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<article-id pub-id-type="doi">10.19084/RCA17204</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise da variação espacial e sazonal e de tendências na precipitação da região sul do Brasil]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina  ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The precipitation distribution has a great influence on the agricultural production and economy of the southern region of Brazil. This study aimed to evaluate the spatial and seasonal distribution and trends in the precipitation series of the southern region of Brazil. For this purpose, we used data from 197 rain gauges located in the Southern Region of Brazil, which presented more than 32 years of data in the annual series from 1976 to 2015. The annual and seasonal precipitation series and the Precipitation Concentration Index (PCI) were obtained. The trend in the series was evaluated by the Mann-Kendall test at a significance level of 5%. The maps showing the spatial and seasonal variation of both precipitation and PCI were presented. The results show that the series can be considered stationary, since more than 83% of the rainfall stations did not present significant trends of increase or reduction in the volume of precipitation nor in the concentration of rain on the region under study. In terms of seasonality of precipitation, there were also no significant trends there, although some seasonal and spatial variations were detected, so that in summer there is a greater number of seasons that show increasing precipitation trends, and in autumn the tendency is for reduction.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[séries climáticas]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[chuvas]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Mann-Kendall]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[variabilidade sazonal e espacial]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[climatic series]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[rainfall]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Mann-Kendal]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[seasonal and spatial variability]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align = "right"><font face = "Verdana" size = "2"><b>ARTIGO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "4"><b>Análise da variação espacial e sazonal e de tendências na precipitação
da região sul do Brasil</b></font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Analysis of space and seasonal variation and
trends in the precipitation of the southern region of Brazil</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Fabiane N. Gonçalves</b><sup>1,</sup>* e <b>Álvaro J. Back</b><sup>1,2</sup></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>1</sup>Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais – Universidade
do Extremo Sul Catarinense (UNESC), Criciúma, SC, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i><sup>2</sup>Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão
Rural de Santa Catarina, Epagri, Urussanga, SC, Brasil</i></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><i>(*E-mail: <a href = "mailto:fabianenunes@yahoo.com.br">fabianenunes@yahoo.com.br</a>)</i></font></p>







 

<hr noshade size = 1>


    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A distribuição da precipitação tem grande influência na produção agrícola
e na economia da região Sul do Brasil. Este estudo teve como objetivo avaliar a
distribuição espacial e sazonal e as tendências nas séries de precipitação da região
Sul do Brasil. Para o efeito, foram utilizados dados de 197 estações pluviométricas
localizadas na Região Sul do Brasil, que apresentaram mais de 32 anos de dados nas
séries anuais no período de 1976 a 2015. Foram determinadas as séries anual e sazonal
de precipitação e do Índice de Concentração da Precipitação (ICP). A tendência nas
séries consideradas foi avaliada pelo teste de Mann-Kendall ao nível de significância
de 5%. Foram apresentados os mapas evidenciando a variação espacial e sazonal tanto
da precipitação quanto do ICP. Os resultados demonstram que as séries podem ser
consideradas estacionárias, visto que mais de 83% das estações pluviométricas não
apresentaram tendências significativas de aumento ou de redução no volume de precipitação,
nem na concentração de chuva sobre a região em estudo. Em termos de sazonalidade
da precipitação, também não ocorreram aí tendências significativas, embora fossem
detetadas algumas variações sazonais e espaciais, de modo que no verão há maior
número de estações que apresentam tendências de aumento da precipitação, sendo que
no outono a tendência é de redução.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Palavras-chave: </b>séries climáticas; chuvas; Mann-Kendall; variabilidade
sazonal e espacial</font></p>

 

<hr noshade size = 1>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "3"><b>ABSTRACT</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">The precipitation distribution has a great influence on the agricultural
production and economy of the southern region of Brazil. This study aimed to evaluate
the spatial and seasonal distribution and trends in the precipitation series of
the southern region of Brazil. For this purpose, we used data from 197 rain gauges
located in the Southern Region of Brazil, which presented more than 32 years of
data in the annual series from 1976 to 2015. The annual and seasonal precipitation
series and the Precipitation Concentration Index (PCI) were obtained. The trend
in the series was evaluated by the Mann-Kendall test at a significance level of
5%. The maps showing the spatial and seasonal variation of both precipitation and
PCI were presented. The results show that the series can be considered stationary,
since more than 83% of the rainfall stations did not present significant trends
of increase or reduction in the volume of precipitation nor in the concentration
of rain on the region under study. In terms of seasonality of precipitation, there
were also no significant trends there, although some seasonal and spatial variations
were detected, so that in summer there is a greater number of seasons that show
increasing precipitation trends, and in autumn the tendency is for reduction.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><b>Keywords:</b> climatic series; rainfall; Mann-Kendal;
seasonal and spatial variability.</font></p>

