfato de potássio), Seabra recomendava
valores da ordem de 250–300 kg ha<sup>-1</sup> para 100–150 oliveiras. Tendo em
conta estas taxas de aplicação de adubo (125–150 kg K ha<sup>-1</sup>), não há dúvida
de que estão muito acima das praticadas, à data, na cultura do trigo (31 kg K ha<sup>-1</sup>;
Oliveira, 1960), ou mesmo das observadas noutros países e noutras culturas no mesmo
período, como, por exemplo, os 38 kg K ha<sup>-1</sup> aplicados, em média, na Holanda
por superfície agrícola útil (Graça, 1939). Com efeito, aquela recomendação parece
ser copiosa, sugerindo a hipótese de que certos solos onde cresciam oliveiras careciam
dessas elevadas taxas de adubação potássica, para que a cultura fosse rentável.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Ensaios experimentais conduzidos por Brito (1968)
no Alto Alentejo, em solos derivados de calcários, permitiram verificar que só após
a aplicação de 167 kg K ha<sup>-1</sup>, durante dois anos num solo Pc’<sup>2</sup>
de Elvas, as concentrações foliares de K da oliveira ultrapassaram o nível de deficiência.
Numa outra unidade-solo, mas agora num Vc<sup>2</sup> após dois anos de adubação
potássica, com 88 kg K ha<sup>-1</sup> mais 133 kg K ha<sup>-1</sup> aplicado através
do estrume, foi possível obter acréscimo de produção em outro olival. Do mesmo modo,
Marcelo (2001) só obteve diferenças significativas na produção de azeitona nas mesmas
unidades solo (Pc’ e Vc)<sup>2</sup> de Elvas (Herdade do Reguengo) após oito anos
de aplicação sucessiva do adubo potássico nas taxas de 0–67–133–200 kg K ha<sup>-1</sup>.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os ensaios conduzidos na Herdade de Longos (Campo
Branco), localizada no concelho de Castro Verde, revelaram que nas unidades-solo
Px<sup>2</sup> e Pb<sup>2</sup>, mesmo ao sétimo ano de adubação potássica ao trigo
(150 kg K ha<sup>-1</sup> ano), a resposta ao K se encontrava ainda na fase ascendente
da curva (Alves, 1984). A estranheza do autor pelo baixo acréscimo de K extraível
do solo (8,5 mg K<sub>2</sub>O kg<sup>-1</sup> por ano), devido à aplicação de adubos
potássicos, sustenta a hipótese de estes solos terem fixado o K. Com efeito, o autor
realçou que apenas 17% do K anualmente aplicado ficara disponível no solo. Uma adubação
potássica ‘liberal’ por mais algum tempo foi mesmo recomendada. Segundo Alves (1984),
estas unidades-solo seriam representativas das culturas de trigo e de aveia, e estendendo-se
por uma vasta área entre Aljustrel e até para lá de Almodôvar.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Gama (1988), ao estudar, durante sete anos, o efeito da
adição anual de K (125 kg ha<sup>-1</sup>) sobre a evolução dos teores de K de troca
num solo Aac<sup>2</sup> num laranjal de Setúbal (Quinta da Várzea), constatou que
houve um acréscimo muito lento daquele parâmetro na camada superficial, mas particularmente
nas camadas 25-50 cm e 50-75 cm. Também verificou que a subida do K de troca da
primeira camada só se iniciou ao fim de três anos de ensaio e que havia uma mobilidade
muito reduzida do K ao longo do perfil, mesmo ao cabo de sete anos. Ou seja, o K
aplicado na forma de adubo teria sido quase todo retido neste horizonte. Além disso,
a hipótese duma maior fixação do K nas camadas mais profundas também poderia ter
ocorrido, como mostraram Shaviv <i>et al</i>. (1985) e Murashkina <i>et al</i>.
(2007a,b). A dominância de vermiculite e ilite neste solo justificariam plenamente
a fixação do K em qualquer das três camadas em apreço.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Marcelo <i>et al</i>. (2011) avaliaram num olival o efeito da
adubação potássica, feita através da rega, nas concentrações do K permutável em
diversas profundidades, tendo verificado que houve um acréscimo significativo do
K nas camadas 0–20 cm e 20–40 cm. O ensaio decorreu durante dois anos e foi instalado
em solos Cpc<sup>2</sup> e Pcx<sup>2</sup> (Vertissolos e Calcissolos, respectivamente)
da Herdade de Lameirões (Safara, Moura). Os autores concluíram que o K adicionado
ficou, sobretudo, no horizonte superficial, havendo poucos indícios do seu transporte
para profundidades abaixo dos 40 cm. Porém, presume-se que, além do enriquecimento
do solo em K permutável, existe a possibilidade de parte do K adicionado ter ficado
fixado nas camadas mais superficiais do perfil do solo. Não se exclui a possibilidade
de, no caso de algum transporte do K, ter ocorrido fixação do elemento nas camadas
mais profundas (&gt; 40 cm), isto na medida em que a capacidade de fixação do K
tende a aumentar com a profundidade, como o mostraram Shaviv <i>et al</i>. (1985)
e Murashkina <i>et al</i>. (2007a,b). Com efeito, as reservas de K das camadas mais
inferiores do solo podem ser igualmente esgotadas quando a exportação de K pelas
culturas não é compensada pela adubação potássica. Kuhlman (1990), por exemplo,
demonstrou que os horizontes mais profundos do solo (&gt; 30 cm) podem fornecer,
em média, 34% do K total absorvido pelo trigo num intervalo de 9%–70%. Até à data,
não se identificou nenhum estudo em Portugal em que se tenha determinado a fixação
do K nos sucessivos horizontes do perfil do solo.</font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Ensaios laboratoriais de fixação do potássio. Factores que afectam a fixação do K</i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os ensaios laboratoriais para determinação da
capacidade de fixação do K nos solos foram iniciados, na década de 60 do século
passado, por Gama (1961, 1963, 1966) em solos do Sul do país. À data, Gama (1963)
sugeria, como factores determinantes da fixação do K pelos solos, a sua composição
mineralógica, sobretudo a da fracção argilosa e, como condicionantes da intensidade
da fixação para um mesmo solo, o quantitativo de K adicionado, a secagem das amostras,
o pH e os catiões adsorvidos no complexo de troca.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Gama (1961) determinou a capacidade de fixação utilizando o acetato
de amónio como solução extractante e vários ciclos de humedecimento e secagem em
amostras de solos do Alentejo (Pmg, Pm, Vc e Bvc)<sup>3</sup>, que sujeitou a ensaios
de incubação, após a aplicação de doses sucessivas de K. A capacidade de fixação
variou entre 300 e 854 mg de K kg<sup>-1 </sup>de solo, sendo o solo Pm o mais fixador.
O autor constatou que a capacidade de fixação do K aumentou com as taxas de K aplicadas.
Os valores obtidos para aqueles solos foram, respectivamente, de 107, 526, 123 e
218 mg de K kg<sup>-1</sup> para a taxa mais elevada de aplicação (105 mg de K kg<sup>-1
</sup>de solo, o que corresponde à aplicação de 2083 kg K ha<sup>-1</sup>). Apesar
de os solos Pm e Pmg fixarem quantidades de K muito distintas, foram os que, em
termos percentuais, fixaram mais K. A percentagem de fixação diminuiu com o K aplicado
no solo Pmg, e manteve-se bastante constante nos outros três solos, não havendo
indícios de que estivesse próxima a capacidade máxima de fixação do K nestes solos.