<hr noshade size = 1>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O clima de uma região tem influência sobre os ecossistemas, na
distribuição da vegetação, na formação das paisagens e, na atividade económica.
Dentre as variáveis climáticas, a precipitação, assim como a temperatura, são os
elementos que atuam de maneira mais direta na configuração da natureza. A variabilidade
da distribuição espacial e temporal da precipitação condiciona os ciclos agrícolas
e outras atividades humanas. Essa variabilidade das precipitações está relacionada
com a dinâmica geral da atmosfera e do relevo da região. Monteiro (2001) afirma
que o relevo de Santa Catarina contribui fundamentalmente na distribuição diferenciada
da precipitação em distintas áreas do Estado. A influência do relevo na distribuição
das chuvas na região Sul do Brasil também foi destacada por Cera <i>et al</i>. (2009),
Marengo <i>et al</i>. (2009), Grimm (2009).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A vulnerabilidade da região sul do Brasil aos impactos que as mudanças
climáticas geram sobre a agricultura trazem preocupações, sejam elas sobre sua subsistência
ou sobre sua base económica (Pellegrino <i>et al</i>., 2007). Além disso, segundo
Ely <i>et al</i>. (2003), os efeitos adversos da precipitação em ambientes rurais
implicam na perda parcial ou total de safras, comprometendo assim o mercado, o desemprego
e a segurança alimentar.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O sul do
Brasil possui boa parte de sua economia associada ao agronegócio, e variabilidade
natural climática pode determinar anos de prejuízo e anos favoráveis à produção
agrícola (Cera &amp; Ferraz, 2015). No Rio Grande do Sul, o clima é um dos fatores
responsáveis por quebras de safras e, consequentemente, redução de lucros. Em Santa
Catarina destacam-se os danos decorrentes dos períodos de estiagem e seca, causando
prejuízos principalmente aos setores agrícolas e pecuários (UFSC, 2016)</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">A necessidade de compreender as mudanças climáticas
e seus efeitos sobre o ambiente natural reforça a importância dos estudos de tendências
em séries temporais, dada a incerteza presente na dinâmica dos processos hidrológicos.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Testes estatísticos para análise de tendências
em séries de observações hidrológicas são encontrados na literatura e divididos
em testes paramétricos e não paramétricos. Os testes paramétricos não são eficientes
para muitas séries hidrológicas, visto que necessitam assumir a independência dos
dados e muitas vezes uma distribuição normal. Muitas séries hidrológicas raramente
seguem uma distribuição normal. Nos métodos não paramétricos, menos suposições sobre
a distribuição da variável em estudo precisam ser feitas. Com esses métodos, não
é necessário assumir uma distribuição de probabilidades (Queiroz, 2013).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Back (2001) descreveu e aplicou diferentes testes
estatísticos para identificação de tendências em séries climáticas de Urussanga,
Santa Catarina. O autor utilizou os testes Run, de Mann-Kendall e de Pettitt e a
análise de regressão.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Pinheiro <i>et
al</i>. (2013), ao analisarem a tendência das séries temporais de precipitação de
18 estações pluviométricas da região sul do Brasil, com amostras superiores a 40
anos, encontraram tendências estatisticamente significativas ao nível de 5% de aumento
dos totais precipitados em 16 estações. Haylock <i>et al</i>. (2006), também encontraram
tendências de aumento na intensidade e frequência de dias com chuvas intensas no
sul do Brasil. Já Silva <i>et al</i>. (2010), encontraram tendências positivas e
negativas no volume de precipitações, sendo que há destaque para tendências positivas
significativas desde o centro do Rio Grande do Sul até o Paraná.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A avaliação da distribuição da precipitação pode ser realizada
com a utilização de índices climáticos, que podem ser usados na classificação e
interpretação dos resultados. O Índice de Concentração da Precipitação ICP (ou <i>PCI
– Precipitation Concentration Index</i>) foi proposto por Oliver (1980) com intuito
de definir a variabilidade temporal das chuvas durante o ano.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">De Luis <i>et al</i>. (2011) afirmam que esse índice permite
compreender o comportamento da concentração da chuva num espaço e uma vez que a
chuva influencia diretamente na recarga e no fluxo das águas subterrâneas, o conhecimento
espacial e concentração da mesma se torna indispensável.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Deste modo, o objetivo deste trabalho é analisar a distribuição
espacial e sazonal bem como a presença de tendências nas séries de precipitação
e de ICP da região Sul do Brasil.</font></p>

 


    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A área de estudo deste trabalho é a região Sul do Brasil,
onde foram selecionadas 197 estações pluviométricas com dados diários da Rede Hidrológica
da Agência Nacional de Águas (ANA, 2009), sendo que 69 estações se localizam no
estado do Paraná, 75 em Santa Catarina e 53 no estado do Rio Grande do Sul (<a href = "#f1">Figura
1</a>). Na seleção das estações adotou-se o critério de utilizar as estações com mais
de 32 anos de dados nas séries anuais dentro do período de 1976 a 2015.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f1"><img src = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a02f1.jpg" target = "_blank"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As falhas nas séries mensais foram preenchidas
pelo método de ponderação regional (Tucci, 2004), onde foram selecionadas três estações
pluviométricas no entorno da estação com falha, com características climáticas próximas
àquelas a serem preenchidas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Com os valores de
precipitação mensal foram constituídas as séries de precipitação por estação do
ano e a precipitação total anual. Para o verão foi considerado o trimestre de Janeiro
a Março e assim respectivamente para as demais estações.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">O ICP foi proposto por Oliver em 1980 com a finalidade de
determinar o grau de concentração ou a sazonalidade da precipitação. O ICP se baseia
na distribuição mensal de chuvas, sendo recomendado para obtenção de informação
sobre a variabilidade total da precipitação em um determinado do período temporal,
sendo calculado em escalas anuais e sazonais. Quanto maior o seu valor, maior a
concentração da precipitação. Esse índice é expresso pela Eq. 01:</font></p>

 
    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a02eq1.jpg" target = "_blank">                          (Eq.
01)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">onde, p<sub>i</sub> é a precipitação mensal no mês i.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O índice também pode ser calculado em escala sazonal
(Eq. 02) para os meses correspondentes às estações do verão, outono, primavera e
inverno (De Luis <i>et al</i>., 2011):</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a02eq2.jpg" target = "_blank">                   (Eq. 02)</font></p>


    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Para uma escala suprasazonal, no período úmido,
que compreende os meses de outubro a março e seco, de abril a setembro (De Luis
<i>et al</i>., 2011) utiliza-se a seguinte fórmula (Eq. 03):</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a02eq3.jpg" target = "_blank">                      (Eq. 03)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Conforme equações do ICP sazonal e suprasazonal, o menor valor
do ICP é de 8,3, indicando perfeita uniformidade na distribuição da precipitação.
Assim como, valores próximos de 16,7 indicam que a precipitação total foi concentrada
em meio do período e valores de ICP acima de 25, que a precipitação total ocorreu
em 1/3 do período, o que significa que o total anual da precipitação ocorre em quatro
meses.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para avaliar a hipótese de
tendências nas dez séries estudadas de cada estação pluviométrica foi utilizado
o teste não paramétrico de Mann-Kendall (Mann, 1945; Kendal, 1975) que é um método
não paramétrico que vem sendo muito utilizado para analisar tendências em séries
temporais (Penereiro &amp; Ferreira, 2011). Este teste é considerado um teste robusto,
e por ser não paramétrico, não exige a normalidade dos dados (Wang, 2008), apresentando
ainda a vantagem de ser pouco influenciado por mudanças abruptas ou séries não homogéneas
(Back, 2001; Yue <i>et al</i>., 2002; Santos &amp; Portela, 2007; Zhang <i>et al</i>.,
2009). Este teste é fortemente recomendado pela Organização Meteorológica Mundial
(Yue <i>et al</i>., 2002; Huang <i>et al</i>., 2014) para detectar tendências em
séries históricas de dados hidrológicos, climáticos bem como dos índices relacionados.<i></i></font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Para a aplicação desse método consideram-se duas
hipóteses a serem testadas:</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">H0: Os
dados constituem uma amostra aleatória de N valores independentes e identicamente
distribuídos (ou seja, o conjunto de dados não apresenta tendência);</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">H1: A distribuição das variáveis Xi e Xj não é
idêntica para pelo menos alguns  i, j &#8804; N, com i &#8800; j, onde i e j são
as sequências dos dados e N é a dimensão da série.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">A estatística do método de Mann-Kendall (S) é dada pela Eq. 04:</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a02eq4.jpg" target = "_blank">                      (Eq. 04)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">em que:</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a02eq5.jpg" target = "_blank"></font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">A média e variância
de S, para variável aleatória distribuída sem tendências, são dadas pelas Equações
02 e 03:</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">E(S) = 0                                  (Eq.
05)</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a02eq6.jpg" target = "_blank">           (Eq. 06)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">sendo p o número de empates e tj o número de pontos no grupo
j.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Fazendo-se o teste bilateral,
em nível de significância &#945;, a hipótese H0 é rejeitada se o teste estatístico
padronizado, Z &lt; Z&#945;/2 ou Z &gt; Z&#945;/2, onde a estatística normalizada
Z de Mann-Kendall segue aproximadamente a distribuição normal com média zero e variância
um. O valor de Z é calculado por meio da Eq. 07:</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a02eq7.jpg" target = "_blank">                        (Eq.
07)</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Com o valor de Z determina-se
a probabilidade de rejeitar a hipótese nula (valor p), sendo esta verdadeira. Este
valor foi avaliado tendo como nível de significância 5% (&#945; = 0,05), para todos
i&gt;j.</font></p>




    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Analisando as tendências das séries de dados obtidas através
do teste Mann-Kendall (<a href = "#f2">Figura 2A</a>) não foram observadas tendências significativas
de precipitação para o período de 1976 a 2015, visto que para todo o sul do Brasil,
apenas 2,5% das estações apresentaram tendência significativa de diminuição no volume
de precipitação e 9,6% apresentaram tendência significativa de aumento.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f2"><img src = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a02f2.jpg" target = "_blank"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O <a href = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a02q1.jpg" target = "_blank">Quadro 1</a> apresenta as percentagens de tendências
significativas positivas e negativas e tendências não significativas para cada estado,
bem como para toda a região sul. No Paraná, das 69 estações analisadas, três (4,3%)
apresentaram tendência negativa com maior incidência no norte do estado e nove (13%)
apresentaram tendência positiva, sobretudo no sul do estado. Em Santa Catarina,
das 75 (12%) estações, nove apresentaram tendência positiva, principalmente no norte
do estado, e nenhuma estação apresentou tendência negativa. No Rio Grande do Sul,
das 53 estações analisadas, duas (3,8%) apresentaram tendência negativa e apenas
uma (1,9%) apresentou tendência positiva.</font></p>