O solo Pm foi o mais fixador, ou seja, cerca de 70% do K adicionado nos primeiros
três níveis de aplicação foi fixado, e depois baixou gradualmente para os 50%. O
teor de argila dos solos não se correlacionou nem com a quantidade, nem com a percentagem
de K fixado. Assim, aquele investigador concluiu que o solo Pm, sendo ávido de K,
não poderia satisfazer, de forma adequada, as necessidades de K duma cultura de
ciclo curto e com exigências elevadas deste nutriente. A razão que terá levado Gama
a seleccionar aquelas unidades-solo parece residir no facto de os ensaios de campo
com o trigo terem dado respostas surpreendentes à adubação potássica, como parecem
indiciar os relatos e os trabalhos efectuados naquele período por Oliveira (1960),
Almeida e Balbino (1960), Balbino (1961) e Balbino <i>et al</i>. (1963). Mais tarde,
Gama (1966) avaliou o efeito da secagem ao ar das amostras na fixação do K em solos
de oito unidades-solo (Pg, Vc, Bpc, Bvc, Pmg, Px, Pm e Vx)<sup>4</sup>, quatro delas
já incluídas em trabalho anterior. As amostras destes solos foram sujeitas a um
mês de incubação seguida de secagem ao ar, método que passou a ser vulgarmente aceite
para determinar a capacidade de fixação do K dos solos. Neste estudo, foi feita
a análise termodiferencial da fracção argila para identificação dos minerais argilosos
dominantes. De entre os resultados obtidos, destacam-se os seguintes:</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">1-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;
A secagem ao ar das amostras de solo promoveu um acréscimo na fixação
do K de 20%–30%, excepto no solo Pg.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">2-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os
solos mais fixadores de K foram Pm, Pmg e Vx. O solo Pm, fixou 57% e 85% do K sob
condições de humidade e secura, respectivamente.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">3-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;
A ilite seria o mineral argiloso responsável pela fixação do K em todos
os solos, excepto nos barros (Bpc e Bvc), e no caso do solo Pm, tratar-se-ia de
ilite degradada.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">4-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;
Os solos com maior teor em argila (Bpc e Bvc) e pH alcalino, com argila
dominantemente do tipo esmectite, fixaram muito pouco K no estado húmido.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2">A maioria dos estudos respeitantes ao efeito da secagem das amostras de solo
na fixação do K corrobora os resultados obtidos por Gama (1966). Mas, em contraste,
Cook e Hutcheson (1960), bem como Dowdy e Hutcheson (1963), referem que solos com
um nível inicial elevado de K de troca fixam o K após secagem, ao passo que aqueles
que possuem baixos níveis de K de troca se comportam de modo inverso. Segundo estes
autores, é ainda possível que a fixação e a libertação do K possam ocorrer simultaneamente
no mesmo solo após secagem, se os minerais argilosos forem misturas de ilite e de
minerais expansíveis. A ilite seria responsável pela libertação do K e os minerais
do grupo das vermiculites e algumas esmectites pela fixação do K. Mas também, e
segundo aqueles autores, a secagem pode levar à fixação do K nos locais dos espaços
intercamada adjacentes aos rebordos do cristal e, simultaneamente, o K pode ser
libertado devido à exfoliação do rebordo do mineral provocada pela secagem. Assim,
uma ou outra situação poderá ocorrer quando se seca o solo, dependendo do processo
predominante. Também Goulding (1987) indica que o humedecimento e secagem podem,
por simples efeito físico, aumentar a fixação do K, induzindo o colapso do espaço
intercamada, ou podem permitir a libertação do K por rotura das partículas dos minerais.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os estudos de fixação do K em Portugal só voltariam
a ser efectuados 20 anos depois, por Portela (1989) em 20 solos da região de Alto
Trás-os-Montes e Douro, no âmbito dum trabalho com vista à avaliação da disponibilidade
do K em solos do Nordeste (NE) de Portugal. A caracterização dos solos quanto às
propriedades físicas e químicas consta do <a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a01q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a> e a análise mineralógica da argila,
limo e areia fina encontram-se em Portela (1989, 1993). Com base nos dados apresentados
naqueles dois estudos e após o cálculo da fixação do K, conforme Gama (1961, 1963),
elaborou-se o <a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a01q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>. Neste quadro, as unidades-solo estão designadas de acordo
com a classificação da legenda da FAO/Unesco de 1988 (Agroconsultores-Coba, 1991),
estando os solos sequenciados de acordo com o material originário. Os solos são
sobretudo derivados de rochas dominantes naquela região: granitos, filitos e micaxistos,
embora se tenham incluído também solos desenvolvidos sobre corneanas, peridotitos,
rochas xistosas ricas em minerais ferromagnesianos e sedimentos vários. Os solos
objecto de estudo são, geralmente, de textura franco-arenosa, com baixos teores
de argila, pH ácido e com baixas concentrações de K de troca (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a01q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">No <a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a01q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>, apresenta-se a capacidade de fixação do K (mg kg<sup>-1</sup>)
para a taxa máxima de aplicação de K e o valor médio da % de fixação do K. Aquela
taxa teve em conta a capacidade de troca catiónica e a textura dos solos. A capacidade
de fixação do K do solo foi determinada através da equação:</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">K fixado = K aplicado + K permutável inicial – K permutável
após o tratamento. Também se incluiu neste quadro o K libertado [(K não permutável
libertado pelo cultivo intensivo de azevém, em Portela (1993)].</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Dos resultados alcançados e constantes do <a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a01q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a> destacam-se
os seguintes:</font></p>

    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">1&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;
Seis solos eram deficitários em K (solos 5, 7, 13, 14, 15, 16), mas quatro
destes não são susceptíveis de fixarem o K (solos 5, 14, 15, 16). Apenas o solo
13 fixou uma quantidade assinalável;</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">2&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A capacidade
de fixação do K variou entre 5 mg de K kg<sup>-1</sup> para uma baixa taxa de aplicação
(25 mg K kg<sup>-1</sup> de solo) e 157 mg de K kg<sup>-1</sup> (quando se aplicou
350 mg de K kg<sup>-1</sup> ao solo 13, o que corresponde à fixação de 314 kg K
ha<sup>-1</sup>). A percentagem média de fixação dos solos oscilou entre zero e
76% do K adicionado (no caso do solo 8);</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">3&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A fixação
do K aumentou com o K aplicado numa relação directa em todos os solos, com coeficientes
de regressão que variaram entre 0,76 e 1. Todavia, a percentagem do K fixado tinha
propensão para baixar ou manter-se constante com a quantidade de K aplicada. Para
o primeiro nível de aplicação de K, a percentagem de K fixado atingiu 84%–85% nos
solos 2, 8 e 13, a qual foi depois baixando gradualmente. Quanto à capacidade de
fixação do K (expressa em percentagem), os solos foram agrupados do seguinte modo:</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">- Solos com capacidade de fixação nula ou baixa
(&#8804; 30%) – 5, 10, 14, 15, 16, 20;</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">- Solos com capacidade de fixação média (31%–53%) – 1, 6, 7, 9, 11, 12, 17,
19;</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">- Solos com capacidade de fixação
alta (&gt; 53%) – 2, 4, 8, 13, 18.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">4&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  De entre os solos
com capacidade de fixação alta, aquele que tinha o maior teor em argila (solo 13)
estava exaurido de K, enquanto os restantes quatro solos, além de fixarem muito
K, foram capazes de libertar elevada quantidade de K não permutável por cultivo
intensivo. Este comportamento pode ser indicativo da reversibilidade do K fixado
ou, que os solos possuem um elevado conteúdo em minerais ainda não alterados ou
com baixo grau de meteorização. Esta situação poderá também ter ocorrido nos solos
11 e 19 (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a01q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>). Isto parece dever-se à elevada quantidade de ilite/mica nas
três fracções do solo (argila, limo e areia fina) e, ainda, à grande capacidade
que as gramíneas possuem de explorar estes minerais para a sua nutrição potássica.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">5&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;
Embora não sendo expectável que o solo 13 fixasse tanto K pela razão de
os minerais argilosos dominantes serem esmectites, estas foram identificadas por
Silva (1983) como beidelites, que, como se referiu anteriormente, devem a sua carga
negativa às substituições isomórficas nas folhas tetraédricas e que, por isso, estabelecerão
ligações “mais fortes” com o K<sup>+</sup>, que não é hidratável.</font></p>

 
    <p><font face = "Verdana" size = "2">6&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;
Os solos com capacidade de fixação alta têm, em média, pH mais elevado
(pH<sub>H2O</sub> 6,3), podendo conter carbonatos, como é o caso do solo 4, enquanto
os restantes grupos tinham em média pH &#8804; 5,5.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">7&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nos
12 solos com pH<sub>H2O</sub> &#8804; 5,5, quando submetidos a calagem, não ocorreu
alteração assinalável na fixação do K, com excepção de dois solos (6 e 18), em que
se observou um aumento da fixação do K de 51% para 66% e de 70% para 83%, respectivamente
(cf. <a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a01q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>). Na verdade, o que aconteceu com mais frequência foi o inverso, isto
é, houve diminuição da fixação do K em metade dos solos (1, 7, 16, 17, 19, 20) e,
no solo 20, houve libertação do K. Ou seja, o K passou duma forma não permutável
para uma forma acessível às plantas. Efectivamente, nos solos ácidos submetidos
a calagem houve um aumento do K de troca e diminuição do K em solução e, consequentemente,
aumentou o poder tampão desses solos, diminuindo, assim, a sua susceptibilidade
à lixiviação do K.</font></p>

 


    
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Desde há muito que os estudiosos repararam que,
em condições de campo, os solos básicos, particularmente os solos com carbonatos,
fixavam mais K do que os solos ácidos. Nos anos 30 do século passado, diversos investigadores
testaram em laboratório o efeito do pré-tratamento das amostras de solo com soluções
de diferentes valores de pH sobre a fixação do K nos solos. Estes estudos mostraram
que aumentando o pH dessas soluções há a tendência para os solos fixarem mais K
e, inversamente, provocando uma diminuição do pH dos solos, estes passaram a fixar
menos K (Stanford, 1947, Sparks, 2001). Para valores de pH inferiores a 5–5,5, os
catiões de Al (catiões aquo e hidroxo) dominam e podem ocupar os espaços intercamada
dos minerais argilosos 2:1, mas, à medida que o pH sobe, o Al precipita, não podendo
ocupar nem impedir o colapso dos espaços intercamada dos filossilicatos 2:1 pela
entrada do K (Thomas e Hipp, 1968).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em Portugal, em ensaios de adubação potássica com trigo no posto experimental
de Castro Verde, houve sempre uma interacção negativa entre o K e o Ca aplicado
na forma de cal apagada (Mourão, 1960). De facto, neste posto experimental, havia
já indícios da fixação do K revelados pelos relatos de Alves (1984). Em oposição,
Gama (1987) obteve um efeito inverso da calagem em 20 solos ácidos derivados de
granitos (pH<sub>H2O</sub> 4,3–5,4), a qual provocou, em geral, libertação do K.