    
<p><font face = "Verdana" size = "2">Constata-se que no período analisado a maioria das séries estudadas não
apresentou tendências significativas na precipitação total anual. Alguns estudos
realizados sobre tendências nas séries de precipitação da região Sul do Brasil identificaram
tendências (Haylock <i>et al</i>., 2006; Pinheiro <i>et al</i>., 2013) com o teste
de Mann-Kendall, Campos <i>et al</i>. (2006) encontraram um aumento dos totais anuais
de precipitação no período entre 1911 e 2006 no estado de Santa Catarina.  No Rio
Grande do Sul, Sansigolo &amp; Kayano (2010) também apontaram tendências significativas
de aumento, com uma variação de 93 mm em 100 anos, na média sazonal de verão.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Por outro lado, existem vários estudos recentes
em que não foram identificadas tendências nas séries de precipitação da região sul
do Brasil. Ricce <i>et al</i>. (2009) analisaram a tendência de precipitação no
estado de Paraná e concluíram que não houve tendência significativa de precipitação,
porém ressaltam que a distribuição da precipitação tem sido mais inconstante nos
últimos anos. Machado (2017) analisando as séries de precipitação de 18 estações
pluviométricas do estado do Paraná, não identificaram tendências significativas
usando os testes de Mann-Kendall, Pettitt e Sen. Silva <i>et al</i>. (2015) analisando
séries de precipitação de 40 estações pluviométricas localizadas no rio Grande do
Sul, com dados de 1961 a 2002, não identificaram tendências significativas nas séries
de precipitação total anual. A partir do teste de Mann-Kendall. Favaretto <i>et
al</i>. (2016), analisando tendências de série de precipitação de Porto Alegre (RS)
do período de 1961 a 2013, empregando vários testes não paramétricos incluindo o
teste de Mann-Kendall, concluíram que as séries de precipitação trimestrais e anual
não possuem tendências significativas. Milléo <i>et al</i>. (2015) analisando a
série de precipitação de 1989 a 2013 de Curitiba (PR) concluíram que a série deve
ser considerada estacionária.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Essa
aparente divergência nos estudos pode ser devido ao diferentes períodos usado pelos
autores. Pinheiro <i>et al</i>. (2013) utilizaram séries diferentes para cada estação,
no entanto a maioria compreendida entre 1944 a 2006, Haylock <i>et al</i>. (2006)
por sua vez utilizaram dados de 1960 a 2000. Back (2001), analisando a série de
precipitação de Urussanga (SC) do período de 1924 a 1998 observou tendência significativa
de aumento, da precipitação total anual. Por meio do teste de Pettitt o autor identificou
que o ponto de mudança na série teria ocorrido no ano de 1971. Back <i>et al</i>.
(2012), analisando a séries de dados de precipitação de 1955 a 2010 também de Urussanga
encontraram tendências significativa de aumento da precipitação anual. Posteriormente
Denski e Back (2015) analisando tendência nas séries climatológicas na evapotranspiração
de referência de Urussanga, utilizando as séries do período de 1980 a 2013, não
encontraram tendências significativas na série de precipitação total anual de Urussanga.
Estes estudos mostram que, mesmo usando dados do mesmo local e o mesmo teste estatístico,
os resultados podem ser diferentes em função do tamanho da série e do período de
dados que compõem a série usada.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Referente ao teste
de tendência aplicado ao Índice de Concentração de Precipitação (<a href = "#f2">Figura 2 B</a>), 4,6%
das estações estudadas apresentaram tendência positiva de precipitação e 11,7% apresentaram
tendência negativa. As tendências negativas se concentraram nas estações pluviométricas
localizadas no sul do estado do Rio Grande do Sul. A redução no índice de concentração
indica a ocorrência de melhor distribuição das chuvas durante o ano, que traz como
benefícios indiretos a redução nos processos erosivos e diminuição das frequências
de estiagens. Este comportamento diferenciado no extremo da região Sul do Brasil
deve ser melhor averiguado em futuros trabalhos, uma vez que não foram encontrados
estudos anteriores relatando mudanças na concentração das chuvas nesta região. Winke
<i>et al</i>. (2008), ao analisarem dados de precipitação e de temperatura do município
de Pelotas, no período de 1931 a 2007, observaram tendência crescente na temperatura
mínima anual, porém nenhuma tendência significativa na precipitação. Diaz <i>et
al</i>. (1998) estudaram a precipitação no Uruguai e no Estado do Rio Grande do
Sul, utilizando dados de 40 estações pluviométricas no período de 1917-1980 e concluíram
que houve maior variabilidade de precipitação do interior para o litoral (oeste-leste),
com maior valor positivo em relação à média anual, no oeste, e no leste ao longo
da costa atlântica. Já na direção norte-sul, os maiores desvios positivos em relação
à média anual ocorreram no sul, durante o fim do verão e outono, e durante o início
da primavera e início do verão, no norte. Em geral, o estudo mostrou que a variabilidade
de precipitação no Uruguai e no Rio Grande do Sul está associada às anomalias da
temperatura da superfície do mar, em ambos os oceanos (Pacífico e Atlântico).</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Silva <i>et al</i>. (2010) estudaram séries temporais
de precipitação para o Brasil num período de 1961 a 2008, e concluíram que há padrões
diferenciados e bastante regionalizados nas tendências de aumento e diminuição das
precipitações. Numa avaliação anual, os autores verificaram que no leste da região
sul do Brasil há tendências positivas mais significativas, desde o centro do Rio
Grande do Sul até o Paraná. A redução dos valores de ICP no Rio Grande do Sul pode
ser interpretada como sendo de efeito positivo, visto que a média anual desse índice
foi igual a 11,06, o que, segundo a classificação de Michiels <i>et al</i>. (1992),
indica uma distribuição de precipitação moderadamente sazonal. Quanto menor o valor
do ICP melhor é a sua distribuição sazonal, ou seja, a precipitação é mais uniforme
ao longo do ano, o que implica em menores riscos de estiagens e de erosão do solo
(Gil, 2012; Viola <i>et al</i>., 2014).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Avaliando-se as análises sazonais de tendência de precipitação, observa-se comportamento
semelhante à série anual, com predomínio de séries estacionárias (tendências não
significativas). O verão foi a estação que apresentou maior frequência de tendências
positivas (<a href = "#f3">Figura 3</a>), correspondendo a 13,2% das estações estudadas.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f3"><img src = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a02f3.jpg" target = "_blank"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">No estado do Paraná foi observado maior número
de tendência de aumento de precipitação (18% das estações do estado) no verão, assim
como no estado de Santa Catarina (17% das estações do estado).</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">No estado do Rio Grande do Sul apenas uma estação apresentou
tendência de aumento de precipitação em todas as estações. O que não representa
para o estado aumento no volume de precipitação para a série estudada.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">O verão, outono e inverno apresentaram apenas
uma estação pluviométrica com tendência negativa. Na primavera o estado do Rio Grande
do Sul apresentou 7,5% de estações com tendência na redução do volume de precipitação.
Em estudo sobre a tendência da precipitação sazonal sobre o sul do Brasil, Sabatini
(2008) verificou que apenas no verão houve tendências negativas, para as outras
estações as tendências foram positivas. Contudo, os resultados de Sansigolo e Kayano
(2010) mostram tendência de aumento da precipitação para o Rio Grande do Sul durante
o período de 1913 a 2006, principalmente no verão.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Ao estudar a variabilidade interanual das precipitações
no estado do Rio Grande do Sul, Nery <i>et al</i>. (1997) observaram que todas as
flutuações interanuais mais significativas da precipitação estiveram associadas
com as fases extremas da Oscilação Sul, e que a seca nesta região nem sempre está
associada com o fenômeno La Niña. Fontana e Berlato (1997) também constataram que
há influência do ENOS na distribuição da precipitação pluvial, a qual é mais intensa
na porção oeste do estado do Rio Grande do Sul nos meses de outubro e novembro.
No ano de 1988/89 o fenômeno La Niña foi responsável pela forte estiagem que assolou
o estado na safra de verão, em 1990/91.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Em termos espaciais os resultados não mostraram a ocorrências de zonas com tendências
significativas, mostrando que as tendências significativas observadas foram em pequeno
número de estações e que ocorrem aleatoriamente. Este fato também reforça  a constatação
de não haver tendência significativas nas séries de precipitação na região Sul do
Brasil no período analisado.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os
resultados do teste de Mann-Kendall aplicado ao Índice de Concentração de Precipitação
(<a href = "#f4">Figura 4</a>) demonstram que no verão as tendências de aumento na concentração de precipitação
(6,1%) acontecem nos estados do Paraná e Santa Catarina. Já as tendências negativas
(4,1%), que representam mais uniformidade na concentração das chuvas, concentraram-se
no estado do Rio Grande do Sul.</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