Na verdade, o efeito da aplicação de Ca tem sido matéria de controvérsia. Na prática,
a sua aplicação através da calagem pode aumentar o K de troca, mas também pode aumentar
o K fixado pelas razões acima apontadas. Com efeito, Gama (1987) constatou que,
na grande maioria dos solos, houve libertação do K para a forma permutável, mas
em três dos solos verificou-se que ocorreu fixação do K. Todavia, a libertação do
K da forma não permutável só foi notória em dois solos (cerca de 60 mg K kg<sup>-1</sup>),
mas na maioria deles não ultrapassou 10 mg K kg<sup>-1</sup>, e a fixação do K foi
ainda mais irrelevante, não tendo ultrapassado 5 mg K kg<sup>-1</sup> de solo. Deste
trabalho conclui-se, que nos solos ácidos derivados de granitos, a realização da
calagem até valores de pH<sub>H2O</sub> 5,2–6,4, não induziu fixação do K, mas a
tendência foi, sim, a de aumentar a sua libertação, embora em quantidades diminutas.
Na maioria dos casos, a calagem dos solos ácidos tem mais um efeito benéfico em
termos da nutrição potássica das plantas que o inverso, como também constataram
Thomas e Hipp (1968) e Simonsson <i>et al.</i> (2007, 2009). Mesmo que a calagem
induza alguma fixação do K, esta é temporária, pois um melhor desenvolvimento do
sistema radicular das plantas irá promover maior libertação do K, devido ao maior
contacto solo-raiz como, possivelmente, terá ocorrido nos solos 11, 18 e 19 submetidos
a calagem (Portela, 1993). Portanto, estes solos libertaram uma quantidade assinalável
de K não permutável (<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a01q2.jpg" target = "_blank">Quadro 2</a>).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Mais
recentemente, Portela <i>et al.</i> (2016) fizeram um estudo exploratório, que incidiu
sobre nove solos localizados em diferentes regiões do país, mas com maior incidência
no Alentejo, onde se suspeitava poder encontrar os solos mais fixadores de K. Os
solos utilizados têm origem em diferentes materiais e o objectivo principal foi
o de avaliar a capacidade de fixação do K em solos provenientes de diferentes litologias
e com composição mineralógica diversa. A localização dos solos, o material originário
e a classificação dos solos de acordo com WRB (2006) e a de Cardoso (1965, 1974)
constam do <a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a01q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a>. As características físico-químicas dos solos encontram-se no
<a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a01q4.jpg" target = "_blank">Quadro 4</a> e os procedimentos utilizados estão descritos em Portela <i>et al.</i>
(2016).</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Deste estudo, destacam-se
os seguintes resultados:</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">1&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;
A quantidade de K fixado variou entre 5 mg kg<sup>-1</sup> de solo, para
uma baixa taxa de aplicação de K, e 582 mg kg<sup>-1</sup>. Este último valor corresponde
à aplicação de 800 mg K kg<sup>-1</sup> a um solo com carbonatos (o que corresponde
a uma fixação de 1164 kg K ha<sup>-1</sup>). Os valores indicados referem-se, respetivamente,
a um solo com baixa capacidade de fixação do K e a um solo com capacidade fixadora
elevada, como é o caso do solo Soidos 5 (Abitueiras, Santarém).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">2&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sete
dos solos exibem capacidade de fixação do K relativamente elevada e nenhum deles
mostrou indícios de que estivesse próximo da capacidade máxima de saturação do K.
Por exemplo, para uma taxa de aplicação de K de 400 mg kg<sup>-1</sup> (cerca de
800 kg K ha<sup>-1</sup>), a capacidade de fixação deste elemento variou entre 40%
e 86%. De entre os solos mais ávidos de K, encontram-se os solos ricos em carbonatos
(Soidos 1 e Soidos 5), com uma capacidade de fixação entre 56% e 73% (taxa de aplicação
de K de 800 mg kg<sup>-1</sup>), bem como os solos do Alentejo formados a partir
de gabros, metagabros, gabrodioritos e quartzodioritos (BL, VA, LG e AZ, respectivamente).
Nestes quatro solos, a capacidade de fixação do K variou entre 55% e 86% (taxa de
aplicação de K de 400 mg kg<sup>-1</sup>).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">3&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os solos
com maior capacidade para fixar K possuem, nas fracções argila e/ou limo, uma assinalável
percentagem de vermiculites expansíveis (vermiculites de baixa carga), além de pequenas
percentagens de vermiculite e/ou interestratificados mica-vermiculite. Em alguns
destes solos, identificaram-se, ainda na fracção argila, minerais micáceos degradados,
isto é, abertos, e que, por isso, exibem capacidade acrescida para fixar K. Na fracção
areia fina destes solos, identificaram-se também vermiculites e micas, embora estes
minerais ocorram em proporções mais modestas do que nas outras fracções mais finas;</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">4&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;
Os solos que apresentam baixa capacidade de fixar K (&#8804; 30%) são
os derivados de arcoses (RC, Castelo Branco) e de anfibolitos (LM, Bragança), nos
quais não foi identificada vermiculite na fracção argila, mas sim elevada percentagem
de esmectites, as quais mostram geralmente baixa capacidade para fixar o K, (Borchardt,
1989);</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">5&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;
Um dos solos derivados de calcários, mas que se mostra descarbonatado
(DG), apresentou uma capacidade de fixação do K de 40% para taxas altas de aplicação
de K (&#8805; 100 mg kg<sup>-1</sup>). Este solo contém, na fracção argila, elevada
percentagem de minerais micáceos abertos;</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">6&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Uma das
principais conclusões deste estudo é que o material originário, particularmente
em condições de clima mediterrânico (onde as condições de meteorização são, em regra,
menos intensas), influencia a composição mineralógica das fracções argila, limo
e areia fina dos solos, a qual é determinante para a capacidade de fixação do K
pelo solo. Por conseguinte, a mineralogia de todas as fracções granulométricas mencionadas
está, em muitos casos, na origem da ineficácia da adubação potássica, por levar
o ião K<sup>+</sup> a ser redistribuído e fixado no solo em formas pouco acessíveis
às plantas.</font></p>

 

 
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>IMPLICAÇÕES AGRONÓMICAS DA FIXAÇÃO DO POTÁSSIO
E RECOMENDAÇÃO DA ADUBAÇÃO POTÁSSICA</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A capacidade do solo para fornecer K, a curto e a longo prazo, depende das características
físico-químicas e mineralógicas dos solos. Estas características podem atribuir-se,
em primeiro lugar, à composição do material originário, e, em segundo lugar, ao
grau de desenvolvimento dos solos em função dos processos de meteorização ocorridos,
mas também às práticas culturais, particularmente a adubação potássica. O cultivo
intensivo do solo na ausência da aplicação de K é, em geral, o principal responsável
pela sua exaustão, o que, em certos solos, pode levar à fixação do K. Em suma, o
sistema cultural e o balanço entre as entradas e saídas (ganhos e perdas) do K podem
determinar, em larga medida, a fixação deste nutriente.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os estudos recentes que contemplam a mineralogia dos solos sugerem
que a retenção e a libertação do K dos minerais 2:1 acompanham os balanços do K
no solo (Barré <i>et al</i>., 2008; Simonsson <i>et al</i>., 2009). Assim, os filossilicatos
do tipo 2:1 que ocorrem nas várias fracções do solo, que libertam e fixam K, constituem,
de facto, um reservatório deste elemento para as plantas. Com efeito, a fixação
do K não é irreversível, podendo o K ser de novo libertado e utilizado por culturas
subsequentes. Shaviv <i>et al</i>. (1985) e Goulding (1987) salientaram mesmo que
a porção fixada do K pode tornar-se mais disponível para as plantas do que a fracção
nativa do K. Portanto, o K fixado pode ser indicativo do potencial dum solo para
libertar K. Alguns investigadores consideram que a fixação do K pelos solos não
é tanto um processo que reduz a eficácia da adubação potássica, mas sim um factor
favorável à limitação da lixiviação do K (Schneider <i>et al</i>., 2013).</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Os solos fixadores de potássio</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Nesta secção propõe-se uma lista dos solos fixadores de K, baseada nos
dados actuais, sendo por isso provisória, e que teve em conta: a) resultados da
experimentação de campo que visava a obtenção de respostas das culturas à adubação
potássica, nos quais os autores demonstraram que o processo de retenção (fixação)
do K ocorreu nos solos ensaiados; b) interpretações dos autores do trabalho experimental
em vaso ou de campo, em que os indícios de se estar perante a fixação do K parecem
ser a explicação mais plausível para as discrepâncias registadas nas respostas das
culturas à adubação potássica; e, por fim, c) análise dos trabalhos laboratoriais
nos quais foi demostrada a fixação do K nos solos (não foram incluídos os solos
que simultaneamente libertaram quantidade elevada de K, por serem solos pouco desenvolvidos).
Na forma como foram agrupados os solos fixadores de K teve-se em conta a legenda
da FAO/Unesco (1988) e WRB (2006) e entre parêntesis apresenta-se a respectiva correspondência
na Carta de Solos de Portugal a Sul do Rio Tejo (Cardoso, 1965, 1974). Assim, os
solos que até à data se revelaram fixadores de K foram:</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Regossolos</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Regossolos Calcáricos Êutricos (Pc– Calcários Pardos, de calcários não
compactos)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Fluvissolos</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Fluvissolos Calcáricos (Aac– Aluviossolos Modernos,
de textura pesada com carbonatos)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Cambissolos</b></font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Cambissolos Calcáricos (Pc’– Calcários Pardos
Para-Barros, de calcários não compactos associados a rochas cristalofílicas básicas) </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Calcissolos</b></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Calcissolos Háplicos (Vc– Calcários Vermelhos,
de calcários)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Calcissolos Vérticos
Crómicos (Vac’– Calcários, Vermelhos de Climas de Regime Xérico, Para-Barros, de
rochas detríticas argiláceas calcárias)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Luvissolos</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Luvissolos
Háplicos Crómicos (Vcd– Mediterrâneos Vermelhos, de calcários compactos)</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Luvissolos Háplicos (Vx– Mediterrâneos Vermelhos
ou Amarelos, de xistos)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Luvissolos
Háplicos (Pm– Mediterrâneos Pardos Para-Barros, de dioritos ou quartzodioritos)</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Luvissolos Háplicos (Pmg– Mediterrâneos Pardos
Normais, de quartzodioritos)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Luvissolos
Órticos (Px– Mediterrâneos Pardos Normais, de materiais não calcários)</font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Luvissolos Gleizados (Pb– Hidromórficos Sem Horizonte
Eluvial, Para-Solos Hidromórficos Pouco Insaturados)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Vertissolos</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Vertissolos Háplicos Êutricos (Bp– Barros Pretos Não Calcários, de dioritos
ou gabros)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Vertissolos Êutricos
(Bc– Barros Pardos Calcários Não Descarbonatados, de argilas calcárias)</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Vertissolos Háplicos (Cb– Barros Castanho-Avermelhados
Não Calcários de gabros)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Vertissolos
Cálcicos Crómicos (Bvc– Barros Castanho-Avermelhados, de calcários)</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Vertissolos Crómicos</font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>Estratégias
da adubação potássica em solos fixadores de potássio</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A avaliação da disponibilidade do K no solo com vista à
recomendação de adubos potássicos baseou-se, durante muitos anos, e até ao início
de 1970, na determinação do K de troca pelo método de Mehlich (Cl<sub>2</sub>Ba-TEA
ajustado a pH 8,1), método este pouco adequado a este desiderato. Com efeito, de
acordo com os trabalhos desenvolvidos pelas autoras e também o realizado por Fonseca
<i>et al</i>. (2002), este método dá, com frequência, discrepâncias notórias com
o método de Egnér-Riehm ou com o do acetato de amónio, em que o catião que permuta
com o K<sup>+</sup> é o NH<sub>4</sub><sup>+</sup> (utilizado quase universalmente),
particularmente em solos fixadores de K. Com efeito, o Cl<sub>2</sub>Ba-TEA extrai
cerca de metade do K, como mostram os dados de Fonseca <i>et al</i>. (2002) ou mesmo
um terço do K (dados de Portela <i>et al</i>., 2016), comparativamente à extracção
com o ião amónio. Por conseguinte, é muito possível que se tenham submetido a ensaios
de adubação potássica (entre 1930 e 1970) solos que a dispensavam. É, pois, provável
que algumas das respostas inesperadas do trigo à adubação potássica, nesse período,
se tenham devido ao uso deste método na avaliação da disponibilidade do K.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Quanto a outras particularidades das respostas
do trigo aos adubos potássicos, há alguns aspectos que devem ser esclarecidos. Por
um lado, os relatos de respostas economicamente compensadoras do trigo à adubação
potássica e, por outro, o efeito depressivo do K registado em diversos ensaios de
campo. Balbino (1961) revela que, embora as respostas ao K nas unidades-solo Px<sup>2</sup>
(Monforte), Pv<sup>2</sup> (Elvas) e Pmg<sup>2</sup> (Évora) não fossem estatisticamente
significativas, eram economicamente compensadoras. De acordo com o autor, esse facto
poderia atribuir-se às baixas taxas de aplicação de K na cultura do trigo. Ainda
em 1979, Alves e colaboradores também reconheceram que as doses de K recomendadas
para os ensaios de várias culturas de inverno e de primavera, aquando do III Plano
de Fomento, entre 1968 e 1973, eram modestas (50–100 kg K<sub>2</sub>O ha<sup>-1</sup>).
Portanto, admite-se que, quando estivessem em causa solos fixadores de K, as quantidades
de adubo potássico a aplicar deveriam ter sido muito mais elevadas. Aliás, desde
os anos 60 do século XX que Gama (1966, 1968) chamava a atenção para que se tivesse
em consideração a fixação do K nos solos da região Sul do país aquando da recomendação
da adubação potássica.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Quanto ao
efeito depressivo do K sobre o trigo, Oliveira (1960), Balbino (1961) e Alves (1968)
referem-se a alguns ensaios de campo em que as respostas ao K eram negativas, embora
de valor absoluto reduzido. Alves avança com uma explicação para o efeito depressivo
do K, tendo admitido que «os elevados teores de sódio encontrados poderão não ser
alheios à frequente ausência de resposta à adubação [potássica] » (Alves, 1968:
pp. 92). Com efeito, o relatório de Alves <i>et al</i>. (1979) revela que determinadas
unidades-solo (Pm, Pmg) onde foram instalados campos experimentais de aveia e trigo
revelavam concentrações de Na de troca assinaláveis e muito superiores às do K de
troca e, em 25% dos solos, era o Mg de troca que era superior ao Ca. No caso da
aveia, as respostas negativas à adubação potássica foram também assinaladas por
Alves <i>et al</i>. (1979) nas unidades-solo Pm. Ora, é bem conhecido o efeito desfloculante
que o excesso de Na de troca provoca nos solos (associado, em alguns daqueles solos,
a percentagens elevadas de areia fina), determinando condições físicas adversas;
destruição da estrutura com a consequente diminuição drástica da dimensão dos poros
e, por conseguinte, de escassez de oxigénio nas raízes. A elevada compacidade destas
unidades-solo (Pm e Pmg) está bem patente no estudo de Fonseca <i>et al</i>. (2001),
em que a densidade aparente é cerca de 1,7 nos vários horizontes do solo. A aplicação
de um catião monovalente como o K poderia potenciar, temporariamente, ainda mais
essas condições físicas desfavoráveis. O efeito desfloculante que a adição de K
(como KCl) pode exercer devido à sua aplicação ao solo foi registado aquando do
trabalho laboratorial efectuado pelas autoras em dois conjuntos de amostras dos
solos VA e LG (unidades-solo Pmg) (Portela <i>et al</i>., 2016). Estas condições
físicas nefastas para as plantas também parecem ter ocorrido nos ensaios em vaso
conduzidos por Almeida e Balbino (1960) aquando da calibração do método de Egnér-Riehm,
referido anteriormente. Com efeito, e de um modo geral, todos os factores que limitem
a expansão radicular restringem a absorção do K pelas plantas, particularmente a
impedância mecânica (revelada pelos elevados valores da densidade aparente) e a
ausência de arejamento de certos solos (Diest, 1978; Hallmark e Barber, 1981; Barber,
1984). Estes factores são mais relevantes em regiões com clima mediterrânico, onde
os períodos de secura estival são, frequentemente, prolongados.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Face ao exposto e ao trabalho realizado em Portugal respeitante
à fixação do K pelos solos, é fundamental, por um lado, ter em conta as características
dos solos (e as suas limitações) e, por outro, as necessidades das plantas aquando
da recomendação da adubação potássica. </font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em primeiro lugar, há necessidade de agrupar os solos de acordo com as suas
características físico-químicas e mineralógicas, na medida em que estas induzem
determinados comportamentos-padrão. Nos solos fixadores de K, só é possível obter