<a name = "f4"><img src = "/img/revistas/rca/v41n3/v41n3a02f4.jpg" target = "_blank"></a>

    
<p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">As variações sazonais
e espaciais tanto nas tendências pluviométricas quanto do ICP devem-se à atuação
de mecanismos responsáveis pela formação das chuvas na região Sul do Brasil, visto
que essa região, segundo Grimm (2009), apresenta grandes contrastes no regime de
precipitação, com transição bem clara onde ao norte domina o típico regime de monção,
com a estação chuvosa iniciando-se na primavera e terminando no início do outono,
resultando em grandes diferenças entre o verão e outono, enquanto no sul há distribuição
aproximadamente uniforme de chuvas ao longo do ano, com chuvas mais fortes no inverno.
Na estação do verão ocorre aquecimento da superfície e condução de umidade para
o interior do continente, o que tende a instabilizar a atmosfera, aumentando os
processos convectivos, resultando em chuvas intensas mais ao norte da região Sul.
Tanto no verão como nas estações de transição os Complexos Convectivos de Mesoescala
(CCM) são frequentes e responsáveis por grande parte da precipitação total. No inverno
ocorre maior penetração de frentes no Rio Grande do Sul, provocando maior quantidade
de chuvas no Sudeste da região Sul. Na costa leste da Região Sul, especialmente
no Paraná, há significativa contribuição do efeito orográfico para a precipitação.
No sudeste do Rio Grande do Sul o máximo de precipitação ocorre no inverno, quando
as chuvas são resultantes de penetrações frontais associadas a ciclones extratropicais
migratórios. No nordeste da Região Sul abrangendo o estado do Paraná e de Santa
Catarina predomina chuvas de verão com o máximo no trimestre dezembro a fevereiro
ou janeiro a março. No oeste a maior precipitação ocorre na primavera, mais ao norte
e no outono mais ao sul. Apenas no Rio Grande do Sul o trimestre mais chuvoso é
de julho a setembro.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">O litoral de
Santa Catarina apresenta ocorrência de eventos extremos de precipitação (Haas, 2002;
Lima <i>et al</i>., 2009; Silva Dias, 2009). Entre os mecanismos formadores da precipitação
destacam-se o deslocamento das frentes frias e ciclones. Estes sistemas ciclónicos
também estão entre os principais sistemas atmosféricos que contribuem para a precipitação
nos estados do Sul do Brasil. Em estudos realizados sobre a climatologia da precipitação
em Santa Catarina, a estação de verão aparece como a mais chuvosa nas áreas litorâneas
e do Vale do Itajaí (Nimer, 1979; Grimm <i>et al</i>., 1998).</font></p>



    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">No período
de 1975 a 2015, das 197 estações estudadas, 87,9% não apresentaram  tendências 
significativas de aumento ou redução no volume de precipitação anual. Enquanto que
9,6 % das estações apresentaram tendências positivas e 2,5% com tendências negativas,
indicado que a séries de precipitação da região Sul do Brasil são estacionárias.</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Não foi possível caracterizar a influência das
mudanças climáticas nas séries climáticas estudadas.</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Não foi observada variação espacial significativa nas tendências
das séries de precipitação anual.</font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face = "Verdana" size = "2">Nas
séries sazonais foram observadas maiores ocorrência de tendências positivas nas
séries do verão, principalmente no estado do Paraná e Santa Catarina</font></p>


    <p><font face = "Verdana" size = "2">Nas séries do ICP foi observado que no extremo
sul do Rio Grande do Sul ocorrem tendências de diminuição do Índice de Concentração
da precipitação, indicando a ocorrência de chuvas com melhor distribuição sazonal.</font></p>