acréscimos de produção através de taxas de aplicação de K acima dos valores normais
(ou seja, valores superiores a 150–200 kg de K ha<sup>-1</sup>). Tendo em conta
os agrupamentos dos solos fixadores de K, não há dúvida de que, entre os solos mais
fixadores, se encontram os solos com carbonatos, com capacidade de fixação superior
a 50% e onde estão presentes minerais como mica/ilite e vermiculites. Estes solos
são ávidos de K e, portanto, os investimentos em adubos potássicos poderão ser consideráveis,
sob pena de a adubação ser ineficaz e o acréscimo de produtividade ficar adiado
por vários anos, a menos que a adição de K ao solo seja acompanhada de aplicação
foliar de K. Contudo, deve questionar-se se esta medida será, na maioria dos casos,
economicamente viável.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Um outro
grupo de solos fixadores são os que apresentam, na sua mineralogia, as vermiculites
de baixa carga, como os Luvissolos Háplicos, Vertissolos Háplicos, Vertissolos Êutricos
derivados de gabros, metagabros, gabrodioritos e quartzodioritos. É expectável que
o K fixado seja algo reversível e, portanto, o investimento inicial não precise
de ser muito elevado. Mas, note-se, que é preciso ter em conta que, dum modo geral,
as camadas inferiores do solo são constituídas por minerais com uma capacidade de
fixação do K superior à das camadas superficiais (Shaviv <i>et al</i>., 1985; Murashkina
<i>et al</i>., 2007a,b), sendo os horizontes mais profundos verdadeiros sumidouros
do K que se desloca ao longo do perfil. Marcelo <i>et al</i>. (2005) também verificaram
que o K podia ser retido nas camadas mais profundas do perfil e estimaram em 780
kg K ha<sup>-1</sup> a quantidade de K retido (fixado) pelo solo até à profundidade
de 50 cm ao fim de 10 anos de aplicação de K à taxa de 200 kg ha<sup>-1 </sup>por
ano.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Como mencionámos anteriormente,
algum do K fixado é reversível, ou seja, pode ser libertado, como mostraram Simonsson
<i>et al</i>. (2009). Porém, as taxas de libertação devem ser suficientemente elevadas
para satisfazer as necessidades das plantas, o que nem sempre acontece, não dispensando,
portanto, a adição K (Simonsson <i>et al</i>., 2007). Embora a recuperação do K
fixado possa ocorrer, o espaço intercamada dos filossilicatos 2:1 deve estar razoavelmente
preenchido com K até os solos serem capazes de libertar o nutriente a uma taxa adequada
ao crescimento das culturas, nomeadamente daquelas com desenvolvimento rápido.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em segundo lugar, a necessidade de adubação potássica
é sobretudo função das exigências das plantas, as quais dependem do período de tempo
em que absorvem o nutriente e das características do seu sistema radicular. Por
exemplo, as gramíneas pratenses e os cereais de inverno são plantas com necessidades
diárias de K reduzidas e, além disso, a elevada densidade do seu sistema radicular
permite-lhes uma exploração eficiente do solo e, consequentemente, maior acesso
ao K. Todavia, cultivares de curto prazo, como o milho e a batata, têm, pelo contrário,
maiores necessidades diárias de K. Nas plantas fruteiras, como, por exemplo, a oliveira,
que manifestam geralmente necessidades muito elevadas de K (Jordão, 1990), a hipótese
da adubação foliar deve ser considerada sempre que se trate de solos ávidos de K.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Em suma, em solos que se suspeitem
ser fixadores de K, nomeadamente os que foram agrupados na secção anterior, para
a recomendação da adubação potássica deverá considerar-se a aplicação de taxas mais
elevadas de K que compensem o K fixado pelo solo. No caso de solos com carbonatos,
que exigem aplicações maciças de K, deverá ser estudada a sua aplicação por via
foliar, nomeadamente no olival. Relativamente ao trigo, a questão da necessidade
de aplicação de taxas elevadas de adubo potássico foi, há muito, ponderada por Alves
(1984), quando referiu que a opção por uma elevação gradual da disponibilidade de
K ou pela aplicação maciça de K que promova, a curto prazo, a subida do K disponível
no solo será uma opção de ordem económica e caberá ao agricultor fazê-la.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Segundo Jordão e Marcelo (1991), a aplicação de
K por via foliar no olival terá sido experimentada em 1986, embora não se viessem
a conhecer os seus resultados. Todavia, o seu efeito positivo é reconhecido por
Sbitri e Serafini (2007). Este método de aplicação do K na forma de sais (cloreto,
sulfato, nitrato) tem sido encorajado sempre que a análise foliar revele desequilíbrios
nutritivos (DGADR, 2010), ou «nos casos em que se verifique uma insuficiente absorção
de nutrientes através do sistema radicular devido a condições deficientes de solo
e clima», nomeadamente no olival (Jordão, 2014; Jordão e Marcelo, 2005).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Apesar de, em Portugal, as respostas das culturas
ao K terem sido consideradas como raras ou nulas, a preocupação de não se exaurir
o solo está bem patente em várias recomendações de agrónomos. Com efeito, cautelosamente
sugeriram que a adubação potássica não deveria ser descurada e deveria compensar
a saída do nutriente através das culturas (Balbino <i>et al</i>., 1966; Santos,
1973, 1974; Alves <i>et al</i>., 1979). Santos (1974) recomendava mesmo a utilização
de adubos compostos NPK com o objectivo de encorajar os agricultores a aplicar o
K com vista a «uma adubação completa e equilibrada.»</font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Notas</b></font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">1-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;
O termo potássio ‘assimilável’ é utilizado neste artigo tal como empregado
por Almeida e Balbino (1960) para designar o K extraído por uma solução de lactato
de amónio e ácido acético tamponizada a pH 3,7. Todavia, foi substituído ao longo
do texto por K extraível.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">2-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;
Correspondência da classificação das unidades-solo na classificação portuguesa
(Cardoso, 1965, 1974) e FAO/Unesco (1988) ou WRB (2006) referidas no texto:</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Px– Mediterrâneos Pardos Normais, de materiais
não calcários (Luvissolos Órticos; FAO/Unesco, 1988)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Pb– Hidromórficos Sem Horizonte Eluvial, Para-Solos Argiluviados
Pouco Insaturados (Luvissolos Gleizados; FAO/Unesco, 1988).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Aac– Aluviossolos Modernos de textura pesada com carbonatos
(Fluvissolos Calcários, WRB 2006)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Vc– Calcários Vermelhos, de calcários (Calcissolos Háplicos, WRB, 2006);</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Pc’–Calcários Pardos Para-Barros, de calcários
não compactos associados a rochas cristalofílicas básicas (Cambissolos Calcáricos,
WRB, 2006);</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Bp– Barros Pretos, Não
Calcários, de dioritos, gabros ou outras rochas eruptivas básicas, ou cristalofílicas
básicas (Vertissolos Háplicos Êutricos, WRB, 2006);</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Vac– Calcários Vermelhos Normais, de rochas detríticas argiláceas
calcárias (Calcissolos Lúvicos Crómicos, WRB, 2006)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Pc– Calcários Pardos Normais, de calcários não compactos (Regossolos
Calcáricos Êutricos, WRB, 2006)</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Pm–
Mediterrâneos Pardos, de dioritos (Luvissolos Háplicos, WRB, 2006);</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Pmg– Mediterrâneos Pardos, de quartzo-dioritos
(Luvissolos Háplicos, WRB, 2006);</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Pv– Mediterrâneos Vermelhos e Amarelos de Materiais Não Calcários, de rochas cristalofílicas
básicas (Luvissolos crómicos, WRB, 2006)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Vx– Mediterrâneos Vermelhos ou Amarelos, de xistos (Luvissolos Háplicos, WRB,
2006);</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Bc– Barro Pardo Calcário Não
Descarbonatado, de argilas (Vertissolos Êutricos, WRB, 2006);</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Cpc– Barros Pretos Calcários Não Descarbonato, de margas
(Vertissolos, WRB, 2006);</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">3-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pcx–
Calcários Pardos, de xistos associados a depósitos calcários (Calcissolos, WRB,
2006); Pmg– Mediterrâneos Pardo, de quartzo-dioritos (Luvissolos Háplicos) com argila
– 6,7% e K troca – 0,16 cmol<sub>c</sub> kg<sup>-1</sup>; Pm– Mediterrâneos Pardos,
de dioritos (Luvissolos Háplicos) com argila 15,9% e K troca – 0,20 cmol<sub>c</sub>
kg<sup>-1</sup>; Vc– Calcários Vermelhos, de calcários (Calcissolos Háplicos) com
argila – 25,7% e K troca – 1,52 cmol<sub>c</sub> kg<sup>-1</sup>; Bvc– Barro Castanho-Avermelhado,
de calcários (Vertissolos Cálcicos) com argila – 53,4 % e K troca – 0,85 cmol<sub>c</sub>
kg<sup>-1</sup>.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">4-&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;
Pg– Litólicos não Húmicos, de granitos (Cambissolos Háplicos) com argila
– 9,0 % e K troca – 0,64 cmol<sub>c</sub> kg<sup>-1</sup>; Bpc– Barros Pretos Calcários
Muito Descarbonatados, de dioritos ou gabros (Vertissolos Cálcicos) com argila –
51,1 % e K troca – 0,41 cmol<sub>c</sub> kg<sup>-1</sup>; Px (fd)– Mediterrâneos
Pardos, de xistos, fase delgada (Luvissolos Órticos) com argila – 21,5 % e K troca
– 0,20 cmol<sub>c</sub> kg<sup>-1</sup>; Vx– Mediterrâneos Vermelhos ou Amarelos,
de xistos (Luvissolos Háplicos) com argila – 11,8% e K troca – 0,25 cmol<sub>c</sub>
kg<sup>-1</sup>.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências bibliográficas</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Adams, F. (1974)
- Soil solution. <i>In</i>: Carson, E.W. (Ed.) - <i>The plant root and its environment.</i>
University Press of Virginia, Charlottesville, p. 441-481.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684486&pid=S0871-018X201800030000100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Agroconsultores-Coba (1991) - <i>Carta de Solos, Carta do
Uso Actual da Terra e Carta de Aptidão da Terra do Nordeste de Portugal</i>, Escala
1:100000. Peças Desenhadas e Memórias Descritivas. Universidade de Trás-os-Montes
e Alto Douro, Vila Real.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684488&pid=S0871-018X201800030000100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Almeida,
L.A.V. (1958) - L’útilisation des engrais potassiques au Portugal. <i>Kalium Symposium
1958</i>, International Potash Institute, Berna, p. 65-71.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684490&pid=S0871-018X201800030000100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Almeida, L.A.V. e Balbino, L.R. (1960) - Determinação do
fósforo e do potássio assimiláveis em alguns solos do País. <i>Anais do Instituto
Superior de Agronomia</i>, vol. 23, p. 19-42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684492&pid=S0871-018X201800030000100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Alves, J.A. (1965-1967) - <i>Projecto de fertilização mineral e correcção
do solo. I. Fertilização mineral.</i> Plano Intercalar de Fomento (1965-1967). Direcção
Geral dos Serviços Agrícolas, Lisboa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684494&pid=S0871-018X201800030000100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Alves, J.A. (1968) - Fertilização do trigo<i>. Revista Agronómica</i>, vol.
51, tomos I-II, p. 85-94.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684496&pid=S0871-018X201800030000100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Alves,
J.A. (1984) - <i>Adubação potássica e a calagem nos Solos Mediterrâneos Pardos de
materiais não calcários' no ‘Campo Branco’ - Castro Verde</i>. Relatório apresentado
ao INIAER do Instituto Nacional de Investigação Agrária. 21p. [dactilografado]</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684498&pid=S0871-018X201800030000100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Alves, J.A. e Cardoso, J.C. (1967) - <i>Empreendimento
de fertilização mineral e correcção do solo – II Plano de fomento. I- Fertilização
mineral</i>. Direcção Geral dos Serviços Agrícolas, Lisboa. [dactilografado]</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684499&pid=S0871-018X201800030000100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Alves, J.A. e Silva, J.F. (1958) - Azoto, fósforo,
e potássio extraídos do solo pelo trigo. <i>Melhoramento</i>, vol. 11, separata,
p. 5-31.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684500&pid=S0871-018X201800030000100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Alves, J.A.; Nogueira, M.G.B.;
Santos, A.D. e Tavares, M.M.S. (1979) - <i>Fertilização mineral e correcção do solo.
I Fertilização mineral</i>. Investigação não ligada ao Ensino - Projecto 4. Direcção
Geral dos Serviços Agrícolas. Laboratório Rebelo da Silva. III Plano de Fomento
(1968-1973). Direcção Geral de Extensão Rural. Lisboa, 412p. [dactilografado]</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684502&pid=S0871-018X201800030000100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Balbino, L.R. (1961) - <i>Reacção do trigo ao
azoto, fósforo e potássio</i> (5 anos de experimentação). Departamento de Solos
e Fertilizantes do Centro de Investigação da CUF, Lisboa. 35p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684503&pid=S0871-018X201800030000100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Balbino, L.R. (1963a) - <i>Correlation between the results
of soil analysis (P<sub>2</sub>O<sub>5</sub> and K<sub>2</sub>O) and those of pot
and field experiments</i>. International Superphosphate Manufactorers’ Association,
Agricultural Committee, Paris. 28 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684505&pid=S0871-018X201800030000100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Balbino, L.R. (1963b) - Determinação do fósforo e do potássio ‘assimiláveis’
em alguns solos do país. Calibração dos métodos de Truog-Hellige e Egnér-Riehm por
meio de ensaios em vaso e de campo. <i>Agronomia Lusitana,</i> vol. 25, n. 3, p.
231-246.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684507&pid=S0871-018X201800030000100013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Balbino, L.R. (1968). -
O método de Egnér-Riehm na determinação do fósforo e potássio ‘assimiláveis’ em
solos de Portugal. <i>Revista Agronómica</i>, vol. 51, tomos I-II, p. 47-58.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684509&pid=S0871-018X201800030000100014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Balbino, L.R.; Brito, F.V. e Carvalho-Pereira,
A.J. (1966) - Adubação do trigo no Alentejo. II- Barros Pretos e Vermelhos. <i>Ao
Serviço da Lavoura</i>, vol. 64, p. 3-10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684511&pid=S0871-018X201800030000100015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Balbino, L.R.; Carvalho-Pereira, A.J. e Vieira de Brito, F.V. (1963) -
Reacção do trigo ao azoto, fósforo e potássio. <i>Agronomia Lusitana</i>, vol. 25
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Barber, S.A. (1984)
- <i>Soil nutrient bioavailability: A mechanistic approach</i>. John Wiley, New
York, 398 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684515&pid=S0871-018X201800030000100017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Barré, P.; Velde, B.;
Fontaine, C.; Catel, N. e Abbadie, L. (2008) - Which 2:1 clay minerals are involved
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1-2, p. 216-223. <a href = "http://dx.doi.org/10.1016/j.geoderma.2008.05.022" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.geoderma.2008.05.022</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684517&pid=S0871-018X201800030000100018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Borchardt, G., (1989) - Smectites. <i>In: </i>Dixon
J.B. e Weed S.B. (Eds.) - <i>Minerals in soil environments</i> (2ª ed.). Soil Science
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Brito, F.V. (1968) - Contribuição para o estudo dos problemas da fertilização
da oliveira. <i>Revista Agronómica,</i> vol. 51, tomo I-II, p. 3-13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684520&pid=S0871-018X201800030000100020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Cardoso, J.C. (1965) - <i>Os solos de Portugal.
Sua classificação, caracterização e génese. 1- A Sul do rio Tejo</i>. Direcção Geral
dos Serviços de Agricultura, Lisboa. 311 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684522&pid=S0871-018X201800030000100021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Cardoso, J.C. (1974) - A classificação dos solos de Portugal: Nova Versão.
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    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Carranca, C.F.; Baeta, J. e Fragoso, M.A.C. (1993) - Effect of
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trees. <i>In:</i> Fragoso, M.A.C. e Beusichem, M.L. (Eds.) - <i>Optimization of
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Cook, M.G. e Hutcheson, T.B. (1960) - Soil potassium
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(2ª ed.), Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, Lisboa.