 
    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Referências bibliográficas</b></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">ANA (2009) - <i>Inventário das estações pluviométricas.
</i>Agência Nacional de Águas. 2 ed. - Brasília: ANA; SGH.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684796&pid=S0871-018X201800030000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Back, A.J. (2001) - Aplicação de análise estatística para
identificação de tendências climáticas. <i>Pesquisa Agropecuária Brasileira</i>,
vol. 36, n. 5, p. 717-726. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0100-204X2001000500001" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0100-204X2001000500001</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684798&pid=S0871-018X201800030000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Campos, C.; Alves, R. &amp; Braga, H.J. (2006)
- Mudanças climáticas atuais e seus impactos no Estado de Santa Catarina. <i>Agropecuária
Catarinense</i>, vol. 19, p. 31-35.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684799&pid=S0871-018X201800030000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Cera, J.C.; Ferraz, S.E.T.; Bender, F.D. (2009) - Influência da Oscilação Decadal
do Pacífico e as Mudanças no Regime de Chuva do Rio Grande do Sul. <i>Ciência e
Natura</i>, vol. 1, p. 317-320.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684801&pid=S0871-018X201800030000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Cera,
J.C. &amp; Ferraz, S.E.T. (2015) - Variações climáticas na precipitação no sul do
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<a href = "http://dx.doi.org/10.5380/abclima.v17i0.38400" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.5380/abclima.v17i0.38400</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684805&pid=S0871-018X201800030000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Diaz, A.F.; Studzinski, C.D. &amp; Mechoso, C.R. (1998) - Relationships
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<a href = "https://doi.org/10.1175/1520-0442(1998)011&lt;0251:RBPAIU&gt;2.0.CO;2" target = "_blank">https://doi.org/10.1175/1520-0442(1998)011&lt;0251:RBPAIU&gt;2.0.CO;2</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684806&pid=S0871-018X201800030000200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Ely, D.F.; Almeida, I.R. &amp; Sant'Anna Neto,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Favaretto, J.R.; Borba, W.F.; Allasia, D.G.; Silva,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Fontana, D.C. &amp; Berlato, M.A. (1997) - Influência do El Niño
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Gil, H.A.P. (2012) - El índice de erosión potencial en la vertiente
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Grimm, A.M. (2009) - Clima da região Sul do Brasil, <i>In:</i>
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Grimm, A.M.; Ferraz,
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<a href = "https://doi.org/10.1175/1520-0442(1998)011&lt;2863:PAISBA&gt;2.0.CO;2" target = "_blank">https://doi.org/10.1175/1520-0442(1998)011&lt;2863:PAISBA&gt;2.0.CO;2</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684817&pid=S0871-018X201800030000200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Haas, R. (2002) - <i>Simulações da chuva orográfica
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Haylock, M.R.; Peterson, T.C.; Alves, L.M.; Ambrizzi, T.; Anunciação, Y.M.T.;
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4th ed., Charles Griffin: London.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684822&pid=S0871-018X201800030000200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Lima,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Machado, M.A.M. (2017) - <i>Estimativa da erosividade de chuvas
para o Estado do Paraná sob cenários de mudanças climáticas: Distribuição anual,
sazonalidade e uso de modelos climáticos</i>. Curitiba, Tese de Doutorado. 159 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684826&pid=S0871-018X201800030000200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Mann, H.B. (1945) - Non-parametric test against
trend. <i>Econometrica</i>, vol. 13, n. 3, p. 245-259.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684828&pid=S0871-018X201800030000200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Marengo, J.A.; Ambrizzi, T; Soares, W.R. (2009) - Jato de Baixos
Níveis ao longo dos Andes. <i>In:</i> Cavalcanti, I.F.A. <i>et al</i>. (Eds.) -
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    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Michiels, P.; Gabriels, D. &amp; Hartmann, R.
(1992) - Using the seasonal and temporal precipitation concentration index for characterizing
monthly rainfall distribution in Spain. <i>Catena</i>, vol. 19, n. 1, p. 43–58.
<a href = "https://doi.org/10.1016/0341-8162(92)90016-5" target = "_blank">https://doi.org/10.1016/0341-8162(92)90016-5</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684832&pid=S0871-018X201800030000200023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Milléo, C.; Ploszai, R. &amp; Mine, M.R.M. (2015) - Análise de tendências
na série histórica de precipitações em Curitiba. <i>In: XXI Simpósio Brasileiro
de Recursos Hídricos</i>, Brasília, p.1-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684833&pid=S0871-018X201800030000200024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Monteiro, M.A. (2001) - Caracterização climática do estado de Santa Catarina:
uma abordagem dos principais sistemas atmosféricos que atuam durante o ano. <i>Geosul</i>,