&lt;<a href = "http://www.drapc.min-agricultura.pt/base/documentos/prodi_olival_2ed.pdf" target = "_blank">http://www.drapc.min-agricultura.pt/base/documentos/prodi_olival_2ed.pdf</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684529&pid=S0871-018X201800030000100025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Dias, J.C.S.; Santos, A.D.; Nogueira, M.G.B. e
Tavares, M.M.R.S. (1980) – <i>Guia prático da fertilização</i> (2ª ed.). Serviço
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Silva, Ministério de Agricultura e Pescas e Direcção Geral de Extensão Rural, Lisboa.
72 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684531&pid=S0871-018X201800030000100026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Diest, A. van (1978) - Factors
affecting the availability of potassium in soils. <i>In</i>: <i>Potassium Research
Review and Trends.</i> Proc. 11th Congress of International Potash Institute, Berne,
p. 75-97.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684533&pid=S0871-018X201800030000100027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Dowdy, R.H. e Hutcheson,
T.B. (1963) - Effect of exchangeable potassium level and drying on release and fixation
of potassium by soils as related to clay mineralogy. <i>Soil Science Society of
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(1989) - Micas. <i>In: </i>Dixon J.B. e Weed S.B. (Eds.) - <i>Minerals in soil environments</i>
(2ª ed.). Soil Science Society of America, Madison, p. 551-674.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684536&pid=S0871-018X201800030000100029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">FAO/Unesco (1988) - <i>Soils map of the world: Revised legend</i>.
World Soil Resources Report 60, Rome. 89 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684538&pid=S0871-018X201800030000100030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Fernandes, M.O. (1899) - A cultura do trigo pelos adubos chimicos no Baixo
Alentejo. <i>Boletim da Real Associação Central da Agricultura Portugueza</i>, vol.
1, p. 162-199.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684540&pid=S0871-018X201800030000100031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Fonseca, M.; Furtado, A.F.A.; Monteiro, F. e Madeira, M. (2001) - A
mineralogia da fracção argilosa de solos Mediterrâneos Pardos de Materiais Não Calcários
da região do Alentejo. <i>Revista de Ciências Agrárias,</i> vol. 24, n. 3-4,
p. 22-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684542&pid=S0871-018X201800030000100032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Fonseca, M.; Monteiro, F.; Madeira, M. e Furtado,
A.F.A. (2002) - A mineralogia e o complexo de troca de solos argiluviados da região
de Évora-Beja. <i>Revista de Ciências Agrárias, </i>vol. 25, n. 3-4, p. 42-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684544&pid=S0871-018X201800030000100033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Gama, M.V. (1961) - Sobre o método de Volk para
avaliação da capacidade de fixação de potássio dos solos. <i>Agronomia Lusitana</i>,
vol. 23, p. 117-128.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684546&pid=S0871-018X201800030000100034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Gama, M.V. (1963)
- Fixação de potássio em relação com as quantidades aplicadas nalguns solos. <i>Agronomia
Lusitana</i>, vol. 25, p. 701- 707.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684548&pid=S0871-018X201800030000100035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Gama, M.V. (1966) - Influência da secagem ao ar na libertação e na fixação de
potássio em oito solos. <i>Agronomia Lusitana</i>, vol. 27, p. 145-165.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684550&pid=S0871-018X201800030000100036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Gama, M.V. (1968) - Algumas considerações sobre
as disponibilidades de potássio nos solos. <i>Revista Agronómica</i>, vol. 51, tomos
I-II, p. 57-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684552&pid=S0871-018X201800030000100037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Gama, M.V. (1981)
- Adubação potássica na cultura do trigo. <i>Pedologia</i>, vol. 16 n. 2, p. 173-176.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684554&pid=S0871-018X201800030000100038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Gama, M.V. (1987) - Efeito do carbonato de cálcio
na mobilização do potássio e do magnésio numa série de vinte amostras de solos ácidos
derivados de granitos. <i>Agronomia Lusitana</i>, vol. 42, n. 3-4, p. 285-300.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684556&pid=S0871-018X201800030000100039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Gama, M.V. (1988) – Evolução dos teores de potássio,
fósforo e azoto num solo dum ensaio de adubação de laranjeiras. <i>Pedologia</i>,
vol. 23 n. 2, p. 83-88.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684558&pid=S0871-018X201800030000100040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Goulding,
K.W.T. (1987) - Potassium fixation and release. <i>In: Methodology in soil-K research.</i>
Proc. 20th Colloquium of International Potash Institute, Baden. Vienna, p. 125-142.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684560&pid=S0871-018X201800030000100041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Graça, L.Q. (1939) - <i>Os adubos em Portugal</i>.
Direcção Geral dos Serviços Agrícolas do Ministério da Agricultura, Lisboa. 44 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684562&pid=S0871-018X201800030000100042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Hallmark, W.B. e Barber, S.A. (1981) - Root growth
and morphology, nutrient uptake, and nutrient status of soybeans as affected by
soil K and bulk density. <i>Agronomy Journal</i>, vol. 73, n. 5, p. 779-782.
<a href = "https://doi.org/10.2134/agronj1981.00021962007300050008x" target = "_blank">https://doi.org/10.2134/agronj1981.00021962007300050008x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684564&pid=S0871-018X201800030000100043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Jordão, P.V. (1989) - <i>Nutrição e fertilização
da oliveira</i>. Instituto Nacional de Investigação Agrária, LQARS, Lisboa. 82 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684565&pid=S0871-018X201800030000100044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Jordão, P.V. (1990) - <i>Efeito da aplicação de
fertilizantes na composição mineral de folhas de oliveira</i>. Tese de mestrado.
Instituto Superior de Agronomia, Universidade Técnica de Lisboa. 99 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684567&pid=S0871-018X201800030000100045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Jordão, P.V. (coord.) (2014) <i>- Boas práticas
no olival e no lagar</i>. Instituto de Investigação Agrária e Veterinária, Camarate.
290 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684569&pid=S0871-018X201800030000100046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Jordão, P.V. e Marcelo, M.E.
(1991) - Algumas considerações sobre os estudos realizados em Portugal no âmbito
da fertilização da oliveira. <i>Comunicação apresentada ao IX Encontro Nacional
de Técnicos de Olivicultura</i>, Gafanha da Nazaré. 19 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684571&pid=S0871-018X201800030000100047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Jordão, P.V. e Marcelo, M.E. (2005) - Olival, fertilização
racional. <i>Cadernos Rurais nº 6,</i> INIAP, Laboratório Químico-Agrícola Rebelo
da Silva, Associação para a Valorização Agrícola em Protecção Integrada, Alcobaça.
39 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684573&pid=S0871-018X201800030000100048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Jordão, P.V.; Marcelo, M.E.;
Centeno, M.S.; Matias, H.; Rogado, B.; Pinheiro-Alves, M.C. e Calouro, F. (2003)
- Influência da fertilização com fósforo e potássio na produção da oliveira e na
qualidade do azeite da cultivar Blanqueta em solos derivados de calcário. <i>In:
III Simpósio Nacional de Olivicultura</i>, Castelo Branco, 29-31 de Outubro 2003,
p. 69-76</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684575&pid=S0871-018X201800030000100049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Kuhlmann, H. (1990) - Importance
of the subsoil for K nutrition of crops. <i>Plant and Soil</i>, vol. 127, n. 1,
p.129-136.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684576&pid=S0871-018X201800030000100050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">LQARS (2000) - <i>Manual
de fertilização de culturas</i>. Laboratório Químico Agrícola Rebelo da Silva, INIA.
Lisboa. 221 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684578&pid=S0871-018X201800030000100051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Marcelo M.E.; Jordão,
P.V.; Simões, A.M.; Santos, L.M.S.; Cordeiro, A.M.; Costa, A.S.V. e Soveral-Dias,
J.C. (2005) - Influência de aplicação de azoto e potássio a um olival instalado
em solos calcários sobre os teores de potássio do solo. <i>Revista de Ciências Agrárias,
</i>vol. 28, n. 2, p. 189-197.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684580&pid=S0871-018X201800030000100052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Marcelo,
M.E. (2001). <i>Influência da adubação azotada, potássica e magnesiana em aspectos
quantitativos e qualitativos da produção da oliveira</i>. Tese de doutoramento.
Instituto Superior de Agronomia, Universidade Técnica de Lisboa. 184 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684582&pid=S0871-018X201800030000100053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Marcelo, M.E.; Boteta, L.; Piçarra I.; Infante,
J.; Varela, M.; Figueira, M.; Santos, F.; Santos, L.; Miranda, A. e Jordão, P.V.
(2011) - Efeito da fertirrega com azoto e potássio num olival nos teores de nitratos
e de potássio do solo. <i>Revista de Ciências Agrárias</i>, vol. 34, n. 2, p. 173-180.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684584&pid=S0871-018X201800030000100054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Mengel, K. (1985) - Dynamics and
availability of major nutrients in soils. <i>Advances in Soil Science,</i> vol.
2, p. 65-131. <a href = "https://doi.org/10.1007/978-1-4612-5088-3_2" target = "_blank">https://doi.org/10.1007/978-1-4612-5088-3_2</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684586&pid=S0871-018X201800030000100055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Mourão, H.F.C. (1960) - Análise estatística dos ensaios
de adubação efectuados nos postos experimentais de sequeiro. 5. Castro Verde<i>.
Agronomia Lusitana,</i> vol. 22, p. 321-338.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684587&pid=S0871-018X201800030000100056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Murashkina, M.A.; Southard, R.J. e Pettygrove, G.S. (2007a) - Potassium
fixation in San Joaquin Valley soils derived from granitic and nongranitic alluvium.
<i>Soil Science Society of America Journal,</i> vol. 71, n. 1, p. 125-132. <a href = "http://dx.doi.org/10.2136/sssaj2006.0060" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.2136/sssaj2006.0060</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684589&pid=S0871-018X201800030000100057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Murashkina, M.A.; Southard, R.J. e Pettygrove,
G.S. (2007b) - Silt and fine sand fractions dominate potassium fixation in soils
derived from granitic alluvium of the San Joaquin Valley, California. <i>Geoderma</i>,
vol. 141, n. 3-4, p. 283-293. <a href = "https://doi.org/10.1016/j.geoderma.2007.06.011" target = "_blank">https://doi.org/10.1016/j.geoderma.2007.06.011</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684590&pid=S0871-018X201800030000100058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Najafi-Ghiri, M. e Abtahi, A. (2013) - Potassium
fixation in soil size fractions of arid soils. <i>Soil and Water Research,</i> vol.
8, n. 2, p. 49-55.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684591&pid=S0871-018X201800030000100059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Oliveira, A.J.
(1960) - Fertilização mineral em agricultura. Apuramento estatístico dos ensaios
de adubação efectuados em Portugal desde a campanha do trigo.<i> Revista de Economia,
</i>vol. 13, n. 1, p. 17-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684593&pid=S0871-018X201800030000100060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Portela,
E.A.C. (1989) – <i>Avaliação da disponibilidade de potássio em solos de Trás-os-Montes.
Contributo para o seu estudo</i>. Tese de doutoramento. Universidade de Trás-os-Montes
e Alto Douro, Vila Real. 219 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684595&pid=S0871-018X201800030000100061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Portela,
E.A.C. (1993) - Potassium supplying capacity of northeastern Portuguese soils. <i>Plant
and Soil</i>, vol. 154, n. 1, p. 13-20. <a href = "https://doi.org/10.1007/BF00011065" target = "_blank">https://doi.org/10.1007/BF00011065</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684597&pid=S0871-018X201800030000100062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Portela, E.; Monteiro, F.; Fonseca, M. e Abreu,
M.M. (2016) – Fixação do potássio em solos com diferente mineralogia<i>. In:</i>
<i>Actas do VII Congresso Ibérico das Ciências do Solo</i>, 13-15 de Setembro de
2016, Instituto Politécnico de Beja, p 169-172</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684598&pid=S0871-018X201800030000100063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Rich, C.I. (1968) - Mineralogy of soil potassium. <i>In: </i>Kilmer V.J.;
Younts, S.E. e Prady, N.C. (Eds.) - <i>The role of potassium in agriculture</i>.
Soil Science Society of America, Madison, p.79-108.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684599&pid=S0871-018X201800030000100064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Santos, J.Q. (1973) - Aspectos gerais da fertilização<i>. In:
Palestras sobre fertilização</i>. Amoníaco Português, Lisboa, p. 63-72.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684601&pid=S0871-018X201800030000100065&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Santos, J.Q. (1974) - <i>Aspectos gerais da fertilização</i>.
Amoníaco Português, Lisboa. 142p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684603&pid=S0871-018X201800030000100066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Sbitri,
M.O. e Serafini, F. (Coord.). (2007) - <i>Production tecniques in olive growing</i>.
International Olive Council, Spain.  &lt;<a href = "http://www.internationaloliveoil.org/store/download/40" target = "_blank">www.internationaloliveoil.org/store/download/40</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684605&pid=S0871-018X201800030000100067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Schneider, A.; Tesileanu, R.; Charles, R. e Sinaj,
S. (2013) - Kinetics of soil potassium sorption–desorption and fixation. <i>Communications
in Soil Science and Plant Analysis,</i> vol. 44, n. 1-4, p. 837–849. <a href = "https://doi.org/10.1080/00103624.2013.749442" target = "_blank">https://doi.org/10.1080/00103624.2013.749442</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684607&pid=S0871-018X201800030000100068&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Seabra A.L. (1935) - <i>A Oliveira</i>. <i>Preceitos
para a sua cultura racional</i> (2ª ed.). Companhia União Fabril e Imperial Chemical
Industries, LTD, Lisboa. 73 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684608&pid=S0871-018X201800030000100069&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Shaviv,
A.; Mohsin, M.; Pratt, P.F. e Mattigod, S.V. (1985) - Potassium fixation characteristics
of five southern California soils. <i>Soil Science Society of America Journal,</i>
vol. 49, n. 5, p. 1105-1110.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684610&pid=S0871-018X201800030000100070&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Silva,
J.M.V. (1983) - Estudo mineralógico da argila e do limo de solos derivados de granitos
e rochas básicas da região de Trás-os-Montes. <i>Garcia de Orta</i> (série Estudos
Agronómicos), vol. 10, n. 1-2, p. 27-36.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684612&pid=S0871-018X201800030000100071&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Simonsson, M.; Andersson, S.; Andrist-Rangel, Y.; Hillier, S.; Mattsson, L.
e Öborn, I. (2007) - Potassium release and fixation as a function of fertilizer
application rate and soil parent material. <i>Geoderma</i>, vol. 140, n. 1-2, p.
188-198. <a href = "https://doi.org/10.1016/j.geoderma.2007.04.002" target = "_blank">https://doi.org/10.1016/j.geoderma.2007.04.002</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684614&pid=S0871-018X201800030000100072&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Simonsson, M.; Hillier, S. e Oborn, I. (2009) - Changes in clay
minerals and potassium fixation capacity as a result of release and fixation of
potassium in long term field experiments. <i>Geoderma</i>, vol. 151, n. 3-4, p.
109-120. <a href = "https://doi.org/10.1016/j.geoderma.2009.03.018" target = "_blank">https://doi.org/10.1016/j.geoderma.2009.03.018</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684615&pid=S0871-018X201800030000100073&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Sparks, D.L. (2001) - Dynamics of K in soils and their role in
management of K nutrition. <i>In: K in nutrient management for sustainable crop
production in India</i>. IPI -PRII. New Deli, India, p.79-101.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684616&pid=S0871-018X201800030000100074&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Stanford, G. (1947) - Fixation of potassium in soils under
moist conditions and on drying in relation to type of clay mineral. <i>Soil Science
Society of America. Proceedings</i>, vol. 12, p. 167-171.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684618&pid=S0871-018X201800030000100075&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Thomas, G.W. e Hipp, B.W. (1968) – Soil factors affecting
potassium availability. <i>In: </i>Kilmer V.J.; Younts, S.E. e Prady, N.C. (Eds.)
- <i>The role of potassium in agriculture</i>. Soil Science Society of America,
Madison, p. 269-291.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684620&pid=S0871-018X201800030000100076&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">WRB (2006) -
<i>World reference base for soil Resources. A framework for international classification,
correlation and communication.</i> Food and Agriculture Organization of the United
Nations, Rome. 128 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684622&pid=S0871-018X201800030000100077&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Agradecimentos</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Os nossos agradecimentos vão para os colegas Pedro Jordão,
Encarnação Marcelo, Raquel Mano e Corina Carranca do INIAV, pela disponibilização
de relatórios internos das respectivas instituições, pelo empenho na recolha bibliográfica
e no fornecimento de informação relevante para este trabalho. Agradecemos também
aos colegas Afonso Martins da UTAD, Fernando Girão Monteiro e Nuno Cortez do ISA
pela ajuda prestada na classificação dos solos. As análises químicas apresentadas
no <a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a01q3.jpg" target = "_blank">Quadro 3</a> foram efectuadas no Laboratório de Solos e Plantas da UTAD e tiveram
o apoio financeiro do CITAB. José Carlos Rego colaborou nas tarefas de campo e de
preparação das amostras de solos. Este trabalho teve, também, o apoio financeiro
da Unidade de Investigação LEAF (FCT Ref. UID/AGR/04129/2013).</font></p>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido/received: 2018.04.09</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido em versão revista/received in revised form: 2018.06.14</font></p>

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