vol.16, n. 31, p. 69-78. <a href = "https://doi.org/10.5007/%25x" target = "_blank">https://doi.org/10.5007/%25x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684835&pid=S0871-018X201800030000200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Nery, J.T.; Vargas, M.W. &amp; Martins, M.L.O.F. (1997) - Variabilidade
Interanual da Precipitação do Paraná. <i>Revista Brasileira de Agrometeorologia</i>,
vol. 5, n. 1, p. 115-125.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684836&pid=S0871-018X201800030000200026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Nimer,
E. (1979) - <i>Climatologia do Brasil</i>. Rio de Janeiro: IBGE. 422 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684838&pid=S0871-018X201800030000200027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Oliver, J.E. (1980) - Monthly precipitation distribution:
A comparative index. <i>The Professional Geographer</i>, vol. 32, n. 3, p. 300-309.
<a href = "https://doi.org/10.1111/j.0033-0124.1980.00300.x" target = "_blank">https://doi.org/10.1111/j.0033-0124.1980.00300.x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684840&pid=S0871-018X201800030000200028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Pellegrino, G.Q.; Assad, E.D. &amp; Marin, F.R. (2007) - Mudanças Climáticas
Globais e a Agricultura no Brasil. <i>Revista Multiciência</i>, n. 8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684841&pid=S0871-018X201800030000200029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Penereiro, J.C. &amp; Ferreira, D.H.L. (2011)
- Estatística apoiada pela tecnologia: uma proposta para identificar tendências
climáticas. <i>Acta Scientiae</i>, v. 13, n. 1, p. 87-105.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684843&pid=S0871-018X201800030000200030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Pinheiro, A.; Graciano, R.L.G. &amp; Severo, D.L. (2013)
- Tendência das séries temporais de precipitação da região sul do Brasil. <i>Revista
Brasileira de Meteorologia</i>, vol. 28, n. 3, p. 281–290. <a href = "http://dx.doi.org/10.1590/S0102-77862013000300005" target = "_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0102-77862013000300005</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684845&pid=S0871-018X201800030000200031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Queiroz, M.A. (2013) - <i>Avaliação de tendências
em séries de precipitação diária máxima anual na faixa central do Estado de Minas
Gerais.</i> Dissertação (Mestrado em Saneamento, Meio Ambiente e Recursos Hídricos)
– Escola de Engenharia da UFMG. Belo Horizonte. 202 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684846&pid=S0871-018X201800030000200032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Ricce, W.S.; Caramori, P.H.; Morais, H.; Silva, D.A.B. &amp;
Ataíde, L.T. (2009) - Análise de tendências na temperatura e precipitação em londrina,
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    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Sabatini, A.D. (2008) - <i>Índices
de extremos climáticos de temperatura e chuva na América do Sul:</i> <i>clima presente
e validação do modelo RegCM3</i>. Dissertação (Mestrado em Meteorologia). São Paulo,
Universidade de São Paulo.120 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684850&pid=S0871-018X201800030000200034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Sansigolo,
C.A. &amp; Kayano, M. T. (2010) - Trends of seasonal maximum and minimum temperatures
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em séries de precipitação mensal em Portugal continental. Aplicação do teste de
Mann-Kendall</i>. Simpósio de Hidráulica e Recursos Hídricos dos Países de Língua
Oficial Portuguesa. APRH. São Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684853&pid=S0871-018X201800030000200036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Silva Dias, M.A.F. (2009) - <i>As chuvas de novembro de 2008 em Santa Catarina:
Um estudo de caso visando à melhoria do monitoramento e da previsão de eventos extremos.</i>
Relatório Técnico INPE-16631-RPQ/255, 67 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684855&pid=S0871-018X201800030000200037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Silva, F.D. dos S.; Ferreira, D.B.; Sarmanho, G.F.; Santos, L.S.F.C. dos;
Fortes, L.T.G. &amp; Parente, E.G.P. (2010) - Tendência de alterações climáticas
da precipitação observadas no Brasil de 1961 a 2008 utilizando dados gradeados.
<i>In: XII Congresso Brasileiro de Meteorologia</i>, Belém.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684857&pid=S0871-018X201800030000200038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Silva, G.M.; Teixeira-Gandra, C.F.A.; Damé, R.C.F.; Klumb,
G.B. &amp; Veber, P.M. (2015) - Tendências de séries de precipitação total mensal
para localidades do Rio Grande do Sul. <i>Revista Brasileira de Engenharia e Sustentabilidade</i>,
vol. 1, n. 2, p. 13-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684859&pid=S0871-018X201800030000200039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Tucci, C.E.M.
(2004) - <i>Hidrologia: ciência e aplicação</i>. 4 ed. Porto Alegre: Ed. Universidade/UFRGS,
943 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684861&pid=S0871-018X201800030000200040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">UFSC (2016) - <i>Relatório
dos danos matérias e prejuízos decorrentes de desastres naturais em Santa Catarina.
1995 – 2014</i>. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Universitário de
Estudos e Pesquisas sobre Desastres Florianópolis: CEPED UFSC. 72p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684863&pid=S0871-018X201800030000200041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>


    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Viola, M.R.; Avanzi, J.C.; Mello, C.R. de; Lima,
S.O. &amp; Alves, M.V.G. (2014) -Distribuição e potencial erosivo da das chuvas
no Estado de Tocantins. <i>Pesquisa Agropecuária Brasileira</i>, vol. 49, n. 2,
p. 125-135.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684865&pid=S0871-018X201800030000200042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Wang, M. (2008) - A remark
on Andrews–Askey integral. <i>Journal of Mathematical Analysis and Applications</i>,
vol. 341, n. 2, p. 1487–1494. <a href = "https://doi.org/10.1016/j.jmaa.2007.11.011" target = "_blank">https://doi.org/10.1016/j.jmaa.2007.11.011</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684867&pid=S0871-018X201800030000200043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Winke, L.O.L.; Damé, R.C.F. Teixeira, C.F.A.;
Machado, A.A. &amp; Rosskoff, J.L.C. (2008) - Caracterização climática e estudo
de tendências nas séries temporais de temperatura e precipitação em Pelotas/RS.
<i>In:</i> <i>XVII Congresso de Iniciação Científica. X Encontro de PósGraduação</i>.
São Paulo, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684868&pid=S0871-018X201800030000200044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>

    <!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Yue, S.; Pilon,
P. &amp; Cavadias, G. (2002) - Power of the Mann-Kendall and Spearman’s rho tests
for detecting monotonic trends in hydrological series. <i>Journal of Hydrology,
</i>vol. 259, n. 1-4, p. 254-271. <a href = "https://doi.org/10.1016/S0022-1694(01)00594-7" target = "_blank">https://doi.org/10.1016/S0022-1694(01)00594-7</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684870&pid=S0871-018X201800030000200045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face = "Verdana" size = "2">Zhang, W.; Yan, Y.; Zheng, J.; Li, L.; Dong, X.
&amp; Cai, H. (2009) - Temporal and spatial variability of annual extreme water
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vol. 69, n. 1-2, p.35-47. <a href = "https://doi.org/10.1016/j.gloplacha.2009.07.003" target = "_blank">https://doi.org/10.1016/j.gloplacha.2009.07.003</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=684871&pid=S0871-018X201800030000200046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "3"><b>Agradecimentos</b></font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Os
autores agradecem à Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado
de Santa Catarina (FAPESC) e ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico
e Tecnológico (CNPq).</font></p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido/received: 2017.08.15</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Recebido em versão revista/received in revised form: 2017.10.25</font></p>

    <p><font face = "Verdana" size = "2">Aceite/accepted: 2018.02.20</font></p>

     ]]></body><back>
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